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Trata-se da montagem e temporada da comédia dramática musical GRANDE OTELO - O PEQUENO GRANDE HOMEM, texto inédito do autor Flávio de Souza que trata da vida e obra de um dos maiores artistas brasileiros, Grande Otelo. A peça terá a direção de Maurício Tizumba e mais 12 atores em cena encabeçados pelo ator Eduardo Silva que dará vida ao nosso protagonista, além de 8 músicos em cena. A peça acontecerá em 2025 e prevemos uma temporada com 16 apresentações.
Um grupo de teatro monta um espetáculo sobre a vida e a obra de Grande Otelo. O público presenciará a montagem de uma peça sendo criada na sua frente. A história de Grande Otelo será narrada por 12 atores encabeçados pelo ator Edu Silva que interpretará Grande Otelo em 07 fases de sua vida. A história de Grande Otelo será contada diretamente para o público com personagens que foram importantes em sua trajetória profissional e da vida. Personagens como Oscarito, Ankito, Dercy Gonçalves e muitos outros artistas farão parte desta montagem de uma peça teatral. A história narrará os fatos de sua carreira ligando com o momento histórico que revelam todo o racismo e preconceito que um artista preto e pobre sofre, a discriminação, os cachês miseráveis, além de contar os fatos pessoais, como os prêmios recebidos, a dependência ao álcool e o prestígio conquistado ao longo dos anos. Com uma abordagem que transita entre o drama e o humor e diversos números musicais "Grande Otelo – O Pequeno Grande Homem" é mais do que uma biografia; é uma reflexão sobre o legado do artista, sobre resistência e sobre a importância de preservar a memória cultural brasileira.
PRODUTO PRINCIPAL - ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: GRANDE OTELO - O PEQUENO GRANDE HOMEM O objetivo principal é realizar a montagem e temporada com 16 apresentações do espetáculo 'Grande Otelo - O Pequeno Grande Homem', um texto inédito do autor Flavio de Souza que explora a vida e obra de um dos maiores artistas brasileiro, o Grande Otelo. Reconhecido como ator, comediante, cantor, produtor, apresentador e compositor, Grande Otelo foi o primeiro artista negro a conquistar destaque no cinema, teatro e televisão do Brasil, abrindo caminho para futuras gerações. Este espetáculo quer homenagear e resgatar a trajetória de um dos maiores artistas do país, revelando sua importância cultural e histórica. Em relação ao Artigo 2 do Decreto 10.755 destacamos os incisos: II - Estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; VII - Desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura. OBJETIVOS ESPECÍFICOS PRODUTO PRINCIPAL - ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS GRANDE OTELO - O PEQUENO GRANDE HOMEM Através da montagem do espetáculo, o projeto visa ainda: Contar a vida e obra de uma dos maiores artistas brasileiros, 'Grande Otelo', destacando os aspectos pessoais e históricos do ator. O espetáculo visa divulgar e despertar o interesse do público, principalmente jovem, não apenas pela sua obra, mas também pela luta interna e pelas fragilidades e tragédias que acompanharam sua vida artística. Trazer a luz a luta contra o racismo e toda opressão sofrida pelo negro numa sociedade racista e conservadora em que atores negros não tinha voz. A peça abordará a forma como Grande Otelo enfrentou esta sociedade e como se tornou o grande artista que foi reconhecido inclusive internacionalmente por suas qualidades como um grande ator, comediante, cantor e apresentador. Ressaltar a importância de Grande Otelo na história das artes brasileiras, evidenciando seu pioneirismo ao ocupar um espaço de protagonismo no cinema, teatro e televisão, em uma época de exclusão racial. Otelo serve de grande inspiração para novas gerações de artistas negros. O projeto quer mostrar como o legado de Grande Otelo abriu caminhos para a inclusão e representatividade de artistas negros nas artes brasileiras, incentivando a busca por um mercado cultural mais justo e inclusivo. Traz reflexões sobre como o sofrimento repercutiu na vida pessoal de Grande Otelo. A peça retratará os obstáculos emocionais e sociais que ele enfrentou, suas superações e como suas lutas pessoais foram transformadas em arte, com um talento e um enorme humor que trouxe o reconhecimento nacional e internacional do artista. Evidenciar a importância da preservação da memória cultural nacional através de um projeto com dramaturgia genuinamente brasileira, que fale sobre um grande artista negro, de origem humilde, que tanto contribuiu para a história de nosso país. OBJETIVOS ESPECÍFICOS CONTRAPARTIDAS _ ENSAIO ABERTO E PALESTRAS COM CONVIDADOS - Promover a democratização do acesso; - Contribuir para a formação do público; - Contribuir para o resgate da memória cultural brasileira e das contribuições de artistas negros para as artes brasileiras e, - Refletir junto com as plateias do espetáculo os temas abordados no espetáculo.
Reconhecido como ator, comediante, cantor, produtor, apresentador e compositor brasileiro, Grande Otelo foi o primeiro artista negro a ocupar espaço de destaque no cinema, no teatro e na televisão brasileira. Cada vez mais se sabe da importância e urgência em reconhecer, reverenciar e falar sobre nossos artistas pretos, além, é claro, dos personagens de um modo geral que fizeram parte da história brasileira e sempre foram deixados de lado ou pior, sofreram um apagamento histórico. O antropólogo Kabengele Munanga, professor do Centro de Estudos Africanos da Faculdade de Filosofia, Letras, Ciências e Humanidades da USP afirma que: "Parece que os negros não têm passado, presente e futuro no Brasil. Parece que sua história começou com a escravidão, sendo o antes e o depois dela propositalmente desconhecidos." Essa realidade está mudando a passos lentos. Diante desta realidade histórica e social, percebemos a urgência e necessidade de criarmos um espetáculo teatral com música ao vivo que tratasse da vida e obra de um dos maiores artistas negros brasileiros. Grande Otelo que foi o primeiro ator a ocupar um lugar de destaque no cinema, teatro e na televisão. Otelo sofreu todo o tipo de tragédia que um homem pobre e preto sofria e ainda sofre, e sendo artista, sua luta foi mais árdua ainda. Sobreviver da arte num mundo racista e preconceituoso em que era destinado aos atores pretos apenas os papéis subalternos, de empregados, escravos e personagens silenciosos era quase um milagre. Foi dada a responsabilidade para o autor Flávio de Souza desenvolver uma dramaturgia onde a peça não é exatamente biográfica ou didática, mas passa também pelos dois elementos. O texto apresenta um grupo de atores que está ensaiando um espetáculo e contará a história de Grande Otelo diretamente para a plateia. A história será contada e entrecortada com números musicais que foram significativos na trajetória de Otelo e contará com diversas fases, cada uma apresentada por um dos atores/narradores. Essa narrativa permite que se aborde temas como o racismo, discriminação, cachês miseráveis, prêmios, a exposição nas redes sociais, fazendo um contraponto da época que Otelo viveu com os dias de hoje. A direção ficará a cargo de Maurício Tizumba, pelo reconhecido trabalho artístico e coincidentemente, assim como Otelo, nasceu em Minas, é ator, compositor, cantor, multi-instrumentista, diretor musical e capitão de congado. Maurício Tizumba estabelece diálogo entre diversas linguagens e entre a arte e as manifestações populares tradicionais da cultura afro-brasileira. Prevemos nossa estreia e primeira temporada para a cidade de São Paulo, destacando a diversidade e riqueza cultural que a cidade abrange, a partir dos elementos indígenas, africanos e europeus fundadores da cultura paulistana, resultando em um verdadeiro mosaico cultural, que é o que pretendemos mostrar com esta peça: a riqueza artística e cultural do Brasil através de um anti-herói, de um quase Macunaíma, personagem que foi inclusive imortalizado no cinema pelo grande Grande Otelo. Propomos estabelecer um debate após todos as apresentações, onde atores e público conversarão inicialmente sobre o personagem central e esse mesmo diálogo se desdobrará sobre a desigualdade racial do passado e do presente, sobre a relação entre o desenvolvimento e a diversidade cultural e possibilitará estabelecer com o público uma comunhão de diálogo e de pensamentos. A proposta se enquadra nos seguintes Incisos do Artigo 1º da lei 8.313/91: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais nacionais e de seus respectivos criadores; VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - Priorizar o produto cultural originário do País. Se enquadra ainda, nos seguintes Incisos e Alíneas do artigo 3º da Lei 8.313/91: Inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante: Alíneas: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; Inciso IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: Alíneas: a) Distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Não se aplica.
PRODUTO PRINCIPAL – ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS GRANDE OTELO - O PEQUENO GRANDE HOMEM. Duração aproximada de 90min Espetáculo teatral com música ao vivo com autoria de Flavio de Souza abordando a vida e obra de um dos maiores artistas brasileiro, o Grande Otelo. Reconhecido como ator, comediante, cantor, produtor, apresentador e compositor, Grande Otelo foi o primeiro artista negro a conquistar destaque no cinema, teatro e televisão do Brasil, abrindo caminho para futuras gerações. Este espetáculo quer homenagear e resgatar a trajetória de um dos maiores artistas do país, revelando sua importância cultural e histórica. PRODUTO CONTRAPARTIDA - Ensaio aberto gratuito, seguido por debate para público escolar e professores da rede pública de educação com acessibilidade arquitetônica e LIBRAS. Duração média 90min de apresentação e 30 min de debate. - Bate papos com o ator Eduardo Silva e elenco, após as apresentações. Serão 04 batepapos. Contarão com acessibilidade arquitetônica e de conteúdo através de tradução em LIBRAS. Duração média de 40min.
PRODUTO PRINCIPAL – ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS GRANDE OTELO - O PEQUENO GRANDE HOMEM Acessibilidade Física/Arquitetônica – Realização em equipamento cultural adequado para receber público cadeirante ou com mobilidade reduzida. Não há item correspondente na planilha, pois pretendemos realizar o espetáculo em equipamentos públicos ou sem cobrança de locação. Acessibilidade de Conteúdo – Interpretação em Libras uma vez a cada semana - 04 sessões inclusivas com Libras – Item correspondente – Intérprete de Libras. PRODUTO CONTRAPARTIDA - ENSAIO ABERTO E BATE PAPOS APÓS O ESPETÁCULO a) Ensaio aberto seguido por debate para público escolar e professores da rede pública de educação . Acessibilidade Física – Realização em equipamento cultural adequado para receber público cadeirante ou com mobilidade reduzida. Item correspondente – Locação de Teatro. Acessibilidade de Conteúdo – Interpretação em Libras – Item correspondente – Intérprete de Libras. b) Bate Papos após o espetáculo com o ator Eduardo Silva e elenco. 04 debates. Acessibilidade Física – Realização em equipamento cultural adequado para receber público cadeirante ou com mobilidade reduzida. Item correspondente – Locação de Teatro contemplado na execução do produto principal. Acessibilidade de Conteúdo – Interpretação em Libras – Item correspondente – Intérprete de Libras.
O projeto adotará, em atendimento ao Art. 56 da INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1, DE 20 DE MARÇO DE 2017, as seguintes medidas de democratização: - Respeitará as cotas de distribuição gratuita, sendo ela: de até 10% para público do patrocinador (funcionários e parceiros a critério do patrocinador); mínimo de 20% para os beneficiários| público social através de projeto de formação de plateia (estudantes, professores, população de baixa renda, beneficiários de ONG´s ou projetos sociais, entre outros) e até 10% para divulgação (ingressos distribuídos em sorteios, promoções, imprensa, jurados de prêmios de teatro, críticos, entre outros convidados da produção, do elenco e da equipe), de acordo com o Inciso II – doar, além do previsto na alínea “a” do inciso I do artigo 53, no mínimo 20% (vinte porcento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, estudantes e professores de gestão cultural e arte das universidades públicas e privadas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; VI - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão; A cota de divulgação será utilizada para promoções com jornais, sites, rádios e / tv´s que possam divulgar o espetáculo através dos seus meios de comunicação. Como forma de distribuição gratuita de ingressos adotaremos o critério de: I - Doação dos ingressos ou produtos para instituições ou associações que tenham por finalidade atender camadas menos assistidas da população e com menor poder aquisitivo. Formação de Plateia: 20% do total dos ingressos da temporada para formação de plateia.
FICHA TÉCNICA Texto: FLAVIO DE SOUZA Direção: MAURÍCIO TIZUMBA ELENCO Ator idealizador: EDUARDO SILVA DIMMY ANDERSON THIAGO MOTA ANANZA MACEDO LARISSA NOEL LETICIA SOARES MARCIA DE OLIVEIRA MARTA CAETANO FABIO SALTINI MARCELO GÓES WILLIAM AMARAL REBECA JAMIR Iluminador: AGUINALDO NICOLETI Coreógrafo: BETHO PACHECO Cenógrafa: PAULA DI PAOLI Figurinista: ERICA RIBEIRO Diretor Musical: GUSTAVO KULART PRODUÇÃO Direção de Produção: SELENE MARINHO Coordenação de Produção: SERGIO MASTROPASQUA Produtor Executivo: ANDRE ROMAN CURRÍCULOS EQUIPE PRINCIPAL FLAVIO DE SOUZA - autor Autor, roteirista, diretor e escritor brasileiro. Foi criador de alguns dos programas infantis de maior sucesso da década de 1990 e 2000, como Catavento, Revistinha, Rá-Tim-Bum, Mundo da Lua, Castelo Rá-Tim-Bum e Ilha Rá-Tim-Bum. Estreou aos 16 anos no grupo teatral Pód Minoga, dirigido por Naum Alves de Souza. Em 1988, escreveu a peça teatral Fica Comigo Esta Noite, que estreou nos teatros brasileiros com Marisa Orth no papel de Laura e Carlos Moreno como Edu. No início da década de 1990, a peça foi remontada com Débora Bloch e Luís Fernando Guimarães no elenco. Em 20026, a peça foi adaptada por João Falcão para o cinema, tornando-se um sucesso nacional de público, desta vez com Alinne Moraes e Vladimir Brichta nos papéis principais. Mas seu trabalho mais notável é a criação do Castelo Rá-Tim-Bum, junto com o cineasta Cao Hamburger. Flavio escreveu a maioria dos roteiros do programa. Criou também o Catavento, Revistinha, Mundo da Lua, Rá-Tim-Bum e Ilha Rá-Tim-Bum. Cursou um ano e meio da ECA da USP (Escola de Comunicações e Artes) e dois anos da Faculdade de Artes Plásticas da Faap. Trabalhou como ilustrador, ator e diretor de teatro e cinema. Estreou na literatura em 1986, com o livro Vida de Cachorro, da editora Memórias Futuras. Ganhou o APCA com o livro Um menino, uma menina, papel de carta, papel de embrulho, em 1986, o Jabuti com o livro Chapeuzinho adormecida no país das maravilhas, em 2006, e o selo de altamente recomendável para os livros Que história é essa?, Que história é essa? 2, Desenhos de guerra e de amor, O livro do ator e Hoje é dia de festa! Escreveu mais de 35 livros, quase todos publicados, alguns deles para o público jovem, como "Desenhos de Guerra e de Amor", e outros para o público em geral, como "Vissi D´Arte", a biografia da atriz Marília Pêra. Foi autor e roteirista de filmes como "Abracadabra" e programas de TV como "Sai de Baixo". Dirigiu vários espetáculos, entre eles a ópera "João e Maria", encenada no Theatro Municipal de São Paulo, com regência de Jamil Maluf e "Andersen Sweet Suíte", para o Balé da Cidade de São Paulo e a orquestra Experimental de Repertório, regência de Jamil Maluf. MAURICIO TIZUMBA - diretor Maurício Tizumba é um instrumentista, cantor, compositor, ator e empreendedor cultural brasileiro nascido em Minas Gerais, com carreira artística estabelecida desde 1973. Um dos mais populares artistas de Minas Gerais, Tizumba também é um dos criadores da Companhia Burlantins, um grupo teatral de rua marcado pela musicalidade e em atividade desde 1996, e do Tambor Mineiro, grupo de percussão com influência do congado, ambos culturalmente expressivos. Em 1981, lançou o primeiro álbum, Marasmo. Em 1991, lançou o LP Caras e Caretas. Em 1996, lançou o CD África Gerais. Em 1996, foi um dos criadores da Companhia Burlantins. Em 1998, participou da opereta O homem que sabia português. Em 1999, recebeu, em Minas Gerais, o prêmio Pró-Música de 1999 como Músico do Ano. Em 2000, viveu o personagem Curió no programa do SBT Ô... Coitado!. Em 2000, estreou no cinema ao participar do longa-metragem Samba-Canção. Em 2003, lançou o álbum Mozambique, e viveu o personagem Samuel no filme Narradores de Javé. Em 2009, criou o grupo Meninos de Minas, um projeto de cunho socioeducativo formado por adolescentes de bairros carentes de Betim e de Itabira, que visa difundir a percussão por meio da iniciação rítmica e da construção de instrumentos com materiais reciclados. Em 2013, interpreta Padre Romeu na novela das onze Saramandaia, da Rede Globo. EDUARDO SILVA - ator idealizador/ argumento Eduardo foi o 1º ator negro vencedor do Prêmio SHELL de Teatro como Melhor Ator do ano (1994). É ator desde 1978. Sua trajetória profissional soma participações em TELEVISÃO: 9 novelas (TV Tupi, TV Manchete, BAND e SBT), seriados, minisséries, programas infantis e educativos, e mais de 40 filmes publicitários. Ficou muito conhecido por seu trabalho em “Castelo Rá-Tim-Bum” (1994) e "Telecurso 2000" (1996). No TEATRO ADULTO esteve em 25 espetáculos e ganhou 04 Prêmios: como Melhor Ator Coadjuvante e Melhor Ator (Mambembe, SHELL, Molière e APCA). No TEATRO INFANTO-JUVENIL participou de 12 espetáculos onde ganhou 15 Prêmios (Mambembe, APCA, APETESP, Governador do Estado e Qualidade Brasil) como Ator Revelação, Melhor Ator Coadjuvante e Melhor Ator. No CINEMA participou de inúmeros curtas, destaque para “Vou te Encontrar Vestida de Cetim", que ganhou 02 Prêmios como Melhor Ator (Festival Guarnicê de São Luís do Maranhão e Festival Internacional da Bahia). Atuou também em 15 longas-metragens. Também é DIRETOR DE TEATRO desde 1991 e PREPARADOR DE ELENCO de áudios visuais e de teatro há mais de 20 anos. DIMMY ANDERSON - ator Estreia no teatro em 1995 com os Espetáculos " Maldita Parentela”, seguido de “Sai da Frente que atrás Vem Gente" e "A Princesa dos Ciganos" sob Direcão de F.E.Kokocht. Com a Cia Negro Sim fiz, desde o ano 2000, os seguintes espetáculos:" Senzala. Construção de Um País que tem História", “Castro Alves... Um Grito a Liberdade", Palavras... Versos de Agora e de Outrora; e o mais recente em 2024, "Porangas onde se Guardam as Histórias". Pela Riatti Produções fiz " Samba Jazz...O Musical" em 2016. E pela Cia Circo de Trapo temos apresentado o Espetáculo " Pandolfo Bereba" desde 2015 em diversos SESCs (Bauru/2015; Catanduva/2018; Parque Dom Pedro/2019 e Bibliotecas do Estado de São Paulo e Centros Culturais tais como C.C. Guaianases/2019. E também tenho efetuado Mediacão de Leitura em diversos espacos dos SESCs (Belenzinho,Registro,Jundiaí, Vila Mariana/2017,Pompéia, Belenzinho/2018 ;Intervenções Culturais diversas como"O Mundo é Uma Bola de Brincar", “Rodas Cantadas”,” Pescando Histórias” e “Banho de Leitura” no Espaco Brincar dos SESCs de SP. (Belenzinho, Pompeia /2019;além de participar como Mediador de Leitura no Circuito Sesc de Artes deSP/2016. Na TV tive participações em “A Hora do Faro”/2019-24, “A História de Estér" e Turma do Gueto/Record; Os Ricos também Choram/SBT. Tive participação na Minissérie "Dois Tempos" em 2022 e no Curta "Sono Cedo" em 2024. Alguns cursos: Interpretação para TV I-Dir.Ignácio Coqueiro e Meire Moreno; Interpretação para TV II- Dir. Luciano Sabino; Curso de Arte Dramática pela UBC Filmes. THIAGO MOTA - ator Ator, músico multi-instrumentista, compositor e arranjador, é formado no curso de Bacharelado em Música Popular da Faculdade de Artes Alcântara Machado (Uni FIAM/FAAM-FMU), no Curso de Atuação na SP Escola de Teatro, Canto Popular na ETEC de ARTES e especializações em voz mista e Belting. Participou ativamente de processos teatrais e musicais diversos destacando os espetáculos “Mesquinharia” com o Núcleo Experimental Parlapatões, “Noite de Gala do Circo” com direção de Nelson Baskerville e Hugo Possolo cumprindo temporada no Teatro Municipal de São Paulo, integrou o elenco da Cia PIC NIC no espetáculo “Panos e Lendas”, “Resiliência” e “Estações e Moradas” do Núcleo Da Maré Ao Luar, “Amor Manifesto ou poema da pequena morte” do Coletivo Amapola de Teatro e Poesia Urbana”, “The Ratos – Ou o camarim da fama encardida”, “Poetas Empoeirados – Ou canções para crianças revolucionárias” com Cia Variante, os shows “Bloco dos Batutas”e “Farra dos Bichos”com a Flor de Crejoá, “ONCE – O Musical” e atualmente integra os espetáculos “Os Quatro Cantos de Elpídio” e Baleia Banguela com a Cia Navega Jangada, o espetáculo “BERTOLEZA” da Gargarejo Cia e “A Incrível Viagem do Quintal” no Teatro do SESI na Av Paulista. Na carreira musical, realiza pesquisa de música étnica e trabalha em composições de repertório autoral. ANANZA MACEDO - atriz Ananza Macedo, 38 anos é atriz, cantora e arte educadora. Formada desde 2008 pela Faculdade Paulista de Artes em Artes Cênicas, mesmo ano que ingressou o Coletivo Dolores Boca Aberta Mecatrônica de Artes, para a realização do espetáculo A Saga do Menino Diamante – Uma Ópera Periférica como atriz, cantora e produtora até 2012 - espetáculo contemplado com o Prêmio Shell na 23ª Edição na categoria especial de pesquisa. Em 2013 funda o grupo Morabeza Nação onde, até 2016, realiza os espetáculos O mundo cá tem Fronteiras, Capulana e Tayó – O Musical – voltado para o universo infanto-juvenil e apoiado pelo Itaú Cultural. Em Teatro Musical atuou em Samba Jazz com a Riatti Produções Artísticas e 2018/2019 – Contemplada com o MP Prêmio de Teatro Independente como Atriz Coadjuvante. Em Bertoleza com a Gargarejo Cia, 2020 – Espetáculo contemplado com o Prêmio APCA deTeatro 2020 como Melhor Espetáculo Teatral, e como Destaque do Ensemble pelo site “É Sobre Musicais”. Em 2022 apresenta O Musical da Passarinha com a Agência Dramática - Espetáculo em Libras - Contemplado com o Prêmio APCA Categoria Especial Infanto - Juvenil e o espetáculo de dança COREOMANIA performando em Viradas Culturais pelo estado de SãoPaulo. Osìbáta Produções com o espetáculo O Black Power de Akin 2022/2023. Kavantan Produções como Diretora Assistente do espetáculo de Quilombo MemORÍa (set/2023) indicado ao Prêmio Shell de Teatro, na categoria dramaturgia em sua 34ª Edição. Integrante dos Coletivos musicais Xoroxangô (Percussão) e Samba da Gruta (Voz). Atualmente interpreta Nanã no espetáculo Clara Nunes, a Tal Guerreira (em cartaz). MARCIA DE OLIVEIRA - atriz Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade São Judas Tadeu em 1999, Márcia de Oliveira começou no teatro onde trabalhou com diretores como Mira Haar, Debora Dubois, Isabel Setti, Renata Melo, Ednaldo Freire, Mario Masetti, Tati Rehder, Clara Carvalho, Zé Henrique de Paula, Thiago Ledier, Kleber Montanheiro, Daniel Alvim entre outros. Na TV atuou em novelas e séries como: “Vende-se um véu de noiva”, “Amigas e Rivais”, “Carrossel”, no SBT, “Serras Azuis” na Band, “Programa Sandy e Jr” na tv Globo, “Cultura é Currículo”, “Almanaque Educação” e “Escola 2.0” na TV Cultura. No cinema, em filmes como “Xuxa Requebra”, direção de Tizuka Yamasaki, “Bens Confiscados” e “Garotas do ABC”, direção de Carlos Reichenbach, “Bróder”, direção de Jeferson De, “Vips”, direção de Tonico Melo, “Carrossel-O Filme”, direção de Alexandre Boury e Maurício Eça, voltando com a atrapalhada faxineira “Graça” da novela. Acaba de receber o prêmio de melhor atriz por “Cordel do Amor sem Fim” no festival de Cinema de Pernambuco (CINE – PE). Atuou na série “Buuu - Um Chamado Para a Aventura” do canal Gloob e “Unidade Básica” do Canal Universal. Entre seus trabalhos mais recentes estão “Dogville”, “Chaves – O Musical”, “A Milionária”, “4004 a.c. – A Origem”, “O Dilema do Médico”, “Macbeth em Cordel”, estes todos no Teatro. LETÍCIA SOARES – ATRIZ Vencedora dos Prêmios APTR, Cesgranrio de Teatro, Bibi Ferreira, Botequim Cultural e Destaques Musical.Rio como Melhor Atriz por seus trabalhos em "A Cor Púrpura" e "Marrom, o Musical". Em 2023 foi agraciada com o Prêmio Dandara pela ALERJ, por sua contribuição a luta da mulher afrodescentende. Natural de Magé/RJ, Letícia é Assistente Social formada pela UFF/RJ e estudou canto na Escola Portátil de Música do Instituto Casa do Choro (RJ). Iniciou sua carreira em musicais no premiado espetáculo “Besouro Cordão de Ouro”. No Rio de Janeiro, atuou em “Gota D'água”, “É Samba na Veia, é Candeia” e “Missa dos Quilombos”. Em São Paulo atuou em “O Rei Leão”, “Mudança de Hábito”, “We Will Rock You”, “Les Misérables”, “A Pequena Sereia”, “Rent”, “Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812”, “Sunset Boulevard” e "Marrom, o Musical". Interpretou a personagem principal (Celie) do espetáculo "A Cor Púrpura". Atualmente interpreta a personagem Selma em “A Partilha” com Direção de Miguel Falabella e está em cartaz no Teatro B32 com o espetáculo "Ray, você não me conhece", direção de Rodrigo Portella. BETHO PACHECO - coreógrafo Bailarino, Ator, Coreógrafo, Pesquisador e Produtor Cultural, formado bailarino pelo Teatro Brasileiro de Dança (TBD), e Ator pela Escola de Artes Dramáticas Emilio Fontana, fez especializações em Gestão Cultural na Firjan, Empreendedorismo Direcionado ao Terceiro Setor no IBMEC- RJ, Produção Executiva de Shows e Eventos na IATEC, Pedagogia na Universidade Estácio de Sá. Um dos fundadores em 2018 do Coletivo Negraação de Dança Negra, (prêmio CESGRANRIO 2019 categoria especial “I Semana dos Criadores Negros na Dança”), membro da Comissão de Dança de Matrizes Africanas do Sindicato dos Profissionais de Dança do Rio de Janeiro (SPDRJ), desde 2017. Criador e produtor do projeto de dança “Ancestralidades em Cena”. Um dos criadores e ator do espetáculo “Encruza”. PAULA DI PAOLI - cenógrafa Arquiteta, cenógrafa, figurinista, professora, designer gráfico e ilustradora, com pós-graduação em design de hipermídia e Mestre em Arquitetura, Urbanismo e Design. Cursou Cenografia com J.C. Serroni no CPT/ núcleo Antunes Filho e é formadora convidada da SP Escola de Teatro nos cursos de Cenografia e Técnicas de Palco, desde a criação do curso em 2011. Foi professora de Desenho de Moda na Faculdade Santa Marcelina e atualmente retorna à Santa Marcelina como professora no curso de Moda nas matérias Práticas de Criação em Moda/ Figurinos e Introdução à Imagem Digital e participa como convidada nas bancas de figurino, estilo, joalheria e ilustração. Atuou como cenógrafa, figurinista e designer gráfico em diversos espetáculos, exposições, novelas e musicais - com indicação ao prêmio Bibi Ferreira com a Cenografia do Musical ‘’SHREK’’. Participou de 6 edições da Quadrienal de Praga como colaboradora e designer e recentemente, como integrante da equipe curatorial da PQ 2023. Desenvolveu o catálogo da Quadrienal de Praga de 1999 e de 2023 e apresentou a performance “A Famigerada”, na PQ 2015. ERIKA RIBEIRO – FIGURINISTA Érica Ribeiro é Mulher, Negra, Artista. Nascida em São Paulo mas criada na Bahia, costuma dizer que é Dendêzada. Atriz, roteirista, figurinista, locutora, dubladora e criadora de conteúdo. Formada pelo Teatro-Escola Célia Helena e em Cenografia e Figurino pela SP Escola de Teatro. Transita entre as linguagens teatrais e audiovisuais. E por ter tido a oportunidade de crescer em solo tão criativo e caloroso sente que tem o sol dentro de si. Atriz por formação, artista por paixão, criadora por ocupação e muitas outras coisas que não cabem nesse espaço. Integrou durante seis anos a série O Zoo da Zu da Discovery Kids e participou da 2ª temporada da Sitcom Central de Bicos do Multishow. Foi uma das roteiristas da série Casa da Vó da plataforma de Streaming Wolo TV. Foi apresentadora e locutora da Vevo Brasil. Como figurinista assinou os figurinos do espetáculo Quilombo Memória dir. Eduardo Silva. AGNALDO NICOLETTI – ILUMINADOR Iluminador cênico, Diretor de Arte, Artista Visual e Músico. Formado em Publicidade e Propaganda pela Faculdade Cásper Líbero, trabalhou em produtora de vídeo e eventos corporativos, em agências e escritório de comunicação até 2012, quando iniciou na criação, montagem e operação de luz e som. Desde a adolescência sempre participou de oficinas de artes, atuou como músico acompanhante em espetáculos de teatro adulto e na criação de trilhas sonoras para teatro infantil. Possui formação técnica em Iluminação Cênica (Projeto Teatro Cidadão, Teatro Commune), Cenário Digital e Vídeo Mapeado (Escola SP de Teatro), Fundamentos de Áudio e Vídeo (IAV). É o criador da luz do espetáculo Preta é a Cor do Céu. Exerceu suas funções nas montagens teatrais para os diretores Jair Aguiar e Antonio Netto na Cia das Artes; Augusto Marin, Marco Antônio Braz e John Moat no Coletivo Commune; Jorge Julião no Grupo Rádio Ilusão; Celso Cardoso Will Damas, Naruna Costa e Eduardo Silva no Coletivo A palavra e o Gesto; Luiz Carolos Moreira no Engenho Teatral; Gonzaga Pedroza no espetáculo Reflexo Guimarães; Lucélia Sergio no grupo Os Crespos e Maximiliana Reis no espetáculo Casa pra ver! GUSTAVO KULART - diretor musical Autor, músico, compositor, tradutor, educador, locutor, diretor e diretor musical de teatro e cinema. Realizou trabalhos para mais de 100 obras para teatro, cinema, TV e música, tanto no Brasil como no exterior. Já obteve os prêmios SHELL, APCA e FEMSA de Teatro, como autor e compositor. Foi diretor dos shows da “Palavra Cantada”, e dirigiu também shows dos Barbatuques, Fortuna e Vanessa Bumagny. Em parceria com Ruben Feffer, compôs e produziu a trilha sonora dos longas de animação "O Menino e o Mundo", “Tito e os Pássaros”, "Garoto Cósmico" (do qual também é co-roterista) e do curta "Guida", filmes com inúmeras premiações no mundo todo, entre outros o festival de Annecy, na França, "Anima Mundi" de SP, festivais de Chicago, Ottawa, Zagreb, Havana, melhor música no festival de Lisboa, uma indicação para o OSCAR para “O Menino...” e uma pre-indicação ao OSCAR para “Tito...”. "Tito..." ganhou o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. "O Menino e o Mundo", também venceu o "Annie Awards" da animação americana, para o Qual Gustavo e Ruben foram indicados como Melhor Trilha Sonora. O curta "Lê com Crê", com música original sua, ganhou também o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. E a série "Vamos Brincar" da Maurício de Souza Produções, com trilha sua e de R. Feffer, obteve também o mesmo prêmio como melhor série de Animação, assim como a série "Planeta Palavra", da qual é Compositor, Diretor Musical e Diretor de voz. Deles também é a trilha do curta "Sangro", também ganhador como melhor curta no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. "Planeta Palavra" também foi premiada no ComKids 2023. Seu livro "Quando Blufis ficou em silêncio", em parceria com Lorena Nobel, foi indicado ao Prêmio Jabuti de Literatura. Foi coprodutor em Los Angeles do álbum "Morda minha língua" do compositor e intérprete Péri. Traduziu, adaptou e dirigiu a versão brasileira de "Paciente 63", podcast com Mel Lisboa e Seu Jorge, que obteve o Prêmio APCA de Melhor Podcast de 2021. Foi júri do Prêmio Governador do Estado e do Prêmio Jabuti de Literatura. SERGIO MASTROPASQUA - coordenação de produção Cursou Direito na PUC-SP e Filosofia na USP. Ator profissional desde o ano de 1984. PAGU TEATRO DANÇA (MG): A CAIXA DE PANDORA EX-ZOO CIA DE TEATRO (SP): OS CHAPÉUS TRANSEUNTES |OTHELLO – A SOMBRA DE UMA DÚVIDA GRUPO TAPA (SP): A MEGERA DOMADA |A MANDRÁGORA | CAMARADAGEM | CREDORES | EXECUTIVOS | ESPLÊNDIDOS | DOZE HOMENS E UMA SENTENÇA | O JARDIM DAS CEREJEIRAS | UM PICASSO GRUPO KURINGA (SP): HOTEL LANCASTER | ARMAZÉM CIA DE TEATRO (RJ): A TEMPESTADE GABRIEL VILELLA (SP): A FALECIDA | MARY STUART ALEXANDRE REINECKE (SP): O ESTRANGEIRO | O SANTO E A PORCA MARCO ANTONIO BRAZ (SP): O GRANDE DIA GOG MAGOG – HAMILTON VAZ PEREIRA (RJ): ODISSÉIA INEZ VIANA (RJ): NÃO VAMOS PAGAR BACCAN PRODUÇÕES (SP): UM INIMIGO DO POVO FIRMA DE TEATRO (SP): O CONTRATO | CÂNDIDA. No ano de 2013 fundou o CÍRCULO DE ATORES (www.circulodeatores.com.br) para o estudo do autor irlandês Bernard Shaw. Além de CÂNDIDA (2008/2013), produziu e atuou nas seguintes peças de Bernard Shaw: O HOMEM DO DESTINO (2015/16), A PROFISSÃO DA SRA. WARREN (2018/2019), A MILIONÁRIA (2018/2022) a mostra 2XSHAW (2019), 4004 A.C. – A ORIGEM (2022) e O DILEMA DO MÉDICO (2023). Em 2024 atuou e produziu HEDDA GABLER de Henrik Ibsen. ANDRÉ ROMAN – Produção Executiva. Contemplado no Edital Ondas da Cultura da FUNARJ RJ 2020 na linha Artes Cênicas produziu o espetáculo “BOY" em formato digital e produziu sua estreia em formato presencial na Casa Fluida em São Paulo através do Edital PROAC LGBT 2021 com estreia em 2022. Fundador do Teatro de Jardim, realizou a administração da temporada de estreia de Gabri{ELAS} no SESC Avenida Paulista em janeiro de 2024. Produção executiva de "O Dilema do Médico" de Bernard Shaw na temporada MASP e temporada de estreia de "Escombros" de Dennis Kelly no SESC Pompeia, ambos com direção de Clara Carvalho em 2023. Ainda em 2023 assinou a produção executiva do V Ciclo de Leituras da Cia Ludens – Teatro Irlandês, deficiência e protagonismo na Escola Superior de Artes Célia Helena e a direção de produção do espetáculo Luvas e anéis, também da Cia Ludens com temporada no SESC Santana. Em 2022 assinou a direção de produção do espetáculo "A Tropa" de Gustavo Pinheiro com direção de Cesar Augusto e atuação de Otávio Augusto e grande elenco. Foi proponente e diretor de produção de "Olhos da Pele", de Regina Miranda em circularidades com a obra de Hélio Oiticica, contemplado no Edital FUNARJ Dança 2022, vencedor do Prêmio APTR nas categorias melhor Direção de Movimento para Regina Miranda e Jovem Talento para Lucas Popeta. SELENE MARINHO – Direção de Produção. Atua na elaboração, gestão e produção de projetos culturais há mais de 30 anos. Esteve na Direção e Coordenação de Produção de inúmeros trabalhos, dentre eles 'Hora Amarela' de Adam Rapp com direção de Monique Gardenberg, 'A Paixão segundo Adelia Prado' de Adélia Prado, ‘Uísque com Água’ de Charles Bukowsky, ‘Estranhos.com’ de Laura Eason, 'A Catástrofe do Sucesso' de Tennessee Williams e 'A Profissão da Sra. Warren' com direção de Marco Antônio Pâmio, e ‘O Dilema do Médico’ de Bernard Shaw, ‘Condomínio Visniec’ de Matéi Visniec e ‘Escombros’ de Dennis Kelly com direção de Clara Carvalho, 'Meu Quintal é Maior do que o Mundo' de Manoel de Barros com Cassia Kis e direção de Ulysses Cruz, 'Terremotos’ de Mike Bartlett direção de Marco Antônio Pâmio, ‘Diabinho e outras Peças Curtas’ de Caryl Churchill e ‘Play Beckett’ de Samuel Beckett com direção de Mika Lins, 'A Milionária' e ‘Macbeth em Cordel’ com direção de Thiago Ledier.
PROJETO ARQUIVADO.