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Os produtos que compõe a proposta da "Quando maré baixa: regenerar com o entulho e a restinga" são a 1) Criação de uma performance teatral inédita sobre emergências climáticas e a as áreas de restiga a 2) Estreia e Circulação dessa performance teatral. A 1) criação da obra envolve experimentações cênicas em torno da temática da maré baixa e dos entulhos e habitantes da restinga. O processo de criação envolve a direção de Giorgio Gislon, a atuação de Diana Gilardenghi e Mariana Corale, a sonografia e iluminação de Hedra Rockenbach e os figurinos de Isadora Sousa e a audiodescrição de Márcia Caspary. Complementam a equipe de criação do projeto a produtora Paula Maba, a designer Tina Merz, o fotógrafo Cristiano Prim, a assessora de imprensa Carol Macário e a audiodescritora Márcia Caspary. A 2) Estreia e Circulação da obra prevê dez apresentações, sendo quatro em Florianópolis, uma em Joinville (SC), duas em Curitiba (PR), uma em Criciúma (SC) e duas em Porto Alegre.
A obra consiste numa perfomance teatral interpretada por duas atrizes em relação com elementos encontrados nas àreas de restinga quando a maré baixa.
Criar, estrear e circular "Quando maré baixa: regenerar com o entulho e a restinga" para potencializar de forma sutil a percepção e elaboração sobre as mudanças climáticas nas áreas de restiga, através da apresentação espetáculo junto aos públicos de Florianópolis, Curitiba, Porto Alegre, Criciúma e Joinville. Criar uma performance teatral "Quando maré baixa: regenerar com o entulho e a restinga" para elaborar artisticamente sobre os efeitos da poluição ambiental nos maresConstruir de forma sutil e linguagem elaborada uma performance teatral. Oferecer ao público possibilidades de acesso gratuito a uma obra artística. Dar continuidade a pesquisa iniciada em 2022 sobre a crise ambiental e seu diálogo material nas artesEnriquecer o imaginário visual e sonoro do público através da variedade das imagens artísticas e inusitadas.Difundir uma obra dialogando perspectivas territoriais e geográficas de cada cidade. Realizar a difusão de uma obra cênica brasileira que possa refletir nossas questões como sociedade, possibilitando através da arte a criação de perspectivas para possibilitar modos de vidaCriação de um espetáculo com duas atrizes eConstruir a concepção de iluminação e sonoplastiaCriação de figurinos e caracterizaçãoRealização da estreia e mais três apresentações no Sesc Prainha em FlorianópolisRealização de duas apresentações na Casa Mário Quintana em Porto AlegreRealização de duas apresentações em Casa Hoffmann em CuritibaRealização de uma apresentação na sede do Teatro do Cirquinho do Revirado na cidade de CriciúmaRealização de uma apresentação no Galpão da Ajote em Joinville
A Lei de Incentivo à Cultura é fundamental para possibilitar a criação e a circulação de "Quando a Maré Baixa: regenerar com o entulho e restinga" porque é uma das formas de sobrevivência para os artistas profissionais e suas obras. Sua transparência conduz a criação de uma arte genuína brasileira, onde os artistas e sua equipe técnica podem amadurecer a obra artística sendo remunerados para o tempo de criação. O mecenato é uma das poucas formas de possibilitar também a difusão e circulação da obra em outras unidades da Federação, facilitando o diálogo, a difusão e o intercâmbio artístico. Os incisos do artigo 1 contemplados pelo projeto são: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Os objetivos do artigo 3 realizados pelo projeto são: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Tem duração de 40 minutos. As especificações de iluminação e sonorização serão criadas durante o processo.
A acessibilidade física ao espetáculo se dá pela existência de infra-estrutura adequada nos cinco locais de apresentação. A acessibilidade de conteúdo vai acontecer para pessoas com deficiência auditiva e para pessoas com deficiência visual. O espetáculo não conta com intérprete de libras porque não há falas, apenas sons ambientes. A acessibilidade para pessoas com deficiência visual vai acontecer por meio da elaboração de audiodescrição no processo criativo e disponibilidade de cinco receptores em cada apresentação.
A democratização irá acontecer através da distribuição gratuita de todos os ingressos do espetáculo.
Nº 01 Nome: Giorgio Zimann Gislon Função: Direção Geral Currículo: Artista-pesquisador das Artes Cênicas, professor e psicanalista. Doutor em Teatro pela Udesc (2022), Mestre em Literatura pela UFSC (2015) e Mestre em Estudos Latino-americanos pela Universidade de Leiden (2013). É Licenciado em Teatro pela UDESC (2023) e em Letras pela UFSC (2014). Participa do Coletivo Mapas e Hipertextos desde 2016, tendo co-criado a dramaturgia e a locução de “Re-percursos” (2023); feito co-direção e sido performer e co-produtor em “Ação de Verão: Mar(ia sem ver)gonha” (2017), “Esbarra” (2016) e “Brasil em jogo” (2016); e sido performer e co-produtor em “Área própria para dança” (2016). Foi performer em “Duplas superfícies” (2020), com direção de Diana Gilardenghi” e ator em “Carnaval da tristeza” (2017), com direção de André Carreira. Ministrou as oficinas “Deslocamento de histórias II” (2022), com Prêmio do Edital Aldir Blanc, e “Deslocamentos de Historias” (2021). Publicou, como dramaturgo, os textos “O que dizer aos iguanas?” (Edições CPMT / Galpão Cine Horto, 2020) e “Debaixo do céu acidentado” (Caiaponte, 2020). Participa do Projeto Encontro com Dramaturgo desde 2018, tendo ministrado as oficinas anuais “Laboratório de Escritas Teatrais” em 2018 e 2019. Concebeu e organizou os eventos “Performances teatrais e psicanálise” junto com Flávio Desgranges (2022) e “Regenerar mundos: artes cênicas indígenas em retomada no Brasil e na Colômbia” com Stephan Baumgärtel (2024). Nº 02 Nome: Diana Gilardenghi Função: Atriz Performer Currículo: professora, performer e coreógrafa. Integrou os grupos Duggandanza, Plastercaster, Potlach, Triz e Ronda. Em 2000 foi contemplada pelo programa Rumos do Itaú Cultural com o trabalho Crosta. Recebe o Prêmio Klauss Vianna 2008 para a realização de Um Duplo e Klauss Vianna 2011 para o espetáculo Em Constante. Integrante do coletivo de pesquisa e criação Mapas e Hipertextos no qual investiga a intersecção entre dança e performance (2014-2017). Participa dos coletivos Ocupação Mágica e do Projeto Corpo Tempo e Movimento, projeto contemplado pelo Edital de Cultura Elisabete Anderle 2014 e 2017. Atua na coordenação, concepção e montagem do Projeto de pesquisa e formação em dança A Mesa contemplado pelo Edital Elisabete de 2022. Nº 03 Nome: Mariana Corale Função: Atriz Performer Currículo: Atriz, diretora de Teatro, encenadora, dramaturga, bailarina e produtora na área da Cultura. É natural de Florianópolis (SC). É doutoranda em Teatro pela UDESC (Universidade Estadual de Santa Catarina)e mestre em Teatro na UDESC 2019. É integrante da Cia Embróglio de Teatro (Florianópolis). Foi parecerista técnica, na área de artes cênicas e performance do Ministério da Cultura de 2009-2016.. Em 2013, em São Paulo estreou Casca! (Projeto Susan Woman) espetáculo em fricção com as linguagens Teatro, Dança, Artes Plásticas e Performance. Casca! circulou por São Paulo, Santos e São Luiz do Maranhão. Em 2015 participou do Núcleo de Dramaturgia do Sesi na cidade de Londrina (PR), criando o espetáculo “Ontem à noite caía o sol”. Realizou em 2017 o projeto Memórias da Resistência pelo edital de chamamento 2016 da Secretaria de Cultura, Turismo e Lazer do Estado de Santa Catarina. Em 2018 estreia Maçã Podre espetáculo escrito pelo dramaturgo argentino Alejandro Robino o qual estreou no projeto Cena Aberta, do departamento artístico da Universidade Federal de Santa Catarina. Em 2019 o espetáculo Maça Podre, cumpre funções em Curitiba no Festival de Teatro e em Porto Alegre, realizando ocupação na Casa Mário Quintana. Em 2020 inicia o projeto Sintoma de pesquisa com a atriz Monica Siedler. Em 2020/2021 participou da residência artística Vagamundos (CPT-SESC). Atualmente coordena o projeto Soledad, sobre memórias de mulheres da América Latina e realiza direção como diretora convidada do projeto Sintoma e da Cia Bruta Flor. Nº 04 Nome: Hedra Rockenbach Função: Iluminadora e Sonoplasta Currículo: Sound designer, musicista, iluminadora, coordenadora e diretora técnica de espetáculos. Por ter formação multidisciplinar, Hedra desenvolveu um trabalho singular ao campo das artes cênicas no qual luz e som são criadores de dramaturgias e extensão da ação dos performers. Atuou profissionalmente de 1995 à 2020 junto ao Grupo Cena 11 Companhia de dança, participando de todas as suas produções nesse período como responsável pela ambientação sonora, sendo também, a partir de 2003, responsável pela ambientação cênica (luz e cenário). Além de seu trabalho com o Grupo Cena 11, Hedra trabalhou em parceria com outros grupos e artistas, como a Téspis Cia. de Teatro, a Karma Cia. de Teatro, a Key Zetta e Cia., a Camerata de Florianópolis, o Projeto Corpo, tempo e movimento, Luis Ferron, a Eranos Círculo de Artes, Alberto Heller, Cia. Lápis de Seda, Cia. La Vaca, Carol Minozzi, Patricia Arabe, Daniel Olivetto, Corpo Rastreado, Ocupação Mágica, Selvática Ações Artísticas e Espaço Brasil para a Quadrienal de Praga 2023. Ao longo de sua carreira, a artista recebeu vários prêmios, dentre eles o Best Teamwork in the Exhibition of Countries and Regions na Quadrienal de Praga 2023, APCA (2014, 2012, 2007, 1997). Nº 05 Nome: Paula Maba Função: Produtora Currículo: Produtora, diretora, dramaturga, atriz e professora, Paula Maba possui Licenciatura e Bacharelado em Teatro pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Como produtora tem mais de quinze anos de experiência em projetos comunitários: na Associação Cultural Baiacu de Alguém, no Ponto de Cultura Pescadores de Cultura, na Escola Sul da CUT. É membro fundadora do Grupo Imagens Políticas UDESC (2009) e Propositora do Laboratório de Escritas Teatrais UDESC (2018). Atualmente além de ministrar oficinas abertas e gratuitas em sua comunidade (Santo Antônio de Lisboa e Sambaqui) coordenada pedagogicamente o Projeto Pescadores de Cultura: Arte, Cultura e Cidadania em seu segundo ano consecutivo. Além disso coordena a coalizão comunitária da implementação do sistema CQC Brasil em parceria com a FUVESP, UFSC e a Universidade de Miami que visa a implementação de um sistema de prevenção focado nos fatores de risco e de proteção em relação a juventude de seu bairro. Como atriz encontra-se em processo de concepção pesquisa do espetáculo Afará Oni: Afro Butho Ijó com direção de Benjamin Abras. Nº 06 Nome: Isadora Sousa Função: Figurinista Nº 07 Nome: Cristiano Prim Função: Fotógrafo Currículo: Artista e fotógrafo, licenciado em educação artística pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). Especializado em retratar o movimento nas artes cênicas, tem uma trajetória profissional de mais de 20 anos reconhecida pelo talento e uma produção que aponta questões poéticas e singularidades. Trabalhou por muitos anos com o Grupo Cena 11. Nº 08 Nome: Carol Macário Função: Assessora de Comunicação Currículo: Jornalista pós-graduada em Antropologia, especialista em jornalismo cultural, experiência como repórter e editora nos principais jornais de SC: Diário Catarinense, A Notícia e Notícias do Dia e do Brasil: Lupa, Folha de SP, UOL, Valor Econômico e O Globo. Assessora de comunicação para grandes festivais e projetos culturais em SC. Repórter premiada, incluindo a Bolsa Gabriel García Márquez de Jornalismo Cultural, da Fundação Gabo (Colômbia). IVLP Alumni. Nº 09 Nome: Marcia Caspary Função: Audiodescritora Currículo: Sócia diretora da Tagarelas Produções, artista de voz há mais de 30 anos. Audiodescritora desde 2010, com experiência em AD ao vivo e gravada para espetáculos de teatro, dança, cinema, campanhas políticas, materiais didáticos e centenas de trabalhos realizados. É produtora de recursos de acessibilidade comunicacional com empresas parceiras para todo Brasil, ministra palestras, cursos e oficinas na área.
PROJETO ARQUIVADO.