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Produzir e publicar um livro de valor literário e cultural, com histórias de vida e retratos, a partir de produção nas cinco regiões do país, de forma a representar a diversidade de identidades e subjetividades da sociedade brasileira.
O livro PASSANTES retratará a história de cerca de 100 pessoas, distribuídas nas cinco regiões do país, mostrando esta diversidade de identidades e subjetividades da sociedade brasileira, Esse retrato será desenvolvido a partir dos textos da escritora Marta Góes e do olhar de cinco fotógrafos, representantes de cada região definida.
Este projeto tem o objetivo de investigar e provocar o debate sobre as múltiplas identidades brasileiras a partir não de estatísticas, mas de subjetividades e histórias de vida. O projeto vai captar histórias de vida e produzir retratos de cerca de 100 pessoas das cinco regiões do país. Para tanto serão montadas pequenas estruturas de captação em praça pública em cinco cidades, uma em cada região _ São Paulo/SP; Campo Grande/MS; Porto Alegre/RS; Fortaleza/CE; Belém/PA _, de forma a contemplar participações sem definição prévia, mas extraídas de um recorte público diverso e representativo. A partir deste material, será produzido e publicado um livro de valor literário e cultural que retrate esta diversidade de identidades e subjetividades da sociedade brasileira, com autoria da escritora Marta Góes e de cinco fotógrafos, representantes de cada região. Com isso, o projeto pretende ampliar a compreensão e valorização da diversidade cultural do Brasil. Ao explorar as múltiplas identidades presentes no país, a obra contribui para o reconhecimento das várias influências étnicas, regionais e sociais que compõem a sociedade brasileira. Objetivo específico: - Produzir e publicar um livro que retrate a diversidade de identidades e subjetividades da sociedade brasileira nas cinco regiões do país - Imprimir 2.000 exemplares - Distribuir 1600 exemplares gratuitamente por escolas bibliotecas e pontos de leitura dessas cinco regiões - Realizar 1 palestra gratuita no dia do lançamento com a autora Marta Góes e com o fotografo Ruy Teixeira para o público em geral. - Promover o reconhecimento e valorização da diversidade cultural brasileira - Fortalecer a identidade nacional com foco na diversidade - Educar, sensibilizar e informar o público sobre a complexidade e a riqueza da identidade brasileira, e contribuir para o combate a estereótipos e preconceitos - Desenvolver um documento inédito com caráter histórico sobre a vida da sociedade brasileira no século 21.
O Brasil é o país da mistura, da diversidade. Nele convive gente de distintas raças, religiões e culturas. É também um país de expressivos contrastes sociais e diferenças regionais. Nosso senso comum sugere haver por parte do povo brasileiro um notável entendimento de sua identidade nacional, que envolve uma relação de proximidade e identificação com o que é diferente, talvez de forma que não encontre paralelo em todo o mundo. Será? Acreditamos que sim e não. E o caminho da produção cultural, artística e literária não é dar respostas definitivas para temas como este, mas sim ajudar a desvendar suas faces e seus reflexos. Para pensar o Brasil e suas questões identitárias, escolhemos trabalhar com as subjetividades, afinal, somos seres sociais e "representativos", mas viver é uma realidade radical de cada um de nós. Assim, quando pessoas chegarem aleatoriamente para contar suas histórias com a equipe do projeto, esses pressupostos ganharão vida em realidades distintas e particulares. Ao pesquisar, registrar e difundir identidades particulares e configurá-las enquanto partes da diversidade sociocultural, econômica e geográfica do País, o projeto Passantes reforça a percepção de pertencimento a um conjunto nacional que se forma pela diferença. O projeto estabelece uma cartografia de subjetividades que indicam o infinito de identidades de nosso país. A partir das histórias de vida narradas, serão expressas, de forma natural, pautas centrais da realidade e da identidade brasileiras, e o projeto se tornará com isso uma grande e saborosa aula de Brasil, mesclada com um passeio por diferentes formas de ser dos brasileiros. O documento gerado é uma proposta inédita e terá caráter histórico sobre a vida da sociedade brasileira no século 21. Como todo projeto cultural no Brasil, o mecanismo de incentivo à cultura se faz necessário, uma vez que ele é o principal meio de fomento à cultura do nosso país, pois permite que recursos privados sejam direcionados a projetos que valorizam, promovem e preservam a cultura nacional. Assim, esse livro também precisa se valer da legislação vigente para que sua chance de realização seja ampliada. Abaixo os incisos do Art.1º que o projeto se enquadra: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E os objetivos do Art. 3º que serão atendidos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: c) fornecimento de recursos para o FNC e para fundações culturais com fins específicos ou para museus, bibliotecas, arquivos ou outras entidades de caráter cultural; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;
Especificações do livro _2.000 exemplares _208 páginas _formato: 21 x 25 cm _acabamento: capa dura _impressão em papel offset 150g a cores
1. Produto Livro: 1.1 Acessibilidade FÍSICA O proponente se compromete a realizar o lançamento do livro em local tenha rampas de acesso para cadeirantes e banheiros acessíveis. 1.2 Acessibilidade para deficientes visuais O proponente irá disponibilizar um link dentro do livro para a audiodescrição. ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA 1.3 Acessibilidade para deficientes auditivos O proponente se compromete a realizar no lançamento do livro uma palestra com a autora com o recurso de intérprete de libras. ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA 1.4 Acessibilidade para deficientes INTELECTUAIS O proponente irá disponibilizar um link com o audiobook, dentro do livro ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA 1. Produto Palestra: 1.1 Acessibilidade FÍSICA O proponente se compromete a realizar o lançamento do livro em local tenha rampas de acesso para cadeirantes e banheiros acessíveis. 1.2 Acessibilidade para deficientes visuais A palestra será falada e, portando, acessível para deficientes visuais. 1.3 Acessibilidade para deficientes auditivos O proponente se compromete a realizar na palestra, durante, lançamento do livro uma palestra com a autora com o recurso de intérprete de libras. ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA 1.4 Acessibilidade para deficientes INTELECTUAIS O proponente irá disponibilizar equipe preparada para receber esse público. ITEM NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA
Das Medidas de Democratização de Acesso Livro e Palestra A distribuição do livro será totalmente gratuita (dos 2000 exemplares, 1600, 80%, serão distribuídos gratuitamente , 10% para o patrocinadore e 10% para ações de divulgação) Atendendo assim, o artigo 29, nos incisos: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e Art. 30. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
A função do proponente é de coordenação editoral, responsável por todo o processo decisório e gestão das ações do projeto. Coordenação editorial e publicação: Editora Olhares (EO Editora) - proponente A EO Editora Ltda, nome fantasia Editora Olhares, é uma empresa brasileira constituída em 2008 com objetivo de elaborar e produzir projetos culturais. A editora se especializou em propor e gerar conteúdo editoriais, culturais e artísticos com a preocupação central de transformar o resultado de pesquisas rigorosas em narrativas agradáveis e dinâmicas, primando por um tratamento visual moderno e adequado a cada projeto. A empresa está engajada no resgate e registro de temas culturais e históricos, comprometendo-se com a preservação e difusão da cultura nacional. Dentre os trabalhos que desenvolveu, destacam-se:Livros publicados (www.editoraolhares.com.br) coordenação editorial: Otavio Nazareth Fundador da Editora Olhares (www.editoraolhares.com.br), constituída em 2006, se especializou na coordenação editorial de livros nas áreas de arte, história, arquitetura e design, tendo editado mais de 200 títulos desde então, alguns deles contemplados com prêmios como o Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, o Prêmio Design do Museu da Casa Brasileira e o Retratos da Leitura, do Instituto Pró-Livro. Além dos livros para o próprio catálogo da Olhares, também presta serviços editoriais para projetos com o mesmo perfil, entre os quais já coordenou a produção editorial para mais de 20 títulos publicados pelo Museu da Pessoa, e outros para empresas e marcas como Eisenbahn, Cachaça 51, Raia-Drogasil, Mills, Banco do Brasil, Etel. Desde 2016, coordena ainda a coleção A cidade da gente, que produz livros em que crianças e adolescentes da rede pública de ensino investigam e produzem textos sobre os patrimônios de suas cidades. O projeto já publicou títulos sobre 36 cidades brasileiras, de Norte a Sul. texto: Marta Góes Jornalista, escritora e dramaturga, Marta Góes nasceu em Michigan, nos EUA, em 1953, mas cresceu em Petrópolis (RJ) e estudou jornalismo em São Paulo. Autora de peças como Prepare seus Pés para o Verão, Miss Cyclone e A Arte de Dizer Não, Marta também escreveu o premiado texto Um Porto para Elizabeth Bishop, que retrata o período em que a poeta norte-americana Elizabeth Bishop viveu uma bela história de amor com a arquiteta Lota Macedo Soares no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. Autora do livro infanto-juvenil A menina que se apaixonava, dos seriados de televisão Malu Mulher e Retrato de Mulher para a televisão e da biografia de Alfredo Mesquita, esse último indicado ao Prêmio Jabuti. Em parceria com Fernanda Montenegro, escreveu Prólogo, Ato, Epílogo: Memórias, biografia da atriz lançada em 2019. design: Daniel Brito Designer atuante na área cultural, sócio da editora Olhares. É autor do projeto gráfico de dezenas de livros e realizou projetos de design para empresas como Mackenzie, Comgás, Usiminas, Petrobras, Itaú e Sesc. fotografia Ruy Teixeira (SP) Ruy Teixeira (1957) cursou jornalismo na FIAM. Começou sua carreira como fotojornalista junto à agência Angular, cobrindo matérias para revistas como IstoÉ, Veja, Visão, entre outras. Em 1986, parte para a Europa, onde mora por 25 anos. Neste período colabora com a Editora Abril, cobrindo shows de música e desfiles de moda. Cobrindo os desfiles se apaixona pelos espaços e pela arquitetura das locações. Em 1994 começa a se dedicar integralmente ao design e à arquitetura, colaborando com diversas revistas especializadas. Ao longo da estadia europeia, realiza campanhas para inúmeras marcas, colabora diretamente e realiza projetos com designers e arquitetos. Em 2012 retorna ao Brasil, e em 2013 publica o livro Brasília Palace, um ensaio fotográfico sobre o primeiro edifício construído por Niemeyer em Brasília. No mesmo ano participa do livro Bloom, editado por Li Edelkoort. Em 2015 publica o segundo número do livro Bloom e lança Desenho da utopia, com o historiador Jayme Vargas, um livro fotográfico que aborda a produção modernista de mobiliário e arte brasileira. Em abril de 2018 apresenta com a Galeria Nilufar de Milão um preview do livro Studio D’Arte Palma, um ensaio das peças de Lina Bo Bardi e Giancarlo Palanti. Em junho do mesmo ano realiza a exposição 9 peças, no espaço Etel da “Collectors Lounge” em Basileia. Elza Lima (Belém) Elza Maria Sinimbú Lima (Belém PA 1952). Fotógrafa. Formada em história pela Universidade Federal do Pará - UFPA em 1979. Em Belém, frequenta a Oficina Fotoativa, em 1984. Integra a equipe do projeto Ação Cultural e Pedagógica com Imagens, do Centro de Recursos Audiovisuais da Amazônia, entre 1985 e 1987. Em 1989, trabalha na Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves - Centur, onde cria um acervo fotográfico das manifestações culturais da região amazônica, e, em convênio com a Fundação Nacional do Índio - Funai, inicia o trabalho de documentação de tribos indígenas da Amazônia Legal. Recebe prêmio de fotógrafa do ano, em 1990, concedido pela Associação dos Artistas do Pará, e o Prêmio José Medeiros do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ, em 1991. Vive durante seis meses na Suíça com uma bolsa concedida pelo Kunstmuseum des Kantons Thurgau [Museu de Arte do Cantão Thurgau], em 1995, e desenvolve o projeto Vendo de Perto com Olhares de Fora com o fotógrafo suíço Barnabás Bosshart (1947). No ano seguinte, é contemplada com o Prêmio Marc Ferrez da Fundação Nacional de Arte - Funarte e, em 1999, com a Bolsa Vitae de Artes. No fim dos anos 1990, desenvolve o projeto Brasil sem Fronteiras, no qual documenta as cidades fronteiriças do oeste do país. Os ensaios dão origem ao livro homônimo, lançado em 2001. Tadeu Vilani (POA) Fotógrafo documental atuando de maneira independente em projetos de longo prazo, Tadeu Vilani se dedica principalmente ao registro de temáticas ligadas à realidade da região sul do Brasil. Baseado em Porto Alegre, ele tem extensa documentação sobre o pampa gaúcho, que se estendeu também para regiões vizinhas no Uruguai e na Argentina. Atento à pouca representação do papel feminino na lida das estâncias em livros de fotografia e em pinturas sobre o pampa, Tadeu Vilani passou a fotografar mulheres nesse contexto. É para suprir essa lacuna que surgiu o projeto Mujeres del Campo, que é um dos finalistas na categoria Portfólio do Prêmio FotoDoc 2023. Tiago Santana (Fortaleza) Tiago Santana é fotógrafo e editor. Nascido na cidade do Crato, no Cariri cearense, vive hoje em Fortaleza (Ceará). O principal eixo temático de sua fotografia é a sua própria terra: o sertão nordestino. Seu primeiro trabalho, Benditos é um ícone da nova fotografia documental brasileira, lapidada por oito anos para chegar à intimidade e à força que traduzisse a intensidade do seu lugar. O trabalho ganhou o Prêmio Marc Ferrez de Fotografia e a Bolsa Vitae de Artes. Tiago Santana desenvolveu também o projeto O Chão de Graciliano, registro do local onde o escritor Graciliano Ramos nasceu e passou a infância O trabalho foi realizado em parceira com o jornalista e escritor Audálio Dantas e recebeu o Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) e o Prêmio de Artes da Fundação Conrado Wessel. Também em parceria com Audálio Dantas, publicou o livro O céu de Luiz, ensaio que percorre a região de Exu, em Pernambuco, terra natal de Luiz Gonzaga. Em 2011, o trabalho Sertão foi publicado na revista francesa Photo Poche, sendo o segundo brasileiro a ter sua obra publicada nessa coleção. 5o fotógrafo de Campo Grande/MS a ser definido.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.