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PRONAC 2413589Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Circulação do espetáculo teatral Estrelas

MARILYN CLARA NUNES
Solicitado
R$ 259,9 mil
Aprovado
R$ 259,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RO
Município
Porto Velho
Início
2025-08-01
Término
2025-12-19
Locais de realização (10)
Manoel Urbano AcreRio Branco AcreSena Madureira AcreHumaitá AmazonasLábrea AmazonasManaus AmazonasAriquemes RondôniaJi-Paraná RondôniaPorto Velho Rondônia

Resumo

O projeto vislumbra a circulação do espetáculo teatral intitulado "Estrelas", por 3 estados da região Norte: Rondônia, Acre e Amazonas, prevendo 10 apresentações gratuitas.

Sinopse

“Estrelas” é um espetáculo criado pela atriz Marilyn Nunes (Oposto Teatro Laboratório) e dirigido por Julia Varley (Odin Teatret) Inspirado na novela “A Hora da Estrela”, de Clarice Lispector, ele versa sobre uma jovem pobre, Macabéa. Através dela, uma nordestina que migrou para um grande centro, retrata-se a condição de miséria social e humana que atinge grande parte da população, evidenciando em especial, a condição da mulher na sociedade. Duração: 60 minutos.

Objetivos

O objetivo geral: 1) Realizar a circulação do espetáculo "Estrelas" por 10 cidades da região Norte, distribuídas em três estados: Rondônia, Acre e Amazônia. Objetivos específicos: 1) Produto ESPETÁCULO TEATRAL: circular por 3 estados da região Norte: Rondônia, Acre e Amazonas, prevendo 10 apresentações divididas por estas localidades, de modo gratuito. 2) Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL: realizar 10 ações de mediação em arte teatral, após as apresentações, em formato de bate-papo aberto ao público, de modo gratuito. 3) O Produto CIRCULAÇÃO TEATRAL: contratar entorno de 15 pessoas de modo direto (equipe), favorecendo a potência de economia criativa na região norte.

Justificativa

Este projeto de circulação do espetáculo "Estrelas", criado pelo grupo Oposto Teatro Laboratório, de Porto Velho, foi idealizado para sua realização pela região amazônica, complementarmente oferecendo atividades de formação teatral, numa programação totalmente gratuita e que busca ser inclusiva. Estrelas, inspirado na obra "A hora da estrela", de Clarice Lispector, traz como personagem central Macabéa, uma figura emblemática da literatura moderna brasileira, atraindo jovens de ensino médio (o que contribui para as parcerias com instituições educacionais), contudo a encenação extravasa as escrituras de Lispector, oferecendo em cena uma poética da atuação. Nas relações desta personagem com as outras da trama, questões sociais e de gêneros são evidenciadas, mostrando-se importante instrumento para a reflexão das relações humanas vigentes em nossa sociedade, despertando para a consciência e sensibilização, fundamentais para o desenvolvimento humano. A relevância do projeto está no seu fomento à cultura teatral contemporânea, conectada à literatura, enquanto sua circulação contribuirá para que diversas cidades da região Norte fomentem em seus cidadãos o gosto pelo teatro. Ao mesmo tempo, a circulação de um espetáculo de Porto Velho oportuniza a arte local, isto é, oriunda do Norte. Vale ressaltar que a produção local também será fundamental na definição dos espaços que receberão o projeto. Isso porque uma das preocupações do proponente é priorizar espaços que garantam acessibilidade de pessoas com deficiência e/ou dificuldade de locomoção (cadeirantes, idosos etc). O fomento ao teatro experimental, imbuído de processos, estéticas e procedimentos poéticos, corrobora para uma política de fomento da diversidade cultural. E, esses são os objetivos que carregamos em nossa obra, pois sabemos que formar cidadãos com amplo conhecimento de mundo, apreço à arte e reflexão crítica sobre os problemas sociais são fundamentais para o público do nosso estado. Elegemos a região Norte por sermos daqui e sentimos a urgência por políticas de produção e fruição de artes nesta região. Salientamos que este espetáculo é um obra teatral com muita pesquisa, realizado em parceria com um dos mais renomados grupos de teatro do mundo, o Odin Teatret, da Dinamarca, ganhando um prêmio cultural para a sua montagem, sendo tema de pesquisa de doutorado pela sua trajetória de pesquisa de linguagem teatral (processos e procedimentos de criação do teatro contemporâneo), tendo estreado na Dinamarca, sendo apresentado em diversos festivais e mostras do Brasil. Objetivamos corroborar com a política do Pronac, ofertando: 1) a fruição de um bem cultural; 2) a educação através da arte; 3) a arte como ferramenta social. Entendemos que nossas ações atendem os artigos abaixo: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; E, ainda, dos seguintes incisos do Artigo 3º, com grifo nosso: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Especificação técnica

Surgimento da obra: "Estrelas" é o espetáculo mais premiado do grupo "Oposto Teatro Laboratório, cuja estreia ocorreu em 2013, na Dinamarca, na sede do grupo Odin Teatret, após 4 anos de pesquisa para sua criação. E, desde então, vem circulando por diferentes festivais do Brasil e de outros países (México, Índia e Dinamarca). No Brasil, já esteve em festivais em Cuiabá, Londrina, Rio de Janeiro, Brasília, e no estado de São Paulo, teve uma temporada de dois meses no Sesc Consolação, depois, no CEU Alvarenga, no espaço Teatro Laboratório, de Cacá Carvalho e no espaço "Teatro de Arena Eugenio Kusnet", administrado pela FUNARTE (através de prêmio de ocupação). Ainda, passou por espaços culturais nas cidades de Suzano, Mogi das Cruzes, Pirassununga, São José dos Campos, Matão, e em muitas cidades da região do Pontal do Paranapanema, perfazendo mais de 80 (oitenta) apresentações desde sua estreia. 2025 será o 12º ano do espetáculo, um momento que marca o amadurecimento artístico do grupo e do espetáculo, além de ser uma importante marca do trabalho contínuo de um grupo de teatro independente. É importante ressaltar que "Estrelas” é um espetáculo criado e dirigido por mulheres. Além de ser inspirado em uma literatura feminina (Clarice Lispector), traz como personagem central Macabéa, somando em nosso objetivo de dar visibilidade à potência das mulheres como produtoras, escritoras, gestoras e atrizes! Com 11 anos de existência, também sublinha a produção contínua dos grupos teatrais e sua trajetória de pesquisa. O fomento ao teatro experimental, imbuído de processos, estéticas e procedimentos poéticos, corrobora para uma política de fomento da diversidade cultural. E, esses são os objetivos que carregamos em nossa obra, pois sabemos que formar cidadãos com amplo conhecimento de mundo, apreço à arte e reflexão crítica sobre os problemas sociais são fundamentais para o público do nosso estado. A obra tem 60 minutos de duração.

Acessibilidade

Neste projeto, objetivamos tomar o máximo de medidas de acessibilidade possível, dentro da natureza do projeto. São essas: MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, banheiros adaptados, piso tátil, estacionamento com vagas reservadas para deficientes, assentos reservados com acesso visual amplo, espaço reservado na platéia sem assento (espaço vazio) para cadeirante, em espaço de boa visibilidade e fácil mobilidade. Essas medidas serão asseguradas na escolha dos lugares, sendo que a maioria está dentro da norma, visto serem espaços públicos que já atendem, para seu funcionamento às leis que garantem estas medidas. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras Será disponibilizda 10 (dez) apresentações com intérprete de libras, para assegurar esta medida de acessibilidade. ACESSIBILIDADE ATITUDINAL: No programa do espetáculo, disponilizado online, seguiremos as medidas para uma acessibilidade através de uma comunicação simples, eliminando barreiras de acessibilidade.

Democratização do acesso

Toda a programação será realizada de modo gratuito, em espaços de amplo acesso à população, sendo que ao menos 30% destas serão realizadas exclusivamente para jovens de escolas públicas periféricas. Ainda, nestas mesmas apresentações, os professores serão contemplados. Adicionalmente, ao menos 20% das apresentações serão realizadas em instituições ou associações descentralizadas que assistam pessoas com vulnerabilidade social. De tal modo, há o encontro com a Instrução normatíva do MINC 1-/04/2023, que indica "mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo"; compreendendo a inclusão nos termos: I - de caráter social, a distribuição de ingressos e produtos culturais para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como: negros, indígenas, povos tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIA+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e CadÚnico; e II - de caráter educativo, a distribuição a alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior. Também nossas atividades contarão com uma comunicação ampla, de modo a garantir o artigo a implementação do artigo 4 - "garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos"; O programa do espetáculo estará disponível na internet, bem como a assessoria de imprensa do projeto disponibilizará materiais complementares, incluindo vídeos e fotos para veículos de comunicação, e permitirá a captação de imagens, contemplando as alíneas: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;

Ficha técnica

Marilyn Clara Nunes: atriz e diretora artística Marilyn Clara Nunes é atriz, professora e pesquisadora de Artes Cênicas, sendo Profa. Dra. Adjunta da Unir (Universidade Federal de Rondônia). Fundadora do grupo Oposto Teatro Laboratório (2012), colaboradora do Nordisk Teaterlaboratorium/Odin Teatret (Dinamarca (2012) e membro da rede internacional de mulheres nas artes cênicas Magdalena Project (2013). É doutora em Artes (Poéticas Cênicas) pelo Instituto de Artes da UNESP (2022), tendo realizado o doutorado sanduíche pela JNU (Jawaharlal Nehru University), em Nova Délhi, Índia (2020). Detentora de prêmios como Arte em Toda Parte – FUNARTE (2021), Proac- prêmios diversos para montagem e circulação de espetáculos (2020- 2021,) Myriam Muniz- FUNARTE (2015) e Reconhecimento do governo de Morelos, México (2014) e Intercâmbio Cultural- FUNARTE (quatro prêmios, entre 2012 e 2017), já se apresentou em diversos festivais do Brasil e em outros países, como: México, Dinamarca, Colômbia e Índia. Julia Varley (Odin Teatret) - Orientadora artística Julia Varley nasceu em Londres em 1954. Estudou na Itália onde trabalhou com o Teatro del Drago, Centro Sociale Santa Marta e Circolo La Comune. Depois de juntar-se ao Odin Teatret, em 1976, vive na Dinamarca, trabalhando como atriz nos espetáculos Anabasis, J. S. Bach, O milhão, Cinzas de Brecht, O Evangelho Segundo Oxyrhincus, Talabot, O Castelo de Holstebro I e II, Kaosmos, As borboletas de Doña Música, Mythos, Ode ao progresso, Dentro do esqueleto de baleia, Grandes cidades sob a lua, O sonho de Andersen, Don Giovanni ao inferno, Ur-Hamlet, A vida crônica, O casamento de Medéa, Mantando o tempo, Ave Maria, e, A árvore. Com o Odin Teatret, Julia Varley trabalha ainda como pedagoga em escolas e universidades, e tem sintetizado a sua experiência em cinco demonstrações de trabalho: O eco do silêncio, O irmão morto, Texto-ação-relações, O tapete voador, Os ventos que sussurram. Desde 1986 participa da concepção e organização do Magdalena Project, uma rede de mulheres no teatro contemporâneo e, a paritr de 1990, na concepção e organização da ISTA (Escola Internacional de Antropologia Teatral) dirigido por Eugenio Barba, e atua como diretora artística do Festival Internacional Transit. Ela dirigiu espetáculos com a Pumpenhaus Teatro, da Alemanha (A fuga dos Yeti e Azul); com Ana Woolf, da Argentina (Sementes da Memória, Branca como a noite e Dentro da cortina); com Hisako Miura, do Japão (Casamento do Fox); com Lorenzo Gleijeses e Manolo Muoio (O filho de Gertrude, O exautivo e profundo azul), com Gabriella Sacco (O gosto de laranjas) e Teresa Ruggeri (Ruínas do tempo), da Itália; com Oposto Teatro Laboratório - Marilyn Nunes, do Brasil (Estrelas, O oposto e O pesadelo da Borboleta); com Amaranta Osorio e Teresa García, da Espanha (Anônimas). Julia Varley tem publicado vários artigos e ensaios em revistas como Teatro e Storia, Lapis, Performance Research, New Theatre Quarterly, Conjunto, Teatro XXI, The Mime Journal. É editora da The Open Page, autora do romance de Vento ad Ovest e do livro Pedras d’Agua. Reniele Cristiny Paixão Sukert: produção Reniele Sukert é membra do grupo Caixa Mágica desde 2021, fazendo parte também do grupo Oposto Teatro Laboratório desde 2018, atuando na função de produtora geral, produção executiva, divulgação de mídia online e assistente de gestão de projetos. Entre seus trabalhos realizados com os referidos grupos, destaca-se as produções teatrais: “Estrelas”, “O pesadelo da borboleta”, “O oposto”, “Shakuntala” e “Jiquitaia: brincantes do Norte”, com os quais realizou temporadas, circulação em diferentes partes do Brasil, produção de temporadas online, além de fazer produção de oficinas teatrais, palestras e workshops. Com esses espetáculos, trabalhou em mais de 30 apresentações por mais de 15 cidades, ganhando ainda, o Prêmio Aldir Blanc para técnicos e produtores (2021). Raoní Izoli Amaral - técnico de luz e som Raoní Amaral desenvolve atividades de teatro, música e produção artística desde 2008, tendo fundado o grupo Caixa Mágica de Artes Integradas em 2020, com sede própria na cidade de Porto Velho-RO, sendo também gestor do espaço cultural do grupo, organizador de mostras teatrais, coordenador de temporadas teatrais e atividades pedagógicas. É graduado do curso de licenciatura em Teatro pela Universidade Federal de Rondônia – UNIR, com mobilidade acadêmica na UFMG, e pós-graduado na Faculdade Católica de Rondônia, em Metodologia do Ensino superior. Como ator, destaca-se seu trabalho nas montagens teatrais: “A nudez nossa de cada dia”, “Teu resto é meu coração” e “Breves Cenas”, desenvolvidas pela Cia Peripécias de Teatro Universitário, dirigido pelo Prof. Dr. Júnior Lopes, da Universidade Federal de Rondônia, entre 2010 e 2013. Já com o grupo Beradera Cia de Teatro, destacam-se os espetáculos “Lete” (vencedor do prêmio Miriam Muniz em 2013, sendo que em 2017 circulou pelo Brasil através do projeto PALCO GIRATÓRIO, organizado pelo SESC) e “Saga Beradera” (2015). Atua como técnico de luz e som em seu espaço cultural e depois grupos locais.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Vilhena Rondônia