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O projeto Axé Rio - Novembro Negro propõe um encontro totalmente gratuito com 14 blocos de estilo afoxé, por um circuito de aproximadamente 500m de cortejo, na região da Pequena África no Rio de Janeiro. Além das atrações musicais, o evento irá disponibilizar uma feira de economia criativa consciente, com diversos empreendedores locais de artesanato e gastronomia afro-brasileira.
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Objetivos Gerais: Realizar no mês da Consciência Negra, o projeto Axé Rio - Novembro Negro, com apresentação do de 14 blocos pertencentes à "União dos Grupos Afros, afins e Fazedores de Cultura Preta do Estado do Rio de Janeiro", por um circuito de aproximadamente 500m, com previsão de receber pelo menos 10 mil pessoas em 2 dias de realização, de todas as idades, entre moradores da cidade do Rio de Janeiro e turistas, nacionais e internacionais, junto a uma feira cultural de gastronomia africana e artesanato. Objetivos Específicos: 1. Promover o encontro dos principais blocos afros e afoxés do estado do Rio de janeiro no mês que se comemora a consciência negra, para aproximadamente 10.000 pessoas. 2. Estabelecer a região da Pequena África como o local da realização de um evento da importância desta representação. 3. Empregar diretamente, mais de 300 pessoas, em sua maioria pretos e pardos, entre diretores, produtores, ritmistas dançarinos, empreendedores e técnicos qualificados. 4. Divulgar os trabalhos dos 14 grupos e afros e afoxés participantes da UNIAFRORJ e suas ações como importantes representantes da cultura e tradição afro-religiosa no Rio de Janeiro. 5. Contribuir para diminuir preconceitos em relação às histórias dos orixás, e reafirmar essa herança cultural como a verdadeira mitologia brasileira. 6. Unir diversas associações tradicionais da cultura afro-brasileira de todo estado do Rio de Janeiro, promovendo a interação de diversas comunidades. 7. Atrair a atenção do público e da imprensa, garantindo a continuidade do projeto. Com base nesses objetivos, o projeto atende o art 2º da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024 e se enquadra nos seguintes incisos do artigo 3º do DECRETO Nº 11.453, DE 23 DE MARÇO DE 2023: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; IV - promover o restauro, a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em suas dimensões material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais; VIII - fomentar o desenvolvimento de atividades artísticas e culturais pelos povos indígenas e pelas comunidades tradicionais brasileiras; IX - apoiar as atividades culturais de caráter inovador ou experimental; XI - apoiar e impulsionar festejos, eventos e expressões artístico-culturais tradicionais e bens culturais materiais ou imateriais acautelados ou em processo de acautelamento; XII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão culturais; XIV - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas populares tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação;
Desde que foi abolida a escravidão, a população negra buscou formas de fortalecer sua cultura e lutar por direitos, sejam civis, políticos ou sociais. Com isso diversas agremiações tiveram a função de tirar a cultura das senzalas e levar para as ruas. Delas se originou escolas de samba e associações afros, como o Bloco Filhos de Gandhi, proponente dessa proposta. É necessário valorizar essas instituições antigas, os movimentos e ritmos tradicionais que deram origem ao carnaval que comemoramos hoje. Muito da história, inclusive acadêmica, é pautada na versão da cultura afro-brasileira por narrativas eurocêntricas. Essas narrativas foram criadas para negar heranças culturais e cortar raízes genéticas, fazendo a população mais suscetível à dominação. Dar oportunidade a uma proposta como essa, onde diversos blocos de afoxés irão se unir com o propósito de trazer as origens dos ritmos de carnaval de rua do Rio de Janeiro e dentro da região mais significativa do Brasil para a diáspora Africana, que é a Pequena África, é um ato de valorização da história do carnaval e da identidade. A cultura de um povo é seu sistema imunológico. Sempre que uma pessoa cresce sem acesso à sua própria cultura originária e tendo suas raízes genéticas negadas, a sua identidade cresce deficiente. E um ser humano com identidade deficiente, exalta e serve à cultura e a identidade do outro. E esse processo é o que abaixa nosso sistema imunológico. E um sistema imunológico baixo é suscetível a contaminações. Uma pessoa sem acesso à própria cultura, fica confusa politicamente, ideologicamente, esteticamente e até afetivamente. Portanto, uma cultura que foi apagada, difamada, criminalizada e atacada precisa ser descolonizada. A "União dos Grupos Afros e Afoxés do Estado do Rio de Janeiro - UNIAFROFC-RJ" foi criada para reivindicar reconhecimento e valorização da contribuição das matrizes africanas na formação e constituição da cultura do Brasil, reafirmar nossa identidade, cultura e tradição, reconhecendo a grandeza e a profundidade dos conhecimentos, ritos, mitos e símbolos transmitidos por nossos ancestrais. Além disso, esse projeto irá unir diversos blocos que, por falta de incentivo e apoio financeiro, deixaram de desfilar em anos anteriores e tiveram suas atividades prejudicadas e dessa forma, conquistar um espaço exclusivo e merecido para voltar com força e representatividade, promovendo um resgate histórico dentro da Pequena África, região que acomodou o maior porto de escravizados do mundo. Com todas essas ações, junto à equipe técnica e dos componentes de cada bloco, serão mais de 300 pessoas, em sua grande maioria pretas, diretamente impactadas e remuneradas com essa proposta. E por representar a resistência, a tradição e a cultura dos antepassados vindos da África no estado, a "União dos Grupos Afros e Afoxés do Estado do Rio de Janeiro", para além de entreter, alegrar e trazer cultura para o carnaval carioca, contribui com o combate ao racismo de cor e religioso, na unificação das nações e no fortalecimento cultural do Rio de Janeiro, grande celeiro afro-cultural mundial, os tornando necessários, merecendo ser valorizados e fomentados. O Filhos de Gandhi: A Associação Recreativa Cultural Filhos de Gandhi, com 72 anos de existência, é a primeira representação afro-brasileira do Estado do Rio de Janeiro onde, desde a sua inauguração, realiza ações voltadas a toda sociedade apoiando, desenvolvendo e preservando a cultura por meio de oficinas de percussão, música e dança, cortejos de carnaval, rodas de samba e diversas outras atividades. Realiza um trabalho louvável na preservação da cultura afrodescendente, sendo baluarte da Pequena África, região de grande importância histórica e muitos poucos incentivos sociais. A instituição oferece oficinas de percussão, arrecadação de alimentos e utensílios, apoia empreendedores locais, almoços gratuitos em eventos, onde a comunidade participa ativamente das atividades. Já recebeu o título de interesse público e foi contemplado como cultura imaterial do município em 2019 e no dia 25 de agosto de 2023 foi contemplado com a Medalha Tiradentes, a maior honraria concedida pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro e destinada a premiar pessoas e entidades que prestaram relevantes serviços à causa pública do estado do Rio de Janeiro. Na sua origem, foi fundada no ano de 1951, pelo ogã conhecido como Encarnação, com ajuda dos trabalhadores do Cais do Porto, moradores dos bairros da Saúde e Gamboa e integrantes de religiões de matrizes africanas, a sede da Associação fica situada em uma região ímpar na cidade, denominada Pequena África, trazendo à tona diversos aspectos da história e cultura negra, mantendo tradições desenvolvidas por seus ancestrais. Essa região, além de representar a memória, o resgate das origens, a identidade e a valorização da cultura afro-brasileira ela, atualmente, está revitalizada após grande investimento. Como parcerias permanentes, a Associação Cultural e Recreativa Filhos de Gandhi possui as seguintes instituições: · CEPIR - Coordenadoria Executiva de Promoção da Igualdade Racial da Prefeitura do Rio de Janeiro · COMDEDINE - Conselho Municipal de Defesa dos Direitos do Negro · CEDINE - Conselho Estadual dos Direitos do Negro · MUHCAB - Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira Com essas informações, consideramos que no projeto se enquadra nos seguintes incisos do artigo 1º da Lei Rouanet: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto pretende, ainda, alcançar os seguintes objetivos de acordo com o artigo 3º da lei 8.313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
Com o intuito de solidificar o reconhecimento e a valorização da contribuição das matrizes africanas na formação e constituição da cultura do Brasil, preservar, transmitir seu legado às futuras gerações e conquistar um espaço definitivo de ação na região da Pequena África, local este que instalou o maior porto de escravizados do mundo, o Filhos de Gandhi e a UNIAFROFC-RJ - União dos Grupos Afros e Afoxés do Estado do Rio de Janeiro, composta por 14 blocos afros e afoxés de todo estado do Rio de Janeiro, traz a proposta do “Axé Rio – Novembro Negro”. Ao longo de 2 dias, os blocos desfilarão por um circuito de aproximadamente 500m de cortejo, na Rua do Livramento - Gamboa, local estratégico, de fácil acesso e pouca movimentação no centro do Rio. Para isso serão utilizados 2 trios elétricos, que revezarão nos desfiles ao longo de todo o evento, iniciando às 14:00h e finalizando por volta de 00:00h, com expectativa de receber 5 mil pessoas por dia, de todas as idades, entre moradores da cidade e turistas, nacionais e internacionais. Além dos blocos será disponibilizada a uma feira cultural de gastronomia africana e artesanato. O início de cada circuito (concentração) acontecerá na Rua do Livramento esquina com a Rua Sacadura Cabral. A dispersão será realizada no final da Rua do Livramento esquina com a Rua Rivadávia Corrêa. Após finalização do circuito, os trios descarregam os integrantes na Rua da Gamboa, seguem vazios até a esquina da Sacadura Cabral e aguardam os componentes para a próxima apresentação, enquanto o outro trio realiza seu circuito. A proposta contempla ainda a montagem de uma estrutura de arquibancadas ao longo de toda rua, espaços reservados para camarins, um palco de 2x2m para apresentadores, DJ e convidados, praça de alimentação com 20 barracas 2x2m para empreendedores de alimentação e artesanatos com mesas e cadeiras, posto médico, sala de informações, banheiros químicos e toda a estrutura necessária. Para garantir a ampla divulgação do projeto serão contratados 02 (dois) assessores de imprensa, que irão promover o evento em todo estado do Rio de Janeiro, investindo na divulgação direta, em mídias espontâneas de abrangência estadual, tais como jornais, sites, rádios e TVs. As redes sociais do Filhos de Gandhi e dos blocos participantes serão alimentadas com, pelo menos, 3 publicações semanais de Feed e Stories, ao longo de todo período vigente da proposta. Será lançado um vídeo institucional, divulgado e impulsionado nas redes sociais de todos os participantes e parceiros envolvidos, para ampla divulgação. INTITUIÇÕES PARTICIPANTES 1. Associação Cultural Recreativa Filhos de Gandhi 2. Instituto Ideias Vivas 3. Grupo Cultural Afro Filhos de Angola 4. Grupo Afro Cultural e Recreativo Imalé Ifé 5. Dançando para Iluminar 6. Associação Cultural Jongo Eledá 7. Grupo Afro Agbara Dudu 8. Cria da Casa Produções Artísticas e Culturais Ltda 9. Instituto Ilê Odara 10. ARES Vizinha Faladeira 11. Instituto Ose Dudu 12. Afoxe Omo Ifá 13. Leão Etíope do Méier 14. Grupo Lemi Ayó
Estrutura: · 02 Caminhões Trio Modelo M. Bens - Ano 1978 - Medidas: 11 m (comprimento) x 2.60 m (largura) x 3.75 m (altura) - 40.000 Watts de potência · 30 barracas de 1x1m, em metal. · 03 Tendas em lona 10x10m · 01 Portal de entrada, em estrutura box truss, nas medidas 2,50m x 3,00m
No intuito de atender o art 27 da da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024: Acessibilidade Física e PNE: O projeto atende ao requisito de acessibilidade, exigido por este Ministério da Cultura, uma vez que os espaços escolhidos são vias públicas abertas com, pelo menos, 10m de largura, possuem facilidade de acesso de cadeirante, recentemente revitalizados pelas reformas Municipais das regiões da Praça Mauá e Pequena África, portanto, possuem facilidade de acesso de cadeirante e pessoas com mobilidade reduzida. Serão instalados banheiros adaptados no decorrer do percurso e na Pça dos Estivadores, onde ocorrerá o final do evento. Uma área próxima ao Caminhão Trio, dentro da corda de proteção dos músicos, será restrita a idosos, portadores de necessidades especiais, gestantes, lactantes e pessoas acompanhadas por crianças de colo, ao longo de todo percurso. A produção estará atenta a outras eventuais demandas durante os eventos e se responsabiliza por manter e ampliar a acessibilidade conforme planejado e aprovado em orçamento do projeto.
No intuito de atender plenamente ao inciso II do art 29 da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024; os incisos I, II, IV, V, VI e VIII do art. 28 da IN nº 01/2023; os incisos I, V, IX e X dos art. 23 e 24 da IN SECULT/MTUR nº 1, de 04/02/2022; também ao art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 de julho de 2021 e; o art. 8 da Lei nº 12.761, de 26 de julho de 2021: Todo o acesso aos dois dias que compõem o evento será inteiramente gratuito. O projeto possuirá 2 profissionais de assessoria de imprensa, que o irão promover em todo estado do Rio de Janeiro, investindo na divulgação direta, em mídias espontâneas de abrangência estadual, tais como jornais, sites, rádios e TVs. As redes sociais do Filhos de Gandhi serão alimentadas com, pelo menos, 3 publicações semanais de Feed e Storie do projeto ao longo de todo período vigente da proposta. Será lançado um vídeo institucional por evento e divulgado e impulsionado nas redes sociais do Filhos de Gandhi e de todos os parceiros envolvidos, para ampla divulgação. Serão oferecidas sessões de espaço para o patrocinador realizar ações promocionais. A menção ao patrocinador será realizada através de sua logomarca e anunciada nos seguintes veículos/peças de divulgação: · Citação nominativa em entrevistas e durante as apresentações. · Menção do patrocinador, através de sua logomarca, em todas as peças gráficas. · Em todas as peças digitais para as redes sociais do projeto e das instituições parceiras. · Vídeos institucionais de divulgação - nos créditos. · Busdoors, com 1 mês de veiculação cada, em linhas estratégicas de avenidas movimentadas na cidade do Rio de Janeiro. · Camisetas promocionais, diversos tamanhos. · Cartazes, tamanho A3, couchê brilho 120gr, 4x0 · Copos plásticos ecológicos, 550ml. · Banners em lona.
Célio dos Santos Oliveira – Diretor Geral – PROPONENTE DA PROPOSTA Atual presidente da Associação Cultural Recreativa Filhos de Gandhi, Célio Oliveira é técnico em Contabilidade – Colégio Técnico Excelsior / Administração de Empresas – Faculdade Moraes Júnior Ano de Conclusão/Corretor de Imóveis/Ciências Econômicas Summer Contabilidade Consultoria Adm e Imob EIRELI - Administrativo e Planejamento Detreville Construções Reformas e Acabamentos LTDA ME - Administrativo, Financeira e RH Citrino Comércio Exterior LTDA - Coordenador Administrativo, Controler de Contas e Fluxo de Caixa; Conselheiro Fiscal - Sociais Museu do Samba; Presidente 10/2021 até 10/2024 - Centro Cultural Recreativo Filhos de Gandhi; Financeiro – Ilê Axé Olorun Babá Odé; Financeiro – Associação Etnicas Raízes. Projetos Sociais : Museu do Samba – Conselheiro Fiscal (desde 2021 até hoje); Centro Cultural Recreativo Filhos de Gandhi – Presidente Fiscal (desde 2021 até 2024); Ilê Axé Olorun Babá Odé – Financeiro; Associação Étnicas Raízes – Financeiro (2021 – 2022). Elaine Cristina Rodrigues da Silva – Coordenadora de Produção Formada em produção e sociologia pela UCAM-RJ, como atriz pela CAL-RJ e diversos cursos nas áreas de empreendedorismo, gestão de pessoas, plano de negócios e planejamento financeiro. Como gestora foi uma das responsáveis pela inauguração do Rio Criativo na SECECRJ, realizou a FLITI 2022, inaugurou as exposições Aos Heróis da Liberdade e A Força Feminina do Samba no Museu do Samba, o espetáculo Manifesto Elekô, ganhador de diversos editais culturais e na Expo Favela Innovation 2023, pela CUFA. Diretor Musical: Eric Chandoha Profissional com uma sólida formação acadêmica e uma extensa trajetória no campo da música, produção artística e educação. Formado pelo Centro Musical Ian Guest, CIGAM e a Escola Portátil de Música (E.P.M.). Estudou com Mauricio Carrilho, Adamo Prince, Bia Paes Leme e outros. Trabalhou na Fundação da Orquestra de Violão Noel Rosa, fundou e dirigiu a Orquestra de Violão Noel Rosa em Vila Isabel, desenvolveu o projeto PIM, de realização de oficinas de ensino e apresentações em condomínios residenciais na região da Grande Tijuca, no Rio de Janeiro. Criou e implementou a Camerata Andante, orquestra popular com 40 crianças resultado do projeto ELVM SOCIAL na comunidade do Complexo do Andaraí /Rj e o projeto Batuka na Cozinha, onde explorou a história da música popular brasileira e atraves da historiografia da ancestralidade dos ritmos africanos na música Popular Brasileira oferecendo aulas de violão, canto e percussão. Assessora de Imprensa 1: Lídia Moraes Maria Lidia Moraes é Bacharel em jornalismo, pós-graduada em Turismo Cultural, presidente do Instituto Ilê Odara, radialista, cerimonialista, apresentadora dos quadros Ziriguidum na Cozinha e Ziriguidum na Favela na Rádio Roquette 94,1 FM, idealizadora e editora da Revista Ziriguidum Nota 10, distribuída no Rio de Janeiro e em Salvador e do Bloco Ziriguidum, sendo ambos, produtos culturais do Instituto Ilê Odora. Autora (em parceria) da Cartilha PEQUENA ÁFRICA, conselheira do COMDEDINE-RIO – Conselho Municipal de Defesa dos Direitos do Negro, membro da diretoria da AAJOB – Associação dos Amigos do José Bonifácio (MUHCAB). Iyalorixá organizadora da Lavagem do Cais do Valongo desde a primeira edição em 2012. Diretora institucional da A.R.E.S. Vizinha Faladeira (membro do Comitê Gestor do Cais do Valongo). Ativista e Militante do Movimento Negro do Rio de Janeiro, engajada na luta pela reparação histórica do povo negro. Produtora e realizadora de projetos de inclusão de povos originários, quilombolas e povos de terreiros. Engajada na luta pelo empoderamento e igualdade da mulher negra, desenvolve projetos sociais e de formação de renda para população negra de baixa renda, inclusive para comunidade LGBTQIAPN+ preta de baixa renda e em situações de risco e/ou vulnerabilidade. Assessor de Imprensa 2: Evandro Conceição Evandro Luiz da Conceição é jornalista, pesquisador, professor, escritor e roteirista. Mestre em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Atualmente é produtor de conteúdo na TV Globo. Foi assessor de imprensa da Imperatriz Leopoldinense, escola de samba tradicional carioca, por sete por sete carnavais. Cria das oficinas de formação de novos autores na Flup, já teve contos publicados em diversas coletâneas. Participou de duas edições do Laboratório de Narrativas Negras para o Audiovisual (em 2017 e 2018) e integrou a primeira turma de formação para roteiristas negros ministrada pela TV Globo. Em 2022, ano do centenário da morte do escritor Lima Barreto, assinou o roteiro do podcast "Lima Barreto: o negro é a cor mais cortante", do Instituto Moreira Salles e Rádio Batuta Social Media: Davi Lourenço Publicitário que há mais de 10 anos atua na área de Marketing. Me especializei em marketing digital e design de performance através de um MBA e outros cursos da área - Facebook Ads e Google Adwords, Inbound Marketing e Photoshop. Desenvolvi vasta experiência na área de Social Media, participando em processos de gestão, identidade visual, curadoria, linha editorial baseada em funil de conversão, métricas e social ads. No design já trabalhei na criação da identidade visual de alguns micro empreendedores, no layout de embalagens, peças gráficas (folders, banners, encartes) e diversos trabalhos para formatos digitais - redes sociais, Google Display, websites, aplicativos e ecommerce. Durante a minha carreira já atuei empresa de diversos segmentos - ONG's, educação, saúde, turismo, varejo - o que contribuiu para a construção de trajetória profissional plural e sempre aberta a novos desafios.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.