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O projeto "Engenharia Cênica: Formação, pesquisa e inovação no entretenimento" propõe a oferta de um curso de capacitação técnica em engenharia aplicada às artes cênicas, com foco em cenografia, iluminação, som e segurança. Além disso, contempla a criação de um Hub de Inovação e Pesquisa para desenvolver soluções inovadoras no setor de entretenimento. A proposta une educação e pesquisa para formar profissionais qualificados e fomentar a inovação tecnológica no campo cultural.
O Curso de Engenharia de Artes Cênicas propõe uma formação multidisciplinar que integra conceitos de engenharia, produção e gestão aplicada às artes cênicas, com foco em circo, teatro, dança e carnaval. Durante um ano, os alunos terão acesso a 360 horas de conteúdo técnico e inovador. O projeto inclui ainda a criação do Hub de Inovação e Pesquisa em Artes Cênicas, com 120 horas anuais dedicadas a seminários, workshops, fóruns de discussão e gravação de podcasts, conectando os alunos com profissionais de ponta e estimulando o desenvolvimento de soluções tecnológicas e sustentáveis para o setor.
Objetivo Geral: Promover a formação técnica e o desenvolvimento de pesquisas inovadoras na área da engenharia aplicada às artes cênicas e ao entretenimento, capacitando profissionais e criando soluções tecnológicas para o setor. O projeto busca qualificar mão de obra especializada e incentivar a inovação por meio de um curso e de um Hub de Inovação e Pesquisa, ampliando as possibilidades criativas e de produção segura em espetáculos e eventos culturais. Esse objetivo está em consonância com o art. 3º, inciso III da Lei Rouanet, que destaca o fomento à pesquisa e desenvolvimento tecnológico voltado para a cultura. Objetivos Específicos: (i) Capacitar até 50 profissionais no campo da engenharia cênica, oferecendo um curso com carga horária de 360 horas, que abordará temas como cenografia, iluminação, sonorização, ergonomia, segurança no trabalho (NRs), acessibilidade (NBR 9050), sistema de gestão para sustentabilidade de evento (NBR ISO 20121), gestão de riscos e gestão de qualidade (ISO 9001) em projetos culturais. Esta ação atende ao art. 3º, inciso V, que incentiva a formação e o aperfeiçoamento de profissionais nas diversas áreas culturais; (ii) Realizar 5 workshops anuais no Hub de Inovação e Pesquisa, abordando temas como inovação tecnológica, acessibilidade e sustentabilidade no setor de entretenimento, voltados para acadêmicos, estudantes e profissionais da área. Essa iniciativa dialoga diretamente com o art. 3º, inciso III, que estimula o desenvolvimento de atividades culturais inovadoras; (iii) Desenvolver soluções tecnológicas aplicáveis à produção cultural, por meio de grupos de pesquisa no Hub de Inovação e Pesquisa, com foco na modernização de cenários, melhoria de segurança e eficiência em produções culturais. Isso está alinhado com o art. 3º, inciso IV, que prevê a modernização das técnicas e processos produtivos da cultura; (iv) Promover 1 seminário aberto ao público, para compartilhar os resultados das pesquisas desenvolvidas no Hub de Inovação e Pesquisa, estimulando o diálogo entre profissionais da indústria, acadêmicos e estudantes sobre o futuro da engenharia do entretenimento. Esta ação reflete o art. 3º, inciso II, que promove a divulgação dos resultados da pesquisa cultural para a sociedade; (v) Garantir a acessibilidade no curso e em todas as atividades do Hub, com a aplicação das normas da NBR 9050 em materiais, espaços e práticas pedagógicas. Esta iniciativa está em conformidade com o art. 3º, inciso VI, que incentiva a acessibilidade de pessoas com deficiência em eventos e espaços culturais; (vi) Elaborar um plano de difusão dos resultados do projeto, que incluirá a publicação de artigos e relatórios técnicos sobre as pesquisas desenvolvidas, além de apresentações públicas em eventos. Esta ação está alinhada com o art. 3º, inciso I, que valoriza a difusão de atividades culturais em âmbito nacional; (vii) Fortalecer a rede de profissionais da área de entretenimento ao conectar os participantes do curso e do Hub a especialistas da indústria cultural, criando um espaço para troca de experiências e geração de novas oportunidades de trabalho. Esta ação segue o art. 3º, inciso V, que promove o intercâmbio cultural e a capacitação profissional.
O projeto surge da necessidade de capacitar profissionais da indústria cultural e do entretenimento com uma abordagem técnico-científica, integrando a engenharia e as artes cênicas. Essa formação é essencial para a modernização dos processos produtivos no setor, com foco em inovação, segurança, acessibilidade e sustentabilidade. A utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, via Lei Rouanet, é fundamental para viabilizar tanto o curso quanto o Hub de Inovação e Pesquisa, que atuarão em sinergia para promover o desenvolvimento de soluções tecnológicas inovadoras aplicáveis às artes cênicas. O setor de entretenimento, especialmente em grandes produções teatrais, de circo e espetáculos de rua, demanda um alto nível de conhecimento técnico, principalmente nas áreas de montagem de cenários, iluminação, sonorização, e ergonomia dos profissionais envolvidos. O Brasil ainda carece de programas formais que unam engenharia e artes cênicas, como os existentes em universidades estrangeiras, a exemplo da Universidade de Nevada, Las Vegas (UNLV), Purdue University, e Universidade de Connecticut (UConn). Essas instituições já conduzem programas bem-sucedidos na área de Engenharia e Design de Entretenimento, que têm colaborado diretamente com empresas globais, como o Cirque du Soleil, para desenvolver novas tecnologias que aumentam a segurança e a eficiência dos espetáculos. No Brasil, esse projeto se justifica ainda mais pela necessidade de aplicar e difundir o conhecimento sobre as Normas Regulamentadoras (NRs), fundamentais para garantir a segurança no trabalho cênico. A aplicação das NRs no setor cultural é ainda incipiente, e o projeto busca preencher essa lacuna, capacitando os profissionais para trabalhar de acordo com as exigências das NRs, especialmente em aspectos de segurança, ergonomia e acessibilidade. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do art. 1º da Lei 8313/91: Inciso II: ao valorizar e difundir a formação cultural e artística, focando na capacitação técnica e na segurança dos profissionais da indústria de entretenimento.Inciso III: ao fomentar a produção, circulação e difusão de conhecimentos culturais, com a criação de um Hub de Inovação e Pesquisa, integrando práticas de mercado e conhecimento técnico. No âmbito do art. 3º da Lei 8313/91, o projeto está alinhado com diversos objetivos, como: Inciso I: ao democratizar o acesso aos bens e serviços culturais, ao oferecer cursos e seminários que integram a segurança do trabalho com o desenvolvimento artístico.Inciso III: ao apoiar a pesquisa e o desenvolvimento de novas tecnologias e processos no setor cultural, incluindo o desenvolvimento de técnicas que garantam maior segurança e ergonomia.Inciso V: ao promover a formação e qualificação de profissionais em áreas que envolvem alto risco e exigem conhecimento técnico específico, como montagem de cenários, som e iluminação.As Normas Regulamentadoras (NRs) são instrumentos indispensáveis para a preservação da saúde e da segurança dos trabalhadores envolvidos na produção cultural, principalmente no que tange ao entretenimento cênico, que envolve trabalhos em altura, manuseio de equipamentos pesados, exposição a eletricidade e montagens complexas de estruturas. A aplicação correta dessas normas é vital para evitar acidentes e garantir a integridade dos profissionais envolvidos. Entre as NRs mais relevantes para o projeto, podemos destacar: NR 10 _ Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade: indispensável no setor de entretenimento, especialmente na montagem e operação de sistemas de iluminação e sonorização. O projeto promoverá o treinamento dos profissionais para a instalação correta de sistemas elétricos, evitando riscos de choque, incêndio e outras falhas que possam comprometer a segurança do evento e dos profissionais.NR 12 _ Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos: esta norma é crucial para garantir que todos os equipamentos cênicos, como maquinários de movimentação de cenários e plataformas elevatórias, sejam manuseados de forma segura. O curso abordará as melhores práticas para operação desses equipamentos, reduzindo o risco de acidentes graves.NR 17 _ Ergonomia: fundamental para o trabalho cênico, a ergonomia é uma área que ainda recebe pouca atenção no Brasil. A NR 17 estabelece parâmetros que asseguram condições adequadas de trabalho, prevenindo doenças ocupacionais e fadiga. O projeto incluirá a ergonomia como um eixo central na montagem de cenários e no trabalho com figurinos, conforme as pesquisas da UFBA já apontam em relação ao desgaste físico dos profissionais da área.NR 18 _ Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção: aplicada à construção de cenários e estruturas temporárias, esta norma regulamenta o uso de EPI’s (Equipamentos de Proteção Individual), a montagem de andaimes, e a sinalização de segurança, que são elementos cruciais no dia a dia de uma produção cênica de grande porte.NR 35 _ Trabalho em Altura: bastante pertinente para o setor de entretenimento, dado que muitos profissionais trabalham em alturas consideráveis durante a instalação de cenários, iluminação e outros equipamentos. O projeto oferecerá capacitação completa sobre essa norma, garantindo a adoção de procedimentos de segurança para prevenir quedas e lesões graves. Além dessas NRs, o projeto também segue as diretrizes da NBR 9050, norma que trata da acessibilidade em edificações e espaços, para garantir que as produções culturais promovam a inclusão de pessoas com deficiência, tanto na plateia quanto nos bastidores. A criação do Hub de Inovação e Pesquisa é vital para que essas normas sejam difundidas e integradas às práticas cotidianas das produções culturais. Ele servirá como um espaço para desenvolver e testar novas tecnologias e processos que incorporem as NRs de maneira eficiente e inovadora, como a criação de cenários modulares que facilitem o transporte e a montagem, ou o uso de materiais sustentáveis e leves que garantam tanto a segurança quanto a preservação do meio ambiente. Ao integrar as normas ISO 9001 e ISO 20121, a disciplina capacita futuros profissionais a planejar e executar produções que primam pela excelência e sustentabilidade, ensinando-os a otimizar recursos, documentar e monitorar processos, engajar stakeholders e promover práticas inclusivas e sustentáveis. Essa formação permite que os alunos se destaquem pela capacidade de criar espetáculos que conciliam inovação e compromisso ético, alinhando-se às tendências globais e exigências do setor de eventos e cultura. Além disso, o projeto tem o potencial de promover uma mudança estrutural no setor cultural brasileiro, pois a adoção dessas normas e a formação de profissionais qualificados resultarão em produções mais seguras, eficientes e inovadoras. Isso, por sua vez, permitirá que o Brasil se alinhe às práticas globais de segurança e tecnologia no setor de entretenimento, equiparando-se a indústrias internacionais de ponta. Diante desse cenário, o financiamento via Lei de Incentivo à Cultura é imprescindível para garantir a implementação de todas essas etapas, visto que o projeto requer investimentos substanciais em infraestrutura, equipamentos especializados, consultoria técnica, e adequação de espaços de trabalho e pesquisa. O uso do mecanismo público possibilitará que o projeto se torne uma realidade, atendendo diretamente às demandas do mercado de entretenimento e promovendo impactos significativos na qualificação dos profissionais e na segurança das produções culturais brasileiras.
Indicadores: 1. Indicadores de ParticipaçãoNúmero Total de Alunos Inscritos: Fórmula: Total de alunos inscritos no curso.Meta: Atingir 60 alunos. Taxa de Retenção de Alunos: Fórmula: (Número de alunos que completam o curso / Número total de alunos inscritos) × 100.Meta: Manter a taxa acima de 80%. Participação em Seminários e Workshops: Fórmula: Total de participantes em seminários e workshops.Meta: Atingir 270 participantes ao longo do ano. 2. Indicadores de SatisfaçãoAvaliação de Satisfação dos Alunos: Fórmula: Média das notas dadas pelos alunos em questionários de satisfação (em uma escala de 1 a 10).Meta: Atingir uma média de 8 ou mais. Feedback Positivo sobre Eventos: Fórmula: Percentual de feedback positivo (satisfeito e muito satisfeito) em relação ao total de respostas.Meta: Atingir 80% de feedback positivo. 3. Indicadores de QualidadeNúmero de Publicações: Fórmula: Total de ebook, vídeos e artigos publicados.Meta: Publicar 1 ebook, 20 vídeos e 4 edições da revista online. Taxa de Acesso a Materiais Didáticos: Fórmula: Número de acessos aos materiais didáticos online.Meta: Atingir 500 acessos por material. 4. Indicadores de Impacto Alcance dos Podcasts: Fórmula: Média de ouvintes por episódio.Meta: Atingir 500 ouvintes por episódio, com um aumento de 10% a cada mês. Alcance das Publicações em Mídias: Fórmula: Média de leitores por matéria publicada.Meta: Atingir um alcance médio de 10.000 leitores por matéria, com um aumento de 5% ao mês. Menções em Mídias Relevantes: Fórmula: Número de menções em veículos de imprensa relevantes (revistas, jornais, portais especializados).Meta: Garantir ao menos 10 menções mensais, com aumento de 3% a cada trimestre. Taxa de Engajamento em Artigos e Releases: Fórmula: Média de interações (curtidas, compartilhamentos e comentários) por artigo/release.Meta: Atingir 100 interações por publicação, com um aumento de 8% ao mês. Qualidade de Cobertura: Fórmula: Percentual de publicações positivas, neutras e negativas em relação ao total de publicações.Meta: Manter 90% das publicações com teor positivo ou neutro, sem registros negativos. Crescimento em Visibilidade de Marca: Fórmula: Aumento percentual de publicações sobre a marca em relação ao período anterior.Meta: Crescimento de 15% na visibilidade trimestral. Número de Interações em Redes Sociais: Fórmula: Total de curtidas, compartilhamentos e comentários em postagens relacionadas ao projeto.Meta: Atingir pelo menos 20 interações por postagem. 5. Indicadores de Eficiência Cumprimento do Cronograma: Fórmula: (Número de atividades realizadas no prazo / Total de atividades programadas) × 100.Meta: Atingir 90% de atividades realizadas dentro do prazo. Acompanhamento do Progresso dos Alunos: Fórmula: Média das notas dos alunos nas avaliações (formativas e somativas).Meta: Manter uma média de 70% nas avaliações. Implementação dos IndicadoresMétodos de Coleta de Dados: Criação de formulários, questionários, planilhas e ferramentas de análise de dados para coletar as informações necessárias.Cronograma de Avaliação: Definição da periodicidade de medição de cada indicador (semanalmente, mensalmente, ao final do projeto, etc.).Analise e Ajuste: Revisão regular dos dados coletados e ajuste nas estratégias do projeto conforme necessário para atingir as metas estabelecidas.Relatórios de Resultados: Produção de relatórios periódicos para comunicar os resultados dos indicadores aos stakeholders do projeto, utilizando gráficos e tabelas para facilitar a visualização dos dados.
[1] Curso de Engenharia de Artes Cênicas: - Carga horária: 360 horas;- Duração: 1 ano;- Formato: Aulas presenciais e online, com materiais didáticos complementares;- Público-alvo: Profissionais e estudantes de engenharia, artes cênicas, produção cultural, circenses e áreas afins. [2] Hub de Inovação e Pesquisa: - Carga horária: 120 horas.- Formato: Seminários, workshops, fóruns de discussão e gravação de podcasts.- Temas abordados: Inovação tecnológica, engenharia aplicada ao entretenimento, sustentabilidade, segurança (NRs e ABNT), e desenvolvimento de projetos colaborativos.
O projeto atende integralmente às exigências de acessibilidade previstas na Lei Federal nº 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência), bem como as disposições da Lei 8.313/91 (Lei Rouanet), em especial o Art. 1º, inciso II, que visa garantir a democratização do acesso aos bens e serviços culturais, promovendo a inclusão de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. O projeto contempla tanto a acessibilidade física quanto comunicacional, atitudinal, artística e crômica, conforme detalhado abaixo: Acessibilidade Física O espaço que será utilizado para a realização do projeto - Espaço Cultural Panorama, é parcialmente adequado ao uso de PcDs. Nesse sentido, no âmbito da acessibilidade física, o projeto adotará medidas que possam garantir o acesso universal aos espaços e atividades culturais oferecidos, em conformidade com a NBR 9050 e com os dispositivos da Lei Brasileira de Inclusão. As seguintes ações serão implementadas: a) Rotas acessíveis - Serão criadas rotas acessíveis em todos os espaços, com dimensões adequadas para a circulação de cadeirantes e pessoas com dificuldades de locomoção, garantindo espaço para manobras, inclusive em palcos, bastidores e camarins. Esse aspecto é também abordado no Art. 3º da Lei Rouanet, ao tratar da necessidade de promover a acessibilidade em eventos culturais financiados com recursos públicos; b) Rampas - Instalação de rampas com inclinação correta, pisos antiderrapantes e corrimões, além de elevadores adaptados com botões em braille e sinalização sonora para atender a pessoas com deficiência visual e auditiva. Esse item está diretamente relacionado ao Art. 1º, inciso II, da Lei Rouanet, que preza pela inclusão de grupos historicamente excluídos do acesso à cultura; c) Banheiros adaptados - Os banheiros já são adequados para o uso por pessoas com deficiência, incluindo sanitários com barras de apoio e espaço suficiente para cadeirantes. Isso também dialoga com o Art. 1º, inciso II, da Lei Rouanet, ao promover a inclusão em atividades culturais; d) Guias Táteis e Sinalização Tátil - Serão instalados pisos táteis e guias que facilitem a locomoção de pessoas com deficiência visual, assegurando sua autonomia em áreas de circulação interna e externa. Isso também dialoga com o Art. 1º, inciso II, da Lei Rouanet, ao promover a inclusão em atividades culturais; e) Estacionamento e assentos especiais - Vagas de estacionamento exclusivas para pessoas com deficiência serão previstas, assim como assentos reservados e adaptados para pessoas obesas e com mobilidade reduzida, em todos os eventos e atividades, em conformidade com o princípio da democratização do acesso aos bens culturais previsto na Lei Rouanet; f) Iluminação e acessibilidade nos camarins - A iluminação do espaço já possui adequação para pessoas com baixa visão, além de camarins adaptados para que atores e técnicos com deficiência possam participar das atividades cênicas. Acessibilidade Comunicacional A acessibilidade comunicacional é um pilar fundamental do projeto, assegurando que pessoas com deficiência auditiva, visual ou intelectual possam participar plenamente das atividades, conforme os objetivos da Lei Brasileira de Inclusão e da Lei Rouanet, especificamente em relação ao Art. 3º, que incentiva o uso de recursos que garantam o pleno acesso a conteúdos culturais: g) Língua Brasileira de Sinais (Libras) - Todas as atividades educativas e culturais contarão com intérpretes de Libras, assegurando que pessoas surdas ou com deficiência auditiva tenham pleno acesso aos conteúdos ministrados. Essa prática está em consonância com o Art. 3º da Lei Rouanet, que recomenda o uso de tecnologias assistivas para promover a inclusão; h) Audiodescrição - As atividades contarão com audiodescrição para garantir a inclusão de pessoas com deficiência visual. A acessibilidade de conteúdo se estenderá aos produtos culturais gerados pelo projeto, como materiais audiovisuais e publicações; i) Legendas e Subtítulos Descritivos - Todos os materiais audiovisuais, como vídeos e gravações das atividades, serão disponibilizados com legendas descritivas, permitindo a participação de pessoas com deficiência auditiva ou dificuldades de compreensão; j) Acessibilidade Crômica - Além das medidas tradicionais, o projeto adotará recursos de acessibilidade crômica, incluindo o uso de paletas de cores adequadas para pessoas com daltonismo. O cuidado com a escolha das cores facilitará a compreensão de materiais gráficos e audiovisuais por pessoas com essa deficiência. As diretrizes da NBR 9050 serão seguidas, reforçando o compromisso com a inclusão total; k) Divulgação e Hashtags - Todo o material de divulgação contará com versões acessíveis, seguindo as normas previstas no Art. 3º da Lei Rouanet. O projeto utilizará a hashtag #ParaTodosVerem em todas as postagens em redes sociais, acompanhada de descrições textuais de imagens e vídeos, garantindo acessibilidade digital e alinhando-se ao compromisso de tornar a cultura acessível a todos; Acessibilidade Atitudinal O projeto se compromete a formar uma equipe preparada e sensibilizada para lidar com a diversidade de participantes. Em linha com os incisos da Lei Brasileira de Inclusão, serão realizadas capacitações para toda a equipe do projeto, assegurando que colaboradores estejam preparados para atender pessoas com deficiência de maneira inclusiva e respeitosa: l) Capacitação de Profissionais - Todos os envolvidos nas atividades culturais e educacionais receberão treinamento sobre como lidar de forma inclusiva com pessoas com deficiência. O projeto também prevê a contratação de pessoas com deficiência para integrar o corpo de colaboradores, refletindo a visão inclusiva da Lei Rouanet e seu compromisso com a diversidade.
O projeto busca ampliar o acesso à formação técnica especializada e à produção cultural de qualidade, com foco na inclusão e na diversidade de públicos. Todas as atividades propostas serão totalmente gratuitas, garantindo que não haja barreiras econômicas para a participação. No que se refere à distribuição e acesso aos produtos, todas as atividades que integram o projeto serão oofertadas em diferentes modalidades, abrangendo tanto o formato presencial quanto o virtual, o que permitirá a participação de pessoas de todo o Brasil. Além disso, serão implementadas cotas de participação, voltadas especificamente para: (1) Gestores de equipamentos culturais, como teatros, casas de espetáculo e centros culturais; (2) Servidores públicos da área de cultura, em especial aqueles que atuam na gestão de políticas culturais; (3) Professores universitários, com o objetivo de fortalecer o diálogo entre a prática profissional e o ensino superior. Essas cotas buscam assegurar que agentes culturais de diferentes esferas possam se qualificar e aprimorar seus conhecimentos, impactando diretamente o desenvolvimento cultural em suas áreas de atuação. Além disso, como parte do compromisso com a Lei Rouanet, o projeto visa atender ao Art. 3º, que trata da difusão de bens culturais de forma acessível e inclusiva. As ações de ampliação do acesso serão promovidas através de diversas estratégias, que incluem: (4) Transmissões Online: Os eventos do Hub serão transmitidos ao vivo pela internet, permitindo que pessoas de qualquer lugar possam acompanhar as atividades. A transmissão online amplia o alcance do projeto, sobretudo para quem não tem acesso direto a formações presenciais. Todas as transmissões contarão com: (4.1) Legendas descritivas para facilitar o entendimento de pessoas com deficiência auditiva; (4.2) Tradução simultânea em Libras; (4.3) Audiodescrição para garantir a acessibilidade para pessoas com deficiência visual. Essa medida está alinhada ao princípio de democratização cultural estabelecido no Art. 1º, inciso II, da Lei Rouanet, que trata da ampliação do acesso ao público através de novas tecnologias. Além disso, como ações de contrapartida social, serão ofertadas (5) oficinas paralelas gratuitas que visam complementar a formação técnica e artística, voltadas para áreas essenciais da engenharia cênica, como iluminação, sonoplastia, cenografia e figurino. Essas oficinas terão um número significativo de vagas destinadas a jovens em situação de vulnerabilidade social, promovendo a inclusão de pessoas com menos acesso a oportunidades de qualificação. As oficinas serão realizadas tanto presencialmente quanto em formato online, garantindo a participação de um público diversificado. No ambiente virtual, as oficinas serão transmitidas com recursos de acessibilidade, como legendas e tradução em Libras, além de uma paleta de cores adaptada para pessoas com daltonismo, em conformidade com as normas de acessibilidade crômica. O projeto também prevê a (6) confecção de materiais e conteúdos acessíveis, ou seja, todo o material didático e de divulgação produzido pelo projeto será adaptado para garantir acessibilidade de conteúdo. Serão disponibilizados: (6.1) Textos em formatos compatíveis com softwares de leitura de tela para pessoas com deficiência visual; (6.2) Versões em Braille de materiais impressos, sempre que necessário; (6.3) Legendagem e audiodescrição nos conteúdos audiovisuais; (6.4) Hashtags como #ParaTodosVerem, para incluir descrições em imagens nas redes sociais. Essas adaptações seguem as diretrizes da Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/2015) e atendem às disposições da Lei Rouanet, que incentivam o acesso democrático e inclusivo a bens e serviços culturais. No que tange à (7) distribuição de produtos culturais, além dos cursos e workshops, o projeto resultará em eventos do Hub, que engloba seminários com apresentações artíticas locais, debates em mesas-redondas abertas ao público e outros produtos culturais, que serão distribuídos da seguinte forma: (7.1) Transmissão online gratuita de todos os eventos, com recursos de acessibilidade comunicacional, como Libras, legendas e audiodescrição; (7.2) Gravações disponibilizadas gratuitamente em plataformas digitais, para que o público possa acessar o conteúdo em qualquer momento, seguindo os princípios do Art. 3º, inciso II, da Lei Rouanet; (7.3) Material didático acessível e gratuito, incluindo vídeos, apostilas e guias de estudo, disponível para download no site do projeto. Esses eventos e produtos visam ampliar a visibilidade das ações do projeto e promover o intercâmbio de conhecimento entre profissionais, estudantes e a comunidade. Nesse sentido, é possível destacar o (8) impacto social e acessibilidade promovidos pelo projeto, com medidas de democratização do acesso atendem ao compromisso de promover a divulgação e circulação de bens culturais para públicos diversos, com especial atenção àqueles historicamente afastados do consumo cultural, conforme previsto no Art. 1º, inciso II, da Lei Rouanet. Ao proporcionar acesso gratuito a todas as atividades e produtos, o projeto amplia a fruição cultural e fortalece o setor cultural, ao qualificar profissionais e oferecer oportunidades concretas de inclusão social e econômica.
Rodrigo São Paio - Diretor Geral Rodrigo Menezes é um versátil diretor e produtor audiovisual, com mais de uma década de experiência em projetos culturais e esportivos. De transmissões de grandes eventos como Copa América de Futsal e o Campeonato Mundial de Natação, até a criação de um espaço cultural multifuncional, ele se destaca pela inovação e seu impacto no audiovisual, promovendo acessibilidade cultural em diversas frentes. Pablo Barreto - Coordenador de Produção Profissional apaixonado por gestão de projetos e produção cultural, com experiência em gestão pública, ONGs e eventos corporativos. Atualmente, lidera iniciativas de promoção, difusão, e fomento cultural e turístico na cidade de São Gonçalo (RJ). Paralelamente, atua no Terceiro Setor na produção executiva e na avaliação de resultados em comunidades periféricas. Monique Bezerra da Silva - Coordenadora Pedagógica Bacharel em Produção Cultural e Doutora em Geografia pela UFF. Mestre em Engenharia de Produção pela COPPE/UFRJ. Possui Especializações em Gestão de Projetos da Engenharia de Produção, pela UERJ e Educação Tecnológica, no CEFET/RJ. Atuou por cerca de 8 anos no Observatório de Favelas, como coordenadora de projetos de arte e território e de desenvolvimento institucional. Pesquisadora associada do Laboratório de Produção e Gestão Cultural do IFRJ. Atou como professora substituta no Bacharelado em Produção Cultural do IFRJ por 2 anos. Integra o Conselho Curador da Fundação Angelica Goulart. É associada da ABCR. Atualmente é diretora de desenvolvimento institucional no Instituto São Paio. Vinicius Hanna - Produtor Produtor Cultural e Gestor de Projetos, com formação em Produção Cultural pelo Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ) e MBA em Gestão de Projetos e Metodologias Ágeis pela Universidade Anhanguera. Atualmente, está cursando um MBA em Inovação Digital na Produção. Com experiência em duas empresas principais: na ProduPlay, onde atua como Coordenador de Operações, focado na gestão de processos e equipes em projetos culturais; e na The Sá Música, onde foi Assistente de Produção. Larissa Dantas - Gerente de Projetos Profissional com mais de 10 anos de experiência em gestão de projetos industriais e socioculturais. Formada em Qualidade e com formação técnica em Química, ela possui sólida expertise em Controle e Garantia da Qualidade, análise e gestão de projetos, desenvolvimento de KPIs e melhoria contínua. Atualmente, cursa Serviço Social no IBMR e busca aplicar suas habilidades e conhecimentos em novos desafios na área sociocultural, com foco em projetos educativos e comunitários.
PROJETO ENVIADO PARA ARQUIVAMENTO.