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CIRCO FURRECA DA MALA SEM FUNDO é um projeto para a produção e circulação do espetáculo infantil com a musicalidade verde da multiartista paraense Heliana Barriga. Inspirado no ambiente amazônico, o show, com cerca de uma hora de duração, terá o formato de um programa infantil ambientado em um circo. Comandando o espetáculo, a poética de Heliana Barriga reunida em músicas, histórias e brincadeiras que estimulam a criatividade, o lúdico e a consciência ambiental das crianças. Com previsão de quatro apresentações gratuitas nos municípios de Belém, Barcarena, Soure e Marabá, o projeto carrega as características que marcam a produção da artista _ a preservação do meio ambiente e o provocar e inspirar as crianças a desenvolverem atitudes mais humanas e sensíveis em relação ao seu próprio bem-estar - uma verdadeira alfabetização pela poesia.
O espetáculo "CIRCO FURRECA DA MALA SEM FUNDO" é fruto dos mais de 30 anos de criação e produção artística para o público infantil da multiartista Heliana Barriga. Um show que reúne música, brincadeiras e poesias que se identificam com os traços singulares da Amazônia, pois é inspirada na natureza e nas pessoas desta região. Através da arte o espetáculo defende a necessidade de preservação da natureza. Nas brincadeiras, as crianças são estimuladas a cheirar, a tocar, a ouvir, a enxergar, a se deliciar com tantas belezas em seus frutos, paisagens, animais, plantas e na beleza que há na própria pessoa humana. Músicas e brincadeiras estão a serviço de promover a preservação da fauna e flora do cenário amazônico, de forma simples e suave, por meio de letra, música e poesia, a fim de instigar o imaginário da criança, entendendo que a infância não precisa ser vista somente pela perspectiva racional ao que diz respeito às fases do desenvolvimento infantil, mas, também, não menos importante, pela perspectiva lúdico-emocional do brincar.
GERAL Estimular nas crianças a criatividade, o lúdico e a consciência ambiental através da música e da poesia da artista Heliana Barriga reunidas no espetáculo "Circo Furreca da Mala Sem Fundo". ESPECÍFICOS 1. Produzir o espetáculo "Circo Furreca da Mala Sem Fundo", para apresentações gratuitas, envolvendo cerca de 20 profissionais de arte e da cultura; 2. Realizar 04 (quatro) apresentações gratuitas do show "Circo Furreca da Mala Sem Fundo" nos municípios de Marabá, Soure, Barcarena e Belém, beneficiando cerca de 800 crianças e jovens; 3. Realizar, como contrapartida social, uma sessão especial na comunidade quilombola de Sucurijuquara, na Ilha de Mosqueiro, em Belém, beneficiando cerca de 150 crianças e jovens; 4. Divulgar as ações do projeto nas redes sociais e imprensa em geral.
Não se pode falar em literatura infantil paraense sem tomar a arte de Heliana Barriga como referência. São mais de quatro décadas de produção artística voltada para o público infantil. Uma trajetória que passeia pela diversidade das expressões artísticas, como a literatura, a música, a performance e a contação de histórias. Suas apresentações promovem uma verdadeira alfabetização pela arte para as crianças. O projeto "CIRCO FURRECA DA MALA SEM FUNDO" carrega as características que marcam a produção de Heliana Barriga _ o estímulo à preservação do meio ambiente e o provocar e inspirar as crianças a desenvolverem atitudes mais humanas e sensíveis em relação ao seu próprio bem-estar. Estamos propondo produzir e circular com o espetáculo por quatro municípios: Marabá, Soure, Barcarena e Belém. Cidades polo no Pará que refletem a má distribuição de renda, onde a população vive sob baixo investimento das políticas públicas. Situação que se reflete nos índices de desenvolvimento humano das regiões. Mesmo sendo o principal centro socioeconômico do sudeste paraense, Marabá possui um IDHM-Educação de 0,564, sendo considerado baixo pelo PNUD/2021. Marabá tem como característica sua grande miscigenação de pessoas e culturas, que faz jus ao significado popular do seu nome: "filho da mistura". A cidade também é conhecida como Cidade Poema, pois seu nome foi inspirado no poema Marabá do escritor Gonçalves Dias. Soure é cidade polo do arquipélago do Marajó. Região conhecida por abrigar os municípios com os piores índices de desenvolvimento humano. O município, segundo dados de 2020, possui IDH baixo, com 0,513. Barcarena, mesmo sendo um importante polo industrial brasileiro e possuir um dos portos mais movimentados do país, o município não reflete isso no índice de desenvolvimento humano, em 2020, estava em 0,554, baixo. Belém, a capital paraense, possui um IDH médio, com 0,644. Município que abriga duas das maiores favelas do país, segundo IBGE (Censo 2022): baixada da Estrada Nova e baixadas da Condor, com mais de 70 mil moradores. Neste cenário, o estado do Pará vai abrigar, em 2025, a 30ª. Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, a COP 30. Uma oportunidade para envolver as crianças nas reflexões sobre o meio ambiente e o futuro do planeta. Heliana Barriga sempre defendeu o meio ambiente como uma necessidade vital, como o próprio ato de respirar. Isso antes do termo ecologia virar moda. Ela coloca a natureza dentro de sua arte para que as pessoas acordem e olhem em torno de si e descubram a imensa riqueza que possuímos e precisamos, urgentemente, amar e defender. Quando denuncia, o faz sem ódio, mas com muita poesia e clareza para que se reflita sobre o papel do Homem no planeta Terra. CIRCO FURRECA DA MALA SEM FUNDO é um espetáculo militante da poesia, do lúdico e da defesa do meio ambiente que tem como principal característica a provocação, o estímulo ao lúdico e ao respeito às necessidades educativas da infância. Um projeto que é fruto da longa experiência da artista na arte com a palavra em exercícios lúdico-poéticos em teatros, feiras de livro, escolas, praças e hospitais, como, também, na elaboração de álbuns fonográficos e de livros de poesia e de história destinados ao público infanto-juvenil. Ele nasce dessa experiência e do saber que é com a música, a poesia, brincadeiras e jogos que a criança constrói suas semelhanças com o mundo e vai se desenvolvendo como sujeito. Sabemos que é por meio do brincar que as crianças expressam seus pensamentos, pois o brincar é como uma linguagem própria da criança. Neste sentido, o espetáculo vai entremear música, brincadeiras e histórias, construindo um programa feito para a criança com a criança, explorando o lúdico e fisgando a atenção da criançada trazendo para as narrativas elementos da natureza, brincando com as palavras e os sons. "A minhoca não tem dente, também não tem dentadura. Como é que ela come aquela terra tão dura? Como é que ela respira, onde fica seu pulmão? Como é que ela enxerga, onde sente uma comichão." As músicas e brincadeiras convidam as crianças com a ludicidade própria de seu presente a combater o efeito estufa, com atividades diárias de controle e separação do lixo, onde a palavra está em todos os processos. Estimula a brincadeira de transformar sacos plásticos em brinquedos e instrumentos musicais. Neste sentido, apoiar este projeto é acreditar na força da ludicidade para a educação infantil, contribuindo de forma significativa no processo de ensino e reconhecimento de si e do mundo a sua volta. É acreditar na importância da música, da poesia e dos jogos e das brincadeiras no engajamento e motivação das crianças, facilitando assim o seu desenvolvimento. É acreditar que a criança merece desenvolver seu lado criativo, emocional através do lúdico, investindo no aprender brincando como questão fundamental para a saúde emocional e física da criança. Desta forma, esta proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1° da lei 8313/91que institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac): I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Neste sentido, estamos atendendo inciso e alíneas do artigo Art. 3° da Lei 8313/91 abaixo listados: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Show Lítero Musical “CIRCO FURRECA DA MALA SEM FUNDO” O espetáculo terá a duração de cerca de 1 hora. No palco. Heliana Barriga será acompanhada de 5 músicos e 4 atores e brincantes. Ao fundo, um telão irá projetar fotos e ilustrações para acompanhar as músicas e brincadeiras com as crianças. As músicas que serão apresentadas são todas de autoria da Heliana Barriga e expressam a simplicidade e a poética características do trabalho da artista. Elas estão assim organizadas: 1). CIRCO INSTRUMETAL. Com sanfona inclusa. O circo furreca de periferia chega, sem praticamente nada, e as crianças vão ajudando a montá-lo. Elas colaboram levando suas descobertas artísticas para dar alegria aos artistas do circo. Quando eu era criança e chegava um circo pobre na minha cidade, eu ficava junto para ajudar a construir e a acolher seus artistas. Depois passei a construir o nosso circo infantil no quintal, cercado de lençóis e redes que minha mãe me emprestava só se fosse pela manhã, porque não chovia. Eu envolvia toda a minha família, vizinhos, amigos e parentes dos amigos. Inspiração para as crianças construírem seu circo de brincar. 2). A DONA ARANHA. A dona aranha, minha arquiteta Bicho da seda, meu engenheiro Dona Coruja, mestra de obras João de Barro, o meu pedreiro. Dona Mucura, ficou nas compras Dona Formiga, na mão-de-obra O Marimbondo, na segurança Na encanação, ficou a cobra. Mestre Cupim, o carpinteiro A dona Abelha, a cozinheira Minha Gatinha, a diarista Seu Vagalume, o eletricista. Dona Minhoca, cavou a fossa A Borboleta, fez a floreira O seu Morcego, o rebocador O seu Calango, foi o pintor. O Jabuti, prendeu a porta Arando o chão, ficou a Porca Dona Cigarra, soltou a voz Com o Sabiá, cantava para nós. Seu Sapo não fique matreiro Não esqueci do senhor No final do circo pronto Você foi meu travesseiro! O QUE ESTÁ POR TRAS DA MÚSICA? A autora chama os bichos pequenos para ajudarem a construir o seu circo Furreca, simples, circo de brincadeira das crianças em sua infância. Que bichos poderão ajudar a construir o circo das crianças? 3). LENÇOL DE CÉU No meu lençol de céu Apareceram uns furinhos Quando eu vou me embrulhar Sinto frio no meu focinho! Anjo novo me falou Que é um tipo de bordado Que a Besta Desembestada Faz quando estou embrulhado. Ela usa uma agulha Invisível pra bordar Que faz uns furos sozinha Para não me acordar. Aquele lençol de céu Eu ganhei faz muito tempo Da Bruxa de Capricórnio Que não tinha passatempo. Outro dia ao telefone Anjo novo me falou Que aquele meu lençolzão Se chama Constelação. Cada furo é uma estrela Que brilha no firmamento Levando o meu pensamento Fascinando a imensidão. O QUE ESTÁ POR TRAS DA MÚSICA? Quando a gente é criança, a gente às vezes pensa que o céu é um lençol imenso. No show, um lençol imenso azul representará o dia (a manhã, sem chuva), um lençol de cor escura vai representar o céu de noite, e o céu chuvoso será representado por um lençol prata. Um convite para participar da brincadeira, afinal as crianças gostam de ficar embaixo do lençol. 4). DONA MAQUININHA. Dona Maquininha vive costurando Rec-rec-rec, roc-roc-roc Passam muito dias Vai rec-rocando Rec consertando Roc enfeitando! O QUE ESTÁ POR TRÁS DA MÚSICA? Uma referência às costureiras que utilizam dona maquininha para costurar e sobreviver. Quais as palavras ligads às costureiras? 5). SOU UMA ÁRVORE EM PÉ. Sou uma árvore em pé O meu som está de pé Tupan! Não tenho pernas para andar Mas faço o mundo respirar. Não tenho pés para correr Mas faço o mundo Sobreviver! O QUE ESTÁ POR TRÁS DA MÚSICA? O que está na sombra das árvores? Quais os conhecimentos que elas transmitem? Elas são os únicos seres que produzem seu próprio alimento? Qual a diferença entre uma árvore e uma fotógrafa? Tupan significa o som em pé. O reflorestamento da Amazônia deve começar dentro da alma das pessoas. 6). NINGUÉM DERRUBA A ÁRVORE DE NATAL. Oh mãe Deixa eu ficar na árvore de natal Oh mãe! Deixa eu subir na árvore de natal Oh mãe! Deixa eu brincar na árvore de natal Com os outros animais na árvore de natal por que? Ninguém derruba a árvore de natal oh mãe Ninguém derruba a árvore de natal Ninguém derruba. O QUE ESTÁ POR TRÁS DA MÚSICA? No texto infanto-juvenil Mala Sem Fundo de Heliana Barriga, o Curupira, para salvar as árvores da floresta, decidiu transformá-las em árvores de Natal, porque ninguém as derruba. 7). O MERENGUE DA MINHOCA. A Minhoca não tem dente Também não tem dentadura Como é que ela come aquela terra tão dura? Como é que ela respira? Onde fica o seu pulmão? Como é que ela enxerga? Onde sente um comixão? Você tem um coração A Minhoca, mais de nove Par de rede muscular Ela assim se locomove O que lhe dá formosura É sua musculatura! Como é que a Minhoca dança? É assim: Cava, come, caga oi oi... O QUE ESTÁ POR TRÁS DA MÚSICA? A ciência da minhoca através da música infantil. A visibilidade da minhoca. 8). COISINHA. Coisinha? Nunca mais Coisinha! Agora eu sou Concita A sua cachorrinha. Pulgas? Nunca mais Carrapatos? Também. Agora eu sou Concita De Mocooca pra Belém! O QUE ESTÁ POR TRÁS DA MÚSICA? Esta é uma história verídica que se passou com a autora no ano de 2002. Valorização dos animais domésticos pela música. 9). GATO PRA CÁ, RATO PRA LÁ. (letra inspirada em um livro de Sylvia Orthof). O Gato no telhado Encontrou um Rato. O Gato pra cá Miando pro Rato O Rato pra lá Com medo do Gato. A Lua viu o Gato Se vestiu de prata. Se vestiu de Gata E o Gato se enamorou. E o Rato Escapou! O QUE ESTÁ POR TRÁS DA MÚSICA? História curtinha entre gato e rato, mostrada pela música e poesia de Heliana Barriga. O PROGRAMA ENTRANDO NO CLIMA COM HELIANA BARRIGA. 1). Uma vinheta possante anuncia com sons de circo: Atenção crianças de todas as vivacidades! Todos os risos, todas as verdades e Todas as vontades! Sejam bem-vindas a mais uma edição do programa ENTRANDO NO CLIMA COM HELIANA BARRIGA! E seus brincantes de ser feliz! Heliana Barriga entra e no telão aparece estrelas mil. Ela cumprimenta a plateia e chama a música “O Circo Instrumental”. Pega a sanfona na segunda parte da música. 1). BLOCO I. CIRCO INSTRUMENTAL. Todos os artistas desfilam no palco. No telão, imagens do Circo Furreca e seus artistas tradicionais. Heliana Barriga estimula a platéia para receber os trabalhadores do programa show com poesia e brinquedos. Terminado o desfile, no telão surge uma aranha. E do abdômen do ator brincante, os outros dois vão tirando e tecendo uma teia. Esta será armada em um local visível. Serão pendurados livros infantis. 2). Heliana Barriga canta A DONA ARANHA. Os três dançarinos brincantes dançam e estimulam as crianças da platéia. Esta música homenageia os trabalhadores da construção civil. No telão vão surgindo os personagens da música. 3). MÚSICA DONA MAQUININHA. Sons de máquinas de costura. Os dançarinos brincantes fazem passos de uma máquina costurando. Heliana Barriga canta a dona maquininha. Fitas métricas e utensílios de costura no palco. No final, estes objetos serão pendurados na teia da aranha. I- N- T- E- R- V- A-L-Ô!Diogo Rezende brinca com sonoridades tiradas da Mala Sem Fundo de Heliana Barriga. E no telão são apresentadas imagens da natureza amazônica. BLOCO II, 4). MÚSICA LENÇOL DE CÉU. No telão surgem imagens de céus variados, com instrumental da canção com Diogo Rezende nos teclados. Os três atores brincantes trazem os céus lençol azul que representa a manhã. Depois o lençol escuro que representa a noite, e o lençol prata Que representará um céu chuvoso. As imagens do telão acompanham os lençóis. 5). MÚSICA GATO PRA CÁ, RATO PRA LÁ. O telão mostra imagens dos personagens da música: O gato, o rato e a lua. Trabalho teatral dos atores brincantes no palco. 6). MÚSICA COISINHA. O telão mostra imagens de fofurices com uma cachorrinha querida. Os atores são cachorros(as). I N T E R - V A L A Apresentação dos artistas, com a ajuda da platéia. BLOCO III. Sons de motosserras. O telão mostra imagens de árvores sendo derrubadas na floresta amazônica. 7). MÚSICA SOU UMA ÁRVORE EM PÉ. 8). NINGUÉM DERRUBA A ÁRVORE DE NATAL. O telão mostra imagens de bichos pequeninos que vivem nas mantas das florestas tropicais. Dará ênfase às minhocas. 9). MÚSICA DO MERENGUE DA MINHOCA. Com direito a concurso de dança da minhoca. HELIANA BARRIGA se despede assim: No jardim, eu planto? Grama. Cansada, eu deito na? Cama. Pra dormir, visto? Pijama. A porca adora? Lama. No galho nasce a? Rama. Artista gosta de? Fama. Se encher muito? Derrama. Se espalhar muito? Esparrama. A nossa ilustradora é a Nairama. Até o próximo? Programa.E até que en...fim! Ou In...FIM...nito!
Seguem abaixo as medidas de acessibilidade aos produtos culturais e sua divulgação. 1. Apresentações do espetáculo Os espetáculos acontecerão em locais com as seguintes medidas de acessibilidade - Acessibilidade arquitetônica: Rampas, corrimão e espaço para o trânsito de cadeiras de rodas. - Acessibilidade para PCD Auditivos: Dois intérpretes de libras para pessoas surdas e ensurdecidas. - Acessibilidade para PCD Visuais: Um audiodescritor e um guia para acompanhar as pessoas cegas e com baixa visão, disponibilizando o cenário para ambientação e toque como reconhecimento de formas físicas e texturas. - Acessibilidade para PCD Intelectuais: Monitores treinados para uso de comunicação objetiva e assertiva e, se necessário, a comunicação aumentativa alternativa como recurso.
Iremos realizar dois ensaios abertos do espetáculo em bairros da periferia dos municípios de Soure e Barcarena. E conforme o artigo 28 da IN 01/2023, garantimos que vamos III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.
1. Heliana Barriga – Coordenação Geral e Artista Principal Embaixadora das Infâncias de Belém, Heliana Barriga produz músicas destinadas a alegria dascrianças desde a década de 1980. Foram lançados vários álbuns fonográficos ilustrados comespetáculos lítero - lúdico- musicais, a partir de 1987 quando lança o álbum em vinil Mala SemFundo. Teatro da Paz. A partir desta data Heliana Barriga se apresenta até os dias atuais em pocketshows em escolas, bibliotecas, praças, parques, projetos socioambientais, com oficinas paraeducadores da Amazônia. 2. Wanderson Lobato - Produção Trabalha na realização de projetos culturais sobre a realidade da Amazônia Paraense, com destaque para: Ver-o-Peso 24 Horas Projeto selecionado, em 2022, no Edital da Lei Aldir Blanc, do Governo do Pará. https://www.youtube.com/watch?v=2vo5QFKXdH4&t=298s Defender o Rio é Defender a Vida Roteiro e direção do documentário que acompanhou a Caravana em Defesa do Rio Tocantins, realizada em 2022. https://www.youtube.com/watch?v=LxFdT0W6nlk&t=142s 3. Ádila Varela – Produção Executiva Arquiteta e Urbanista - Atua nas áreas de Gestão e Logística do funcionalismo público estadual e doterceiro setor há 30 anos, nas áreas da Cultura e Educação, com passagens pela Secretaria Estadualde Cultura, Fundação Cultural do Pará, Associação São José Liberto e Fundação Curro Velho. Atualmente é Coordenadora Administrativa do Campus I CCSE, da Universidade Estadual do Pará. 4. Claudio Bastos – Direção do Espetáculo Possui mais de 20 anos de experiência na cena teatral do Pará. A partir de 2004 começa a trabalhar na produção de óperas. Atualmente, com experiência em mais de 30 montagens nas áreas de Cenografia, Direção Cênica e Direção de Palco em diversos espetáculos pelo país. 5. Allan Tomaz – Assessor de Imprensa Profissional de comunicação com mais de 20 anos de atuação, com experiência em gestão de assessorias e produção de conteúdos de notícia e de marketing multimídias.
PROJETO ARQUIVADO.