Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O Sextante Sexteto, vencedor do Prêmio Rádio MEC 100 anos, propõe a gravação de um álbum de 09 faixas e uma programação de circulação de 05 apresentações artísticas gratuitas realizadas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraty (RJ), uma delas com gravação de vídeo ao vivo. Seu repertório, através de composições que trazem ritmos nacionais como samba, ijexá, ciranda de Paraty e outros gêneros, inclui músicas e canções em sua maioria instrumentais, ou com a participação da cantora Manu Cavalaro, dando destaque a essência e cultura brasileira. Espelho da pegada musical brasileira no mundo e impregnado de vivencias naturais de Paraty, com a contribuição dos músicos mais experientes da cidade, esse álbum compõe uma viagem musical única. O rebuscado cenário de palco da Pati Faedo, a exposição das telas do paratiense Rhandal Oliveira e a sólida equipe de mídia encarregada da divulgação na imprensa e nas redes completam o projeto, que está programado para acontecer em 2025.
1º PRODUTO: REALIZAÇÃO DO ÁLBUM SEXTANTE SEXTETO O SEXTANTE SEXTETO prevê a criação de um álbum com 9 faixas inéditas. Inovação, originalidade e alegria. Além de características que representam o povo brasileiro e sua cultura, esses itens são parte essencial da criação artística da banda Sextante. As representações da cultura brasileira são uma parte chave nas músicas e canções da banda, que pretende gravar 9 fonogramas que vão compor o álbum. Uma dessas faixas, a música “ARTEMIS” foi vencedora no PRÊMIO RÁDIO MEC 100 ANOS como melhor música e melhor interprete (Sextante sexteto). O SEXTANTE é marcado pela ausência de fronteira e não se contém em apenas um gênero musical. O trabalho autoral, marcado por influencias pessoais diversas como Pink Floyd, Weather Report, Milton Nascimento ou Serge Gainsbourg, passeia pelo jazz, fusion, rock, além de ritmos bem brasileiros como baião, bossa nova e até a ciranda de Paraty. - Divulgação do álbum: O projeto investe enfim em uma experiente equipe que, desde a realização das artes até o contato mídia, visa tirar o maior proveito do trabalho e sua difusão nas plataformas, com uma campanha de lançamentos de quatro das faixas do álbum, com um lançamento a cada 75 dias. 2º PRODUTO: CIRCULAÇÃO DE SHOWS E DIVULGAÇÃO Neste projeto inclui a realização de cinco apresentações: duas na cidade de São Paulo, duas no Rio de Janeiro e uma na Casa da Cultura de Paraty (RJ), equipamento de ótima qualidade e conhecido da banda, com o objetivo de ampliar o publico do grupo. Essas apresentações se realizarão em espaços de qualidade sem cobrança de entrada, cada uma em um espaço diferente, e cujo agendamento será marcada apos a eventual aprovação deste projeto; entre os espaços possíveis em São Paulo constam o Teatro Décio de Almeida Prado (Itaim), . Teatro Paulo Eiró (Santo Amaro), o Centro Cultural São Paulo (Vergueiro), o Teatro Cacilda Becker (Lapa), entre outros; no Rio de Janeiro, o teatro Aramando Gonzaga onde já realizamos apresentação, o Teatro Dulcina (Centro) e Teatro Café Pequeno (Leblon), entre outros. O show SEXTANTE apresenta músicas autorais e releituras, temas de simples apreciação e muita sensibilidade que passeiam por diversos ritmos, estilos e memórias. Explorando essa diversidade de experiências e estilos musicais, o show apresenta também uma faceta plástica através do cenário assinado por Pati Faedo e as telas do paratiense Rhandal Oliveira. Também realizaremos uma a gravação vídeo em uma das apresentações, o que permitirá sua divulgação nas redes, a critério do patrocinador. - Divulgação dos shows: Tal como para a divulgação do álbum, a equipe trabalhará da mesma maneira na divulgação dos shows. O projeto investe enfim em uma experiente equipe que, desde a realização das artes até o contato mídia, visa tirar o maior proveito do trabalho, oferecendo um registro duradouro com realização de um vídeo com mixagem sonora, com uso e divulgação. 3º PRODUTO: BATE-PAPO COM A PLATÉIA Está previsto no projeto encontros do grupo com a plateia, em horário a combinar com os organizadores dos locais de realização e patrocinadores (antes, depois do show ou em outro momento), em que a banda trará, de forma expositiva ao público, o processo criativo de composição e execução, suas formações e preparação, experiências pessoais como artistas, influências e visões da cultura no mundo contemporâneo. 4º PRODUTO: VIDEO DA APRESENTAÇÃO AO VIVO Os vídeos realizados aovivo serão editados, mixados e masterizados, constituindo um produto acabado de ótima qualidade, para exploração nas redes sociais. Eles serão disponibilizados de forma gratuita com as devidas menções de apoio. - Divulgação do vídeo nas redes: A assessoria de imprensa, de identidade visual e gestão das redes sociais permitirão alavancar a divulgação dos espetáculos, assim como dos vídeos junto as redes. A equipe de mídia contratada permitirá uma ampla divulgação e acesso remoto e permanente do espetáculo. As obras são de autoria da equipe e já possuem a devida autorização. SINOPSE DO ALBUM O show propriamente dito irrompe com a energia no rock fusion “Saída Francesa”, que remete as andanças do autor pelo mundo; em seguida o samba caribenho “Ai Nã”, na confluência do Jazz, Latino e Rock melódico. O tema “Artemis”, inspirado na Deusa da lua, figura num ritmo de ciranda de Paraty as vertigens de um pescador em uma improvável viagem em volta do astro, girando em crescente alegria. A aterrissagem intervém num acorde apoteótico seguido do tranquilo tema bossa “Paris Ímpares”, evocação de uma Paris sonhada, reminiscência de vivencia passada do autor. Em contraste, o samba “Boca 0 9”, parceria de Rhandal Oliveira com Luiz Brasil, embala com sua energia contagiante, harmonias surpreendentes e improvisos inspirados. O show desacelera com o clássico soul “Walk On By” numa original levada afro-brasileira ijexá e 6/8, seguido de uma meditativa balada de sax e piano com acordes intrincados, em homenagem ao falecido mestre e amigo M. Capovilla, “Aqui, Matias”. O show retoma o rumo alegre com três músicas instrumentais “Meus olhos em seu olhar” “Matemágica” “Vendo meu auto-retrato” e muito improvisos, fechando essa sonora e subjetiva volta ao mundo.
Objetivos Gerais · Permitir a divulgação de obras originais, criadas a partir do território da cidade de Paraty, Rio de Janeiro; O autor, naturalizado brasileiro há 20 anos, representa uma ponte com outros continentes; a diversidade dos integrantes do grupo e sua vivência pelo país afora permite atender o público global e projetar essa obra; · Criação e difusão de repertório; · Realizar através da construção artística musical conexão entre diferentes linguagens artísticas e culturais através dos fonogramas; · Atender e contribuir para acesso à cultura brasileira para público global; · Estimular e incentivar criações originais que representem a cultura local brasileira; · Contribuir e sensibilizar o público quanto à apreciação da música instrumental; · Incentivar e promover a exposição das práticas culturais e legado criado no território da cidade de Paraty; · Atender e contribuir para acesso à cultura brasileira para público global _ alguns integrantes de origem estrangeiras no grupo representam uma ponte com outras culturas, ao passo que todos os integrantes do grupo, com sua diversidade interna de experiências, origens e vivência pelo país afora, conseguem compreender, atender o público global e projetar sua obra; Objetivos Especificos · Realizar um registro fonográfico de qualidade de uma obra original premiada, através da gravação do álbum do Sextante Sexteto; · Realizar circulação e itinerância musical através de apresentações artísticas com olhar especial para acessibilidade de pessoas com deficiência; · Permitir a divulgação da obra em presencial, escolhendo as duas metrópoles relevantes São Paulo e Rio com duas apresentações cada cidade, acompanhadas de suas campanhas de divulgação na mídia, assim como uma apresentação na cidade de origem, Paraty; · Aprofundar o contato com o público através das atividades expositivas sobre o processo artístico de criação e influência em suas composições · Produzir um registro vídeo do show, suporte privilegiado para exploração e difusão da obra nas redes sociais; · Oferecer para o mundo via as plataformas virtuais esse registro. As ações de divulgação via as redes sociais já desenvolvidas de alguns integrantes (@jeromecsax, @franco.lorenzon) e a gestão das redes permitirão alavancar essa difusão. O público estimado a ser alcançado pelo projeto através das apresentações artísticas é de cerca de 1000 mil pessoas presenciais e 100.000 pessoas online, e prevê a geração de impacto econômico e fomento da economia criativa através da contratação de profissionais no setor de criação artística, produção musical, produção cultural, profissionais do audiovisual, profissionais responsáveis pela construção cenográfica e demais agentes culturais que serão contratados para a realização do projeto.
A música instrumental brasileira tem cativado um público global atento às novidades nacionais e fascinado pela sua capacidade de contar histórias, representar culturas e possibilitar a produção de novos movimentos artísticos. O SEXTANTE Sexteto é um exemplo que retrata de forma madura, expressiva e universal, a representação de uma cultura genuinamente brasileira. Por meio de releituras sutis de ritmos nacionais como samba, ijexá, ciranda de Paraty e outros gêneros, a banda transmite em suas apresentações e criações artísticas arranjos e melodias que apresentam a cultura nacional ao mundo. O projeto SEXTANTE se caracteriza também por ser o tipo de representação artística que, por sua mistura, permite e conduz os ouvintes e apreciadores de música instrumental a vivenciar e prestigiar criações culturais brasileiras que influenciam a arte mundial, mostrando e enfatizando o poder das expressões artísticas nacionais. Todavia, não somente o mercado cultural não tem dado conta de atender toda a demanda por propostas criativas originais, como também a retomada de realização de editais públicos e privados pelo país tem sido altamente insuficiente para a responder a diversidade dessa demanda. Assim, a viabilização através de patrocinadores e mecanismos como a Lei Federal de Incentivo à Cultura se tornaram essenciais para que projetos tão importantes que representam a identidade nacional aconteçam e sejam incentivadas, apoiadas e ampliadas. Ao dar mais visibilidade aos trabalhos originais oriundos de Paraty, essa nova produção contribuirá em inserir esse território no mapa cultural regional e nacional, dá-lo mais visibilidade e chamar interesse para a região da Costa Verde enquanto polo cultural criativo. Por outro lado, este projeto prevê um equilíbrio entre divulgação do projeto em duas capitais e uma apresentação no território de Paraty, centro e periferia, para intensificar o seu impacto local. Ainda, dado que o mercado tem privilegiado músicas cantadas e pouco diversificadas, faz-se necessário apoiar a música instrumental e oferecer a ela mais oportunidades de circulação. A riqueza e as infinitas possibilidades de se criar, contar e vivenciar histórias através dos instrumentos, enfatiza também a importância de ampliar ainda mais o acesso e difusão da música instrumental que tanto fala, mesmo sem dizer sequer uma palavra. Enfim, a originalidade da experiência integrada entre Música e Artes Plásticas pela cenografia responde ao apelo visual ao qual as gerações atuais são cada vez mais sensíveis, e ajuda a entender como as diferentes artes são uma respiração só, tal como o conhecimento. Deste modo cresce um aspecto eminentemente educativo, que propicia o contato com expressões artísticas e culturais, desenvolvendo novos olhares com impacto relevante e necessário em prol da diversidade e da criatividade. Para concretizar este aspecto, a equipe de divulgação encabeçada pela escritora e jornalista Jéssica Balbino assegura este impacto em prol da inclusão de pessoas em situação de vulnerabilidade. Enfim, vale salientar que a experiência do proponente em editais já aprovados e a qualidade da equipe técnica garantem um bom decorrer do projeto. As atividades do projeto que preveem gravação de álbum, circulação de shows e atividades expositivas sobre o processo artístico de criação e influência em suas composições são ações importantíssimas que estão de acordo com objetivos regionais, nacionais e globais para a manutenção de um mundo cada vez mais rico, diverso e sustentável.
PÚBLICO-ÁLVO DO PROJETO O público estimado a ser alcançado pelo projeto através das apresentações artísticas é de cerca de 1.000 mil pessoas em presencial e 100.000 pessoas online (entre espetadores do vídeo e ouvintes do album) e prevê a geração de impacto econômico e fomento da economia criativa através da contratação de profissionais no setor de criação artística, produção musical, produção cultural, profissionais do audiovisual, profissionais responsáveis pela construção cenográfica e demais agentes culturais que serão contratados para a realização do projeto. O SEXTANTE SEXTETO atinge um público amplo, tanto viajantes da cultura sensíveis a expressões culturais de qualidade quanto o público leigo em termo de música instrumental. Esse espetáculo envolvente desperta o interesse imediato de qualquer ouvinte do Brasil ou público de fora, sempre atento às novidades da música popular brasileira instrumental, como já foi reconhecido nacionalmente através do Prêmio Radio MEC 100 Anos em 2023. Enquanto trabalho autoral, Sextante também testemunha do dinamismo cultural de Paraty, símbolo de identidade cultural e histórica (já evidenciados pelo título de Patrimônio Mundial da UNESCO por sua cultura), só esperando uma ocasião favorável para se projetar em maior escala. Enquanto a diversidade rítmica e a beleza das melodias trazem um diálogo constante, resultado da trajetória internacional única do autor, a diversidade interna da banda, em termo de origem geográfica e social, expressa uma riqueza representativa de todas as influencias de nossa cultura contemporânea. Os encontros oferecidos em atividades paralelas aos shows compartilharão esta riqueza. O projeto atende primeiro, portanto, um público sensível a expressões culturais de qualidade, com interesse em música instrumental e sua possível junção com outras linguagens artísticas. Isto inclui setores influentes da mídia que estão presentes nas capitais e atentas as apresentações novas. O aspecto acessível da apresentação também atinge um público popular de todas as idades, sem particular conhecimento artístico, porém com sensibilidade: alunos, trabalhadores, aposentados, etc. Acessibilidade (incluindo pessoas portadoras de deficiência), divulgação e deslocamento físico do show até diversas áreas do país permitem ampliar esse público e alcançar todas as camadas culturais, sociais e regionais. Enfim, o vídeo e sua divulgação permitirão atingir um público global, sempre atento às novidades da música popular brasileira.
- ÁLBUM: realização de álbum em formato virtual: fonogramas, arte virtual. Composto de 9 faixas, tem uma duração estimada de 56 minutos. - SHOWS: duração aproximada de 1 hora e 10 minutos. Dimensões mínimas Altura: 3m Largura: 6m Profundidade: 4m Dimensões ideais: Altura: 5m Largura: 10m Profundidade: 6m Adereços cenógraficos: 3 quadros (telas) com pedestais, uma rede de pesca, opcional: canoa quebrada (dimensões 100x40x30cm), velas. Riders mínimos: - 5 vias de retorno - 6 pedestais de microfone altos + 1 pedestais de microfone baixos para amplis+ pedestais para microfones de percussão e bateria - 1 amplificador de baixo de 100W RMS. Preferência por Hartke, Ampeg ou GK. - 1 amplificador de guitarra - 8 microfones SM57 (12 se nao ligar o instrumentos em linha) + 5 microfones SM58 01 console de mixagem com, ao menos 18 canais, 4 auxiliares e equalizadores semi paramétricos. Preferência por Mackie e Yamaha. - 1 bateria - VÍDEO: correspondente a duração do show, de 1 hora e 10 minutos, podendo sofrer alguns cortes. A captação do áudio, realizada em canais separadas no dia do show, permite a mixagem e masterização do áudio. O vídeo captado por três câmeras passa por uma edição vídeo. Do vídeo integral serão extraídos um número ainda para ser definido de trechos (longos e curtos) para divulgação nas redes sociais.
ACESSIBILIDADE FÍSICA Os shows contarão com as medidas de acessibilidade arquitetônica já disponíveis nos locais. Essas medidas contemplarão não somente pessoas com deficiência, mas também pessoas com necessidades específicas: pessoas idosas, mulheres grávidas, obesas, pessoas temporariamente incapacitadas (como por exemplo pessoas que usem muleta), etc. A consultora Mirian Rebeca (vide “ficha técnica”) assegurará a formação e preparação da equipe no aspecto da acessibilidade. Em relação ao público portador de deficiência intelectual, a preparação começará pela acessibilidade atitudinal: a fim de sensibilizar toda a equipe junto à temática da inclusão, acessibilidade, capacitismo e conscientizar quanto a esse universo novo e único, um profissional com vivências dentro desse universo, fará um encontro com todos os participantes e uma capacitação sobre quais posturas adotar diante de pessoas com essas especificidades. Esse encontro de formação tem duração de 3 horas. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO A especialista Mirian Rebeca também acompanhará as seguintes ações: - Audiodescrição: uma pessoa, a critério da equipe, será capacitada com uma formação de 2 horas para, no início de cada apresentação, áudio-descrever o local com suas saídas de emergência, suas dimensões e demais informações. Serão áudio-descritos também os componentes do grupo musical, com suas vestimentas, o palco, os instrumentos e toda informação necessária para a compreensão do contexto do espetáculo por pessoas com deficiência visual. A audiodescrição será feita para todas as pessoas presentes, através de microfone. Desta forma, além do recurso acessibilizar, o evento trará também uma maior conscientização ao público e pessoas envolvidas sobre a existência da tecnologia assistiva audiodescrição e quanto à necessidade de inclusão e acessibilidade. Será feita anteriormente uma pesquisa sobre os locais determinados para os espetáculos a fim de obter maiores detalhes sobre as informações imagéticas do ambiente áudio-descrito. - Acessibilidade Comunicacional: toda mídia digital e registros digitais sobre o projeto executado serão áudio-descritos (em caso de informações imagéticas) e/ou áudio-descritos e legendados com legenda para surdos e ensurdecidos (em caso de audiovisual). Se tratando do aspecto de inclusão de minorias, a equipe foi cuidadosamente selecionada com base em critérios de representatividade (além do de competência): as 16 pessoas que compõe a equipe (entre eles 9 da equipe técnica) incluam 5 pessoas afrodescendentes, 7 mulheres e 3 pessoas pertencente ao grupo LGBT. Em relação ao espetáculo, como tem comprovado o Prêmio Rádio MEC 100 anos, o projeto atende um público diverso, sensível ao encontro de culturas e artistas realizado em nosso território, e atrai pessoas curiosas em relação a singular miscigenação entre Paraty, símbolo de identidade cultural e histórica, Brasil e mundo contemporâneo. Essa acessibilidade permite atinge um público popular de todas as idades, sem particular preparação artística, mas com sensibilidade e capacidade de apreciação: alunos, trabalhadores, aposentados, etc.
A escolha do local de apresentação dentro do território de Paraty e a gratuidade das apresentações seguem a exigência de chegar até o maior público possível, em local de frequentação importante e diversidade social, que junto com a estratégia de comunicação focada em população com vulnerabilidade social idealizada por Jéssica Balbino, assegura um forte impacto local. Com o deslocamento do show até a capital, o projeto atinge um público mais amplo, viajantes da cultura sensíveis a expressões culturais de qualidade e interessados em diversas linguagens artísticas e sua possível junção. Através do vídeo de contrapartida, o projeto potencializa e divulga nas redes um trabalho autoral que é testemunha do dinamismo cultural de Paraty, símbolo de identidade cultural e histórica (já evidenciados pelo titulo de Patrimônio Mundial da UNESCO por sua cultura). Neste movimento de difusão e democratização o projeto aproveitará da experiência do cineasta Thed Oliveira (que já colaborou com o proponente para os editais Cultura Presente nas Rede e Retomada Cultural 2) e da experiência dos integrantes nas redes social para tirar o maior proveito de um trabalho produzido com o melhor padrão de qualidade, alavancando a divulgação dos espetáculos, assim como dos vídeos, que serão disponibilizado de forma gratuita com as devidas menções de apoio. Desta forma será garantida uma difusão ainda mais universal e democrática do espetáculo. Neste movimento de difusão e democratização, o projeto se aproveitará da experiência e do alcance dos integrantes nas redes social e da qualidade da equipe de divulgação para tirar o maior proveito dos registros. As obras são de autoria da equipe e já possuem a devida autorização. Enfim, as composições do Grupo Sextante, pela diversidade rítmica e beleza das melodias, respiram diversidade e criatividade e bebem nas raízes da cultura do povo brasileiro. As várias influencias artísticas ali expostas permitem esse diálogo constante e convidam a um novo olhar de desenvolvimento humano sustentável baseado na cultura. Esse movimento estético e educativo ajuda a desenvolver novos olhares, em direção a um desenvolvimento humano sustentável baseado na cultura, tanto tradicional quanto inserida no mercado contemporâneo.
Neste projeto, Jerôme Charlemagne realizará as funções de saxofonista (gravação de álbum e execução dos shows), diretor da banda, diretor musical do álbum e diretor executivo da turnê. É também responsável pela redação deste projeto. CURRICULO RESUMIDO DOS PRINCIPAIS INTEGRANTES Jérôme Charlemagne - Saxofones, arranjos e direção musical Residente no Brasil depois de França e Portugal (Tuna Academica de Coimbra, cantor JP Simões) Jerome estudou com a Naylor “Proveta”, L.M Wisnik e L.Leite e acompanhou Bocato, Karina Buhr e o quinteto Le Petit Comité de André Juarez, com 3 albuns e uma turnê na Europa. Residiu na China: projeto Terra Ignota (Exposição Universal), Micki Murphy (EUA) Anne Evenou (França), e Filó Machado (Brasil). Em 2011, mudou para Paraty onde auxilia o cantor Luis Perequê (turnês e 1 album), gravou e dirigiu o projeto “Suíte de Paraty“ de Rhandal Oliveira, foi professor de musica na Casa da Cultura (2015 – 2021), fundou a Orquestra Popular em Paraty com o trombonista Matias Capovilla (Chorando Sem Parar de São Carlos, Bourbon Jazz , Sesc). Em 2022, Jerome realizou os editais Cultura Presente nas Redes e Retomada Cultural2 da Secec Rio; em 2023 foi contemplado no Prêmio Funarj Musica ao Vivo com seu grupo Sextante, vencedor do Prêmio radio Mec 100 anos (Melhor Composição + Melhor Interprete). Rhandal Oliveira – violão e direção artística Formado em Tatuí, Rhandal Oliveira estudou baixo e arranjos com o prof. Kollreuter. Em São Paulo, Rhandal causando impressão como solista e pela sua sensibilidade, foi chamado para acompanhar grandes nomes da MPB: Elizeth Cardoso, Miúcha, Zezé Motta, Antonio Carlos e Jocafi, Tetê Espindola, Raul de Souza, Renato Teixeira, Paulo Moura, Adylson Godoy. Foi também produtor ou participante de vários álbuns. Paralelamente, compôs musicas para diversos artistas e tem 3 álbuns autorais: Circle of Life (Londres), O Mesmo Trem e Suíte de Paraty. Teve trabalhos de destaques na TV (rede Globo: novela Labirinto, especial com Miúcha (TV Cultura), Viola Minha Viola, Faustão, etc.). Recebeu vários prêmios como de Melhor Banda Instrumental na TV Cultura (1983). Em 2009 e 2010, apresentou-se no Bourbon Jazz Festival (Paraty). Trabalha com o cantor e poeta Luis Perequê e a Orquestra Popular de Paraty, e gravou seu álbum autoral Suite de Paraty, com qual realizou o edital Retomada Cultural 2 em 2022. Rogel Junior - Teclado Formado em piano e regência (Tatuí), música instrumental (Centro Paula Souza) e Licenciado em música (UNIMES), transita pelas linguagens erudita e popular, como instrumentista, regente e arranjador. Franco Lorenzon – Baixo Formado em contrabaixo em Tatuí e violonista autodidata, já dividiu palco com Arrigo Barnabé e Karin Fernandes e acompanhou nomes como Toninho Horta, Itiberê Zwarg, Marco Bosco, entre outros. Henrique Rossetto - Bateria Formado em Bateria MPB/Jazz pelo Conservatório Dramático Musical Dr. Carlos de Campos, Tatuí – SP, participou de projetos como El Proyecto, Dani Domingos Especial Elis Regina, Pai Roger Lima ( disco Aro de Alagbê), Samba do Tio "P" ( Paulo Almeida), e Rhandal Sexteto. . Jonathan Andreolli – Percussão Uruguaio baterista, percussionista e arranjador, estudou bateria em Montevidéu (Uruguai) com o professor Osvaldo Fattoruso e foi monitor de percussão e instrumentos afro-americanos em escolas e oficinas de Candombe. Pierre Cordelier - Engenheiro De Áudio Engenheiro de áudio com 22 anos de atuação em grandes eventos, formou-se em Engenharia de Sistemas de Imagens e Som pela Universidade de Valenciennes (França). Manu Cavalaro - Voz Manu Cavalaro, formou-se em Tatuí- SP em piano e canto MPB/Jazz e atuou com nomes importantes como Paulo Braga, Filó Machado, Itiberê Zwarg, Socorro Lira e Renato Braz. Participou de inúmeros álbuns, e em 2016 lançou seu 2o disco com trabalho autoral, Cantora Não, com participação especial de Itiberê Zwarg, e recebeu menção honrosa de Ed. Félix no site Embrulhador. Em 2021 lançou o álbum Canções para Iluminar o Mundo. Atualmente atua como cantora e é criadora de conteúdo digital sobre canto, com mais 400 mil inscritos em suas redes sociais e centenas de alunos no mundo inteiro que já se inscreveram em seus cursos de canto online. Jessica Balbino – Assessora de Imprensa Jornalista, mestre em comunicação pela Unicamp, acumula trabalhos em diferentes plataformas e inspira toda nova geração de escritoras e jornalistas brasileiras e latino-americanas, especialmente concernando às mulheres, sobretudo periféricas, negras, indígenas e corpos dissidentes. É colunista do Estado de Minas e produtora de conteúdo para a Trip/TPM. Foi jurada do Prêmio Jabuti e do Prêmio Arte como Respiro do Itaú Cultural, e foi incluída no curso de Literatura Latino-Americana da Universidade de Berlim como bibliografia obrigatória. Jéssica Balbino faz curadoria de eventos culturais e literários para organizações como SESC, Itaú Cultural e festivais literários (MIA, Flipoços, FLIMA, FLIC, Ocupa OIA, FLIJ, eventos corporativos). Além disso, realiza mediações em importantes mesas de debate, como na Festa Literária de Paraty. Jéssica Balbino foi uma das 50 autoras do Circuito Sesc Arte da Palavra em 2023, e é tida como uma das principais mediadoras de conversas literárias do país. Brisa de Souza - Produtora Brisa de Souza é paratiense, cursou Ciências Sociais e é formada em Produção Cultural. Escritora, mediadora, produtora, consultora, fotógrafa e curadora, atua no circuito artístico desde 2012. Atua como produtora que, entre assistências, produções de campo e direções/coordenações já realizou “Sesc na FLIP”, “Encontro de Ceramistas de Paraty”, “Palco Giratório” (Sesc), “Festival Gastronômico de Paraty”, “OCUPA OIA SP”, todos por edições seguidas; na área musical, foi responsável pela direção de produção do “DJ Master Brasil” e pelos grupos musicais “Nega Pisô”, “Mundiá Carimbó” e “Trio Borogodó”. Mirian Rebeca - Assessora em acessibilidade Idealizadora do projeto “Imagem na Mente Audiodescrição”, Mirian Rebeca promove desde 2015 inclusão e acessibilidade através das redes sociais com AD de imagens para PcDs Visuais. Fomenta a técnica através de esclarecimentos em diversos eventos, e aplica treinamento a profissionais envolvidos diretamente com essas ferramentas. Criou campanhas sobre acessibilidade na web e capacitismo. Mirian Rebeca criou um formato único e acessível para livros infantis e executa AD em livros, audiovisuais, exposições (Casa da Cultura de Paraty), encontros, conferências, palestras, debates (FLIP), informações imagéticas da web, logomarcas, além de Legendagem LSE. Site: www.imagemnamente.com.br
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.