| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 00000000000191 | BANCO DO BRASIL SA | 1900-01-01 | R$ 1,56 mi |
Realizar exposição do artista plástico Luiz Zerbini em duas cidades brasileiras e publicar catálogo que acompanha a mostra.
Não se aplica.
Objetivo geral Difundir a obra do artista plástico Luiz Zerbini, apresentando um panorama de obras produzidas pelo artista nas últimas décadas. Objetivos específicos (1) Realizar exposição do artista plástico Luiz Zerbini no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro, e itinerância da mostra na unidade do CCBB Brasília. Cada mostra terá uma duração de três meses. (2) Publicar catálogo que acompanha a mostra com tiragem de 2.000 exemplares para distribuição gratuita.
A mostra, com curadoria de Clarissa Diniz, apresenta a obra de Luiz Zerbini (São Paulo, 1959), um dos principais nomes da arte contemporânea latino-americana, que tem a habilidade de olhar o mundo por meio de múltiplas lentes e transformar essa experiência em arte através de uma variedade de temas, materiais, suportes etc. A exposição aponta, ainda, para temas como ecologia e ancestralidade, questões urgentes dos tempos atuais. Com obras que fazem um panorama do seu trabalho nas últimas décadas, o projeto busca disponibilizar um rico material de referência da arte contemporânea brasileira para o público que deseja conhecer e se aprofundar em uma produção artística de ponta existente hoje no cenário nacional e mundial. A exposição apresenta obras inéditas no Rio de Janeiro, e é a primeira individual do Luiz Zerbini em Brasília. Será um panorama amplo da sua produção dentro de um recorte das últimas décadas. O projeto reúne trabalhos realizados entre os anos 1990 e 2023, e configura um percurso poético por sua obra. A exposição também é um manifesto contemporâneo, sobre cosmopolítica, a relação entre arte e ecologia, e saberes dos povos originários. O artista traz para discussão fatos históricos como Guerra de Canudos, Massacre de Haximu e a Primeira Missa no Brasil refletindo sobre nossa origem, ancestralidade, e ressignificando símbolos, como nas obras Rio das mortes, sobre garimpo ilegal, e em Paisagem inútil, que retrata os quatro pilares o agronegócio: algodão, café, cacau e cana-de-açúcar. Assim, com a exposição Luiz Zerbini, afirmamos o compromisso de estimular produção contemporânea brasileira, sua apresentação e difusão ao público nacional e internacional. A solicitação de apoio ao projeto Luiz Zerbini junto ao Ministério da Cultura, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. Sobre o enquadramento no Artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Sobre o enquadramento no Artigo 3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;
Luiz Zerbini é um dos artistas que despontaram na década de 1980 e chega a maturidade explorando praticamente todos os aspectos da arte contemporânea. Desenvolve sua linguagem na utilização diversificada de mídias como vídeo, escultura, fotografia, música, desenho, pintura, arte gráfica, ambientes e instalações. A obra de Zerbini é considerada hoje pelos críticos uma referência na arte nacional. A mostra reúne cerca de 60 trabalhos de Zerbini, e apresenta características de sua diversa produção: o interesse na pintura, na gravura, na instalação, na representação da paisagem e da botânica, na revisão histórica e no diálogo entre abstração, geometria e figuração. A exposição inclui pinturas de grandes dimensões, pinturas de médio porte, monotipias em papel, e uma instalação que traz a natureza para o espaço expositivo. Prevemos a realização, em cada cidade, de um encontro, aberto ao público, reunindo o artista, a curadora e convidados. Catálogo com imagens da exposição e texto crítico inédito: Capa MASTERBLANK LINHO LD 135grs FSC PAPELÃO 15 1420g; Miolo FSC EUROBULK 135grs FSC OFFSET 180grs; 208 páginas; Tiragem: 2000 unidades.
Acessibilidade física: CCBB RJ: Rampa para pessoas com deficiência física – Entrada da Av. Presidente Vargas; Sanitários para cadeirantes – Térreo, 2º andar, 4º andar e 5º andar; Telefones públicos para pessoas com deficiência auditiva ou visual: térreo e 5º andar. CCBB BSB: Vagas exclusivas de estacionamento; Acesso por rampas ao Teatro e às Galerias; Elevador entre as Salas de Exposições; Banheiros adaptados atrás do balcão de informações. Acessibilidade para PcD visual: sinalização com legenda aumentada e tátil, áudio descrição da exposição Acessibilidade para PcD auditivo: vídeo em libras apresentando a exposição Acessibilidade para PcD intelectual: atendimento especializado PRODUTO CATÁLOGO Acessibilidade física: Não se aplica Acessibilidade para PcD auditivo: sem restrição de acesso ao conteúdo do produto Acessibilidade para PcD visual: audiolivro Acessibilidade para PcD intelectual: Não se aplica
Para atendimento ao Artigo 29 da IN 11/2024: Não haverá cobrança de ingresso ou comercialização de produtos culturais. Para atendimento ao Artigo 30 da IN 11/2024: PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTE: optamos pelo Inciso III, disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; PRODUTO CATÁLOGO: optamos pelo Inciso I - doar 10% dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20%;
O proponente será responsável pela coordenação geral do projeto, e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional. Proponente: Arthur Moura | Mourart Formado em comunicação social pela ESPM do Rio de Janeiro, trabalha há mais de 18 anos com arte contemporânea, principalmente exposições. Iniciou sua trajetória em 2004 como assistente do artista Raul Mourão. Em 2006 entra na empresa Automatica onde trabalha por 10 anos produzindo exposições como Amor Luiz Zerbini - MAM Rio de Janeiro, Cabeça Milton Machado - CCBB Rio de Janeiro e Belo Horizonte, Angelo Venosa - MAM Rio de Janeiro, Pinacoteca SP, Mamam Recife, Palácio das Artes Belo Horizonte, Antonio Manuel - MAM Rio, From the Margin to The Edge - Somerset House Londres, Imaterialidade - SESC Belenzinho SP, Despertar/Éveil - SESC Santana SP. Em 2016 abre a Mourart e produz as exposições como Habitar Abismos Mariana Guimarães - Castelinho do Flamengo RJ, 2017 Un Moment Si Doux Raymond Depardon - CCBB do Rio de Janeiro, 2018 Da Linha, o Fio Espaço Cultural BNDES, 2019 Iran do Espírito Santo - Reflexivos - Oi Futuro, 2020 Luiz Zerbini Campo Expandido - Oi Futuro, 2022 Mariana Guimarães - Geometrias Sensíveis - SESC Barra Mansa, 2022 Luiz Zerbini – A Mesma História Nunca é a Mesma MASP, 2023 Reflorestar Corpos, Reencantar Territórios - SESC Barra Mansa. Mariana Guimarães Fio-Ação - Paço Imperial. Mirage – Katie Paterson e Zeller & Moye - Apple Park - Cupertino, California USA. Produção da parte brasileira da escultura. Mirage é uma escultura ao ar livre, criada pela artista Katie Paterson e pelo estúdio de arquitetura Zeller & Moye para o Apple Park, composta por cilindros de vidro fundido puro, feitos de areia coletada em desertos por toda a Terra. Artista: Luiz Zerbini Nasceu em 1959, em São Paulo, e mudou-se para o Rio de Janeiro em 1982, onde vive e trabalha. De 1978 a 1982, cursa Artes Plásticas na FAAP-SP. Em 1984, participa da antológica exposição Como vai você, Geração 80?, no Rio de Janeiro. Ao longo dos anos 1980 e 1990, desenvolve um marcante vocabulário próprio em pinturas híbridas em que incorpora cenas domésticas, paisagens naturais e urbanas, retratos, além de outros gêneros clássicos como natureza-morta e abstração. A partir de 1995, integra o grupo Chelpa Ferro, que explora as relações entre as artes visuais e a música. Nos anos 2000, explora outras questões essencialmente pictóricas de luz e sombra em obras que extrapolam o suporte convencional, transitando da pintura à escultura e instalação e de novo à pintura. Sua obra recente radicaliza o embate entre figuração e abstração sem optar por um ou outro. Suas grandes pinturas figurativas ressurgem mais complexas, com alta saturação especial e cromática, ao mesmo tempo em que o artista produz, ainda, pinturas geométricas de superfícies reflexivas ou efeitos ópticos. Curadoria: Clarissa Diniz É curadora, escritora e educadora em arte. Graduada em artes pela UFPE, mestre em história da arte pela UERJ e doutoranda em antropologia pela UFRJ, foi editora da revista Tatuí (revistatatui.com.br). É professora da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro. Além de alguns livros publicados, tem textos incluídos revistas e coletâneas sobre arte e crítica de arte, a exemplo de Criação e Crítica - Seminários Internacionais Museu da Vale (2009); Artes Visuais – coleção ensaios brasileiros contemporâneos (Funarte, 2017); Arte, censura, liberdade (Cobogó, 2018); Amérique Latine: arts et combats (Artpress, março 2020). Desenvolve curadorias desde 2008 e, entre 2013 e 2018, atuou no Museu de Arte do Rio – MAR, onde realizou projetos como Do Valongo à Favela: imaginário e periferia (cocuradoria com Rafael Cardoso, 2014); Pernambuco Experimental (2014) e Dja Guata Porã – Rio de Janeiro Indígena (cocuradoria com Sandra Benites, Pablo Lafuente e José Ribamar Bessa, 2017). Em 2019, organizou a mostra À Nordeste (cocuradoria com Bitu Cassundé e Marcelo Campos. Sesc 24 de Maio, São Paulo) e, em 2022, integrou a curadoria das exposições Histórias Brasileiras (MASP, São Paulo) e Raio-que-o-parta: ficções do moderno no Brasil (Sesc 24 de Maio, São Paulo) Coordenação de produção: Automatica Produção Contemporânea É uma empresa que desenvolve projetos culturais desde 2005, atuando na criação, curadoria, coordenação, gestão, produção e consultoria de exposições, programas educativos, publicações e outras atividades ligadas à produção artística. Trabalha com artistas, curadores, críticos de arte, historiadores da arte, instituições culturais, patrocinadores públicos e privados. Participa de editais e prêmios, e elabora projetos para as leis de incentivo nas três esferas da administração pública. Através da produção, circulação, divulgação, fruição, conservação e preservação de processos e produtos culturais, relaciona a matéria dinâmica da criação com as pessoas. Principais projetos realizados nos últimos anos: Em 2023: Alterações vividas absolutamente fantásticas - avaf, Sesc Av. Paulista, São Paulo; Festas, sambas e outros carnavais, Sesc Casa Verde, São Paulo; Festival WOW – Mulheres do Mundo, MAR, Museu do Amanhã e Praça Mauá, Rio de Janeiro; Pista Ritmo Fluxo, Galpão Bela Maré, Rio de Janeiro; Vida transbordante e os desejos do mundo, Solar dos Abacaxis, Rio de Janeiro; Brasil: avenida de possibilidades, Galpão Bela Maré, Rio de Janeiro. Em 2022: Negros na Piscina, Pinacoteca do Ceará, Fortaleza; Ocupação Nise da Silveira, Museu de Imagens do Inconsciente, Rio de Janeiro; Um lento venir viniendo, MAC – Niterói, Rio de Janeiro; Contramemória, Theatro Municipal de São Paulo; Images from the Unconcious, Marres, Maastricht, Holanda; Ecologias do Bem Viver e Misturas, Galpão Bela Maré, Rio de Janeiro; A Casa é sua, Paço Imperial, Rio de Janeiro. Para mais detalhes, acesse: www.automatica.art.br Projeto expográfico: Juliana Ziebell É a arquiteta responsável pelo projeto expográfico da 60a Exposição Internacional de Arte na Bienal de Veneza. Desde 2018, Juliana atua como arquiteta no Museu de Arte de São Paulo [MASP], sendo responsável pelo projeto expográfico de todas as mostras do museu, como Tarsila Popular [2019], Degas [2020], Maria Martins: desejo imaginante [2021] e Luiz Zerbini: a mesma história nunca é a mesma [2022]. Paralelamente, ela colabora com outras arquitetas e artistas no desenvolvimento de projetos de arquitetura e expografia, incluindo mostras como Claudia Andujar: a Luta Yanomami, no IMS SP [2018], FARSA. Língua, fratura, ficção: Brasil-Portugal, no SESC Pompéia [2020], e Siamo Foresta, na Fundação Cartier em Milão [2023]. Entre 2014 e 2018, trabalhou no escritório Metro Arquitetos Associados, localizado em São Paulo, onde colaborou principalmente em projetos de expografia. Durante esse período, participou do processo de retomada dos Cavaletes de Vidro e da reedição de várias expografias originais de Lina Bo Bardi para o MASP.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.