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O projeto Acordes tem como missão democratizar o acesso à educação musical, oferecendo uma oficina de violão gratuita para jovens e adultos de baixa renda. Com duração de três meses e culminância em uma apresentação pública, o projeto visa promover o desenvolvimento pessoal e cultural dos participantes, além de incentivar a socialização e a autoestima através da música. Ao fim, os alunos realizarão uma apresentação em praça pública, unindo a comunidade em torno da arte e da cultura.
1.Oficina de Violão:O projeto Acordes, oferecerá uma oficina de violão gratuita para 10 jovens e adultos de baixa renda durante três meses. As aulas serão realizadas duas vezes por semana, ensinando desde os fundamentos básicos do violão até técnicas intermediárias, com o objetivo de introduzir os participantes ao universo da música e desenvolver habilidades práticas e teóricas. Além do aprendizado técnico, a oficina será um espaço de socialização, permitindo que os alunos compartilhem suas experiências e cresçam juntos como músicos e indivíduos. 2. Divulgação:A divulgação do projeto será realizada por meio de campanhas em redes sociais, panfletos em locais estratégicos da comunidade, escolas, e centros culturais, além de parcerias com organizações locais. O objetivo é alcançar não apenas potenciais participantes, mas também atrair a comunidade para o evento final. A comunicação do projeto será acessível e inclusiva, destacando o impacto social e cultural da iniciativa e incentivando a participação do público no encerramento. 3. Apresentação Final:Ao final do período de oficinas, os alunos realizarão uma apresentação pública em uma praça da cidade, aberta para toda a comunidade. A apresentação será uma celebração do aprendizado e uma oportunidade de integrar a música ao espaço público, promovendo a democratização da cultura. O evento contará com toda a infraestrutura necessária, como, som, e acomodações acessíveis para pessoas com deficiência, e também será registrado e divulgado nas redes sociais. A performance final não apenas mostrará o talento dos participantes, mas também simbolizará o poder transformador da música na vida de indivíduos e na comunidade.
Objetivo Geral:Fomentar o aprendizado musical como ferramenta de inclusão social, oferecendo uma oficina de violão para jovens e adultos de baixa renda, promovendo o desenvolvimento de habilidades musicais e pessoais, e contribuindo para a integração social dos participantes. Objetivos Específicos:Ensinar técnicas básicas de violão, proporcionando o primeiro contato dos participantes com a educação musical formal.Promover a socialização e o trabalho em grupo, favorecendo o desenvolvimento de habilidades interpessoais e o fortalecimento da autoestima.Realizar uma apresentação musical pública, destacando a importância da música como elemento de integração social e cultural.Conscientizar sobre o poder transformador da cultura, utilizando a música como ferramenta para a inclusão e redução das desigualdades sociais.
A música desempenha um papel central na transformação social. Ao proporcionar o aprendizado de um instrumento, estamos não apenas oferecendo uma nova habilidade, mas também criando um ambiente onde os participantes podem desenvolver disciplina, persistência, confiança e um senso de pertencimento. Para jovens e adultos de baixa renda, o acesso à educação musical é muitas vezes inexistente. Com a falta de oportunidades em áreas vulneráveis, o projeto Acordes surge como uma iniciativa capaz de modificar a realidade desses indivíduos, proporcionando-lhes um espaço seguro para o desenvolvimento artístico e pessoal. A oficina de violão não só oferece uma nova habilidade técnica, mas também um canal de expressão. A música, além de ser um instrumento cultural, atua como uma forma de resgatar a autoestima e a identidade cultural, e pode ser o primeiro passo para transformar o futuro de muitos dos participantes. Ela permite que os alunos sonhem e se conectem com novos horizontes, além de ser uma oportunidade para enxergar novas possibilidades de carreira ou até mesmo caminhos acadêmicos. O impacto social vai além dos participantes diretos. A apresentação final em praça pública simboliza a capacidade de unir a comunidade em torno de uma realização coletiva. Ao oferecer acesso à música gratuitamente, ampliamos o alcance cultural e criamos momentos de lazer e cultura em espaços públicos, fortalecendo o senso de pertencimento e integração comunitária.
TOTAL: 10 ALUNOS 2 TURMAS FAIXA ETÁRIA: À DEFINIR CARGA HORÁRIA POR TURMA: 2 HRs por turma Aulas 1 x por semana
Interpretação em Libras (Língua Brasileira de Sinais): durante a oficina e na apresentação final será contratado monitor intérprete de libras um intérprete de Libras para que pessoas com deficiência auditiva possam acompanhar e participar plenamente das atividades. Material Didático Acessível: desenvolvimento e fornecimento de material didático em formatos acessível, com partituras em braille e vídeos com legendas, garantindo que pessoas com deficiência visual ou auditiva possam participar do aprendizado musical. Acessibilidade Física no Local: o locail escolhido para as aulas e para a apresentação final ja possui acessibilidade física, com rampas de acesso e banheiro adaptado e espaço adequado para cadeirantes.
O projeto Acordes tem como princípio fundamental a democratização do acesso à cultura. Todas as atividades e oportunidades oferecidas pela oficina de violão serão completamente inclusivas e acessíveis a pessoas de diferentes perfis, independentemente de suas condições econômicas, físicas ou intelectuais. A música é uma linguagem universal, capaz de transcender barreiras e unir pessoas de diferentes contextos. No entanto, o acesso à educação musical ainda é restrito para muitos, especialmente para aqueles em situação de vulnerabilidade social e com necessidades especiais. Ciente dessa realidade, o projeto busca promover uma verdadeira cultura de inclusão, garantindo que todos, sem exceção, possam se beneficiar da arte e da cultura. Para ampliar o acesso, o projeto oferece aulas gratuitas, sem cobrança de qualquer valor, e se preocupa em atender pessoas com deficiência, por meio de adaptações de acessibilidade. Haverá intérpretes de Libras para garantir a plena participação de pessoas surdas, além de materiais didáticos acessíveis em braille e em formatos adaptados para pessoas com deficiência visual. Os locais das aulas e da apresentação final serão cuidadosamente escolhidos para assegurar que sejam fisicamente acessíveis a cadeirantes e outras pessoas com mobilidade reduzida. A democratização do acesso também se reflete na escolha dos espaços públicos para a apresentação final. Ao levar a música para praças, estamos quebrando a barreira do elitismo que, por vezes, cerca a cultura, transformando-a em um evento comunitário, aberto e acessível a todos. Dessa forma, não apenas os participantes do projeto, mas também toda a comunidade local poderá usufruir do resultado artístico, reafirmando o papel da cultura como um bem coletivo.
Renan Santos Victória Profissional com mais de 10 anos de experiência em movimento comunitário, social e cultural, tendo presidido a associação de moradores onde reside por duas oportunidades. Fundou e coordena um Pré-Universitário Popular por 7 anos. Atuou e atua na iniciativa privada como assistente administrativo e financeiro por mais de uma década. É organizador da Roda Cultural de Santa Bárbara há 6 anos, iniciativa do movimento Hip Hop. Atualmente também preside o Mix Urbano, empresa sem fins lucrativos dedicada à gestão e execução de projetos culturais e sociais no Rio de Janeiro. Hully Ferreira Loureiro Professora, Bióloga (licenciatura e bacharelado) e mestranda de Sustentabilidade em Recursos Hídricos. Trabalha com elaboração de projetos desde seu primeiro curso na instituição IATEC em 2014, desde lá vem elaborando, incluindo e gerindo projetos na área cultural e ambiental. Consultora de projetos na empresa HFL consultoria onde desenvolve documentos nas leis de cultura Estadual, Federal e Municipal. Coordenadora de Educação Ambiental do Instituto Pro Bono Brasil, participando ativamente na elaboração de projetos de conscientização ambiental junto a públicos diversos e colaboradora em ações que visam experiências transformadoras com foco em iniciativas sustentáveis e socioambientais. Foi presidente do Instituto Maré organização em que liderou projetos de recuperação de áreas ambientalmente degradadas e de assessoria ao desenvolvimento de projetos ligados a importantes questões de sustentabilidade urbana como a gestão de resíduos.
PROJETO ARQUIVADO.