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PRONAC 2413488Projeto liberado para adequação à realidade de execução.Mecenato

Afeto dos fazeres

ADRIANA BITTAR
Solicitado
R$ 480,4 mil
Aprovado
R$ 480,4 mil
Captado
R$ 100,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
03485572000104Geolab Indústria Farmacêutica S/A1900-01-01R$ 100,0 mil

Eficiência de captação

20.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2025-02-02
Término

Resumo

"Afeto dos fazeres" é um projeto que pretende desenvolver três produtos, um livro/revista de arte, uma exposição fotográfica com lançamento do livro e uma ação de contrapartida social, composta pelas exibições de filmes experimentais que serão produzidos a partir das incursões fotográficas de Adriana Bittar com as festas populares de algumas localidades do Brasil. O interesse pelas festas públicas se explica à medida que a insurgência de análises diversas sobre o tema parece povoar o imaginário daqueles que se vinculam à investigação das manifestações da vida social, principalmente diante de uma revisão teórica que centraliza um resgate das nossas principais pensadoras, Lélia Gonzalez, possibilitando reencontrar nessas festas uma insurgência de práticas decoloniais, ao observar os traços que escapam às suas formas tradicionais/iniciais. Há uma urgência de observar como esses "brincantes" se organizam, não só nos dias das comemorações, mas como vivem sob uma outra lógica de vida na organização que as antecede.

Sinopse

Produto – LIVRO/REVISTA AFETO DOS FAZERES O Livro/Revista será composta por aproximadamente 130 fotografias, em formato a definir, impresso em papel garda ou similar, produzidas ao longo do tempo do projeto e das festas populares presenciadas pela fotógrafa Adriana Bittar, contendo textos críticos que as acompanharão, produzidos pela curadora do projeto, com o objetivo de acompanhar as demandas teóricas de análise e reapresentação de Lélia Gonzalez no campo da antropologia brasileira, a partir dessas manifestações culturais. O livro contará com ISBN e tradução para o inglês. Produto - EXPOSIÇÃO A exposição fotográfica será composta por aproximadamente 20 fotografias em cor e/ou preto e branco, em grande formato, acompanhando moldura e/ou foam além da possibilidade de outros suportes expositivas, das festas populares brasileiras feitas pela artista Adriana Bittar, chamada “Afeto dos fazeres”. A exposição ficará disponível para visitação, com duração de 25 dias, com entrada franca para o público geral, nos horários disponibilizados pelo espaço público expositivo, convidando, majoritariamente, alunos de escolas públicas para as visitações, podendo contar, inclusive, com bate papo e visita guiada com a curadora e a artista, durante o período em que a exposição estiver em vigência. Produto – FILMES EXPERIMENTAIS Serão exibidos filmes experimeitais produzidos durante as incursões fotográficas da artista, apresentados no mesmo local da exposição, em um suporte adequado para tal tarefa, essa transmissão ocorrerá em modo looping e ficará disponível todos os 25 dias da exposição. Este material será produzido com acessibilidade para todos os públicos.

Objetivos

Decreto 10.755 de 26/07/21, Art. 2º Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira Este projeto visa participar e fotografar as manifestações culturais relacionadas às festas populares do Brasil, a partir de um diálogo direto com a proposição dessas manifestações observadas por Lélia Gonzalez, em seu livro recém reeditado e republicado, "Festas populares", reiterando a relevância do suporte fotográfico na composição de narrativas sobre as realidades brasileiras. Esse processo significa, então, o fomento à diversidade cultural brasileira, além do acesso amplo à obra de uma das maiores pensadoras do nosso país. Por fim, além de contribuir com a formação crítica e cultural de diversos públicos. VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; O registro dessas festas coloca em questão, através do fazer fotográfico e da captação de registros sonoros e imagéticos delas, um outro viés de observação desses fazeres, por meio de uma elaboração desses, com o propósito de difundir essas festividades na composição das múltiplas identidades nacionais, principalmente das identidades diaspóricas. Essa importância se vincula a um compromisso cada vez mais urgente entre a sociedade brasileira, que é de realmente colocar em prática o respeito à diferença. Por este motivo a hipótese é que os festejos populares resguardam algo que retira da ordem do dia toda e qualquer diferença, justamente por colocar em diálogo a comungação de corpos distintos. A partir disso é possível depreender algum aprendizado para os dias em que não há festa. XVI - apoiar atividades com outras finalidades compatíveis com os princípios constitucionais e os objetivos estabelecidos pela Lei nº 8.313, de 1991, assim consideradas em ato do Secretário Especial de Cultura do Ministério do Turismo. O interesse pelas festas públicas, ou mais comumente chamadas de festas populares, tem crescido à medida que a insurgência de análises diversas sobre o tema parece povoar o imaginário daqueles que se vinculam à investigação das manifestações da vida social, principalmente diante de uma revisão teórica que centraliza hoje um resgate hoje das nossas principais pensadoras, como é o caso de Lélia Gonzalez que, mesmo de maneira breve, nos deu a possibilidade de reencontrar nessas festas uma insurgência de práticas decoloniais dadas por essas ao observar os traços que escapam à forma tradicional/inicial dessas festas. Há uma urgência de observar como sob a pele das festas, as sociedades se organizam, não só nos dias das comemorações, mas como isso impõe uma outra lógica de vida para essas comunidades. Objetivos específicos: A) PRODUTO LIVRO Produzir e publicar 800 exemplares do livro, desta quantidade distribuir 240 exemplares gratuitamente. B) EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA Realizar 01 exposição fotográfica, a partir do material fotográfico e fílmico captado durante as festas populares brasileiras pela artista Adriana Bittar, chamada "Afeto dos fazeres" com lançamento do livro na abertura da exposição. A exposição ficará disponível para visitação, com duração de 25 dias ou mais, com entrada franca; Nos horários disponibilizados pelo espaço expositivo, convidando, majoritariamente, alunos de escolas públicas para as visitações.Exposição fotográfica: estimativa de 6.000 visitantes; C) CONTRAPARTIDA SOCIAL Serão produzidos filmes experimentais dos processos de observação e fotografia das festas populares, que são objeto central deste projeto. Estes filmes serão exibidos durante a exposição, concentradas em um mesmo local de exibição no estado de Goiás, que possua acessibilidade. Este material fílmico será exibido em modo looping durante os 25 dias da exposição, podendo contar, inclusive, com bate papo e visita guiada da curadora e a artista para o público em geral.Ações de contrapartida social (exibições): estimativa de 2.000 pessoas.

Justificativa

Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: · I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Este projeto prevê ações que promovem a acessibilidade e a democratização do acesso às representações das mais variadas formas de manifestação cultural, dadas pelos fazeres dos festejos populares. III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; A Lei de Incentivo à Cultura, neste sentido, permitirá a produção veicular um outro viés de observação do interesse pelas festas públicas, ou mais comumente chamadas de festas populares, que tem crescido a medida que a insurgência de análises diversas sobre o tema parece povoar o imaginário daqueles que se vinculam à investigação das manifestações da vida social, para além da demonstração de seus participantes. No Brasil, essas manifestações ocorrem sob as mais variadas formas, mas nos interessa pontuar, a partir da proposta deste projeto, um olhar crítico acerca do fazer fotográfico, não mais como ação interventiva para aquilo que se torna imediatamente seu objeto. Além disso, esta proposta está implicada em manter o inapreensível dessas festas que, mesmo diante da sua prática anual, vêm acumulando, em seus interstícios, aquilo que é mistério, uma matéria que bordeja a realidade desses fenômenos, sem querer, necessariamente, desvendá-lo, mas antes, participar dele e depois, compartilhar com o mais variado público, os resultados imagéticos e sonoros destes encontros. V. salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; O projeto estabelece como critério de sua existência uma provocação sobre a permanência e mudança dessas festas ao longo do tempo/espaço, a partir de uma necessidade de observar essas celebrações como metáforas sobre os poderes que animam a vida, pois ao mesmo tempo que parece haver uma diluição pela multidão dos modos participativas dessas festas, não há como não marcar, decididamente, que camadas sociais diferentes comungam diferentemente da festa. Portanto, quais seriam as criações advindas desses rearranjos permeados, inclusive, pela desigualdade socioeconômica. VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Este projeto entende os festejos como frutos do desejo, desse modo, a festa, entendida como dimensão primordial da vida social, é uma interferência no cotidiano imediato, é uma suspensão da ordem comum do dia. Se estabelece como expressão pública dos símbolos de poder. Deste modo é importante desconfiar da benevolência que vêm revestindo os fotógrafos dessas festas, principalmente os que não participam daquele cotidiano fora da data comemorativa. A fotografia se tornou um dos principais expedientes para experimentar alguma coisa, para dar uma aparência de participação, isso significa que o próprio fotógrafo precisa antever sua postura diante do que é o evento em si mesmo, a própria imagem. Observar uma reinvenção da festa no tempo de seu acontecimento, sem querer fixar. Não tem a ver com a valorização, no sentido pretensioso, desse que fotografa, mas sim, com a participação. Não tem a ver com a preservação. Nem com o salvamento de determinada manifestação cultural. Este projeto está imbuído de um único sentimento observador, isso significa resguardar a capacidade imaginativa da fotografia, sua dimensão politica e ética, predominantemente uma ética da destituição de um olhar unívoco, mas que não deixa de interferir na realidade que "representa" para manter também ao público posterior algo que seja inapreensível, seu mistério. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão aos seguintes objetivos: · II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; O projeto prevê como um dos produtos a publicação de um livro/revista composta por fotografias artísticas acompanhadas de textos sobre as festas populares brasileiras e comunidades que se organizam na composição desses fazeres. e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; O projeto prevê a realização de uma exposição que ficará vigente durante 25 dias, além da exibição de um filme experimental, contando com acessibilidade do local em que se realizará a exibição.· IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; O projeto prevê como contrapartida social a gratuidade para acesso à exposição, e, após entrega do quantitativo que cabe ao financiador e o restante da porcentagem gratuita da tiragem dos livros para bibliotecas de todo o Brasil, escolas, e instituições a ser selecionadas.

Estratégia de execução

Produto - Livro Características técnicas Formato fechado: a definir 130 páginas aproximadamente + capas Miolo em Garda 135g impressão 4x4 ou similar Capa revestida em papel garda fosco 150g impressão 4x4 ou similar Acabamento: laminação fosca ou brilhante Guardas: Color Plus Cadernos costurados Shrink individual Direitos autorais Informo que o livro é de minha autoria, sendo gastos com rubricas. Direito Autoral estão dentro do teto percentual de remuneração do proponente.

Especificação técnica

Declaro que o projeto cultural é uma produção independente pois a proponente NÃO exerce, nenhuma das funções a seguir: - Fabricação de livros / revista ou de qualquer insumo necessário à sua fabricação;- Distribuição de livros ou conteúdos editoriais, inclusive em formatos digitais; e- Comercialização de livros ou conteúdos editoriais, inclusive em formatos digitais.

Acessibilidade

Produto: LIVRO/REVISTA ACESSIBILIDADE FÍSICA: 1) O local a ser escolhido para sediar o evento de lançamento do Livro “Afeto dos fazeres” contará com rampas de acesso, elevadores, banheiro PCD e vagas de estacionamento exclusivas para portadores de necessidades especiais. · Item da planilha orçamentária: ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: 1) O Livro / Revista contará com uma página em braile que indicará o espaço para leitura do QR CODE onde a pessoa terá acesso à audiodescrição. · Item da planilha orçamentária: 2) Criação de versão do livro/revista em audiodescrição · Item da planilha orçamentária: 3) As peças de divulgação online do Livro/revista, bem como do evento de lançamento, em redes sociais, terão legenda detalhada com foco na descrição do conteúdo exposto, utilizando as diretrizes do movimento #pracegover. · Item da planilha orçamentária: 4) O Local de realização do evento de lançamento contará com piso tátil para acessibilidade; · Item da planilha orçamentária: ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: 1) O vídeo de lançamento do Livro/Revista contará com legenda da narração. · Item da planilha orçamentária: 2) O Evento de lançamento contará com a presença de intérprete de libras. · Item da planilha orçamentária: ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES OS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: 1) Transmissão online e gratuita do evento de lançamento. · Item da planilha orçamentária: 2) Tradução do conteúdo do Livro para o inglês. · Item da planilha orçamentária: Produto: EXPOSIÇÃO ACESSIBILIDADE FÍSICA: 1) O local do evento de lançamento do livro contará obrigatoriamente com rampas de acesso, elevadores, banheiro PCD e vagas de estacionamento exclusivas para portadores de necessidades especiais. · Item da planilha orçamentária: ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: 1) O Local de realização da exposição deverá contar com piso tátil para acessibilidade; · Item da planilha orçamentária: 2) As telas fotográficas em exposição terão legenda em braile com descrição da obra; · Item da planilha orçamentária: ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: 1) a visita guiada e o bate papo terá presença de intérprete de libras à disposição no dia do lançamento. · Item da planilha orçamentária: ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM, COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: 1) A exposição terá horários especiais semanais com redução de ruído; · Item da planilha orçamentária: 2) A exposição terá horários especiais semanais com redução de luminosidade; · Item da planilha orçamentária: 3) A exposição terá horários especiais semanais com diminuição capacidade máxima de lotação para 30% da capacidade geral. · Item da planilha orçamentária: Produto: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: 1) Os locais ou instituições sociais selecionadas para realização da exibição filmes experimentais e bate papos com o público. O espaço deverá contar com facilidade de acesso para todos os públicos. · Item da planilha orçamentária: ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: 1) Disponibilização de sonorização adequada com locais reservados nas primeiras filas. · Item da planilha orçamentária: ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: 1) Os bate papos contarão com presença de intérprete de libras à disposição no dia do lançamento da exposição. · Item da planilha orçamentária: ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMASDOS CONTEÚDOS: 1) As exibições dos filmes experimentais contarão com área com redução de luminosidade e espaço para circulação no mesmo local onde será a exposição. · Item da planilha orçamentária:

Democratização do acesso

Democratização do acesso: Para favorecer o acesso ao livro/revista se procederá da seguinte forma: 40% da tiragem será destinada à distribuição gratuita, obedecendo ao seguinte formato: 20% para escolas de Goiás e entorno a serem selecionadas. 20% para bibliotecas e instituições de outros estados brasileiros a serem selecionadas. Ampliação de Acesso: Art. 24. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso (Anexo I): III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: a) ensaios abertos com rodas de conversas em backstage de forma proporcional a vinte por cento do tempo de duração e do quantitativo das apresentações; Embora a proposta não se refira a produção de show ou espetáculo, serão realizadas nos dias da exposição, encontros e bate papos para o público geral com a curadora e artista.

Ficha técnica

Ficha técnica: ADRIANA BITTAR (Coordenação Geral e Direção Geral) Fotógrafa nascida em Anápolis, Goiás, a artista visual Adriana Bittar, cerratense nata, é uma autodidata na investigação com a fotografia desde a sua adolescência, momento em que encontrou na câmera uma forma de instaurar sua poética acerca do mundo, principalmente a partir das suas incursões pela fauna e pela flora do Brasil. Ao longo de sua carreira, ela vem se movimentando pela errância, interessando-se majoritariamente pelos encontros, sendo eles com a natureza, ou com os viventes compartilhantes desta Terra. Há nessa trajetória uma busca incessante por manter latente a sua inquietação inicial de singularizar uma composição estética, ao mesmo tempo em que reitera uma urgência nas questões de preservação ambiental e cultural, por meio das imagens que, a partir dessas elaborações, demarcam a linha tênue entre a beleza que ainda nos resta e a sua total extinção. DÉBORA DUARTE (Curadora, revisora e assistente de produção) Mestra em Teoria da Literatura Contemporânea - Universidade de Brasília. Doutoranda em Teoria da Literatura Latino Americana - pela mesma instituição, com ênfase na investigação da inespecificidade no procedimento estético artístico recente. Professora de Literatura e Produção Textual na rede privada de ensino. MARCELINA MORAES (Produtora cultural) Natural de João Pessoa (PB), Marcelina Moraes é produtora cultural há quase 20 anos, com uma sólida trajetória que combina educação, desenvolvimento social e atuação em políticas públicas e privadas. Fundadora e coordenadora da Amora Produções, produtora especializada nos segmentos de Teatro, Educação e Direitos Humanos, criada em 2013, Marcelina Moraes possui graduação incompleta em Gestão e Produção Cultural pela Universidade Cruzeiro do Sul e cursos complementares por instituições como o SEBRAE-PB e o Ministério do Planejamento. É reconhecida por seu compromisso com projetos que promovem inclusão e acessibilidade cultural. Entre suas atuações mais notáveis, destaca-se a coordenação administrativa do Centro Cultural Piollin (2007-2015), onde liderou iniciativas de relevância, como o projeto “Piollin 30” e a campanha para o novo galpão do Centro Cultural. Marcelina também idealizou e coordena a Mostra de Teatro e Direitos Humanos de João Pessoa, um evento que visa discutir direitos humanos através das artes cênicas, que já realizou duas edições na capital paraibana. No cinema, Marcelina traz uma ampla experiência como produtora executiva e assistente de produção em diversos projetos, incluindo: Direção de Produção Curta-metragem "Vênus em Escorpião" (2024) – Direção de Maria Theraza;Assistente de Produção Executiva do Longa-metragem "Fealdade" (2023/2024) – Direção de Tavinho Teixeira;Produtora Executiva da 2º Mostra Djanira de Cinema Feminino (2024);Produção executiva do curta-metragem "Rafameia" (2018) – Prêmio Walfredo Rodrigues;Produção executiva do Projeto Cartografia de Imagens: Filme-carta, Formação e Experimentação(2018) – Apoio do Itaú Cultural, Rumos Itaú Cultural. Como parecerista em editais culturais, já atuou para importantes iniciativas de fomento, incluindo o Ministério da Cultura (Lei Rouanet), FUNCULTURA-PE, Secretaria de Cultura de Mato Grosso do Sul e editais da Lei Paulo Gustavo em Minas Gerais, Belo Horizonte e Ribeirão Preto. Sua atuação contínua na análise de projetos desde 2015 evidencia seu compromisso com o fortalecimento da cultura e das artes no Brasil e sua experiência na produção de eventos e iniciativas culturais demonstram seu compromisso com a defesa de projetos que valorizam o impacto social e a diversidade cultural.

Providência

Projeto liberado para o proponente adequar à realidade de execução.

2026-12-12
Locais de realização (1)
Goiânia Goiás