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O projeto visa o desenvolvimento e a circulação do espetáculo tetral "O mundo se desdedaça", adaptando a obra de mesmo título do escritor e romancista nigeriano Chinua Achebe.
O Mundo se Despedaça, adaptação da obra do escritor nigeriano e vencedor do prêmio Nobel de Literatura Chinua Achebe, conta a história do guerreiro Okonkwo e sua família, todos integrantes da etnia Igbo, um dos maiores grupos étnicos africanos que habitam o sudeste da Nigéria. Levando para os palcos uma das principais obras vindas de África no século XX, é retratado o processo gradual de desintegração da vida e dos costumes do clã, mantido por gerações, com a chegada dos colonizadores europeus. Okwonkwo, assombrado pela memória de seu pai, Unoka, que morreu sem respeito da aldeia, busca se afastar da vergonha do progenitor enquanto se torna a principal resistência da sua comunidade à ocupação inglesa. Além da polícia e as armas europeias, os costumes, entre eles o cristianismo e diferentes formas de governança não só ocupam, mas conquistam adeptos do próprio povo e família de Okonkwo. Em uma história criada por um escritor que afirma que a "História não é boa nem má, nascemos dela, de seus sofrimentos e remorsos, de seus sonhos e pesadelos", será ambientada uma obra que apresenta uma gradual degradação da cultura, e valores de um povo, construído há gerações. Em uma primeira adaptação teatral de um dos maiores escritores da história da Nigéria no Brasil, será contemplado uma história que se assemelha à invasão do território brasileiro. Em cena, será possível trazer para o hoje as formas que "um mundo se despedaça".
O objetivo do projeto é realizar apresentações do espetáculo tetral "O mundo se desdedaça", adaptando a obra de mesmo título do escritor e romancista nigeriano Chinua Achebe, em 2 meses no Rio de Janeiro. Objetivos específicos: 1) Produto Espetáculo de Artes Cênicas: Realização de 24 apresentações do espetáculo tetral "O mundo se desdedaça" abertas para o público; 2) Contrapartida Social: Realizar ensaios abertos do espetáculo; 3) Conceder ingressos gratuitos para alunos e profissionais da rede pública de ensino e organizações sociais com foco no combate ao racismo.
O Projeto de desenvolvimento e circulação do espetáculo teatral "O mundo se despedaça" coaduna com a Lei 8.313/91, fortalecendo o Programa Nacional de Apoio à Cultura. A adaptação teatral contida neste projeto possui como base a obra "O mundo se despedaça" de Chinua Achebe. Este último, é reconhecido como o maior escritor nigeriano, sendo vencedor do prêmio nobel de literatura. Em sua maneira única e esplêndida de escrita, Chinua Achebe terá pela primeira vez uma obra interpretada em solo brasileiro, fortalecendo o reconhecimento deste grande escritor africano. O projeto, neste ínterim, enquadra-se diretamente nos incisos I, III, VII e VIII do Artigo 1º da Lei 8313/91. Sendo estes: Art. 1: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Paralelamente, o projeto também está conectado aos seguintes objetivos do artigo 3 desta mesma lei: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;Além da própria realização do espetáculo de artes cênicas, o projeto irá disponibilizar ingressos gratuitos para a rede pública de ensino, assim como organizações sociais com trabalho comprovado no combate ao racismo.
Serão realizadas 32 apresentações teatrais no total, durante temporada de dois meses.
Todas as apresentações serão realizadas em ambientes com acessibilidade física, contendo rampas, banheiros adaptados e piso tátil. Serão também disponibilizados protetores auriculares para pessoas com Transtorno de Espectro Autista, facilitando o acesso às pessoas com estes e demais transtornos.
I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuiçãogratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte porcento); IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, dasatividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;
Sol Miranda (diretora da instituição Emu) Função no projeto: atriz Sol Miranda tem 33 anos, é atriz, educadora, pesquisadora, gestora e produtora cultural. Mãe do Elton, teve seu primeiro contato com as artes ainda na infância e se formou em Letras. Idealizadora de espetáculos e projetos premiados como Ultrajado, Mercedes e Segunda Black.Fez sua estreia no cinema com o filme Regra 34 de Julia Murat, vencedor do Leopardo de Ouro, do Festival de Locarno. Pelo filme recebeu os prêmios de Melhor Atriz (Festival Huelva, Espanha), Melhor Interpretação (Mix Brasil, sp, Br) e Menção Honrosa pelo Festival 3 Continents (Nantes, Fr). Atualmente, grava participação especial na terceira temporada da série DOM e compõe o núcleo protagonista do longa-metragem Conte-nos Sobre Isso ou Se Preferir Não", do diretor Lucas Vasconcelos. Reinaldo Júnior Função no projeto: ator Currículo resumido: Rei Black (Reinaldo Junior). Ator, Diretor , Realizador. Indicado ao Prêmio Shell 2023 como melhor ator pelo filme ”O Grande Dia”, prêmio de melhor ator no Festival Cine Campos 2022 pelo seu filme ”Linhas”, indicado ao Labrff 2023 pelo ”Nosso Sonho”, protagonista no especial ”Falas Negras” na Rede Globo, ”Baquaqua” (2020), dirigido por Lázaro Ramos. Viveu o DJ BellAir na novela ”Vai na Fé”, direção Paulo Silvestrini (2023). Ator no filme ”Nosso Sonho” (2023), a cinebiografia de Claudinho e Buchecha, direção por Eduardo Albergaria, Mussum – o Filmis (2022), dirigido por Silvio Guindane, O Faixa Preta o Filme (2023) (coadjuvante) na Max. protagonista na série “Cinema de Enredo” de Luiz Antônio Pilar, participação em ”Barba Cabelo e Bigode”, direção por Rodrigo França na Netflix, Mila no Multiverso, direção Jéssica Queiroz e Julia Jordão (Disney+), fez parte da Novela ”Beleza Fatal” (a priemeira novela da Max) com o personagem Rubem, Casado com Lola ( Camila Pitanga) 2024. Cássio Duque Função no projeto: dramaturgo Currículo Resumido: Cássio Duque é palhaço, ator, dramaturgo e produtor, formado pela ETET Martins Penna e pelo Instituto Eslipa (Escola Livre de Palhaços). Com experiência e vasta formação no campo da palhaçaria e comicidade, já atuou em teatro, TV e hospitais com o programa Plateias Hospitalares, da ONG Doutores da Alegria RJ. Atua desde 2021 no espetáculo Revolução na América do Sul, da obra de Augusto Boal, em parceria com o Instituto Augusto Boal. Com o espetáculo foi indicado na categoria “Jovem Talento - Elenco”, no 16° Prêmio APTR de Teatro. É cofundador da Inepta Cia., grupo artístico dedicado à pesquisa na arte da palhaçaria e do teatro, onde atua nos espetáculos 2 Homens e 1 Dinheiro, Uma Mala para Dois Palhaços e Benjamim, te sigo Daqui. Com esses trabalhos, acumula 9 prêmios individuais em Festivais de Teatro nas categorias de melhor ator e melhor direção.Aza Njeri Função no projeto: dramaturga Aza Njeri é doutora em Literaturas Africanas e pesquisadora de Filosofias, Culturas, Literaturas e Artes africanas e afro-diaspóricas. Professora do Programa de Pós-Graduação em Literatura, Cultura e Contemporaneidade PUC-Rio. Coordenadora e Professora de Graduação do Departamento de Letras PUC-RJ e professora do Instituto de Pesquisa Pretos Novos-RJ. Coordenadora do Laboratório de Estudos e Pesquisas Interdisciplinares sobre o Continente Africano e as Afro-diásporas PUC-Rio. Escritora, roteirista, multiartista, crítica teatral e literária, podcaster, youtuber e mãe. Hilton Cobra Função no projeto: ator Ex-presidente da Fundação Palmares, Hilton é um ator referência na cenografia brasileira. No currículo, também traz importantes trabalhos como as criações de “Olonadé – A cena negra brasileira”, mostra de discussões sobre o fazer teatral e a busca de uma tábua estética, a partir da perspectiva das culturas de matriz africana, e daCia dos Comuns, que em 2001 surgiu no Rio de Janeiro, a partir da necessidade de se ampliar a presença de Companhias de Teatro Negro Contemporâneo, no cenário cultural brasileiro. Com a Comuns montou: “A Roda do Mundo”, de 2001, “Candances – A Reconstrução do Fogo”, de 2003, “Bakulo” – os bem lembrados, de 2005, e “Silêncio”, de 2007. Em 2008, encarnou o personagem de Lima Barreto, Policarpo Quaresma, na montagem homônima dirigida por Luiz Marfuz, na Sala do Coro do Teatro Castro Alves, em Salvador. No mesmo ano, ganhou o Prêmio de melhor ator (curta) no Festival de Cinema de Brasília. Muato Função no projeto: direção musical O compositor e multiartista Muato está em destaque no cenário do Teatro, recebendo duas indicações ao 34º Prêmio Shell de Teatro, na categoria música. Reconhecido por sua criatividade e sofisticação, Muato assinou cinco trabalhos de direção musical para teatro em 2023. O músico, responsável por dois dos quatro trabalhos indicados ao prêmio, comemora em nota para a imprensa as indicações como um impulso energético para seus próximos projetos. Entre suas produções, destacam-se “Chega de Saudade!” e “Pelada – A Hora da Gaymada”, sendo esta última uma produção em parceria com o Complexo Negra Palavra, grupo do qual fez parte desde 2019.
PROJETO ARQUIVADO.