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A proposta consiste na gravação de 60 canções inéditas do Ilê Aiyê que correspondem à 5 décadas de existência do bloco. Cada década corresponderá a 10 canções com temática específica e serão gravadas ainda 10 canções fazendo reverência ao feminino, em comemoração aos 50 anos de Ilê Aiyê. As canções gravadas serão difundidas por meio de plataformas de streaming, website desenvolvido especificamente para o projeto e tiragem em vinil de 250 cópias, por volume. Ainda serão realizadas 5 oficinas para Djing e 5 rodas de conversa, na Escola Mãe Hilda que atende à alunos do ensino fundamental.
Gravações: As 60 canções que serão gravadas, são canções inéditas que faz parte de um acervo de composições do Ilê Aiyê que não foram gravadas anteriormente. Canções estas que falam da luta pela democracia, do poder e beleza da mulher negra, e da luta contra o racismo. Site: O site tem como o objetivo de ser o portal de conteúdo dos processos criativos, veiculando vídeos de registros dos processos, a disponibilização das 60 canções na plataforma e promover outros conteúdos associados ao projeto. Tiragem em vinil: A tiragem em Vinil tem como objetivo ressignificar de forma atualizada tipografias utilizadas por artistas associados ao Ilê Aiyê no decorrer das 5 décadas, como o artista visual J. Cunha, dentre outros. Além disso, faz parte do plano da estratégia do projeto apresentar o produto para curadores nacionais e internacionais, assim como Djs nacionais e internacionais. Oficina prática para DJING: O objetivo da oficina prática é utilizar a liguagem eletrônica, para sensibilização ritmica das crianças da escola Mãe Hilda, ampliando a interatividade e acesso aos meios de produção musical contemporânea, utilizando as cancões gravadas, podendo fazer cortes, repetições de trechos e sensibilização a mixagem. Rodas de conversas e contações de histórias: Além da introdução pautada na história do Ilê, serão distribuídas apostilas com imagens que representem as músicas gravadas para estimular a audição e impacto visual da temática das canções, além da leitura em torno das mesmas temáticas a partir da contação de histórias. A idéia é aproximar o universo infantil ainda mais da história do Ilê Aiyê e ampliar perspectivas futuras, destes alunos.
OBJETIVO GERAL Gravar 60 canções inéditas do Ilê Aiyê para representar as cinco décadas de atuação do mesmo, além de reverenciar o feminino com pelo menos 10 canções gravadas, em comemoração aos 50 anos de existência do bloco. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Apresentar canções de compositores que ainda não foram gravados pelo Ilê Aiyê mas que fazem parte da história do bloco Fortalecer a memória do bloco junto à sociedade baiana e brasileira no que se refere aos atos de resistência vividos em décadas passadas e que persistem nos dias atuais Homenagear compositores que sempre fizeram parte das atividades do bloco Homenagear o feminino com gravação de 10 canções específicas para esta temática Colaborar para fortalecimento da auto-estima da comunidade do Curuzú, no bairro da Liberdade, e de outros territórios criativos em Salvador - BA. Utilizar a linguagem do Djing ( oficina) para popularização do trabalho entre alunos do ensino fundamental de Salvador Apresentar para alunos do ensino fundamental de Salvador a história do Ilê Aiyê a partir da história de suas canções.
A industrialização da Bahia, na década de 70, e a chegada da TV à cores, e com ela os seriados americanos como, Jackson’s Five, e ao mesmo tempo, a luta pelos direitos civis nos EUA e a luta pela democracia, no Brasil, influenciaram diretamente os movimentos negros brasileiros. Desta forma, o Ilê Aiyê surge como pioneiro, em Salvador. A identidade Black Power e a indumentária de cores em suas vestes que remetem aos povos da Africa veio à tona apresentando para sociedade toda a auto-estima do povo negro que partiu das ruas do Curuzú tomando a cidade de Salvador e utilizando o carnaval como a principal plataforma para sua manifestação de estética afro e ao som do samba-afro ecoando, a partir da massa sonora percussiva do bloco que ali se tornou pioneiro. Em 2024, o Ilê Aiyê comemora seus 50 anos de existência e resistência. Assim como toda instituição de meio século, esforços foram feitos para implementadar metodologias para os processos tanto criativos como o de gestão desta instituição. Além disso, a afirmação de valores afro em um país racista como o Brasil nos conduz a consolidar valores tradicionais de uma comunidade que para sobreviver precisa replicar os acertos do seu dia-dia para construir uma musculatura que os permita resistir e existir. Assim, o Ilê Aiyê, hoje, é muito maior que o bloco de carnaval. Resgatar a história e suas realizações para a instituição carnavalesca é um ativo imenso para estimular novos mobilizadores e pensadores não só da comunidade local onde está situado, o Ilê Ayiê e a Senzala do Barro Preto, mas também uma forma de difundir uma metodologia utilizada nas décadas passadas de resistência e que podem ser passadas adiante para gerações futuras a partir da arte e de ferramentas que o Ilê Ayiê busca oferecer, a partir da escola primária, cursos de inglês e outras atividades realizadas em sua sede. O projeto aqui apresentado visa traçar um panorama de cancões inéditas, que ficaram guardadas ( uma espécie de arquivo) e que não entraram nas seleções de produções fonográficas realizadas ao longo destes 50 anos de história do Ilê Ayiê. Alguns compositores de destaque, outros nunca gravados, estão nessa espécie de arquivo, que representam décadas de produção artística do bloco. Dentre estas fases, podemos citar como exemplo, nos anos 70, os toques influenciados pelos blocos de índios do carnaval da Bahia e o samba, a transição do samba se misturando a toques de candomblé no fim dos anos 80 com a colaboração dos mestres BAFO e SENAC, e em meados dos anos noventa se consolida o samba-afro já com a colaboração dos mestres Marivaldo, Mário e Sandro Teles que também fizeram experimentações a paritr de temáticas carnavalescas, como as homenagens aos carnavais de Pernambuco e Maranhão, gerando toques do samba-afro se misturando ao Maracatu e o Tambor de Criôla.
Apoiar o Ilê Aiyê se alinha perfeitamente com valores agregados , especialmente na promoção da diversidade e inclusão. 1. Fortalecimento da imagem institucional e ESG: AEmpresas que tem uma forte presença no Brasil e precisa constantemente reforçar seu compromisso com questões ambientais, sociais e de governança (ESG). Apoiar o Ilê Aiyê, uma instituição icônica na luta pela valorização da cultura afro-brasileira, demonstraria que a empresa e o Governo Federal estão atentos à promoção da diversidade e inclusão. Isso reforça o papel social de empresas e do Governo , que já investem em programas comunitários e culturais. 2. Representatividade e alinhamento com o público: O apoio ao Ilê Aiyê ajudaria a empresa a conectar-se mais profundamente com a população afrodescendente, que representa uma parcela significativa do público brasileiro. Ser parte de um projeto que valoriza a herança cultural afro-brasileira melhoraria a percepção da marca entre esses grupos, fortalecendo a relação com comunidades locais e abrindo espaço para novas oportunidades de engajamento. 3. Posicionamento inovador e diferencial competitivo: Em um mercado cada vez mais sensível a questões de diversidade, empresas que lideram iniciativas voltadas para a inclusão e o respeito às raízes culturais ganham diferencial competitivo. O patrocínio ao Ilê Aiyê traria à qualquer empresa uma posição de liderança nesse sentido, mostrando não só seu apoio, mas também sua atuação em frentes estratégicas que promovem a equidade racial. 4. Engajamento de colaboradores e fortalecimento interno: Esse patrocínio também teria impacto positivo dentro da própria empresa. Funcionários, especialmente os que se sentem representados etnicamente, veriam que a empresa está comprometida com ações concretas em prol da diversidade, melhorando o engajamento interno e a retenção de talentos. A empresa pode usar o exemplo do Ilê Aiyê como símbolo de inclusão em programas internos de diversidade. 5. Visibilidade e retorno de imagem: O Ilê Aiyê tem uma forte presença nacional e internacional, especialmente em eventos culturais como o Carnaval. A associação da marca com uma instituição de tamanha relevância traria exposição positiva em diversos canais, incluindo mídia tradicional, digital e redes sociais, ampliando a visibilidade da marca em novos públicos. Esses pontos demonstram como o apoio ao Ilê Aiyê fortaleceria tanto o impacto social das empresas como do Governo Federal, quanto seu posicionamento estratégico na Cultura, reforçando o compromisso com uma sociedade mais justa e inclusiva.
Gravações: As 60 canções serão gravadas, mixadas e masterizadas pelo produtor musical Alê Siqueira, a partir de unidade móvel montada especificamente para as gravações. A locação da gravação será quadra da Senazala do Barro Preto, no Curuzú, podendo assim, gravar de forma ao vivo grupos de instrumentos de percussão, trazendo uma ambiência próxima dos ensaios do bloco em sua sede. As gravações das vozes principais e das participações especiais serão gravadas em estúdio. Site: Será montado um hotsite específico para os 50 anos do bloco, como catálogo de conteúdos históricos das canções, registros feitos durante as gravações, tanto em vídeo como em foto, além da disponibilização das músicas para escuta gratuita. além dos botões básicos de acessibiidade (contraste e aumento de letra), terá um avatar para tradução do texto para LIBRAS para atender as pessoas surdas e, todas as informações do site poderão ser lidas por um leitor de tela. Tiragem em vinil: Será realizada uma tiragem de 1250 cópias em vinil com a finalidade de serem distribuídos para instituições parceiras, Djs, curadores de festivais que trazem a tona a representatividade das pessoas negras, rádios públicas e comunitárias com capa em policromia. Oficina prática para DJING: Serão ao todo realizadas 5 oficinas para prática do Djing, somando uma carga horária total de 10 horas, para turmas da Escola Mãe Hilda. As oficinas terão um formato de 40 minutos de instrução para operar equipamentos, e 1:20 de prática livre, a partir de inscrições espontâneas, e microfone aberto para expressão livre dos alunos. Rodas de conversas e contação de histórias: Serão ao todo realizadas 5 rodas de conversas/contação de histórias, somando uma carga horária total de 10 horas, para turmas da escola Mãe Hilda. Além da introdução pautada na história do Ilê, serão distribuídas apostilas com uma espécie de cartoons das músicas gravadas para estimular a audição das canções e a contação em torno das temáticas.
Acessibilidade arquitetônica ( Já existente na Sensala do Barro Preto): rotas acessíveis, com espaço de manobra para cadeira de rodas; piso tátil; rampas; elevadores adequados para pessoas com deficiência; corrimãos e guarda-corpos; banheiros femininos e masculinos adaptados para pessoas com deficiência; vagas de estacionamento para pessoas com deficiência; assentos para pessoas obesas; iluminação adequada; Acessibilidade Comunicacional: *Intérprete de Libras para vídeos, *Hotsite, além dos botões básicos de acessibiidade (contraste e aumento de letra), terá um avatar para tradução do texto para LIBRAS para atender as pessoas surdas e, todas as informações do site poderão ser lidas por um leitor de tela. *Assessoria em redes sociais com legendas alinhadas a demanda de acessibilidade Acessibilidade Atitudinal : * Qualificação para profissionais de comunicação em redes sociais
Engajamento da Comunidade Para o engajamento da comunidade, serão realizadas "Oficinas Comunitárias" na Escola Mãe Hilda, programa de ensino fundamental do próprio Ilê Aiyê. • Educação Musical: Serão realizadas oficinas de educação musical, focadas nos ritmos e na história do Ilê Aiyê, abertas para a comunidade local. • Amostras Gratuitas: Serão distribuídos cartões de download gratuitos ou QR codes em eventos comunitários para acesso direto aos fonogramas. Projetos Escolares • Parcerias com Escolas: Colaboração com escolas Estaduais e municipais para incorporar os fonogramas e a história do Ilê Aiyê nos currículos de educação musical e história. * Serão realizadas oficinas para prática do Djing utilizando os vinis produzidos com os fonogramas do projeto, estimulando alunos e alunas a esta prática como também da prática da rima a partir das letras das canções gravadas. Esse plano visa maximizar a democratização e o acesso aos produtos culturais do Ilê Aiyê, garantindo que o projeto atinja um público amplo e diversificado.
Antônio Carlos do Santos Vovô - Coordenação Geral Antonio Carlos dos Santos Vovô idealizou, criou e fundou, em 1974, a Associação Cultural Bloco Carnavalesco Ilê Aiyê, juntamente com Apolônio de Jesus - já falecido. Fez os estudos primário e ginasial na Escola Parque, cursando e concluindo, posteriormente, os cursos de Patologia Clínica e Engenharia Eletromecânica. Foi comerciário e operador da CEMAN e da COBAFE, no Pólo Petroquímico da Bahia, de 1976 a 1981. Desta data até os dias atuais, dedica-se exclusivamente ao trabalho de presidir e administrar o Ilê Aiyê, coordenando, junto com o grupo de diretores da entidade, as atividades pedagógicas, artísticas, culturais e carnavalescas do bloco. Inúmeras são suas contribuições para o resgate e a afirmação da cultura de origem africana no Brasil. Entre outras listamos: ✓ Participação na produção dos quatro discos do Ilê Aiyê. ✓ Coordenador do Carnaval da Liberdade, de 1989 a 1992. ✓ Coordenador do Carnaval de Salvador, em 1996. ✓ Produtor de artistas nacionais e estrangeiros, nos eventos do Ilê Aiyê. ✓ Membro da Comissão Organizadora da vinda de Nelson Mandela ao Brasil. Membro da Comitiva Oficial de Intercâmbio Cultural Bahia-Benin. ✓ Consultor para a criação de blocos afros no Rio de Janeiro, Maranhão e São Paulo. ✓ Responsável pelo Projeto de Extensão Pedagógica e pela Escola Profissionalizante do Ilê Aiyê. ✓ Membro do extinto Grupo de Trabalho Interministerial para Valorização da População Negra (GTI), em Brasília. ✓ Membro da Coordenação do Fórum Intermunicipal de Cultura. ✓ Membro do Conselho Consultivo da Comunidade da XXIV Conferência Geral de População da International Union for the Scientific Study of Population (IUSSP) – Bélgica. ALEXANDRE DE SIQUEIRA E SILVA ( ALÊ SIQUEIRA) - Produção Musical É Bacharel em Composição e Regência pela UNESP e técnico em áudio pelo IAV ( Instituto de Audio e Video). Trabalhou com artistas como Elza Soares, Tom Zé, Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown, Marisa Monte, Tribalistas, Margareth Menezes, Lenine, José Miguel Wisnik, Chico César, Caetano Veloso, Bebel Gilberto, Paulinho da Viola, João Donato, Funk Como Le Gusta, Dj Dero, Grupo Corpo, Timbalada, Daniela Mercury, Leila Pinheiro, Cheikh Lô, Omara Portuondo, Roberto Fonseca, Mayra Andrade, Chico Buarque, Yusa, Jorge Drexler, Ana Carolina, OSB ( Orquestra Sinfônica Brasileira), entre outros. Em 2003 ganhou o Grammy Latino como coprodutor do CD “Tribalistas”. Em 2004 ganhou o Grammy Latino com o CD “Carlinhos Brown es Carlito Marrón”. Em 2005 ganhou o Billboard Latin Music Awards 16th edition , como coprodutor do CD “ Flor de Amor “, de Omara Portuondo. Em 2007 foi Diretor Musical das Cerimônias de Abertura e Encerramento dos Jogos Pan-americanos e Parapan-americanos, ganhando vários prêmios de eventos esportivos, tais como seis Telly Awards e o SportBusiness ISEMS. Em 2009 ganhou o Grammy Latino com o CD “ Gracias”, de Omara Portuondo. Em 2015 ganhou Prêmio da Música Brasileira com o CD ” As Ganhadeiras de Itapuã” ( categoria Melhor Album). Foi diretor musical da cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos Rio 2016. É curador do Festival Percpan desde 2014. JORGE LUCIANO ALBUQUERQUE DE OLIVEIRA - DIREÇÃO DE PRODUÇÃO ❖ Coordenação e produção de todos os eventos semestrais e eventos de premiaçãodo Troféu Caymmi, com os principais nomes da Música Popular Brasileira, aexemplo de Dorival Caymmi, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Marisa Monte, MariaBethânia, João Bosco, Tim Maia, Raul Seixas e Marcelo Nova, Ed Motta, LéoGandelman, Alceu Valença Adriana Calcanhoto, Geraldo Azevedo, PaulinhoMoska, Paulinho da Viola, Cama de Gato, Dorival Caymmi, Nana Caymmi, DanielaMercury, Ivete Sangalo e Família Caymmi, dentre outros.❖ Criação e Coordenação de Produção do “Festival Canta Bahia”, evento responsávelpelo lançamento da carreira artística de Edson Gomes. ❖ Coordenação de produção executiva e direção artística de 6 edições da Bienal deArtes FAEC – Festival de Artes dos Empregados da Copene.❖ Co-criador, coordenador de produção executiva do Prêmio Braskem de Teatro,prêmio patrocinado pela Braskem e incentivo ao teatro baiano, período de 1992 a2020, de todos os eventos de premiação do Prêmio Braskem de Teatro, com aparticipação de Denise Stoklos, Bibi Ferreira, Paulo Autran, Marília Pêra, DercyGonçalves, Fernanda Montenegro, dentre outros.❖ Produção Executiva do projeto Credicard ao Vivo, com show do grupo CapitalInicial e Pepeu Gomes, na Praça Castro Alves, em Salvador – Bahia.❖ Produção Executiva do projeto comemorativo dos 50 anos da Petrobras, comshow do grupo Jota Quest, no Farol da Barra, em Salvador- Bahia.❖ Produção Executiva do evento corporativo da Naycomed, com o show deMargareth Menezes, no Cais Dourado, Salvador Bahia;❖ Direção de Produção do projeto Festival de Jazz do Capão – Chapada Diamantinaem 2010 e 2011; Direção de Produção do projeto No Ar Coquetel Molotov –❖ Direção de Produção dos Concertos da Orquestra Sinfônica da UniversidadeFederal da Bahia, com os solistas Armandinho e Leo Gandelman❖ Direção de Produção do concerto Maria Bethânia e Orquestra Sinfônica da Bahia,no Teatro Castro Alves, em comemoração aos 30 anos de implantação do PóloIndustrial de Camaçari.❖ Direção de Produção do concerto Armandinho e Orquestra Sinfônica da Bahia, noTeatro Cidade do Saber, em comemoração aos 30 anos de implantação do PóloIndustrial de Camaçari.❖ Direção de Produção do Projeto MPB Petrobras, em Salvador, Aracaju, Recife,Fortaleza e São Luís, Belo Horizonte, Brasília, Goiânia e Manaus envolvendo os maisexpressivos nomes da MPB, a exemplo de João Bosco, Nana Caymmi, Jorge Vercillo,Zeca Baleiro, Chico César, Geraldo Azevedo, Zé Ramalho, Guilherme Arantes Tom Zé,14 Bis, Emílio Santiago, Leila Pinheiro, Elza Soares. Arnaldo Antunes, Grupo Ira, NaçãoZumbi, Lenine, Roberta Sá, Yamandu Costa e Armandinho, Jorge Ben Jor, Cordel doFogo Encantado, Biquíni Cavadão, dentre outros.❖ Direção de produção do Festival de Jazz do Capão, realizado na ChapadaDiamantina com vários artistas do porte de Hermeto Paschoal, Toninho Horta, IvanLins, Naná Vasconcelos, Jaques Morelenbaum, Carlos Malta, Orkestra Rumpilezz,dentre outros nomes do Jazz e da MPB. ALEXSANDRO TELES DOS SANTOS - curadoria conhecido como Sandro Teles, começou seu trabalho na música como percussionista do Ilê Aiyê. A partir de oportunidades dadas por essa entidade, com a possibilidade de instruir-se nas bases da cidadania e da consciência negra, ele conhece e se envolve com pessoas preocupadas com a valorização da comunidade negra e começa a fazer um trabalho de disseminação da história e da cultura negra na conscientização do ser negro e na aquisição da autoestima entre as crianças e adolescentes do bairro da Liberdade. Formado em Letras Vernáculas com Língua Estrangeira Moderna, habilitado na língua Inglesa, pela Universidade Federal da Bahia e com vários cursos na área social, ele hoje é Coordenador e apresentador do Festival de Música Negra do Ilê Aiyê, responsável, desde o ano 2010, pelas pesquisas dos temas do Ilê Aiyê. É um dos produtores e apresentadores da Noite da Beleza Negra, evento do Ilê Aiyê que acontece anualmente e tem o objetivo de disseminar a beleza da mulher negra na sociedade brasileira. É coordenador da ala de canto do bloco, sendo responsável pelo repertório musical da Band’Aiyê, a banda do Ilê Aiyê, em suas apresentações tanto nos shows dentro e fora do Brasil, quanto no carnaval de Salvador. Participou, como Assistente de Produção, da Gravação do DVD Ilê Aiyê – Bonito de se ver. É produtor, pesquisador e técnico de som do programa de rádio Tambores da Liberdade, que vai ao ar todos os sábados, a partir das 18 horas, na rádio Educadora FM. É um dos compositores do Ilê Aiyê, compondo músicas que contém letras que expressam os sentimentos de autoestima e conscientização da negritude.
PROJETO ARQUIVADO.