| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 05582269000228 | EMOVA COMERCIO DE VEICULOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 209,0 mil |
| 44022333000197 | KURZ DO BRASIL FOLHAS E MAQS ESTAMPAGEM A QUENTE LTDA | 1900-01-01 | R$ 40,0 mil |
A proposta visa a realização de dois concertos da BIG BAND OTHOÁ, com objetivo de divulgar e consolidar a música popular brasileira por meio de apresentações em São Paulo, promovendo à assessibilidade à produção cultural.
No pulsar vibrante de São Paulo, onde a cultura se entrelaça com as batidas da vida, surge a Big Band Othoá, uma ode à musicalidade brasileira que almeja reacender os laços entre artistas e comunidade. Descendentes da fantástica Banda Othoá, essa nova formação visa não apenas a promoção da música popular, mas também a revitalização do cenário musical, criando espaços onde a beleza da arte encontra eco nos corações de todos. Com dois concertos marcantes programados para 2025, a Big Band Othoá levará a magia da música ao bairro do Bixiga e ao emblemático Teatro B32. No íntimo da Associação Zona Franca e na grandiosidade do Teatro B32, a dança do som será gratuita, convidando os espectadores a mergulharem na sonoridade rica e diversificada que emana de um elenco de 15 talentosos músicos, acompanhados por convidados especiais como Mariane Claro, José Pitoco, Carla Casarim e Nailor Proveta. Sob a batuta do maestro Henrique Villas Boas, o repertório, um mosaico de arranjos inéditos, ressoará com as vozes de ícones como Djavan e Gilberto Gil, enquanto abraçará a nova geração de compositores, criando um diálogo contínuo ao longo das gerações. Em tempos de desafios, onde a classe musical ainda se recupera das cicatrizes da pandemia, a Big Band Othoá manifesta-se como um farol de esperança, criando 20 postos de trabalho temporário e abraçando a inovação estética. Este projeto não busca apenas entreter, mas sim criar um espaço de inclusão, aprendizado e apreciação, resgatando o que há de melhor na tradição das Big Bands e engajando a população em um movimento cultural que valoriza a diversidade. Unindo forças entre o passado e o presente, entre a arte e a vida, a Big Band Othoá não preconiza apenas um concerto; mas um convite ao público, um sabor de liberdade e uma celebração à música brasileira que nutre a alma e transforma o cotidiano. Venha fazer parte dessa jornada musical, onde cada nota será um passo rumo a um futuro mais vibrante e acessível a todos. Classificação LIVRE!
O objetivo geral do projeto "BIG BAND OTHOÁ" é movimentar a economia do setor artístico e do mercado musical, promovendo a geração de oportunidades de trabalho para músicos profissionais da cidade de São Paulo, bem como para profissionais de produção e de bastidores. Por meio de dois concertos presenciais e conteúdos virtuais, o projeto busca divulgar a música brasileira, ampliando o alcance e o impacto cultural desse patrimônio artístico. Além disso o projeto visa a criação de novos redutos de produção artístico-musical, incentivando o surgimento de polos de inovação cultural. Ao estimular a produção de arranjos inéditos, a "BIG BAND OTHOÁ" também pretende contribuir para o desenvolvimento de novas expressões e linguagens dentro da música popular brasileira, valorizando a tradição, ao mesmo tempo em que promove a renovação e a experimentação artística. Objetivos específicos: - Realizar dois concertos e um ensaio aberto gratuitos em regiões distintas da cidade de São Paulo. Concerto 1 - A ser realizado na "Associação Zona Franca", no bairro do Bixiga, um local equipado para eventos de médio porte com capacidade para 150 espectadores. Concerto 2 - A ser realizado no Teatro B32, localizado na região da Av. Brig. Faria Lima, o local tem capacidade para 900 pessoas em pé e conta com estrutura para realização do evento. Ensaio aberto será realizado no espaço da "Associação Zona Franca".
O projeto "BIG BAND OTHOÁ "é uma resposta direta à necessidade de fortalecimento do setor cultural, especialmente no contexto da recuperação pós-pandemia, que afetou severamente o mercado musical. O projeto visa realizar dois concertos de música popular brasileira em locais estratégicos de São Paulo, com acesso gratuito ou a preços populares, fomentando a democratização da cultura e o fortalecimento da economia criativa. A relevância deste projeto é fundamentada na escassez de oportunidades para músicos e outros profissionais do setor, bem como na demanda crescente por iniciativas que estimulem a inovação e a acessibilidade na produção cultural. A execução do projeto depende do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei Rouanet, uma vez que a formação de uma Big Band envolve altos custos de produção, como o pagamento de músicos e técnicos, a criação de "books" inéditos e a logística dos concertos. A viabilização desse tipo de iniciativa, especialmente com ingressos acessíveis e um concerto gratuito, é difícil de ser sustentada apenas por receitas de bilheteria ou patrocínios privados. O apoio da Lei de Incentivo garantirá que as apresentações sejam acessíveis a diferentes públicos, incentivando o fortalecimento cultural e econômico do setor artístico em São Paulo. Salientamos que a presente proposta oferece produtos culturais e está em consonância com o Art. 1º da Lei 8.313/1991 nos seguintes itens: I- Contribuir para facilitar, a todos, os meios para livre acesso às fontes de cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II- Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III- Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV- Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V- Salvaguardar a sobrevivência e o florecimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI- Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII- Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto em cena também atende ao Art. 3º da Lei 8.313/1991, que dispõe que: "para cumprimento das finalidades expressas no Art. 1º desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: (...) II- Fomento à produção cultural e artística, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamento, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
O projeto "BIG BAND OTHOÁ" consiste na realização de dois concertos de música ao vivo, apresentados por uma big band composta por 15 músicos de excelência e com a participação de artistas convidados. As apresentaçõe serão cuidadosamente planejadas para oferecer uma experiência musical rica e diversificada ao público, com destaque tanto para execução instrumentalquanto para as interpretações vocais. 1. Número de apresentações: Serão realizados dois concertos e um ensaio aberto ao público, todos gratuitos. 2. Música Cantada: Ambos os concertos contarão com performances de música cantada. O programa incluirá peças instrumentais e músicas interpretadas por cantoras convidadas, abrangendo uma gama diversificada de estilos. Em cada concerto haverá aproximadamente 4 a 5 números de música cantada, que serão distribuidos ao longo da apresentação para garantir fluidez entre as peças instrumentais e vocais. 3. Número de Cantores e Artistas Convidados: Serão convidadas duas cantoras, que interpretarão músicas do repertório da big band. Além delas, haverá a participação de outros artistas convidados, instrumentistas de destaque ou solistas, que irão enriquecer o espetáculo com participações especiais em determinados momentos do concerto. 4. Duração dos Concertos: Cada concerto terá duração de 2 horas, esse tempo será equilibrado entre performances instrumentais da big band, números vocais e eventuais solos de músicos convidados. 5. Estrutura Técnica: A estrutura técnica dos concertos incluirá um sistema de som de alta qualidade, adequado ao porte da big band e às exigencias dos cantores, garantindo uma experiência auditiva impecável para o público. O palco será equipado com microfones para os cantores e músicos, além de recursos de monitoramento de áudio paraque os artistas tenham condições ideais de desempenho. A iluminação será projetada para criar ambientes adequados a cada peça musical, com foco especial nas performances vocais e solos instrumentais.
O projeto "BIG BAND OTHOÁ" compromete-se a ser acessível, garantindo que todas as pessoas possam desfrutar plenamente dos concertos oferecidos. As medidas de acessibilidade adotadas incluem: Acessibilidade Física: Os concertos serão realizados em espaços acessíveis a pessoas com mobilidade reduzida ou deficiências físicas. Os locais contaram com: Rampas para garantir a locomoção fácil de cadeirantes ou pessoas com mobilidade reduzida. Locais com melhor visibilidade e facilidade de acesso serão reservados para pessoas com necessidades especiais. Banheiros adaptados / acesíveis e próximos às áreas de concerto. Sinalização adequada: Indicadores visuais e táteis para orientação de pessoas com deficiência visual. Acessibilidade para PcD VISUAIS: audiodescrição narrando as ações no palco, figurinos e elementos visuais relevantes. Acessibilidade para PcD AUDITIVOS: intérprete de libras. Acesibilidade para PcD INTELECTUAIS: monitores treinados para orientação utilizando linguagem simples, bem como auxiliar no deslocamento. Disponibilização de protetores auriculares ou fones de ouvido para diminuição de ruídos para pessoas com TEA.
O projeto "BIG BAND OTHOÁ" tem como objetivo garantir o acesso democrético e inclusivo à cultura, ampliando o alcance dos concertos e criando oportunidades para que diferntes públicos possam usufruir da música de qualidade. Para isso serão implementadas diversas estratégias de distribuição dos produtos culturais, bem como iniciativas para ampliação do acesso à experiência musical. Distribuição e Comercialização dos Concertos: O projeto contempla a realização de dois concertos, visando alcançar tanto o público que normalmente consome produtos culturais, quanto aqueles que tem menos acesso. Concerto 1: Apresentação musical será inteiramente gratuita, garantindo acesso livre à cultura para todos, sem qualquer barreira financeira. Este evento será realizado no espaço Asociação Zona Franca, de modo a alcançar pessoas de menor poder aquisitivo. Concerto 2: Apresentação musical será inteiramente gratuita, garantindo acesso livre à cultura, sem qualquer barreira financeira. Este evento será realizado no Teatro B32, que dispõe de espaço grande, permitindo ampliação de público. Medidas de ampliação de acesso: Ensaio aberto será realizado, permitindo que espectadores acompanhem de perto a preparação e a dinêmica da banda antes do concerto. Essa iniciativa tem como objetivo aproximar o público dos músicos, oferecendo uma experiência mais íntima e pedagógica, quando os participantes poderão observar o processo artístico, os ajustes musicais e a interação entre os artistas. O ensaio aberto será gratuito e amplamente divulgado para atrair diferentes públicos, como estudantes, músicos em formação e interessados em conhecer os bastidores da música. Além disso, compromete-se a disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas os registros audiovisuais dos espetáculos. Com essas ações, o projeto "BIG BAND OTHOÀ" visa não apenas proporcionar espetáculos de qualidade, mas também garantir que todos, independentemente da condição econômica ou social, possam ter acesso a essas experiências musicais enriquecedoras.
Henrique Villas-Bôas – Maestro, proponente responsável pela coordenação técnica do projeto - é mestre pela Universidade de São Paulo, maestro, arranjador, cantor, compositor e pianista. Vem realizando trabalhos de excelência em suas diversas atividades artísticas. Como maestro foi durante três anos regente assistente da Orquestra de Câmara da USP (OCAM), tendo trabalhado diretamente com grandes nomes da música erudita e popular como maestro Gil Jardim, maestro Lutero Rodrigues, maestro Leo Brouwer, contrabaixista Catalin Rotaru, violinista Evgenia Maria Popova, quarteto de violões Quaternaglia, Quarteto da Cidade de São Paulo, entre outros. Foi o primeiro regente assistente da OCAM agraciado com o "Prêmio Santander Jovens Talentos" na categoria Revelação. Dirigiu por dois anos a Orquestra Sinfônica Jovem de Atibaia, realizando duas importantes temporadas de concerto que contaram com a presença de artistas como Yamandú Costa e Maestro Roberto Ondei. Em 2012 foi contemplado no Projeto Performance da Orquestra Sinfônica da Unicamp realizando um concerto dedicado à música brasileira que contou com a presença do clarinetista Diogo Maia (Sujeito a Guincho, Seis com Casca) executando o Concertino para Clarineta de Francisco Mignone em revisão inédita. Em 2013 repetiu a dobradinha com Diogo Maia realizando orquestração autoral de Tonada y Cueca de Carlos Guastavino. Dos festivais que atuou como estudante de regência, obteve destaque frente às orquestras Petrobrás Sinfônica, Orquestra Sinfônica do Recife e Orquestra de Barra Mansa, sob orientação do maestro Isaac Karabtchevsky e Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, sob a orientação de Fabio Mechetti (2012 e 2013). Como assistente de maestro atuou em dois importantes festivais obtendo reconhecimento de duas grandes personalidades da música internacional: o violinista/violista e maestro Shlomo Mintz por ocasião do Festival Ex Toto Corde; e o violonista e maestro Leo Brouwer por ocasião do I Festival Leo Brouwer ensaiando obras deste compositor em primeira audição nacional, junto à Orquestra de Câmara da USP. Como parte de sua atuação como maestro, Henrique Villas-Bôas desenvolveu trabalhos de edição crítica de obras de diversos compositores, destacando-se Los negros brujos se divierten de Leo Brouwer, Abertura Concertante de Camargo Guarnieri e Concertino para Clarineta de Francisco Mignone. Tendo para este último publicado o artigo Concertino Con's'certado: Um olhar sobre a partitura do Concertino para Clarineta de Francisco Mignone como parte do desenvolvimento de seu projeto de pesquisa de Pós-graduação pela Universidade de São Paulo, USP, sob orientação do Prof. Dr. Gilmar Roberto Jardim. Concluído em 2014. Dentre suas atividades destacam-se a preparação da primeira audição da obra Lagoa de Valéria Bonafé para orquestra de câmara, a tradução da ópera Where The Wild Things Are, estreada em 2016, a direção e regência das ópera La Bohème de Puccini em 2017 no Teatro São Pedro - SP, a regência no concerto de lançamento do cd Cartas Brasileiras de Léa Freire, a regência de “Noite Transfigurada” de Arnold Schoemberg em concerto junto à Orquestra de Câmara do Amazonas em 2018, e a regência e atuação cênica nos concertos didáticos da Orquestra Sinfônica da USP em 2018 e 2019. Na área da educação foi professor da Fundação das Artes de São Caetano do Sul nas matérias apreciação musical e canto coral; foi professor de práticas orquestrais no "Festival de Música de Ourinhos"; e professor assistente de regência na graduação em música da Universidade de São Paulo através do programa PAE de Pós-graduação em 2012 e 2013. Entre 2018 e 2022 foi maestro do coral do Colégio Arcanjo Micael em Cotia - SP. No âmbito da música popular desenvolve importantes trabalhos artísticos. Como cantor, compositor, arranjador e pianista tem suas atividades reconhecidas pela excelência de sua produção. Em 2011 foi arranjador e cantor no show de Miranda Kassin (Hits do Underground) e André Frateschi (Legião Urbana, Sessão de Terapia, canal GNT) para abertura do Summer Soul Festival precedendo os shows de Amy Winehouse, Janelle Monae e Mayer Hawthorn na Arena Anhembi em São Paulo. Fruto desse trabalho foi o arranjo de cordas para o cd Aurora que Miranda Kassin lançou em 2012 no Auditório do Ibirapuera. Uma de suas parcerias foi com a pianista, cantora e compositora Monique Maion (Sunset, Lola) que de 2011 a 2015 resultou em diversos shows pelo Brasil onde destacam-se TOM WAITS por Monique Maion e Banda, realizado no circuito Sesc; ELLA FITZGERALD por Monique Maion, show em homenagem a Ella Fitzgerald; turnê no Prêmio Profissionais do Ano da Rede Globo; clipe do single Bandido lançado em 2012; cd Monique Maion, Estralando Os Fellas lançado em 2013. Como cantor, Henrique Villas Boas é um dos fundadores do trio vocal Os Fellas que se dedicou à pesquisa da sonoridade dos grupos vocais de jazz americano dos anos 40 e 50, incursionando pela música brasileira através da música de Luiz Gonzaga, graças à parceria com o grupo Bicho de pé para a gravação do dvd 100 anos do Mestre Luiz Gonzaga, lançado em 2013. Também em 2013 o trio lançou o single “3 Old Ladies”, alcançando aprovação do público e da crítica especializada. E desde 2020 integra o duo OTHOÁ, dedicado à música popular brasileira. Como compositor de trilha sonora, assina o documentário CPFL 100 anos, dirigido por Zuza Homem de Mello e do curta Dona Rosa, ambos lançados em 2013. Como pianista, foi integrante da banda do disco solo de Mauro Motoki (Ludov), Bom Retiro, lançado em 2011; integrante das bandas “The Funk Miracle” e “Sonic Soul Factory” ambas atuantes do cenário musical paulistano. Sua parceria mais frutífera é com a cantora Mariane Claro, que desde 2015 rende importantes conquistas artísticas, como o duo OTHOÁ (2022) que tem se dedicado à música na cidade de São Paulo, atuando num dos bares mais importantes da cena musical jazzística, o RABO DI GALO no hotel Rosewood. Desde sua fundação o duo OTHOÁ já contabiliza mais de 300 apresentações em cidades como São Paulo, Santa Catarina, Curitiba, Punta Del Este e outras. Crítica do jornalista Jorge Coli: "Uma revelação. Finura, precisão, transparência, brotando desde a Rêverie, de Scriabin, que abria o programa. Maravilhoso fraseado – sua biografia diz ele é também cantor, e é bem possível que essa prática tenha incidido sobre o sentido flexuoso da frase." Comentário de Cézar Mendes no Instagram ao vídeo da versão de "TALVEZ", uma de suas músicas que OTHOÁ produziu: "Fiquei imensamente honrado e feliz por vocês terem cantado (talvez) desse jeito. Andamento, tom, as vozes, os assovios. Parabéns e boa sorte…" Gustavo Sarzi (Arranjador 1) https://drive.google.com/file/d/1bMCab7YM0tWixxne9acQYjzSREw6fllT/view?usp=sharing José Pitoco (Artista Convidado 1) Com forte atuação na cena musical brasileira, o clarinetista, saxofonista e percussionista Zé́ Pitoco é um grande representante da música regional nordestina em São Paulo, onde participou da criação de diversos grupos de música brasileira como "Banda Mexe com Tudo" e "Banda Mistura e Manda" e do Grupo de choro "Papo de Anjo". Integrante do grupo de Antônio Nóbrega, atua como um de seus principais componentes e arranjadores, além de fazer parte também da Orquestra Popular de Câmara, ao lado de Benjamim Taubkin, Teco Cardoso, Mané Silveira, Guelo, Caíto Marcondes. O multi-instrumentista e arranjador pernambucano já tocou com grandes nomes, como Dominguinhos, Chico César, Mônica Salmaso, Sivuca, Spok Frevo, Banda Mantiqueira, entre outros. Atualmente, está excursionando pelo Brasil com o espetáculo, “Dominguinhos, o Musical”. Seu álbum “O Forró do Zé Pitoco” destaca um vasto repertório do gênero e ao lado de talentos brilhantemente reunidos para garantirem a alegria em forma de som, com energia, poesia e muito suingue, Zé Pitoco e grupo vem apresentando o baile mais animado da cidade! Mariane Claro (Curadora e Artista Convida 2) Nascida em julho de 1984, no município de Santo André (SP), Mariane Claro deu com as primeiras notas musicais ainda muitíssimo pequena. O senhor Claro havia comprado um piano para que Dona Eleni dedilhasse as 88 teclas. Ocorre o que ocorre vez em quando e a mãe fez que não se interessou tonéis pelo instrumento, mas Mariane, aos 7 anos de idade, não escapou aos sonoros martelinhos de madeira que assoviam dentro de uma caixa de ressonância. E, assim, foi ciceroneada por Marisa Lacorte, sua primeira professora. Com as mãos sobre o piano Mariane foi carregada para dentro de importantes escolas de música localizadas nas cidades de São Paulo, São Caetano do Sul— sob os auspícios de Claudia Siste e Tatuí — ensinada por Miriam Braga. Já no Instituto de Artes da UNESP, no período de 2006 a 2008, foi pianista do grupo de percussão “PIAP”, convidada pelo maestro doutor John Boudler — realizando-se, lá, ao fazer música contemporânea e ao solar na primeira audição mundial do concerto para piano “Descobrimento do Brasil”, autoria do compositor Almeida Prado. Como pianista convidada, participou de concertos com o Grupo de Percussão Durum realizados nas redes do SESC, SESI, Instituto de Artes da Unesp e Centro Cultural São Paulo. Suas passagens foram ainda registradas em salas de concerto como Bienal de Música (Cuiabá-MT), Festival de Campos de Jordão (SP), Encontro Percussivo USP 2008 (SP), Centro Cultural São Paulo (SP), Edição do Prêmio Profissionais do Ano da Rede Globo (SP), Credicard Hall (SP) e a prestigiada Sala São Paulo (SP, por suposto), uma das 10 melhores salas de concerto do mundo, segundo um professor inglês de engenharia acústica. Formou-se, então, aos 24 anos completos, no Curso de Bacharelado em Piano da Universidade Estadual de São Paulo (UNESP), sob a orientação do professor doutor André Rangel. Foi aluna do pianista Bernard Flavigny por ocasião de sua “Especialização Pianística”, ministrada em um pedaço de território da Normandia francesa, Robertot. Participou de “Música Contemporânea Norte-Americana para piano: John Cage antes e depois”, oferecido pela consagrada pianista Beatriz Roman. Pianista do musical “Hairspray”, durante sua temporada paulistana no teatro Bradesco, do musical “Gypsy”, no teatro Alfa, e “A Madrinha Embriagada”, no teatro SESI/FIESP. Em 2014, como curadora e produtora da série “Variações Musicais”, dedicada à música brasileira, foi incumbida de fazer erguer diante do público o conjunto de concertos abrigado na Fundação Maria Luisa e Oscar Americano. Neste mesmo espaço, Mariane foi produtora da Série de Concertos, com a curadoria do pianista Gilberto Tinetti entre 2011 e 2014. Derramar música para dentro de todos os espaços livres. Solfejar nas esquinas, nas filas, debaixo das árvores, enquanto passa o café, o pó, ver a água ferver, vocalizar o fogo, o arrebatamento que uma orquestra de sons dispara. Daí dizer que, nas rodas de choro erguidas no interior das repúblicas de estudantes por onde passou, caia de alegria diante de modas de viola e samba e Djavan e Gil e Caetano e Lenine e Tom e Cartola e, certamente, muitos outros. Melhor seria cair de cordas — vocais, desta feita — pois foi já grande que Mariane apercebeu-se, irremediavelmente, cantora. Desde 2014, Mariane tem um trabalho que traz canções de Caymmi, seu mar de notas, sua Bahia de Todos os Santos, seu amor por tudo aquilo “que o coração dita”. A Bahia de Caymmi é trazida ao palco em forma de canção, alegria e amor. Passando por São Paulo, São José dos Campos, Araraquara tem contagiado corações saudosos e curiosos pela nossa música brasileira. Uma belíssima e intensa fermata convidou Mariane a olhar para dentro de si, e dentro deste som nasce seu novo trabalho “Pra não esquecer”. Emprestando sua delicadeza interpretativa para a série de canções compostas por amigos de longa data como Flaira Ferro, Zaca de Oliveira, Bruno Menegatti, Igor de Carvalho e Janayna Pereira. O show epigrafa composições dedicadas ao amor e seus desdobramentos. Você Irradia e Pausa são as duas pontas da fita que envolve o cuidadoso regalo que cantora e banda prepararam para o público. Em 2017, a cantora abriu uma campanha de financiamento coletivo com vistas à materialização de sua trajetória, a amostra física de um sonho, e arrecadou o suficiente para a gravação e prensa do seu primeiro EP. Pra não esquecer, lançado no final de abril, reúne cinco canções compostas por amigos próximos da cantora e pianista, sob direção musical do maestro, arranjador e produtor musical Henrique Villas Boas. O show de lançamento de Pra não esquecer aconteceu no Teatro de Contêiner, centro cultural inaugurado pela Cia Mungunzá, no ano de 2016, e abrigo de onze contêineres abertos às manifestações artísticas da cidade de São Paulo. No dia 18 de maio de 2018, Mariane Claro e o quarteto formado por Henrique Villas Boas (piano), Maurício Biazzi (baixo), João Fidelis (bateria) e Bruno Menegatti (violão e rabeca), somaram cinco músicos. Pra não esquecer. Este show também foi levado para vários palcos do centro de São Paulo, dentro do Festival de Natal realizado pela prefeitura de SP em 2018. Ainda em 2018 e 2019 seu projeto A Bahia de Caymmi foi aprovado no edital do Sesi e, desta forma, puderam levar o espetáculo para algumas cidades do interior de São Paulo como, Araraquara, São José dos Campos, Mauá e Mogi das Cruzes. Este show também aconteceu no Bona Casa de Música e em espaços privados. Em 2021, lançou em todas as plataformas digitais as músicas “Você não sabe amar”, “Vatapá” e “Você já foi à Bahia?”, de Dorival. Em 2020 gravou seu primeiro EP “Ai que Saudade D’ocê”, dedicado ao forró que foi lançado somente em 2021 por conta da pandemia. Aprovado também no edital do Sesi, o então chamado “Forró da Mari” esteve nos palcos dos Sesi’s de São Carlos, Itu, Araraquara, Sertãozinho, Cosmópolis e Santa Rita do Passa Quatro em 2022. No palco, o quarteto formado por Mariane Claro na voz, Guegué Medeiros na zabumba, Pablo Moura na sanfona e Alisson Silva na percussão, embarca nas melodias criadas por compositoras e compositores renomados como, o rei do baião, Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Marinês, Anastácia, Gilberto Gil entre outros. O show transita através das veias rítmicas que o forró possui, amparado pela excelência técnica e artística dos realizadores, traduzindo a memória cultural nordestina e contribuindo para a formação de novas platéias para a cultura do nordeste do país. A cantora abre espaço para que outros públicos possam se conectar com a arte que nasce debaixo do barro do chão nordestino levando o forró a um ambiente livre do machismo e das madrugadas dos bailes da cidade. A cantora também tem um projeto com o seu companheiro onde a prioridade é enaltecer a música brasileira e reinventar arranjos para músicas já consagradas. O projeto se chama Othoá e nasceu em meados de 2021, durante a pandemia, na necessidade de fazer arte e criar um palco virtual para alimentar nossas almas e esperanças. As raízes instrumentais do Othoá se alongam pelas teclas do piano, pelas cordas do violão e das vozes, para além de instrumentos criados em casa com os objetos da casa e brinquedos dos filhos do casal. Lançaram ainda em 2021, vídeos caseiros que traziam gravações das músicas Talvez (de Tom Veloso e Cézar Mendes), Back in Bahia (Gilberto Gil) e Iracema (Cartola). Em 2022 lançaram em todas as plataformas digitais uma versão da música Partilhar, de Rubel. Desde abril de 2022 o duo abriu espaço para dois grandes músicos, Maurício Biazzi (baixo acústico) e João Fidelis (bateria) para juntar-se aos shows, que acontecem semanalmente, nas noites badaladas do hotel Rosewood, em São Paulo. Em 2023, Mariane Claro encontra espaço para fortalecer suas raízes e fazer florescer seus incessantes projetos musicais. Em 2024, juntou-se ao Instituto Arapyaú como parceira para realizar um mapeamento dos músicos e artistas dos biomas da Mata Atlântica e da Amazônia, contribuindo para a agenda de ação em favor do meio-ambiente e contra as mudanças climáticas. Mariane está contribuindo também para a atuação do Instituto na COP 2025, que será realizada no Pará. Nailor Proveta (Artista Convidado 3) Com mais de 30 anos de carreira, Nailor Proveta é figura de destaque no cenário da música instrumental brasileira. Integrante e fundador da Banda Mantiqueira, compositor e arranjador, além de instrumentista, esteve envolvido em muitos dos melhores e mais relevantes projetos musicais das últimas décadas. Proveta começou na banda municipal de Leme (SP), onde nasceu. Aos 16 anos, já em São Paulo, integrou a orquestra do maestro Sylvio Mazzuca. Depois, liderou a Banda Aquarius e o grupo Sambop Brass, e dividiu o palco com artistas como Natalie Cole e Benny Carter, além de ter seguido em turnês com a orquestra de Ray Conniff. Até hoje, Proveta é um dos clarinetistas mais requisitados do país, mas tem com o saxofone um caso de amor, aliado a um interesse quase científico, expresso através da pesquisa minuciosa dos timbres e sonoridades dessa família de instrumentos. Carla Cassarim (Artista Convidada 4) Cantora, compositora e educadora musical formada em música pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), Carla Casarim possui uma sólida carreira na MPB. Em sua trajetória dividiu o palco com artistas consagrados como Carminho, Elba Ramalho, Fagner, Zeca Baleiro, Joyce Moreno, Eduardo Gudin, Carlinhos Brown, entre outros. A artista também foi semifinalista no programa The Voice Brasil (2014), que abriu muitas portas em sua carreira. Carla já levou a música brasileira para diversos países: França, Noruega, Bélgica, Alemanha, Suíça, Portugal, Itália e Estados Unidos, e já se apresentou em programações de visibilidade no cenário nacional, como os circuitos SESC e SESI, Viradas Cultural e Paulista. Paralelamente à carreira solo na MPB, a cantora é vocalista da renomada banda de forró “Bicho de pé” e também possui outros projetos ligados a música brasileira, e em 2022 um dos projetos que participou, o álbum de samba "Pagode Black Tie - Nei Lopes, Guga Stroeter e projeto Coisa Fina", foi indicado ao Grammy Latino. Em 2020 lançou seu primeiro álbum autoral de carreira, “Terra Mãe”, contemplado pelo edital do PROMIC (Londrina – PR), e o mesmo foi premiado para ter seu show de lançamento em formato live através do edital PROAC (SP). Terra Mãe foi finalista do Festival da canção de Mogi das Cruzes, recebendo o prêmio de melhor arranjo, e a composição que abre o álbum, “Brasil geral”, foi semifinalista do Festival de Música da Rádio MEC e possui mais de 1 milhão de plays nas plataformas digitais. Recentemente lançou seu novo trabalho, o EP autoral “Amor, Amor”, o qual ela assina a direção musical juntamente com o músico e produtor Guilherme Kafé, trazendo canções que falam das mais diversas formas de amar e vem circulando com esse projeto neste ano de 2024. João Fidelis (Baterista) João Fideles é um baterista e percussionista renomado por sua versatilidade e pela capacidade de transitar entre diferentes gêneros musicais. Como integrante do aclamado trio Caixa Cubo, ele se destaca pela fusão entre jazz contemporâneo e música instrumental brasileira, criando um som único e inovador. Além de seu trabalho com o trio, já colaborou com grandes nomes da música brasileira, como Yamandú Costa,Chico César, o Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo, o Grupo Pau Brasil, e com artistas do pop, como Karol Conká, BNegão, Xênia França e Johnny Hooker Essas colaborações destacam sua habilidade em transitar entre uma ampla gama de estilos musicais, fortalecendo sua presença tanto no cenário nacional quanto no internacional. Formado em Música pela Universidade de São Paulo (USP), João também realizou intercâmbio em Moçambique, onde estudou a Timbila, um instrumento tradicional africano, como parte de seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Essa experiência foi fundamental para ampliar suas influências musicais e integrar elementos da música africana ao seu repertório. Posteriormente, João concluiu seu **Mestrado em Jazz Drums** no Conservatório Real de Haia, na Holanda, com bolsa integral, onde aprofundou seus estudos sobre jazz e performance. Durante sua formação, João colaborou com orquestras sinfônicas e realizou inúmeras apresentações com coros, o que lhe deu uma base sólida e diversificada, enriquecendo sua abordagem musical em diferentes contextos. Baterista e Co-fundador (2011 – Presente) Como membro fundador e baterista do trio Caixa Cubo, João Fideles desempenha um papel crucial na criação de um som inovador que combina jazz contemporâneo e música instrumental brasileira. O trio realiza turnês anuais pela Europa, tocando em festivais e clubes renomados em cidades como Paris, Londres, Berlim e Lisboa. Em 2024, lançará o álbum **"Modo Avião"** pela gravadora inglesa **Far Out Recordings**, trazendo mais uma vez um som ousado e criativo. Discografia do trio ● Angela (2021) – Este álbum, aclamado internacionalmente, foi eleito um dos **6 melhores álbuns do ano** pela **BBC 6 Music**. Com influências de jazz e música brasileira, "Angela" consolidou o Caixa Cubo na cena musical europeia. ● Modo Avião (2024) – Com lançamento previsto pela **Far Out Recordings**, o álbum explora novas texturas e sonoridades, reafirmando a inovação do trio. https://drive.google.com/file/d/1dv10T8jR_Pz8oVLmp0hZau_yRh0U4IZE/view?usp=sharing Maurício Biazzi (Contrabaixista) Formação profissional Iniciou seus estudos musicais aos 10 anos na cidade de São Roque. Aos 16 anos ingressou no CLAM (Centro Livre de Aprendizagem Musical), em São Paulo. Em 1991 concluiu o curso no BIT (Bass Institute of Technology) em Los Angeles (EUA). Nos anos seguintes teve aulas de arranjo com o professor Cláudio Leal Ferreira e participou do curso de contrabaixo acústico do SESC. Em apresentações e gravações, já atuou ao lado de músicos como: Paulo e Arrigo Barnabé, Cauby Peixoto, Paulo Miklos, Ronie Von, Fernanda Porto, Eugenia Melo e Castro, Moreno Veloso, Leila Pinheiro, Milton Nascimento entre outros. Abner Phelipe (Guitarra) Abner Phelipe é músico, compositor e arranjador nascido em São Paulo. Atua profissionalmente desde os 17 anos de idade. Formou-se na EMESP - Escola de Música do Estado de São Paulo e atualmente estuda na Faculdade Souza Lima e Berklee - onde ganhou dois Latin Grammy Foundation Schorlaship em 2022 e 2023. Em 2017, integrou a Big Band Emesp, dirigida por Daniel D’Alcântara, Edu Ribeiro e Paulo Braga, que tocou no Ilhabela in Jazz 2017 e na Juilliard School, em Nova Iorque - EUA, onde realizou um intercâmbio. Integrou a Orquestra Tom Jobim e lá acompanhou Zélia Duncan, Leila Pinheiro, Monica Salmaso, Vanessa Moreno, Ted Nash (EUA), Amilton Godoy, Nailor Proveta, Guinga, Gabriel Grossi, Teco Cardoso, Hercules Gomes, Bebê Kramer, Messias Brito, Daniel D’Alcântara, Cássio Ferreira, Lea Freire e Zé Leônidas, sobre a regência dos grandes maestros, Nelson Ayres e Tiago Costa. Em 2018, representou o Brasil nos EUA, no Jazz Lab 2018 (Festival de Jazz e Curso de Verão), na New England Conservatory. Em 2019, foi o guitarrista brasileiro selecionado para participar de Master Classes com a Jazz Lincoln Center Orchestra (NYC), na turnê brasileira dirigida pelo SESC. Em 2019, com o Septeto da Emesp e Orquestra Jazz Sinfônica do Brasil, acompanhou dois artistas de Luxemburgo: Gast Waltzing (premiado com Grammys por trilhas sonoras) e David Laborier. Em 2019, foi solista da Orquestra do Theatro São Pedro num concerto dedicado a obra de Astor Piazzolla, acompanhando a mezzo-soprano, Juliana Taino. Em 2020, lançou o seu primeiro álbum autoral - Oluá Poãs - juntamente do Motirõ Quarteto. Integrando a São Paulo Big Band em 2021, 2022 e 2023, Abner tocou com grandes nomes, tais como João Bosco, Spok Frevo, Varijashree Venugopal, Paula Lima, Carlinhos Brown, Daniela Mercury, Dani Black, Ana Cañas, Wilson Simoninha, Vanessa Moreno. Com o Alvorada Duo, acompanhando o grande saxofonista capixaba Lucas Sales, ganhou o primeiro concurso do Núcleo de Desenvolvimento de Carreira da Emesp e fez um concerto na temporada 2021 no Theatro São Pedro. Também tocou no Jazz FR/BR e no Festival de Campos do Jordão. O Duo lançou o seu álbum inédito ‘Alvorada’ em outubro de 2022. Em 2022, 2023 e 2024 acompanhou a OSESP - Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo nos programas de Trilha de Games (2022), Trilhas de Super Heróis (2023), a convite do maestro Wagner Polistchuk. Já, em 2024, foi solista do concerto de Animes. Já lançou dois álbuns autorais: ‘Oluá Poãs’ (2020) - com Motirõ Quarteto, e ‘Alvorada’ (2022). Toca com Social Samba Fino, Nosso Baile, Fran Nóbrega, Duo Fran Nóbrega e Abner Phelipe, Nina Oliveira, Luciana Pires, Sophia Ardessore e tem dois projetos autorais, Alvorada Duo e Motirõ Quarteto. Cássio Ferreira (Saxofone) Aos 9 anos começou a estudar teoria musical na igreja que freqüentava, e aos 12 teve aulas iniciais de saxofone. Aos 14 ingressou na Fundação das Artes de São Caetano do Sul, onde estudou saxofone e improvisação com Mário Checchetto Neto, prática de big band com o Maestro Antônio Carlos Neves Pinto, e participou de festivais e cursos livres com Roberto Sion, Vinícius Dorin, Nelson Ayres e Zé Eduardo Nazário. Tocou com grandes nomes da música instrumental brasileira, como Nailor Proveta, Raul de Souza, Arismar do Espírito Santo, João Cristal, Jovino Santos Neto, Jessé Sadoc, Bocato, Nelson Ayres, Sizão Machado, Grupo Pau Brasil, Artur Verocai e Toninho Ferragutti; com músicos internacionais como Maria Schneider (USA), Davy Mooney (USA), Alejandro Avilés (USA/CUB) e Edsel Gomez (PRI/USA); e artistas populares como Agnaldo Rayol, Jair Rodrigues, Elba Ramalho, Dominguinhos, Alceu Valença, Titãs, Mano Brown, Criolo, Jorge Aragão, Shwekey Yaakov (ISR) e Teresa Salgueiro (POR) em turnê pelo Brasil e México. Atuou no espetáculo musical “New York, New York” (direção: José Luiz Possi Neto) como saxofonista solista, dublado pelo ator Juan Alba, interpretando o personagem “Johnny Boyle”. Foi professor convidado de saxofone no V Festival Painel Instrumental (2014), do Conservatório de Tatuí. Tocou na turnê 2015 do espetáculo musical do pianista, arranjador e produtor musical Eduardo Lages (Roberto Carlos), “Eduardo Lages e Orquestra”, em várias cidades do Brasil. Gravou os CDs instrumentais "Influência brasileira" (Rodrigo Chenta), “Michel Leme & A Firma” (Michel Leme), "São Mateus”, “Meu Samba no Prato” (Marcos Paiva), "Irmãos de Som", “1011” (Alex Buck), "Quinteto” (Djalma Lima), "In Set” (Bruno Migotto), "Nativ" (Bissamblazz Ensemble), “Passo a Passo” (Edu Letti), “Resposta” (Rubem Farias), “Daniel de Paula e A Irmandade” (Daniel de Paula), “Origem Now” (Cláudio Baeta), “Sobre Tradição” (Leandro Cabral), “Alfa” (Leandro Cabral Trio), “Road to Udaipur” (Edsel Gomez), “A música de Gilberto Mendes” (Gilberto Mendes – Produção SESC SP), “O Corpo de Dentro” (Lourenço Rebetez), o mais recente CD da Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo (ainda em fase de produção), “A Gata Café” (Toninho Ferragutti Quinteto) e o álbum “Com Alma” da Banda Mantiqueira (selo SESC), com participações de Romero Lubambo, Cacá Malaquias e Wynton Marsalis (EUA). Atualmente integra os grupos: Dwitza Project (Ed Motta), Cinco por cinco (João Cristal), Sexteto João Cristal, Marcos Paiva Sexteto (MP6), Alex Buck & Irmãos de Som, Reteté Big Band, Nelson Ayres Big Band, Cláudio Baeta Grupo, Daniel de Paula & A Irmandade, Leandro Cabral Quinteto, Deep Funk Session, Orquestra Arte Viva, Toninho Ferragutti Quinteto, Banda Mantiqueira e Cássio Ferreira & Rodrigo Chenta Duo. Igor Pimentel (Assessoria de Comunicação e Marketing)
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.