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O presente projeto tem como objetivo a produção, montagem e temporada do clássico da dramaturgia, cinema e teatro O Que Teria Acontecido a Baby Jane? de Henry Farrell, romancede que deu origem ao filme de mesmo nome estrelado por Bete Davis e Joan Crawford, inaugurando a era de grandes das divas 50+ hollywoodianas atuando nos filmes de terror/suspense na década de 60.O sucesso do filme gerou uma sucessão de filmes de terror/suspense com mulheres maduras, mais tarde apelidado como o subgênero "psico-biddy".
SINOPSE Jane Hudson é uma ex-artista que alcançou a fama quando criança e ficou conhecida como "Baby Jane". Agora envelhecida e distante dos palcos de vaudeville há muitos anos, vive em uma mansão antiga com sua irmã, Blanche Hudson - desde um acidente que selou a sorte de ambas – terminou a carreira promissora de Blanche, deixando-a em uma cadeira de rodas, e acelerou a decadência geral de Jane. Disposta a brilhar nos palcos novamente, Jane tenta retornar à vida artística, passando por cima de tudo e de todos para atingir seu objetivo. A trama surpreende e mostra que, como sempre, as aparências enganam: afinal, o que terá acontecido a Baby Jane?
OBJETIVO GERAL É a montagem do clássico O QUE TERIA ACONTECIDO A BABY JANE? de Henry Farrell, devidamete adaptado com a finalidade de provocar e somar as reflexões que acometem a aparência física feminina no mercado de trabalho, na sociedade, na indústria do entretenimento e na estrutura patriarcal, principalmete nas mulheres 50+. O projeto será realizado em 09 (nove) meses, incluindo nesse tempo a pesquisa teórica e prática do tema, a adaptação da dramaturgia, a montagem do espetáculo e o compartilhamento com o público. Será realizada uma temporada de 18(dezoito) apresentações em espaço cultural da cidade de São Paulo e 2 (duas) apresentações na cidades de Santos. OBJETIVOS ESPECÍIFICOS Pesquisa Teórica e Prática (1 mês) Levantamento Bibliográfico: Estudo de obras relevantes sobre "O Que Teria Acontecido a Baby Jane?", incluindo análises da peça e do filme, contexto histórico e cultural, e o impacto do subgênero "psico-biddy". Entrevistas e Workshops: Realização de encontros com especialistas em dramaturgia, cinema e teatro sobre representações de mulheres maduras na arte. Análise de Obras Similares: Pesquisa de outras obras que seguem a mesma temática, como filmes e peças que abordem o envelhecimento e a feminilidade. Adaptação da Dramaturgia (1-3 meses) Adaptação: Adaptação do texto original para o formato de teatro, mantendo a essência da obra, mas intercalando elementos contemporâneos que ressoam com o público atual. Leituras Dramáticas: Realização de leituras com atores para feedback sobre o texto adaptado, permitindo ajustes e melhorias na narrativa. Montagem do Espetáculo (4-6 meses) Direção e Ensaios: Início dos ensaios. Encontros regulares para a construção dos personagens, dinâmica de grupo e direção cênica. Produção de Cenário e Figurino: Desenvolvimento de cenários e figurinos que complementam a narrativa e criam a atmosfera adequada para o espetáculo. Montagem Técnica: Ensaios gerais com a equipe técnica para ajustar iluminação. Divulgação e Compartilhamento (7-9 meses) Campanha de Marketing: Criação de materiais promocionais (cartazes, folhetos, posts em redes sociais) e estabelecimento de parcerias com mídias locais para promoção do espetáculo. Ensaio Aberto: Realização de evento público onde os membros da equipe falar sobre o processo de criação e receber feedback. Estratégia de Acessibilidade: Garantir que as apresentações estejam acessíveis a todos, com serviços como legendas ou audiodescrição, quando necessário. Entregáveis do Projeto Relatório de Pesquisa: Um documento que compila todas as informações e descobertas descobertas durante uma pesquisa teórica e prática. Texto Adaptado: Adaptação contemporânea da peça. Espetáculo Montado: Realização do espetáculo completo, com todas as suas partes integradas, que será apresentado ao público. Material Promocional: Todos os materiais criados para a divulgação do projeto e das apresentações, incluindo mídias sociais e impressas. Relatório de Feedback: Coleta de opiniões do público e da crítica após as apresentações, avaliando o sucesso e o impacto do projeto. Fotografias e Gravações: Registro audiovisual do espetáculo. Essas ações e entregáveis ajudam a garantir que o projeto não alcance apenas seu público, mas também que promovam uma discussão significativa sobre a representatividade e os desafios enfrentados por mulheres maduras na sociedade contemporânea.
O TERIA ACONTECIDO A BABY JANE? é uma obra clássica que explora temas profundos como a rivalidade, a decadência, a tragédia familiar e a complexidade das relações humanas. A peça mergulha na mente das personagens, permitindo uma reflexão sobre a natureza da obsessão, do ressentimento e da busca por aprovação. A obra traz à tona questões sobre a feminilidade, a aparência e o papel das mulheres na sociedade, especialmente em um contexto de envelhecimento e perda de relevância. A história, originalmente adaptada para o cinema, tem uma forte base cultural que pode atrair tanto novos adeptos quanto os fãs da versão cinematográfica. Isso pode gerar diálogos sobre a adaptação de obras e suas interpretações. A dinâmica entre as irmãs, com suas rivalidades e segredos, oferece um espaço rico para o desenvolvimento de personagens e desafios dramáticos, fundamentais para o teatro. As mensagens são universais partindo de temas como o amor, a traição e a busca por redenção, permitindo que o público se identifique com as personagens e suas lutas. Ao montar "O que Teria Acontecido a Baby Jane?" vamos proporcionar não apenas entretenimento, mas também uma oportunidade de uma reflexão profunda sobre as relações humanas, a importância desacerbada sobre a aparência física (principalmente das mulheres) no mundo moderno e as complexidades da vida.
O espetáculo O que Teria Acontecido a Baby Jane de Henry Farrel e adaptação de Angela Ribeiro fará uma temporada de 18 apresentações em São Paulo capítal em um teatro comercial de aproximadamente 350/400 lugares aos finais de semana com preços populares de 60 reais a inteira, além de fazer um dia por mês do Paque quanto puder, onde os pagamentos serão efetuadas na saída do espetáculo e com o valor que o expectador pode pagar. E 2 apresentações na cidade de Santos gratuitas.
Não se aplica.
Acessibilidade do espetáculo “O Que Teria Acontecido a Baby Jane?” Para garantir o acesso amplo ao espetáculo teatral “O Que Teria Acontecido a Baby Jane?”, será implementado um plano de democratização abrangente, considerando diferentes públicos e métodos de acesso à peça. O plano está dividido em dois eixos principais: Acessibilidade Financeira e Acessibilidade Física. Cada um desses eixos visa ampliar o alcance e promover o envolvimento de diferentes comunidades com o projeto. Acessibilidade Financeira O objetivo é reduzir barreiras econômicas que possam impedir o acesso ao espetáculo, permitindo que pessoas de diferentes classes sociais possam participar. As ações previstas são: • Sessões Gratuitas: Das 18 apresentações na cidade de São Paulo, 2 (duas) serão gratuitas, destinadas a grupos de escolas públicas, centros culturais de comunidades, e projetos sociais. • Parcerias com ONGs e Projetos Sociais: Serão firmadas parcerias com organizações não-governamentais e projetos que atuem em áreas vulneráveis para procurar meios de acesso a peça, como por exemplo destinar para além da lei 10% de gratuidade durante a temporada. Faremos, também um final de semana do "Pague quanto puder!", onde o publico em geral vai pagar o valor que pode pagar ou que achar justo. A cobrança desses ingressos, nesse final de semana, será após as apresentações. Acessibilidade Física e Inclusiva Espaço Adaptado: O espaço cultural deverá ser adaptado para pessoas com deficiência física, contando com rampas de acesso, cadeiras de rodas e lugares reservados no auditório. • Libras e Audiodescrição: Serão disponibilizados intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais) em pelo menos 3 apresentações, e em 2 sessões haverá audiodescrição para deficientes visuais, ampliando a acessibilidade do espetáculo.
Democratozação de acesso O QUE TERIA ACONTECIDO A BABY JANE? Para garantir o acesso democrático ao espetáculo teatral “O Que Teria Acontecido a Baby Jane?”, será implementado um plano abrangente, considerando diferentes públicos e métodos de acesso à peça. O plano está dividido em duas ações principais: Ações Educativas e Ações de Divulgação. Cada uma dessas ações visa ampliar o alcance e promover o envolvimento de diferentes comunidades com o projeto. Ações Educativas O objetivo deste eixo é não apenas promover o espetáculo, mas também contribuir para a formação de plateias e o engajamento cultural de diferentes públicos, sobretudo aqueles que normalmente têm pouco acesso a produções teatrais Palestras e bate papo: Será oferecida uma palestra para debater sobre o processo criativo. • Bate papo pós-espetáculo: em algumas apresentações, haverá um bnate papo com o elenco e a equipe de produção, abordando temas como o envelhecimento na sociedade, o papel das mulheres maduras no cinema e teatro, e o impacto do subgênero “psico-biddy” na cultura pop. Essas conversas serão gratuitas e abertas ao público em geral. • Visita Guiada e Ensaio Aberto: Escolas e/ou grupos de projetos culturais terão a oportunidade de participar de uma visita guiada aos bastidores da montagem e de assistir a um ensaio aberto do espetáculo, criando uma experiência de aprendizado sobre o processo teatral. Ações de Divulgação Para garantir que a maior quantidade de pessoas saiba do espetáculo e tenha a chance de participar, as seguintes estratégias de divulgação serão implementadas: • Campanhas em Redes Sociais: Serão realizadas campanhas de divulgação em redes sociais, focadas em alcançar diferentes nichos de público, com conteúdo que explorem tanto o aspecto cultural quanto histórico do espetáculo. • Divulgação em Mídias Comunitárias: Haverá uma campanha específica voltada para rádios comunitárias, jornais de bairro e canais de comunicação de organizações sociais, visando alcançar públicos que tradicionalmente têm menos acesso a mídias de grande circulação. • Materiais de Divulgação em Formatos Acessíveis: Divulgação inclusiva com todo o material de divulgação, como flyers e cartazes, será disponibilizado em formatos digitais acessíveis, permitindo que pessoas com deficiência visual possam acessar as informações. Cronograma de Execução • 1º a 2º mês: Parcerias com ONGs, escolas, e instituições culturais; planejamento das ações de acessibilidade e educação. •3º a 4º mês: Implementação das campanhas de divulgação e ações educativas nas cidades de São Paulo e Santos. • 5º ao 9º mês: Visita guiada, Ensaio aberto, Temporada de apresentações, com sessões gratuitas, Palestra e Bate papo Com essas ações, o projeto buscará garantir o acesso e a participação ampla e diversificada, promovendo a inclusão social e cultural através do teatro.
FICHA TÉCNICA - O QUE TERIA ACONTECIDO A BABY JANE? Autor Henry Farrel/Adaptação Angela Ribeiro/Direção Artística Dagoberto Feliz/Elenco Silmara Deon, Cacau Merz e Demian Pinto/Figurinos Léo Pacheco/Cenografia Kleber Montanheiro/Desenho de Luz Aline Santini/Coordenação de Produção Joana Pergorari/Direção de Produção Silmara Deon ANGELA RIBEIRO – DRAMATURGA Angela Ribeiro é uma dramaturga e atriz paraense formada pela Escola de Arte Dramática da USP e pelo CPT, Centro de Pesquisa Teatral, dirigido por Antunes Filho. Dramaturga formada pelo SESI Britsh Council, premiada pelo Shell em 2018 com texto REFLUXO, dirigido por Eric Lenate. Escreveu e dirigiu as peças Boletim, apresentada no Curto Circuito do MOTIN e Poderia Ter Sido, apresentado na Satyrianas em 2016. No teatro foi dirigida por Georgette Fadel, Paulo Maeda, Bete Dorgan, Mirian Rinaldi, Rodolfo Vasquez, Rogerio Toscano, Luis Damasceno, Jose Fernando Azevedo, Thiago Balieiro, Rodrigo Audi e Roberto Audio entre outros. É uma das dramaturgas do espetáculo Quantos Segundos Dura Uma Nuvem de Poeira e também do espetáculo infantil Oliver Twist, indicado em três categorias no Prêmio Aplauso Brasil, incluindo dramaturgia. No cinema protagonizou e é coautora do curta Sophia dirigido por Alexandre Carvalho, do AP43. Dramaturgias realizado no SESC IPIRANGA, onde compôs a mesa Por uma Dramaturgia de Mulheres. DAGOBERTO FELIZ - DIRETOR Fundador do Grupo Teatral FOLIAS. Junto ao Folias participou como diretor, ator ou diretor musical de vários espetáculos: 7 Pisos, Chiquita Bacana no Reino das Bananas, Folias d’Arc, Folias Galileu, A Saga Musical de Cecília Santa, A Dócil, Medéia, a Mulher-Fera, Cabaré da Santa, Orestéia, El Día Que me Quieras, Otelo, Babilônia e Happy End. Com outros núcleos teatrais: Iron-o Homem da Máscara de Ferro, A Paixão do Vazio, O Náufrago, Fausto, A Triste História de Cândida Erêndira e sua Avó Desalmada, Amar, Verbo Intransitivo, Terrenal, Jornada de Um Imbecil Até O Entendimento, MPB-Musical Popular Brasileiro, Cantando na Chuva, Roque Santeiro, Rainhas do Orinoco, Peer Gynt, Godspell, A Tempestade, Cabaré Falocrático, Hamlet ao Molho Picante, Single Singers Bar, Le Devin Du Village, The Pillowman, Processo de Giordano Bruno, Logun-Edé, Noite na Taverna, Casting, Cabaré das Utopias entre muitos outros. No cinema atuou em Papai é Pop, Todos Os Mortos, O Selvagem, Onde Quer Que Você Esteja, Os Caubóis Do Apocalipse, A Primeira Missa, O Que se Move, O Circo Da Noite entre outros. Premiações: Shell de direção musical, APCA por Chiquita Bacana e Folias Galileu e prêmios de melhor ator em Festivais de Cinema. SILMARA DEON - ATRIZ E PRODUTORA CULTURAL Silmara Deon em 2000 sua carreira tomou outro rumo, quando conheceu Plinio Marcos grande dramaturgo brasileiro, criando uma amizade que durou até sua morte. Aos 30 anos produziu e estreiou “A Mancha Roxa” com a direção de Roberto Lage, peça foi aclamada pela crítica e público. Pertenceu ao “Grupo Folias”, existente há mais de 25 anos e com vários prêmios, onde fez o cabaré “Single Singles Bar”, onde cantava um repertório de Brecht a Cole Porter. Simultaneamente fez o musical “Marias do Brasil” em 2004, onde pôde compartilhar da experiência do cantor Chico César. Em 2007 fez “Macbeth - A Peça Escocesa” de Shakespeare, interpretando uma das bruxas e a Lady Macduff com a direção de Regina Galdino. Como executiva, trabalhou em produções com elenco de nomes famosos como Jô Soares, Cleyde Yáconis, Denise Fraga.Em 2009 abriu sua própria produtora: a Deonzera Filmes. No audiovisual participou da série Manhãs de Setembro, direção de Luís Pinheiro pela Prime Video, Irmandade da Netflix, Dois Tempos com a direção de Vera Egito pela Star + e o filme Maníaco do Parque, estrelado por Silvero Pereira. Produziu e atuou no curta Joana Darc, escolhido para participar da Mostra Sesc de SP. No momento está filmando a série Tremembé. CACAU MERZ – ATRIZ Atriz formada pela Escola Superior de Artes Célia Helena- 1999 e professora e assistente de direção Escola Superior de Artes Célia Helena2000 a 2012. Professora Curso Livre de Teatro MAM - 2003 a 2007. PEÇAS TEATRAIS O círculo de giz caucasiano – direção Marco Antonio Rodrigues - curta metragem – direção Ana Paula Nero – atriz Ensaio sobre a cegueira – direção Marco Antonio Rodrigues – atriz Mockimpott – direção Marco Antonio Rodrigues - atriz A Maldição do Vale Negro – direção Dagoberto Feliz – atriz Otelo – direção Marco Antonio Rodrigues – assistente de direção – premio Shell 2007 de direção Nada mais foi dito nem perguntado – direção geral de Marco Antonio Rodrigues – atriz Noite de Reis – direção Marco Antonio Rodrigues – atriz Hamlet ao Molho Picante – direção de Dagoberto Feliz - atriz Single Singers Bar – direção Dagoberto Feliz – atriz A Vida em Vermelho - Brecht e Piaf com Leticia Sabatella. DEMIAN PINTO – MÚSICO E ATOR Participou de mais de 40 espetáculos em diversas funções, tais como: Macário direção José Fernando de Azevedo, Farsa do Monumento com Tablado de Arruar, Single Singers Bar de Dagoberto Feliz, Romeu e Julieta direção Rodolfo Amorin, El dia que me quieras com grupo Folias d´Arte,“Lennya direção Regina Galdino, Dias Felizes direção de Emílio di Biasi, Ópera de Sabão direção Pedro Granato, A Tempestade direção Marcelo Lazzaratto, A Vida em Vermelho Brecht e Piaf direção de Bruno Perillo, Meu reino por um cavalo, Sal direção de Christiane Tricerrie Sorriso direção de Cláudia Shapira e Cibele Forjaz. LÉO PACHECO – ATOR, FIGURINISTA E VISAGISTA. PRÊMIO SHELL de Figurino por ÓPERA DO MALANDRO com Gabriel Villela e A MULHER DO TREM. TEATRO- No teatro, destacamos MÁSCARAS – texto e direção de Augusto Francisco; PÓLVORA E POESIA de Alcides Nogueira, direção de Marcio Aurelio; Camille e Rodin de Franz Kepler, direção de Elias Andreato; PARA TÃO LONGO AMOR de Maria Adelaide Amaral, direção de Yara Novaes e Carlos Gradim NOVELAS - TV GLOBO: BELÍSSIMA de Silvio de Abreu; TITITI de Maria Adelaide Amaral; PARAÍSO e VELHO CHICO ambas de Benedito Rui Barbosa; JÓIA RARA de Duca Rachid e Thelma Guedes; NOVO MUNDO de Thereza Falcão e Alessandro Marson; O SÉTIMO GUARDIÃO de Aguinaldo Silva, PANTANAL de Benedito Rui Barbosa, JOCA em CARA E CORAGEM de Claudia Souto, FUZUÊ de Gustavo Reiz e direção de Fabrício Mamberti. ALINE SANTINI – DESENHO DE LUZ Graduada em Artes Visuais e Pós Graduada em Lighting Design na Faculdade Belas Artes em 2016. Indicada seis vezes ao prêmio Shell na categoria Iluminação ganhou o prêmio em 2024 com o espetáculo MUTAÇÕES. Vencedora do prêmio Denilto Gomes no ano 2017 com o a luz do espetáculo de dança SHINE. Indicada duas vezes ao prêmio APCA de dança. Ministra oficinas de iluminação cênica em Oficinas Culturais, Sesc e SP Escola de Teatro.Participou de festivais nacionais e internacionais de teatro e dança na Alemanha, Croácia, Argentina, Bolívia, Portugal, Irlanda e França. KLEBER MONTANHEIRO – CENÓGRAFO, FIGURINISTA, DIRETOR E ATOR Multiartista com 30 anos de carreira, é diretor cênico, cenógrafo, figurinista e artista visual em expografia. Indicado a mais de 25 prêmios (FEMSA, APCA, Shell, Prêmio Bibi Ferreira e Prêmio DID - Destaque Imprensa Digital) em diversas categorias, foi contemplado pela maioria delas. Destacam-se em sua direção espetáculos como Ópera do Malandro, de Chico Buarque de Holanda; Carmen, a Grande Pequena Notável, de Heloísa Seixas e Júlia Romeu; Nossos Ossos, do livro homônimo de Marcelino Freire e Tatuagem, um musical adaptado do filme de Hilton Lacerda, da qual recebeu diversas indicações ao prêmio Bibi Ferreira e venceu o prêmio APCA como melhor diretor. Por Carmen, a Grande Pequena Notável, recebeu o Prêmio São Paulo de melhor figurino. Dirigiu, concebeu, criou cenografia e figurinos do musical da Broadway Cabaret, de John Kander e Fred Ebb.
PROJETO ARQUIVADO.