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Sonhar Mundo Aflora é o novo espetáculo musical infantil do Mundo Aflora que busca, por meio do uso de diferentes recursos audiovisuais, cênicos e interativos, despertar a curiosidade e o respeito do público para a diversidade de culturas do mundo, tendo o sonho como fio condutor desta jornada. Nesta viagem para dentro e para fora, serão celebrados os encontros com criaturas e sentimentos que nos habitam, em suas diferentes expressões culturais: formas, simbologias, códigos. A base para a construção deste espetáculo é a pesquisa de histórias e manifestações artísticas de diversas culturas, como árabe, indiana e mexicana que, de diferentes maneiras, encontram relações com elementos do que chamamos de Cultura Popular Brasileira. O projeto contempla, além da construção do espetáculo, seis (6) apresentações de estreia do mesmo, duas (2) apresentações em escolas da rede pública de ensino, quatro (4) formações para educadores e a gravação e distribuição das músicas que o compõe.
Após cinco anos do lançamento do disco e espetáculo “Mundo Aflora”, o duo homônimo formado pelos brincantes Angelo Mundy e Flora Poppovic se aventura em novas viagens e estreia "Sonhar Mundo Aflora". O espetáculo musical tem como fio condutor o sonho: explorando as criaturas e sentimentos que nos habitam, os artistas constroem, com ajuda do público, uma jornada que amplificará uma pergunta: o que nos motiva a viajar, para dentro e para fora? Com canções compostas a partir da viagem por várias culturas, cenário e figurinos que transportam o público para cada destino da jornada, o espetáculo transcende a experiência de um show musical, sendo em si, uma grande viagem pelos mundos internos e externos.
Objetivo Geral: Viabilizar a criação do espetáculo "Sonhar Mundo Aflora", que terá como fio condutor o sonho, explorando as criaturas e sentimentos que nos habitam, construindo, junto ao público, uma jornada que amplificará uma pergunta: o que nos motiva a viajar, para dentro e para fora? O projeto visa a promoção e incentivo a música autoral infantil de qualidade, além da promoção do respeito e valorização das diversidades culturais. Objetivos Específicos: -Produção e criação do espetáculo musical "Sonhar Mundo Aflora"; -Realização de temporada de estreia do espetáculo, com seis (6) apresentações gratuitas; -Realização de duas (2) apresentações do espetáculo em instituições públicas de ensino da cidade de São Paulo, para até 400 crianças; -Realização de quatro (4) formações para educadores da rede pública de ensino, atendendo até 100 professores e beneficiando indiretamente cerca de 3.000 alunos; -Gravação, mixagem, masterização e distribuição gratuita das músicas do espetáculo.
O duo Mundo Aflora, formado por Flora Poppovic e Angelo Mundy vem, desde 2018, pesquisando, pensando e criando arte para a infância desde um ponto de partida fora do senso comum: infância não é uma etapa da vida, mas sim um território onde pessoas de todas as faixas etárias se encontram. Suas pesquisas e experimentações geraram, dentre outros produtos, o álbum Mundo Aflora, que apresenta e busca despertar a curiosidade e o respeito do público para a diversidade de culturas do mundo — desde as mais propagadas pela mídia até aquelas que são discriminadas por algum preconceito. O disco tem participação especial do grupo Barbatuques, da cantora moçambicana Lenna Bahule, do mestre Tião Carvalho, dos músicos Gabriel Levy, Ricardo Herz, Rodrigo Scarcello, Renato Enoki e Pedro Gongom e foi lançado em 2019. O tema da viagem é o principal fio condutor de suas criações. Jornadas, aventuras, deslocamentos, nos abrem novos caminhos internos; mesmo quando não saímos do lugar, como quando lemos ou escutamos música, podemos entrar em contato mais profundo com nossos mundos interiores. Desde a pandemia, no entanto, as pesquisas do duo voltaram-se para o corpo, para o mundo interno e acabaram se debruçando sobre o sonhar. Agora as viagens passaram a incluir os encontros com criaturas e sentimentos que nos habitam, em suas diferentes expressões culturais: formas, simbologias, códigos. Essas pesquisas se transformaram no EP "Sonhar Mundo Aflora", composto por quatro (4) faixas, lançado em outubro 2024. O projeto "Sonhar Mundo Aflora" aqui apresentado, contempla a continuidade desta pesquisa, a partir da concepção e produção de um novo espetáculo musical para o público infantil, homônimo ao projeto, que terá como base as canções compostas no EP, bem como até dez novas canções. "Não há mudança sem sonho, como não há sonho sem esperança." (Paulo Freire, Pedagogia da Esperança, pág. 126) Além da criação deste novo espetáculo, o projeto propõe a realização de uma temporada de estréia, composta por seis (6) apresentações gratuitas, a serem realizadas em um equipamento de cultura público da cidade de São Paulo, bem como a gravação e distribuição gratuita das músicas que compõe o repertório do espetáculo. Como medida de democratização e ampliação de acesso, serão realizadas duas (2) apresentações do espetáculo em instituições públicas de ensino para até 400 crianças. Por fim, o projeto propõe a realização de quatro (4) formações para educadores da rede pública de ensino, atendendo até 100 professores e beneficiando indiretamente cerca de 3.000 alunos. A base para a criação dos produtos aqui apresentados é a pesquisa realizada há cinco anos pelo duo, de histórias, mitos, símbolos e manifestações artísticas de diversas culturas, como árabe, indiana, mexicana, entre outras, que, de diferentes maneiras, encontram relações com elementos do que chamamos de Cultura Popular Brasileira. Este trabalho de pesquisa tem por princípio o direito das crianças ao acesso a todas as manifestações culturais existentes, desde as mais propagadas pela mídia até aquelas que são discriminadas por algum preconceito. Eles acreditam no poder do encantamento e da educação pautada no convívio, no vínculo e no afeto. Em Sonhar Mundo Aflora, Angelo e Flora são dois músicos que, curiosos com a diversidade de culturas do mundo, partem em uma jornada poético/musical em busca de narrativas que possam reavivar e amplificar uma pergunta: o que nos motiva a viajar? A concepção do espetáculo parte do princípio de que as viagens não são necessariamente apenas deslocamentos espaciais e temporais, mas são sempre deslocamentos internos. A contadora de histórias Regina Machado diz que "todas as histórias tradicionais falam sobre uma viagem: a do ser humano em busca de conhecimento. As viagens são sempre pra dentro da gente, e os lugares que visitamos são paisagens internas". Através das nossas jornadas na vida, nos transformamos, transformamos as pessoas com quem nos relacionamos e assim podemos reconhecer, mais profundamente, quem somos. A curiosidade e o respeito com as diferentes culturas _ as diversas narrativas que os povos do mundo constroem e transmitem para expressar suas visões acerca da realidade _ podem promover um contato profundo com os nossos mundos interiores e transformar a maneira como entendemos, experienciamos e modificamos o mundo ao nosso redor. Como evidencia Paulo Freire, em Pedagogia da Esperança: "Sonhar não é apenas um ato político necessário, mas também uma conotação da forma histórico-social de estar sendo de mulheres e homens. Faz parte da natureza humana que, dentro da história, se acha em permanente processo de tornar-se." (p.126) O espetáculo contará com um projeto de cenografia, fundamental para ambientar as diversas histórias, utilizando variados objetos cênicos. Também serão trabalhadas projeções que, junto à cenografia e iluminação, servirão como ambientes, cenários e personagens que irão interagir com os músicos em cena. Além disso, será elaborado e produzido um figurino que dialogue com as temáticas principais do espetáculo e traga, em si, a mistura e potência das culturas pesquisadas para a construção do álbum e do espetáculo. O roteiro do mesmo terá estrutura aberta e a narrativa será cocriada com o público presente em cada espetáculo. Assim como nos livros da série "Escolha Sua Aventura" e o conceito de RPG, em que o leitor torna-se um jogador e pode escolher o próximo destino da aventura e desta forma, o desenrolar da história, em Sonhar Mundo Aflora o público será convidado a escolher o próximo destino, ou melhor, música, a partir de uma ação interativa realizada na hora. O espetáculo será construído por meio destas escolhas, proporcionando uma vivência singular para o público a cada apresentação, mas o destino final da jornada sempre será um caleidoscópio de experiências interiores. "A arte é uma forma de conhecimento que pode contribuir para a conscientização crítica dos indivíduos, ajudando-os a entender e transformar a realidade." (Paulo Freire, Pedagogia da Esperança, pág. 82) A aprovação do projeto garante a democratização e ampliação do acesso aos produtos culturais e o pleno exercício dos direitos culturais da população, estando alinhado com o instituído pelos incisos I, II, III, V, VIII e IX do Art 1° da Lei 8313/91 e com os objetivos II e IV do Art 3º: Art 1º I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art 3° II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Projeto Pedagógico | Formação para Educadores da Rede Pública Realização de quatro (4) oficinas de música online para até 25 educadores do Fundamental I de escolas da rede pública (por turma), sendo 2 encontros de 3 horas cada. Encontro 1: Música e Infância: pesquisar e escutar - Escutar as crianças: Como instigamos a curiosidade de ouvir sons e músicas nas diferentes faixas etárias? Caminhando em direção ao desenvolvimento de uma escuta ativa: atitude de ouvinte. Encontro 2: Corporificar e pertencer - Trazer para o corpo: as brincadeiras infantis como um meio de aprendizagem musical; aguçando os sentidos para a educação. - Tradições e festas populares: a integração entre diferentes expressões artísticas; o envolvimento da comunidade em um objetivo; a infância como uma rede intergeracional de relações.
Acessibilidade física: Todo tipo de público terá acesso ao projeto, inclusive as pessoas com deficiência e/ou dificuldade de locomoção, para fins de atendimento ao art.25 Instrução Normativa n° 1/2023. Um dos critérios de escolha do espaço de realização das apresentações será a acessibilidade do espaço. Caso seja necessário, o projeto fará a locação de estrutura e/ou equipamentos adicionais para garantir a acessibilidade, como passa cabos, rampas, piso tátil e outros. Rubrica em orçamento: Materiais e Equipamentos para Montagem Acessibilidade de conteúdo: Os materiais gráficos como flyers e programação do espetáculo serão impressos com descritivos em braile para deficientes visuais. Rubrica em orçamento: Custos Vinculados de Divulgação (Impressão em braile) Três (3) das seis (6) apresentações da temporada de estréia contarão com Intérprete em Libras. Para as apresentações em instituições públicas, também será contratada equipe de Interpretação em Libras caso haja crianças com deficiências auditivas. Rubrica em orçamento: Intérprete de libras Nas oficinas para educadores, serão realizadas as adaptações necessárias para inclusão de participantes com deficiências, caso haja (impressão de materiais em braille, contratação de ínterprete de libras, realização das aulas em salas acessíveis e outros); Todas as publicações nas redes sociais do grupo/projeto contarão com legenda descritiva para acesso de pessoas com deficiências visuais; Todas as publicações audiovisuais em redes sociais do grupo/projeto contarão com legendas descritivas nos próprios vídeos para acesso de pessoas com deficiências visuais.
-Todas as apresentações de estreia do espetáculo terão ingressos gratuitos; -A descentralização será um critério de escolha do espaço recebedor da temporada de estréia do espetáculo, assim como o fácil acesso via transporte público; -Serão realizadas, de maneira adicional à temporada de estreia, duas (2) apresentações do espetáculo em instituições públicas de ensino da cidade de São Paulo, para até 400 crianças e jovens; -Serão realizadas quatro (4) oficinas para educadores da rede pública da cidade de São Paulo, atendendo até 100 professores e impactando até 3.000 alunos de maneira indireta; -Todas as músicas gravadas e produzidas pelo projeto serão disponibilizadas online de maneira gratuita, em diversas plataformas de streaming e distribuição de áudio, como Spotify e YouTube.
Direção Musical, Pesquisa e Concepção Flora Poppovic Flora Poppovic é cantora e percussionista. Foi integrante do grupo de percussão Batuntã por dez anos, e regente - fundadora do bloco de carnaval homônimo. Participou com este grupo no CD “Pé com pé” do Palavra Cantada. Integrante do grupo Zabumbal, idealizado e dirigido pelo multiartista Antonio Nóbrega, fez parte da gravação do CD “Abre a Roda Tindolelê” de Lydia Hortélio. Participou como cantora do espetáculo Nove de Frevereiro, de Antônio Nóbrega e da gravação do DVD do mesmo. Integrou a Companhia Giz de Cena de dança para crianças como intérprete criadora, e assinou como co-autora a trilha para dois espetáculos da companhia. Foi cantora e percussionista do Pitanga em Pé de Amora, banda de canções autorais que tem dois discos lançados, e realizou com este grupo apresentações ao lado de importantes nomes da MPB como Mônica Salmaso e Jair Rodrigues. Cantou também ao lado de nomes como Riachão, Douglas Germano, Barbatuques, Lenna Bahule, Chico Pinheiro e Swamy Junior. Atualmente se dedica a trabalhos voltados para o público infantil com os grupos ‘Histórias de Brincar” e ‘Mundo Aflora”. Também faz parte da “Orquestra Platinelas” de pandeiro, idealizada por Léo Rodrigues. Foi educadora durante oito anos no Instituto Brincante, atuando nos cursos “Brincantinho: Cultura da Infância”, “Brincantinho: Dança e Percussão” e “Percussão Brasileira Iniciante”. Atualmente é graduanda no curso de pedagogia no Instituto Singularidades e atua como educadora de música em escolas particulares na cidade de São Paulo. Angelo Mundy Angelo Mundy é músico, compositor, ator, autor, produtor musical e educador interessado em processos de criação coletivos e na combinação entre linguagens expressivas. Encontra na infância e na educação um campo fértil de pesquisa e atuação há mais de 20 anos. Atualmente coordena o projeto "Música Criativa", de acompanhamento de processos criativos em música para crianças e adultes, e é professor de música na Escola Vera Cruz, em São Paulo, além de ser palestrante e ministrar cursos de formação de professores em diferentes cidades do Brasil. Em 2018 fundou, em parceria com Flora Poppovic, o duo Mundo Aflora, com quem já realizou shows, um CD (Mundo Aflora, 2019) e um livro baseado em música de sua autoria (A Fabulosa Aventura Pela Face, 2023, Ed. Mapa Lab), através de campanhas de crowdfunding com mais de 400 apoiadores. Co-fundador do grupo Tiquequê (2001), lançou 2 CDs e 2 DVDs e realizou mais de 400 shows de diferentes portes, colaborando com o grupo até 2016. Seu livro “O Gigante – The Giant” (inglês/português) foi publicado pela Cia das Letrinhas em 2015. Seu primeiro disco autoral, “Abrigação” – 2015 – incluiu mais de 20 criadores (músicos, artistas visuais, videomakers, produtores culturais) convidados. Em 2019 lançou “Vôo”, com produção musical de Antônio Loureiro e videoclipe de Kosuke Arakawa (Kioto – japão). Criou as trilhas dos espetáculos “Circo Salabim” e “O mágico de Ovonók”, da Cia Fundo Falso. Em 2021 co-produziu o EP-Livro "As Casas de Unzó", do jovem multi-artista Ciano, o Griô do Futuro. Em 2022 foi um dos artistas selecionados pelo projeto "Rever 22", com curadoria de Rosely Nakagawa, propondo um projeto de educação e composição musical para jovens da rede pública, chamado "Quem Compõe?". Desenho de Som Rafael Teixeira Gonzalez Iniciou seu contato com a música aos 9 anos de idade quando começou a tocar violão e guitarra. Autodidata, aprendeu algumas técnicas de mão direita e música brasileira tocando sozinho. Aos 18 anos de idade já trabalhava com música ao vivo, tocando em casas de shows, festas e eventos com algumas de suas bandas. Pouco depois dos 18 anos de idade começou a se interessar pela engenharia de áudio e a partir daí começou seus estudos. Se formou em um curso de engenharia de áudio na escola OMiD, onde fez aulas práticas e teóricas e consolidou parte de seu conhecimento. Cuida da produção técnica do Z Largo da Batata e também de outras casas do Grupo Vegas. Trabalha como engenheiro de monitor das bandas Supercombo, Maglore, Scalene. Atua como engenheiro de P.A das bandas: Mundo Aflora, Tagua Tagua, Phil Veras, Huey, Sandro, Bloco Ritaleena, Baile da Massa Real, Devonts, O Grillo. Cuida também da direção técnica dos festivais da Balaclava. Nos últimos anos tem sido chamado para cuidar de P.A, monitor ou Direção Técnica de alguns shows internacionais no Brasil: Living Colour (Tropical Butatã) – Monitor Mix (2019); Cappadonna (Wu-Tang-Clan) São Paulo – F.O.H (2020); Kard (K-pop) Tom Brasil – Monitor Mix (2018); Kard (K-pop) Espaço das Américas – Monitor Mix (2019); Kelela (Tokyo Club) – Produção Técnica (2019); Balaclava Festival – Áudio Club (desde 2018). Cenografia Adriano Castelo Branco Artista visual, educador e construtor experimental de instrumentos musicais. Suas pesquisas, criações e compartilhamentos artísticos integram várias linguagens. Ultimamente desenvolve um trabalho de pesquisa onde o hibridismo de linguagens entre artes visuais, música e poesia se configuram em expressões como esculturas sonoras, performances e instalações sonoras. Realiza exposições, cursos e oficinas. Como arte educador, trabalha na EMIA – Escola Municipal de Iniciação Artística de São Paulo desde 2015, e já realizou trabalhos em parceria com o Projeto Guri, Escola DERDIC, Faculdade de Educação da Unicamp, Centro Experimentos Florestais de Itu, dentre outros. Com suas atividades artísticas já realizou exposições interativas, oficinas e intervenções sonoras em diferentes unidades do Sesc-SP e em eventos como o Fórum Latino Americano de Educação Musical, a Bienal Internacional de Guarulhos do pequeno formato, na programação paralela da 31ª Bienal de Artes de SP, dentre outros. Deco Farkas Deco Farkas é formado em Artes Plásticas pela Fundação Armando Alvares Penteado, FAAP. Estagiou na estúdio de design gráfico “Máquina Estúdio” e na MTV Brasil no departamento de animações e, posteriormente, foi chamado pela emissora para executar trabalhos de animação artística, como MTV SUP - Mobilidade Sustentável, MTV SUP - Televisão Aberta e Responsabilidade das Emissoras, MTV Projeto “30 Bandas”. Assina a capa do livro “O Natimorto”, de Lourenço Mutarelli, publicado pela Companhia das Letras. Trabalhou na produtora “Elástica Filmes” na área de animações para projetos institucionais e audiovisuais. Ao lado de Arthur Guttilla, dirigiu e produziu o filme de abertura do “Festival de melhores longas metragens de 2008”, do Cine SESC. Animou uma seqüência para o curta metragem de Tata Amaral “Carnaval dos Deuses”, que participa do projeto “Then and now – Além das fronteiras e diferenças”. Dirigiu, produziu e animou o vídeoclipe da música “Futzinho na Escola”, do álbum “Pequeno Cidadão” da banda que une Arnaldo Antunes, Antônio Pinto, Edgar Scandurra e Taciana Barros. Participou como diretor de animação no clipe "Leitinho" da Banda Pequeno Cidadão. Criou a sequência de animação em stop-motion para o videoclipe da música "Urbana" da Banda "Ludov" em 2006. Fez animações digitais para o documentário "Poussin Descoberto", produzido por "Elástica Filmes", dirigido por Talita Miranda e com realização SESCTV. Em 2010 produziu animações para a série de TV "Somos Um Só" no episódio "A Produção e o Cocô de Minhoca”, dirigido por Dainara Toffoli, com realização da SESCTV e TV Cultura. Em 2011 ganhou o “Prêmio Estímulo de Curta Metragem", do Governo de São Paulo e produziu o curta metragem em animação entitulado "#". Ilustrou 15 capas do caderno ILUSTRÍSSIMA, do jornal Folha de S.Paulo. Ilustrou o livro infanto-juvenil "Minhocas", publicado pela editora Cosac Naify. É responsável pelo projeto gráfico de 5 álbuns, das bandas Garotas Suecas, Pitanga em Pé de Amora, Ôctôctô e Batuntã. Criou e pintou 5 infláveis gigantes usados na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro. Fez o cenário para o espetáculo de dança "Entre o Corpo e o Azul” da Companhia Masculina de Dança, com coreografia de Henrique Rodovalho. Em 2019, foi selecionado para participar do festival de arte urbana e residência artística iBug, na Alemanha. Em 2020, ficou em 2º lugar no “II Concurso internacional de Murales de Estepona” na Espanha. Em 2024, foi selecionado para participar dos festivais “Festival de Arte Urbana Htag, na Romênia, Festival NaLata de Arte Urbana em São Paulo e do Festival Concreto de Arte Urbana de Fortaleza, CE. Ariádine Nascida em 1985, em Santos, Ariádine é uma artista independente que começou a expressar sua abstração profissionalmente em 2012 através do papercutting (ou kiriês), minuciosos recortes manuais em papel. Influenciada pelos processos artesanais que conheceu nos 3 anos que viveu entre Europa, Turquia e principalmente, India, seu trabalho faz uma relação interessante entre a complexidade dos recortes com a simplicidade e vulnerabilidade de uma única folha de papel, frisando a importância meditativa do processo e a ligação entre tudo que existe. Desde 2016, a artista explora também a temática feminina e erótica em suas obras e ensina a técnica para iniciantes em oficinas e vivências. Figurino Daniela Gimenez Figurinista e Produtora de Moda desde 2004. Formada em Design de Moda na Belas Artes. Especializações e cursos: Desenho de Moda, Ilustração, Modelagem, História da Arte e Indumentária - SENAC- SP. Joalheira artesanal. Televisão: TV Cultura - dramaturgia - Senta que lá vem Comédia, Direções, Contos da Meia Noite, Cocoricó, Teatro Rá Tim Bum, Qual é, Bicho?, Professor Bic, DIC com Doutores da Alegria, Deu Paula na TV. Produtora de Moda - Roda Viva, Jornal da Cultura, Metrópolis, Provocações, Cultura Livre, Prelúdio, Cultura Retrô, Login, Pé na Rua, Caçadores de Mito, Mostra Internacional de Cinema na TV, Cartão Verde, entre outros. Série Fox Mais – Dicas Culturais - Palpite de Craque SKY - Canal de Relacionamento TVA - Play TV / Oi TV - Canal Arte1 – Reality Arte na Fotografia Cinema: Filmes - Casas Bahia, Nokia, Volkswagen Gol, Kaizer, TIM, Chevrolet, LATAM, Etapa, Seara, entre outros. Série – Escola de Gênios - Gloob, Super Liz - Discovery, A fantástica Máquina dos Sonhos -TV Zyn. Teatro/Música: Figurinista do grupo infantil Tiquequê, Mundo Aflora, Barbatuques, Palavra Cantada. Figurinista Festival Internacional Sesc de Dança – Espetáculo Corpos em Espaços Urbanos – Cia Willi Dorner. Orientação de Pesquisa Regina Machado Pesquisadora Graduada em Ciências Sociais na USP, tem Mestrado em Educational Theatre na New York University como bolsista da Fulbright Foundation. Doutoramento e Livre Docência na Eca USP. Professora (aposentada)do Depto de Artes Plásticas da ECA USP Criadora e coordenadora do Encontro Internacional de contadores de histórias- BOCA DO CÉU- desde 2001, Foi coordenadora de grupos de músicos e contadores de histórias a partir do ano 2000. Narradora oral para adultos e crianças desde 1980. Autora dos livros: A formiga Aurélia e outros jeitos de ver o mundo, S. Paulo, Cia das Letrinhas, 1998 Nasrudin. S. Paulo, Cia das Letrinhas, 2001 O violino cigano e outros contos de mulheres sábias. S.Paulo, Cia das Letras, 2004 Acordais Fundamentos teórico-poéticos da arte de contar histórias. S.Paulo, Editora DCL, 2004. Cláudio Tozzi. Série Mestres das artes no Brasil. S.Paulo, Editora Moderna, 2004. A arte da palavra e da escuta. Edição revista e ampliada do livro Acordais. S. Paulo, Reviravolta, Cia das Letras,2015. O menino e o vento- S. Paulo, Cia das Letrinhas, - 2015. Produção Executiva Maria Ito É formada em Produção Fonográfica pela FATEC - Tatuí. Trabalha como produtora cultural, técnica de som e sonoplasta. É produtora executiva e técnica do duo Mundo Aflora e da artista NIWA e produtora local do grupo Histórias de Brincar. É técnica de som fixa do Samba de Agbara, Bruno Berle e Grupo Rosas Periféricas. Trabalhou como produtora e curadora na Muda Cultural (2021 a 2024), com especialização no desenvolvimento e execução de projetos financiados via leis de incentivo, como Festival Artistas de Rua, Som na Faixa, Brincando na Praça, Dia das Boas Ações e Aprendizes-Digital. Prestou consultoria de mapeamento, catalogação e implementação de um sistema de processos referentes aos fluxos de trabalho da 3 Apitos, produtora especializada em projetos socioculturais realizados via leis de incentivo. Enquanto produtora, trabalhou na produção dos cursos do Instituto Brincante, entre 2016 e 2019. No teatro, foi produtora dos grupos teatrais Ópera Urbe, Santa Cia e Grupo Tuia. Como sonoplasta, faz parte do Coletivo Caracóis, nas peças O Despertar dos Caracóis logo após as Tempestades Artificiais (sonoplasta), Elas (sonoplasta), Elas à Deriva (sonoplasta) e Náusea (produtora). Como operadora e técnica de som, trabalhou ao longo dos últimos anos com a Cia Pessoal do Faroeste, Lenise Pinheiro, Cia De Feitos e artistas como Juçara Marçal, Kiko Dinucci, Douglas Germano, Maria Beraldo, Cida Moreira, Cabruêra, Bruno Berle, Leo Middea, Antonio Neves e Castello Branco. Produção Musical Pipo Pegoraro Pipo Pegoraro tem quatro álbuns autorais e diversos singles lançados, músico e produtor musical é artista solo e participa também do projeto de música infantil Casa Bagunçada. Vencedor do Latin Grammy® 2023 como produtor musical e engenheiro do álbum Em Nome da Estrela de Xênia França na categoria Melhor Álbum de Música Pop Contemporânea em Língua Portuguesa. Pipo tem outras três nomeações ao Latin Grammy® em sua carreira. Simultaneamente, colabora artisticamente e tecnicamente para outres artistas como Serena Assumpção, Eline Porto, Iúna Falcão, Aláfia, Dani Nega, Filipe Catto, Xenia França, Péricles Cavalcanti, Beto Montag, Roberta Estrela D´alva, Ligia Kamada, Paola Pelosini, Dani Turcheto, Silvia Tape, Igor Caracas, Dinho Nascimento, Uli e outres artistas. Grande parte desses trabalhos artísticos são feitos em seu estúdio-laboratório criativo chamado Casoraro. Dirige, produz, grava e finaliza criações musicais para filmes, documentários, peças teatrais como para a Cia OquedeQuê e de dança como Cia São Paulo de Dança (SPCD), Cia Balangandança e Cia Oito Nova Dança. Faz trilhas sonoras sob encomenda e já realizou trabalhos para clientes como SESC, Weleda, Rádio Cultura Brasil, Rede Globo, Trident, Smirnoff entre outros. Músico Convidado Rodrigo Scarcello Músico, compositor e produtor musical. Produz trilhas sonoras para cinema, TV, teatro e performance. Atua como músico e sonoplasta em contações de história e atividades interativas para bebês e crianças. Como tecladista, pianista e acordeonista, o repertório e as formações são variados: da improvisação livre à viagem musical do grupo Mundo Aflora. Das variadas trilhas sonoras às cantigas de roda de MPBaby Brincando com Música. Das músicas populares tradicionais nos grupos Cantando Conto e Festa de Rei às canções francesas do grupo Quartier Latin.Atua na sensibilização musical na Educação Infantil. Formador de Agentes do Brincar pela IPA Brasil (Associação Brasileira pelo Direito de Brincar e à Cultura). Design e Gestão de Redes Tatiana Agra Tatiana Agra é formada em História da Arte pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Começou a estudar e trabalhar com design, em 2013, na área de eventos, redes sociais, sites e identidades visuais. Possui, em seu portfólio, trabalhos feitos para clientes na área de Cultura e Educação, entre eles: Julia Menna Barreto Produções; o projeto Brincadeiras Musicais; a Orquestra Forte de Copacabana; os grupos de música para crianças Farra dos Brinquedos, Mundo Aflora, Grupo Triii, Badulaque e Grupo CRIA; o septeto vocal Ordinarius; os músicos Daniela Soledade e Nate Najar; a artista plástica Andréa Hygino; entre outros. Criação de Encarte Talita Nozomi Talita Nozomi é formada em Design de Jóias (Brasil); concluiu mestrado em Desenho e Técnicas de Impressão (Portugal) e em Knitting Design (Bélgica); fez residências artísticas no centro educacional de sustentabilidade para crianças Moriumius (Japão) e no estúdio especialista em técnicas tradicionais de gravura CAP Studio (Tailândia). Com a sua identidade e formação multicultural, utiliza diversas técnicas no seu trabalho, estando isso presente nos seus 17 livros publicados. Em 2023 foi selecionada, pela segunda vez, para a Exposição de Ilustradores da Feira do Livro Infantil de Bolonha.
PROJETO ARQUIVADO.