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PRONAC 2413820Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Narizinho Arrebitado - uma ópera de Monteiro Lobato

GLACIMERE BRITTO DE OLIVEIRA PIMENTA
Solicitado
R$ 999,7 mil
Aprovado
R$ 999,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Erudita
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
Taubaté
Início
2025-08-01
Término
2026-08-01
Locais de realização (5)
Guarulhos São PauloPindamonhangaba São PauloSão José dos Campos São PauloTaubaté São PauloTremembé São Paulo

Resumo

Narizinho Arrebitado trata da composição de uma opereta infantil brasileira, cujo libreto o próprio Monteiro Lobato escreveu em 1947, sobre a história de como a boneca Emília aprendeu a falar. O ineditismo do material e da obra fala por si só. O compositor escolhido é o jovem taubateano, mestre em composição Paulo Raposo, e a consultoria do texto é da própria bisneta de Lobato, a escritora Cleo Lobato, que também ministrará palestras para as escolas dos municípios que receberão as apresentações, bem como o biógrafo do autor Prof. Osni Cruz. O projeto contempla também a montagem e produção da ópera com um projeto de aperfeiçoamento para os 23 cantores selecionados mediante audição, a saber: solistas e protagônicos e coro cênico formado pelos solistas secundários. Será observado o critério de eqüidade e diversidade quanto à seleção do elenco, sendo 50% das vagas destinadas a cantores negros, bem como em todas as áreas do projeto, garantida a atuação de profissionais Mulheres, LGBTQIAPN+, PCds e Neurodivergentes. A obra conta com orquestra de Câmara e bailarinos, e as apresentações previstas são: na cidade natal de Monteiro Lobato, Taubaté, bem como nas cidades de Tremembé, Pindamonhangaba, São José dos Campos e Guarulhos, com acessibilidade atitudinal, arquitetônica e comunicacional.

Sinopse

- Projeto Lobato nas Escolas O Projeto Lobato nas Escolas foi idealizado por Cleo Monteiro Lobato, historiadora e bisneta do escritor Monteiro Lobato, com o objetivo de transmitir sua valiosa obra à nova geração e, assim, estimular a leitura e o pensamento crítico através de palestras e conversas com alunos e professores de diferentes idades e interesses.A estrutura das palestras e conversas será desenvolvida com a mediação do corpo docente, visando a comunicação específica e o tema ideal a ser abordado para cada ano letivo.O Projeto Lobato nas Escolas apresenta uma interação dinâmica, com participação dos alunos através de:- Formulação de perguntas, de forma antecipada, pelos participantes;- Divulgação do projeto final de estimulação criativa nas redes sociais de Cleo Monteiro Lobato; - Opereta é um gênero operístico cuja abordagem é mais leve, geralmente tratando de temas cotidianos, é derivado da ópera-bufa, em que o canto e a fala se alternam. As operetas infantis costumam ter melodias alegres e contagiantes, e é com essa abordagem que o compositor irá trabalhar. A duração total será de 90 minutos, onde estarão distribuídos o Prólogo, 1º, 2º e 3º atos. - Cada récita será precedida por uma breve palestra sobre a história e a montagem, a fim de promover o entendimento da obra e sua importância na Educação brasileira. Em Taubaté, Tremembé, Jacareí e Guarulhos haverá récitas gratuitas para os alunos da rede pública de ensino. - Além das apresentações ao vivo da ópera, haverá a gravação da ópera em áudio e vídeo que será disponibilizada gratuitamente em canal aberto na internet. - O programa de sala será digital e impresso, bem como haverá programas impressos em braille para os portadores de deficiência visual. - Sinopse da opereta Narizinho arrebitado: Sinopse da obra * Prólogo Narizinho arrebitado é o libreto de uma opereta infantil do escritor Monteiro Lobato. No prólogo, Narizinho adormece sob uma árvore próximo ao rio, com a boneca Emilia no colo. Peixinho e besouro chegam e acreditam que seu nariz é uma montanha cavernosa, mas ao fim, Peixinho, que é nada menos que o Príncipe Escamado, descobre que é sua amiga humana, Narizinho, a quem ele quer levar para uma visita ao seu reino, o Reino das Águas Claras. 1 ato Ao emergir da gruta, que marca a entrada do reino, Narizinho se depara com o palácio do príncipe, e Emília, mesmo muda não deixe de aprontar das suas. O Principe Escamado convida Narizinho e Emília para o grande baile, e é avisado da ameaça do Escorpião Negro, monstro que tem aterrorizado o reino, mas não se amedronta. Chama o Capitão e em seguida atende seus súditos na sala do trono, incluindo a Perola, o Sapo que foi castigado, e Dr Caramujo, com ajuda das formigas, faz uma cirurgia na barriga do Sapo em plena sala do trono, para retirar as pílulas que ele havia engolido, achando que eram pedrinhas, e o Dr. Caramujo com a pílula falante, faz a boneca Emília, depois de um escândalo, claro, falar pelos cotovelos, contente, mas reclamando do gosto de sapo que a pílula tem! 2 ato Na casa de Dona Aranha, Narizinho conhece os vestidos mais incríveis que são cor de mar, cheios de peixinhos, e Emília ganha também um lindo vestido com estrelinhas, mas as ameaças do Escorpião negro pairam sobre a história, já que ele anunciou que vai sequestrar Narizinho e casar-se com ela. Emília com tantas idéias e falando como nunca, ouve o quê se passa, escondida atrás da porta enquanto o Mordomo conversa com o Príncipe e traça seus planos para mais tarde. Todos se aprontam e seguem para o baile. 3 ato Emília distribui sopapos falantes pra todo lado, mas entra na sala do trono e senta-se ao lado de Narizinho, que está gloriosa no vestido de peixinhos cor de mar, ao lado do Principe Escamado. Os súditos festejam, inclusive dona Baratinha invejosa, e Emília como sempre falante, azucrina a vida do Camarão. Lá pelas tantas, quando as libélulas apresentam sua linda dança, as sardinhas desesperadas chegam avisando que o Escorpião negro se aproxima. Narizinho se refugia em cima do trono, e o Príncipe escamado entra em luta com o monstro, e quando está quase sendo vencido, Emília irrompe com um grande espeto na mão, e fere mortalmente o Escorpião. Todos aclamam a boneca chamando-a de Marquesa do espeto. O Príncipe quer lhe dar o título de Duquesa, mas ela recusa, dizendo que títulos não valem nada, ela prefere sentar-se no trono durante o restante da festa, e ele lhe concede. ((Dona Baratinha invejosa sussurra: “Temos agora a rainha do espeto”. FIM

Objetivos

Objetivo geral: - Compor a música e realizar apresentações da ópereta infantil "Narizinho Arrebitado", libreto escrito por Monteiro Lobato, com prólogo e 3 atos, com 5 cantores líricos, solistas protagônicos, e 18 cantores solistas compondo o Coro cênico, bem como bailarinos e uma Orquestra de Câmara e viola caipira, instrumento característico da Cultura local e regional de Taubaté, levando a literatura e música para as crianças brasileiras. Objetivos específicos: - Editar a partitura para piano e vozes, a "Vocal Score", bem como a grade orquestral "Full Score". - Criar uma página no Instagram, Facebook e Tik Tok, onde estarão as informações sobre o processo de composição da ópera, bem como da produção da montagem para as apresentações. - Observar criteriosamente o princípio de equidade para a seleção de 50% dos cantores negros, e privilegiando Mulheres, LGBTQIAPN+ e neurodivergentes em todas as áreas do projeto. - Realizar a seleção dos solistas mediante audição para os jovens cantores líricos da região do vale do Paraíba. - Oferecer aos 23 cantores selecionados um curso de aperfeiçoamento em formato de Ópera Studio com bolsa de estudos, enfatizando a dicção em português, técnica vocal e interpretação da ópera brasileira, com o total de 30 horas de duração. - Oferecer à população infanto-juvenil e professores da rede pública de ensino das cidades atendidas, palestras especiais sobre a literatura de Monteiro Lobato, em formato online, com a escritora e bisneta do escritor Cleo Lobato, bem como material gráfico especialmente criado para esse fim, sobre a obra: Narizinho arrebitado. - Oferecer á população 6 (seis) apresentações da obra encenada, para um número estimado de 10 mil pessoas. - Realizar apresentações em 04 (quatro) cidades da região valeparaibana e Guarulhos, na grande São Paulo. As cidades do Vale do Paraíba são: Taubaté, Tremembé, Pindamonhangaba e São José dos Campos. - Registrar em áudio e video e disponibilizar no canal do projeto no youtube.

Justificativa

A ópera é um gênero musical que mescla música vocal solista e em grupo, assim como música instrumental, prosa, poesia, dança, arte dramática e as artes plásticas. Uma forma tão complexa, quanto completa, que remonta há séculos, reúne uma imensa gama de qualificações profissionais na cadeia de necessidades de produção e logística para sua realização. Essa cadeia criativa que se alimenta das artes universais, traz consigo a Educação e o modo de vida de um povo, ou seja, sua Cultura. É na Itália do fim do século XVI, quando intelectuais, poetas, músicos e aristocratas, movidos pela redescoberta do teatro praticado na antiga Grécia e procuravam recriar o seu impacto, que um grupo, que se reunia em Florença, chamado de Camerata Florentina, acreditava que a força do teatro grego estava no uso da música para expressar as emoções do drama, mas a música daquela época, caracterizada por várias linhas musicais entrelaçadas (polifonia) era inadequada para enfatizar a poesia e representar os personagens, sendo assim, desenvolveram uma nova linguagem musical (stile recitativo) que permitiria declamar o texto com clareza, expressar as diversas emoções (afetos) e dar voz a todos os personagens. Nascia a ópera, em que a música, a poesia e o drama se combinam e se complementam, produzindo em conjunto um gênero teatral de força, profundidade e beleza únicas. Com a ópera, surgia uma nova era da história da arte ocidental e todas as demais manifestações artísticas e musicais foram influenciadas por ela. A ópera reinou absoluta por mais 300 anos, seduzindo públicos cada vez maiores e entusiasmados, e o advento das gravações com as novas tecnologias, fez com que possam ser transmitidas pra qualquer lugar, para os mais diversos públicos, e isso é ótimo, mas é ainda melhor ir até o teatro onde está sendo encenada para apreciar a completude dessa arte. Na ópera, o drama se desenvolve e se torna vivo através da música! Na ópera, o drama, a poesia e a música são igualmente importantes e indissociáveis, somados a todas as demais possibilidades do universo teatral, como cenografia, coreografia e figurinos. A ópera é a arte total! Para entendermos como ela chegou até nós é preciso saber que assim como todos os principais gêneros artísticos daquele tempo, a ópera em seu nascimento era patrocinada pela nobreza. Os aristocratas inclusive utilizavam os espetáculos operísticos para reforçar sua imagem pública e seu poder político e econômico. Em rivalidade com Florença, onde as primeiras óperas foram encenadas, a corte de Mântua encomendou a seu compositor principal uma nova ópera. Só que seu "mestre de capela" era Claudio Monteverdi, um dos maiores gênios dramático-musicais da história, e a sua versão para o mito de Orfeu estrearia em 1607 (L’Orfeo, favola in musica), tornando-se de fato a primeira obraprima da ópera. L’Orfeo narra a história de amor entre Orfeu, filho de Apolo e músico incomparável, e a bela Eurídice. Através da sua música, o semideus Orfeu consegue encantar todos os seres e objetos. Quando a sua amada Eurídice morre picada por uma serpente no dia do seu casamento, Orfeu desesperado decide ir até o reino dos mortos (Hades) para trazê-la de volta à vida utilizando somente o poder de sua música. Mas por que o mito de Orfeu e Eurídice? Como a ópera nasce influenciada pelo teatro grego, os temas mais utilizados em seu primeiro século de existência são extraídos da mitologia greco-romana. E história de Orfeu é emblemática porque simboliza o poder transformador da música. E não é exatamente isto o que a ópera representa? Daí entendemos a atração que a história de Orfeu e Eurídice sempre exerceu nos mais diversos compositores e poetas, desde o nascimento da ópera até nossos dias, ou seja, a ópera precisa da literatura, do texto, da inspiração histórica e mitológica, da ficção, das biografias, das crenças, tudo isso é combustível para a sua criação, e por isso ela se espalhou pelo mundo e há mais de 300 anos está viva! Sim, compositores e poetas. Como arte total, drama desenvolvido através da música, a ópera necessariamente é constituída por um texto teatral (chamado de libreto), que pode estar pronto antes do músico iniciar a composição ou pode ser elaborado pelo escritor paralelamente à atuação do compositor, e é exatamente aqui que estamos! Monteiro Lobato, nosso maior escritor da literatura infantil, escreveu um libreto da opereta "Narizinho arrebitado". Lobato decidiu escrever um libreto de ópera graças ao feito do Prof. Adroaldo Costa, mestre musicista baiano, que compos, com textos de Lobato, uma ópera infantil, que foi montada e apresentada no Teatro Guarani em Salvador, pelo próprio Adroaldo, com o apoio da Secretaria de Educação do estado da Bahia, que à época era dirigida por nada menos que Anisio Teixeira. Lobato viajou à Bahia para assistir a montagem de Narizinho, em 22 de dezembro de 1947, que contou centenas de integrantes, e o encanto da obra despertou no nosso escritor o desejo de escrever um libreto, e o fez, essa é sua última obra, uma vez faleceu em julho e 1948, pouco antes da publicação da obra pela editora Fan Magazine, conforme vemos nos anexos do presente projeto. Apesar das transformações da ópera que no século XIX foram imensas, e as orquestras e produções a fizeram gigante, aqui vamos nos ater a uma composição com grande número de cantores, 23, mas com uma orquestra de câmara com ênfase na cultura do interior brasileiro e na literatura de Lobato, levando para as nossas crianças, adolescentes e adultos (por que não?) a Cultura ampla e inclusiva. A ópera, que chegou ao Brasil com a colonização portuguesa, o drama em música Le due Gemelle, a primeira ópera brasileira, de autoria do Pe. José Maurício Nunes Garcia, seguido por tantos outros nomes importantíssimos para a nossa expressão artística, continua viva, educando, preservando e fomentando educação e preservação da Cultura. Nossos 91 teatros com fosso existentes no Brasil, em grande parte subutilizados ou simplesmente, inativos, são pontos vivos de Cultura que precisam ofertar arte e Cultura para a população como ordena a Constituição. O Mercado da ópera e da Música de concerto no Brasil reúne hoje profissionais advindos das mais diversas classes sociais e o movimento por equidade tem lutado por promover e elevar nossos artistas da população periférica ao protagonismo de suas vidas profissionais, inspirando nossas crianças, jovens e adultos a buscarem realização e educação nas artes. O histórico de Monteiro Lobato e sua grande obra, e de sua cidade de origem, Taubaté, é inegável e imprescindível, e ela é o retrato de um tempo, por isso mesmo, combatendo o que ele, eventualmente, retrata como racismo na sua obra, não apagando-a, mas usando-a como ferramenta de reflexão e embate, de renascimento e clareza de ideias à luz da justiça social e histórica, é que poderemos colaborar para uma sociedade livre de racismo e preconceitos, bem como incentivando a leitura crítica e construtiva. O presente projeto atende plenamente os seguintes itens do art 1º da Lei 8313/91: I - contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apóia, valoriza e difunde o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preserva os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolve a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; (a partir da divulgação da obra de Lobato) VIII - estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - prioriza o produto cultural originário do País. O projeto atende aos seguintes objetivos do art 3º, no que diz respeito ao fomento à produção cultural e artística, no que tange a: I - produção de vídeo da performance da ópera "Narizinho arrebitado" disponibilizada em plataforma de acesso público e gratuito. II - edição de obras relativas às letras e às artes; III - realização de espetáculos operístico infantil; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

Fazer da derradeira obra de Lobato, uma ópera que promova a eqüidade é promover o pensamento crítico a respeito de uma época e promover justiça social e crescimento educacional na nossa população. Não é necessário cancelar um autor, mas promover o pensamento, o crescimento e a luta por uma sociedade antirracista, discutindo a literatura e sua época. Biografia de Monteiro Lobato Monteiro Lobato (1882-1948) foi um escritor e editor brasileiro. "O Sítio do Pica-pau Amarelo" é sua obra de maior destaque na literatura infantil. Criou a "Editora Monteiro Lobato" e mais tarde a "Companhia Editora Nacional". Foi um dos primeiros autores de literatura infantil de nosso país e de toda América Latina. Ao lado da literatura infantil, Monteiro Lobato também deixou extensa obra voltada para o público adulto. Retratou os vilarejos decadentes e a população do Vale do Paraíba, quando da crise do café. Lobato situa-se entre os autores do Pré-Modernismo, período que precedeu a Semana de Arte Moderna. Lobato foi também jornalista, tradutor e empresário. Fundou a Companhia Petróleo do Brasil, à qual se dedicou por dez anos. Infância Monteiro Lobato nasceu em Taubaté, São Paulo, no dia 18 de abril de 1882. Era filho de José Bento Marcondes Lobato e Olímpia Monteiro Lobato. Alfabetizado pela mãe, logo despertou o gosto pela leitura, lendo todos os livros infantis da biblioteca de seu avô o Visconde de Tremembé. Desde criança, Monteiro Lobato já mostrava seu temperamento inquieto e aos 10 anos escandalizou sua família, tradicionais fazendeiros do Vale do Paraíba e amigos do Imperador Pedro II, quando se recusou a fazer a primeira comunhão. Adolescência Monteiro Lobato fez seus primeiros estudos em sua cidade natal. Em 1896, com 14 anos, foi estudar em São Paulo no Instituto de Ciências e Letras. Em 1898 ficou órfão de pai e logo em seguida, perdeu sua mãe, ficando aos cuidados do avô. Ao nascer, Lobato foi registrado com o nome de José Renato Monteiro Lobato, mas após a morte do pai, em 13 de junho de 1898, queria usar a bengala que pertencera ao pai e tinha as iniciais J.B.M.L. gravadas. Por isso, resolveu mudar de nome para que suas iniciais ficassem iguais as do pai e desde então passou a se chamar José Bento Monteiro Lobato. FormaçãoSob a imposição do avô, em 1900, Lobato ingressou na Faculdade de Direito de São Paulo, embora preferisse estudar Belas Artes. Nesse período, morava em uma república de estudantes localizada no centro de São Paulo, junto com os amigos Godofredo Rangel, Lino Moreira e Raul de Freitas. O grupo se reunia para cuidar da vida literária e escrevia para um jornal publicado em Pindamonhangaba, de propriedade de Benjamin Pinheiros. Usando vários pseudônimos faziam oposição ao prefeito da cidade. Monteiro Lobato manteve uma amizade duradoura com Godofredo Rangel e trocaram correspondência por 40 anos, que mais tarde foram reunidas em um livro chamado “A Barca de Gleyre”. Lobato escrevia também para o jornal da faculdade, quando já mostrava sua preocupação com as causas nacionalistas. Na festa de formatura, em 1904, fez um discurso tão agressivo que vários professores, padres e bispos se retiraram da sala. Nesse mesmo ano voltou para Taubaté. Prestou concurso para a Promotoria Pública, assumindo o cargo na cidade de Areias, no Vale do Paraíba, no ano de 1907. Monteiro Lobato casou-se com Maria Pureza da Natividade em 28 de março de 1908. Com ela teve quatro filhos, Marta (1909), Edgar (1910), Guilherme (1912) e Rute (1916). Em 1911 perdeu seu avô, herdando a fazenda Buquira para onde se mudou pretendendo ser fazendeiro. Começou a escrever o conto “O Boca Torta” que seria o primeiro de uma série que mais tarde foram reunidos sob o nome de "Urupês". Publicações polêmicas e ideias eugenistasNo dia 12 de novembro de 1912 foi publicado no jornal O Estado de São Paulo uma carta que Monteiro Lobato havia enviado à redação, intitulada Velha Praga, que causou grande polêmica, pois criticava a ignorância e a miséria do caboclo que prejudicavam o desenvolvimento da agricultura na região. Em 1917 vendeu a fazenda e foi morar em Caçapava, quando fundou a revista "Paraíba". Nos 12 números publicados, teve como colaboradores Coelho Neto, Olavo Bilac, Cassiano Ricardo entre outras importantes figuras da literatura. Nesse mesmo ano, comprou a Revista do Brasil, de programa nacionalista, tornou-se editor e publicava seus artigos. Transformou a revista em um núcleo de defesa da cultura nacional. No dia 20 de dezembro de 1917, Lobato publicou no jornal O Estado de São Paulo, um artigo intitulado Paranoia ou Mistificação?, quando criticou os quadros de Anita Malfatti, pintora paulista recém-chegada da Europa, o que lhe custou a ruptura com os líderes da Semana de Arte Moderna. Em 1918, Monteiro Lobato publicou sua primeira coletânea de contos, Urupês, quando traçou a paisagem das cidades por onde passou e o perfil do Jeca Tatu um caipira apontado pela pobreza, pelo marasmo e pela indolência, que o tornava incapaz de auxiliar na agricultura. A figura do Jeca Tatu, descrita por Monteiro Lobato, chamou a atenção de Rui Barbosa que o citou em um discurso na campanha presidencial de 1918, como um protótipo do caipira brasileiro, abandonado à miséria pelos poderes públicos. Outro ponto problemático na biografia de Monteiro Lobato foi seu envolvimento com ideias eugenistas, que na época estavam em alta. O eugenismo foi criado pelo francês François Galton no século XIX e se definia, segundo seu criador, como: "o estudo dos agentes sob o controle social que podem melhorar ou empobrecer qualidades raciais das futuras gerações, física ou mentalmente". Ou seja, tais ideias defendiam a "superioridade" das pessoas "brancas", ao passo que desvalorizavam as misturas étnicas e a predominância do povo negro. Monteiro Lobato manteve correspondências com os amigos Godofredo Rangel, Renato Kehl e Arthur Neiva em que tece comentários como: "País de mestiços, onde branco não tem força para organizar um Kux-Klan (sic) é país perdido para altos destinos" (em carta enviada à Neiva, em abril de 1928). Primeiros livros infantisEntusiasmado com o sucesso de Urupês, em 1919, Monteiro Lobato fundou a Editora Monteiro Lobato, a primeira editora nacional, através da qual publicou seus primeiros livros infantis. Em 1921 publicou "Narizinho Arrebitado", que depois passaria a chamar-se “Reinações de Narizinho”. Em seguida publicou “Saci” (1921) e “O Marquês de Rabicó” (1922). As obras infantis fizeram grande sucesso, o que levou o autor a prolongar as aventuras de seus personagens em outros livros girando todos ao redor do "Sítio do Pica-pau Amarelo". Em 1924, a Revolução Paulista levou sua editora à falência. Depois de vender tudo, Lobato e o amigo Octalles fundaram outra editora só para imprimir livros didáticos: a “Companhia Editora Nacional". Mudou-se então para o Rio de Janeiro. A defesa do petróleoEm 1927, Lobato foi nomeado, por Washington Luís, adido cultural do Brasil nos Estados Unidos. O grande progresso industrial que observou levou-o a desejar o mesmo para o Brasil. Em 1931 Monteiro Lobato retornou ao Brasil e no ano seguinte publicou suas impressões sobre a viagem aos Estados Unidos em “América” e deu início à fundação de uma companhia nacionalista pela produção de ferro e petróleo. Fez várias conferências e insistiu na existência de petróleo no subsolo brasileiro, mesmo que os técnicos estrangeiros afirmassem o contrário. Contra as pretensões empresariais de Monteiro Lobato erguiam-se interesses poderosos e a "Itabira Iron" defendia para si o monopólio do ferro brasileiro e procurava a qualquer custo forçar o governo a lhe assegurar o privilégio. Na defesa de suas empresas, Lobato resolveu reunir todos os fatos e em 1936 publicou: “O Escândalo do Petróleo e do Ferro”. Ao fim de 10 anos de luta, em 1941, em plena ditadura Vargas, por seu ataque ao Conselho Nacional do Petróleo, Lobato foi condenado pelo Tribunal de Segurança Nacional a seis meses de prisão, porém cumpriu apenas metade da pena. Politicamente perseguido, Monteiro Lobato mudou-se para a Argentina onde viveu por um ano. Em 1947 regressou ao Brasil. Faleceu em São Paulo, no dia 5 de julho de 1948, de problemas cardíacos. Em sua homenagem, no dia 18 de abril, dia do seu nascimento, é comemorado “O dia Nacional do Livro Infantil”. Obra de Monteiro LobatoA obra de ficção de Monteiro Lobato foi classificada como "Pré-Modernista" por duas características fundamentais: o “regionalismo” e a “denúncia da realidade brasileira”. A obra regionalista dá a dimensão exata do Vale do Paraíba paulista do início do século XX, sua decadência após a abolição da escravatura e do declínio da agricultura cafeeira, tão bem retratados nos contos de “Cidades Mortas”. Literatura geralEntre as obras de literatura geral de Monteiro Lobato, há livros de ficção e outros sobre questões sociais, políticas e econômicas, mas todos apresentam caráter nacionalista, interesse por problemas do país e pela transformação do Brasil. Além das já citadas obras de literatura geral, destacam-se também: “Negrinha” (1920), “A Onda Verde” (1921) e “O Macaco Que Se Fez Homem” (1923). Literatura infantilA literatura infantil de Monteiro Lobato além de apresentar um aspecto moralista e pedagógico, não abandonou a luta pelos interesses nacionais e retratou os tipos de nossas tradições e os temas mitológicos. Em 1960, a obra de Monteiro Lobato foi levada para a televisão no seriado “O Sítio do Pica-Pau Amarelo” onde as bonecas falam e as crianças convivem com mitos e fábulas. Entre os personagens do Sítio do Pica-Pau Amarelo, criados por Lobato, destacam-se: A boneca Emília, Narizinho, Pedrinho, Dona Benta, Tia Nastácia, Visconde de Sabugosa, Tio Barnabé, o Saci e a Cuca. Entre os livros de literatura infantil destacam-se· O Saci (1921) · Fábulas de Narizinho (1921) · Narizinho Arrebitado (1921) · O Marquês de Rabicó (1922) · Peter Pan (1930) · Reinações de Narizinho (1931) · Viagem ao Céu (1931) · As Caçadas de Pedrinho (1933) · Emília no País da Gramática (1934) · História das Invenções (1935) · Geografia de Dona Benta (1935) · Memórias da Emília (1936) · Histórias de Tia Nastácia (1937) · Serões de Dona Benta (1937) · O Poço do Visconde (1937) · O Pica-pau Amarelo (1939) Fábulas de Monteiro Lobato· O Cavalo e o Burro · A Coruja e a Águia · O Lobo e o Cordeiro · O Corvo e o Pavão · A Formiga Má · A Garça Velha · As Duas Cachorras · O Jaboti e a Peúva · O Macaco e o Coelho · O Rabo do Macaco · Os Dois Burrinhos · Os Dois Ladrões Elementos racistas em sua obraO livro "Caçadas de Pedrinho", publicado em 1933, que faz parte do Programa Nacional Biblioteca na Escola, do Ministério da Educação, foi questionado pelo movimento negro, por conter elementos racistas. O livro relata a caçada a uma onça que está rondando o sítio: "É guerra e das boas, não vai escapar ninguém, nem tia Nastácia, que tem cara preta". Em outro trecho de um dos volumes diz ainda: "Tia Nastácia, esquecida dos seus numerosos reumatismos, trepou, que nem uma macaca de carvão". Referência bibliográfica: Revista Bravo, edição 165, maio de 2011. "Monteiro Lobato e o racismo".

Especificação técnica

Ementas dos Cursos de aperfeiçoamento para os cantores líricos solistas e coro selecionados para a ópera Narizinho Arrebitado. Matéria: O Corpo em cena Objetivo: A disciplina tem por finalidade fornecer uma introdução ao processo de construção da personagem levando em consideração o trabalho do corpo relacionado a todo espetáculo teatral. O principal foco e a auto percepção do artista na construção da personagem. A disciplina busca trabalhar as competências que desenvolvam um processo de consciência do corpo cênico e se propõe a ser um hibrido entre pratico e teórico, onde o aluno possa experimentar no corpo, parte dos conceitos discutidos. Conteudo: 1. Envio prévio - O Aluno deve enviar o nome de uma aria de seu repertorio ate o dia 14 de Outubro para a coordenação do curso, direcionado a disciplina O Corpo em Cena. 2. Jogo Teatral – Pratica do corpo cênico com objetivo de despertar a consciência corporal para um corpo cênico presente. 3. Analise de Texto – A construção da personagem a partir da analise textual. Como o personagem se insere no contexto total da obra? Qual o percurso do Personagem? Estudo do texto como base para composição dramatúrgica do personagem. 4. Pratica de analise do texto – Debates sobre os personagens trazidos por cada aluno. 5. Aspectos da personalidade do personagem – A escolha da construção da personagem no corpo do artista. 6. Pratica de Construcao – Interatividade. Trabalho de uma frase de cada aria levada pelos alunos relacionando ao aspecto corporal de construção desse personagem. 7. O Corpo e o Espaco – Abordagem teórica sobre a construção da personagem em relação ao espaço cênico, objetos e parceiros. 8. Improvisação – Exercio individual pratico que trabalhe o personagem em relação aos aspectos espaciais discutidos teoricamente. 9. Cantor-Encenador – Um pouco da historia da encenação e relação cantor-encenador. Instruções para o exercício de avaliação. 10. Conclusao – Pratica final da aula com os alunos sobre o conteúdo apresentado. Matéria: Cantando em Língua Portuguesa Parte 1 - Do fonema à sintaxe - Fonética e Fonologia; - Morfologia; - Sintaxe; - Ortoépia e Prosódia; Parte 2 – Dicção - IPA - Aquisição de L2 (segunda língua); - Aquisição de fonemas e alofones; - Os sons do italiano/francês/alemão/inglês/espanhol; - línguas diversas; - Pronúncias do latim; - Línguas arcaicas; - Variações diacronias e diatópicas da língua; - Variações diatópicas do português brasileiro; - Processos fonológicos em fronteiras de palavras; Parte 3 - Expressão - Prosódia e Prosódia Musical - Relações entre texto e discurso musical e as linguagens não verbais presentes na música – interação entre o texto cantado e acompanhamento instrumental; - Figuras de retórica e teoria dos afetos; - Tradução e Versão; Matéria: Técnica Vocal - Tratados sobre voz - Escolas nacionais de Canto - A Ciência vocal - Sul fiato, flow fonation e efeito de Bernouille - Apoio e a teoria mioelástica-dinâmica - Registros vocais laríngeos - Características básicas do som - Vogais, aggiustamento e formant tracking. - Registros vocais acústicos e o passaggio. -Hermholtz e a teoria dos formantes. ___________________________________________________________________________

Acessibilidade

Equipe: · 2 Tradutoras intérprete de língua de sinais, · 1 audio-descritor · Consultoria de 1 engenheiro civil para acessibilidade arquitetônica. A produção elaborará um programa de sala em braile para portadores de deficiência visual. Todas as apresentações serão legendadas em português. Sobre os locais: A equipe Simone Vecchio á vista dos locais das apresentações, elaborará um plano de acessibilidade para cada um: Teatro Metrópole em Taubaté – possui entrada e sanitários acessíveis para PCDs, idosos e crianças, bem como espaço para cadeirante e cadeiras para obesos. Tremembé - Auditório do Centro de Eventos - possui entrada e sanitários acessíveis para PCDs, idosos e crianças, com elevador, bem como espaço para cadeirante e cadeiras para obesos. Teatro Galpão - Pindamonhangaba - possui entrada e sanitários acessíveis para PCDs, idosos e crianças, bem como espaço para cadeirante. Será necessário um plano de acessibilidade para obesos. Teatro Municipal de São José dos Campos - possui entrada e sanitários acessíveis para PCDs, idosos e crianças, bem como espaço para cadeirante e cadeiras para obesos. Teatro Padre Bento - Guarulhos - possui entrada secundária acessível e sanitários para PCDs, será adaptado para cadeirantes e obesos. A equipe de acessibilidade estabelecerá as seguintes ações: · Mapear os colaboradores e possíveis assistentes (plateia), que precisam de acessibilidade. · Capacitar e conscientizar os colaboradores secundários, dos espaços que receberão os eventos. · Adaptação do espaço físico. · Recrutar sempre que necessário, profissionais auxiliares com deficiência.

Democratização do acesso

A distribuição e popularização da arte e do conhecimento e consequente acesso à cultura é imprescindível para o desenvolvimento da comunidade e para o exercício da cidadania. Além disso, é necessária para melhorar a realidade do país e para que todos tenham melhores condições de competir no futuro, por isso, a democratização do acesso se inicia na seleção dos cantores, que serão selecionados em audição em 1ª fase online e fase final presencial, com idades, conforme os personagens, de 10 a 45 anos, que comprovem estudos na área musical e vocal, em cursos oficiais ou livres, e residência no interior de pelo menos 2 anos. Em todas as cidades as apresentações serão gratuitas, com 30% dos ingressos especialmente dedicados aos alunos da rede municipal de ensino, e para que isso aconteça, serão enviados convites especiais para as escolas públicas desses municipios. A escritora Cléo Lobato ministrará uma oficina online sobre a obra de Monteiro Lobato para alunos e professores, em formato online, transmitida para todas as escolas públicas que se inscreverem na chamada do projeto. Será elaborado material gráfico também em braille e audiodescrição, bem como um vídeo explicativo do projeto para promover entendimento prévio.

Ficha técnica

Mere OliveiraDireção geral O mezzo-soprano Mere Oliveira é uma artista e ativista cultural, engajada em promover os trabalhadores de cultura, e reconhecida como uma importante voz na luta antirracista na ópera e na música de concerto brasileiras. É graduada em Comunicação Social, licenciada em Música, especializada em Performance Vocal e pós-graduada em Canto, tendo estudando com Neide Thomas, Teresa Berganza, Luisa Giannini e Graciela Araya. É pesquisadora da música Valeparaibana, professora de canto e produtora, tendo produzido e realizado mais de 250 apresentações musicais na região valeparaibana, dentre elas 12 produções operísticas com acurada gestão, incluindo a produção e direção das óperas Gianni Schicchi (contemplado pelo Proac 2021) e Carmen (projeto Ópera de calça jeans Funarte 2023) com elenco 100% negro, idealizado pelo Ubuntu Brasileiro. Ao longo dos 23 anos de carreira cantou dezenas de títulos operísticos distintos como solista e uma infinidade de concertos sinfônicos e de câmara em Teatros, como o Theatro Municipal de São Paulo e Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Foi premiada em sete competições de canto lírico no Brasil e América Latina. Atua nos principais teatros de ópera brasileiros, sob a direção de renomados maestros brasileiros e estrangeiros. Realizou turnês europeias, fundou o Ópera Studio do Vale, foi gestora da OSSJC e administradora do Teatro Metrópole em Taubaté e também atua como consultora de importantes instituições artísticas brasileiras. É regente do Coral Municipal de Taubaté e compõe a Comissão diretora do coletivo antirracista Ubuntu Brasileiro. Cesar Pimenta Direção musical Cesar Pimenta, Bacharel em Música com Habilitação em Trompete e Pós-Graduado em Regência Orquestral.Foi aluno de trompete do Prof Dr. Sérgio Cascapera (USP) e atuou como trompetista solista pela Orquestra Sinfônica de São Josédos Campos entre 2011 e 2017 além de ter participado como instrumentista convidado dos seguintes corpos artísticos: OrquestraSinfônica do Theatro Municipal de São Paulo, Orquestra Filarmônica de São Carlos, Orquestra Filarmônica Vera Cruz e Orquestra Sinfônica de São Caetano do Sul.Participou de concerto junto a Orquestra Filarmônica de Israel, sob a direção do maestro Zubin Mehta, no Parque do Ibirapuera em 1997.Foi convidado e participou em audições internacionais na Orquestra Filarmônica de Santiago (Chile/2008), Helsinborg Symphony Orchestra (Suécia/2011) e Israel Philharmonic Orchestra (Israel/2011).Entre 2008 e 2010 dirigiu a Banda Sinfônica de Tremembé pelo Projeto FazendoArte.Foi Diretor Artístico da 1ª Oficina de Sopros Metais realizado na cidade de Campos do Jordão em 2016.Foi um dos criadores da Taubaté Big Band e por meio da Lei Rouanet também dirigiu a Orquestra Jovens Urbanos, na cidade de Caçapava(SP) em 2018.Pelo FIMUCA 2020 participou de masterclass com os seguintes maestros e maestras: Victor Hugo Toro (Chile), Evandro Matte (Brasil), Cecilia Espinosa Arango (Colômbia), Enrique Diemecke (México), Linus Lerner (Brasil), Ligia Amadio (Brasil), Marcelo Jardim (Brasil), Manuel Coves (Espanha) e Pedro Amaral (Portugal).Na classe de pós graduação participou de aulas com o maestro Sadao Shirakawa (Brasil). Participou de masterclass com os maestros Neil Thomson (Inglaterra), Alexander Shelley (Inglaterra) e Wagner Polistchuk (Brasil)Em 2023, participou em Buenos Aires do Seminário Internacional em Direção Orquestral sob a orientação da Maestra Ligia Amadio, com a Orquestra Sinfônica Nacional da Argentina com certificação da Universidade Nacional das Artes da Argentina. Foi Gestor de Cultura, Gestor de Turismo, Gestor de Economia Criativa e Diretor de Cultura pela Prefeitura Municipal de Taubaté.Dirigiu mais de 100 concertos com formações de Orquestra Sinfônica e Banda Sinfônica.Atualmente é o maestro titular e diretor artístico da Orquestra Sinfônica Jovem de Taubaté e também da Banda Sinfônica de Taubaté. Felipe VenancioDireção cênica e Cenografia Felipe Venâncio é um diretor cênico brasileiro conhecido por sua abordagem inovadora e compromisso com a expansão das fronteiras da ópera e do teatro. Formado em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), sua trajetória nas artes cênicas é marcada por uma visão única, desafiando convenções tradicionais, ampliando o alcance da ópera e promovendo a inclusão cultural. Como um dos fundadores do coletivo Ocupação Lírica de Teatro Itinerante, Venâncio destaca-se por questionar normas estabelecidas no teatro e na ópera. Dessa colaboração, surgiram produções notáveis, como "La Serva Padrona", onde ele explorou uma abordagem inovadora, mesclando teatro, audiovisual e animação, estendendo os limites convencionais da ópera.Destaca-se também sua colaboração com o coletivo Ubuntu Brasileiro na produção de "Gianni Schicchi" e "Carmen" (Ópera de calça jeans), ao apresentar um elenco composto exclusivamente por artistas negros, promovendo a diversidade e a igualdade na música clássica, e desafiando barreiras históricas de representatividade. Venâncio expandiu sua visão inovadora para o universo das produções infantis, dirigindo a ópera "Chapeuzinho Vermelho", demonstrando a capacidade de cativar públicos de todas as idades e enfatizando a relevância da ópera para as gerações mais jovens. Além disso, dirigiu produções marcantes como "A Flauta Mágica", "La Traviata", "O Morcego" e "As Bodas de Fígaro". A produção de "As Bodas de Fígaro" se destaca por ter sido realizada no galpão do Sesc Campinas, onde o espaço físico se tornou parte integrante da concepção criativa. Ao longo de sua carreira, colaborou com figuras proeminentes dos palcos latino-americanos, como Fernando Faria, Matteo Bonfitto, Verônica Fabrini, Marcelo Lazzaratto, William Pereira, Pedro Salazar, André Heller-Lopes, Marcelo Gama e Iacov Hillel. Além disso, o diretor participou de importantes festivais e eventos relacionados à música e ao teatro, como o "Festival Amazonas de Ópera" em Manaus, o "Opera al Parque" em Bogotá, na Colômbia, a "Oficina de Música de Curitiba", o "Fringe" em Curitiba, o "Feverestival" em Campinas, entre outros. Uma das missões marcantes do coletivo Ocupação Lírica é a circulação de óperas pelo interior de São Paulo, e uma prova disso foi a montagem da ópera brasileira "A Moreninha", de Ernst Mahle, realizada em 2022. A trajetória de Felipe Venâncio reflete sua busca constante por novas formas de expressão artística e sua determinação em desafiar normas estabelecidas. Suas produções impactam a cena artística brasileira, redefinindo o potencial da ópera e do teatro como veículos de narrativa, inclusão e inovação. Num país onde a ópera é muitas vezes vista como elitista e inacessível, Felipe Venâncio emergiu como um defensor da inclusão e representatividade. Seu compromisso com a busca de novas formas de expressão e a coragem de questionar convenções o posicionam como um líder inspirador na cena cultural brasileira. Além disso, sua intervenção cênica "Somos Todos Petroleiros" destaca sua habilidade em abordar questões sociais e políticas por meio do teatro. Paulo RaposoComposição______________________________________________________________________________________Nome Paulo Henrique Guimarães RaposoNome em citações bibliográficas RAPOSO, P. H. G.______________________________________________________________________________________ResumoMestre em composição musical pelo Programa de Pós-Graduação em Música da Universidade Federal doEstado do Rio de Janeiro (UNIRIO), cursou Bacharelado em Música Habilitação em guitarra na FaculdadeSanta Cecília (FASC Pindamonhangaba-SP) e Especialização em Composição Musical na Faculdade deMúsica Carlos Gomes (FMCG - São Paulo). Teve aulas de composição com Celso Mojola (São Paulo), JustinDello Joio (EUA) e Reinhard Fuchs (Áustria). Atuou como guitarrista profissional em diversos grupos degêneros distintos. Como compositor, participou de três edições da Bienal da Música Brasileira Contemporânea(2009, 2011 e 2015), duas edições do Panorama da Música Brasileira Atual (2010 e 2016), integrou o projetoGuitarraAdoroGuitarra, promovido pelo Coletivo Tempo-Câmara de São José dos Campos (2015), recebeu oprêmio de 2o. lugar no 1o. Concurso Nacional de Composição Jorge Antunes (2017), participou de trêsedições do SPCCF - São Paulo Contemporary Composers Festival (2018, 2019 e 2022) e teve diversas obrasapresentadas no Brasil e no exterior. Como docente, atuou na Faculdade de Música Carlos Gomes entre2011 e 2019, no curso de Licenciatura em Música da UNIFACCAMP - Centro Universitário Campo LimpoPaulista-SP - (2016 - 2022), tendo assumido a coordenação do curso nos três últimos anos (2019-2022).Atuou como professor colaborador na Faculdade de Música do Espírito Santo (FAMES) no primeiro semestrede 2024. Atualmente é bolsista da Banda Sinfônica de Taubaté e da Orquestra Sinfônica Jovem de Taubaté,atuando como arranjador e compositor residente.______________________________________________________________________________________Formação acadêmica/titulação2010 - 2012 Mestrado em Música.Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, UNIRIO, Rio De Janeiro, BrasilTítulo: As primeiras obras seriais de Igor Stravinsky: uma análise dos procedimentoscomposicionais, Ano de obtenção: 2012Orientador: Caio Nelson de Senna NetoBolsista do(a): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, CNPq,Brasil.Palavras-chave: Composição Musical, Serialismo, Stravinsky, procedimentos composicionais.Grande área: Lingüística, Letras e Artes / Área: Artes / Subárea: Música / Especialidade: Composição Musical.2004 - 2005 Especialização em Composição Musical.Faculdade de Música Carlos Gomes, FMCG, São Paulo, BrasilTítulo: COMPOSIÇÃO DA OBRA “CONCERTO PARA PIANO E ORQUESTRA DECÂMARA” E ANÁLISE DA MESMA, SOB O PONTO DE VISTA DAS TÉCNICASCOMPOSICIONAIS APLICADASOrientador: Celso Antônio Mojola2001 - 2003 Graduação em Bacharelado.Faculdade Santa Cecília, FASC, Brasil1998 - 2000 Ensino Profissional de nível técnico em Técnico em Informática.Universidade de Taubaté, UNITAU, Taubaté, Brasil1998 - 2000 Ensino Médio (2o grau).Universidade de Taubaté, UNITAU, Taubaté, Brasil1990 - 1997 Ensino Fundamental (1o grau).ÁPICE- EDUCAÇÃO PERMANENTE S/C LTDA, ÁPICE, BrasilPágina 3 de 9______________________________________________________________________________________Formação complementar2000 - 2000 Curso de curta duração em Montagem, Manutenção e Configuração de Computadore.(Carga horária: 50h).SENAI-PINDAMONHANABA, SENAI, Brasil, Ano de obtenção: 20002018 - 2018 Curso de curta duração em Novo Marco Regulatório. (Carga horária: 3h).Centro Universitário Campo Limpo Paulista, UNIFACCAMP, Campo Limpo Paulista, Brasil______________________________________________________________________________________Atuação profissional. Centro Universitário Campo Limpo Paulista - UNIFACCAMP2016 - 2022 Vínculo: Celetista, Enquadramento funcional: Professor e Coordenador ,Carga horária: 6, Regime: Parcial____________________________________________________________________________Atividades08/2019 - 12/2022 Direção e Administração, INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO CAMPOLIMPO PAULISTACargos ocupados:Coordenador de Curso02/2016 - 12/2022 Graduação, MúsicaDisciplinas ministradas:Análise e Composição Musical I e II , Estética e História da Arte I e II , Harmonia II , História daMúsica I e II , Linguagem e Estruturação Musical I e II , Percepção Musical III , Arranjo08/2014 - 09/2014 EspecializaçãoEspecificação:Análise Musical. Faculdade de Música do Espírito Santo - FAMES2024 - 2024 Vínculo: Professor Voluntário , Enquadramento funcional: Professor , Cargahorária: 2, Regime: ParcialOutras informações:Professor da disciplina Música e Tecnologia I.. Faculdade de Música Carlos Gomes - FMCG2011 - 2019 Vínculo: Celetista , Enquadramento funcional: Professor, Regime: Parcial2009 - 2009 Vínculo: Colaborador , Enquadramento funcional: Professor , Carga horária:6, Regime: Parcial____________________________________________________________________________Atividades08/2011 - 10/2019 Graduação, MúsicaDisciplinas ministradas:Contraponto Modal , Harmonia Musical I, II, III e IV , Morfologia Musical I e II , Metodologia daPesquisa Científica , Prática Instrumental Pedagógica - Violão I e II , Teoria e PercepçãoPágina 4 de 9Musical I, II, III e IV , História da Música I e II03/2009 - 12/2009 Graduação, MúsicaDisciplinas ministradas:Análise Musical , Harmonia______________________________________________________________________________________Prêmios e títulos2017 2º Lugar no Concurso Nacional de Composição Jorge Antunes, Secretaria de Cultura doGoverno de Brasília/ Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro2014 Prêmio Funarte de Composição Clássica 2014, Fundação Nacional de Artes (FUNARTE)- Ministério da Cultura2010 Menção Honrosa pelo trabalho: Os Procedimentos Composicionais no PrimeiroMovimento do Septeto de Igor Stravinsky, UNIRIO/PPGM2010 Prêmio Funarte de Composição Clássica, Fundação Nacional de Artes (FUNARTE) -Ministério da Cultura2005 Menção Honrosa no Concurso Revelação Jovens Compositores "Carlos Gomes",Faculdade de Música Carlos GomesProdução______________________________________________________________________________________Produção bibliográficaLivros publicados1. RAPOSO, P. H. G.. As primeiras obras seriais de Igor Stravinsky: uma análise dos procedimentoscomposicionais, ed.1. Berlin: Novas Edições Acadêmicas, 2015, v.2., p.125.Trabalhos publicados em anais de eventos (completo)1. RAPOSO, P. H. G.. Os procedimentos composicionais no primeiro movimento do Septeto de Igor StravinskyIn: SIMPOM - I Simpósio Brasileiro de Pós-Graduandos em Música, 2010, Rio de Janeiro. XV Colóquio doPrograma de Pós-Graduação em Música da UNIRIO2010,Apresentação de trabalho e palestra1. RAPOSO, P. H. G.. Introdução ao Conceito de Indústria Cultural, 2018. (Outra, Apresentação de Trabalho)2. RAPOSO, P. H. G.. Os Procedimentos Composicionais no Primeiro Movimento do Septeto de Stravinsky,2010. (Comunicação, Apresentação de Trabalho)3. RAPOSO, P. H. G.. Composição da Obra, 2005. (Comunicação, Apresentação de Trabalho)Página 5 de 9Outras produções bibliográficas1. RAPOSO, P. H. G.; GARCEZ, L.. Brilho Silencioso. , 2010. (Canto, Partitura musical)2. RAPOSO, P. H. G.. Abertura Armorial. Vitória:Edição do autor, 2023. (Orquestral, Partitura musical)3. RAPOSO, P. H. G.. Noite Feliz. Vitória:Edição do autor, 2023. (Orquestral, Partitura musical)4. RAPOSO, P. H. G.. Ponteio. São Paulo:Edição do Autor, 2020. (Orquestral, Partitura musical)5. RAPOSO, P. H. G.. Concertino. São Paulo:Edição do Autor, 2019. (Orquestral, Partitura musical)6. RAPOSO, P. H. G.. Fuga para cordas. :Edição do Autor, 2017. (Orquestral, Partitura musical)7. RAPOSO, P. H. G.. Thermidor. :Edição do Autor, 2017. (Orquestral, Partitura musical)8. RAPOSO, P. H. G.. Sinfonias para orquestra de sopros. São Paulo:Edicção do Autor, 2016. (Orquestral,Partitura musical)9. RAPOSO, P. H. G.. Sinfonietta. Sâo Paulo:Edição do Autor, 2016. (Orquestral, Partitura musical)10. RAPOSO, P. H. G.. Concerto para Trompete e Orquestra. , 2007. (Orquestral, Partitura musical)11. RAPOSO, P. H. G.. Existência. , 2007. (Orquestral, Partitura musical)12. RAPOSO, P. H. G.. Abertura Ancestral. , 2005. (Orquestral, Partitura musical)13. RAPOSO, P. H. G.. Concerto para Piano e Orquestra de Câmara. , 2005. (Orquestral, Partitura musical)14. RAPOSO, P. H. G.. Sexteto. São Paulo:Edição do Autor, 2017. (Outra, Partitura musical)15. RAPOSO, P. H. G.. Allegro para piano. , 2015. (Outra, Partitura musical)16. RAPOSO, P. H. G.. Sucata em Eb. , 2015. (Outra, Partitura musical)17. RAPOSO, P. H. G.. Impromptu I para piano. , 2013. (Outra, Partitura musical)18. RAPOSO, P. H. G.. Invenção de Bach. , 2011. (Outra, Partitura musical)19. RAPOSO, P. H. G.. Variações. , 2011. (Outra, Partitura musical)20. RAPOSO, P. H. G.. Zangou-se o Cravo com a Rosa. , 2011. (Outra, Partitura musical)21. RAPOSO, P. H. G.. Infância. , 2010. (Outra, Partitura musical)22. RAPOSO, P. H. G.. Jeux. , 2010. (Outra, Partitura musical)23. RAPOSO, P. H. G.. O Rio de Ariadne. , 2010. (Outra, Partitura musical)24. RAPOSO, P. H. G.. Sonatina. , 2010. (Outra, Partitura musical)25. RAPOSO, P. H. G.. Mixture. , 2009. (Outra, Partitura musical)26. RAPOSO, P. H. G.. Mixture. , 2009. (Outra, Partitura musical)27. RAPOSO, P. H. G.. Um Choro... em homenagem a Villa-Lobos. , 2006. (Outra, Partitura musical)28. RAPOSO, P. H. G.. Choro-Sonata. , 2005. (Outra, Partitura musical)Página 6 de 929. RAPOSO, P. H. G.. Prelúdio Nº 1. , 2005. (Outra, Partitura musical)30. RAPOSO, P. H. G.. Trio. , 2005. (Outra, Partitura musical)31. RAPOSO, P. H. G.. Estudo sobre o modo dórico #4. , 2004. (Outra, Partitura musical)32. RAPOSO, P. H. G.. Prelúdio Nº 1. , 2004. (Outra, Partitura musical)33. RAPOSO, P. H. G.. Valsa Nº 1. , 2003. (Outra, Partitura musical)34. RAPOSO, P. H. G.. Stockhausen sobre música. Revisão Técnica. São Paulo:Madras Editora Ltda., 2009.(Outra produção bibliográfica)Produção técnicaPrograma de computador sem registro1. RAPOSO, P. H. G.omsib - Biblioteca para o ambiente de CAC Openmusic, 20242. RAPOSO, P. H. G.Infinity - Biblioteca para os Ambientes de CAC Openmusic e OM#, 20233. RAPOSO, P. H. G.OMLindberg - Biblioteca para os ambientes de CAC Openmusic e OM#, 20234. RAPOSO, P. H. G.OM-AIS (All-Interval Series): Biblioteca para os ambientes de CAC OpenMusic eOM#, 2021Demais produções técnicas1. RAPOSO, P. H. G.. Curso Preparatório para o ENADE 2014 - I Módulo, 2014. (Outro, Curso de curtaduração ministrado)2. RAPOSO, P. H. G.. Curso Preparatório para o ENADE 2014 - II Módulo, 2014. (Outro, Curso de curtaduração ministrado)Produção artística/culturalMúsica1. RAPOSO, P. H. G.Evento: Abertura Armorial, 2023. Local Evento: Teatro Metrópole. Cidade do evento:Taubaté - SP. País: Brasil. Instituição promotora: Orquestra Sinfônica Jovem de Taubaté. Duração: 9. Tipode evento: Concerto.Atividade dos autores: Compositor. Data da estreia: 27/09/2023. Local da estreia: Teatro Metrópole.Temporada: 2023. Home-page: https://www.youtube.com/watch?v=AW1GTT9KSYI.2. RAPOSO, P. H. G.; GRUBER, F. X.Evento: Noite Feliz, 2023. Local Evento: Teatro Metrópole. Cidade doevento: Taubaté - SP. País: Brasil. Instituição promotora: Orquestra Sinfônica Jovem de Taubaté. Duração:4. Tipo de evento: Concerto.Atividade dos autores: Arranjador. Data da estreia: 10/12/2023. Local da estreia: Teatro Metrópole.Temporada: 2023.Página 7 de 93. RAPOSO, P. H. G.Evento: Ponteio, 2022. Local Evento: Sala São Paulo. Cidade do evento: São Paulo.País: Brasil. Instituição promotora: Sala São Paulo. Duração: 6. Tipo de evento: Concerto.Atividade dos autores: Compositor. Data da estreia: 04/09/2022. Local da estreia: Sala São Paulo.Temporada: 2022.4. RAPOSO, P. H. G.Evento: Sextet, 2022. Local Evento: Theatro São Pedro. Cidade do evento: São Paulo- SP. País: Brasil. Instituição promotora: São Paulo Contemporary Composers Festival. Duração: 12. Tipo deevento: Concerto.Atividade dos autores: Compositor. Data da estreia: 11/08/2022. Local da estreia: Theatro São Pedro.5. RAPOSO, P. H. G.Evento: Concertino para sax alto e orquestra, 2019. Local Evento: Auditório doInstituto de Artes da UNICAMP. Cidade do evento: Campinas - SP. País: Brasil. Instituição promotora: SãoPaulo Contemporary Composers Festival. Duração: 9. Tipo de evento: Concerto.Atividade dos autores: Compositor. Data da estreia: 10/09/2019. Local da estreia: Auditório do Instituto deArtes da UNICAMP. Home-page: https://www.youtube.com/watch?v=vNjjnDGgjqg.6. RAPOSO, P. H. G.Evento: Proslambanomenos, 2018. Local Evento: Studio Arsis. Cidade do evento: SãoPaulo-SP. País: Brasil. Instituição promotora: São Paulo Contemporary Composers Festival. Duração: 7. Tipode evento: Registro fonográfico.Atividade dos autores: Compositor. Temporada: 2018. Home-page: https://soundcloud.com/paulo-hgraposo/paulo-henrique-raposo-proslambanomenos.7. RAPOSO, P. H. G.; TRAVERZIM, M.Evento: Duo RaZim - Música na Biblioteca, 2017. Local Evento:Biblioteca do Memorial da América Latina. Cidade do evento: São Paulo - SP. País: Brasil. Instituiçãopromotora: Memorial da América Latina e Governo do Estado de São Paulo. Duração: 60. Tipo de evento:Recital.Atividade dos autores: Instrumentista. Temporada: 2017. Home-page:https://www.youtube.com/watch?v=uwff_DJmp2g.8. RAPOSO, P. H. G.Evento: Thermidor, 2017. Local Evento: Cine Brasília. Cidade do evento: Brasília. País:Brasil. Instituição promotora: Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro e Secretaria de Culturado Governo de Brasília. Duração: 12. Tipo de evento: Concerto.Atividade dos autores: Compositor. Data da estreia: 03/10/2017. Local da estreia: Cine Brasília. Temporada:2017. Premiação: 2o. Lugar no 1o. Concurso Nacional de Composição Jorge Antunes. Home-page:https://www.youtube.com/watch?v=0Z44P1SyafU.9. RAPOSO, P. H. G.; TRAVERZIM, M.Evento: Ação Poética durante II Simpósio Internacional deEducadores em Arte e Pedagogia, 2016. Local Evento: Universidade Presbiteriana Mackenzie. Cidade doevento: São Paulo - SP. País: Brasil. Instituição promotora: Universidade Presbiteriana Mackenzie. Duração:30. Tipo de evento: Outro.Atividade dos autores: Instrumentista. Local da estreia: Universidade Presbiteriana Mackenzie.10. RAPOSO, P. H. G.Evento: Concerto em A para clarinete de W.A.Mozart (transcrição para guitarraelétrica), 2016. Local Evento: FACCAMP. Cidade do evento: Campo Limpo Paulista - SP. País: Brasil.Instituição promotora: FACCAMP. Duração: 30. Tipo de evento: Recital.Atividade dos autores: Instrumentista.11. TRAVERZIM, M.; RAPOSO, P. H. G.Evento: Recital com Duo RaZim, 2016. Local Evento: Faculdadede Campo Limpo Paulista (FACCAMP). Cidade do evento: Campo Limpo Paulista - SP. País: Brasil. Instituiçãopromotora: Faculdade de Campo Limpo Paulista (FACCAMP). Duração: 40. Tipo de evento: Recital.Página 8 de 9Atividade dos autores: Instrumentista. Home-page: http://www.faccamp.br/acontece/pdf_acontece/942.pdf.12. RAPOSO, P. H. G.; MOJOLA, C. A.Evento: Recital 'Convicções Provisórias'., 2016. Local Evento:Teatro Municipal de Barueri. Cidade do evento: Barueri - SP. País: Brasil. Instituição promotora: TeatroMunicipal de Barueri. Duração: 6. Tipo de evento: Recital.Atividade dos autores: Instrumentista. Data da estreia: 28/11/2016. Local da estreia: Teatro Municipal deBarueri (SP). Home-page: https://www.youtube.com/watch?v=8WcUIptcN-8.13. RAPOSO, P. H. G.Evento: Sinfonias, 2016. Local Evento: Sala Cecília Meireles, Escola de Música daUFRJ e Centro Cultural do Poder Judiciário. Cidade do evento: Rio de Janeiro - RJ. País: Brasil. Instituiçãopromotora: UFRJ. Duração: 10. Tipo de evento: Concerto.Atividade dos autores: Compositor. Data da estreia: 27/11/2016. Local da estreia: Sala Cecília Meireles - Riode Janeiro - RJ. Temporada: 2016. Premiação: Obra selecionada para o XXVIII Panorama da MúsicaBrasileira Atual.14. RAPOSO, P. H. G.Evento: Mixture, 2015. Local Evento: Sala Cecília Meireles. Cidade do evento: Rio deJaneiro - RJ. País: Brasil. Instituição promotora: Fundação Nacional de Artes (FUNARTE) - Ministério daCultura. Duração: 6. Tipo de evento: Concerto.Atividade dos autores: Compositor. Data da estreia: 14/10/2015. Local da estreia: Sala Cecília Meireles.Temporada: XXI Bienal de Música Brasileira Contemporânea. Premiação: Prêmio Funarte de ComposiçãoClássica. Home-page: https://www.youtube.com/watch?v=XvdcyEFg0hg.15. RAPOSO, P. H. G.Evento: Sucata em Eb, 2015. Local Evento: Auditório do SESC - SJC. Cidade doevento: São José dos Campos -SP. País: Brasil. Instituição promotora: SESC. Duração: 20. Tipo de evento:Recital.Atividade dos autores: Compositor. Data da estreia: 25/08/2015. Local da estreia: Auditório do SESC - SJC.16. RAPOSO, P. H. G.Evento: Existência, 2011. Local Evento: Teatro João Caetano. Cidade do evento: Riode Janeiro (RJ). País: Brasil. Instituição promotora: FUNARTE. Duração: 8. Tipo de evento: Concerto.Atividade dos autores: Compositor. Data da estreia: 17/10/2011. Local da estreia: Teatro João Caetano.Premiação: Prêmio Funarte de Composição Clássica 2010. Home-page: https://soundcloud.com/paulo-hgraposo/exist-ncia.17. RAPOSO, P. H. G.Evento: Jeux, 2010. Local Evento: Sala Leopoldo Miguez. Cidade do evento: Rio deJaneiro - RJ. País: Brasil. Instituição promotora: Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro.Duração: 17. Tipo de evento: Recital.Atividade dos autores: Compositor. Data da estreia: 19/10/2010. Local da estreia: Sala Leopoldo Miguez.Home-page: https://www.youtube.com/watch?v=J9EyZusG5IU.18. RAPOSO, P. H. G.Evento: Concerto para Piano e Orquestra de Câmara, 2009. Local Evento: SalaCecília Meireles. Cidade do evento: Rio de Janeiro (RJ). País: Brasil. Instituição promotora: FundaçãoNacional de Artes (Funarte). Duração: 13. Tipo de evento: Concerto.Atividade dos autores: Compositor. Data da estreia: 23/10/2009. Local da estreia: Sala Cecília Meireles.Premiação: XVIII Bienal de Música Brasileira Contemporânea. Home-page: https://soundcloud.com/paulo-hgraposo/sets/paulo-henrique-raposo-concerto.Orientações e SupervisõesOrientações e supervisõesPágina 9 de 9Orientações e supervisões concluídasIniciação científica1. Vinícius Rocha Camargo. Companhia de Santos Reis Luz Divina - Patrimônio Musical de VárzeaPaulista. 2017. Iniciação científica (Música) - Centro Universitário Campo Limpo Paulista Cleo LobatoConsultoria libreto Lobato Cleo Monteiro Lobato é escritora, tradutora, historiadora ebisneta do pai da literatura infantil brasileira, José BentoMonteiro Lobato. Desde 2018 dedica-se a promover a memória eo legado de seu bisavô, pai da literartura infantil brasileira, paraque seu bisavô continue sendo conhecido e lido pelas geraçõesatuais e futuras.Em 2018 Cleo criou o website www.monteirolobato.comcom a objetivo de que este website seja o site referência depesquisa sobre seu bisavô. O site contem desde uma biografiadetalhada até artigos, teses e dissertações, alem de desenhos,pinturas e fotografias tiradas por Lobato.Em Dezembro 2020, organizou o evento virtual “100 Anosde Narizinho” celebrando os cem anos do primeiro livro infantildo seu bisavô, A Menina do Nariiznho Arrebitado, um marco danossa literatura infantil. Foram três dias de palestras, contaçãode histórias e mesas redondas, com a participação dos maioresestudiosos de Lobato, incluindo os escritores Pedro Bandeira,Toni Brandão, Ilan Brennan e a pesquisadora Marisa Lajolo, entreoutros.Em 2020, tendo vivido situações de preconceito racial nosEUA (onde vive desde 1997), Cleo iniciou a adaptação do livroReinações de Narizinho, com a intenção de usar um dos livrosmais conhecidos de Monteiro Lobato para ensinar os valores dediversidade e respeito para as crianças de hoje. Em suaadaptaçao, Cleo atualizou não só o português do texto e amaneira dos personagens falarem e se relacionarem mastambem a posição social da personagem Nastácia, fazendo comque a história inicial da série do Sítio do Pica- Pau Amarelo reflitaos valores atuais da sociedade brasileira. Na nova adaptação,Nastácia é amiga de infância de D. Benta e tem o mesmo nívelsócio-cultural e econômico. Já publicados, até agora: NarizinhoArrebitado - Livro 1 (2020), O Sítio do Pica-Pau Amarelo - Livro 2(2021), O Casamento de Narizinho - Livro 3 (2022), e AsAventuras do Príncipe - Livro 4 (2023), todos ilustrados porRafael Sam. Cara de Coruja - Livro 5 (2024) e O Irmão dePinóquio - Livro 6 (2024) e o próximo livro, O Circo deEscavalinhos- Livro 7, que sairá ainda este ano são todosilustrados por Laís de Nuncio.Em 2021, Cleo iniciou seu projeto social - Projeto Lobatonas Escolas - de palestras virtuais gratuitas em escolas públicasdo Brasil inteiro, e desde então já fez mais de 250 eventosvirtuais em escolas e faculdades brasileiras nestes quatro anos.Recentemente Cleo foi contratada para dar consultoriacomo especialista na obra de Monteiro Lobato para dois filmesdo produtor Cao Quintas baseados nos livros O Saci e AReforma da Natureza.E em Setembro, 2024 Cleo foi convidada para participar dacriação e entrega da primeira medalha "Monteiro Lobato doMérito do Comércio Brasileiro de Combustíveis” além de terdado consultoria e orientaçao para o vídeo educativo MonteiroLobato e o Petróleo, feito especialmente para a ocasião.Atualmente Cleo está finalizando Pena de Papagaio - Livro8 e Pó de Pirlimpimpim - Livro 9 da coleçao Reinações deNarizinho para lançamento 2025 na Bienal do Rio de Janeiro.@cleomonteirolobatowww.monteirolobato.com.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.