| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 06604714000276 | SANTELISA INDUSTRIA DE EMBALAGENS S/A | 1900-01-01 | R$ 30,0 mil |
O projeto Flor & Ser visa, por meio da dança e da música, desenvolver os jovens talentos, moradores de zonas de vulnerabilidade social, com as aulas de dança e de violão que serão proporcionadas gratuitamente pelo Instituto Favelar, dentro das comunidades contempladas localizadas da zona leste de Fortaleza, como forma de contribuir com o crescimento cultural local, além de oportunizar manifestações artísticas para jovens em vulnerabilidade socioeconômica. Trabalharemos com turmas em3 comunidadesdistintas, todas dentro de Fortaleza - CE,onde já existem atividades doInstituto Favelar.
Tanto nas aulas de dança como de violão serão trabalhadas a pluralidade cultural brasileira, trazendo a música e os ritmos nacionais para o centro do projeto.Os gêneros musicais brasileiros expressam a multiplicidade cultural existente no país. Essa diversidade pode ser observada tanto pela quantidade de ritmos e estilos musicais, quanto pelas características específicas que cada um deles possui. As aulas de violão que incorporam a pluralidade cultural brasileira oferecem uma rica oportunidade de explorar a diversidade musical do país. O Brasil é um verdadeiro caldeirão de influências, e isso se reflete nas várias vertentes do violão, que variam de acordo com as regiões e as tradições locais. A pluralidade cultural também envolve a inclusão de diferentes grupos sociais. Aulas que utilizam métodos acessíveis e que respeitam a diversidade de experiências garantem que mais pessoas possam se conectar com o violão e a música. As aulas de violão com enfoque na pluralidade cultural brasileira não apenas ensinam a tocar, mas também proporcionam uma imersão nas ricas tradições e na diversidade musical do Brasil. Essa abordagem amplia a formação do aluno e enriquece a experiência de aprendizado, tornando-a mais significativa e envolvente. As aulas de dança promovem a identidade cultural, permitindo que os alunos se conectem com suas raízes e aprendam sobre as tradições de diferentes grupos. Essa prática também incentiva a inclusão, ao dar espaço para diversas culturas dentro do mesmo ambiente. A dança é uma forma de educação cultural. Através dela, os alunos aprendem sobre a história, as tradições e os significados por trás de cada estilo, promovendo um maior respeito e valorização da diversidade. As aulas de dança são muito mais do que simples atividades físicas; elas são um espaço de celebração da diversidade cultural. Incentivar a pluralidade nas aulas de dança é fundamental para a formação de cidadãos conscientes e respeitosos, que valorizam as diferenças e se engajam em um diálogo cultural rico e contínuo.
Objetivo Geral Contribuir para a inclusão e promoção sociocultural de crianças, adolescentes e jovens entre 12 e 18 anos, que vivem em situação de pobreza e de extrema pobreza, moradores em comunidades em vulnerabilidade social e sócio-econômica, localizadas em Fortaleza _ CE através do envolvimento das mesmas em um programa de aprendizado de violão e de dança. Capacitar os participantes, dando-lhes ferramentas para explorar novas oportunidades, seja no campo artístico, educacional ou profissional. Projetos como esses podem semear mudanças significativas na vida das pessoas e na comunidade como um todo. Objetivos Específicos 1) Realizar aulas de violão em 3 comunidades 2 vezes por semana, em 2 turmas com 10 vagas cada uma, totalizando 60 alunos;2) Realizar aulas de dança em 3 comunidades 2 vezes por semana, em 2 turmas com 10 vagas cada uma, totalizando 60 alunos;3) Realizar apresentações trimestrais para o público em geral com os alunos que participarem durante todo o período do projeto.
O Instituto Favelar iniciou suas atividades em janeiro de 2022, com o intuito de trabalhar junto às comunidades e populações residentes em áreas de risco, vulnerabilidade social e sócio-econômica na região da Comunidade do Dendê em Fortaleza - CE.Antes mesmo da formalização do Instituto Favelar, foi criado em janeiro de 2018 o Coletivo Dendê de Luta, grupo formado por jovens residentes na Comunidade do Dendê que estavam dispostos a ultrapassar as barreiras impostas pela violência e falta de oportunidades.Nas comunidades as praças são os locais onde a cultura e a vida se encontram, é o lugar de lazer, é o playground, é o lugar de bem viver. Contrariando as estatísticas e os dados que marcavam o recorde de homicídios na adolescência no nosso território, realizamos o maior empreendimento que podíamos fazer para curar as dores e aflições dos mais de 20.000 moradores da região, começamos a promover a vida.O palco inaugural foi a praça. Imbuídos pelas memórias afetivas de um tempo em que as praças eram movimentadas e as pessoas se sentiam mais seguras para estarem nas ruas, iniciou-se uma série de ações que visavam à reocupação dos nossos espaços públicos. Galgados em eixos de atuação como a cultura e o empreendedorismo começamos a realizar eventos que visavam mobilizar não somente os moradores, mas os talentos, a economia local, a cidadania.Iniciamos um trabalho de ocupação dos espaços públicos pela população com a criação da Feirinha do Dendê de realização mensal, onde os moradores empreendedores passaram a ter um espaço para comercializar seus produtos (por exemplo alimentos, artesanato, roupas, etc.), além de atividades culturais como shows com artistas locais, oficinas e brincadeiras para as crianças. Desse modo, os espaços públicos foram gradualmente sendo ocupados e aproveitados pelos moradores, afastando assim a violência desses locais, transformando-os em lugares de diversão e prazer para a população.Ao passo que se tornava um canal de algo novo, foi tomando outras conotações para além do ambiente da praça. Logo, os moradores viram no trabalho proposto um meio de fazer valer os seus direitos. Na ausência do poder público, o Coletivo Dendê de Luta se consolidou como porta-voz da comunidade, um meio de garantia de direitos, um modelo de governança. A partir daí, o Coletivo Dendê de Luta passou a ser a "ponte" entre as necessidades da comunidade, levando aos órgãos públicos as necessidades e demandas conforme a área (saúde, limpeza pública, iluminação pública, infraestrutura, urbanização, etc.).Pode-se dizer, portanto, que essa trajetória fez enxergar muito além daquilo que estava posto diante dos olhos. Outras comunidades nas adjacências também estavam passando pelos mesmos problemas. A partir dessa análise, houve a compreensão de que as Favelas estão conectadas, falam a mesma língua, sentem as mesmas dores. Assim, tendo em vista os mesmos sintomas, indicamos para jovens de outras comunidades a nossa receita, o nosso remédio: o protagonismo. Informalmente,realizamos diversos encontros e rodas de conversa, mostrando o que o Coletivo Dendê de Luta realizava, estimulando assim a formação de novas lideranças para expandir o mesmo conceito de apoio às comunidades.Uma rede começou a ser tecida. Jovens que viram o sucesso Coletivo Dendê de Luta decidiram iniciar o mesmo empreendimento em seus bairros. O começo é sempre difícil, principalmente quando não se tem apoio. Essa vontade que brotou em outros locais nos fez querer criar um canal maior, que desse conta de fortalecer todas essas outras iniciativas. Queríamos acolher, da mesma forma que faz um lar, do mesmo modo que a Favela se coloca em nossas vidas: são nos desafios que também encontramos as soluções.Com o crescimento das atividades, verificou-se a necessidade de oficializar e regularizar todo o trabalho que vinha sendo realizado. Assim o Coletivo Dendê de Luta se transforma no Instituto Favelar, regularizado oficialmente em janeiro de 2023.O Instuto Favelar atualmente atua em 7 comunidades adjacentes do bairro Edson Queiroz (Dendê, Baixada, Rocinha, POM, Chico Mendes, Sítio do Dendê e Residencial Yolanda Queiroz), uma comunidade do bairro Sabiaguaba e uma comunidade (Favela da Galiléia) do bairro Luciano Cavalcante. Segundo levantamento da Prefeitura de Fortaleza em 2023, o IDH da Comunidade do Dendê se encontra no 107o. lugar com pontuação 0,181 - MUITO BAIXO, Sabiaguaba se encontra no 82o. lugar com pontuação 0,267 - MUITO BAIXO. Com base em todos os argumentos apresentados, e que colocam a arte no centro de múltiplas tensões sociais, mas justificando-a como ferramenta de intervenção comunitária, que o projeto está enquadrado, por acreditar que a vivência em música e dança proporciona transformações no campo pessoal que invadem e transformam o campo social. Numa sociedade mais igualitária, osprodutos artísticos terão de estar mais acessíveis, promovendo, portanto, a inclusão cultural e formação cidadã. Nossa proposta se enquadra no Art. 1º da Lei 8313/91 conforme os incisos abaixo:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Conforme o Art. 3° da Lei 8313/91 nos enquadramos no inciso e alínea abaixo, referente aos objetivosque serão alcançados com nossa proposta:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
A Ferinha do Dendê, idealizada e realizada pelo Instituto Favelar, acontece atualmente com a frequência de 2 vezes por mês com empreendedores locais que realizarem a comercialização de seus produtos, além das apresentações artísticas e culturais (voluntárias). Além da Feirinha do Dendê, são realizadas ações independentes como saraus, rodas de conversa, pintura com grafite, intervenções artísticas com profissionais locais, com programações durante todo o mês envolvendo a população e ocupando os espaços públicos, transformando-os em lugares para a família e de expressão cultural. Instituto Favelar participou durante um ano (2023/2024) do Programa VOA da Ambev, composto por um curso de gestão e de mentoria. Durante o período de 2022/2023 em parceria com a ABRASEL - Associação Brasileira de Bares e Restaurantes Seccional Ceará, executou projeto para empreendedores das comunidades que trabalham com alimentação fora do lar, ajudando a estruturar seus negócios, com novos fornecedores, capacitação, etc. O Instituto Favelar criou um método padrão para medição de impacto social em projetos junto à comunidades. Foi contratado pela ABRASEL e pela Prefeitura Municipal de Fortaleza para este trabalho. Está realizando um acompanhamento para a Universidade de Chicago, com a medição de quais políticas públicas mais afastam os jovens da criminalidade. Tem uma equipe especializada em Favela Censo. O projeto Pivetes em Ação, junto com a Associação dos Jovens Empresários de Fortaleza - AJE, para a ocupação de espaços publicos pelas crianças, será realizado na chamada "Praça das Lavadeiras" no bairro Luciano Cavalcante em Fortaleza. Está em fase de desenvolvimento para ser iniciado em 2025.
Aulas de Violão Tratando-se de educação musical, mais especificamente de uma oficina de violão em grupo, o principal propósito seria desenvolver a capacidade dos alunos de vivenciar música, ampliando e aprofundando suas relações com ela, e não a formação do músico profissional. Como nosso público alvo é composto por jovens, agrupados em turmas de dez alunos, adotamos alguns pressupostos consagrados do ensino coletivo de instrumento (TOURINHO, 2008, p.1)2 em nossas práticas. São eles: Agrupamento por idade – os alunos têm entre 12 e 18 anos de idade. Idades próximas favorecem a homogeneidade de gostos musicais, bem como de costumes (comportamento, aspirações etc.); Disciplina do aluno – como nossa oficina não exige o estudo em casa, pois vários participantes não possuem violão, o mínimo que exigimos do aluno é sua presença em todas as aulas; Habilidade individual – apesar de as aulas serem em grupo, não se pode descartar o conhecimento no instrumento que alguns alunos já possuem. Assim, dois objetivos serão propostos por aula, um para os indivíduos realmente iniciantes, e outro, mais elevado, para os iniciados; Autonomia e decisão – a escolha do repertório, levadas rítmicas, efeitos alternativos de percussão e digitações serão decididos em grupo. O professor, segundo acreditamos, é necessariamente o primeiro modelo do aluno. É muito importante que o educador tenha intimidade com o instrumento, para legitimar, aos alunos, suas propostas. É algo como: “Se você quer tocar como eu faça o que recomendo!”. Contudo, Grossi (2009, p.7,10 e 12)4 nos pontua o papel de modelo desempenhado pelos próprios alunos, favorecendo o aprendizado entre pares, colaborativo. Isso nos remete à questão da diferença de habilidades entre os participantes. De nenhuma forma os alunos devem ser igualados, seja nas aptidões, nas aspirações ou na personalidade. Como é difícil traçar objetivos e metas individuais dentro do grupo, dois objetivos podem ser traçados, um mais fácil, para os alunos iniciantes e um mais difícil, para os iniciados. De igual maneira, os alunos iniciados podem servir de modelo para o grupo, motivando seu constante aprimoramento, ao passo que, tratando-se de um aluno, poderá estabelecer uma melhor comunicação com seu par. O repertório adotado é um aspecto muito importante a se considerar. A percepção será outro ponto abordado nas aulas. Apesar de o foco da oficina centrar-se na execução, o aluno deverá, ao final, ser capaz de identificar ritmos harmônicos (mudança de acordes) simples, quantidade de acordes em um trecho e qual é o acorde mais adequado para certo momento da música. Para que isso ocorra, utilizaremos a escuta proposital, que se trata de ouvir a música, pelos alunos, com o objetivo de aprendê-la, ou seja, de maneira concentrada e atenta. O contato direto com o instrumento, logo na primeira aula, é muito motivador para o aluno. Conceitos teóricos serão minimamente abordados, apenas com a função de facilitar a execução. De igual maneira, não nos prenderemos a preciosismos técnicos: posições de acordes, digitações de solos, dedilhados, levadas rítmicas serão apenas sugeridos pelo professor. Aqui relembramos a autonomia de decisão dada ao aluno em nossa abordagem, tendo ainda como referência estudos de TOURINHO (2008, p.3). O que nos importa é o fazer e não o como fazer, a menos que seja para facilitar a execução. O educador irá olhar para cada aluno e suas necessidades considerando expectativas e habilidades dos alunos adaptando métodos e conteúdos de acordo com o público. Será um provocador que, por meio de atividades sugeridas, instiga os alunos a criarem, refletirem, questionarem, solucionarem problemas, por isso mesmo terá de estar sempre disposto a pesquisar, diversificar, avaliar e adaptar suas ações conforme as necessidades da turma, sempre preocupado em manter o interesse e a alegria. A sensibilização e a socialização dos alunos levam ao resgate e à valorização da cultura; desse modo, postura e gestos expressivos serão gradativamente refinados, abrindo espaço para que, aos poucos, o aluno encontre o seu caminho de expressão. As aulas seguirão um planejamento que se adapte à realidade dos alunos. Esse planejamento não é feito somente para que os educadores tenham um referencial a seguir, ele existe como tentativa de prever as variadas situações que possam ocorrer em sala de aula. Aulas de Dança Promover a descoberta corporal, consciência de si, desenvolvimento motor e expressão artística por meio da dança.Promover a descoberta corporal, consciência de si, desenvolvimento motor e expressão artística por meio da dança. Incentivar as crianças a olharem para si mesmas e descobrirem suas possibilidades corporais. Conhecer o corpo, o ritmo, a respiração e as relações de movimento, peso e espaço. Aulas práticas de dança com dinâmicas lúdicas e interativas, que valorizam a expressão corporal espontânea e criativa. As aulas de dança tem como foco a liberdade de movimento e a expressão corporal. As crianças e jovens devem se sentir confortáveis para explorar seus corpos de forma lúdica e segura, sempre respeitando seus limites e os dos colegas. O objetivo final é que elas saiam das aulas com uma sensação de leveza, alegria e autoconhecimento corporal. Trabalhar a conexão entre parceiros de dança, promovendo o respeito pelos limites do outro, o cuidado, a confiança e a escuta ativa dos corpos em movimento. . A proposta é que as crianças e jovens entendam a importância da conexão com o outro na dança, desenvolvendo habilidades de confiança, cuidado e escuta ativa, sempre em um ambiente de acolhimento e alegria. Proporcionar às crianças o contato com suas raízes culturais, estimulando o respeito, a interação social, o cuidado com o próximo e o desenvolvimento motor. Estimular o autoconhecimento, a confiança, o ritmo e a musicalidade, além de explorar a sincronia com o outro e a coletividade por meio da dança. As avaliações serão contínuas e processuais, baseadas na observação da participação, envolvimento e desenvolvimento motor de cada participante. Serão considerados o nível de conforto corporal, a capacidade de interagir com o espaço e os outros, e a criatividade no movimento.
Atendendo ao Art.27 da IN 11 de 30/01/2024, apresentamos as seguintes ações de acessibilidade: Acessibilidade Física: local das aulas e apresentações trimestrais com estruturas adaptadas para pessoas com mobilidade reduzida. Acessibilidade de Conteúdo: legenda descritiva nos vídeos das apresentações, que serão disponibilizados nas redes sociais.
Atendendo ao Art.29 da IN 11 de 30/01/2024, em relação a acessibilidade: 1) As aulas de violão e de dança do presente projeto serão ofertadas gratuitamente para todos os participantes; 2) As apresentações trimestrais serão gratuitas e abertas ao público. Como medida de ampliação de acesso, o projeto prevê as seguintes medidas conforme o Art. 30 da IN 11 de 30/01/2024: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;
José Michael Gomes da Silva - Presidente do Instituto Favelar, possui formação Técnica Superior pelo Instituto de Arte e Cidadania do Ceará - IAC, professor e empreendedor social. Francisco Diego Chaves do Nacimento - Diretor Executivo do Instituto Favelar, produtor cultural, será o Coordenador do Projeto. Jéssica Marília de Sousa Pinto - artista, produtora, professora, graduação em Dança (Licenciatura) pela Universidade Federal do Ceará (UFC), formação em Curso de Produção Cultural pelo Teatro José de Alencar (TJA) Fortaleza - será a Professora de Dança do Projeto. Renata Romano Grangeiro, graduada em Adm. de Empresas e pós-graduada em Adm Financeira pela Universidade de Fortaleza - UNIFOR, produtora cultural, presta serviços de elaboração de projetos e consultoria para projetos culturais.
Projeto liberado para o proponente adequar à realidade de execução.