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PRONAC 2413863Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

CROWD in the Chain

CASA SALTO LTDA
Solicitado
R$ 199,8 mil
Aprovado
R$ 199,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2024-12-31
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

Espetáculo de dança contemporânea e tecnologia, que utiliza-se do uso de criações 3D, projeções mapeadas, NFT e blockchain. Oficinas presenciais e online de arte tecnologia abertas ao público.

Sinopse

Espetáculo CROW Este é um projeto inovador que visa integrar ao espetáculo de dança contemporânea CROWD, da Cia Gema, as projeções mapeadas de obras digitais originais do renomado artista multimídia, Diego Mac. Estreado em setembro de 2024, Crowd é um espetáculo concebido e roteirizado pela diretora Dani Cezar. Inspirado pela obra “Psicologia das Massas e Análise do Eu” de Freud, o espetáculo se debruça sobre as complexas emoções e sensações experimentadas por um indivíduo ao estar imerso em uma multidão. A obra investiga a tensão entre a sensação de solidão e a de estar acompanhado, explorando as nuances dessa dualidade. Uma reflexão sobre as forças que moldam nosso comportamento em grupo, ao mesmo tempo, convida o público a refletir sobre a relação entre individualidade e coletividade.A obra possui uma pesquisa única e autoral de movimento. A qual a corporeidade instaurada pelos bailarinos é capaz de conduzir a plateia a estados e sensações de um corpo em meio à multidão. As projeções integram o espetáculo, interagindo com os bailarinos e reforçando a temática central do espetáculo. Através da arte digital e da dança, a proposta cria um ambiente imersivo e dinâmico, no qual o movimento dos corpos dialoga com o cenário em transformação, amplificando a experiência sensorial do público. Além da experiência imersiva ao vivo, o projeto inova ao comercializar essas obras digitais como NFTs (Tokens Não Fungíveis) através da tecnologia blockchain. Cada obra projetada poderá ser adquirida como um NFT exclusivo, permitindo ao público colecionar e possuir uma peça única da cenografia digital do espetáculo. Essa integração une o mundo físico da performance com o digital, oferecendo uma nova forma de engajamento e ampliando o alcance artístico, ao mesmo tempo em que cria uma nova fonte de receita para o artista e o projeto. A comercialização via blockchain garante a autenticidade e a exclusividade das obras, permitindo que os compradores participem de uma experiência única e colecionável, reforçando o vínculo entre arte contemporânea, tecnologia e o mercado de arte digital. Outro recurso tecnológico de materiais, o espetáculo Crowd utiliza o Tule de Gobelin, um material inovador e raro, conhecido por suas propriedades únicas de criar ilusões ópticas em cena. Este tecido, importado e raramente utilizado no Brasil, possui uma trama tripla que, quando iluminada estrategicamente, se torna translúcida, permitindo que os bailarinos pareçam aparecer e desaparecer no espaço cênico. Através dessa tecnologia, o público é levado a questionar quantos bailarinos estão realmente em cena, ampliando o conceito de multidão que o espetáculo propõe explorar. A ilusão de massa corpórea, com corpos reais e projetados, provoca no espectador uma constante dúvida entre o tangível e o virtual, o concreto e o digital. Para intensificar a imersão sensorial, o músico e compositor Marcelo Armani assina o paisagismo sonoro do espetáculo, criando uma atmosfera envolvente por meio de instalação sonora. Utilizando recursos como camadas de sons ambiente, reverberações e ruídos captados e manipulados em tempo real, Armani constroi uma paisagem sonora que alterna entre o estar sozinho e o estar em meio a uma multidão. O som se funde à narrativa, ora abafando os movimentos, ora amplificando a sensação de fluxo e aglomeração, contribuindo para que o público se sinta transportado a diferentes estados sensoriais e emocionais. A trilha, aliada ao efeito visual do Tule de Gobelin, reforça a ambiguidade da cena e a tensão entre o individual e o coletivo, desafiando as percepções do público e criando uma experiência sinestésica de total imersão. Aliado ao espetáculo, o projeto contempla duas oficinas de ensino, abertas ao público e gratuitas. Uma presencial e outra virtual, sob a temática de arte tecnologia. As tecnologias do corpo e das virtualidades.

Objetivos

Objetivos Gerais I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e a sua difusão em escala nacional; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais; IX - apoiar as atividades culturais de caráter inovador ou experimental; X - apoiar ações artísticas e culturais que usem novas tecnologias ou sejam distribuídas por plataformas digitais; XII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão culturais; XIV - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas populares tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação; XVII - apoiar outros projetos e atividades culturais considerados relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura. Objetivos Específicos Produto: NFT e Espetáculo CROWD Criação de, ao menos, 8 obras digitais pelo artista Diego Mac. 3 apresentações em teatro na cidade de Porto Alegre. 1 Apresentação na cidade de Canoas. 1 Apresentação em Caxias do Sul. 1 Apresentação na cidade de Santa Maria. Produto: Contrapartida social 4 oficinas presenciais abertas ao público com o tema de arte e tecnologia. 4 oficinas virtuais gratuitas com o mesmo tema.

Justificativa

Crowd da Cia Gema, dirigida por Dani Cezar, foi idealizado sob a premissa de colocar o espectador imerso no discurso, que tem como inspiração o livro Psicologia das massas e análise do Eu, de Freud. Apesar do livro ter sido escrito há mais de 100 anos, sua abordagem é extremamente atual. As características e mudanças no comportamento do indivíduo quando pertencente a um movimento de massa. Em um tempo de hiper conectividade, as multidões de hoje se dão tanto na esfera física, como na virtual. Ações irracionais, diminuição do senso crítico, perda da individualidade, já eram observadas por Freud (Le Bon e outros autores) desde o início dos estudos do tema. Deste mote parte a pesquisa que tem desdobramentos no corpo (movimentação dos bailarinos) e nas visualidades (projeções e criações 3D). Ou seja, refletindo as forças imateriais e intangíveis que, segundo a psicologia social, moldam as massas. Para alcançar esse efeito, o espetáculo se apoia na integração de tecnologia de ponta com a linguagem corporal, utilizando Tule de Gobelin — um material de trama tripla, translúcido quando não iluminado e que serve como tela ao ser iluminado. Esse recurso permite criar uma ilusão visual, onde as projeções mapeadas enganam o olhar do espectador, desafiando a percepção de quantos bailarinos estão realmente no palco. Essa estratégia artística faz com que o público questione a linha entre o real e o virtual, ampliando a sensação de imersão. Além disso, as projeções digitais que compõem a cenografia são obras do artista multimídia Diego Mac, que rompe mais uma vez as fronteiras entre o físico e o digital ao comercializar suas criações como NFTs, utilizando a tecnologia blockchain. Ao transformar essas obras em ativos digitais únicos, o projeto não só propõe uma nova relação entre o espectador e a arte digital, mas também cria uma ponte entre o mercado de arte contemporânea e o universo emergente das criptomoedas. Dessa forma, Crowd não apenas desafia convenções artísticas, mas também explora novas formas de interação e comercialização da arte no século XXI. Contudo, para a realização plena desse projeto, que envolve a integração de tecnologia de projeção mapeada, a comercialização de NFTs e a execução do espetáculo em sua concepção original, torna-se fundamental captar recursos por meio de leis de incentivo à cultura. O financiamento possibilitará a viabilização técnica e artística do espetáculo, além de garantir a continuidade da proposta de vanguarda que o Crowd representa no panorama cultural. Sem esse apoio, seria inviável a implementação das soluções tecnológicas e inovadoras que elevam a experiência sensorial e conceitual da obra. Assim, a busca por patrocínios e incentivos culturais é essencial para concretizar a visão criativa e artística de Crowd e para democratizar o acesso a novas formas de arte contemporânea e digital.

Especificação técnica

Produto: Espetáculo CROWD O espetáculo tem como duração 45 minutos. A criação das obras digitais será de, no mínimo, 8 peças. Produto: contrapartida: 4 (quatro) Oficinas presenciais (uma em cada cidade que for apresentado o espetáculo) e 1 (uma) Oficinas on-line. Tema: Arte e tecnologia com Dani Cezar e Diego Mac.

Acessibilidade

As medidas de acessibilidade garantem uma experiência inclusiva para pessoas com deficiência, fortalecendo o compromisso com a acessibilidade e democratização do acesso à cultura e à arte. Medidas de Acessibilidade FísicaAcessibilidade Arquitetônica: Verificar se os teatros possuem rampas de acesso, elevadores ou plataformas de elevação para pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida.Garantir áreas reservadas para cadeirantes na plateia, com boa visibilidade do palco.Estacionamentos com vagas exclusivas próximas aos acessos ao teatro.Banheiros adaptados com sinalização clara e próxima dos acessos principais. Apoio para Pessoas com Deficiência Auditiva: Presença de intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais) durante apresentações ou oferecer recursos de legendagem em tempo real. Medidas de Acessibilidade de Conteúdo Materiais Explicativos Acessíveis: Oferecer resumos do conceito do espetáculo, assim como explicações sobre a tecnologia de projeção mapeada e a comercialização dos NFTs, em diferentes formatos acessíveis: vídeos com tradução em Libras e versões simplificadas com escrita de fácil compreensão. Conteúdo Adaptado Digitalmente: Criar uma plataforma online que permita o acesso a conteúdos do espetáculo para aqueles que não puderem comparecer fisicamente. Isso pode incluir uma versão gravada com legendas e tradução. Tamanho de fontes dos materiais gráficos ampliados.

Democratização do acesso

A medidas descritas abaixo buscam promover a inclusão cultural real, garantindo que o espetáculo Crowd seja acessível a um público diversificado. Ao ampliar as formas de entrada e participação, o projeto não só democratiza a arte, mas também reforça seu papel transformador nas comunidades locais. Ingressos a Preços Populares: Disponibilizar parte dos ingressos a preços reduzidos ou simbólicos para facilitar o acesso de pessoas de baixa renda.Criação de uma política de meia-entrada ampliada para estudantes, idosos, professores da rede pública, e beneficiários de programas sociais.Programas de Educação e Formação de Público: Organização de oficinas e atividades educativas nas cidades onde o espetáculo será apresentado, em parceria com escolas, universidades e centros comunitários, para promover o contato do público com a dança contemporânea e as tecnologias digitais do espetáculo (projeções mapeadas e NFTs). Transmissão Online Gratuita dos programas educativos: Realizar a transmissão online gratuita de todas as medidas educativas , permitindo que pessoas de outras cidades ou com dificuldades de locomoção possam assistir remotamente.Ações de Parceria com Empresas Locais: Criar parcerias com empresas e estabelecimentos locais, oferecendo ingressos gratuitos ou descontos em ingressos para funcionários, fortalecendo laços com a comunidade e democratizando o acesso ao espetáculo.

Ficha técnica

Daniela Cezar - Diretora artística Daniela Cezar é diretora artística e criadora da Cia Gema. Licenciada em dança pela UFRGS. Fundadora da Casa Salto em Porto Alegre, incubadora e aceleradora de projetos culturais em dança. Em 2023, foi ganhadora do prêmio “Melhor desempenho cênico do festival” no Prêmio Desterro, Florianópolis, com a coreografia Zeitgeist. Em 2021 integrou o Festival Dança em Foco com a coreografia “Humana”. Em 2020 foi escolhida como melhor coreógrafa do Festival de dança Sul em Dança, e conquistou o prêmio de melhor escola de dança contemporânea. Em 2019 foi idealizadora e fundadora do Gira Centro de Dança, escola de formação junto ao complexo Unisinos Porto Alegre, local onde realizou projetos como: #Roundi1, Colab PiraGira, Espetáculos de Dança, Conecta Sul, etc. Em 2020 foi contemplada pelo prêmio Lya Bastyan Meyer pela criação e articulação entre dança e tecnologia. Produziu e escreveu projetos junto ao Grupo My House, o qual foi contemplado com o edital SUL-SUR em 2015 em Montevideo e Fumproarte/2016. Em 2014 criou Normótico, espetáculo solo dançado em 4 temporadas, integrante do circuito SESC/Canoas. Em 2013 integrou a agenda de eventos do SESC Caxias do Sul na programação do Aldeia SESC. Em 2007 dirigiu o espetáculo "Sobre o Tempo" junto a SMED de Caxias do Sul, nas Ações Educativas Complementares, articulando apresentações de mais de 20 escolas públicas do município. A fim de agrupar seu patrimônio coreográfico, construído a partir de 2007, em 2023, criou a Cia Gema, composta pelos bailarinos(as): Andressa Salem, Bruno Manganelli, Jade Correa, Juliana Medeiros, Lia Souza, Milena Christo, e Vanessa Ivanoff. Em setembro de 2024 estreou o espetáculo CROWD, no Teatro Bruno Kiefer, contemplado pelo edital de ocupação das artes. Diego Mac - Artista 3D responsável pela cenografia Diego Mac é diretor de dança, videoartista, artista 3D e produtor cultural. Doutorando em Artes Cênicas (UFRGS). Graduado em Dança (ULBRA). Mestre (UFRGS) e especialista (FEEVALE) em Poéticas Visuais. Atualmente, dedica-se à criação artística baseada no hibridismo entre dança e animação/simulação 3D, blockchains, metaversos e NFTs. Suas criações participaram de mais de 30 eventos no Canadá, EUA, Itália, México, Espanha, Brasil, Argentina, Paraguai, Japão, Alemanha, Indonésia, Uruguai, com curadoria de Art&Vault, Artcrush, SpaceMontage, Transient Labs, Artpacks, HUG, A2 Accelerate Art e Sônica. Selecionado para o NFT.NYC, recebeu o Prêmio Açorianos de Dança 2022 como Personalidade do Ano pelo trabalho inovador em dança 3D e recebeu o Prêmio Trajetórias Culturais por sua carreira. Selecionado para a NFC 2023 para circulação por 10 cidades europeias. Artista do leilão digital da tradicional casa de leilões italiana Pandolfini. Integrou a programação do File Festival, da Bienal de Arte Digital, e do Danc3Tech – Seminário de Dança e Tecnologia UFRGS/UFRJ. https://linktr.ee/diego.mac Flavio Aquino - Produtor Executivo Flavio Aquino é produtor cultural e proprietário da Casa Salto, Hub de produção em dança. Formado em administração de empresas e estudante de história, iniciou nas artes profissionais há mais de 15 anos. Concebeu, dirigiu e produziu o espetáculo "Em Busca de Sentido", financiado pela LIC/RS, com estreia na USP/SP e grande circulação no RS e SP (2019). Produz a Cia Gema de dança contemporânea, além do Festival Jazz Sem Fronteiras de Anette Lubisco, Dance Dance Dance e Desenhança de Guadalupe Casal. Já atuou como bailarino no espetáculo "Gavetas Dali Daqui" (2009) de Jussara Miranda, além de criações de diversas trilhas sonoras para espetáculos de dança e teatro, dentre eles ZUCCOS de Adriana Motta, "Consequências" e "Corpo transduzido" de Wil Freitas e "Eros & Psique" de Didi Pedone. Com este ganhou o prêmio Açorianos de melhor trilha sonora em dança (2013) junto com Carina Levitan. Fez a trilha sonora e a assistência de direção do espetáculo "Barbie Fuck Forever" de Aline Jones (2014). Kyrie Isnardi - Iluminador e desenvolvedor de projeções mapeadas (mapping) Iluminador, Licenciado em Dança e Especialista em Design Cenográfico pela UFRGS. Desenvolve experiências de visualidade utilizando a iluminação como meio técnico em diversos contextos artísticos, inclusive nas artes digitais. Participa de festivais compondo diferentes frentes das visualidades cênicas, desde equipe da cenotécnica, iluminação, técnica, e, mais recentemente, sendo responsável pela legendagem dos espetáculos internacionais. Indicado ao Prêmio Açorianos de Dança pela iluminação do espetáculo Retalhos (2017) e autor de “O Corpo Esplêndido - a iluminação como agente transformador do corpo que dança”.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.