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PRONAC 2413797Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Peixe que Voa

NANCI PRODUCOES ARTISCICAS LTDA
Solicitado
R$ 235,2 mil
Aprovado
R$ 235,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Capoeira: Apresentação de Dança ou Ação Educativa
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
BA
Município
Uruçuca
Início
2025-05-01
Término
2025-10-31
Locais de realização (1)
Uruçuca Bahia

Resumo

O projeto "Peixe que Voa" visa a criação cênica de espetáculo solo em linguagem circense (acrobacia e trapézio), e montagem e circulação em duas cidades da Bahia: Uruçuca e Ilhéus, nas comunidades locais a exemplo do Circo Escola Circo da Lua em Serra Grande e da comunidade indígena Pataxó em Ilhéus. E apresentações de Roda de Capoeira do Grupo Luanda, do Mestre Mosquito, esta manifestação artística é patrimônio cultural imaterial e está presente no cotidiano nas cidades da circulação. O projeto oferece oficina de Elaboração de projetos culturais para os agentes culturais locais.

Sinopse

1) Espetáculo de circo Peixe que voa com artista circense Nanci Cravinho Sinopse: Espetáculo criado e protagonizado por uma mulher que vem do Complexo da Maré, periferia do Rio de Janeiro. Neta de pescador e filha de capoeirista, Nanci Cravinho reescreve a história de seus familiares e da comunidade da Maré, que era uma reserva florestal e colônia de pescadores e com uma cultura de manguezal. Chamando atenção para o impacto socioecológico e o racismo ambiental que a região sofreu desde os anos 70 até os tempos atuais. E apresentando o fim da cultura da pesca no local, e hoje vivendo no distrito de Aracaçu no sul da Bahia, lugar de da cultura da pesca e dos jangadeiros, percebe que na atualidade esta pequena cidade vive este mesmo processo que a favela da Maré viveu. A artista aborda também a desconstrução da imagem da mulher enquanto gênero, alheio às guerras cotidianas dos territórios periféricos. A criação cênica/circense apresenta e representa o papel das mulheres dentro deste contexto de violências e como enfrentam a guerra cotidiana nas periféricas das favelas do RJ. 2) Roda de Capoeira do Mestre Mosquito Sinopse: Apresentação de Roda de Capoeira do Grupo Luanda do Mestre Mosquito. O grupo vai fazer uma apresentação de capoeira, com música do berimbal, canto e movimentos, onde o público poderá aprender e praticar os primeiros passos e ações de capoeira, o básico para iniciar o movimento. 3) Oficina de Elaboração de Projetos Culturais Sinopse: Apresentar o passo a passo da escrita de projetos culturais (apresentação, objetivos, justificativa, acessibilidade, democratização, impactos, cronograma, orçamento, documetação, portifólio) e refletir sobre concepção, planejamento, processo criativo para construção de uma escrita criativa, técnica e cidadã.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: O objetivo deste projeto é realizar a montagem e apresentar o espetáculo cênico circense "Peixe que Voa" nas cidades de Uruçuca e Ilhéus na Bahia. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1) Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS/CIRCO: realizar 6 apresentações de solo cênico circense "Peixe que Voa" de forma gratuita durante 2 meses; 2) Produto APRESENTAÇÃO DE RODA DE CAPOEIRA: realizar 6 apresentações de grupo Luanda de capoeira, de forma gratuita no período de 2 meses; 3) Produto OFICINA DE ELABORAÇÃO DE PROJETOS CULTURAIS: realizar 1 oficina com 8 horas de duração para agentes culturais locais de forma gratuita no período de 2 meses.

Justificativa

"Peixe que Voa" é uma homenagem às comunidades do Complexo da Maré, favela situada na cidade do Rio de Janeiro,onde nasceu a criadora e interprete do espetáculo. Honrar sua relação com os seus ancestrais em meio a violência cotidiana vivida pelos moradores das favelas do RJ. E homenagear sua ancestralidade, filha de capoerista e neta de pescador, Nanci Cravinho hoje vive na cidade de Uruçacu onde a população é vive da pesca e também é ameaçada pelo por questões ambientais. Na história abordada no espetáculo existe a conexão com a cultura da favela da maré e a cultura local de Uruçuca na Bahia. Neste contexto faz se uma conexão com a cidade de Uruçuca, cidade costeira e com tradição de pesca e jangadeiros, onde hoje nos anos 2024, estão vivendo as questões que ocorreram a partir de 1970 na favela da Maré no Rio de Janeiro e onde vive a artista Nanci Cravinho, artista circense, atuando numa região que é também berço de grupos de circo. Uruçuca é uma cidade com cerca de 8 mil habitantes, que vive da pesca e com comunidade de jandadeiros e de capoeiristas, população que através da cultura das Rodas de Capoeira e seus Mestres, que vivem a capoeira no seu cotidiano, seus modos de ser e viver. O processo de urbanização no Brasil atravessou diversas fases, a população removida dos cortiços, bem como os escravos libertos, começaram a a ocupar os morros da cidade do Rio de Janeiro. A insuficiência de políticas públicas habitacionais agravadas pelas desigualdades sociais, afetam diretamente a população negra e/ou pobre, enfatizando o racismo ambiental. As mudanças climáticas provocam maiores impactos a esta população vulnerável, sendo eles as maiores vítimas das catástrofes de clima. As ocupações do Complexo da Maré, que na época era manguezal e onde a sua população era composta por pescadores e de onde exerciam sua profissão, tudo era voltado ao Mar, a cultura da pesca, neste contexto nossa autora e intérprete cresceu. Percebendo que a gentrificação, o racismo ambiental trouxe pobreza e violência para este território onde sua ela e sua família viveram. Ao mesmo tempo é atravessada por questões de gênero e desigualdade social trazem seu corpo para ser resistência através da arte circense. Com seu deslocamento para cidade de Araçacu no sul da Bahia, cidade costeira, com tradição de pesca e jangadeiros e que hoje em 2024 vive a mesma gentrificação e racismo ambiental, a partir desta similaridade surge o projeto artístico, uma vez que a linguagem circense faz parte do território, tendo um Circo Social que forma e circula esta linguagem. Na cidade em que vive hoje e propõe o projeto, e em todo estado da Bahia existe a cultura forte e tradicional das Rodas de Capoeira e seus Mestres, por isso apresentar e reconhecer o valor deste patrimônio cultural imaterial. A cidade tem um movimento cultural e artístico pulsante, e poucos agentes culturais conhecem as formas de acessar os recursos para desenvolver e viver de seus fazeres, então surge a necessidade de compartilhar de sabres sobre produção cultural e elaboração de projetos, apara assim promover uma possível democratização dos recursos, direitos culturais e acesso a arte e a cultura que já existe dentro do território onde realizaremos o projeto. Beneficio esperado: A realização de ações como circulação, resgate, valorização e formação são necessárias para superar desafios culturais geográficos, por isso a utilização de mecanismo com a Lei Rouanet a finalidade dos artigos 1 e 3 Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, o projeto cultural atende aos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos. II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; A proposta propoê a circulação e valorização de manifestação cultural circense tendo história no território, uma vez que o Circo Social existe e é espaço de formação e circulação cultural, e propoe o resgate e a proteção das Rodas de Capoeira e seus Mestres, que são Patrimônio Imaterial, e na comunidade faz parte do cotidiano da população, muitos brincantes - capoeristas vivem e vivenciam esta manifestação, é relevante entender seu valor cultural, enaltecer e valorizar os Mestres e sua cultura afro-brasileira que faz parte dos modos de ser e viver dos moradores de Araçacu e Ilhéus na Bahia. A formação é outra necessidade local

Especificação técnica

Produto Principal : 1) Espetáculo de circo "Peixe que Voa" Quantidade: 6 apresentações Duração: 40 minutos Público: crianças, jovens e adultos, moradores das localidades das apresentações, pescadores, jangadeiros, agricultores, indigenas da comunidade Pataxo em ilheús. Classificação indicativa etária: Livre Produtos Secundários: 1) Roda de Capoeira /apresentação do Grupo Luanda do Mestre Mosquito Sinopse: O grupo vai fazer uma apresentação de capoeira, com música do berimbal, canto e movimentos, onde o público poderá aprender e praticar os primeiros passos e ações de capoeira, o básico para iniciar o movimento. Quantidade: 6 apresentações Duração: 1h 30 minutos Público: crianças, jovens e adultos, moradores das localidades das apresentações, pescadores, jangadeiros, agricultores, indigenas da comunidade Pataxo em ilheús. Classificação indicativa etária: livre 2) Oficina de Elaboração de Projetos Culturais Sinopse: Apresentar o passo a passo da escrita de projetos culturais (apresentação, objetivos, justificativa, acessibilidade, democratização, impactos, cronograma, orçamento, documetação, portifólio) e refletir sobre concepção, planejamento, processo criativo para construção de uma escrita criativa, técnica e cidadã. Ememta/conteúdo: O que é um produto cultural? Quais linguagens culturais? A importãncia de oficinas de formação. Itens básicos para construção de um projeto cultural: Itens textuais: Apresentação/objetivos/justificativa/democratização do acesso/Acessibilidade cultural/Pensando e montando planilhas a partir das etapas de trabalho: cronograma e orçamento. Documentos necessários para pessoa física e jurídica. A importância do Portifólio. Caminhos para captação de recursos: editais e leis de incentivo. Quantidade: 1 oficina Duração: 8 horas dividas em 4 encontros Público: agentes culturais (produtores, artistas e educadores) da comunidade Classificação etária: maiores de 18 anos

Acessibilidade

MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: As apresentações são em espaços abertos, vamos colocar uma rampa de acesso para facilitar a locomoção do público. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Teremos 2 sessões com intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: Teremos na equipe 1 monitor treinados para atender a pessoas com TEA e necessidades outras e um espaço específico adaptado e sensorial para atender estes públicos.

Democratização do acesso

Conforme artigo 28 da IN nº 01/2023, teremos as seguintes medidas para ampliação do acesso aos produtos culturais: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA Nanci Cravinho - Artista Intérprete Criadora É contorcionista e acrobata aérea formada pela Escola Nacional de Circo do Rio de Janeiro e capoeirista desde criança. Atualmente residente no Sul da Bahia, Nanci Cravinho acreditamna prática do encontro da dança e do circo como ferramenta interdisciplinar.mSua primeira conexão com a arte foi dentro de casa, "filha de capoeirista”. Quando adolescente acompanhava ações culturais no Morro do Timbau (Complexo da Maré) , no centro cultural CEASM localizado no Morro do Timbau ,onde pela primeira vez se reconheceu como agente cultural residente da periferia do RJ, aos 17 anos ingressou na Escola Nacional de Circo situada na praça da Bandeira,quando ampliou sua compreensão sobre o fazer artístico .Os estudos na escola de circo foi uma experiência tão intensa e profunda ,o que levou a artista a querer mergulhar no mundo da arte e ampliar seus conhecimentos sobre o mundo. Durante o período de 2016 até 2019, Nanci Cravinho atuou em duas trupes de circo no DF, o Coletivo ao Vento e a Trupe por um Fio. Foi arte-educadora no PRONATEC DF ‘’PROGRAMA NACIONAL DE ACESSO AO ENSINO TÉCNICO’’, projeto promovido pelo Ministério da Educação , pelo qual em 2017 formou a primeira turma de artes circense do curso FIC ‘’CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA’, sendo a primeira turma deartistas de circo em um curso de formação do governo do Distrito Federal. Priscila Monteiro - Direção Artística Bacharel em Psicologia na (PUC-RJ). Atriz desde 2001, fundadora e integrante desde 2005 da Cia Marginal, grupo de teatro formado por atores que na sua maioria são da Maré RJ. A Cia tem em seu repertório os seguintes trabalhos: os espetáculos "Qual é a nossa cara?" com direção de Isabel Penoni que foi montado em 2007 com o Prêmio Myriam Muniz de Teatro da FUNARTE, tendo estreado nesse mesmo ano na Casa de Cultura da Maré, o espetáculo esteve no Teatro Glauce Rocha (Centro-RJ), dentro do projeto de ocupação Território de Pertencimento do grupo Teatro de Anônimo, II Semana do Ensino do Teatro na Sala Pascchoal Carlos Magno (UNIRIO) no mesmo ano, “Ô, LILI” com direção de Isabel Penoni estreio em 2011 noTeatro Maria Clara Machado (Planetário da Gávia-RJ) com patrocínio do Ministério da Cultura do Estado/RJ, 2012 participou do Festival Teatro na Contramão no Espaço Cultural Escola Sesc (Jacarépaguá-RJ), 2013 Festival de Teatro Poética e Periférico mesmo espaço, em 2013 participou projeto de ocupação Desmonte Marginal no Espaço Cultural Sérgio Porto-RJ e também no teatro Sesi Centro RJ em 2018, IN_TRÂNSITO o terceiro espetáculo da Cia que resultou da parceria entre a diretora e atriz Joana Levi (idealizadora do projeto) e a Cia Marginal foi dirigido por Isabel Penoni e Joana Levi em parceria com Joana Levi, em 2013 com patrocínio da Secretaria de Cultura do Estado RJ e da Petrobrás com Prêmio de Montagem Cênica na Supervia RJ, em 2014 defevereiro/março com patrocínio do Programa de Fomento da Secretaria de Municipal do RJ e depois em no mês de Julho do mesmo ano com patrocínio do Ministério da Cultura MINC na Supervia-RJ ,e no mais recente trabalho Eles Não Usam Tênis Naique texto deMárcia Zanelato que estreio no teatro em 2015 no Teatro Glauce Rocha participou como Assistente de Produção. Em 2018 participou do elenco do espetáculo Corpo Minado um dos mais recentes trabalhos do grupo Atiro que teve sua estreia no Centro Cultural daMaré no mesmo ano. Em 2017 estreia um espetáculo de dança multimídia Diva da Maré com o grupo de dança de Stiletto, Maré Sobre Saltos com apresentações na Lona Cultural da Maré e Centro Coreográfico do RJ. Participou em 2012 do elenco e roteiro doclipe “O Filho Pródigo Que Cansou de Esperar” da Banda Levante. Josefina Silva - Direção de MovimentoAtua a quase 20 anos como artista, iniciando suas experiências na dança contemporânea em 2021 na cidade de Valparaíso , no Chile. Suas primeiras experiências artísticas com circo/teatro foi junto com a companhia itinerante de circo , Família Flamini por 11 anos em temporada deshows no Chile, Argentina e Brasil. Residente no Brasil desde 2008 , e integrante do ponto de cultura “Circo do Capão” na Chapada Diamantina - BA , como artista com as técnicas de mão a mão ,acrobacia de solo e dança contemporânea , suas pesquisas envolver juntar as técnicas circenses de linguagem acrobática. Atualmente trabalha com direção de movimento e coreografias nas áreas do circo.@coletivoentrelacadas. Ailime Huckembeck - Figurinista e Cenografa Graduada pela Faculdade de Artes do Paraná, Bacharelado em Artes Cênica Curso superior de Design Gráfico pela UTFPR Atriz, figurinista e cenógrafa pelo SATED DRT 0024841/PR. Espetáculos: ̈Cidades Invisíveis ̈de Renato Sbardellotto - figurino, em Curitiba-PRProdução artística (figurino, maquiagem, cenário digital, sonoplastia, iluminação) para oballet da cidade de Pinhais, em Pinhais-PRProdução artística (figurino, maquiagem, cenário digital, sonoplastia, iluminação) para oballet da cidade de Pinhais, emPinhais-PR Espetáculo “Remake da minha vida”, um solo auto ficcional de Renato Sbardellottofigurinos e maquiagem, em Curitiba-PREspetáculo “Aconteceu no Natal”, do grupo Energia BOA, da empresa COPEL- figurinos eadereços, em Curitiba-PRGrupo musical PARANAMBUCO, show no teatro Paiol- figurinos, em Curitiba-PREspetáculo “A bela e a Fera” pela Companhia do Abração - figurinos e adereços, emCuritiba-PREspetáculo “O flautista de Hamellin” pela Companhia do Abração -figurinos e adereços, emCuritiba-PREspetáculo “O Carteiro” contemplado pelo Prêmio Myriam Muniz 2012, figurino e cenário , Erika Sanches - Produção executiva Pertence a duas linhagens indígenas, Zenu e Muisca, indígenas origináriosda Colômbia. Produtora cultural,dançarina, coreógrafa, professora, artista de Circo, palhaça, e artesã. Vivencia o mundo das artes há 20 anos como ferramenta de autoconhecimento e compartilhou seus saberes em mais de 10 países na América do Sul. Atualmente reside no sul da Bahia, participando de diversos shows, eventos e produções na região de Serra Grande BA - Brasil. 2023 -I, II e III Festival Internacional de Circo e Música Abya Yala (Serra Grande BA)@abyayalafestival.2023 - Projeto "Som do Circo" com @cia.thichielugh (Serra Grande - BA - Brasil)2019 - Diretora e coordenadora geral da Companhía de dança @afroliberarte2020 - Espetáculo "As Chilombianas" com Cia. Atikayelen no movimento cultural "Mova"@movaitacare (Itacaré BA-Brasil). Co-produção da 1a mostra Wayrakunas de Arte Contemporânea Latino-americana.@wayrakuna_2018 e 2019 -Festival Internacional de Circo e Arte de rua FICAR São Paulo . Aranda Souza- Produtora Local De Uruçuca-ba, aos 20 anos moveu-se do território para estudar. Formou-se em Serviço Social UVA-RJ 2008. Especializou-se em Gestão Cultural UESC-BA 2015. Sua pesquisa de vida fortalece o link entre Arte e as questões sociais. Na acadêmia fez estudo de caso do grupo cultural Nós do Morro- RJ, depois Integrou equipe de pesquisadores da FGV no Centro de Tecnologia e Sociedade - RJ. Em seguida, morou em Londres-Inglaterra por dois anos, comobolsista em curso de inglês. Após 12 anos fora da sua terra natal, retornou e fundou a Arandela Produtora, fortalecendo artistas, produtores e agentes culturais do seu território de origem. Coordenou a pesquisa Juventudes de Serra Grande, produziu filmes, entre muitos projetos ondefez curadoria e produção. É Gestora e fundadora da Organização Maloca Dendê e Criadora daplataforma de arte, comunicação, educação, economia, política, filosofia e espiritualidade: REPARE. Aloisio mello - Diretor musical 2003 Grupo de preservação da cultura afro brasileira Zimbábue (Mestre Alosio Lúcio MelloFerreira) Direção Musical: 2015 Projeto Vila Prediz2013 Festival de dança de itacaré Itacaré2016 Projeto Levada da Serra Grande2018 Projeto Afro do Guetto 2019 Projeto Levada da Santa

Providência

PROJETO ARQUIVADO.