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O Festival MACUMBE-SE! chega para se unir ao movimento que busca ressignificar o termo "macumba", acabando com o tom pejorativo e discriminatório, e passando a utilizá-lo como forma de afirmação e orgulho. O festival acontecerá ao longo de 07 dias e reunirá um grande show musical reunindo vários artistas no Teatro Castro Alves, uma mostra de teatro com a apresentação de 04 espetáculos teatrais que acontecerá no Teatro Módulo, uma série de rodas de conversas e uma feira de artesanato e comidas típicas. As apresentações teatrais, o show e as rodas de conversas contarão com tradução em LIBRAS.
O FESTIVAL MACUMBE-SE é composto por: Mostra de Teatro Macumbe-se: Apresentação de 04 espetáculos teatrais que acontecerão no Teatro Módulo e que têm como tema a cultura afro-brasileira. Show Macumbe-se:Uma noite musical comandada pela cantora Rita Benneditto, recebendo vários convidados. Rodas de Conversas: 06 encontros entre artistas e pensadores farão rodas de conversas. Com curadoria de Mãe Taiane Macedo, a ideia é juntar os artistas que compõe a grade do Festival com pensadores e estudiosos da cultura afro-brasileira. Feira de artesanato e culinária: 06 dias de feira com exposições de produtos de artistas locais que trabalham com artesanato e comidas típicas ligadas culturalmente ao tema do Festival. Contrapartida social: Oficina de contação de histórias com a atriz CLARA SANTHANA, dos espetáculos DEIXA CLAREAR - MUSICAL SOBRE CLARA NUNES e OUTRAS MARIAS. A oficina atenderá 100 pessoas, preferencialmente alunos e professores da rede pública de ensino de Salvador.
Objetivo geral: Realizar um festival de arte afro-brasileira, reunindo várias vertentes de represações culturais ligadas às raízes africanas, passando pelo teatro, pela música, pelo artesanato e pela culinária, aproveitando a programação para debater com artistas e pensadores formas de ressignificar a palavra "macumba" no ideário popular. Objetivos especificos: - Realizar uma mostra de teatro com a apresentação de 04 espetáculos teatrais que falam sobre a cultura afro-brasileira. - Realizar um grande show com a participação de vários artistas que cantam músicas ligadas ao universo da macumba. - Realizar uma feira onde artesãos e pequenos produtores possam expor seus artesanatos e comidas típicas. - Realizar um ciclo de debates com artistas e pensadores sobre a importância e a valorização da cultura afro-brasileira e a ressignificação do termo "macumba". - Realizar uma oficina de contação de histórias para 100 pessoas, preferencialmente alunos e estudantes da rede pública de ensino. - Gerar cerca de 90 postos de trabalhos diretos para artistas, produtores e prestadores de serviço da área cultural.
MACUMBA é uma espécie de árvore africana e também um instrumento musical muito utilizado em cerimônias de religiões afro-brasileiras, como o candomblé e a umbanda. O termo, porém, acabou se tornando uma forma pejorativa de se referir a essas religiões. O preconceito foi gerado porque, na primeira metade do século 20, igrejas neopentecostais e alguns outros grupos cristãos consideravam profana a prática dessas religiões. Com o tempo, quaisquer manifestações dessas religiões passaram a ser tratadas como "macumba". Apesar da conquista de alguma liberdade por determinados escravos e ex-escravos na Bahia, o cenário da escravatura acompanhava-se de um pensamento racista, o qual concebia as tradições africanas como menores e contaminadoras dos "bons costumes" coloniais e brasileiros. A independência brasileira reconhecida em 1825 pelos governos português e inglês, pressupunha o fim do comércio de escravos. Todavia, somente com a famosa Lei Eusébio de Queirós, de 1850, depois de um quarto de século de intenso tráfico negreiro, foi possível abolir definitivamente o comércio de escravos para o Brasil, e somente em 1871, com a promulgação da Lei do Ventre Livre, os filhos de escravos passaram a nascer livres. Ainda assim, foi preciso esperar pelo ano dia 13 de maio de 1888, para que a Abolição da escravatura chegasse ao Brasil, com a Lei Áurea, num dos últimos atos da monarquia brasileira, um ano antes da implantação da república. Todo este cenário de inferioridade étnica, cultural e religiosa das populações negras, emoldurava um cenário de proibição e intensa perseguição religiosa que assustadoramente se mantém até os dias hoje. O Festival MACUMBE-SE! chega para somar na luta diária de ressignificar a palavra "macumba", expandindo seus sentidos no imaginário popular e, através da cultura, diminuir o preconceito que ainda impera em parte da nossa sociedade. Nosso projeto está intrinsecamente alinhado com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU para o Brasil, principalmente o objetivo 16 - Paz, Justiça e Instituições Eficazes, promovendo sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, quando, através da cultura, buscamos assegurar o acesso público à informação e proteger as liberdades fundamentais do povo - no nosso caso a liberdade de exercer suas crenças sem sofrer retaliações ou discriminação. Acreditamos que a cultura é, junto com a educação, a mais poderosa arma da cidadania. Através dela contruímos um mundo melhor. E esta é a principal missão do Festival MACUMBE-SE! Fontes de pesquisa: https://super.abril.com.br/mundo-estranho/o-que-e-macumba https://www.nonada.com.br/2024/01/artistas-e-curadores-apontam-caminhos-para-olhar-o-sagrado-afrorreligioso/ https://www.revistas.usp.br/sankofa/article/download/158257/153441/350577 https://brasil.un.org/pt-br/sdgs
A proponente é idealizadora do projeto e será remunerada através das rubricas "direção de produção" e, se couber, "captação" (esta última rubrica terá outros profissionais buscando patrocínio, então existe a possibilidade de ser executada por outra pessoa). Nas especificações técnicas, a quantidade de vagas ofertadas na oficina são 100. Por um motivo desconhecido, sempre que tentamos consertar esta informação um erro de sistema nos tira do SALIC e impede a atualização desta informação. Fizemos várias tentativas de consertar lá, sem sucesso.
Mostra de Teatro: 04 dias - 01 apresentação por dia Show: Única apresentação. Rodas de conversas: 06 encontros de aproximadamente 1 hora cada Feira de artesanato e culinária: Acontecerá ao longo de todo o festival. Oficina de contação de histórias (contrapartida social): 05 encontros de 03 horas cada, totalizando 15 horas. 40 vagas.
Acessibilidade física: - Todos os espaços ocupados pelo projeto são projetados para garantir a mobilidade de pessoas com necessidades especiais de locomoção, contendo rampas, banheiros adaptados e espaços reservados para cadeiras de rodas. Acessibilidade de conteúdo: - Todas as atrações do festival (peças teatrais, show e rodas de conversa) terão tradução em LIBRAS. - As apresentações teatrais terão audiodescrição. - Será contratada uma coordenadora de acessibilidade, que acompanhará todo o projeto, desde a divulgação até a execução.
Atendendo o inciso IV do artigo 21 da IN 02/2019, a produção realizará as seguintes ações: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, no nosso caso palestras, além da previsão do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; no nosso caso, apresentaremos, dentro da nossa mostra, um espetáculo voltado a este público. Vamos ainda disponibilizar, na Internet, em página não monetizada, trechos de registros audiovisuais do show, das apresentações teatrais e das rodas de conversas, através das redes sociais do projeto. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL - OFICINA- Atendendo a alínea "a", inciso I do artigo 20, ofereceremos uma oficina gratuita de contação de histórias.Público alvo: professores e estudantes da rede pública de ensino. Número de vagas:100. Duração: 05 encontros de 03 horas cada, totalizando 15 horas.
COORDENADORA GERAL E DIRETORA DE PRODUÇÃO: MILENA LEÃO Administradora de empresa, e Pós-graduada em Administração Global, Marketing e R.H. Foi professora no curso de Administração Mercadológica – Marketing da Fasb - Faculdade São Francisco De Barreiras. Na TV Oeste – Rede Bahia de Comunicação, trabalhou como Supervisora Administrativa/Financeira e Supervisora de Marketing. Na TV Santa Cruz – Rede Bahia de Comunicação, trabalhou como Planejamento de Vendas e como supervisora de Marketing e eventos da TV e da Rádio FM Sul. Desenvolveu e coordenou projetos institucionais, culturais e ações sociais para TV e rádio, planejando e desenvolvendo parcerias com Empresas, Instituições e Produtores de Eventos para realização de projetos. Na agência Carambola Comunicação, sócia-diretora, desenvolveu atividades de Atendimento, Mídia, Planejamento, Criação de Campanhas publicitárias, direção e produção de VT´s institucionais e projetos culturais. Sócia-fundadora da Carambola Produções, faz produção de espetáculos nacionais e trabalha com os principais Diretores de Teatro da Bahia produzindo e realizando espetáculos, como Duas e Dois, A Alma imoral, Mametto Canta Vinicius e Caymmi, Egotrip, Todo Mundo Tem Problemas Sexuais, Uma vez, Nada Mais, Os Cafajestes, etc. Ganhou Troféu Jorge Amado de Arte e Cultura pela criação e realização do Projeto Agito 102, em Ilhéus. Atualmente, na Carambola Produções, é diretora de projetos, novos conteúdos, eventos e produção. COORDENADORA ARTÍSTICA: TAIANE MACEDO (MÃE TAI) Filha de Osmar Macedo e Hebe Macedo, nascida e criada dentro do Terreiro de Umbanda Cumoa fundado por sua Mãe Hebe Macedo em 1969. Traz uma bagagem de formação em Publicidade e Propaganda, trabalhou durante 20 anos no mercado, seja nas contas públicas e marketing político, como em grandes eventos.Em 2015 assume o Terreiro com Pai Rai, fazendo a Teologia de Umbanda e a Jornada Sacerdotal por 2 anos em São Paulo.Hoje, além de líder e sacerdotisa do Terreiro, coordena todos os cursos e projetos ligados à religião e ao Cumoa. Traz uma bagagem de formação em Publicidade e Propaganda e produções de eventos. Com 30 anos no mercado, seja nas contas públicas e marketing político, como em grandes eventos e projetos. * Produção do São João de Santo Antônio de Jesus 2008/2009* Produção do Carnaval e São João da CRAFT FOODS ( Trident e Sonho de Valsa) 2008/2009* Produção do Dvd Pop Choro Armandinho Macedo 2009* Produção do Fedtival Jardim do Edem 2009 * Empresária da Banda Mametto de 2010 a 2013.* Projetos da Caixa Cultural, O Canto Da Voz Negra 2014* 50 carnavais de Armandinho empresariado no ano de 2013 a 2016.* Criação e produção do Umbahia ( encontro de Umbanda da Bahia) 2017 e 2018* Produção dos 50 anos do Terreiro Cumoa no Teatro Castro Alves.* Produção e concepção do Album Encanto Umbanda 2020.* Vários eventos ligados a religião de Umbanda para o Terreiro Cumoa. CANTORA - RITA BENNEDITTO Rita nasceu em São Benedito do Rio Preto, Maranhão. A origem pautou a escolha do novo nome artístico. Projetada como Rita Ribeiro, a artista decidiu adotar em 2012 o nome de Rita Benneditto para homenagear sua cidade natal e seu pai, que se chamava Fausto Benedito Ribeiro. Iniciou seu canto aos 15 anos de idade participando de festivais, grupos vocais e cantando nas noites de São Luís. Rita Lançou 8 cd´s, 2 DVD´s e seu projeto Tacnomacumba faz sucesso a 20 anos Brasil afora. Se apresentou ao lado de Ney Matogrosso, Milton Nascimento, Zeca Baleiro e Chico César no Festival de Jazz Montreaux. ATRIZ e OFICINEIRA - CLARA SANTHANA É atriz, cantora e produtora cultural. Graduada em Artes Cênicas/ Interpretação pela UNIRIO (2009). No Teatro, atuou em "Noel, Feitiço da Vila, dir. de Edio Nunes (2011). Idealizou e atua no musical “DEIXA CLAREAR, sobre Clara Nunes”, dir. Isaac Bernat e texto de Marcia Zanelatto (2013), visto por mais de 400 mil pessoas por todo Brasil, com DVD lançado pela gravadora Biscoito Fino. Integrou o elenco da peça WAR, com texto de Renata Mizrahi e dir. de Diego Molina (2015), "A lenda do Vale da Lua", com texto e dir. de João das Neves (2016), e do musical "Deixa a dor por minha conta", com dir. de Marcos França e texto de Marcos França e Hugo Sukman”, no SESC Copacabana, sobre a obra de Sidney Miller. (2017). Produziu e atuou na peça"Profetas da Chuva – Chico Mariano e Paroara"(2018), com direção de Isaac Bernat. Participou dos longas metragem "Turbulência", de Arthur Vinciprova (2016) e do argentino "Uma Viagem Inesperada", com direção de Juan José Jusid (2018). Participou das séries “O Mecanismo” (2018) e “Homens?”, de Fábio Porchat (2019). Integra o elenco do musical infantil Gabriel só quer ser ele mesmo, de Renata Mizrahi, com dir. de Renata Mizrahi e Priscila Vidca (2020). Se apresentou com o show Mantiqueira, com estreia no Teatro Glaucio Gill (2019) e no Teatro SESI Centro (2020). ATRIZ - MARCELA TREZE Atriz e dramaturga formada pela Escola de Artes Dramaticas ETET Martins Penna, a escola de teatro mais antiga da América Latina e estudante da Escola Sesc de Artes Dramáticas. Compôs o elenco de 10 espetáculos que rodaram o Rio de Janeiro, sendo protagonista em trabalhos como "Tirico e as historias de morros e fossos" dirigido por Erika Ferreira, peça ganhadora de prêmios em festivais por todo o Brasil. E Idealizadora, dramaturga e atriz do espetáculo “Menina Mojubá", esquete vencedora do 12° Festu. Melhor atriz do festival da FETAERJ e FESQCF no ano de 2022, neste mesmo projeto soma mais de 19 prêmios e 24 indicações. Foi laureada na 1° edição da medalha Rosa Egipcíaca de arte e literatura de axé promovida pelo instituto llafo, recebeu moção de aplausos na Câmara de Vereadores do RJ, onde compôs a mesa no dia nacional da juventude representando os jovens artistas de axé, também recebeu moção de aplausos na câmara de vereadores de Niterói e foi premiada pelo 1º prêmio Akarà Loyá promovido pela confraria Oloyas. No âmbito musical, Marcela é cantora e compositora de cantigas de terreiro. estreou em 2024 seu projeto musical “Menina Mojubá na rua” onde mistura teatro, samba e pontos cantados. A primeira edição desse novo projeto contou com grandes nomes do samba de macumba e ingressos esgotados numa casa de show na lapa. A artista também é DJ e idealizadora do treze coletivo, movimento cultural nascido e pensado para a zona norte da sua cidade, Niterói. ATOR E DIRETOR - GABRIEL GAMA Carioca, nascido no complexo do São Carlos (favela no centro do Rio de Janeiro), de família musical, com raízes na banda Afro Orunmilá, que existe desde antes de 1989, sempre foi um jovem com muito acesso a música popular, afro, e erudita. Aos 11 anos se mudou para Niterói, no bairro Engenhoca, onde encontrou sua primeira formação artística, em um projeto social de acesso à cultura chamado Cateretê nas Artes (Barreto-Niterói). Iniciou seus estudos em música e teatro, começando por cavaquinho, clarinete e sax. Em 2016 integrou a um grupo de estudos de textos de Nelson Rodrigues, na Fundição Progresso, onde, até 2018, pesquisou e montou as principais obras do autor, com a monitoria da atriz, diretora e professora, Ana Flávia Rufão. Em 2018 ingressou na escola de atores Martins Penna - RJ, onde criou o Grupo de Teatro Desobrigados, que tinha missão de pesquisa em Dramaturgia Negra, e se apresentava em rodas culturais da baixada fluminense. Seu estudo foi atravessado por uma Pandemia mas em 2022 depois de contato com grandes mestres como, Marcos Henrique Rego, Vera Lopes, Mario Mendes, Cachalote Matos, Luciano Loreiro veio a se formar como ator. 2024 - Menina Mojubá na Rua - Marcela Treze e Gabriel Gama 2023 - Menina Mojubá - Direção: Gabriel Gama - Elenco: Marcela Treze e Gabriel Gama 2022 - Barba Cabelo & Bigode - Netflix - Direção: Rodrigo França - Elenco: Lucas Penteado, Rei Black, Solange Couto, Jennifer Dias. 2021- Poket Cultural Sarau da Lira - Firjan Sesi - Direção: Cesar Lira 2022 - Um Lugar ao Sol - Tv Globo - Direção: Maurício Farias 2020 - ATORISTA - Instagram 2019 - Oboro Masculinidades Negras - Direção Rodrigo França 2016 - Tá Bom pra Você ? - YouTube - Direção: Kenia Maria
Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Perfil agência incompatível com tipo de pessoa, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. *Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias pelo email salic@cultura.gov.br.