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O projeto Pindorama Modernista visa promover a valorização da identidade cultural brasileira ao destacar a influência da arte indígena nos movimentos modernistas e Art Déco do início do século XX. Serão produzidos 2.000 exemplares do livro, além de uma versão digital (eBook) com recursos de audiodescrição, garantindo acessibilidade e maior alcance. Como contrapartida social, será realizada uma exposição gratuita de 4 dias, com capacidade para até 500 pessoas, também com audiodescrição. O projeto busca preencher lacunas editoriais, integrando arte, arquitetura e patrimônio cultural, enquanto promove uma visão decolonial e inclusiva. Além de preservar esse legado, a obra inspirará novas produções entre artistas, designers e arquitetos contemporâneos.
Produto livro: SinopsePindorama Modernista aborda, através de textos e imagens, a influência da arte indígena nos movimentos artísticos modernos da primeira metade do século XX. Neste período, no Brasil e em vários países das Américas, as artes são marcadas pela busca de uma identidade nacional genuína, pretendendo romper com os padrões europeus predominantes. A cultura e a tradição de povos originários tornaram-se então uma fonte de estudo e inspiração para diferentes vertentes artísticas, desde as letras até as artes decorativas. A temática deixou um legado marcante na pintura, escultura, arquitetura, música, artes cênicas e gráficas, inundando os ambientes e influenciando um ideário de Novo Mundo. No Brasil, Portinari, Vicente do Rego Monteiro, Brecheret, Villa-Lobos e J. Carlos estão entre os que produziram obras-primas com a temática indígena. Na arquitetura foi marcante a atuação de estrangeiros como Prentice, Buddeus e Floderer. “Pindorama Modernista” tem como objetivo reunir um abrangente e rico patrimônio artístico, revelando ao leitor o movimento nativista que em 1922 foi explicitado pela Semana de Arte Moderna. O livro irá preencher importante lacuna editorial ao reunir em imagens comentadas a trajetória e a estreita relação entre Art Déco, Modernismo e a identidade brasileira resgatada em sua dimensão ancestral. Contrapartida social: Exposição A exposição convida o público a vivenciar esses momentos de introspecção e descoberta, refletindo sobre os personagens e cenários que habitam as páginas do livro e que são transpostos para o espaço expositivo com riqueza visual e emocional. Uma jornada que conecta cada visitante ao universo singular do autor, oferecendo um diálogo íntimo e profundo com o tema central do livro. Nesta obra, o autor mergulha nas profundezas da cultura e identidade nacional, revelando um rico entrelaçamento de histórias, tradições e imagens que moldam a essência de um povo. Com uma linguagem poética e provocadora, a narrativa explora temas de pertencimento, memória e transformação, onde o passado e o presente se fundem em uma busca incansável pela identidade.
Objetivo Geral Promover a valorização da identidade cultural brasileira por meio da publicação do livro Pindorama Modernista, que reúne e contextualiza a influência da arte indígena nos movimentos modernistas e Art Déco do início do século XX. O projeto busca preencher lacunas editoriais, oferecendo uma perspectiva integrada entre arte, arquitetura e patrimônio cultural, ao destacar a relevância do nativismo na construção de uma estética nacional. Objetivo Específico: - Produzir 2.000 exemplares do livro Pindorama Modernista, garantindo sua ampla distribuição e acesso ao público, para promover o conhecimento sobre a influência da arte indígena nos movimentos modernistas e Art Déco no Brasil.- Desenvolver e disponibilizar uma versão digital (eBook) do livro Pindorama Modernista, garantindo acessibilidade e alcance ampliado do conteúdo para diferentes públicos, por meio de plataformas digitais e dispositivos eletrônicos.- Realizar uma exposição gratuita de 4 dias como contrapartida social do projeto Pindorama Modernista, com capacidade para receber até 500 pessoas, apresentando conteúdos interativos e materiais visuais sobre a influência da arte indígena nos movimentos modernistas e Art Déco, promovendo a democratização do acesso à cultura e o engajamento da comunidade.- Incorporar recursos de audiodescrição na versão digital (eBook) e para a exposição de contrapartida com os trechos apresentados, garantindo acessibilidade para pessoas com deficiência visual e promovendo uma experiência inclusiva e equitativa na disseminação do conhecimento. - Realizar lançamento do livro em espaco socioeducativo com distribuição gratuita de exemplares
A busca por uma identidade nacional no Brasil, evidente nas artes e na arquitetura, encontra raízes no Art Déco e na brasilidade, inspirada nas origens indígenas e na natureza exuberante. A obra musical "O Guarani" simboliza essa busca por genuinidade, contrastando com influências europeias. O Modernismo brasileiro, impulsionado pela Semana de Arte Moderna de 1922 e pela famosa frase "Tupi or not Tupi" de Oswald de Andrade, incentiva uma estética que valoriza o indígena e o autêntico, refletindo-se nas artes visuais, arquitetura e design. A Ilha de Marajó, com sua rica tradição de artefatos indígenas, torna-se inspiração para um Art Déco brasileiro, criando uma estética que mistura o tradicional com o moderno. Essa influência se torna evidente em peças de mobiliário, vasos e cerâmicas, valorizadas por museus e colecionadores no Brasil e no exterior. Sob o governo de Getúlio Vargas, o "orgulho pátrio" enfatiza símbolos nativos e encoraja a adoção de temas indígenas em projetos de design, arquitetura e até na televisão, como exemplificado pela TV Tupi. Artistas brasileiros como Theodoro Braga, Oswaldo Goeldi e Victor Brecheret exploram temas indígenas e de inspiração Marajoara, fundindo tradição e modernidade. No Rio de Janeiro, ícones do Art Déco brasileiro, como o Edifício Itahy, destacam essa fusão, enquanto Pedro Correia de Araújo incorpora temas indígenas em obras arquitetônicas e decorativas. Outras figuras, como Hildegardo Leão-Velloso e Paulo Werneck, contribuem para o desenvolvimento dessa estética nativista, criando obras que celebram a fauna e flora brasileiras. A influência do Art Déco Nativista se estende a esculturas e design, popularizando o uso de temas indígenas como inspiração para objetos do cotidiano, monumentos e espaços públicos. Fernando Correia Dias, Vicente do Rego Monteiro e August Herborth são pioneiros dessa tendência, promovendo o "matavirgismo" _ uma identidade artística ancorada nas raízes brasileiras. Através de cerâmicas e mosaicos, eles revitalizam o passado indígena do Brasil, promovendo um nacionalismo artístico que resiste ao tempo. Em síntese, o Art Déco Nativista brasileiro surge como uma resposta à busca por uma identidade cultural própria, expressa no desejo de unificar modernidade e herança indígena, criando uma narrativa estética que, mesmo enfrentando resistências, marca a paisagem artística e arquitetônica do Brasil. O movimento revela a complexidade de uma identidade nacional ainda em construção, onde o passado e o presente dialogam com as artes e os símbolos dos povos originários. LEI ROUANET 8313/91 Artigo 1º: Inciso I: "Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais." O projeto "Pindorama Modernista" se propõe a facilitar o acesso a um conteúdo cultural rico e historicamente significativo sobre a influência da arte indígena no modernismo brasileiro. A produção de 2.000 exemplares físicos e a versão digital com audiodescrição amplia significativamente o acesso à cultura, atingindo diferentes públicos, inclusive pessoas com deficiência visual, e assegura o exercício dos direitos culturais por meio de uma publicação e de uma exposição acessíveis a todos. Inciso III: "Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores."O projeto valoriza e difunde as manifestações culturais indígenas e seu impacto no modernismo e Art Déco, promovendo uma visão decolonial e inclusiva que reafirma a importância do nativismo na formação da estética brasileira. Dessa forma, cumpre o papel de valorizar os criadores e as culturas que influenciaram essas expressões artísticas e históricas, estimulando um diálogo entre passado e presente nas artes e na arquitetura. Inciso V: "Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira."Através da publicação do livro e da exposição, o projeto promove o reconhecimento e preservação dos modos de expressão cultural e artística de influência indígena, que são fundamentais para a identidade brasileira. A obra desempenha um papel na continuidade desses valores culturais e os integra no imaginário contemporâneo, fomentando novas interpretações e produções artísticas e arquitetônicas baseadas nesse legado. Inciso VIII: "Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória."O projeto contribui para a difusão de um bem cultural de relevância universal, ao documentar a influência indígena e o modernismo brasileiro de maneira a informar e inspirar futuros artistas, designers e arquitetos. Além de preservar esse conhecimento, a obra e a exposição gratuita têm potencial educativo e de conscientização, promovendo a memória cultural e a reflexão sobre a construção identitária brasileira. Artigo 3º: Inciso II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: b) Edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.A produção e distribuição do livro "Pindorama Modernista" atende ao objetivo de editar uma obra que não apenas documenta, mas também contextualiza e reinterpreta a influência da arte indígena no desenvolvimento do modernismo e Art Déco no Brasil. A obra combina pesquisa nas áreas de ciências humanas, letras e artes, preenchendo uma lacuna editorial sobre a relação entre esses movimentos e a cultura indígena. Esse aspecto fortalece o impacto cultural e acadêmico do projeto, promovendo a ampliação do repertório cultural brasileiro com uma perspectiva inovadora e acessível.
Comunicação e Marketing A equipe de comunicação e marketing contará com profissionais de Planejamento, Social Media, Direção de Arte, Atendimento e um Videomaker para produzir e executar todas as ações estratégicas para promoção do livro, assim como a divulgação da exposição gratuita como contrapartida social. Declaração O proponente declara que não exerce, cumulativamente, pelo menos duas das seguintes funções: fabricação de livros ou de qualquer insumo necessário à sua fabricação; distribuição de livros ou conteúdos editoriais, inclusive em formatos digitais; ou comercialização de livros ou conteúdos editoriais, inclusive em formatos digitais; Sobre a diversidade de grupos étnicos em nossa equipe O projeto irá integrar e priorizar a inclusão de diversos grupos étnicos tanto em sua equipe como em seu público-alvo. Nossa equipe gerencial e de produção inclui diferentes perspectivas advindas de membros de grupos sub-representados que com suas atuações irão enriquecer e fomentar a inovação e a resiliência do projeto. Contamos com uma mulher trans, homens e mulheres PCDS, negros e pardos, de diferentes idades, alem de profissionais integrantes da comunidade lgbtqiap+ assim como pertencentes ao espectro autista. Estes estão representados pelos seguintes cargos: Elaboração do projeto, produtores executivos, intérprete de libras, palestrantes, assistente de produção.
Produto livro: - Formato: 22 x 29 cm (vertical) – Tamanho ideal para destacar as ilustrações e fotografias, proporcionando uma leitura confortável e uma experiência visual imersiva.- Número de Páginas: 248 páginas – Conteúdo extenso que permite uma abordagem rica e detalhada do tema, com espaço suficiente para explorar tanto texto quanto imagens.- Imagens: 130 imagens – Fotografias e ilustrações cuidadosamente selecionadas para complementar o texto, oferecendo um registro visual que enriquece a narrativa e reforça os aspectos culturais e históricos.- Papel do Miolo: Couché 150g/m² – Papel de alta qualidade, que destaca as cores e detalhes das imagens, proporcionando uma experiência tátil agradável e garantindo durabilidade.- Acabamento: Capa Flexível com estrutura maleável, tornando o livro mais leve e econômico.- Impressão: 4/4 cores (colorido em ambos os lados) – Permite uma reprodução de alta qualidade das imagens e ilustrações, garantindo vivacidade e precisão nas cores.- Tiragem: 2000 exemplares – Quantidade projetada para distribuição em bibliotecas públicas, projetos sociais e outras instituições, garantindo que o conteúdo alcance uma ampla gama de leitores e contribua para a democratização do acesso à cultura. Produto contrapartida social Exposição: Quantidade e Formato das Obras: - Total de Fotos: 12 fotografias em grande formato.- Tamanho: Cada foto medirá aproximadamente 1 metro de altura por 70 centímetros de largura (ajustável conforme o espaço).- Montagem: Impressas em alta resolução e aplicadas em placas de PVC com adesivo, garantindo leveza e durabilidade. Duração da Exposição: Período: 4 dias consecutivos. Espaço Expositivo: - Área Necessária: O espaço deve permitir a circulação fluida dos visitantes ao redor das 12 fotografias, com uma distância mínima de 1 metro entre cada obra.- Altura de Exposição: As fotografias serão instaladas em altura de visualização de 1,5 metro do chão ao centro da imagem.- Iluminação: Cada obra será destacada com spots de iluminação LED ajustáveis, para evitar reflexos e proporcionar uma visualização clara dos detalhes. Equipamentos e Estrutura de Montagem: - Sistema de Fixação: Suportes de parede ou painéis móveis de sustentação para montagem em PVC.- Iluminação Adicional: Projetores de luz direcionados para criar um ambiente imersivo, com iluminação específica para cada obra.- Cabos de Segurança: Dispositivos de segurança para fixação dos painéis, evitando quedas ou danos.
Produto: Livro Acessibilidade FÍSICA Não se aplica. A Acessibilidade de CONTEÚDO O livro contará com audiodescrição para tornar a leitura acessível a pessoas com deficiência visual, oferecendo uma descrição detalhada das imagens, e todo o conteúdo visual presente. A audiodescrição permitirá que o público cego ou com baixa visão compreenda plenamente o conteúdo e a narrativa visual, ampliando o alcance e a inclusão do livro. Além disso, enriquece a experiência de leitura, promovendo o direito à informação e à cultura. Produto: Contrapartidas Sociais Artes Visuais Exposição Cultural / Artística Acessibilidade FÍSICA O espaço onde o evento sera realizado contara com elevadores, rampas de acesso e espaço para cadeirantes. A Acessibilidade de CONTEÚDO - Interpprete de LIBRAS O projeto preve a presença de 2 profissionais responsáveis por garantir acessibilidade para pessoas surdas, promovendo uma experiência inclusiva. Os intérpretes facilitarão o entendimento do contexto e das explicações sobre peças apresentadas na exposição fotorafica, permitindo a comunicação plena entre artistas e o público surdo. O registro videográfico documentará o evento, permitindo que ele alcance um público mais amplo, incluindo pessoas que não puderam comparecer presencialmente. O vídeo registrará detalhes como a montagem das obras e as reações do público, preservando a experiência e o impacto da exposição para fins educativos, promocionais e de arquivo.
Produto: Livro Democratização de Acesso II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; O Instituto Art Déco Brasil compromete-se a doar, gratuitamente, 20% da tiragem (400 exemplares) a bibliotecas, museus e escolas públicas de todo o país. IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. § 8º A distribuição gratuita prevista no inciso II do caput, deverá ocorrer, preferencialmente, nos pontos de venda do produto cultural. Ampliação de acesso III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; Produto: Contrapartidas Sociais (Artes Visuais Exposição Cultural / Artística) Democratização de Acesso O evento terá acesso gratuito para o publico. Ampliação de acesso III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; O registro videografico com a cobertura do evento sera disponibilizado em canal aberto e gratuito pela internet.
Coordenação geral Função desempenhada pelo proponente, aqui representado por: Marcio Roiter, fundador e presidente do Instituto Art Déco Brasil, e considerado a maior autoridade em Art Déco do país. Curador de importantes exposições sobre o tema no Brasil e na Europa como “Hommage à René Lalique” na Casa França-Brasil, 1992; “Gallé et Rio”, no Parc des Expositions, em Nancy, 2005; “Coleção Berardo - Art Déco”, Ilha da Madeira, 2010; “1925, Quand l’Art Déco Séduit le Monde” – curador da sala dedicada ao Brasil, Palais de Chaillot, Paris, 2014 e “Rio como destino” em parceria com Paulo Knauss, Museu Histórico Nacional, 2015. Publicou o livro Rio de Janeiro Art Déco (2011), “Pindorama Modernista, a influência da arte indígena no Art Déco brasileiro”, in Culturas indígenas (2012), Art Nouveau & Art Déco: estilos de sedução pela Carvalho Hosken, 2014, e Rio Secreto, com Manoel de Almeida e Thomas Jonglez, premiado em 2017 com a Medalha de Prata da Independent Publisher Book Awards. No mesmo ano, foi nomeado Embaixador do Art Déco pela prefeitura de Saint-Quentin, cidade pioneira do Art Déco na França. Em 2010 recebeu o Prêmio de Cultura Estado do Rio de Janeiro – Patrimônio Material. É responsável por diversas restaurações de prédios Art Déco e Modernistas em parceria com a Prochnik Arquitetura, entre os quais o Bar Lagoa (1934), a portaria do Edifício Biarritz (1941), a Casa de Laranjeiras (c.1930), e o Edifício Glória 122 (1939), premiado com o Master Imobiliário na categoria Retrofit Profissional, em 2017. Coordenação Editorial Nubia Melhem Santos é pesquisadora e editora com formação em Letras, Literatura Brasileira e Portuguesa (PUC-RJ). Publicou “Era uma vez o Morro do Castelo” (IPHAN – 2000) com José Antonio Nonato, “Burle Marx: jardins e ecologia” (Jauá Editora e Senac RJ – 2002), “O Porto e a Cidade: o Rio de Janeiro de 1565 a 1910” (Editora Casa da Palavra) Prêmio Jabuti 2006 de Melhor livro de Arquitetura, Urbanismo, Fotografia, Comunicação e Artes, “Theatro Municipal do Rio de Janeiro: um século em cartaz” (Jauá Editora – 2011). Fez o argumento e pesquisa do documentário “Marcia Haydée, uma vida pela dança” (Indiana Filmes). E recentemente, como coordenadora editorial, “Amazônia das Palavras” (Associação Mapinguari, 2020), “Capanema Maru: O Ministério da Educação e Saúde” (2021), “Panorama da ópera no Brasil” (Edições Funarte). Trabalhou no IPHAN de 1986 a 2003 onde atuou como editora, a partir de 1993 publicando títulos relacionados a pesquisas sobre o patrimônio histórico e artístico. Elaboração do projeto Cicero Nogueira - possui uma carreira destacada em projetos culturais e sociais. Atualmente liderando o ITN, sua experiência inclui a coordenação e elaboração de projetos no Santuário do Cristo Redentor e no Instituto Terra Nova, quando ocupou o cargo de coordenador geral de projetos. Ele teve um papel significativo na Ação Comunitária do Brasil, envolvendo-se em projetos importantes como a Rio+20. Cursa Psicologia na Santa Úrsula. Como colaborador em publicações como "Razão porque fiquei", ele se dedica a fomentar a cultura e o desenvolvimento social através de sua liderança na organização. Luciana Almeida é formada em Gestão Cultural, especialização em leis de incentivo pela Fundação Nacional das Artes (FUNARTE) e Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Tem mais de 14 anos de experiência no mercado de negócios e projetos sociais. Mulher preta, oriunda da zona norte do Rio, especializada em ações antirracistas, foi idealizadora do projeto Resgate da Sabedoria Adinkra, focado em design e cultura preta, contemplado pelo edital público FOCA, em 2022.Tem experiência em gestão administrativa, gestão comercial, gestão de mídias sociais, além de produção de e-books, artes gráficas e edição de vídeos comerciais. Realizou o monitoramento e avaliação do projeto Um Novo Horizonte, realizado pelo Instituto Terra Nova, patrocinado pela Petrobras e executado no Departamento de Ações Socioeducativas - DEGASE-RJ, em 2014. Luciana Meireles é publicitária e atua há mais de 15 anos com projetos sociais e culturais. Foi sócia do empreendimento social Retalhos Cariocas e possui larga experiência com empreendedorismo social e interlocução entre empresas públicas e setor privado. Produziu eventos culturais no Brasil e no Reino Unido abordando temas como sustentabilidade, feminismo e ações antirracistas. Iniciou sua atuação no sistema Socioeducativo em 2013 como profissional de monitoramento e avaliação da Ong Ação Comunitária do Brasil, em diversas unidades do DEGASE. Neste mesmo projeto, foi compiladora do livro Um Novo Horizonte em Fotos, de 2015, lançado pela Editora Curió. Em 2016, foi Coordenadora Executiva do Projeto Um Novo Horizonte, também realizado em unidades do DEGASE e Patrocinado pela Petrobras, desta vez pelo Instituto Terra Nova, no qual também atuou na produção da cartilha: Uma ficção Adolescente. Apresentando o ECA e o SINASE, em parceria com o Observatório de Favelas. Rio de Janeiro.Contribuiu ainda no livro Vidas Intramuros - Notas sobre a juventude em cárcere da Editora Curió no mesmo ano. Atualmente trabalha para o Instituto Terra Nova como elaboradora de projetos culturais para leis de incentivo e editais e como Social media e produtora cultural na Azebulun Laboratório de Conhecimento. Coordenadora de Acessibilidade Phillipa Silveira- - Phillipa começou a aprender libras aos 13 anos na igreja batista e a partir daí começou a organizar projetos. Trabalha desde os 17 anos como intérprete profissional e posteriormente abriu uma empresa com a qual presta serviços de tradução de libras. Realiza eventos acadêmicos, culturais, políticos e já traduziu materiais de outras naturezas. Atualmente Phillipa está cursando bacharelado em letras-libras e é parceira do Instituto Terra Nova como consultora de acessibilidade em projetos culturais e sociais. Designer gráfico A Traço Design desenvolve projetos de design gráfico para diversos segmentos, com ênfase nos setores institucional e editorial. Sua marca é a qualidade, tanto nas soluções criativas quanto no gerenciamento de projetos, que podem incluir criação de conteúdo, fotografia, ilustração e produção gráfica, conforme as necessidades de cada cliente. Fundada em 1992, a Traço Design é liderada pelas designers Danielle Martins e Lilian Mota. Ao longo de sua trajetória, a Traço Design recebeu diversos prêmios, incluindo o Prêmio Criatividade Gráfica KSR – Arjo Wiggins, o Prêmio Max Feffer de Design Gráfico (segunda e terceira edição) e o Prêmio Aberj – Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (nas esferas nacional e regional). Danielle Martins é formada em Programação Visual e Desenho Industrial pela PUC/RJ (1984). Integrou a equipe de arte da Revista Ciência Hoje, da SBPC, até 1988. Entre 1988 e 1990, em Lisboa, trabalhou para o Gabinete Moura George de Design, desenvolvendo projetos de identidade visual para clientes como o Grupo Estoril Sol, Banco Espírito Santo e Montepio Português. De volta ao Brasil, em 1990, atuou como programadora visual na Revista Ciência Hoje das Crianças, da SBPC. Lilian Mota também é formada em Programação Visual e Desenho Industrial pela PUC/RJ (1984). Atuou na FUNARTE e na A3 Programação Visual até 1985, quando integrou a equipe de arte da Revista Ciência Hoje, da SBPC.
PROJETO ENVIADO PARA ARQUIVAMENTO.