Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2413466Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Tributo a José Mendes - para relembrar um ícone

FAZER GESTAO CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 257,4 mil
Aprovado
R$ 257,4 mil
Captado
R$ 30,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

11.7%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SC
Município
Lages
Início
2025-05-05
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Lages Santa Catarina

Resumo

Produzir um tributo ao renomado cantor, compositor e músico gaúcho José Mendes, por meio da releitura, arranjo e gravação de dez (10) músicas do repertório do artista, disponibilizar para acesso gratuito em plataformas digitais e realizar o lançamento do trabalho em show aberto a comunidade.

Sinopse

Biografia de José Mendes Guimarães Filho de Amancio Mendes da Fonseca Sobrinho e Noemi Ferreira Guimarães, nasceu em 20 de abril de 1939 na atual cidade de Machadinho, que à época era o distrito de Pinhal do Machadinho e pertencia a Lagoa Vermelha. Ainda muito novo se mudou para Esmeralda, que era distrito de Vacaria, onde viveu até os 18 anos com seus tios em uma fazenda, onde ele tinha as lidas de peão. Nessa época foi que o José Mendes aprendeu a tocar violão e entre uma serenata e outra, até fez uma dupla com um amigo. Essa dupla se chamava Os Irmãos Teixeira, só que eles não eram irmãos e nem Teixeira. Então no ano de 1960, o José Mendes estreia nos palcos. Na cidade de Júlio de Castilhos, ele forma o trio Os Seresteiros do Pampa, juntamente com Florentino Rezende e Dinarte Silva. Por cerca de 2 anos se apresentaram em diversas cidades do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Quando que ele teve a ideia de que aquele ano era o momento chave pra ele. Ou estourava o sucesso ou ele ia desistir. Então ele conseguiu uns pila emprestado com um amigo, 20 mil cruzeiros e viajou até São Paulo onde queria gravar um disco. Se apresentou em diversos programas de rádio e fez pontas com duplas sertanejas da época, até que conseguiu gravar o seu primeiro LP “Passeando de pago em pago”, que era uma série de músicas que contava algumas histórias do tempo que ele estradeava com o antigo trio. Só que ele não utilizou o nome José Mendes no disco, mas Gaúcho Seresteiro. Neste disco, pra ele conseguir espaço nas rádios, colocou o nome dos radialistas como autores da música para obter sucesso. Foi então que ele voltou pro Rio Grande do Sul e as apresentações começaram a melhorar em número e até valor. Começou a divulgar o seu disco em mais cidades de toda a região Sul, fazendo isso por cinco anos. E como bem sabemos os causos de estrada já renderam muitas músicas e histórias buenas e numa dessas é que o José Mendes conseguiu o seu maior sucesso: Pára-Pedro. Então conta a história que numa dessas viagens pra um show, na parceria de Portela Delavy e Luis Muller, viajavam de Kombi quando deu pau no carro e tiver que pegar um ônibus. A certa altura da viagem, dois vivente começaram a discutir até que um deles largou um “Pára, Pedro!” pra encerrar o assunto. Mas parecia que o Pedro tava querendo uma confusão, então ele voltou a falar: “Pedro, pára.” E aquelas palavras ficaram sonando na cabeça do Zé Mendes. Então quando chegaram no destino, ele e o Portela Delavy escreveram um dos xotes mais conhecidos da história do universo: “Pára, Pedro”. Esta música foi apresentada pela primeira vez no programa de rádio mais famoso da época: Grande Rodeio Coringa, e foi um sucesso de primeira. Agradou os produtores e principalmente o público. José Mendes, volta a São Paulo no ano de 1967 pra gravar seu segundo disco. Só que a gravadora que ele tinha gravado o primeiro recusou. Então ele foi aos estúdios da gravadora Copacabana que toparam lançar um compacto simples intitulado “Pára Pedro”. E pra quem não sabe o que é um compacto era um disco que só tinha 1 música de cada lado e com no máximo até 3min de duração. Este compacto vendeu 600 mil cópias, foi o disco mais vendido do ano e o José Mendes recebeu o Troféu de Consagração Popular, dado pela TV Gaúcha. Esta música ela quebrou as barreiras como nenhuma antes, foi gravada por diversos artistas e em diversos ritmos. Por exemplo o Wilson Simonal gravou em 1868 e fez muito sucesso com Para Pedro. Um disco tem o nome Mocinho do Cinema Gaúcho, por que ele também estreou 3 filmes: Em 1969: Para Pedro, em 1970: Não aperta Aparício, em 1974: A Morte não marca tempo. José Mendes faleceu quando tinha apenas 34 anos. Uma carreira curta, mas muito importante. Sua obra é parte de um legado de simplicidade e autenticidades do cancioneiro gaúcho. (fonte Wikipédia /2024)

Objetivos

Geral O objetivo do projeto é produzir a releitura e gravar daz (10) músicas da obra do renomado cantor rio-grandense José Mendes, promovendo a difusão do trabalho, possibilitando que sua arte seja preservada e conhecida pela atual e futuras gerações. Específicos - Criar releituras e arranjos para as dez (10) músicas selecionadas do repertório de José Mendes; - Gravar as releituras das músicas pelo cantor Adriano Posai, com acompanhamento de músicos; - Promover o lançamento do trabalho, em evento gratuito e aberto a todos os públicos; - Disponibilizar as regravações para download gratuito em plataformas da internet; - Divulgar o projeto e as regravações para ampliação do acesso ao produto cultural;

Justificativa

A música nativista é um gênero musical regional que se originou na região sul do Brasil, nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, além de ter grande influência nos países vizinhos, como Uruguai e Argentina. Esse estilo musical reflete as tradições, a cultura e o modo de vida, muitas vezes retratando temas ligados às tradições folclóricas, à natureza e aos valores da vida no interior. As letras são carregadas de um profundo sentimento de identidade e pertencimento cultural, expressando o orgulho e a conexão com as raízes e a história. A diversidade cultural do nativismo se reflete na riqueza musical, que incorpora elementos de diversos gêneros musicais, como a milonga, o chamamé, a polca, o xote, o rasqueado, entre outros e é frequentemente acompanhada por danças tradicionais, que contribuem para a preservação e a promoção da cultura e das tradições regionais. Ao longo dos anos, a música nativista ganhou destaque não apenas nas região sul do Brasil, mas também em outras partes do país, conquistando admiradores e adeptos e tem nos festivais de música nativista, importantes eventos que celebram e promovem esse gênero musical, proporcionando um espaço para artistas e compositores apresentarem suas criações e compartilharem a riqueza da cultura nativista com o público. Um dos grandes ícones da música nativista do Rio Grande do Sul foi José Mendes. Nascido em Lagoa Vermelha, no interior do estado, em 1939, foi um cantor, compositor e acordeonista que deixou um legado profundamente enraizado na tradição gaúcha, refletindo as vivências e os valores do homem simples do interior. Conhecido por sua habilidade com o acordeon, instrumento que dominava com maestria, Mendes se destacou não apenas como músico, mas também como compositor e intérprete das tradições e da cultura do Rio Grande do Sul. Suas composições resumem a essência da vida campeira, com letras que retratam a simplicidade, a beleza, o amor pela terra e a nostalgia dos tempos passados. Sua música é cativante e emocionante, tocando os corações dos ouvintes e conectando-os com suas raízes culturais. Sua influência na música gaúcha perdura até os dias de hoje, sendo lembrado como um dos grandes artista do gênero. O ano de 2024 marca 50 anos do falecimento de José Mendes que ao longo de sua vida, conquistou o reconhecimento e o respeito de seus colegas músicos e do público em geral, deixando um legado duradouro na música tradicionalista e inspirando gerações de artistas a preservar as tradições gaúchas através da música. Para tanto o projeto vem atender os seguintes incisos do artigo 1º do PRONAC: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; e IX - priorizar o produto cultural originário do País.

Estratégia de execução

A - Contrapartida social 1. Realização de uma apresentação musical com o repertório do projeto na APAE - Escola de educação especial de Lages; 2. A apresentação de lançamento será realizado em espaço público e terá acesso gratuito para todos os públicos, garantindo medidas de acessibilidade física. B - Descrição das atividade de produção das releituras e arranjos musicais. Athur Boscato Inicialmente, será conduzida uma pesquisa sobre as 10 músicas selecionadas do repertório de José Mendes, com foco na busca por diferentes versões e gravações das canções, além da análise do referencial rítmico e poético de cada uma delas. O objetivo é extrair possibilidades e ideias que contribuam para as releituras e arranjos propostos neste projeto. Em seguida, iniciaremos um processo de experimentação com a seleção desses materiais, aliando-os à criação de novas composições, sempre com o intuito de preservar a identidade dos temas de José Mendes e, simultaneamente, promover um diálogo com outros universos musicais. O próximo passo consiste na gravação de uma demo, ou guia, acompanhada da elaboração das partituras necessárias. Isso permitirá que os instrumentistas envolvidos no projeto estudem suas partes e se preparem adequadamente para as gravações finais, otimizando o processo e garantindo um resultado à altura da obra deste importante compositor.

Especificação técnica

Releitura e arranjos musicais para as seguntes músicas: 1- Vá Embora Tristeza 2- Não Chores Chinoca 3- Fronteira Que Não Faz Fronteira 4- Churrasco 5- Palavra Triste 6- Conversa Fiada 7- Valsa do Adeus 8- Mensagem de Saudade 9- Uma Aventura a Mais 10- Gaucho Aventurerio 11- Surpresa da Vida

Acessibilidade

1. Iserir legendas nos vídeos musicais; 2. Disponibilizar intérpretes de língua de sinais (Libras) durante a apresentação, a fim de garantir que o conteúdo seja acessível para pessoas com deficiência auditiva; 3. Escolher o local da apresentação de lançamento que seja acessível, garantindo que possa acomodar confortavelmente público com mobilidade reduzida; 4. Reservar área para cadeirantes; 5. Fornecer materiais impressos com informações sobre acessibilidade, para garantir acesso ao conteúdo do projeto; 6. Disponibilizar as músicas e a gravação do show de lançamento na internet, permitindo que pessoas que não possam comparecer devido a limitações físicas ou geográficas tenham acesso ao produto cultural.

Democratização do acesso

1. Acesso online: Disponibilização gratuita das gravações das músicas para download em plataformas e no website do projeto, a fim de garantir que sejam acessadas livremente por diferentes públicos; 2. Lançamento: A apresentação de lançamento do trabalho será realizado em espaço público e terá acesso gratuito para todos os públicos; 3. Permitir e estimular a captação de imagens da apresentação de lançamento e autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias.

Ficha técnica

Fazer Cultural (Coordenação geral) - Sérgio Gregório Sartori é produtor cultural, possui graduação em Administração pela Universidade do Planalto Catarinense (2014). Sócio administrador e gerente de projetos da empresa Fazer Gestão Cultural Ltda (2013 - atual). Tem experiência na área de Administração, com ênfase em gerenciamento de projetos culturais, atuando principalmente nos seguintes temas: patrimônio cultural, economia criativa e leis de incentivo. Trabalhou como gerente de projetos culturais na produtora Super Nova Comunicação e Cultura LTDA (2004 a 2012) e como ator e dançarino (1995 a 2003). Possui mestrado no Programa de Pós-Graduação em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia para a Inovação - PROFNIT. Adriano Posai (Produtor executivo e interprete) Músico e intérprete desde 2004, fundador do grupo nativista Pátria Sulina, possui 5 CD’s gravados em sua carreira: os álbuns “Com a Força Livre do Sul”, “Campanha” e “Por Isso Canto, Senhores”, com o referido grupo; o álbum “Santo de Casa”, em parceria com a compositora Lageana, Vera Martins; e o álbum solo “Livre”, sendo o álbum “Campanha”, indicado ao prêmio de “Melhor Álbum Regional” no Grammy da Música Latina no ano de 2008. Posai também fez participações especiais em obras de João Sampaio e Fábio Soares, além de ter registrada sua voz em coletâneas como Canto e Encanto Nativo, Nativismo de Verdade – volumes 1 e 2, Coletânea da Liberdade Nativa FM, entre outras. Participou, participa e também é premiado em inúmeros Festivais de Música Nativista, do Sul do Brasil. Ao longo de sua carreira, Posai, fez parcerias com diversos nomes da música nativista. São eles poetas, melodistas e intérpretes: Cesar Oliveira, Luiz Marenco, Marcelo Oliveira, Nilton Ferreira, Jairo Lambari Fernandes, Jari Terres, Raineri Spohr, Ênio Medeiros, Volmir Coelho, Rogério Villagran, Xirú Antunes, Felipe Corso, Miguel Cimirro ("in Memorian"), Diego Muller, Rafael Ferreira, Mauro Moraes, Adriano Alves, Zeca Alves, Kiko Goulart, Vitor Amorim, Maicon Oliveira, Edilberto Bergamo, Aldo Martins Neto, Arthur Boscato, entre outros. Sua mensagem: “Canto porque minha gente tem sede e ânsia de um canto livre. Canto pelos meus que já se foram e pelos que aqui estão. Canto com o amor e com o coração. Canto porque meu oficio é ser (CANTADOR)” Arthur Boscato (Releitura e arranjos musicais) Mestre em Música - Processos Criativos pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) (2020-2022). Possui graduação em Música - Licenciatura pela mesma instituição (2012-2017). Foi bolsista da CAPES entre 2020 e 2022 e do Pibid entre 2012 e 2015; e bolsista do Programa de Extensão Fermento Cultural (2016-2017). Fundador, violonista, compositor, arranjador e produtor no grupo Entrevero Instrumental desde 2010, com quem lançou seis discos. Com o grupo, recebeu o Prêmio Funarte de Música Brasileira 2013, foi contemplado por três vezes no Edital Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura/SC (2009, 2015 e 2019) e se apresentou em diversos estados do Brasil e também na Espanha, França, Itália, Argentina, Uruguai e Portugal. Fundador, guitarrista, cantor, compositor, arranjador e produtor no grupo O Exótico Quark Encanto. Fundador, violonista, guitarrista, baixista, compositor, arranjador e produtor no grupo Rédea Solta, Possui ainda trabalho em duo com o acordeonista Diego Guerro, onde atua como violonista, compositor, arranjador e produtor (2017). Lançou em 2019 o EP "Foi amanhã, será ontem", em duo com o violeiro Caio de Souza; e em 2022, o álbum "Sul em Aquarela", com Iva Giracca e Roger Corrêa Quarteto. Atua nas áreas de composição, performance, produção, arranjo e educação musical. Daniel Dante Finardi (Produção musical) Daniel Dante Finardi, Músico, Produtor Musical, Compositor, Engenheiro de Som, Sound Designer, com mais de 30 anos de experiência. Já produziu vários artistas de Santa Catarina, entre eles estão Daniel Lucena, (Expresso Rural), Orquídea Negra, Brazil Hi Fi, Malbeck Trio, Blues In Box, Dr. Holmes, Quarteto Coração de Potro, Adriano Posai e Pátria Sulina Aline Amorin dentre muitos outros. Na música erudita já produziu e dirigiu um dos maiores eventos culturais do sul do Brasil, o Natal Felicidade de 2013 a 2017, Diretor musical do Natal Encantos de Itajaí de 2017 a 2022, e natal de Indaial de 2019, Natal Braço do Norte 2022. Trabalha com consultoria publicitária, jingles publicitários, spots e locuções trilhas para cinema, áudios institucionais, para toda América latina. Produziu grandes temas publicitários, entre eles os Jingles da Festa Nacional do Pinhão e do Natal Felicidade e peças publicitárias para Disney (Brasil) E também idealizado da União dos Músicos de Lages a UML. Onde durante a pandemia de 2020 produziu juntamente com uma equipe de amigos uma das maiores ações artísticas on line do Brasil em prol dos músicos de sua região. Arrecadando valores financeiros e ajudas em alimentos para várias famílias carentes da região serrana. Atualmente em seu estúdio Olho da Lua, é o único estúdio com certificação e recomendação pelo laboratório Dolby de Santa Catarina tendo um sistema de monitoração 7.1.4 Dolby Atmos.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.