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PRONAC 2413470Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

A Rainha Louca Louca Louca

CLAUDIA HERMIDA DE MESQUITA 00459327780
Solicitado
R$ 234,3 mil
Aprovado
R$ 234,3 mil
Captado
R$ 123,7 mil
Outras fontes
R$ 180,1 mil

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
53688479000167RUDNIK COMERCIO DE PRODUTOS QUIMICOS LTDA1900-01-01R$ 123,7 mil

Eficiência de captação

52.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
Barueri
Início
2026-04-01
Término

Resumo

O presente projeto visa a criação e montagem de espetáculo teatral inédito, com apresentações gratuitas, a fim de garantir o acesso do público ao teatro, além de propor ações vinculadas à pedagogia teatral e à fruição estética. O texto é uma adaptação do premiado livro A rainha louca, louca, louca, de Anabella López e a produção do espetáculo contará com profissionais com formação pedagógica, artística e técnica. Em contrapartida serão oferecidas oficinas e rodas de conversa.

Sinopse

SINOPSE DO ESPETÁCULO “Todo mundo tem um pouco de loucura.” Nise da Silveira Em um reino distante, uma sábia rainha vê seu poder ameaçado por um feiticeiro que envenena a única fonte de água da cidade. Ao beber da água os habitantes passam a acreditar que a soberana havia enlouquecido e tentam destituí-la do poder. Inspirada no livro A rainha louca, louca, louca, a peça aborda a luta histórica das mulheres destacando o protagonismo feminino, e como as verdades podem ser manipuladas de acordo com interesses momentâneos. Então, faz-se a pergunta: - Afinal, onde está o limite entre a razão e a loucura? Será que a rainha era realmente louca, ou a sua "loucura" era apenas a percepção distorcida de um povo que não estava preparado para aceitar a sua força? SOBRE A ENCENAÇÃO A encenação da peça A rainha louca, louca, louca propõe uma instigante reflexão sobre a nossa realidade contemporânea. Ela terá como ponto de partida a transcriação para o formato dramatúrgico do texto literário homônimo de Anabella Lopéz, estabelecendo a importante relação entre a literatura e as artes cênicas. A narrativa abordará temas que vão da filosofia à análise política e social de um povo. O espectador será convidado a questionar sua própria percepção da realidade no contexto em que a sensatez se mescla com a loucura, estimulando a possíveis mudanças de atitudes e pensamentos. A seguir, estão relacionados os conteúdos dos produtos que compõem o presente projeto: Ensaio geral aberto;Espetáculo teatral - Apresentações;Projeção Mapeada - Será utilizada como recurso visual para transformar superfícies cênicas em displays dinâmicos, possibilitando a interação entre o espaço físico e imagens projetadas. Esse recurso cria uma atmosfera imersiva e poética, realçando cenários e contribuindo para a narrativa visual. A projeção será ajustada ao cenário, aos personagens e à própria movimentação dos atores, ampliando as possibilidades de interpretação e percepção do público;Oficinas de Jogos Teatrais - Sistematizados por Viola Spolin (1906-1994), os jogos teatrais propõem uma abordagem metodológica da pedagogia do teatro que envolve: o foco, o corpo, o espaço cênico, a estrutura dramática, a relação palco e plateia e a precisão crítica e estética teatral. As oficinas oferecidas pelo projeto visam trabalhar com situações lúdicas e alegóricas, estimulando a criatividade dos participantes, a expressão corporal, superar a timidez, exercitar o improviso, treinar a voz, entre outros;Rodas de conversa - No fim de cada apresentação do espetáculo, o diretor, o elenco e os técnicos presentes voltam ao palco para um bate-papo com a plateia, numa troca de experiências e percepções sobre a peça. A classificação indicativa - Teatro para todos os públicos. Indicação: Livre. Recomendação etária a partir de 10 anos.

Objetivos

Objetivo Geral O objetivo geral do projeto é a montagem teatral do texto A rainha louca, louca, louca, de Anabella López, com adaptação dramatúrgica de Carolina Moreyra, a fim de estimular o pensamento crítico e questionador, especialmente do público juvenil, hoje submetido ao excesso de informação e desinformação nas redes sociais. O projeto pretende ainda levar o espetáculo a locais que possam facilitar o acesso gratuito do público jovem ao teatro, com a intenção de incentivar sua frequência contínua, e assim, formar futuras plateias que possam valorizar e reconhecer o papel transformador da arte na sociedade. Objetivos Específicos O projeto tem como proposta artística e pedagógica encenar uma versão inédita do livro homônimo da premiada escritora Anabella López, direcionado inicialmente ao público juvenil, mas também para todas as pessoas que se interessam por teatro. Tem como objetivos específicos principais: ● Formar, manter e ampliar plateias juvenis, estimulando a reflexão e o pensamento crítico dos jovens em função da sua formação cidadã responsável; ● Estimular o acesso de diferentes públicos ao teatro, em sessões gratuitas, nas cidades de Barueri, Mogi Guaçu, Santos e São Paulo, totalizando 7 apresentações; ● Proporcionar experiências teatrais lúdicas e atuantes; ● Estabelecer parcerias com escolas e instituições públicas, proporcionando aos alunos e alunas, a oportunidade de vivenciar o teatro de forma integrada, além de garantir o acesso gratuito para esses estudantes; ● Oferecer oficinas de Jogos Teatrais e rodas de conversa como ações formativas, em cada uma das cidades que receberá o espetáculo, totalizando 4 oficinais e 7 rodas de conversa; ● Alcançar um público de aproximadamente 3.500 espectadores, com 7 apresentações, promovendo o contato direto com a arte teatral, contribuindo para a formação de novas plateias e estimulando o pensamento crítico entre os jovens; ● Destacar a importância das mulheres no contexto social e profissional, salientando suas lutas e conquistas ao longo da história, já que é pertinente ao contexto do espetáculo; Propor atitudes de combate a preconceitos e estereótipos, mantendo a diversidade em nossa equipe de trabalho, garantindo a inclusão em nossas práticas artísticas.

Justificativa

O teatro é um direito de todas e todos e deve ser apoiado pelas instituições, pois desempenha um papel essencial no estímulo ao pensamento crítico e questionador, algo fundamental em nossa sociedade atual. Diante da alienação promovida pelas redes sociais, da desinformação generalizada e da voracidade da indústria cultural de massa, o teatro oferece um espaço de resistência e reflexão profunda. Ao trazer para o palco o texto de Anabella López, uma escritora conectada com temas contemporâneos, abre-se um espaço vigoroso para duas discussões centrais: a luta histórica das mulheres por sua posição na sociedade e o fenômeno das fake news. O debate sobre o protagonismo feminino é mais urgente do que nunca, enquanto os compartilhamentos irresponsáveis de notícias falsas criam uma atmosfera de insegurança, tornando-nos vulneráveis a boatos e manipulações em massa. Numa sociedade em que mulheres ainda são subjugadas por serem mulheres, é urgente dialogar sobre o protagonismo feminino e assegurar a perspectiva de gênero. A sub-representação de mulheres em cargos de liderança é uma realidade, mas esse cenário precisa ser reconfigurado por meio de oportunidades equânimes que fortaleçam estados mais democráticos. A ONU Mulheres e o Pacto Global apoiam esses esforços com princípios que fomentam a paridade de gênero no mercado de trabalho. Trazer para o debate o tema da destituição de uma mulher de um cargo de poder, em um contexto de envenenamento coletivo, pode ser substancial para reforçar essa discussão. Por outro lado, a disseminação de notícias falsas e a desinformação refletem grandes desafios contemporâneos, que demandam reflexão crítica e ações concretas. Então, questiona-se: o que é fato e o que é fake? De onde surgem os delírios sociais e os julgamentos sem bases seguras que levam à intolerância gratuita? Esses questionamentos são cruciais nos dias de hoje e estão incorporados no projeto A rainha louca, louca, louca, sendo fundamentais para todos e todas que estão comprometidos em construir um mundo mais justo e consciente. Em concordância com os artigos: Art. 1° I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Art. 3° II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;

Estratégia de execução

Oficina de Jogos Teatrais - Contrapartida O projeto prevê a realização de oficinas de Jogos Teatrais nas cidades de Mogi Guaçu, Santos, São Paulo e Barueri. Serão oferecidas 4 oficinas de 1h30min cada, com a participação de 20 adolescentes (entre 13 e 16 anos), previamente inscritos, totalizando 80 participantes. As oficinas ocorrerão nos dias que antecedem as apresentações. Locais das Oficinas:Os espaços para as oficinas serão disponibilizados pelas escolas parceiras ou ocorrerão nos teatros locais (em salas ou no palco), conforme a disponibilidade. Coordenação e Facilitação:As oficinas serão conduzidas por profissionais experientes em teatro e educação, os quais integram o presente projeto: - Cláudia Hermida: Professora de teatro, arte-educadora, atriz, pesquisadora, autora do texto dramatúrgico O fonógrafo e as primeiras gravações de disco no Brasil, contadora de histórias e palestrante.- Maria Angélica Urbano: Professora de teatro, mestre em educação, arte-educadora, atriz, contadora de histórias e autora do livro Danças Circulares e Jogos Teatrais com Crianças, Vivências de uma Artista - Educadora (Editora Universitária UNESP).- Cláudio Fernandes: Professor de teatro, diretor teatral e ator. Conteúdo e Metodologia:O conteúdo das oficinas será baseado no livro Jogos Teatrais: O Fichário de Viola Spolin, com uma metodologia pautada na experimentação cênica, em torno de elementos fundamentais como: Foco, Quem, Onde, O Quê e a Fisicalização. Objetivo: As oficinas visam explorar a linguagem teatral, com base nos elementos do teatro improvisacional, ampliando a sensibilidade, a memória, a autonomia e a capacidade criativa das e dos participantes das oficinas. Além disso, busca-se ampliar o repertório cultural dos jovens, proporcionando uma experiência enriquecedora e formativa. ………………………… Links para maiores informações: www.aletria.com.br/a-rainha-louca-louca-louca A rainha louca! Louca! Louca! - Guia de Leitura (site).pdf - Google Drive

Especificação técnica

O projeto prevê atividades que possibilitam aos jovens e ao público em geral experimentar a linguagem artística e se tornarem futuras plateias. Além do espetáculo serão oferecidas oficinas para adolescentes de 13 e 16 anos, e rodas de conversa após as apresentações, com a equipe do projeto, incluindo o diretor, o elenco e equipe técnica para o público presente, o que possibilitará o melhor entendimento do processo artístico e criativo da equipe, como segue: - Oficinas de Jogos Teatrais - Atendendo a função pedagógica do projeto serão oferecidas 4 oficinas de Jogos Teatrais, 1 em cada cidade: Barueri, Mogi Guaçu, Santos e São Paulo, com inscrições prévias, com no máximo 20 adolescentes (de 13 e 16 anos) em cada cidade, totalizando 80 participantes, com duração de 1h30, em dias que antecedem as apresentações;- Ensaio geral aberto;- Espetáculo: Duração de 50 minutos, totalizando 7 apresentações;- Roda de conversa: Duração de 30 minutos cada uma, após as apresentações do espetáculo.

Acessibilidade

Intenciona-se assegurar que o espetáculo A rainha louca, louca, louca seja acessível e inclusivo, atendendo às normas estabelecidas pela Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015), e garantir que todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas ou sensoriais, possam participar e desfrutar do evento. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE Acessibilidade Arquitetônica:Para garantir a acessibilidade física do projeto, todas as ações presenciais serão realizadas em locais que atendam aos critérios pertinentes. Assim, os espaços definidos para as apresentações do espetáculo dispõem de:- Rotas Acessíveis- Espaço de Manobra- Rampas- Corrimãos e Guarda-Corpos - Banheiros Adaptados- Vagas de Estacionamento- Assentos Especiais Acessibilidade Comunicacional:Para assegurar que a comunicação do espetáculo seja acessível, serão adotadas as seguintes medidas:- Oferecer tradução em Libras - Língua Brasileira de Sinais em todas as apresentações.- Utilizar linguagem clara e simples nas comunicações e materiais promocionais para facilitar a compreensão de todos os públicos. Acessibilidade Atitudinal:Para promover atitudes inclusivas e eliminar práticas capacitistas, serão realizadas reuniões com a equipe de produção do projeto, visando assegurar a sensibilização, a inclusão e a eliminação de atitudes capacitistas.

Democratização do acesso

O plano de distribuição da proposta prevê as seguintes medidas de democratização de acesso: - 7 apresentações do espetáculo A rainha louca, louca, louca, sendo duas apresentações nas cidades de Mogi Guaçu, Santos e São Paulo e uma em Barueri, atingindo 3.500 espectadores;- Ensaio geral aberto ao público;- Os ingressos serão gratuitos e destinados a organizações sociais, escolas e instituições públicas, visando alcançar pessoas de diferentes contextos socioeconômicos. Em Barueri será realizada uma apresentação para patrocinadores, convidados e aberta ao público em geral. - Em contrapartida e atendendo a função pedagógica do projeto serão oferecidas 4 oficinas de Jogos Teatrais, 1 em cada cidade: Barueri, Mogi Guaçu, Santos e São Paulo, com inscrições prévias, com no máximo 20 adolescentes (entre 13 e 16 anos) em cada cidade, totalizando 80 participantes;- 7 rodas de conversa sobre o processo criativo do projeto que serão realizadas após cada apresentação do espetáculo;- Acessibilidade física em espaços onde serão realizadas as apresentações;- Tradução simultânea em Libras em todas as apresentações, com revezamento de 2 profissionais no decorrer de cada apresentação;- O projeto visa contemplar profissionais de diferentes representatividades, a fim de garantir atitudes de combate a preconceitos e estereótipos, mantendo a diversidade em nossa equipe de trabalho;- Serão publicados na internet registros audiovisuais de trechos das apresentações do espetáculo, bem como das atividades paralelas e outros eventos afins, preservando-se o direito de imagem conforme a Lei;- Para a promoção do projeto será garantida a captação e veiculação de imagens do espetáculo e demais atividades, a serem divulgadas por redes de televisão e outros meios de comunicação gratuitos.

Ficha técnica

Anabella López - Autora Nascida na Argentina e mora no Brasil desde 2013. É formada em Design Gráfico pela Universidade de Buenos Aires. Tem livros publicados na Argentina, Brasil, México, Canadá, França e nos Emirados Árabes. É escritora premiada com o Prêmio Jabuti, na categoria de Ilustração de Livro Infantil; Menção Honrosa no Concurso Iberoamérica Ilustra, da Fundação SM no México, onde também participou da Feira do Livro de Guadalajara; Prêmio Image of the Book (Rússia) por seu livro Barbazul; o Selo White Ravens, concedido da International Youth Library, de Munique, na Alemanha; e Prêmio FNLIJ de Melhor Livro do Ano, por Irmãs da chuva. Com o livro A rainha louca, louca, louca, foi indicada como finalista do Prêmio Golden Pinwheel, na China, e seu trabalho foi exposto na Feira do Livro de Shanghai. Carolina Moreyra - Adaptação/Dramaturgia Estudou cinema na London Film School, Inglaterra. É escritora de livros ilustrados para crianças, entre eles: Bia e o Elefante, Lulu e o Urso, Lá e Aqui, muitos deles em parceria com o ilustrador Odilon Moraes. Recebeu os prêmios Jabuti; O Melhor Livro do Ano para Crianças e Escritora Revelação, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ); e o Selo White Ravens, da Biblioteca de Munich. Em 2017, adaptou para teatro o livro A princesinha medrosa, de Odilon Moraes, com direção artística de Kiko Marques. É uma das criadoras e participante do Coletivo Babayaga, grupo que produz de forma independente livros voltados para o público infantil, e dá aulas e oficinas sobre a escrita no livro ilustrado. Joaquim Gama - Diretor Artista, docente, dramaturgo e encenador. Autor do texto dramatúrgico Maria de Medeia, em parceria com Luísa Pinto, a partir da tragédia de Eurípides, uma produção do Teatro das Beiras, em Portugal. Foi assistente de Direção do encenador e ator português Antonio Durães, na peça Anónimo não é nome de mulher, texto de Mariana Correia Pinto, e atuou como produtor e assistente de direção da artista portuguesa Luísa Pinto, da Cia. Narrativensaio. No Brasil dirigiu os espetáculos: Antónia, de Carlos Hee, e Passeio aos Domingos, de Thiago Cavalcante Maciel da Silva. As pesquisas de pós-doutorado buscam estabelecer “Diálogos curriculares a caminho da construção de uma proposta decolonial para o ensino para o teatro”, na ECA/USP. É pesquisador do Centro de Estudos Arnaldo Araújo, da Escola Superior Artística do Porto - CEAA/ESAP (Portugal), em pesquisa voltada às Artes Performativas. Autor do livro Alegoria em jogo - a encenação como prática pedagógica, pela Ed. Perspectiva. Atuou em trabalhos voltados ao teatro, nas escolas: SP Escola de Teatro, MT Escola de Teatro, Escola Viva de Artes Cênicas, UTAD-PT, FASB, ECA/USP, UFSCAR, UDESC. Cláudia Hermida - Atriz, contadora de histórias, pós-graduada em Teatro-educação e graduada em Letras (Português/Literatura/Língua inglesa). Lecionou inglês e teatro em diferentes instituições. Pesquisou criação de personagens sob o título “A pedagogia do Ator e o Registro de sua Prática no Processo de Criação de Cenas”, sob a coordenação do Prof. Armando Sérgio na ECA/USP. Produziu, dirigiu e atuou em espetáculos infantis e juvenis, tais como: A Bruxinha que Era Boa, de Maria Clara Machado; A Bonequinha de Pano, de Ziraldo; O Macaco Malandro, de Tatiana Belinky, entre outros. Autora do texto teatral O fonógrafo e a MPB, sobre as primeiras gravações de discos no Brasil, com registro na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Atualmente produz conteúdo literário para seu canal no YouTube e Instagram. Possui registro profissional DRT/SATED nº 19.302/RJ, como Artista/Atriz. Maria Angélica Urbano - Atriz Mestre em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Faculdade de Filosofia e Ciências da UNESP. É pós-graduada em Teatro-educação, formada em Educação terapêutica e terapia social, Pedagogia curativa, Artes Cênicas e Letras. Produz, produz, dirige e atua em espetáculos teatrais desde 1995. Pesquisa culturas populares e integra a Congada São Benedito e a Folia de Reis, ambas de Mogi Guaçu/SP. Escreveu o livro Danças Circulares e Jogos Teatrais com crianças - Vivências de uma artista educadora, pela editora Universitária UNESP. Participou de cursos e workshops com vários nomes nacionais e internacionais da dança circular. Cursou a disciplina Teatro como Alegoria, na ECA/USP. Conduziu rodas de dança no Estado de São Paulo, Itália e França. Possui registro profissional DRT/SATED nº 19.252/SP, como Artista/Atriz. Cláudio Fernandes - Ator graduado em Propaganda e Marketing pela Universidade Paulista (2005) e pós-graduado em Teatro-Educação pela Faculdade Mozarteum de São Paulo (2007). Atuou como professor nos cursos de Propaganda e Marketing e Administração de Empresas, da Universidade Paulista (UNIP) e no curso de Artes Cênicas - Formação de Ator, do Centro Universitário Monte Serrat (UNIMONTE). Tem experiência na área da Administração, com ênfase na Administração Pública, na criação e realização de projetos culturais, eventos e gestão cultural. Em 1986, fundou a Cia. Pernilongos Insolentes Pintam de Humor a Tragédia, na qual atuou como produtor, diretor e ator em produções teatrais para crianças e adultos, tais como: Leila Baby, A Maldição do Vale Negro, Geração Trianon e O Recital de Sofia, entre outras. Trabalhou com destacados diretores, entre eles: Mário Bortolotto, Neyde Veneziano, Charles Moeller e Dagoberto Feliz. Possui registro profissional DRT/SATED n°. 22.534-SP, como Artista/Ator. Márcio de Souza - Ator. Dirigiu a Escola de Artes Cênicas Wilson Geraldo, da Prefeitura de Santos, de 2008 a 2010. Atuou como Diretor dos teatros municipais de Santos, de 2010 a 2014. Nomeado Delegado Regional de Cultura da Baixada Santista e Vale do Ribeira pelo Governo do Estado de São Paulo, de 1997 a 2007. Foi responsável pela cadeira de Interpretação no curso de Teatro do Senac/SP. No cinema atuou no longa Querô, com direção de Carlos Cortez. Em teatro trabalhou com diretores renomados como Neyde Veneziano, Charles Moeller, Mário Bortolotto e Dagoberto Feliz. Recebeu prêmios de melhor ator em vários espetáculos da Cia. Pernilongos Insolentes Pintam de Humor a Tragédia, de Santos. De 2006 a 2007, coordenou o Curso Superior em Artes Cênicas, na Universidade Unimonte, de Santos. É parecerista de editais, entre eles, Lei Aldir Blanc e Lei Paulo Gustavo. Possui registro profissional DRT/SATED nº. 15.370-SP, como Artista/Ator. Gabriel Lujan - Ator desde 2015 integra a Cia. Lázara de Teatro, de Amparo/SP, onde atuou em diversas produções teatrais e audiovisuais. Estudou na SP Escola de Teatro, onde concluiu o curso técnico de Teatro, linha de estudo em Humor. Participou do projeto Cante um Conto - Vol. I: O Fabuloso Cordel de Contos, aprovado na Lei Rouanet de Incentivo à Cultura, que resultou na gravação de CD e espetáculo cênico-musical audiovisual. Estreou em 2023 no grupo Cia. Los Lobos Bobos de São Paulo, no espetáculo O Mistério do Coelho Pensante. Possui registro profissional DRT/SATED nº. 50.844/SP, como Artista/Ator. Fátima Rocha - Produtora. Atua desde de 2004 como produtora de diversos grupos e artistas do cenário cultural da cidade de São Paulo: Grupo Audi Coelum, Collegium Musicum de São Paulo, Grupo Lira D´Orfeo, Duo Rosemeire Moreira e Said Tuma, Coral Vozes Paulistanas, entre outros. É produtora da Cia. Faz e Conta, de Ana Luísa Lacombe, desde 2016; Produtora Executiva da cantora Fortuna, de 2011 a 2016, com a qual realizou projetos em parceria com o SESC e com a Rádio e TV Cultura de São Paulo. De 2006 a 2009 elaborou e coordenou projetos realizados pela CBT - Confederação Brasileira de Tênis, em parceria com o Ministério do Esporte e integrou a equipe de organização de eventos esportivos da entidade, entre eles os Jogos Panamericanos 2007, Copa Davis 2007 - Brasil x Áustria e Olimpíadas de Pequim 2008. Na área administrativa atua há 10 anos como síndica profissional, além de elaborar e administrar projetos para Leis de Incentivo e Editais.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-12-31
Locais de realização (4)
Barueri São PauloMogi Guaçu São PauloSantos São PauloSão Paulo São Paulo