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PRONAC 2413674Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Montagem e Apresentação do Espetáculo Musical: Ladainhas, a ópera da Amazônia

W. C. S. NETO & L. R. T. MONTEIRO LTDA
Solicitado
R$ 376,1 mil
Aprovado
R$ 376,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Ribeirinhos
Ano
24

Localização e período

UF principal
AM
Município
Manaus
Início
2025-04-01
Término

Resumo

O espetáculo: Ladainhas, a ópera da Amazônia é uma iniciativa de impacto ao elencar elementos culturais e artísticos da região amazônica, buscando coletar, transcrever e reproduzir um repertório de ladainhas, músicas amazônicas e instrumentais, utilizando bioinstrumentos e sons da floresta para encantar o público.

Sinopse

Sinopse: No coração da exuberante Floresta Amazônica, um espetáculo único ganha vida, unindo as antigas ladainhas e as músicas amazônicas com a grandiosidade da ópera. Em uma jornada musical e visual emocionante, o público é convidado a explorar as profundezas da cultura amazônica através de suas melodias tradicionais e da magnificência da música clássica. O espetáculo "Ladainhas, a Ópera da Amazônia" narra a história da região por meio de uma fusão única de gêneros musicais. Desde os cânticos sagrados dos povos indígenas, quilombolas até as óperas europeias, passando pelas influências africanas e portuguesas, cada nota ressoa com as riquezas culturais e naturais da Amazônia. No palco, um cenário impressionante evoca as paisagens e mistérios da floresta, enquanto artistas dão vida às antigas ladainhas com uma interpretação poderosa e emocionante. Os bioinstrumentos, feitos com materiais sustentáveis da região, ecoam os sons da natureza, criando uma sinfonia única que celebra a harmonia entre o homem e o meio ambiente. À medida que o espetáculo se desenrola, os espectadores são levados a uma viagem transcendental através dos cantos, folias e tradições da Amazônia, desde os mitos da criação até os desafios contemporâneos enfrentados pela região. Através da música, dança, o público é convidado a refletir sobre a importância da preservação ambiental e do respeito pelas culturas indígenas, dos rezadores e promesseiros, reconhecendo a beleza e a fragilidade desse ecossistema único. "Ladainhas, a Opera da Amazônia" é mais do que um espetáculo musical; é uma experiência imersiva que celebra a diversidade cultural e a exuberância da natureza amazônica, inspirando o público a se conectar mais profundamente com essa região tão vital para o planeta. É uma homenagem às tradições ancestrais e um apelo à ação para proteger e preservar a riqueza incomparável da Amazônia para as gerações futuras.

Objetivos

Objetivo geral: Preservar e promover as tradições culturais das ladainhas e músicas amzônicas através da apresentação do espetáculo, incluindo a história, o contexto cultural e valorização dos mestres da cultura popular e do folclore da Amazônia e demais artistas locais em harmonia com a biodiversidade e sustentabilidade. Objetivos Específicos 1. Coletar, transcrever e analisar o material musical proveniente de gravações das músicas de tradição oral, ladainhas, músicas amazônicas e instrumental. 2. Proporcionar a conscientização sobre a importância da biodiversidade amazônica, da conservação ambiental e a crise climática. 3. Demonstrar a viabilidade da integração de instrumentos orgânicos (bioinstrumentos), instrumentos não convencionais e tecnologia sustentável em apresentações culturais. 4. Estimular a economia criativa através do entretenimento, o patrimonio cultural e incentivo ao turismo local.

Justificativa

A região Amazônica é um tesouro de riquezas culturais e muitas de suas expressões musicais únicas correm o risco de serem perdidas para sempre, assim como acontece de perdemos exemplares musicais, que existem por vezes somente na memória do povo. Considerando que a música de tradição oral desempenha um papel crucial na preservação da cultura, no envolvimento de crianças e jovens na manutenção dos conhecimentos e na construção de pontes para as memórias ancestrais, e justamente as memórias ancestrais, que celebram a memória como uma força coletiva, que pode seguir viva mesmo quando perdemos os seus registros materiais, através das narrativas que são contadas, recontadas e transmitidas entre as gerações pelo caboclo e mestres da cultura popular e do folclore e a própria comunidade. Os mestres da cultura popular e do folclore são guardiões dessa tradição e merecem reconhecimento e apoio no desenvolvimento de seus saberes e fazeres, garantindo a continuidade dos mesmos. As ladainhas e as músicas regionais fazem referência ao cotidiano e ao misticismo do caboclo, sendo que estão presentes nas festas e festivais, festejos dos santos, na derrubação do mastro, nas alvoradas, na vida dos foliões e promesseiros, fazendo um sincretismo entre o sagrado e o profano, aproximando culturas. É o ápice da valorização da cultura. As ladainhas e as músicas amzônicas são peças que montam a noção de identidade dos Amazônidas, sendo que não podemos negar sua real existência e a importância nas manifestações culturais, assim como não podemos deixar de dar ênfase aos seus fazeres na confecção e utilização dos instrumentos advindos da tecnologia ancestral, o gambá da Amazônia, o tamborinho, o caracaxá entre outros instrumentos que estarão presentes nas apresentações do espetáculo, fazendo o público refletir que são símbolos de resistência e persistência de uma cultura e seres invisibilizados por que viviam no seio da mata (povos indígenas) e outros que da mata fizeram seu refúgio ( quilombolas e riberinhos). Este projeto ao mesmo tempo tem o intuito de proteger, salvaguardar e reabilitar as formas de herança cultural num espetáculo musical, que requer também promover um diálogo intercultural entre os mestres da cultural popular e do folclore com o público num propósito de valorização e preservação dos seus saberes, sabores e fazeres e principalmente do meio ambiente. A floresta que é a sua casa. As Ladainhas, óperas da Amazônia aproximam seu povo, divididos pela logística dos rios, que atualmente correm o risco de desaparecer, pois as ladainhas rezam, cantam, festejam e contam histórias, lendas e mitos, transmitem saberes ancestrais em intercâmbio com o contexto amazônico.

Estratégia de execução

Metodologia 1- Pesquisa e Desenvolvimento. Pesquisar e documentar as ladainhas da Amazônia bem como as músicas amazonicas e instrumentais, identificando as principais canções e histórias a serem incluídas no espetáculo. Colaborar com os mestres, músicos e artesãos locais para a construção dos bioinstrumentos sustentáveis e materiais recicláveis. 2- Composição e Arranjo Criar arranjos originais que misturem as ladainhas da Amazônia com os bioinstrumentos criados produzindo uma experiência única de sons tradicionais e modernos. Envolvimento de compositores mestres da cultura popular e músicos locais para colaborar na criação e execução das composições em sua maioria autoral. 3- Ensaios e Preparação Realizar ensaios intensivos com os músicos e intérprete de libras para garantir uma performance de alta qualidade. Praticar técnicas de performance tradicional para a preservação na autenticidade cultural das ladainhas e músicas amazônicas e cantos indígenas. 4- Produção Sustentável Buscar parcerias com organizações de conservação da Amazônia para garantir o que o espetáculo promova a conscientização sobre a importância da preservação ambiental. Priorizar práticas sustentáveis na produção do espetáculo. 5- Promoção e Marketing Criar uma estratégia de marketing concentrado nas redes sociais, sites e parcerias com influenciadores locais para destacar a originalidade do projeto, sua conexão com a cultura amazônica e o compromisso com a sustentabilidade. Desenvolver parcerias com os meios de comunicação locais e nacionais para promover o espetáculo. Criação um site que fique disponível para a transmissão do espetáculo e o repertório das gravações das músicas. 6- Apresentação do espetáculo Incluir uma apresentação sobre biodiversidade da Amazônia juntamente com a apresentação do espetáculo. Realizar o espetáculo em locais pitorescos como no Teatro do Amazonas em Manaus e espaços culturais em São Paulo, combinando um cenário de beleza simbólica da Amazônia com as ladainhas, os bioinstrumentos e os elementos tecnológicos de forma espetacular. Agendar com antecedência as datas e horários das apresentações, considerando a possibilidade de realização das apresentações especiais para a comunidade local. Adicionar um intérprete de libras para tornar o espetáculo acessível. 7- Avaliação e Continuidade Coletar o feedback do público e dos participantes. Considerar a possibilidade de transformar o espetáculo itinerante para ampliar o impacto cultural e ambiental.

Especificação técnica

1. Palco e Estrutura CênicaDimensões do Palco : Espaço mínimo de 10 metros de largura por 6 metros de profundidade.Altura do palco entre 1 e 1,5 metros, com acessos laterais e rampas de acessibilidade.Cenografia e Bioinstrumentos : Elementos cenográficos inspirados na fauna e flora amazônica, confeccionados com materiais sustentáveis.Espaço e suporte para bioinstrumentos, como tambores e instrumentos de cordas feitos de materiais naturais (madeiras e fibras).Sistema de suportes e cabos para pendurar elementos cênicos, como redes ou tecidos representativos da cultura amazônica.Área para Acessibilidade : Espaço reservado para cadeiras e assentos adaptados na primeira fileira.Rampas de acesso ao palco para facilitar o deslocamento de artistas e espectadores com deficiência.2. IluminaçãoIluminação Cênica : Conjunto de refletores LED RGB (15 a 20 unidades) para fornecer efeitos de luz colorida e destacar a atmosfera da floresta amazônica.Luzes móveis para iluminação dinâmica, simulando o movimento da luz natural da floresta.Lâmpadas de luz quente (por LED) para uma iluminação suave, com foco nas expressões faciais dos artistas.Efeitos Especiais de Luz : Máquina de fumaça para criar efeitos atmosféricos.Spots para destacar detalhes específicos, como bioinstrumentos e elementos cenográficos.Mesa de Iluminação : Equipamento de controle com no mínimo 24 canais DMX, permitindo a manipulação em tempo real das mudanças de iluminação.3. Som e ÁudioSistema de Amplificação : Caixa de som line array com potência de 4 a 6 mil watts para garantir uma sonoridade clara, especialmente em ambientes grandes.Monitores de palco para os músicos e cantores (de 4 a 6 unidades) para entrega precisa.Microfones : Microfones de lapela para o elenco, permitindo mobilidade durante o espetáculo.Microfones de condensador para captar o som dos bioinstrumentos e os elementos acústicos do palco.Microfones omnidirecionais para captar o som ambiente e proporcionar uma experiência imersiva.Mesa de Som : Mesa digital com pelo menos 16 canais para controlar o áudio de todos os instrumentos e vozes, com possibilidade de equalização e mixagem ao vivo.4. Recursos Visuais e AudiovisuaisProjeção e Telas : Projetores de alta definição (HD ou 4K) para projeções de imagens da floresta amazônica, além de vídeos explicativos e legendas.Telas laterais de LED ou tela central de projeção com tamanho mínimo de 4 metros de largura para projeção de vídeos e imagens.Audiodescrição e Legendas : Equipamento de audiodescrição para narração ao vivo dos detalhes visuais para deficientes visuais.Sistema de legenda eletrônica para exibição de legendas em tempo real para deficientes auditivos.5. Tecnologia e Acessibilidade DigitalSistema de Libras (Língua Brasileira de Sinais) : Painel de LED próximo ao palco com intérpretes de Libras para tradução simultânea do espetáculo.Dispositivos de Áudio Assistivo : Aparelhos de indução magnética para facilitar a audição de deficientes auditivos.Distribuição de fones com controle de volume para audiodescrição e amplificação do som.6. Montagem e LogísticaEquipamento de Montagem : Estrutura de grade para montagem de iluminação e som com capacidade de carga compatível com todos os equipamentos.Cabos de segurança e suportes para equipamentos pesados.Tempo de montagem e desmontagem : Estimativa de montagem: 6 a 8 horas.Estimativa de desmontagem: 4 horas.Equipe Técnica : Técnico de som, técnico de iluminação, diretor de palco e equipe de montagem para organização e manutenção do evento.7. Materiais de Divulgação e ComunicaçãoProgramas em Braile e Fonte Ampliada : Programas impressos em braile e com fonte ampliada para facilitar a leitura de pessoas com deficiência visual.Sinalização Acessível no Local : Placas e periodicidade em braile e alto contraste para facilitar o deslocamento no espaço do espetáculo.Informações Digitais Acessíveis : Site e redes sociais com descrição de imagens, legendas e estrutura acessível aos leitores de tela.

Acessibilidade

1. Acessibilidade Física no Local do EspetáculoRampas e Elevadores : Garantir que o local tenha rampas de acesso, elevadores e corrimãos para facilitar o acesso ao auditório e às áreas comuns.Caminhos Sinalizados e Espaços Reservados : Disponibilizar sinalização clara e adaptada, diminuir assentos reservados para pessoas com mobilidade reduzida em locais de fácil acesso e com boa visibilidade do palco.Sanitários Acessíveis : Certifique-se de que há banheiros adaptados com barras de apoio e espaço suficiente para cadeiras.2. Acessibilidade AuditivaIntérpretes de Libras : Disponibilizar intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (Libras) durante o espetáculo e no material de recepção, como apresentações iniciais e informações de segurança.3. Acessibilidade VisualAudiodescrição ao Vivo : Disponibilizar audiodescrição para que pessoas com deficiência visual possam compreender o contexto visual das cenas, dos movimentos e das interações.Equipe de Acolhimento Treinada : Preparar uma equipe de acolhimento para oferecer assistência, de forma inclusiva e respeitosa, a pessoas com deficiência intelectual.4. Acessibilidade Digital e ComunicaçãoCriar site Acessível : Garantir que o site do espetáculo seja acessível, com navegação simples, acessível de imagens e textos alternativos.Vídeos Promocionais Legendados: Incluir legendas em todos os vídeos promocionais para garantir que o conteúdo seja acessível a pessoas com deficiência auditiva.6. Treinamento de Equipe e SensibilizaçãoCapacitação da Equipe : Realizar treinamentos com a equipe de produção, acolhimento e segurança sobre a importância da acessibilidade e técnicas para atender pessoas com deficiência de maneira inclusiva.Simulação de Atendimento : Realize simulações de atendimento a pessoas com diferentes deficiências para garantir que uma equipe esteja preparada para oferecer um suporte de qualidade.7. Comunicação Pré-EventoInformações de Acessibilidade no Material Promocional: Inclui informações fornecidas sobre os recursos de acessibilidade nos materiais promocionais e no site do evento.

Democratização do acesso

Esta proposta considera barreiras financeiras, geográficas, culturais e de acessibilidade, promovendo uma inclusão eficaz permitindo que o maior número possível de pessoas, de diversas origens e condições socioeconômicas, possam participar e desfrutar plenamente da experiência cultural proporcionada. 1. Acessibilidade FinanceiraIngressos Gratuitos: Oferecer uma cota de ingressos gratuitos para comunidades de baixa renda, estudantes da rede pública, idosos e beneficiários de programas sociais.Parcerias com escolas e ONGs para distribuição de ingressos a jovens e pessoas em situação de vulnerabilidade.2. Apresentações em Diferentes Locais : Levar o espetáculo para diferentes regiões, especialmente em locais periféricos ou rurais que tenham menor acesso a eventos culturais.Realizar uma turnê em escolas e centros culturais de cidades menores, com uma versão adaptada do espetáculo para facilitar o transporte e a logística.3. Transmissão Online e Plataformas Digitais : Transmitir o espetáculo ao vivo ou disponibilizar uma gravação em plataformas digitais, permitindo o acesso ao conteúdo de qualquer lugar.Oferecer o conteúdo em plataformas acessíveis e gratuitas, alcançando um público que não pode comparecer fisicamente.Parcerias com Telecentros e Espaços Comunitários : Utilizar telecentros, bibliotecas públicas e centros comunitários como pontos de exibição para comunidades que não têm acesso à internet em casa.3. Diversidade de Públicos e Inclusão CulturalMaterial Educativo e Programas de Formação : Desenvolver materiais educativos e guias didáticos sobre as ladainhas e tradições culturais amazônicas, promovendo o entendimento e a valorização cultural do espetáculo.Realizar oficinas culturais e palestras introdutórias em escolas, centros culturais e ONGs para familiarizar o público com o tema do espetáculo.Parcerias com Escolas e Universidades : Organizar apresentações e ensaios abertos em escolas e universidades, promovendo o espetáculo em ambiente educacional.Oferecer palestras e visitas guiadas sobre os bastidores e o processo criativo, incentivando o interesse dos jovens.4. Acessibilidade Comunicacional e Inclusão LinguísticaConteúdos em Linguagem Simples e Acessível : Adaptar a comunicação do espetáculo com conteúdos claros e objetivos, em uma linguagem inclusiva e acessível.Produzir folhetos e materiais de divulgação com ilustrações e explicações sobre o espetáculo, facilitando a compreensão para pessoas de diferentes níveis de escolaridade.Tradução e Legendagem : Incluir legendas e tradução em Libras em todos os conteúdos digitais e audiovisuais, ampliando o alcance para o público surdo e/ou pessoas que têm como segunda língua o português.5. Acessibilidade de Pessoas com Deficiência (Física, Sensorial e Cognitiva)Plano de Acessibilidade Completo : Implementar um plano de acessibilidade abrangente que garanta recursos como audiodescrição, intérpretes de Libras, legendas e assentos adaptados para pessoas com deficiência.Treinamento da Equipe para Acolhimento Inclusivo : 6. Campanha de Conscientização e Valorização CulturalDivulgação em Espaços Públicos e Comunitários : Utilizar rádios comunitárias, redes sociais e espaços públicos como pontos de divulgação, incentivando a participação da comunidade e promovendo o valor cultural do espetáculo.Ações de Sensibilização : Realizar atividades pré-evento em escolas e espaços comunitários que expliquem a importância das ladainhas amazônicas, estimulando o interesse e o engajamento da comunidade.

Ficha técnica

Proponente W. C. S. NETO & L. R. T. MONTEIRO LTDA, com nome fantasia MEMORIAL PUXIRUM será responsável pela direção executiva e artística do Espetáculo Ladaínhas, a ópera da Amazônia. Leina Regina Tavares Monteiro, integra a diretoria do MEMORIAL PUXIRUM (proponente deste projeto) e irá compor a direção geral do projeto e também em atividades desenvolvidas no decorrer do espetáculo como pesquisa, palestrante, fotografia e percussionista. Leina é doutoranda em Ciências da Educação pela UNADES - Universidade Del Sol pela República do Paraguai, trabalha há 20 anos na área da Educação teve sua formação inicial em pedagogia UEA. Percorreu sua jornada profissional na Semed, Sesc AM e atualmente pertencente ao quadro de professores efetivos da Secretaria de Educação do Amazonas, pesquisadora e escritora dos Grupos e Movimentos de Manifestações Culturais e Artisticas do Amazonas, buscando retratar a cultura imaterial e concomitantemente o reconhecimento da sociedade nas identidades plurais e influências culturais dos amazônidas, situando como estão associados seus saberes culturais, o fazer, as expressões, a musicalidade, que envolve os mestres da cultura popular e folclore que fazem com que esses movimentos resistam e se perpetuem na história. Seu trabalho de mestrado ganhou ênfase em sua defesa, pois a pesquisa retratou “ O Resgate dos saberes culturais dos Rezadores de Almas” onde alcançou notoriedade da banca de defesa, além do respeito e admiração em retratar uma temática distinta que compreende imenso valor sociocultural para a sociedade. Está desenvolvendo seu trabalho de tese e também um documentário com o objetivo de registrar o rito dos Rezadores de Almas à comunidade local, às instituições de ensino, instituições acadêmicas e ao público em geral. Realizou em 2024 o projeto Vozes da Floresta Mestres da Cultura Popular e do folore Narrativas que nos conectam com objetivo de valorização dos mestres em seus diversos territórios e seus saberes e fazeres. Waldemir Coelho Santos Neto ou nome artistico Neto Simões será o Coordenador de Produção, sendo o idealizador do Grupo Memorial Puxirum (proponente deste projeto), grupo da cultura popular e etnica que apresenta em suas canções ocotidiano amazônico e proponente deste projeto. Neto Simões empresário de banda diversos estilos musicais forró, regional amazônica e baile, tecladista, sanfoneiro, violonista,produtor de bandas e compositor de trilhas sonoras, trabalhou com o Maestro Eduardo Agnes na criação da trilha sonora da Lenda do Guaraná no ano de 2005 vindo no ano seguinte se tornar o Diretor musical e compositor da mesma por vários anos acumulando um repertório de 85 músicas instrumentais sendo todas de autoria do mesmo. Foi instrutor de teclado e violão pela Prefeitura de Maués, Fundação Gualter de Almeida. Direcionou a apresentação da Lenda do Guaraná no Teatro Amazonas, participou de turnê internacional, assim como recebeu prêmios em festivais de música e apresentações com o grupo Pingo de luz em Maués e o grupo Çapó com músicas autorais indígenas, em 2023 foi sanfoneiro da Irmandade do Divino Espírito Santo tocando pelas ruas da cidade e fazendo oficinas e apresentações no Liceu de Arte de Maués. Sua participação se destaca também nas apresentações de boi de terreiro e pelos diversos arranjos que criou para os bois atuais de algumas cidades incluindo Parintins. Atualmente está em conclusão de um documentário, como produtor musical sobre a recomendação das Almas feito pela Doutora Leina Regina Tavares Monteiro, atua na área musical cultural há 20 anos. Em 2024 realizou dois projetos aprovados pela Lei Paulo Gustavo Apresentação do Grupo Memorial Puxirum e Ladaínhas, a ópera da Amazônia ambos que destacam os modos de vida e as manifetações culturais e expressões musicais dos Amazônidas. Cleumir da Silva Leda, sua função no projeto é assistente de direção e Coordenador de Grupo Musical. Cleumir iniciou sua carreira na música aos 16 anos como guitarrista acompanhando diversos artistas da música Amazonense, contribuiu por anos na composição de trilhas sonoras do espetáculo Lenda do Guaraná realizado no teatro Amazonas no ano de 2010. Cursou Bacharelado em Música Instrumental/flauta transversal e Licenciatura em Música pela UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS, participou da Orquestra Sinfônica da UEA-Amazonas, recitais de flauta e piano nos espaços culturais de Manaus, é integrante do grupo Çapó (grupo musical indígena) que retrata a cultura e o cotidiano de seu povo. Também houveram participações no Grupo musical Casa de Caba, participou do Festival de Corais do Amazonas. Laiz Sateré irá compor a programação das apresentações musicais com o Canto Indígena. Laiz é cantora e compositora de musicas autorais na língua materna indígena etnia Saterê-Mawé, cujo o trabalho é uma expressão única de cultura e identidade, destaca-se na habilidade do grafismo e moda indígena, como seu coletivo, revela-se uma riqueza de talentos e profunda conexão com sua herança cultural. Principais eventos: The Sthorm Festival 2023, Festival Cultural Satere Mawe 2021, Sonora Brasil 2021. Heron Santos na direção musical. Ele ministra aulas de música em comunidades indígenas, com instrumentos indígenas propiciando amistura de instrumentos nativos e não nativos fenômenoconhecido como diglossia cultural. Participou do grupo musical Myrá Yiá idealizado e dirigido pelo próprio. Participou do evento Encontro de música Popular Ayipaguana, evento realizado pela Secretaria de Economia Criativa do Estado do Amazonas, Espetáculo Glorioso, Concerto de Natalino na equipe de Produção da Sec-AM, produção de CD AMANA OUARY, Cursou topicos especiais em cognição musical e o curso Letras e artes pela Universidade do estado do Amazonas. Rafhael Mendonça, sua função no projeto: músico. Ele é compositor, cantor, multi-instrumentista, pesquisador e produtor musical. Atuou diversas produções culturais independentes, com imersões na Argentina e Colômbia, amante da cultura popular, idealizou o grupo "Çapó" e lançou o álbum "Papagaio Falante", em 2021, com produções musicais que valorizam o tambor de gambá e suas perspectivas amazônicas,participou do projeto "Missigenação do Gambá de Maués", no festival "Sonora Brasil" produzido pelo SESC - AM. Uma trajetória artística que naveja no infinito da batida do tambor Beats Eletrônicos. Rodolpho Padula Filho, nome artístico Pax Bittar, é compositor, pesquisador, educador, regente, baixista, percussionista, violonista, técnico de som e luthier. Fundador e idealizador da Orquestra de Objetos Desinventados e do grupo Coração Quiáltera. Desenvolve, desde 1996, uma pesquisa que privilegia o universo da música instrumental, com destaque para os instrumentos de percussão. Peças teatrais:“Tribobó City”,“O rapto das cebolinhas” e “A bruxinha que era boa” de Maria Clara Machado pela CIA Triptalcom direção de André Garolli.“Luar sobre o Caribe”,“Rumo a Cardiff” e “O Macaco Peludo” de Eugene O’Neill pela CIA Triptal com direção de André Garolli.“Mephisto Injustiçado” pela CIA CITA com direção de Tiche Viana. “Inferno - Um Interlúdio Expressionista” de Tennessee Williams pela CIA Triptal com direção de André Garolli.“Labirinthos” pela Cia Teatral ENERGÓS com direção de Leo Antunes.“A Tragédia na Historiografia do Estado Brasileiro pela Ótica de Jorge Andrade” pela CIA Triptal com direção de André Garolli.“A Grande Obra” resíduos de Tennesse Williams com Fabrício Pietro e direção de Fernanda Stefanski. CDs produzidos:“Concerto dos Irregulares Tempos”– para grupo de percussão – autoria de Pax Bittar.“seguindo os segundos seguidos”– para grupo de percussão, violão, contrabaixo e vozes - autoria de Pax Bittar.“Sementeira, sons da percussão”- Parceria com os músicos Naná Vasconcelos, Caíto Marcondes e MarcosSuzano com a direção de Rodolfo Stroeter."Ritmo das cores"- para instrumentos de percussão, objetos e vozes. Festivais: Festival de música instrumental de Tatuí; Festival de música instrumental de Botucatu; Festival de Inverno de Campos do Jordão; Festival de Artes da UNICAMP (FEIA). Festival Viva Naná - Sesc 24 de Maio Festival Internacional Bigbang – Tatuí. Projetos incentivados e prêmios:Natura Musical: Gravação e apresentação do trabalho “sementeira – sons da percussão”, estúdio Na Cena e Auditório do Ibirapuera; Projeto Guri: Aulas-espetáculo nas cidades de São José do Rio Preto, Tatuí, Garça, Jaboticabal e Sumaré;ProAc:“Concerto dos Irregulares Tempos”, gravação de CD e circulação na cidade de Taboão da Serra;“Música aos Extremos”, circulação de espetáculo nas cidades de Ribeirão Corrente, São José do Barreiro, Bananal, Itaoca, Rosana, Castilho e Rubinéia;“8 vozes do rio”– formação de plateia, espetáculos e oficinas nas cidades de Salesópolis, Santana de Parnaíba, Porto Feliz, Igaraçu do Tietê, Arealva, Buritama, Salto e Itapura. Prêmio de Interações Estéticas da FUNARTE –Oficinas nas cidades de Taboão da Serra e Embu.Edital Aldir Blanc - Prêmio de apoio a Espaço Cultural NPOOD Núcleo de Pesquisas da Orquestra de Objetos Desinventados Edital do Teatro Municipal de São Paulo Núcleo de Pesquisas da OOD ‘Aquasinestesia’sinopse de oficinas. Um exercício de descondicionamento da prática de produção sonora. Oficina 1 - Oficina de aquários Oficina multigeracional onde o participante manipula musicalmente esses objetos num aprendizado dinâmico e intuitivo, através de exercícios práticos, simples e de um código de regência criado pelo compositor dirigido a qualquer pessoa, mesmo sem experiência musical prévia. A água, aqui, atua como elemento estabilizador (afinação) e mecânico (fricção) e não exerce influência transformadora no timbre dos aquários. Oficina 2 – Aqüabatuques Bacias, panelas, vasos, potes de conservas, canos e conduítes são, entre outros, os suportes para produção musical dessa proposta de oficina. Esses objetos estão sempre e de inúmeras formas conectados e em simbiose com a água. Em outras palavras, a água, nesse caso, atua como elemento fundamental para transformação do timbre do objeto. O participante aprende como utilizar a água como produtora de sons, ordenando-os através de ritmos organizados e valendo-se do uso das mãos, baquetas, boca e pés. A oficina propõe também um produto final na forma de uma perfomance aqäacoletiva. Rodrigo Dias, atuará na parte cênica e canto do espetáculo, nome artístico Ro Maravilhosidade tem Curso de Teatro Livre com a Professora Ema Campanini Girão Período: de 1998 Trabalhos: Colagem das obras “Pluft, o fantasminha”, “Os cigarras eos Formigas”, “O sonho de Bebel”, “OliverTwist”, “A Tempestade”.Curso de Teatro no Projeto de Propagação Cultural Teatrando Período: de 1998 a 1999 Trabalhos: “O Lobo e o Burro” e “Clownnoel: O Enigma de um Natal”,“João e Maria” G.P.T.I. Grupo de Produções Teatrais Independentes Período: de 1999 a 2002. Função: Ator.Trabalhos: “Lancelot”, “Rumpelstilsequim”, “Ecoclow”, “Morte e Vida Severina. Período: 2010. Função: ator, co-criador das trilhas sonoras, assistente de direção musical, co-autor da adaptação da obra dos Irmãos Grimm Rumpelstilsequim, violonista e cantor. Atuei com Gal Martins e Rodrigo Ramos no espetáculo "Specullum" que cutucou por São Paulo em 2012. Trupe ArtemanhaIntegrei a trupe durante o projeto contemplado pelo cimento ao Teatro "Ocupar, Revelar e Difundir" no Espaço Cultural CITA. Atuei no espetáculo de rua "O Homem que Virou Suco"que fez uma turnê pelo nordeste (Sousa PB, Crato e Fortaleza Ceará) 2015 e em São Paulo. Espetáculo "Mephisto Injustiçado" com direção de Tiche Vianna. Bando Trapos Atuei com o espetáculo "Uma Brincadeira Ceno Musical" que realizou uma turnê em 2015 em São Paulo. Núcleo Artistico Lessa Ferreira, Bailarina Profissional coordenará a cênica e dança do espetáculo, acadêmica da Universidade do Estado do Amazonas, atualmente cursa 7° período de Bacharelado em dança. Iniciou vivências de teatro e dança na infância, em 2013 iniciou as aulas de Balé Clássico e Jazz. Em 2016 passa a corporificar diversos estilos como Contemporâneo, Moderno, Frevo, Carimbó, Dança Afro, Dança Indígena e Boi-Bumba. Em 2022 inicia sua pesquisa para mesclar dança, performance e Libras com o intuito de promover inclusão de pessoas surdas no fazer e consumir dança. Atuou em projetos como Arte sem Fronteiras, Festival de Dança de Joinville com Dança populares Brasileiras conjunto sênior, Festival Folclórico de Parintins atuou como Orixás, Show Afro Brasilis, Trouxas 2023, Agô Espetáculos com notáveis performances de dança. João Paulo Ribeiro, músico percussionista e oficineiro, natural de Parintins-Am, nasceu no dia 24 de junho de 1965. Tem formação musical em percussão, tendo como instrumento básico a bateria e instrumentos de percussão em geral, inclusive os de criação artesanal própria (bioinstrumentos) .Atualmente é membro do Grupo Gaponga, Memorial Puxirum além de outros grupos e artistas com quem atua como músico convidado.Tem longa experiência de palco atuando em festivais e com artistas em nível regional e nacional. Destaca-se pela maneira como mistura os sons de vários instrumentos e pela forma particular de executá-los. Pesquisador do sons do cotidiano amazônico e na composição da Orquestra de bioinstrumentos e sons da floresta.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2025-12-31
Locais de realização (2)
Manaus AmazonasSão Paulo São Paulo