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O projeto tem como objetivo fomentar a produção do álbum "Caminhos Selvagens", da cantora, compositora e instrumentista Filipe Catto, reconhecida como um dos nomes mais expressivos da chamada nova MPB. Em suas composições, Catto compartilha seu processo de transição de gênero em um retrato íntimo sobre o amor do ponto de vista de uma pessoa trans. Com produção musical da própria artista ao lado dos experientes produtores DJ Jojo Lonestar e Fabio Pinczowski, o álbum conta com a presença de grandes nomes da música brasileira, como Michelle Abu (bateria e percussão), Magno Vito (baixo e synth bass) e Felipe Puperi (arranjos orquestrais). Conta, ainda, com as participações especiais de César Lacerda, parceiro de Catto na composição "Caminhos Selvagens", e da cantora e pianista trans Kluber. O projeto inclui também 3 shows de lançamento do trabalho autoral inédito, a serem realizados em Porto Alegre, São Paulo e Recife.
“Caminhos Selvagens” é um álbum visceral, apaixonado e profundamente pessoal, criado e interpretado por Filipe Catto. Com uma atmosfera noturna e marcante estética visual, a obra explora as profundezas do amor, do rompimento e da autorreflexão sob o olhar de uma artista transgênero. Repleto de baladas intensas e letras confessionais, Catto compartilha sua própria transição de gênero e experiências afetivas, utilizando a música para abordar temas como inclusão, identidade e superação. Inspirada pela “sofrência punk” brasileira e com um toque de romantismo nostálgico, Catto se apropria dos símbolos afetivos do cancioneiro popular, subvertendo o domínio de artistas cisgêneros e heteronormativos neste gênero, e abre espaço para novas narrativas LGBTQIAP+ na música brasileira contemporânea. No álbum, Catto assume a autoria de todas as composições, criando canções que alternam entre lirismo e força bruta. Faixas como “Eu Não Aprendi a Perdoar” abrem o disco com desabafos que retratam a exclusão de corpos trans dos ritos sociais e do amor, considerado por ela “uma terra esquecida por Deus.” Outras, como “1001 Noites is Over,” expressam resiliência e o desejo de viver plenamente após tempos difíceis, evocando uma mistura de dor e esperança. Em “Caminhos Selvagens” – faixa título e parceria com César Lacerda – a poesia se funde com a sonoridade orquestral, criando um ambiente de pura entrega e introspecção. Ao revisitar o imaginário do amor romântico brasileiro, a artista questiona onde se encaixam vozes como a dela, transgredindo o cenário da sofrência e se apropriando do lirismo sentimental em versos intensos e vulneráveis. A produção musical, assinada por Catto junto aos produtores DJ Jojo Lonestar e Fabio Pinczowski, traz uma sonoridade sofisticada que une elementos eletrônicos, acústicos e orquestrais, inspirados tanto pelo rock alternativo dos anos 90 quanto pela tradição dramática de cantoras brasileiras como Maysa e Elis Regina. A sonoridade do álbum cria um híbrido entre referências que vão de PJ Harvey a Fiona Apple, conectando a visceralidade do grunge com a expressão sensível da MPB. Músicos talentosos como Michelle Abu (bateria e percussão) e Magno Vito (baixo e synth bass) colaboram para a densidade sonora, enquanto arranjos orquestrais de Felipe Puperi reforçam a grandiosidade emocional do álbum. A participação especial de Kluber, cantora e pianista trans, confere ainda mais representatividade ao projeto e constrói uma ponte com outras vozes da comunidade LGBTQIAP+. Juntas, Catto e Kluber abrem espaço para novas narrativas, ressignificando a canção romântica brasileira sob o olhar de pessoas trans. As letras, apaixonadas e viscerais, abordam temas universais como saudade, desejo e solidão, ressoando com qualquer pessoa que já tenha experimentado a intensidade de um amor ou a superação de um término. O conceito visual de “Caminhos Selvagens” reflete as estéticas do grunge e do heroin chic dos anos 90, revivendo uma atmosfera nostálgica e rebelde. Com styling da drag queen e multiartista Alma Negrot e direção de performance de João de Ricardo, o projeto traduz a intensidade das canções em um conjunto de visuais que mescla glamour e crueza, fortalecendo a identidade visual do álbum e sua comunicação nas redes sociais. Como parte da concepção do álbum, Catto desenhou o show "Caminhos Selvagens" como uma extensão performática e visual da obra, uma experiência sensorial que integra música, imagem, luz e movimento. O espetáculo passará por três cidades – Porto Alegre, São Paulo e Recife –, sendo planejado para proporcionar ao público uma jornada pelo universo de Catto, onde a música se alia ao design, à moda e às artes visuais. Com figurinos especialmente criados e uma narrativa que reflete os altos e baixos emocionais das canções, o show convida o espectador a mergulhar nos dilemas e nos sonhos de uma artista que transforma vivências pessoais em arte. “Caminhos Selvagens” é um projeto artesanal e intimista, construído sobre diários, experimentações e reflexões pessoais que refletem a busca da artista por identidade e liberdade.
Objetivo Geral: Viabilizar a produção musical, lançamento e circulação de "Caminhos Selvagens", álbum autoral inédito da cantora, compositora e instrumentista Filipe Catto, que é reconhecida como uma das vozes mais autênticas e expressivas da nova música popular brasileira (MPB). Celebrando os 15 anos de uma trajetória artística única, este quarto álbum de estúdio marca a primeira obra inteiramente escrita, produzida e realizada pela própria artista, resultando em uma peça intimista e visceral. Como multiartista que também se expressa nas artes visuais e no design, Catto concebe "Caminhos Selvagens" como uma experiência híbrida e multidimensional que integra música, imagem e performance. Transitando do álbum para o palco e para as redes sociais, "Caminhos Selvagens" sintetiza o universo estético singular de uma artista que explora com precisão e originalidade cada detalhe musical e visual, criando uma linguagem única que se comunica com diversos públicos e valoriza a diversidade e autenticidade da arte brasileira contemporânea. Objetivos específicos: · Produzir o álbum inédito "Caminhos Selvagens", incluindo todas as etapas de produção musical, gravação, mixagem e masterização. O trabalho será elaborado de forma colaborativa com produtores e músicos renomados, garantindo um alto padrão técnico e artístico que amplifique a qualidade do conteúdo e o impacto cultural da obra. · Disponibilizar o álbum nas principais plataformas de músicas, promovendo o acesso ao novo trabalho autoral da artista em ambientes digitais amplamente utilizados pelo público. A distribuição digital assegura a acessibilidade e o alcance nacional e internacional da obra, ampliando o impacto cultural e social do projeto. · Implementar um plano de comunicação abrangente para o lançamento do álbum e divulgação dos shows de estreia do projeto, o qual incluirá a produção de materiais gráficos, fotográficos e audiovisuais de alta qualidade; assessoria de imprensa especializada; e uma estratégia de gestão de redes sociais. Este plano reforça a visibilidade do projeto e consolida a presença da artista em múltiplas plataformas, estimulando o engajamento e interação com o público · Realizar a produção artística e musical do show inédito "Caminhos Selvagens", em formato que destaque as composições do novo álbum e enfatize a identidade visual e performática da artista. O show será cuidadosamente planejado para ser uma extensão das temáticas do álbum, criando uma experiência imersiva e complementar ao conteúdo musical. · Promover três apresentações de estreia do álbum nas cidades de Porto Alegre, São Paulo e Recife, democratizando o acesso ao novo trabalho e fortalecendo a conexão direta da artista com o público. Essas apresentações em capitais culturalmente representativas ampliam o alcance geográfico do projeto e o seu potencial de impacto na cena cultural brasileira.
O projeto "Filipe Catto em Caminhos Selvagens" propõe viabilizar a produção, lançamento e circulação do álbum autoral inédito "Caminhos Selvagens", concebido pela cantora, compositora e instrumentista Filipe Catto. Este álbum, que marca os 15 anos de trajetória artística da artista, é o quarto de estúdio e o primeiro integralmente composto, produzido e realizado por Catto, tornando-se, assim, uma obra profundamente pessoal e autoral. Como uma obra independente e inovadora, "Caminhos Selvagens" representa um diálogo entre tradição e inovação, ao explorar a canção romântica brasileira de forma autêntica, em diálogo com gêneros musicais diversos . Como artista trans não-binária, Catto representa a cena LGBTQIAP+ com intensidade e autenticidade, desafiando os padrões da indústria e ampliando o repertório da música popular brasileira. Neste trabalho, Catto transcende as fronteiras da questão de gênero, compartilhando vivências afetivas que ressoam com o público brasileiro apaixonado pela música sentimental e abrindo um espaço de diálogo que questiona as normas impostas ao amor e à representatividade. Destacada como uma das vozes mais autênticas da nova MPB, Catto é uma artista reconhecida por sua autenticidade e inovação no campo da música, das artes visuais e do design, conferindo ao projeto uma linguagem híbrida e multidimensional. "Caminhos Selvagens" não apenas explora o amor e as relações de uma perspectiva trans, mas também oferece uma narrativa culturalmente relevante sobre identidade e diversidade, temas ainda pouco representados no cenário musical brasileiro. Assim, destaca-se pela contribuição à promoção da diversidade cultural e da diversidade de gênero ao incluir de narrativas e vivências LGBTQIAP+ no campo da música brasileira. Desse modo, "Caminhos Selvagens" está destinado a ser mais do que um álbum de músicas inéditas. Trata-se de uma narrativa social e cultural sobre identidades, amor e transformação pessoal que dialoga diretamente com o público e contribui para uma compreensão ampliada e inclusiva da cultura nacional. A obra representa um documento artístico da experiência de uma pessoa trans no Brasil, refletindo uma realidade que é ainda marginalizada e insuficientemente explorada no campo artístico. Além disso, o projeto cria um espaço de valorização para a comunidade LGBTQIAP+, gerando visibilidade e legitimidade para as experiências e perspectivas desta comunidade no contexto da música brasileira. O álbum nasce como um projeto cultural que não apenas celebra a trajetória de Filipe Catto, mas também desafia os padrões da indústria, valorizando a multiplicidade de narrativas e reafirmando o potencial da música brasileira como espaço de reflexão e transformação. A relevância cultural de "Caminhos Selvagens" vai ao encontro dos anseios do público brasileiro por obras autênticas, inclusivas e de alta qualidade técnica e artística. Ao apoiar o projeto, o Mecanismo de Incentivo à Cultura garante que uma artista com a trajetória e o impacto de Filipe Catto possa dar continuidade ao seu trabalho com dignidade e valorização, enfrentando as dificuldades impostas ao setor cultural nos últimos anos. A Lei Rouanet possibilita que este trabalho, que representa tanto uma celebração da trajetória de Filipe Catto quanto um marco de visibilidade para a comunidade LGBTQIAP+, chegue ao público em todas as suas dimensões artísticas. Neste sentido, trata-se de uma proposta culturalmente significativa e socialmente necessária, que ressoa com os valores e objetivos da Lei Rouanet ao promover a diversidade, a inclusão e a excelência artística na música popular brasileira. A utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais (MIPC), previsto na Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) _ Lei 8.313/91 _ torna-se fundamental para a realização deste projeto, permitindo que ele seja executado com qualidade e atinja seu potencial artístico e cultural. A produção de um álbum independente como este exige altos investimentos em qualidade de gravação, mixagem e masterização, além do trabalho de profissionais técnicos e artísticos de grande competência. Adicionalmente, o apoio permite que as apresentações do show de lançamento sejam realizadas com alta qualidade de produção, contemplando uma experiência imersiva que valoriza a visão estética da artista. O projeto se enquadra nos objetivos do Art. 1º da Lei 8.313/91, especialmente nos incisos II, III e VI, que visam a preservação do patrimônio cultural brasileiro, a produção e difusão de bens culturais, e o estímulo ao conhecimento e divulgação dos valores culturais. Além disso, atende aos objetivos do Art. 3º, que priorizam o acesso à cultura, a formação de valores culturais universais e a inclusão social através da diversidade cultural. Enquadramento no Art. 1º da Lei 8.313/91: Inciso II _ Preservação do patrimônio cultural brasileiro: Embora contemporâneo, "Caminhos Selvagens" preserva e ressignifica elementos da MPB e da música romântica. O projeto traz uma perspectiva inovadora e inclusiva, atualizando esses gêneros através de uma abordagem que reflete a multiplicidade de identidades e vivências no Brasil de hoje. Inciso III _ Produção e difusão de bens culturais: O projeto não se limita ao lançamento do álbum, mas inclui também apresentações em três importantes capitais culturais brasileiras (Porto Alegre, São Paulo e Recife), levando a obra a um público diversificado e promovendo a valorização da música e cultura brasileiras. Inciso VI _ Estímulo ao conhecimento e apoio à divulgação dos valores culturais: "Caminhos Selvagens" aborda o amor e as relações afetivas sob o ponto de vista de uma pessoa trans, ampliando o entendimento e o reconhecimento da diversidade de gênero e da pluralidade cultural do país. Essa abordagem estimula a compreensão e a aceitação de diferentes vivências e valores. Alinhamento com os Objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91: Objetivo I _ Acesso às fontes da cultura nacional: A ampla disponibilização do álbum nas plataformas de streaming e os shows presenciais acessíveis buscam democratizar o acesso ao trabalho de Filipe Catto, proporcionando ao público uma obra artística acessível em diversas plataformas e territórios do país. Objetivo II _ Apoio e difusão das atividades culturais: A realização do projeto promove o desenvolvimento de artistas e técnicos qualificados, valorizando talentos nacionais e incentivando a troca de experiências artísticas. Além disso, o projeto integra redes e parcerias que promovem a difusão cultural e a valorização da arte LGBTQIAP+. Objetivo V _ Produção de bens culturais de valor universal: Ao abordar temas universais como o amor, a identidade e a transformação pessoal, o projeto cria um impacto cultural que vai além do cenário musical brasileiro, com potencial para alcançar e emocionar públicos diversos. Contribui, ainda, para o patrimônio cultural ao documentar experiências e sentimentos de uma pessoa trans no Brasil. Objetivo IX _ Exercício dos direitos culturais e difusão das manifestações culturais: Filipe Catto, como uma artista trans não-binária, representa uma voz importante e frequentemente sub-representada na cultura brasileira. O projeto garante visibilidade a essa perspectiva, incentivando uma cultura mais inclusiva, que reconhece e valoriza a diversidade.
Os produtos contemplados pelo projeto “Filipe Catto em Caminhos Selvagens” são: · 1 álbum autoral (“Caminhos Selvagens”) contendo 10 faixas inéditas, o qual será distribuído digitalmente por meio das plataformas de música. O álbum será composto pelas seguintes faixas: 1 EU NÃO APRENDI A PERDOAR (Catto) 2 SOLIDÃO É UMA FESTA (Catto) 3 CORE (EU TE AMO) (Catto) 4 NATASHA DREHER STRIKES MANHATTAN (Catto) 5 CAMINHOS SELVAGENS (Catto/ Cesar Lacerda) 6 MADRIGAL (Catto) 7 PARA YURI TODOS OS MEUS BEIJOS (Catto) 8 1001 NOITES IS OVER (Catto) 9 EX (NEMESIS) (Catto) 10 LEITE DERRAMADO (Catto) · Três shows de lançamento do álbum “Caminhos Selvagens”, a serem realizados nas cidades de Porto Alegre, São Paulo e Recife. A duração do show será de 1h20min.
O conjunto de medidas de acessibilidade física e de conteúdo propostas visam ampliar o impacto social do projeto, tornando-o acessível a públicos diversos e assegurando que o conteúdo artístico possa ser apreciado por pessoas com diferentes condições e necessidades. Tais medidas reforçam o compromisso do projeto com a inclusão e com o acesso democrático à cultura. Acessibilidade Física: As apresentações ao vivo do projeto acontecerão em locais culturalmente representativos e de grande visibilidade, com infraestrutura adequada para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Serão priorizados espaços que contem com rampas de acesso e/ou elevadores, sanitários acessíveis, espaço reservado para cadeirantes, bem como prioridade para atendimento e acesso às bilheterias, áreas de entrada e locais dos shows. Acessibilidade de Conteúdo: Para garantir que o conteúdo artístico e informativo do projeto “Caminhos Selvagens” seja acessível, serão adotadas as seguintes medidas: (i) para os shows de lançamento do álbum, está prevista também a contratação de intérprete de libras; (ii) no que se refere ao plano de comunicação para divulgação do álbum, todo o material publicado em redes sociais será adaptado para acessibilidade digital, com descrições detalhadas em texto alternativo para imagens e vídeos, promovendo uma experiência inclusiva para pessoas com deficiência visual que utilizam leitores de tela.
Para o projeto “Filipe Catto em Caminhos Selvagens”, propomos um conjunto de medidas que visam a democratização do acesso, a ampliação do impacto cultural e a acessibilidade, atendendo às diretrizes da Lei Rouanet e do Artigo 28 da IN nº 01/2023. As medidas propostas visam a ampliar o alcance e a acessibilidade do projeto, especialmente para públicos em situação de vulnerabilidade social e pertencentes à comunidade LGBTQIAP+, com destaque para as populações trans. · Distribuição e Comercialização dos Produtos: A proposta de distribuição e comercialização de “Caminhos Selvagens” foi desenhada para contemplar a máxima acessibilidade ao público, aproveitando tanto a força das plataformas digitais quanto a presença física do projeto nos shows de lançamento. Os produtos da proposta incluem o álbum em formato digital, os shows de lançamento e materiais audiovisuais e fotográficos que acompanham o projeto. · Gratuidade para População Trans: Em cada um dos shows de lançamento, 10% dos ingressos serão destinados a pessoas trans, LGBTQIAP+ e público em situação de vulnerabilidade, mediante parceria com ONGs e centros de apoio à população trans. A gratuidade promove acesso direto e garante a representatividade dessas pessoas nas apresentações. · Shows de Lançamento com Meia-Entrada Ampliada: Todos os shows de lançamento em Porto Alegre, São Paulo e Recife terão meia-entrada ampliada (inciso II do artigo 28) para garantir que pessoas elegíveis e não contempladas pelas gratuidade social possam também ter um benefício de acesso. Esse modelo de meia-entrada visa promover a acessibilidade econômica e assegurar a participação de um público diversificado. Para ampliar o acesso e fortalecer o impacto cultural do projeto, serão realizadas atividades gratuitas que exploram temas centrais de “Caminhos Selvagens” e promovem um diálogo direto com o público. A seguir, descrevemos duas atividades planejadas, que atendem ao inciso VI do artigo 28: · Encontro “O Multiartista e o Processo Híbrido de Criação no Mundo das Plataformas Digitais”: Tem como objetivo compartilhar com estudantes, artistas iniciantes e interessados em geral o processo criativo de Filipe Catto, abordando o desenvolvimento do álbum “Caminhos Selvagens” e a criação híbrida que une música, performance, design e estética visual. Durante o encontro, Catto irá compartilhar o conceito por trás do álbum, o uso das plataformas digitais e a construção de uma obra artística independente e autônoma. Serão discutidos aspectos técnicos da produção musical, o desenvolvimento da estética visual e como a artista integra todas as expressões artísticas para criar uma experiência completa e inovadora. A atividade busca desmistificar o processo de criação no contexto das plataformas digitais, destacando formas de independência artística e criação híbrida e incentivando jovens artistas a explorar múltiplos canais de expressão. Público-alvo: Estudantes, fãs, artistas iniciantes e pessoas interessadas no processo criativo e nas plataformas digitais como espaço de criação e divulgação artística. · Debate “Caminhos Selvagens e a Transgressão de Gênero na Música”, com Filipe Catto e Ali Prando Este debate contará com a participação da artista e do filósofo e ativista Ali Prando, explorando temas como gênero, identidade e expressão na música e nas artes em geral. O evento será uma oportunidade para refletir sobre a importância da representatividade e o papel da música na construção de discursos sociais. O debate abordará as questões de gênero e sexualidade que perpassam o álbum e a trajetória de Filipe Catto, discutindo o papel da música na transgressão das normas de gênero e na construção de uma nova narrativa de corpos dissidentes. Público-alvo: Interessados em questões de gênero, ativismo, e o papel da música como plataforma de expressão social.
EDITSY (proponente/ direção geral/ produção executiva): empresa gerida pela diretora Ana Paula Veríssimo, especializada em produção de eventos culturais ligados à música. 2018 - Ana Cañas - To Na Vida - Caixa Cultural. Curadoria Festival Taste Of Brasil. Produção do show de comemoração dos 20 anos Vozes do Brasil. 2013 - Direção de Produção e Gerenciamento de equipe do Prêmio da Música Brasileira – Edição SP. 2014 e 2016 - Movimento Cultural Tamar: projeto levou espetáculos musicais, teatrais e oficinas de educação ambiental na base do Tamar em Ubatuba. 2016 - 3º disco da banda O Terno - Melhor do que Parece, patrocinado pelo Natura Musical. 2014 - 2º disco do cantor Marcelo Jeneci - De Graça e 2º disco da banda O Terno. 2013 - 2º disco da banda Bixiga 70, turnê da banda O Terno. 2011 - Turnê nacional e internacional do disco - Feito pra Acabar de Marcelo Jeneci e disco da banda O Terno. 2010 - Marcelo Jeneci – Feito pra Acabar. Atualmente gerencia as carreiras da artista Filipe Catto, da banda Selvagens à Procura de Lei e Gabriel Aragão. FILIPE CATTO: Cantora, compositora, instrumentista, produtora musical, designer e diretora audiovisual. Os atributos de Filipe Catto a tornaram uma das mais completas e relevantes artistas da sua geração. Ao longo de seus 15 anos de carreira, a gaúcha radicada em São Paulo lançou sete registros em estúdio, acumulou prêmios importantes e colaborou com um grande leque de artistas brasileiros. Catto estreou na música em 2009, com o EP “Saga”. Logo depois, a faixa-título da obra foi trilha sonora da novela Cordel Encantado, da Rede Globo, projetando seu nome nacionalmente. Os anos seguintes foram marcados por lançamentos. Em 2011 veio “Fôlego”, seu primeiro álbum de estúdio, cuja faixa “Redoma” levou o prêmio de Melhor Canção na 52º edição do Festival Internacional de Cinema de Gramado. Em 2013, gravou o CD e DVD ao vivo “Entre Cabelos, Olhos e Furacões”, no Auditório Ibirapuera. Depois, vieram os discos “Tomada” (2015) e o decisivo “CATTO” (2017). Com duas pré-estreias em Portugal e três shows esgotados no Sesc Vila Mariana, “CATTO” foi um divisor de águas em sua carreira e vida pessoal. Depois de circular pelo Brasil, países da América Latina, da Europa e nos Estados Unidos, a artista lançou o registro ao vivo “O Nascimento de Vênus Tour”, que celebra o sucesso do disco e marca sua primeira grande obra após a afirmação de gênero. Ao longo de sua trajetória, Catto dividiu os palcos com ícones como Ana Carolina, Arnaldo Antunes, Daniela Mercury, Elza Soares, Maria Bethânia, Marina Lima, Nando Reis, Ney Matogrosso, Toquinho e Zélia Duncan (com quem tem uma música gravada), e teve outras faixas presentes nas trilhas sonoras das novelas Sangue Bom (Quem é Você), Saramandaia (Adoração) e Joia Rara (Flor da Idade). Em seu disco mais recente, “Belezas São Coisas Acesas por Dentro” (2023), ela reinterpreta canções de Gal Costa. Aclamado pelo público e pela crítica, o projeto rodou o Brasil com shows esgotados e vem ganhando o mundo, com apresentações em países como Inglaterra, Espanha, Portugal, Holanda, México e Uruguai, onde a artista vem conquistando cada vez mais plateias. O trabalho figurou ainda na lista dos 50 Melhores Álbuns de 2023 da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) e foi indicado em duas categorias do Prêmio da Música Brasileira. Já nos palcos, o destaque foi durante a passagem da turnê pelo festival Primavera Sound São Paulo no ano passado, figurando entre os 10 melhores shows daquela edição para os jornais Estadão e O Globo. JOJO LONESTAR (produção musical): Músico multi-instrumentista e produtor musical com cerca de 13 anos de experiência. Jojo toca com Catto desde 2018 e assinou a direção musical dos projetos de espetáculos visuais da artista na primeira temporada do LoveCattoLive Deluxe e também do show Metamorfoses em parceria com o Instituto Moreira Salles. FABIO PINCZOWSKI (produção musical): Produtor e musico multi-instrumentista, Fabio Pinczowski e proprietario do estudio 12 Dolares e desde 2001 tem trabalhado com diversos artistas como Jorge du Peixe, Lucas Santtana, Marcelo Camelo, Siba, Vanguart, Andre Frateschi, Roberta Campos, Victor Rice, entre outros. Como produtor e diretor artistico, trabalhou em projetos musicais para o VMB da MTV e atualmente HBO, com seu projeto autoral "Clubversao", que contou com a participação de artistas como Gilberto Gil, Milton Nascimento, Julieta Venegas, Criolo, Tulipa Ruiz, Paulo Miklos, Pepeu Gomes, Arnaldo Antunes, Ceu, Moreno Veloso, Seu Jorge, Joao Donato, entre outros. Em 2017 venceu o Premio Multishow com o disco “Modo Aviao” de Lucas Santtana, na categoria de Melhor Gravacao de Disco MICHELE ABU (bateria e percussão): Multi-instrumentista de atuação diversificada, Michelle Abu transita facilmente por diferentes estilos musicais, que vai desde a música popular ao rock nacional, até ritmos regionais e de raiz; imprimindo em todos eles suingue e marcas próprios, resultado de 25 anos de estrada. Como instrumentista, Michelle Abu já atuou com grandes artistas da cena musical nacional e internacional como Lobão, Ira!, Elza Soares, Riachão, Baby do Brasil, Maria Alcina, Márcia Castro, Aldo Brizzi (ITA), destacando-se no trabalho com Arnaldo Antunes, Edgar Scandurra e Toumani Diabaté, em turnê internacional com o A Curva da Cintura. Atualmente trabalha com Palavra Cantada, Paulo Miklos, Karol Conká, Johnny Hooker, Otto, Fresno, China, Filipe Catto. MAGNO VITO (baixo e synth bass): Contrabaixista natural de Maceio/AL, ja tocou com artistas nacionais como Filipe Catto, Mariana Aydar, Tie, Luisa Maita, Ceu, Marcia Castro, Luciana Mello, Zeca Baleiro, Toquinho, Criolo, Rael, Martnalia, Alcione, Rita Ribeiro, Ana Canas, Frejat, Marina de La Riva, Clara Moreno e internacionais como Mayra Andrade (Cabo Verde), Ravid Kahalani (Israel), Rene Ferrer (Cuba). FELIPE PUPERI (arranjos orquestrais): Musico multi-instrumentista, compositor e produtor musical com cerca de 15 anos de experiencia. EXPERIENCIA PROFISSIONAL: 2009/2016 - Compositor, produtor e vocalista do Wannabe Jalva, banda com turnes nacionais e internacionais. Tocou em festivais como Lollapalooza, Bananada, Meca, Planeta Altantida e dividiu palco com artistas como Jack White, Pearl Jam, CSS, Mayer Hawthorne, Cut Copy, etc. 2010/2017 - Compositor de trilhas para filmes nacionais e internacionais, como os premiados Castanha”,“Beira-Mar”, “Tinta Bruta”, “Vaca Profana”,“Castillo y el Armado”, “O Corpo, etc. 2017 - Produtor, arranjador e instrumentista do disco “Catto”, do cantor e compositor Filipe Catto. Diretor musical do show na turne. 2017 - Produtor e arranjador do EP “Tombamento Inevitavel”, primeiro material do trabalho autoral Tagua Tagua. 2018 - Produtor e arranjador da musica “Beija-Flor”, de Johnny Hooker, para novela “Segundo Sol”2018 - Produtor, arranjador e instrumentista do EP “Pedaco Vivo”, do Tagua Tagua. FORMACAO ACADEMICA: Graduado na Faculda de de Comunicacao Social da PUCRS. CÉSAR LACERDA (piano): Segundo o crítico musical Mauro Ferreira, César Lacerda é “um dos artistas brasileiros mais interessantes surgidos nos anos 2010”. A percepção do crítico se baseia em fatos, afinal, nos últimos nove anos, desde o lançamento do seu primeiro disco (são cinco ao todo), César vem colecionando êxitos: como compositor, está presente em mais de cinquenta álbuns, interpretado por artistas como Maria Bethânia, Gal Costa, Zezé Motta, Lenine, Filipe Catto e Maria Gadú; tem parcerias musicais com compositores de grande expressão como Ronaldo Bastos, Chico César e Jorge Mautner; e em nome próprio, já se apresentou em uma dezena de países (como Alemanha, Portugal, Espanha, Chile, Itália, Holanda, Uruguai, entre outros), sempre em espaços e festivais de grande relevância. Ainda além, já teve canções de sua autoria em novelas, como “Amor de Mãe” da Rede Globo; filmes, como “Pai em Dobro” da Netflix; e seriados, como “NCIS: Los Angeles” da CBS. JOÃ KLUBER (piano): Klüber canta, compõe, toca piano e se experimenta em outros instrumentos. Residente em Curitiba, colabora e troca com diverses artistas da cidade como pianista e cantautora: MULAMBA, Érica Silva, Roseane Santos, Leo Fressato, SIAMESE, Murilo Silvestrim, Nati Bermúdez, Cidrais, dentre outres. Suas composições carregam influência substancial da música de concerto para piano, que se mescla a referências de rock alternativo, folk, música brasileira e pop. Lançou em 2019 seu primeiro EP, Cante Comigo Esse Refrão Clichê de Pop Farofa, acompanhado de alguns videoclipes. Em 2020 lançou Cante Comigo Ao Vivo, mini-álbum visual em que regrava ao vivo as canções do primeiro EP. Por meio de um financiamento coletivo finalizado em 2021, lançou em 2022 o single Ninguém Precisa, seguido de seu primeiro álbum, Pra Duvidar. ALI PRANDO (atividade de formação): Considerado uma das nove pessoas que mais lutaram por justiça e igualdade social no Brasil durante a pandemia, título concedido pelo fórum Cidadão Global e Revista Valor Econômico, ALI é filósofo, curador, multiartista e pesquisador com as temáticas de gênero, corpo e tecnologia. Seu primeiro álbum ‘GLITCH’, produzido em conjunto a Joe Irente e FKOFF1963, tensiona os limites entre o natural e artificial, refletindo também acerca da nossa relação com as redes sociais e a ciborguização dos corpos.
PROJETO ARQUIVADO.