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O presente projeto pretende produzir e realizar a temporada do espetáculo Ana Lívia, de caetano W. Galindo, com direção de Daniela Thomas, na cidade de São Paulo, além de atividade consistente empalestra a título de contrapartida social.
Ana precisa contar uma coisa terrível, mas Lívia não quer deixar ela falar. Lívia quer falar de uma nova peça enquanto Ana sente que chegou ao seu terceiro ato. Cada uma delas está sozinha com suas dores, seus desvios e seus medos. Cada uma tem apenas à outra. A vida passada, o teatro, o papel que tiveram e têm uma na vida da outra, o futuro que não sabem se terão. Tudo isso volta à tona numa conversa em que as duas tentam fugir da verdade, da juventude, da vida, do fato de estarem sozinhas no palco e da dependência de um texto escrito por outra pessoa. Duas atrizes que agora não têm mais um dramaturgo; dois papéis de um personagem só. Ana foi, Lívia é, Ana Lívia… será?
Objetivo Geral O projeto de temporada de Petra tem como finalidade 12 apresentações de uma produção do repertório da Cia.BR116 a fim de fomentar a criação artística teatral da companhia, a formação de plateia e a difusão do teatro brasileiro na cidade de São Paulo. Objetivos Específicos Produto Espetáculo de Artes Cênicas Realizar 12 sessões do espetáculo "Ana Livia" na cidade de São Paulo, com duração de 70 minutos e atingindo 300 pessoas por apresentação, sendo que todas as sessões serão com tradução em libras. Produto Contrapartida social Realizar 1 encontro entre estudantes e integrantes da Cia.BR116 sobre o processo criativo do espetáculo com acessibilidade em libras, audiodescrição e monitores para garantir acessibilidade intelectual.
A Cia.BR116 completa 15 anos de atuação e dentro da sua trajetória tornou-se uma companhia de teatro formadora de conhecimento, unidade de produção, de informação e cultura, voltada às artes cênicas. Este projeto justifica-se por dar continuidade às atividades que vêm sendo realizadas pela Cia.BR116 e atende aos seguintes incisos do artigo 1º da Lei Rouanet: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Quanto às finalidades do art. 3º, atende-se as que se encontram abaixo: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
O espetáculo Ana Lívia tem a duração de 70 minutos. Trata-se da montagem do texto Ana Lívia, de Caetano W. Galindo A peça já realizou sua primeira montagem e temporada no Teatro Anchieta, em São Paulo, no ano de 2023. Além de um elenco de 2 grandes atrizes atrizes, Bete Coelho e Georgette Fadel, tem uma versão com a atriz Iara Jamra no lugar de Fadel. Também foi composta uma trilha sonora original para a peça criada por Felipe Antunes e Fabio Sá.
PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA No âmbito de acessibilidade física, todos os locais de realização do projeto são acessíveis, ademais por serem espaços públicos contendo rampa para pessoas com deficiência de mobilidade e piso tátil conforme normas das prefeituras e administradores locais. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não se aplica pois o local será acessível. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Deficiente auditivo - O proponente disponibilizará intérprete de libras para total fruição dos espetáculos pelos beneficiários de todas as 12 sessões Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: XX Deficiente visual - Haverá audiodescrição em pelo menos uma das 12 sessões do projeto. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: XXDeficiente intelectual - Haverá monitores especializados para total fruição do projeto em pelo menos uma sessão dentre as 12 do projeto. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: XX PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: No âmbito físico, todos os locais de realização do projeto são acessíveis, ademais por serem espaços públicos contendo rampa para pessoas com deficiência de mobilidade e piso tátil conforme normas das prefeituras e administradores locais. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não se aplica pois o local será acessível. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Deficiente auditivo - haverá intérprete de libras na palestra oferecidas gratuitamente a população. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: XX Deficiente visual - Haverá audiodescrição na palestra oferecida gratuitamente a população. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: XX Deficiente intelectual - Haverá monitores especiliazados para acompanhamento na palestra. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA:XX
Com o intuito de garantir acesso a arte para todos, esse projeto destinará os ingressos da seguinte forma, nos termos do art. 29 da IN 11/2024: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. A Cia BR116 acredita na formação de plateia e por isso acha de profunda importância que todas as suas atividades tenham um público diversificado. A palestra da contrapartida social será oferecida de forma gratuita e para admissão será critério ser estudante do ensino público ou ser morador de comunidades carentes. Em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social esse projeto irá buscar formas de atingir grupos de jovens em vulnerabilidade social que se interessem por arte e queiram estar em nossas atividades. Como medida de ampliação de acesso, dentre as elencadas no Art. 30 da IN no 11/2024, o proponente opta por: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal.
Associação BR116 (Proponente): A proponente será a única responsável pela administração e por todo o poder decisório do projeto. A proponente informa que no momento não é possível afirmar qual a rubrica que irá se remunerar. No entanto, poderá se remunerar por rubricas do projeto, se comprometendo desde já que apenas será remunerado pelos serviços prestados no Projeto. São as principais pessoas responsáveis pelo projeto: Diretora, Bete Coelho - Formou-se artisticamente no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, em diversas áreas: teatro, música, canto lírico, ópera, violino, dança clássica e moderna. Em seguida, atuou em espetáculos com direção de Carmen Paternostro, na formação do grupo Pagu Teatro Dança. Em São Paulo, juntou-se ao Centro de Pesquisa Teatral - CPT, dirigido por Antunes Filho, integrando os elencos das remontagens de Macunaíma, da obra de Mário de Andrade, e de Nelson 2 Rodrigues; com o grupo também estreou Romeu e Julieta, de William Shakespeare, todas em 1984. Em 1986, atuou em Carmem Com Filtro, direção de Gerald Thomas, junto à Cia. Estável de Repertório - CER, de Antonio Fagundes. Com Eletra Com Creta, formou uma parceria artística com Gerald Thomas e Daniela Thomas, iniciando seus mais expressivos trabalhos, quase sempre como protagonista. No mesmo ano eles fundaram a Cia. de Ópera Seca. Nos anos seguintes, fora do grupo, atuou em Rancor, de Otavio Frias Filho, direção de Jayme Compri, em 1993; Pentesiléias, adaptação de Daniela Thomas para a obra de Kleist, em 1994; Os Reis do Iê-Iê-Iê, de Gerald Thomas, em 1997; Cacilda!, de José Celso Martinez Corrêa, em 1999. No mesmo ano dirige Iara Jamra em O Caderno Rosa de Lori Lamby, de Hilda Hilst, e atua em Pai, de Cristina Mutarelli, direção de Paulo Autran. Atuou em duas produções de Bob Wilson: A Dama do Mar e Garrincha. Em 2002, atua em Frankensteins, sob a direção de Jô Soares. Funda, em 2009, a Cia.BR116, tendo realizado os espetáculos Homem da Tarja Preta, O Terceiro Sinal, Cartas de Amor para Stalin, Antígona, A Melancolia de Pandora, Mãe Coragem, Molly — Bloom e os filmes Medeia por Consuelo de Castro e Gaivota. Diretor, Gabriel Fernandes é formado em cinema pela FAAP e trabalhou nas produtoras paulistas Cia. de Cinema e MovieArt. Dirigiu inúmeros filmes institucionais e promocionais. Por seis anos integrou a equipe de vídeo do Teatro Oficina Uzyna Uzona fazendo câmera ao vivo dentro das cenas, atuando, como dizia Zé Celso Martinez Corrêa, como câmera-ator. As imagens eram exibidas em monitores, grandes projeções e muitas vezes transmitidas ao vivo pela internet. Com o grupo viajou duas vezes para a Alemanha e circulou por todo o Brasil, capitais e interior; também dirigiu as gravações das peças Taniko e Os Sertões – O Homem II, que foram lançadas em DVD — primeiros lançamentos comerciais de seu trabalho como diretor de cinema. No caso do Os Sertões – O Homem II, também foi o editor do material gravado por 20 câmeras, resultando num filme de 340 minutos, que foi exibido no, hoje, Cine Marquise, em 2010. Seu ingresso no universo teatral foi motivado pela sua vontade de trabalhar com atores nas suas criações cinematográficas, inspirando-se em cineastas como Bergman, Fassbinder e Welles. Fundou em 2010 a Cia.BR116, companhia de teatro na qual dirige todos os trabalhos de vídeo, que se singularizou pela fusão das linguagens teatral e cinematográfica. No ano de 2021, lançou dois filmes como diretor, em parceria da atriz e diretora Bete Coelho. A saber: o média-metragem Medeia por Consuelo de Castro, versão do mito escrito pela dramaturga brasileira Consuelo de Castro, e o longa-metragem Gaivota, de Anton Tchekhov. Dois filmes de baixo orçamento, com linguagem, formato e estética distintas, realizados no período da pandemia, exibidos online e que tiveram ampla difusão, sendo assistidos em todos os estados do país e exterior, reconhecidos pelos principais veículos de comunicação, com matérias e críticas, e licenciados para plataformas de streaming e instituições culturais. Diretora de produção, Lindsay Castro Lima- Atriz e produtora cultural desde 2003, já trabalhou como produtora executiva no Festival de Teatro de Curitiba em 2014, 2018 e 2019. Participou do Programa Mommentum como delegada brasileira no Festival de Edimburgo, na Escócia a convite do British Council. Em 2019 realizou a produção local da estreia nacional do espetáculo As Comadres, com direção artística de Ariane Mnouchkine no Festival de Curitiba e sua temporada em São Paulo, sendo a coordenadora geral da sua turnê internacional nas cidades de Bordeuax, Mont-de-Marsan e Pa-ris, na célebre Cartoucherie. Foi curadora e produziu grandes projetos da Secretaria de Cultura de São Paulo como Jornada do Patrimônio, Aniversário da Cidade e Virada Cultural. Em 2020 assume a direção de produção da Cia. BR116 e produz os teatrofilmes Medeia por Consuelo de Castro e Gaivota, ambos com direção de Bete Coelho e Gabriel Fernandes, Molly Bloom, com direção de Daniela Thomas entre outros trabalhos da companhia. Foi diretora de produção do projeto “nós aqui, entre o céu e a terra" de Eleonora Fabião para a 34º Bienal de São Paulo.
PROJETO ARQUIVADO.