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PRONAC 2413873Autorizada a captação total dos recursosMecenato

CHORO & JAZZ NA SALA

CANA CAIANA PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 353,7 mil
Aprovado
R$ 353,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-01-01
Término
2026-06-30
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O festival "Choro & Jazz na Sala" visa explorar a rica conexão entre choro e jazz, celebrando as semelhanças e singularidades desses gêneros que, apesar de suas origens distintas, compartilham um legado comum de improvisação e virtuosismo. Serão 02 dias de Festival, com 03 apresentações por dia, nos dias 25 e 26 de abril de 2025, mês em que se comemora tanto o Dia do Choro (23 de abril) quanto o dia do Jazz (30 de abril). Promover o encontro presencial de músicos de destaque no cenário da música instrumental brasileira, convergindo em 2 dias de shows, selecionados através da curadoria do violonista e compositor Zé Paulo Becker. O festival está previsto para acontecer na Sala Cecília Meireles (e anexo Guiomar Novaes) - uma das casas de concerto mais tradicionais do Brasil situada no coração da Lapa, centro da cidade. Espaço pertencente à Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro/FUNARJ.

Sinopse

Workshop de choro - dia 23 de abril de 2025 Horário de início: 15:00 Horário de término: 19:00 Local: a ser definido Dia 01 Festival Choro & Jazz na Sala - 25 de abril de 2025. Horário de início: 19hrs Horário de término: 00:00 03 apresentações musicais Local: Sala Cecília Meirelles Dia 02 Festival Choro & Jazz na Sala - 26 de abril de 2025. Horário de início: 19hrs Horário de término: 00:00 03 apresentações musicais Local: Sala Cecília Meirelles

Objetivos

Objetivos Gerais - Oferecer shows gratuitos com músicos de renome do Brasil, valorizando as origens da música popular brasileira através do choro e seu intercâmbio musical com o Jazz. - Promover o diálogo entre gêneros musicais nacionais e internacionais, suas semelhanças e influências para a música brasileira; Objetivos Específicos: - Realizar dois dias de Festival de choro e jazz na cidade do Rio de Janeiro; - Realizar 03 shows por dia, totalizando 06 apresentações musicais; - Realizar um workshop sobre choro em parceria com instituição de ensino de música de projeto social da cidade do Rio de Janeiro.

Justificativa

O projeto se enquadra nos seguintes artigos da lei 8313/91: Art. 1 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; e Art. 3 II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; V - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Estimular a circulação de shows gratuitos de choro e jazz é fundamental para preservação e difusão destes 02 gêneros musicais que estão presentes na base de influência do que se transformou a música brasileira pós década de 60. São gêneros que não estão mais tão presentes na cultura mercadológica atual e precisam de apoio do MINC para continuar sendo oferecido ao público. O choro e o jazz surgiram em um período de intensa troca cultural e musical. O choro começou a se desenvolver no final do século XIX no Rio de Janeiro, enquanto o jazz começou a ganhar forma no início do século XX em Nova Orleans, Louisiana. Ambos os gêneros foram influenciados por uma mistura de tradições musicais europeias, africanas e locais. A relação entre choro e jazz é muito mais próxima do que podemos imaginar. Ambos enfatizam a improvisação e o virtuosismo. Quem já participou ou assistiu uma roda de choro e uma jam session sabe da veracidade dessa afirmação. No Brasil, as cenas musicais e artísticas tendem a se misturar bastante, conforme disse Hamilton de Holanda, um dos grandes representantes da música instrumental brasileira no mundo: "o Brasil é um continente, artisticamente falando." O país possui uma vasta diversidade de gêneros musicais e manifestações culturais, e o jazz, que se tornou uma manifestação mundial, não é mais exclusivo dos Estados Unidos. No Brasil, o jazz aparece na bossa nova como um primo legítimo do choro. O Brasil entende o jazz juntamente com a própria música brasileira, como a bossa nova e a MPB, especialmente devido à capacidade do brasileiro na improvisação. No Choro, a performance desejável está vinculada ao desempenho do músico na Roda, na interpretação o "virtuosismo e expressividade" mostram-se como elementos capazes de contribuir na construção da identidade do instrumentista como Chorão. Dessa forma, o projeto pretende explorar a rica conexão entre choro e jazz, celebrando as semelhanças e singularidades desses gêneros que, apesar de suas origens distintas, compartilham um legado comum de improvisação, virtuosismo e profunda comunicação emocional. Ao promover um intercâmbio cultural entre músicos e apreciadores de choro e jazz, buscamos fortalecer ainda mais essa relação, criando novas oportunidades para a expressão artística e a valorização de nosso patrimônio musical. Viva a música instrumental brasileira!

Estratégia de execução

Não se aplica

Especificação técnica

Projeto pedagógico do Workshop Workshop: Choro Tradicional (4 horas) Objetivos: Oferecer uma experiência prática e informativa sobre o gênero choro, com foco em aspectos musicais históricos e interpretativos; Metodologia: Abordagem prática e interativa, com roda de choro com participação ativa dos alunos; Conteúdo Programático: Inclui a introdução ao choro, aspectos musicais como harmonia e improvisação, ritmos característicos e estudo de repertório selecionado; Encerramento: Apresentação aberta ao público em formato de roda de choro com alunos e professores

Acessibilidade

- Tecnologia assistida: Intérprete de LIBRAS em todos os shows. - Separação de um local reservado aos PCD´s e idosos, com sinalização em placas visíveis, contendo símbolos internacionais de acessibilidade e o símbolo do idoso, presente em locais estratégicos, como entradas, acessos ao palco e áreas reservadas. As placas e indicações serão colocadas a uma altura visível tanto para quem está em pé quanto para quem está sentado, como no caso de cadeirantes. - Serão utilizadas cores contrastantes nas placas, garantindo a sua legibilidade, especialmente para pessoas com baixa visão. - Contratação de profissional treinado para atendimento aos idosos e PCD´S, oferecendo auxílio na recepção, acompanhamento ao local reservado, prestando informações relevantes e auxílio técnico, quando necessário. - O local escolhido deverá apresentar medidas básicas de acessibilidade, como rampas de acesso ou elevadores acessíveis, portas e corredores amplos para o trânsito de cadeira de rodas, sinalização adequada e banheiros acessíveis. - Todas as medidas de acessibilidade serão inseridas nos materiais de divulgação, e algumas campanhas em redes sociais e google ads serão realizadas especificamente para estes grupos, como forma de garantir o acesso deste público à informação.

Democratização do acesso

Todos os shows serão gratuitos. Para ampliar a democratização de acesso, cerca de 30% dos ingressos serão distribuídos exclusivamente para instituições públicas de ensino de música e pessoas atendidas por projetos sociais voltados para grupos em vulnerabilidade social. Haverá transmissão do festival ao vivo no youtube.

Ficha técnica

Coordenação Geral Cristiane Fernandes Graduada em Artes Visuais pela Universidade Federal de Goiás e Pós-graduada em Produção Cultural pela Universidade Cândido Mendes. Atua no desenvolvimento de projetos, planejamento, gestão e supervisão de programas e equipes na área cultural, social e coorporativa. Desde 2017 é proprietária da Cana Caiana Produções Culturais. Desenvolve ideias e projetos com músicos como Dudu Oliveira, Bebê Kramer, Alana Moraes, Pra Gira Girar, Cirandinhas Bebê e Cia, Choro Negro, Sambalangandã, Grupo Jequitibá, Mari Jascalevich, Inácio Rios, Pedro Cantalice entre outros. Já atuou na produção executiva de shows de grandes nomes como Milton Nascimento e Almir Sater. Foi produtora do concurso Comida di Buteco RJ. E por 2 anos produtora na empresa Viva Eventos Rio, onde realizou shows de nomes como: Papatinho, Pixote, Mumuzinho, Furacão 2000. Coordenação de Produção Patricia Rangel é formada em sociologia, produtora cultural e pós-graduanda em Gestão Cultural. É consultora especializada em projetos culturais. Presidente da ONG Casa do Mundo, ela realizou diversos festivais de música, como Jazz do Mundo, Rock´n Casa, Forró do Cantinho, Cine Clube CineSopa e oficinas de música, como Rio Maracatu e Tambores do Mundo. Entre 2007 e 2014 foi gerente de relacionamento do Banco do Brasil. Foi proprietária do Hostel Casa do Mundo entre 2016 e 2020. Curadoria Zé Paulo Becker Zé Paulo Becker é violonista e compositor, tem 12 cds gravados, 2 dvds e 2 livros. Como compositor é parceiro de Paulo Cesar Pinheiro, Aldir Blanc, entre outros. Já foi gravado por Ney Matogrosso. É violonista há 20 anos do grupo de choro Trio Madeira Brasil, que gravou DVD em 2016. Ganhou Prêmio da Música Brasileira em 2011. É diretor musical do DVD Geração Semente (2016). Autor de dois livros: “O violão na roda de choro” e o “Levadas Brasileiras”. Zé Paulo já se apresentou em mais de 20 países em sua carreira solo, e já tocou e gravou com nomes como Ney Matogrosso, Elza Soares, Chico Buarque, Yamandú Costa, Wagner Tiso, Francis Hime, Zé Renato, Marcos Sacramento entre outros. É professor da Universidade Federal de Juiz de Fora (MG). Em 2018 comemorou 30 anos de carreira. Zé Paulo Becker é violonista e compositor, tem 16 cds gravados, 2 dvds e 2 livros de partituras e 1 método sobre ritmos brasileiros. Como compositor é parceiro de Paulo Cesar Pinheiro, Aldir Blanc, entre outros. Já foi gravado por Ney Matogrosso, Roberta Sá , Pedro Miranda e Moyseis Marques. Já tocou ou gravou com Chico Buarque, Milton Nascimento, Yamandu Costa, Paulo Moura, Armandinho, Elza Soares, Wagner Tiso, Francis Hime. Como violonista erudito antes de enveredar pela música popular ganhou o 1º lugar no Concurso Villa-Lobos em 1992. É violonista há 25 anos do Trio Madeira Brasil, que gravou DVD em 2016 e ganhou o Prêmio da Música Brasileira em 2011. Já se apresentou solo ou com o Trio em mais de 20 países.Tem Doutorado em música e leciona na UFJF desde 2014.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.