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O outro Divino é um projeto de artes cênicas inédito. O espetáculo autobiográfico conta a história de Divino e sua condição de pessoa que vive com HIV. A peça propõe ser uma afirmação à vida, na qual o personagem compartilha com o público sua história de sobrevivência, superação e amor pela existência. Este espetáculo é um abraço em mais de um milhão de brasileiros e brasileiras vivendo com HIV no Brasil. A proposta prevê a realização da montagem e a temporada com sessões nas praças: Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul e Goiás, totalizando 44 sessões ao término do projeto.
O outro Divino é uma afirmação à vida, um espetáculo autobiográfico onde Divino expõe sua condição de pessoa que vivecom HIV, compartilhando sua história de sobrevivência, superação e amor à vida. Este espetáculo é um abraço em mais de um milhãode brasileiros e brasileiras vivendo com HIV no Brasil. Classificação etária 14 anos
OBJETIVO GERAL: Realizar a temporada inédita de 44 sessões do espetáculo O Outro Divino nas praças: Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás e Rio Grande do Sul. Objetivos Específicos: Produto Espetáculo de artes cênicas: 1. Realizar uma temporada inédita do espetáculo sendo: 20 apresentações no Rio de Janeiro; 20 apresentações em São Paulo, 02 apresentações em Porto Alegre e 02 apresentações em Anápolis. 2. Democratizar o acesso através da comercialização de ingressos a preços acessíveis; 3. Realizar 01 ensaio aberto para voluntários que contribuem com pesquisas na Fundação FIOCRUZ antes da estreia da temporada no Rio de Janeiro. 4. Promover inclusão e acolhimento a pessoas com necessidades especiais através da realização de sessões com acessibilidade. 5. Promover e fomentar a difusão de informações fundamentais sobre o vírus HIV que ainda é pouco conhecidas pela maioria da população. 6. O projeto tem como objetivo específico atingir aproximadamente 7920 espectadores. Produto secundário Documentário média-metragem: 1. Duração aproximada de até 70 minutos. 2. Finalização em Full HD 3. O documentário será inscrito em festivais de cinema e terá duas exibições gratuitas em canal digital do projeto. Contrapartida social: - Realizar gratuitamente 05 palestras para pessoas que vivem com HIV ou familiares, para tratar de assuntos relacionadas a diagnóstico e tratamento do vírus HIV, buscando encaminhá-las a buscar ajuda medica ou psicológica. As palestras terão como tema o assunto abordado na dramaturgia do espetáculo e serão ministradas pelo ator Divino Garcia e pela cientista e pesquisadora Lucilene de Freitas, colaboradora do projeto e uma das gestoras de programas de prevenção de HIV/AIDS da FIOCRUZ no Rio de Janeiro. Serão 20 vagas por palestra, totalizando 100 vagas.
Incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91 nos quais a proposta se enquadra: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91 que serão alcançados: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; A solicitação de apoio ao projeto "O Outro Divino" junto ao Ministério do Cultura, via Lei de Incentivo, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar o acesso à cultura de todo país. Através da realização deste projeto, vamos fomentar a criação de um produto artístico originário do nosso país, além de contribuir com geração de empregos diretos no setor das artes cênicas. A temática do espetáculo, também se faz pauta necessária nos dias de hoje,pois serve para reforçar a solidariedade, a tolerância, a compaixão e a compreensão com as pessoas infectadas pelo vírus HIV. Desde o surgimento do primeiro caso de HIV, houveram inúmeros avanços científicos em relação à doença. A ciência foi aperfeiçoando o tratamento e hoje a medicação usada é segura e eficiente, levando o paciente a ter uma vida saudável em termos fisiológicos. No entanto, o estigma relacionado ao vírus continua matando muitas pessoas que, com medo e vergonha, não buscam tratamento. No Brasil, segundo dados do UNAIDS, 34,3% dos novos diagnosticados evitaram iniciar o tratamento em 2019 por não se sentirem preparados para lidar com a sorologia. E no mundo, em 2023, 650 mil pessoas morreram por complicações relacionadas a AIDS. O índice de estigma de pessoas que vivem com HIV no Brasil, relatório criado pelo UNAIDS, aponta que 64,1% das pessoas entrevistadas já sofreram alguma forma de discriminação pelo fato de viverem com HIV. Pessoas que, mesmo com qualidade de vida equiparada a qualquer outra pessoa que seja saudável, vivem à sombra de uma doença moral. Promover a difusão de informações fundamentais ainda pouco conhecidas pela maioria. Você, que está lendo esse projeto agora, sabe que uma pessoa vivendo com HIV em tratamento, com carga viral indetectável, tem qualidade de vida plena? Que ela pode ter filhos biologicamente se quiser, sem que as crianças nasçam infectadas? E que, quando em tratamento, ela deixa de transmitir o vírus? A maioria esmagadora desconhece ou ignora essas informações pelo medo gerado pelo estigma que hoje, no Brasil, é aprincipal causa de morte da doença. O SUS é referência mundial na prevenção e tratamento do HIV, os autotestes são distribuídosgratuitamente e mesmo assim temos uma população que vive em negação, presa num fantasma do passado. Temos o apoio institucional e técnico da Dra Lucilene de Freitas, pesquisadora e cientista, dedicada a mais de 20 anos no combate aoestigma e responsável pela criação e implementação das campanhas de prevenção e tratamento do HIV. Lucilene colabora na dramaturgia do espetáculo e nas diversas acoes de prevenção e disseminação de informações de tratamento e combate ao estigma.
As contrapartidas socias serão realizadas somente na cidade do Rio de Janeiro. Haverá captação de imagens na cidade de Anápolis que serão projetadas no espetáculo e também diárias de filmagem para o documentário média-metragem. Para o documentário não teremos custos previstos nas cidades de Porto Alegre e São Paulo e os custos nestes locais permancem zerados na planilha orçamentária para o produto secundário.
Não se aplica.
Acessibilidade Física: A produção realizará as temporadas em teatros que já disporão de: Banheiros exclusivos e adaptados para portadores de necessidades especiais, rampas de acesso em todas as dependências e lugares exclusivos para cadeirantes; Acessibilidade de Conteúdo: Para Deficientes Visuais: 02 sessões com audiodescrição, sendo uma no Rio de Janeiro e uma em São Paulo Para Deficientes Auditivos: 10 sessões com interprete de libras, sendo quatro em São Paulo e quatro no Rio de Janeiro, uma em Porto Alegre e uma em Anápolis. Acessibilidade para pessoas que apresentem espectros, sídromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem a linguagem ou idiomas dos conteúdos: Disponibilização de assentos em locais que garantam a acomodação de, no mínimo, 1 (um) acompanhante da pessoa com deficiência e ou com mobilidade reduzida, resguardado o direito de se acomodar proximamente a grupo familiar e comunitário.
O produto cultural resultante do projeto será distribuído da seguinte forma: 10% (vinte por cento) serão distribuídos gratuitamente para pessoas com baixo poder aquisitivo, alunos e professores da rede pública de ensino; 10% (dez por cento) serão distribuidos gratuitamente para incentivadores, patrocinadores e doadores; 10% (dez por cento) serão distribuídos gratuitamente para promoção do espetáculo (imprensa e convidados); 10% (dez por cento) serão comercializados a preços que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura; 50% (cinquenta por cento) serão comercializados ao público em geral, com preços acessíveis. Em atendimento a outras medidas de ampliação de acesso, conforme inciso da Lei de Incentivo, o projeto realizará: 01 ensaio aberto gratuito na Fundação FIOCRUZ no Rio de Janeiro. VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
Divino Garcia - ator, idealizador , palestrante e diretor de produção. Idealizador da Divergência, agência de atores e atrizes voltada para diversidade, protagonista da série Rio sem limites disponível na Amazon Prime. Como ator no teatro fez 13 espetáculos nos últimos 10 anos, destacam-se: “ANGUSTIA-ME”, indicado ao prêmio APTR de 2022, de melhor dramaturgia, “Até o final da noite” e “Um dia qualquer” indicado ao prêmio APTR sucesso na arena do espaço SESC, de Júlia Spadaccini com direção de Alexandre Mello, “Solano e Rios” de José Sanchis Sinisterra com direção de Alexandre Mello. Seus mais recentes trabalhos de produção foram: “Depois do silêncio” de Christiane Jatahy 2022, “Meu filho só caminha um pouco mais lento” de Rodrigo Portella 2021. Idealizador e realizador do Repensa Festival 2021 e das residências artísticas VEM ( teatro Gonzaguinha) e VEM ÁGORA no teatro Ipanema. Rya Aguiar - Dramaturgista Ator, escritor e roteirista. Natural de Abel Figueiredo - Pará, oriundo de uma família de retirantes, formou-se em Agronomia pela Universidade Federal de Viçosa - MG. Reside no Rio de Janeiro há quatro anos, onde se formou em Interpretação para Teatro, Cinema e TV. Entre seus trabalhos no teatro destacam-se: roteiro da peça “Sentença de Vida” (2023), direção Gilberto Gawronski, vendedora do prêmio Prio do Humor e indicada ao prêmio APTR; texto e atuação na peça “Morangos e outras frutas mofadas” (2022), direção Gilberto Gawronski; “Ordinárias” e “Essas são as escadas que você tem que vigiar” (2022), direção Alexandre Mello; “O burguês fidalgo”, direção Delson Antunes (2021). No audiovisual seus trabalhos são: roteiro e atuação no curta-metragem “Inseminação Artificial”(2022), direção Nadia Bambirra; atuação no longa-metragem “Esse papel é meu” (2022), direção Wolf Maya; roteiro e atuação na web-série de comédia, em fase de produção, “O sol é para todes” (2024), direção Pablo Meliga. Patrícia Regina - Dramaturgista Atriz, dramaturga e roteirista. Formada atriz pela Escola de Atores Wolf Maya e pela Academia Nacional de Atores, e em roteiro cinematográfico pela Academia Internacional de Cinema. No teatro escreveu a peça “Sentença de Vida” (2023), direção Gilberto Gawronski; vencedora do prêmio Prio do Humor (2024) e indicada ao APTR (2024); “Comunidade do arco-íris” (2024), direção Suzana Saldanha; escreveu e atuou em “Morangos e outras frutas mofadas” (2022), direção Gilberto Gawronski, entre outros. No audiovisual atualmente assina roteiro e direção dos curta metragens " Nossa História" e " Voltando pro café" (2024) projetos aprovados pela lei Paulo Gustavo atraves da secretaria municipal de Iuna - ES. Escreveu e atuou na série " O sol é para todes" da Aura produções ( 2024), no curta-metragem “12 de junho”, direção Nádia Bambirra; escreve e atua na websérie “A República” (2024), em fase de produção, direção Divino Garcia. Alexandre Mello - diretor Ator teatral há trinta e cinco anos no mercado. Já dirigiu alguns sucessos como Quebra Ossos – Laura Alvim 2012 – indicado ao prêmio Shell, Um dia Qualquer- Sesc Copacabana 2013 – indicado ao Premio APTR e Até o final da noite – Teatro Ipanema 2016 e Angustia-me! – peça filme 2021 – indicada ao Premio APTR de Julia Spadaccini. Fez Hamlet Candidato – Sesc Copacabana – 2019 – sucesso de público e critica. Como ator participou de montagens importantes como 12 homens e uma sentença- CCBB Rio e Maison de France com direção de Eduardo Tolentino, Hamelin no CCBB Rio e SP e em turnê por 20 cidades brasileiras com direção de André Paes Leme e no inicio da carreira participou do grupo mergulho no trágico – prêmio Shell 1990. Ceciclia Ripoll - Supervisão de dramaturgia Dramaturga, diretora e professora, formada em Artes Cênicas pela UNI-RIO, indicada ao PRÊMIO SHELL RJ 2023 pela dramaturgia PANÇA e ao PRÊMIO SHELL RJ 2018 pela dramaturgia ROSE. Em 2022 escreve a dramaturgia CONSTITUIÇÃO, baseada na Constituição Brasileira de 88 (idealização Natasha Corbelino). Também ao longo de 2022 foi professora de dramaturgia no ESAD (Escola Sesc de Artes Dramáticas). Em 2021 escreve a dramaturgia infanto-juvenil “Na borda do mundo”, encenada on-line pelo Bando de Palhaços, indicada ao PRÊMIO APTR. Dirigiu e escreveu o premiado infanto- juvenil PACO E O TEMPO. Está entre os 100 nomes que integram o Portal de Dramaturgia Brasileira. Lucilene de Freitas - Palestrante Pesquisadora e Servidora pública na Fundação Oswaldo Cruz, graduada em Enfermagem e Licenciatura pela Universidade Federal Fluminense (2002) e doutora em Pesquisa Clínica em Doenças Infecciosas pelo INI/Fiocruz (2024), com mestrado na mesma área (2013). Atua como Coordenadora de Pesquisa Clínica no Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, supervisionando estudos em HIV, Aids, co-infecções e ensaios clínicos multicêntricos. É preceptora na Residência Multiprofissional e orientadora no Programa de Pós-Graduação Lato sensu da Fiocruz. Membro da Câmara Técnica de Doenças Transmissíveis do COREN-RJ (2023). Negra, mulher, Ọmọ Òrìsà, pesquisadora e ativista, integra pesquisa e ativismo na valorização da ancestralidade e no combate ao racismo e desigualdades de gênero e classe, promovendo a saúde das populações negras e LGBTQIA+. Busca dar visibilidade às vozes marginalizadas e utiliza a arte e a ciência como formas de resistência e reconexão ancestral. Caio Riscado - Diretor escritor, performer e membro de MIÚDA. Atualmente, é professor substituto do departamento de Direção Teatral da Escola de Teatro da UNIRIO e pós-doutorando e professor colaborador no PPGAC/UFRJ. Entre 2019 e 2021, foi professor substituto do Curso de Direção Teatral da UFRJ. Seus últimos trabalhos como diretor são: "Cair até inventar onda: uma palestra-performance"; “O Espigão”; “MÓ”, com dramaturgismo de Thereza Rocha; “Couve-Flor”, de Rosyane Trotta. Tem prêmios nas áreas do teatro e artigos publicados. É autor dos livros: UMA BICHA (pipocapress, 2018), Com as costas cheias de futuro (urutau, 2020), Sozinha cheia de poodles (urutau, 2021) e Cair Até Iventar Onda (NUMA, FAPERJ, 2023) Marcello H - diretor musical Compôs as trilhas das peças o estrangeiro de albert camus, direção de vera holtz, que participou do festival de edimburgo. Rockantigona e trágica.3, ambas dirigidas por guilherme leme. A segunda participou do festival de beijin na china. Uma relação pornográfica, com direção de victor garcia peralta. Memórias de adriano, com direção de inez viana. Gritos, da cia. Dos a deux, trilha sonora indicada ao prêmio aptr 2017, assina a direção musical de tom na fazenda, com direção de rodrigo portella, trabalho que recebeu indicação ao prêmio shell. Além das peças: branca, dirigida por ivan sugahara; insetos, da cia dos atores; tebas land dirigida por victor garcia peralta em 2019, assinou as trilhas de: as crianças, dirigida por rodrigo portella; solo, com direção de vinicius arneiro, hamlet candidato diralexandre mello e todas as coisas maravilhosas, com direção de fernando philbert Julia Deccache -cenógrafa Formada pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e atriz formada pela CAL (Casa das Artes de Laranjeiras). A artista se interessa pela criação colaborativa, diálogos entre a cenografia e outros campos artísticos e criativos, com destaque para práticas performativas. No teatro atuou como cenógrafa para nomes como Rodrigo Portella, Duda Maia, Pedro Kosovski, Inez Viana, Renato Linhares, Mariana Lima, Cristina Moura, Vinicius Arneiro, Alexandre Mello, Marcelo Valle, Caio Riscado, Morena Cattoni, Rafael Souza-Ribeiro, Paula Valente e João Pedro Madureira. Em parceria com Rodrigo Portella, foi indicada aos Prêmios Cesgranrio e APTR 2019 na categoria melhor cenário pela peça As Crianças. Com o mesmo diretor, ainda trabalhou em A Incrível e Triste História de Candida Erêndira e Sua Avó Desalmada; Os Impostores; e Nerium Park. Com o Estúdio Chão, de Adriano Carneiro de Mendonça e Antonio Pedro Coutinho, trabalhou na concepção e execução do cenário do espetáculo Baile Partimcumdum, infantil inspirado no CD Partimpim 2, de Adriana Calcanhoto, e dirigido por Inez Viana, Mariana Lima e Renato Linhares, com dramaturgia de Adriana Falcão e Matheus Torreão. Pedro Faerstein - diretor de fotografia. Nascido no Rio, frequentou o Colégio da Aplicação da UERJ, onde teve suas primeiras aulas de fotografia com o professor Paulo Rodrigues. Depois de uma breve passagem pelo curso de direito da UERJ, Pedro cedeu à sua paixão pelo cinema e ingressou na UFF, onde focou os estudos na fotografia para cinema. Ticiana Passos - figurinista Entre seus principais trabalhos como atriz estão: “Cinema Karamasov”, dir. Celina Sodré/ “O céu está vazio” e “Os Estonianos”, dir. Jorge Caetano/ , dir. Bianca Byington/ “Marido Ideal”, dir. Gilberto Gawronski/ “Milagre na cela”, dir. Chico Suzano. No audiovisual: No filme “Sexo, verdades, mentiras”, dir. Euclides Marinho/ Na série “Baile de máscaras”, dir. Flávio Tambelini. Em figurinos de teatro: “Os ratos do ano 2030”, dir. Flávio Migliaccio/ “Ausência”, dir. Cia dos à Deux”/”Krum”, “Projeto Brasil” e “Preto”, dir. Márcio Abreu/ “Os Realistas”,dir.Guilherme Weber/ “Revisitando Stravinski” e “Liquid Voices”, dir. Jocy de Oliveira/ “Atropa”,dir.César Augusto/ “A Ponte” ,dir. Adriano Guimarães Em figurinos de cinema:”Lost Zweig”, dir. Silvio Bach/ ”Angel Vianna- Voando com os pés no chão, dir. Cristina Leal. Renato Machado - Iluminador diversas vezes indicado para premiações, recebeu em 1996 o Prêmio Coca-Cola de Teatro Jovem, na categoria Melhor Iluminação, com o espetáculo Tempo de Infância da diretora Alice Koenow. Em 2003, com Tereza de Ávila, a santa descalça, venceu o Prêmio Shell de Teatro RJ. Foi iluminador de diversos espetáculos dentre eles: Mozart Moments; As Malibrans; Revisitando Stravinsky, de Jocy de Oliveira; Beckett (turnê internacional); Pequenos trabalhos para velhos palhaços, direção André Paes Leme, com temporada em Paris; Chega de sobremesa, direção André Paes Leme, com turnê em Portugal; Eu e meu coreógrafo no 63, do Grupo de Rua de Niterói, com apresentações em Lisboa.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.