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O projeto Gandhi nas Escolas consiste em uma equipe de mestres e mestras da cultura tradicional afro-brasileira, realizando oficinas de História da África, Danças Africanas e Instrumentos de Percussão, em unidades escolares municipais do Rio de Janeiro.
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Objetivos Gerais: Produto Principal: Realizar oficinas de História da África, Danças Africanas e Instrumentos de Percussão, ao longo dos 4 meses, em 08 (oito) escolas municipais nos bairros da Saúde, Gamboa e Santo Cristo (Pequena África), pertencentes à 1a.CRE do Rio de Janeiro, totalizando 36 encontros em 72 horas trabalhadas dentro do horário escolar, além de apresentação dos alunos em cada escola como conclusão das ações, aberta aos estudantes, pais e convidados. Para um público de pelo menos 2.000 pessoas. Objetivos Específicos: 1. Promover gratuitamente as oficinas para até 600 crianças e criar interação com todos os funcionários e alunos da escola, além dos seus familiares. 2. Empregar diretamente, aproximadamente 25 pessoas, em sua maioria pretos e pardos, entre oficineiros, produtores, gestores e técnicos qualificados. 3. Valorizar a cultura e a tradição afro-brasileira, difundindo seus ritmos e danças. 4. Contribuir para diminuir preconceitos em relação às histórias da cultura afro-brasileira, e reafirmar essa herança cultural como a verdadeira mitologia brasileira. 5. Utilizar a cultura afro-brasileira como ferramenta de interação e transformação sociocultural. 6. Atrair a atenção do público e da imprensa, garantindo a continuidade do projeto. Com base nesses objetivos, o projeto atende o art 2º da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024 e se enquadra nos seguintes incisos do artigo 3º do DECRETO Nº 11.453, DE 23 DE MARÇO DE 2023: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; IV - promover o restauro, a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em suas dimensões material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais; VIII - fomentar o desenvolvimento de atividades artísticas e culturais pelos povos indígenas e pelas comunidades tradicionais brasileiras; IX - apoiar as atividades culturais de caráter inovador ou experimental; XI - apoiar e impulsionar festejos, eventos e expressões artístico-culturais tradicionais e bens culturais materiais ou imateriais acautelados ou em processo de acautelamento; XII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão culturais; XIV - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas populares tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação;
É em caráter de urgência que seja realizado nas escolas a implementação da Lei n° 10.639/03 e a 11.645/08, abordando a história e as culturas africanas, afro-brasileiras e indígenas de forma orgânica e sistemática. As ações em datas específicas, como o 20 de novembro, são importantes, mas insuficientes. Essas temáticas precisam ser incluídas em todas as esferas da vida escolar. Admitindo que o enfrentamento ao racismo é questão urgente e que as visões europeias e neopentecostais estão tomando um protagonismo assustador nas narrativas históricas dentro das unidades escolares, as trocas em relação a esses temas têm de ser ampliadas, de modo que coloque perspectivas negras em evidência. É preciso incluir autores que representem o olhar africano e afro-brasileira nos ensinos obrigatórios. Muito da história é pautada na versão da cultura afro-brasileira por narrativas eurocêntricas. Essas narrativas foram criadas para negar heranças culturais e cortar raízes genéticas, fazendo a população mais suscetível à dominação. Dar oportunidade a uma proposta como essa, onde diversos blocos de afoxés irão se unir com o propósito de trazer as origens dos ritmos de carnaval de rua do Rio de Janeiro e dentro da região mais significativa do Brasil para a diáspora Africana, que é a Pequena África, é um ato de valorização da história do carnaval e da identidade. A cultura de um povo é seu sistema imunológico. Sempre que uma pessoa cresce sem acesso à sua própria cultura originária e tendo suas raízes genéticas negadas, a sua identidade cresce deficiente. E um ser humano com identidade deficiente, exalta e serve à cultura e a identidade do outro. E esse processo é o que abaixa nosso sistema imunológico. E um sistema imunológico baixo é suscetível a contaminações. Uma pessoa sem acesso à própria cultura, fica confusa politicamente, ideologicamente, esteticamente e até afetivamente. Portanto, uma cultura que foi apagada, difamada, criminalizada e atacada precisa ser descolonizada. A MÃE ÁFRICA: Muitas vezes quando pensamos no continente africano nos remetemos a escola. E a escola, por sua vez, de certo modo procurou transmitir até algum tempo atrás uma ideia de que o continente africano não passou de uma grande porção de terra com uma infinidade de seres humanos. Em outras palavras, a África segundo a perspectiva escolar, não tão distante, passou a ser um continente onde não há nada além da pobreza, logo não foi à toa que se tornou apenas um território de exportação de escravos para os europeus, principalmente, para os portugueses durante a colonização que sucedeu do outro lado do Atlântico. Todavia, na verdade, a África nunca se tornou apenas um território de exportação de escravos. A África se tornou um continente não só de uma identidade própria, mas também construiu sua história fundada em suas raízes, as quais se uniram a outras culturas com o passar do tempo. Por exemplo, a África é conhecida como o berço da humanidade, pois segundo os registros antropológicos o ser humano surgiu neste continente, e somente depois de um determinado período passou habitar outras regiões do planeta. O que isso quer dizer? Se a cultura corresponde a tudo que o ser humano realiza, então categoricamente podemos afirmar que foi no continente africano onde a cultura se iniciou. Além disso, foi na África durante o período antigo que se fundou um dos berços da Filosofia Ocidental, caso do Egito. Na Antiguidade, o Egito embora não seja destaque na Filosofia Ocidental como outras nações anteriores a era cristã, já havia desenvolvido toda uma matemática, uma organização social entre modos de vida antes mesmos de nações consagradas. Tal como, o Egito serviu como fonte de inspiração filosófica para os gregos, como para Pitágoras de Samos, um filósofo que desenvolveu toda uma filosofia baseada na matemática. O Filhos de Gandhi: A Associação Recreativa Cultural Filhos de Gandhi, com 72 anos de existência, é a primeira representação afro-brasileira do Estado do Rio de Janeiro onde, desde a sua inauguração, realiza ações voltadas a toda sociedade apoiando, desenvolvendo e preservando a cultura por meio de oficinas de percussão, música e dança, cortejos de carnaval, rodas de samba e diversas outras atividades. Realiza um trabalho louvável na preservação da cultura afrodescendente, sendo baluarte da Pequena África, região de grande importância histórica e muitos poucos incentivos sociais. A instituição oferece oficinas de percussão, arrecadação de alimentos e utensílios, apoia empreendedores locais, almoços gratuitos em eventos, onde a comunidade participa ativamente das atividades. Já recebeu o título de interesse público e foi contemplado como cultura imaterial do município em 2019 e no dia 25 de agosto de 2023 foi contemplado com a Medalha Tiradentes, a maior honraria concedida pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro e destinada a premiar pessoas e entidades que prestaram relevantes serviços à causa pública do estado do Rio de Janeiro. Na sua origem, foi fundada no ano de 1951, pelo ogã conhecido como Encarnação, com ajuda dos trabalhadores do Cais do Porto, moradores dos bairros da Saúde e Gamboa e integrantes de religiões de matrizes africanas, a sede da Associação fica situada em uma região ímpar na cidade, denominada Pequena África, trazendo à tona diversos aspectos da história e cultura negra, mantendo tradições desenvolvidas por seus ancestrais. Essa região, além de representar a memória, o resgate das origens, a identidade e a valorização da cultura afro-brasileira ela, atualmente, está revitalizada após grande investimento. Como parcerias permanentes, a Associação Cultural e Recreativa Filhos de Gandhi possui as seguintes instituições: · CEPIR - Coordenadoria Executiva de Promoção da Igualdade Racial da Prefeitura do Rio de Janeiro · COMDEDINE - Conselho Municipal de Defesa dos Direitos do Negro · CEDINE - Conselho Estadual dos Direitos do Negro · MUHCAB - Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira Com essas informações, consideramos que no projeto se enquadra nos seguintes incisos do artigo 1º da Lei Rouanet: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto pretende, ainda, alcançar os seguintes objetivos de acordo com o artigo 3º da lei 8.313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
Para a realização do Gandhi nas Escolas, um dos maiores blocos de afoxé do Rio de Janeiro, o Filhos de Gandhi, localizado na região portuária, irá apresentar a cultura rica da África através da diáspora, com 3 oficinas: História da África, Danças Africanas e Instrumentos de Percussão, com 2 mestres para cada modalidade, divididos em 08 (oito) escolas municipais da região da Pequena África, pertencentes à 1a.CRE do Rio de Janeiro, nos bairros da Saúde, Gamboa e Santo Cristo. Distribuídos ao longo dos 4 meses que compõem a realização do projeto, será oferecido em cada unidade escolar, uma aula de 2h de cada modalidade de oficina semanalmente, totalizando 36 encontros em 72 horas trabalhadas dentro do horário escolar, além de uma apresentação dos alunos como conclusão das ações na escola, aberta aos estudantes, pais e convidados. Cada encontro receberá 25 estudantes, podendo aumentar dependendo da demanda. Com isso, serão pelo menos 75 participantes em cada unidade escolar, o que totaliza 600 crianças e jovens diretamente impactados. Além disso, em cada escola, ao final das oficinas, será realizado um encontro com apresentação dos instrutores e alunos, convidando toda escola e familiares com distribuição de lanches. Em todas essas ações alcançaremos, pelo menos, 2.000 participantes. A oficina de História da África vai elucidar sobre a história dos afoxés no Brasil, dos blocos afros, do povo negro e dos instrumentos que vieram da África. As aulas de Danças Africanas incluem diversos ritmos africanos e canto. Para Instrumentos de Percussão, serão experienciados tambores africanos, timbaus, djembes, congas e diversos outros, além de noções de confecção de instrumentos. A proposta não possui nenhuma conotação religiosa, as apresentações dos temas seja história, dança ou música, serão direcionados dentro do contexto histórico-cultural da diáspora. Por representar a resistência, a tradição e a cultura dos antepassados vindos da África no estado, este projeto contribui com o combate ao racismo de cor e religioso, na unificação das nações e no fortalecimento cultural do Rio de Janeiro, grande celeiro afro-cultural mundial, o tornando necessário, merecendo ser valorizado e fomentado.
1 - Locais de Realização: 08 unidades escolares municipais a serem definas, pertencentes a 1a.CRE do Rio de Janeiro, nos bairros da Saúde, Gamboa, Santo Cristo e adjacências. CRITÉRIOS PARA A SELEÇÃO DOS PARTICIPANTES: Estar matriculado nas 08 escolas municipais beneficiadas. 2 - Nº de Turmas: 08 turmas de cada tema, totalizando 24 turmas. 3 - Nº de Participantes por Turma: Até 30 alunos por turma. 4 - Periodicidade: 1 x por semana, ao longo de 4 meses de encontros. 5 - Instrumentos de Avaliação das Atividades: · Lista de Presença · Fotografias dos encontros · Questionários de troca de experiências · Encontro com outros grupos de percussão · Apresentações junto a toda unidade escolar
No intuito de atender o art 27 da da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024: · Acessibilidade Física e PNE: O projeto será realizado exclusivamente em escolas municipais, que já atendem as necessidades especiais e de mobilidade reduzida de seus alunos, possibilitando assim o pleno exercício de seus direitos culturais. Além disso, serão reservados espaços próximos ao palco, nos eventos de encerramento das aulas, para atender a todos os portadores de necessidades especiais. · Acessibilidade para deficientes auditivos: O projeto contará com a presença de intérprete de libras para atender aos deficientes auditivos (Item ___ da planilha orçamentária).
No intuito de atender plenamente ao inciso II do art 29 da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024; os incisos I, II, IV, V, VI e VIII do art. 28 da IN nº 01/2023; os incisos I, V, IX e X dos art. 23 e 24 da IN SECULT/MTUR nº 1, de 04/02/2022; também ao art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 de julho de 2021 e; o art. 8 da Lei nº 12.761, de 26 de julho de 2021: · Todos os acessos a todas as ações do projeto serão inteiramente gratuitas · Permitiremos a captação de imagens das atividades e autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão. Estratégias de divulgação: Será lançado um vídeo institucional e divulgado nas redes sociais do projeto para ampla divulgação. O projeto possuirá assessoria de imprensa que o irá promover o projeto dentro do Estado do Rio de Janeiro, investindo na divulgação pelas mídias espontâneas de abrangência estadual, tais como jornais, sites, rádios e TVs. Veículos/peças de divulgação do projeto: · 20 peças digitais para as redes sociais (Feed e Storie) do projeto. · 01 vídeo institucional de divulgação · 600 camisas promocionais, diversos tamanhos. · Banners · 10 Faixas de rua Plano de Comunicação: · Menção do patrocinador, através de sua logomarca, em todas as peças gráficas. · Menção ao patrocinador pelo apresentador em todos os 08 eventos de finalização das oficinas. · Publicações exclusivas nas redes sociais (Feed e Storie) do projeto · Menção ao patrocinador em entrevistas, no discurso de abertura e nos vídeos institucionais. · Elaboração de vídeo exclusivo de 1 min para ser exibido na abertura do evento e disponibilizado em redes sociais. · Totem de sinalização exclusivo em todos os 08 eventos de finalização das oficinas. · Sessão de espaço em todos os 08 eventos de finalização das oficinas para ações promocionais e/ou distribuição de brindes, por conta do patrocinador.
Célio dos Santos Oliveira – Diretor Geral – PROPONENTE DA PROPOSTA Atual presidente da Associação Cultural Recreativa Filhos de Gandhi, Célio Oliveira é técnico em Contabilidade – Colégio Técnico Excelsior / Administração de Empresas – Faculdade Moraes Júnior Ano de Conclusão/Corretor de Imóveis/Ciências Econômicas Summer Contabilidade Consultoria Adm e Imob EIRELI - Administrativo e Planejamento Detreville Construções Reformas e Acabamentos LTDA ME - Administrativo, Financeira e RH Citrino Comércio Exterior LTDA - Coordenador Administrativo, Controler de Contas e Fluxo de Caixa; Conselheiro Fiscal - Sociais Museu do Samba; Presidente 10/2021 até 10/2024 - Centro Cultural Recreativo Filhos de Gandhi; Financeiro – Ilê Axé Olorun Babá Odé; Financeiro – Associação Etnicas Raízes. Projetos Sociais : Museu do Samba – Conselheiro Fiscal (desde 2021 até hoje); Centro Cultural Recreativo Filhos de Gandhi – Presidente Fiscal (desde 2021 até 2024); Ilê Axé Olorun Babá Odé – Financeiro; Associação Étnicas Raízes – Financeiro (2021 – 2022). Elaine Cristina Rodrigues da Silva – Coordenadora de Produção Formada em produção e sociologia pela UCAM-RJ, como atriz pela CAL-RJ e diversos cursos nas áreas de empreendedorismo, gestão de pessoas, plano de negócios e planejamento financeiro. Como gestora foi uma das responsáveis pela inauguração do Rio Criativo na SECECRJ, realizou a FLITI 2022, inaugurou as exposições Aos Heróis da Liberdade e A Força Feminina do Samba no Museu do Samba, o espetáculo Manifesto Elekô, ganhador de diversos editais culturais e na Expo Favela Innovation 2023, pela CUFA. Fábio Batista - Mestre Oficineiro em Danças Africanas Graduado em Educação Física na UGF e História na PUC-Rio. Possui formação em dança afro, moderno, contemporâneo, jazz, ballet clássico e danças urbanas. Atuou como 1º Bailarino na Cia Étnica de Dança e Teatro, além de cinema, TV, comerciais, clipes e como coreógrafo de shows na Rússia, Ilhas Maurícius, Chile, Argentina, Qatar, entre outros. Participou de diversos workshops/montagens de espetáculos nos EUA e diversos estados brasileiros. No Carnaval coreografou alas e comissões de frende de diversas escolas, recebendo dois Estandartes de Ouro pela Mangueira (2017 e 2018). Espetáculos: “Pele” (2015 /2016), “Silva” (2017), “Mercedes Baptista” (2106) e Manifesto Elekô 2021-23. É diretor geral da Cia. de Dança CLANM e da Cia EMÚ. Diretor Artístico da Mangueira 2023 e 2024. Citado como coreógrafo promissor no livro A História do Negro no Teatro Brasileiro de Joel Rufino dos Santos. Kaio Ventura – Mestre-oficineiro em Instrumento de Percussão Músico percussionista, capoeirista, dançarino e ogan. Foi diretor artístico do Grupo Kina Mutembua, na Argentina; percussionista do Grupo de Artes Ile Ofé e do Grupo Makala; realizou diversos trabalhos no Afro Reggae; mestre de percussão do I Encontro de Criadores Negros; curso de dança negra contemporânea pelo Coletivo Negra Ação; diretor musical da Escola Carioca de Danças Negras; composição percussiva biográfica do espetáculo Mercedes; educador social da Federação APAE-RIO e CesgranRio. Erickson Dos Anjos Amaral – Mestre-oficineiro de História da África Erickson Dos Anjos Amaral é Músico, Historiador pela UFF e Mestre em Relação Étnico Raciais pelo CEFET- RJ. Arte-educador, possui Curso de Contação de Histórias de Inspiração Griô e Literatura Infanto juvenil Negra promovido pelo Grupo Cultura e ArteGriô. É fundador do projeto Tambor de Memórias que promove sessões de contação de histórias bordando o elo arte, memória e educação, que germina das encruzilhadas da poesia com a música, onde, junto ao tambor, abraça a oralidade de ritmo-compasso de melodias existenciais múltiplas acordando memórias ancestrais como práticas afetivas-educacionais cotidianas. Coordenador Pedagógico: Eric Chandoha Profissional com uma sólida formação acadêmica e uma extensa trajetória no campo da música, produção artística e educação. Formado pelo Centro Musical Ian Guest, CIGAM e a Escola Portátil de Música (E.P.M.). Estudou com Mauricio Carrilho, Adamo Prince, Bia Paes Leme e outros. Trabalhou na Fundação da Orquestra de Violão Noel Rosa, fundou e dirigiu a Orquestra de Violão Noel Rosa em Vila Isabel, desenvolveu o projeto PIM, de realização de oficinas de ensino e apresentações em condomínios residenciais na região da Grande Tijuca, no Rio de Janeiro. Criou e implementou a Camerata Andante, orquestra popular com 40 crianças resultado do projeto ELVM SOCIAL na comunidade do Complexo do Andaraí /Rj e o projeto Batuka na Cozinha, onde explorou a história da música popular brasileira e atraves da historiografia da ancestralidade dos ritmos africanos na música Popular Brasileira oferecendo aulas de violão, canto e percussão. Comunicadora: Lídia Moraes Maria Lidia Moraes é Bacharel em jornalismo, pós-graduada em Turismo Cultural, presidente do Instituto Ilê Odara, radialista, cerimonialista, apresentadora dos quadros Ziriguidum na Cozinha e Ziriguidum na Favela na Rádio Roquette 94,1 FM, idealizadora e editora da Revista Ziriguidum Nota 10, distribuída no Rio de Janeiro e em Salvador e do Bloco Ziriguidum, sendo ambos, produtos culturais do Instituto Ilê Odora. Autora (em parceria) da Cartilha PEQUENA ÁFRICA, conselheira do COMDEDINE-RIO – Conselho Municipal de Defesa dos Direitos do Negro, membro da diretoria da AAJOB – Associação dos Amigos do José Bonifácio (MUHCAB). Iyalorixá organizadora da Lavagem do Cais do Valongo desde a primeira edição em 2012. Diretora institucional da A.R.E.S. Vizinha Faladeira (membro do Comitê Gestor do Cais do Valongo). Ativista e Militante do Movimento Negro do Rio de Janeiro, engajada na luta pela reparação histórica do povo negro. Produtora e realizadora de projetos de inclusão de povos originários, quilombolas e povos de terreiros. Engajada na luta pelo empoderamento e igualdade da mulher negra, desenvolve projetos sociais e de formação de renda para população negra de baixa renda, inclusive para comunidade LGBTQIAPN+ preta de baixa renda e em situações de risco e/ou vulnerabilidade. Social Media: Davi Lourenço Publicitário que há mais de 10 anos atua na área de Marketing. Me especializei em marketing digital e design de performance através de um MBA e outros cursos da área - Facebook Ads e Google Adwords, Inbound Marketing e Photoshop. Desenvolvi vasta experiência na área de Social Media, participando em processos de gestão, identidade visual, curadoria, linha editorial baseada em funil de conversão, métricas e social ads. No design já trabalhei na criação da identidade visual de alguns micro empreendedores, no layout de embalagens, peças gráficas (folders, banners, encartes) e diversos trabalhos para formatos digitais - redes sociais, Google Display, websites, aplicativos e ecommerce. Durante a minha carreira já atuei empresa de diversos segmentos - ONG's, educação, saúde, turismo, varejo - o que contribuiu para a construção de trajetória profissional plural e sempre aberta a novos desafios. Assessor de Imprensa: Evandro Conceição Evandro Luiz da Conceição é jornalista, pesquisador, professor, escritor e roteirista. Mestre em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Atualmente é produtor de conteúdo na TV Globo. Foi assessor de imprensa da Imperatriz Leopoldinense, escola de samba tradicional carioca, por sete por sete carnavais. Cria das oficinas de formação de novos autores na Flup, já teve contos publicados em diversas coletâneas. Participou de duas edições do Laboratório de Narrativas Negras para o Audiovisual (em 2017 e 2018) e integrou a primeira turma de formação para roteiristas negros ministrada pela TV Globo. Em 2022, ano do centenário da morte do escritor Lima Barreto, assinou o roteiro do podcast "Lima Barreto: o negro é a cor mais cortante", do Instituto Moreira Salles e Rádio Batuta
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.