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Produzir e apresentar o espetáculo inédito "Julgamento no Velho Chico" do dramaturgo Atilio Bari,na cidade de São Paulo em teatro de pequeno ou médio porte, com todas as condições de acessibilidade e ficar em cartaz por 12 semanas (36 apresentações) a preços populares. Teremos 3 apresentações com Tradução para a Linguagem de Libras e3 apresentações com audiodescrição. 01 palestras "A Comédia _ Riso e Transformação" com o Autor Atilio Bari. 01 Oficina/Palestra "Teatro Popular - O Teatro Narrativo, O Teatro Épico e a Comédia¨com o Diretor Ednaldo Freire.
JULGAMENTO NO VELHO CHICO - de Atilio Bari SINOPSE DO ESPETÁCULO; O Paraíso está enfrentando um grave problema: há uma superlotação de almas, e isso está causando problemas na administração do espaço divino. Por isso, é preciso tomar um cuidado redobrado na seleção dos novos candidatos a ingressarem no reino do céu. A Diretoria, então, ordena que dois anjos, funcionários do Paraiso, desçam ao sertão nordestino para, às margens do Rio São Francisco, julgarem três figuras controversas que tiveram grande relevância naquela região: Padre Cícero Romão Batista, Virgulino Ferreira da Silva, conhecido como Lampião, e o empresário Coronel Delmiro Gouveia, um dos pioneiros da industrialização no Brasil. Os três tiveram vinculos de relacionamento entre si: Lampião foi empregado nas industrias de Delmiro antes de se tornar cangaceiro, e era devoto do Padre Cícero; Delmiro, por sua vez, colaborava com Padre Cícero, que defendia Lampião das acusações que lhe eram imputadas. Todos eles já morreram há muitos anos, e aguardam impacientes e irritados pela demora dos seus julgamentos. Em suas vidas, os três foram, cada um à sua maneira, realizadores de feitos notáveis, e seguem sendo cultuados e homenageados em toda a região. Por outro lado, há também uma série de pesadas acusações sobre eles, que precisam ser colocadas na balança da justiça divina. Acontece que por determinação da Diretoria do Paraiso, apenas um deles deverá subir aos céus. Ao saberem disso, o julgamento que se inicia de maneira cordial e tranquila, com elogios e louvações de parte a parte, descamba para um clima de desregrada competição. Lampião, Delmiro e Padre Cícero trocam acusações mútuas e promovem uma verdadeira guerra de narrativas, em que cada um se defende brandindo as benemerências feitas em vida e impingindo aos demais inúmeras falcatruas, traições e roubalheiras que teriam, ou não, cometido. Um sanfoneiro, representando a figura dos artistas nordestinos, em especial Luiz Gonzaga, acompanha e comenta musicalmente os acontecimentos. O texto está desenvolvido em forma de versos, remetendo aos cordéis nordestinos, e foi premiado no Concurso de Dramaturgia da Universidade Federal de Goiás.
Objetivo Geral O presente projeto tem como objetivo geral, inicialmente, o de levar ao público um espetáculo teatral de elevado padrão, a partir de um texto premiado no Concurso de Dramaturgia da Universidade Federal de Goiás. Queremos que o público tenha a oportunidade de tomar contato com os conceitos, acontecimentos históricos e reflexões sociais e politicas que o texto oferece, de maneira a levantar questionamentos e estimular a discussão sobre fatos e personalidades marcantes da história do nosso país, neste momento em que a participação da população em movimentos sociais e na política é cada vez mais importante e necessária. Objetivo Específico Para que o objetivo geral seja atingido, estamos planejando uma temporada de no mínimo 36? apresentações na capital paulista, em Teatro de pequeno ou médio porte com todas as condições de Acessibilidade. Trata-se de um texto premiado no Concurso de Dramaturgia da Universidade Federal de Goiás em 2014, tendo sido publicado pela Editora UFG em 2015. A obra, toda composta em versos, como nos cordéis nordestinos, coloca em confronto tres personagens reais, porém envoltos em histórias e lendas que se misturam e formam um painel controverso das suas trajetórias no sertão brasileiro. São eles: o cangaceiro Lampião, Padre Cícero e o Coronel Delmiro Gouveia, tres personalidades que tiveram forte influencia na vida e no imaginário do sertanejo do Nordeste. Embora atuando em áreas completamente distintas, todos eles foram figuras proeminentes à sua época, e tiveram os seus caminhos cruzados em certos momentos das suas vidas. Como personagem secundário, e funcionando como um observador atento e inspirado a ponto de se tornar um arguto tradutor da vida sertaneja, a figura de Luiz Gonzaga acompanha e coloca em canções (dele e de outros compositores) os acontecimentos que surgem no decorrer da história. Dessa forma, acreditamos que a montagem do espetáculo oferecerá ao público a oportunidade de ver no palco uma parte relevante da história do povo brasileiro, da história de vida de cada um desses personagens e da influencia que exerceram sobre uma grande parcela da nossa população, em geral pessoas simples, sofridas, incultas, para quem cada um deles representou, a seu modo, uma forma de esperança. Adicionalmente, colocará nos palcos paulistas uma forma de representação típica do nordeste brasileiro, como o cordel, cada vez menos conhecido e menos valorizado, até mesmo no próprio nordeste.
Justificativa Através da Lei Rouanet nosso objetivo é facilitar o acesso do público, principalmente o de baixa renda ao nosso espetáculo Julgamento no Velho Chico já que a montagem trará ao público, sob a forma de uma comédia calcada em dados históricos, um maior conhecimento sobre as personalidades de Virgulino Ferreira, o Lampião, o controvertido padre Cicero Romão Batista e o industrial Delmiro Gouveia, um empreendedor do sertão. Na visão popular, os relatos das vidas dessas três personalidades são salpicados de anedotas, lendas e versões as mais disparatadas. Porém, no ambiente urbano das grandes cidades é escasso, e muitas vezes distorcido, o conhecimento a respeito dessas figuras históricas, que deixaram marcas profundas no desenvolvimento e no imaginário de boa parte do Brasil. O texto da peça se utiliza de estudos biográficos e das narrativas populares para, no cruzamento dessas duas vertentes, acrescidas de um cancioneiro regional, proporcionar ao público do grande centro urbano, onde o espetáculo será apresentado, uma visão da dimensão mitológica do cangaceiro, do religioso e do pioneiro industrial do nordeste brasileiro. Graças ao apoio da Lei: Faremos a partir da estreia, 36 espetáculos a preços populares de R$ 60,00 (Sessenta Reais) observada a legislação federal, estadual e municipal, que dispõe sobre meia-entrada em estabelecimentos, eventos e/ou espetáculos de natureza artística, cultural, esportiva ou de lazer. Faremos 1 Ensaio Aberto ao Público em Geral Teremos 01 palestras "A Comédia _ Riso e Transformação" com o Autor Atilio Bari aberta aberta ao Público Interessado. Faremos 01 Oficina/Palestra "Teatro Popular - O Teatro Narrativo, O Teatro Épico e a Comédia¨com o Diretor Ednaldo Freire aberta ao Público Interessado. O público-alvo são jovens e adultos de todas as classes socioeconômicas.
PROPOSTA DE ENCENAÇÃO; CENÁRIO; FIGURINO; MÚSICA E LUZ O texto de Atilio Bari, Julgamento no Velho Chico, bebe nas mesmas fontes em que os grandes cordelistas se baseiam para compor de forma inventiva e alegórica fabulações em torno de figuras míticas e emblemáticas representativas do universo da Cultura Popular Brasileira. Sendo assim, nossa proposta caminhará por essa mesma senda, onde não caberá a nós julgarmos as ações e condutas morais dos grandes mitos do povo como Lampião, Padre Cícero, Luiz Gonzaga e Delmiro Gouveia, mas reinventa-los sob a ótica do imaginário, mostrando-os vivos, porque a lenda os tornaram eternos. O tom desejado será o de imprimir em todos os elementos de encenação, como Cenários, Figurinos, Músicas, Luz e principalmente a Interpretação, uma visão que remeta a recriação de um mundo paralelo, onírico, fantasioso, que dispensará o compromisso realista, visando uma estética celebrativa, risonha e alegre referendada na Cultura Popular Nacional, contando com estudo das caracterizações, gestos e aspectos visuais inspirados no conhecimento acumulado do Povo Brasileiro.
Especificaçoes técnicas do produto Nossa peça terá cerca de 70 minutos de duração. Do inicio ao fim do projeto empregaremos entre atores, Equipe Técnica, Equipe de Divulgação e Equipe administrativa perto de 40 pessoas. Na capital de São Paulo faremos uma temporada com um minimo de 36 apresentações. Faremos o seguinte material gráfico: 01 Banner Interno - 90 x 120 cm (temporada) Cartaz – 20 cartazes tamanho A3 (Temporada) Programa – 3.000 programas (Temporada) E a seguinte midia: Anúncios quinzenais no Divirta-se Estado de SP no tamanho 10,4 por 6 cm (temporada SP). Anuncio mensal no Guia Off – ¼ página cor 10,0 x 7 cm (temporada SP) Flyer eletrônico de divulgação nos sites de cultura da internet e redes sociais Pagina da peça no Facebook e Instagram impulsionamento de anúncios semanais patrocinados nas principais Redes Sociais (facebook,Instagram, etc)
A Acessibilidade FÍSICA Teremmos um Assistente Facilitador para atender a espectadores com dificuldade de Locomoção. A Acessibilidade de CONTEÚDO Faremmos 03 apresentações do espetáculo com Tradução na Linguagem de Libras para atender a espectadores com dificuldade de Audição. Faremmos 03 apresentações do espetáculo com Audiodiscrição para atender a espectadores com dificuldade Visual.
Faremos a partir da estreia, 36 espetáculos a preços populares de R$ 60,00 (Sessenta Reais) observada a legislação federal, estadual e municipal, que dispõe sobre meia-entrada em estabelecimentos, eventos e/ou espetáculos de natureza artística, cultural, esportiva ou de lazer. Faremos 1 Ensaio Aberto ao Público em Geral Teremos 01 palestras “A Comédia – Riso e Transformação” com o Autor Atilio Bari aberta aberta ao Público Interessado. Faremos 01 Oficina/Palestra "Teatro Popular - O Teatro Narrativo, O Teatro Épico e a Comédia¨com o Diretor Ednaldo Freire aberta ao Público Interessado.
VI- CURRÍCULO COMPLETO DA PROPONENTE MS39 PRODUÇÕES LTDA Produtora de Teatro, Cinema e Televisão, foi fundada em 1998. É associada a APETESP – Associação dos Produtores de Espetáculos Teatrais do Estado de São Paulo. Seu sócio-diretor Mario Sergio Loschiavo atua como produtor nas áreas de cinema, teatro e televisão desde 1990. PRODUÇÕES TEATRO 2022 / 2024 – “SEXO DOS ANJOS” de Flavio de Souza e dir. Jairo Matos 2021 = “MÃE” de Analy Alvarez – dir. Luiz Serra - Virtual 2021 – “LADY TAPIOCA” – de Mario Vianna – dir. Carlos Baldin 2020 - “RENATA PALLOTTINI, AMOR POESIA E ANARQUIA” – adaptação e dir. Pedro Vieira. 2019 – “HISTÓRIA DOS PORÕES” de Analy Alvarez – dir. André Garolli 2018 - “COMO SE FORA ESTA NOITE” – de Gracia Morales – dir Marcus Cardelíquio. 2014 a 2016 - “CHOCOLATE AMARGO" - de Renata Pallottini - Dir de Pedro Vieira 2013 - “SEDUTOR POR ACASO" - de Paulo F. - Dir de Jairo Mattos. 2012 - “JAMAIS SEREMOS TÃO JOVENS" de Mario Cesar Costa - Dir de Kiko Jaess. 2010 a 2023 - "LIBEL E O PALHACINHO" – de Jurandir Pereira - Dir de Kiko Jaes. 2007 a 2012 - “CATA-DORES" - de Cláudia Vasconcelos - Dir de Jairo Mattos 2006 - “TEMPORADA DE LARANJAS" - de Peter Pondorf - Dir de Kiko Jaess. 2005 - “LEILA BABY" - de Mário Bortolotto - Dir de Jairo Mattos. 2004 a 2023 - "TARDE DE PALHAÇADAS" – de Jairo Mattos - Dir de Jairo Mattos 2003 a 2012 - “CARRO DE PAULISTA" - de Mário Viana - Dir de Jairo Mattos, 2003 - "SOUVENIRS" - de Fernando Bonassi - dir Márcio Aurélio. 2002 - "A DANÇA FINAL" de Plínio Marcos - Dir de Kiko Jaes. 2001 - "QUERO A LUA" de Tatiana Belinky - Dir de Kiko Jaes, 1999 - "PRESO ENTRE FERRAGENS" - de Fernando Bonassi - dir Eliana Fonseca. 1998 - “OS COVEIROS” de Bosco Brasil - dir Hugo Possolo MARIO SERGIO LOSCHIAVO – DIRIGENTE E DIRETOR DE PRODUÇÃO Com mais de 25 anos de carreira já trabalhou em mais de 40 peças entre as quais: “Sexo dos Anjos” de Flávio de Souza e Direção Jairo Mattos; “Renata Pallottini – Amor, Poesia e Anarquia” – Adap. e Dir. Pedro Vieira; “História dos Porões” de Analy Alvarez e dir André Garolli; "Como se Fora esta noite" – de Gracia Morales – trad e adap Analy Alvarez; “Fora do Mundo” – texto e direção Analy Alvarez; Chocolate Amargo" - de Renata Pallottini - Direção de Pedro Vieira ; "A Dança Final" de Plínio Marcos – Dir. Kiko Jaess – Circulação Brasil e 4 cidades no Japão; “Os Coveiros” de Bosco Brasil - direção Hugo Possolo – Festival Cômico da Maia Porto – Portugal; “No Alvo” de Thomas Bernard - direção Annette Ramershoven - Festival Internacional de Artes Cênicas de 1996. VII – DEMAIS INTEGRANTES DO PROJETO ATILIO BARI – AUTOR Roteirista e apresentador do programa “Persona em Foco” – TV Cultura – 2015 até o momento; Produtor do projeto “Teatro na Cultura” – TV Cultura – 2015 até o momento;Produtor e apresentador do programa “Em Cartaz” – TV Aberta SP – 2000 até o momento TEXTOS DE SUA AUTORIA: “Caras de Plauto”; “O Pequeno Imperador”; “O Homem que Calculava” “Os Trapistas da Pedra” ; “Muito Gente”; “Lilavati”; “A Comédia da Panela”; “Frankenstinho”; “Canudos: Samba dos Sertões”; “Ai, Caçarola”; “O Tesouro do Pirata Pão Duro”; “Que Deus sou eu?”; “PIGS – Os 3 Porquinhos, uai”; “Eu Te Amo, meu Brasil”; “Meu Querido Anarquista”; “Julgamento no Velho Chico”. EDNALDO FREIRE – DIRETOR É ator, diretor, cenógrafo e professor de teatro. Ao longo de sua carreira participou de mais de uma centena de montagens teatrais, nas mais variadas categorias. Como diretor, encenou mais de noventa espetáculos. Foi aluno de Eugênio Kusnet, Antônio Abujamra, Roberto Vignati entre outros. É formado em educação artística com especialização em artes cênicas, pós-graduado em direção teatral. Estudou cursos livres de teatro na Fundação das Artes de São Caetano do Sul, participou como convidado, do workshop para diretores profissionais à convite da Cultura Inglesa, ministrado por Roger Croucher, diretor da Escola de Artes Dramáticas da Real Academia de Londres, participou do projeto Dano-Brasileiro (Brasil/Dinamarca), coordenado pelo diretor dinamarquês, Wolker Quant. Lecionou, à convite de Myrian Muniz e Silvio Zilber, por seis anos, na Escola Macunaíma de Teatro. Com o dramaturgo Carlos Alberto Soffredini e vários artistas paulistanos, fundam um dos mais importantes grupos da década de 1970: o “Grupo Mambembe”. Ajudou a implantar o “Projeto Ademar Guerra”, no qual orientou por quatro anos consecutivos, grupos da capital e interior paulista. Muitas vezes premiado, em 1973, 1976 e 1977, recebe o “Prêmio Governador do Estado de S. Paulo” nas categorias de cenógrafo, figurinista e direção, respectivamente. Em 1981 é escolhido como diretor revelação pela “APCA-Associação Paulista dos Críticos de Arte”, pela encenação de “Cala a Boca já Morreu”. Em 1996, juntamente com o dramaturgo, Luís Alberto de Abreu, é agraciado com o prêmio especial do júri pela “APCA”, pelo projeto “Comédia Popular Brasileira”, criado por ambos na “Fraternal Companhia de Arte e Malas Artes”. Foi ainda indicado várias vezes para os prêmios: “Shell”, “Mambembe” e “Apetesp”. WALTER BREDA – PADRE CÍCERO Com vários prêmios em sua carreira, Shell e APCA entre eles, começou a atuar no teatro em São Paulo no início dos anos de 1970, integrando a montagem do musical “A Capital Federal” de Arhur Azevedo, produzido por Cleyde Yáconis e dirigido por Flávio Rangel. Seguiram-se então incontáveis trabalhos nos palcos paulistanos: “Mortos sem sepultura” de Sartre, “A ópera do malandro” de Chico Buarque e “O fantástico reparador de feridas” de Brian Friel. Integrou por várias temporadas a Companhia Estável de Repertório, de Antonio Fagundes. Trabalhos no cinema: “Pixote”, “O beijo da mulher aranha”, “Carandiru”, entre outros. Na televisão, novelas “América”, “Salve Jorge” e “Deus salve o rei”. Walter Breda começou sua carreira no rádio em Recife, em 1958, aos 10 anos. CLÓVIS GONÇALVES – CORONEL DELMIRO GOVEIA 1984 – Formado em Direção Teatral pela E.C.A. – U.S.P. Iniciou sua carreira em 1983 no espetáculo “Fando e Lis” – Fernando Arrabal – Dir. Christiane Tricerri; “O Violino Mágico” – Júlio Fischer – Dir. Cristina Trevisan; “Verde que te quero verde” – Dir. Vladimir Capela; “Cinderela Cinderela” – Aut. e Dir. José Eduardo Vendramini; “Nos tempos da Jovem Guarda” – Dir. Renato Krammer; “Senhorita Júlia” – August Strindberg – Dir. Leda Vilela; “Rei Mateuzinho” – Januz Korezak – Dir. Roberto Laje; “Onde Canta o Sabiá” – Gastão Tojeiro – Dir. Osmar Rodrigues Cruz – Sesi; “Confusão na Cidade” – Goldoni – Dir. Osmar R. Cruz – T.P.Sesi; “Opera de Sabão” – Marcos Rei – Dir. Roberto Vignati; “Aids porque Comigo?” – Dir. Roberto Vignati; “O Tempo e os Conways” – Dir. Eduardo Tolentino; “Gotas de Paixão” – Hersch Basbaum – Dir. Vilma de Souza; “Piccola Farsa” – Dir. Ednaldo Freire; “Bar Doce Bar” – Luis Alberto de Abreu – Dir. Ednaldo Freire; 1996 – “O Amor Venceu” – Renato Modesto – Dir. Bárbara Bruno; 1997 – “Iepe” – Luis Alberto de Abreu – Dir. Ednaldo Freire; “O Ovo do Cramulhão” – Benedito Rui Barbosa – Dir. Ednaldo Freire; “A Toca da Raposa” – Chico de Assis – Dir. Silnei Siqueira; “Till Eullenspiegel” – Luis Alberto de Abreu – Dir. Ednaldo Freire; “Da Vinci Pintando o Sete” – Dir. Carlos Palma; “Auto da Paixão e da Alegria” – Luis Alberto de Abreu – Dir. Ednaldo Freire; “Meu Filho Meu Tesouro” – Mário Viana – Dir. Jairo Matos;; “Adoráveis Sem-Vergonhas” – Dir. Guilherme Leme; “Ilusão Cômica” – Dir. Marcio Aurélio; “Agreste” – Dir. Marcio Aurélio; “Comida nas Costas e Barriga Vazia” – dir. Ednaldo Freire; “De Perto Ninguém é Normal” – Dir. Gustavo Paso; 2024 – “De Perto Ninguém é normal” – SESI.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.