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O projeto Carpinteiros da Amazônia _ Milão tem como objetivo promover e valorizar o patrimônio imaterial das comunidades ribeirinhas nas ilhas da região amazônica do Pará, como a Ilha Murucutu, Furo do Benedito, A iniciativa inclui a exibição de um documentário e uma exposição de design colaborativo, unindo carpinteiros amazônicos e designers renomados, no prestigiado circuito de design em Milão. O projeto destaca a riqueza cultural e a sustentabilidade do design brasileiro, chamando a atenção global para as práticas tradicionais e inovadoras da carpintaria amazônica, enquanto fomenta o senso de pertencimento e inclusão social de um comunidade guardiã da cultura e biodiversidade da floresta.
SINOPSE DA OBRA Todas as atividades propostas pelo Projeto Carpinteiros da Amazonia possuem classificação Livre 1) Documentário: "Carpinteiros da Amazônia"O documentário "Carpinteiros da Amazônia" explora a vida e o trabalho dos mestres carpinteiros das comunidades ribeirinhas do Pará. A narrativa foca nas técnicas ancestrais de carpintaria, transmitidas de geração em geração, e como essas práticas se integram ao design contemporâneo, promovendo a sustentabilidade. O filme destaca a importância cultural e ambiental dessas tradições, sensibilizando o público para a necessidade de preservação. Através de entrevistas e imagens impactantes, o documentário oferece uma visão íntima das comunidades e suas contribuições únicas para o patrimônio cultural brasileiro. 2) Exposição de Design e Cultura AmazônicaA exposição apresenta uma coleção de peças de design colaborativo, criadas por carpinteiros amazônicos em parceria com designers renomados. As obras expostas refletem a rica herança cultural da Amazônia, combinando técnicas tradicionais com inovações modernas. A exposição inclui 15 peças de design e 15 fotografias que capturam a essência do artesanato amazônico. O espaço expositivo é cenograficamente ambientado para proporcionar uma experiência imersiva, destacando a biodiversidade e a cultura da região. 3) Bate papo com os mestres Carpinteiros e designers do projeto Sessões interativas onde carpinteiros amazônicos e designers renomados compartilham suas experiências e conhecimentos com o público. Estas sessões promoverão o diálogo cultural e a troca de ideias, permitindo aos visitantes do mundo inteiro que participam desta importante semana do Design conhecerem um pouco sobre o processo criativo e as práticas sustentáveis utilizadas na criação das peças de design.4) Experiência Gastronômica ParaenseA experiência gastronômica oferecerá aos visitantes a oportunidade de degustar frutos e bebidas típicos da culinária paraense, preparados com ingredientes locais e também sustentáveis. Destacando a riqueza dos sabores amazônicos, e promovendo a cultura e os ingredientes típicos da região. Um Chefs Paraense conduzirá uma pequena cerimonia de degustação, em formato aperitivo substituindo a tradicional azeitona e batatinha por castanhas do Pará e o vinho por cachaça de Jambu o e sucos de frutas típicas explicando a origem de cada ingrediente e bebidas típicas oferecidos.
Objetivo Geral do Projeto : O projeto "Carpinteiros da Amazônia" tem como objetivo destacar e preservar o conhecimento ancestral dos carpinteiros amazônicos, promovendo e valorizando a identidade cultural das comunidades ribeirinhas. Ele enfatiza o uso de materiais sustentáveis e práticas de design que respeitam o meio ambiente, demonstrando o potencial do design brasileiro para um futuro mais sustentável. O projeto visa levar a cultura e o design amazônico ao cenário global através de uma exposição em Milão, onde a presença dos carpinteiros das comunidades ribeirinhas do Norte do Brasil simboliza a inclusão social desses artesãos, aumentando a visibilidade e o reconhecimento internacional do patrimônio cultural brasileiro. A partir da exposição de suas obras Além disso, busca sensibilizar a partir dos documentários o público internacional sobre a importância da preservação das tradições culturais e da biodiversidade da Amazônia, utilizando uma narrativa envolvente e visualmente impactante, especialmente relevante com o Pará sendo sede da COP30. Objetivos específicos: Realizar uma exposição de seis dias, de 8 a 13 de abril, apresentando as peças de design colaborativo entre carpinteiros amazônicos e designers renomados e os designers do Pará da Gua ArquiteturaExibir 15 peças de design e 15 fotografias que destacam a cultura dos carpinteiros da Amazonia , e trabalhos como o do artista plástico Marinaldo e o abecedario do Instituto Abridores de Latas. Realizar 30 exibições do documentário Carpinteiros da Amazônia, com cinco exibições por dia, uma a cada duas horas.Promover a exibição integral do documentário Carpinteiros da Amazonia com capacidade para 200 pessoas por sessão totalizando um impacto de 1.200 pessoas ao longo do evento.Inclusão de 5 mestres carpinteiros moradores de áreas de difícil acesso e situação de vulnerabilidade social no circuito do design mundial , proporcionando uma experiência enriquecedora e educativa sobre o processo criativo e as práticas sustentáveis com destaque a AmazoniaOferecer 2 dias de coquetel degustação de produtos originários da Amazonia para 200 pessoas dia, utilizando ingredientes típicos da cultura paraense, totalizando 400 pessoas impactadas durante o evento. Marcar presença Brasileira com destaque a região Norte do Pais no circuito Nacional de Design e da região Norte do Pais na semana de Design de Milão que em 2024 recebe
Justificativa do Projeto O projeto "Carpinteiros da Amazônia" é uma iniciativa essencial para a valorização e preservação do patrimônio cultural imaterial das comunidades ribeirinhas do Pará, uma região que historicamente tem recebido pouca visibilidade no cenário nacional e internacional. A região Norte do Brasil, rica em biodiversidade e cultura, enfrenta desafios significativos em termos de reconhecimento e valorização de suas tradições e práticas culturais. No final de 2023, o Ministério da Cultura, em colaboração com o Banco da Amazônia, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Correios, iniciou um movimento para apoiar os agentes culturais do Pará. No entanto, ainda há um longo caminho a percorrer devido ao vasto patrimônio cultural da região e aos desafios de acesso.O projeto preenche essa lacuna de maneira inédita, proporcionando visibilidade aos artesãos da carpintaria amazônica, cujas técnicas ancestrais e conhecimentos transmitidos de geração em geração representam um legado cultural ameaçado pela modernização e pela falta de interesse das novas gerações. Este projeto busca destacar a importância desses saberes tradicionais, promovendo a identidade cultural única das comunidades ribeirinhas e garantindo que essas práticas não se percam com o tempo. Além deste importante papel de preservar tradições, o projeto enfatiza o uso de materiais sustentáveis e práticas de design que respeitam o meio ambiente. Ao integrar carpinteiros locais com designers renomados, a iniciativa demonstra o potencial do design brasileiro em contribuir para um futuro mais sustentável, promovendo soluções inovadoras que respeitam a biodiversidade Amazônica. A exposição planejada para o circuito de design em Milão oferece uma plataforma sem precedentes para levar a cultura e o design amazônico ao cenário global. Esta visibilidade internacional é crucial para aumentar o reconhecimento do patrimônio cultural brasileiro e destacar a riqueza cultural da região Norte. A participação de carpinteiros das comunidades ribeirinhas não só promove a inclusão social desses artesãos, mas também reforça a importância de suas contribuições culturais no contexto global. O projeto também visa educar o público internacional sobre a importância da preservação das tradições culturais e da biodiversidade da Amazônia. Através de uma narrativa envolvente e visualmente impactante, o projeto busca sensibilizar as audiências sobre os desafios enfrentados pela região e a necessidade urgente de preservar seu rico patrimônio cultural e natural. Esta exposição contribui significativamente para a discussão global que ocorrerá durante a COP30. O projeto Carpinteiros da amazônia não apenas celebra a cultura amazônica, mas também destaca a autenticidade única do trabalho dos ribeirinhos, que, ao ganhar visibilidade internacional, tem o potencial de inspirar outros movimentos culturais. Esta autenticidade, enraizada nas práticas tradicionais e no profundo conhecimento ancestral dos carpinteiros amazônicos, oferece uma alternativa poderosa à cultura de cópias dos modelos internacionais, promovendo um design que valoriza a originalidade e a riqueza cultural do Brasil.Ao trazer à tona a singularidade do design amazônico, o projeto encoraja uma abordagem mais autêntica e inovadora, que se afasta das tendências homogeneizadoras e abraça a diversidade cultural. Assim a visibilidade internacional alcançada através da exposição em Milão serve como um catalisador para a promoção de um design que respeita e celebra as raízes culturais, incentivando outros a explorar e valorizar este território fértil das tradições culturais , como caminho para um futuro onde a autenticidade, sustentabilidade e tecnologia social são reconhecidas e valorizadas mundialmente. Da finalidade do projeto de acordo com o artigo 1º da Lei 8313/91 atendemos as seguintes finalidades int.erconetctadas nos objetivos e essância do projeto I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Com relação ao artigo 3º temos: Art. 3º Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1º desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: a) realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens; E complementando de acordo com o DECRETO Nº 11.453, DE 23 DE MARÇO DE 2023, o Projeto esta alinhado nos seguintes incisos previsto no artigo3º : Art. 3º Os mecanismos de fomento cultural contribuirão para: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; IV - promover o restauro, a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em suas dimensões material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais; VIII - fomentar o desenvolvimento de atividades artísticas e culturais pelos povos indígenas e pelas comunidades tradicionais brasileiras; XII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão culturais; XIII - promover a difusão e a valorização das expressões culturais brasileiras no exterior e o intercâmbio cultural com outros países;
Na fachada do teatro haverá uma cenografia em projeção de mapping com imagens em referência as casas ribeirinhas. Na entrada do teatro, será feita uma cenografia com peças criadas em miriti, matéria prima típica do Pará usada na criação de brinquedos e artesanato. Uma exposição de fotografias das casas ribeirinhas e do cotidiano paraense serão apresentadas no percurso da escadaria que leva ao foyer onde estarão expostos os bancos da série “21 Sentares”, criado pela Guá e executado pelos mestres carpinteiros, onde haverá também uma projeção da agenda do evento e pequenos teasers do documentário. Já no palco do teatro, será apresentada a exposição dos móveis desenvolvidos pelos carpinteiros da Amazônia cocriados com designers brasileiros. No palco também será apresentado o documentário “Carpinteiros da Amazônia” Na estreia da exposição, haverá um talk com os mestres carpinteiros, acompanhado de coquetel preparado por um Chef paraense. Durante a exposição, de 08 a 13 de abril de 2025, o documentário será projetado no palco em looping (sem pausas), exceto às 18:00, quando será realizada uma sessão exclusiva para público inscrito online, com vagas limitadas a lotação do teatro.
Mobilidade reduzida rampas de acesso e elevadores para garantir a mobilidade de pessoas com deficiência física ou dificuldade de locomoção. Banheiros adaptados para atender às necessidades de pessoas com mobilidade reduzida.PcD Visuais:Disponibilização de audiodescrição para todas as peças expostas, permitindo que visitantes com deficiência visual possam compreender e apreciar os detalhes das obras.Catálogos em braille e áudio-guias para proporcionar uma experiência completa e informativa. PcD Auditivos:Vídeos e apresentações com legendas PcD Intelectuais:Não se aplica Um monitor dedicado a oferecer suporte a portadores de necessidades especiais garantindo sua inclusão nas atividades oferecidas pelo projeto.
Todas as atividades do programa são gratuitas e de classificação livre, estando apenas no caso da exibição diária a necessidade de reserva mediante a capacidade de 200 lugares de cada sessão. Com relação a ampliação de acesso Informe conforme artigo 28 da IN no 01/2023 temos ainda IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposicões, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;
FICHA TECNICA CURADORA E PROPONENTE DO PROJETO Taissa Buescu – Idealizadora e Curadora Geral do Projeto Jornalista de design há mais de 20 anos, Taissa Buescu é consultora criativa, curadora independente de design e palestrante. Foi diretora de conteúdo da Casa Vogue Brasil de 2010 a 2020, tendo publicado 114 edições da revista, além de ter lançado seu site e mídias sociais. Taissa também criou projetos inovadores de grande repercussão como Novos Talentos do Design (2013), Casa Vogue Experience (2015-2019), Prêmio Casa Vogue Design (2017-2020). Taissa assinou a curadoria de mostras no Brasil e no exterior como Evergreen Brazil em Miami, EUA (2016), Prêmio Casa Vogue em Milão (2018), DW 10 ANOS (2021), Mãos do Brasil (2022). Desde 2021 é curadora de conteúdo do Shopping Cidade Jardim, em São Paulo, codiretora de conteúdo da ELLE DECORATION BRASIL e curadora do prêmio ELLE DECO BRASIL DESIGN AWARDS, EDIDA BRASIL. EQUIPE DO PROJETO Luís Guedes – Co-curadoria do projeto e articulação com comunidade local Arquiteto sócio da Guá arquitetura. Há 4 anos a Guá desenvolve uma arquitetura que alia ancestralidade e contemporaneidade, com diversas pesquisas sobre saber fazer e conteúdos culturais imateriais da Amazônia. Vencedor do prêmio ELLE DECO BRASIL DESIGN AWARDS 2024 e palestrante do Pacto Global da ONU. Pablo Vale – Co-curadoria do projeto e articulação com comunidade local Arquiteto sócio da Guá arquitetura. Há 4 anos a Guá desenvolve uma arquitetura que alia ancestralidade e contemporaneidade, com diversas pesquisas sobre saber fazer e conteúdos culturais imateriais da Amazônia. Vencedor do prêmio ELLE DECO BRASIL DESIGN AWARDS 2024 e palestrante do Pacto Global da ONU. Natacha Pock – Coordenadora geral do projeto Designer de interiores, assistente de curadoria e produção especializada em design, é coordenadora do prêmio ELLE DECO BRASIL DESIGN AWARDS - EDIDA BRASIL, bem como colaboradora das publicações ELLE DECORATION BRASIL e Revista Cidade Jardim. Também atuou nas áreas comercial e de marketing do segundo setor por 15 anos, coordenando as atividades das áreas, baseada na análise de indicadores e dados de mercado. Larissa Ortiz – Gestão estratégica do projeto e captação de recursos Trends Inovation board member de conselhos de inclusão social e sustentabilidade docente e gestora com reconhecimento na área de negócios, estratégia, marketing, sustentabilidade e Economia Criativa, estando a frente de grandes iniciativas e projetos multissetoriais que conectam o empreendedorismo de impacto como o seu melhor caminho de futuro. 30 anos de carreira executiva, mais de 15 anos contribuindo no desenvolvimento da agenda ESG e Economia Criativa em empresas multisetoriais, governos, associações de classe entre outros agentes de mudança. Atualmente é responsável pela área de sustentabilidade da ELLE Brasil, consultora da Eco universo e conselho consultivo em pequenas e médias empresas. Camila Push – Produtora executiva do projeto Produtora executiva experiente em projetos culturais e sustentáveis, com destaque na organização de eventos de grande porte. Participou do projeto Ocupa Rua em 2020, com Alexandra Forbes e Gustavo Cedroni, também responsáveis pelo Gastromotiva no Rio de Janeiro. Como gestora operacional de projetos na empresa NTICS em 2021, com destaque para o projeto "Festival Conhecendo os ODS", se aprofundou em projetos sociais e de foco das ODS. Além disso, contribuiu na produção de edições da Feira Rosenbaum, promovendo o design brasileiro com enfoque na economia criativa. Com seu comprometimento com a causa sustentável e expertise em produção de projetos, ela busca impactar positivamente comunidades e promover a conscientização sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Joene Louchard Pesquisadora e articuladora com comunidade local Arquiteta e pesquisadora paraense com vasta experiência em design social e articulações com comunidades originárias da Amazônia Carpinteiros participantes presencialmente Mestre Edinaldo Mestre Edinaldo é um dos mais renomados carpinteiros da ilha do Murucutu. Com um profundo conhecimento das técnicas tradicionais de carpintaria, ele é um exemplo de como a tradição pode ser passada para as novas gerações, garantindo a perpetuação do saber cultural. Mestre Josa Residente no Furo do Benedito, Mestre Josa é conhecido por sua atenção aos detalhes e soluções estruturais inovadoras. Sua maestria na carpintaria é admirada por muitos, e ele se destaca por criar casas únicas que refletem a autenticidade e a excelência da carpintaria amazônica. Mestre Edson Mestre Edson é um carpinteiro multiartista conhecido por sua habilidade em integrar sonhos e criatividade em seus projetos. Ele é reconhecido por sua capacidade de visualizar e criar peças únicas, muitas vezes inspiradas por visões que ele tem durante o sono. Sua abordagem artística e inovadora contribui significativamente para o projeto.Mestre Ozéias Conhecido como o "Carpinteiro Botânico", Mestre Ozéias combina seu conhecimento das madeiras nativas com uma sensibilidade botânica única. Sua habilidade em trabalhar com materiais naturais e sua compreensão das condições locais fazem dele um colaborador valioso, trazendo uma perspectiva ecológica ao projeto. Mestre Valdiley Nascido na Vila do Céu, no arquipélago do Marajó, Mestre Valdiley é um exemplo de como uma oportunidade pode transformar vidas. Ele superou desafios para se tornar um carpinteiro respeitado, conhecido por sua dedicação e habilidade em criar peças que refletem a cultura e a identidade da região amazônica ARTISTAS CONVIDADOS Marinaldo Santos Nasceu em Belém do Pará em 1961. Artista Plástico auto didata vive e trabalha em Belém, desde 1980. Em 1987 começou a realizar individuais, e coletivas expondo no decorrer dos anos seguintes no Brasil e fora como Alemanha, Miami / EUA Roterdã / Holanda e França. No salão Arte - Pará entre 1986 e 1995 recebeu prémio de aquisição o mesmo ocorrendo no salão da UNAMA de pequenos formados, 1995 e 1996. No salão arte Pará de 1989 e 2002, foi GRANDE PRÉMIO, três vezes 1° lugar. Selecionado no salão da Bahia por quatro vezes consecutivas. Participou do salão Nacional de Goiânia 2001 - 2003. Trabalha com galeristas do Sudeste do Brasil, como Anna Maria Niemeyer. Atualmente dedica-se na produção de pinturas, objetos, desenhos e obras em acervos. INSTITUTO ABRIDORES DE LATAS Com o objetivo de valorizar o trabalho dos artistas conhecidos como ‘abridores de letras’ surgiu o Projeto “Letras que Flutuam”, que mapeia esses profissionais em diversos municípios ribeirinhos, nas regiões de Santarém, Marajó, Belém e Salgado, todos no estado do Pará. Este saber popular vem sendo objeto de estudo da pesquisadora Fernanda. desde 2004, quando foi tratado em monografia para a Especialização no Instituto de Ciências. . . O Instituto criou um abecedário com as letras pintadas por artistas que são parceiros do projeto, oriundos de diversos munícipios no Pará. https://www.letrasqflutuam.com.br/
PROJETO ARQUIVADO.