Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Apresentar para comunidade da periferia de Cajazeiras as homenagens por meio das artes (espetáculo de dança), para as yalorixás e babalorixás realizadores do culto das religiões de matrizes africanas (candomblé), também algumas manifestações artísticas relacionadas com o legado cultural da negritude, existentes nas comunidades periféricas. Os resultados são estruturadas por realizaões de oficinas de dança e apresentações de espetáculos.As realizações serão nos meses de julho a novembro (mês da Consciência Negra) de 2025, no teatro Boca de Brasa Cajazeiras. Eventos totalmente gratuitos sem distinção ou restrição de público.
TERRAXIRÊ é a expressão da junção da palavra terra e o vocábulo Yorubá xirê (festividade ritualística que está relacionada na comemoração do nascimento de um adepto dentro de uma comunidade de terreiro de candomblé ou mesmo para homenagear). As coreografias do espetáculo serão baseadas nas características de cada orixá dos homenageados (pais e mães de santo), sendo assim, será personificado um xirê de tributos. Por conta de Salvador ser uma diáspora africana e Cajazeiras ser um quilombo urbano contemporâneo e um grande terreiro, daí então, surge a forte expressividade artística evidenciada pela dança e outras vertentes culturais (teatro, música, audiovisual e religião). TERRAXIRÊ será desenvolvido por meio dos ensaios e o resultado serão as apresentações no Espaço Boca de Brasa Cajazeiras (Mercado Municipal em Cajazeiras X).Também acontecerão oficinas de dança voltadas para celebração da raça negra: dança de reis e rainhas dos blocos afros e dança dos orixás, samba reggae, danças urbanas e danças populares regionais, com certificação dos participantes. Para atingir o alcance nacional, as gravações do espetáculo serão exibidas em canal específico do YouTube e Instagram específico.
OBJETIVO GERAL Homenagear os pais e mães de santo do bairro de Cajazeiras, atrelados às histórias dos seus terreiros de candomblé na região periférica soteropolitana, por meio da dança (oficinas e espetáculo), fortalecendo, visibilizando e enaltecendo a existência das lideranças religiosas de matrizes africanas, influentes nesta região, que desempenham um papel significativo na identidade baiana e brasileira, formalizando assim, a responsabilidade social e religiosa. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Evidenciar as expressões religiosas de matrizes africanas por meio da arte (dança); - Fomentar a arte periférica; - Construir um novo cenário cultural na periferia; - Aumentar o respeito pelo candomblé por meio da homenagem e combater a intolerância; - Incluir ainda mais a comunidade candomblecista - Tornar-se referência de produção de cunho religioso; - Proporcionar renda para artistas da periferia, onde as fontes de rendas são difíceis devido à falta de trabalho; - Usar a arte para desenvolver o exercício da cultura, solidariedade e cidadania; - Aumentar e criar as possibilidades para o consumo da arte e cultura de modos gratuitos, resultando no maior alcance da cultura e suas vertentes; digitais/virtuais; - Formar um núcleo cultural permanente na periferia; - Formar plateia; - Exercitar a cidadania artística; - Oferecer entretenimento gratuitamente; - Construir elos com outras vertentes artísticas; - Formar plateias virtuais e arquivos referências de produções artísticas.
Justificativa para a execução da proposta : _ Preservação do patrimônio cultural: o candomblé é parte fundamental do patrimônio cultural brasileiro, resguardar essa herança é uma obrigação cultural. _ Exaltação da diversidade religiosa: a reverência à diversidade religiosa, reverberando a compreensão e a valorização das religiões de matriz africana e a promoção da tolerância religiosa. _ A proposta promove afirmação e influência cultural, além da autoestima da comunidade, colaborando para uma sociedade mais abrangente e equitativa. _ Fomento à arte e à cultura: assegurar que a história e a cultura do Candomblé sejam adequadamente difundidas, documentadas e preservadas, facilitando a diversidade cultural, o respeito religioso e o enriquecimento da produção cultural brasileira. As artes têm suas faces e uma delas é a arte da negritude. Como Cajazeiras é um grande quilombo contemporâneo urbano, ou seja, uma diáspora em evidência, TERRAXIRÊ vem trazer a sua participação para fortalecimento dessa arte negra. Um espetáculo no qual o objetivo é trazer o candomblé para o palco por meio de homenagens dançantes (coreografias) e mostrar essa vertente relacionada com a fé e a arte em si. Terraxirê é uma homenagem personificada aos babalorixás e yalorixás existentes na periferia de Cajazeiras por meio de um espetáculo de dança que envolve também teatro, uso da linguagem em libras e poesia. O artigo 215 da Constituição Federal Brasileira diz que o Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais. Com base nesta afirmativa, o TERRAXIRÊ vai fortalecer a proposta da nova normalidade de produção e consumo das artes (presencial e meios digitais), incluindo a periferia de Cajazeiras na rota cultural. A justificativa é que as artes têm suas faces e uma delas é a arte da negritude. Como Cajazeiras é um grande quilombo contemporâneo urbano, ou seja, uma diáspora em evidência, TERRAXIRÊ vem trazer a sua participação para fortalecimento dessa arte da raça negra. Um espetáculo no qual o objetivo é trazer o candomblé para o palco por meio de homenagens dançantes (coreografias) e mostrar essa vertente relacionada com a fé e a arte em si. Terraxirê é uma homenagem personificada aos babalorixás e yalorixás existentes na periferia de Cajazeiras por meio de um espetáculo de dança que envolve também teatro, uso da linguagem em libras e poesia. O dia 20 de novembro, dia da consciência negra, que era apenas uma data de registro do fato histórico, passou a ser feriado nacional, ou seja, ganhou uma força no qual a negritude é exaltada e reconhecida como parcela fundamental da nossa história. Sendo assim, TERRAXIRÊ traz um paralelo com 20 de novembro, essa questão da força da negritude no bairro de Cajazeiras, trazendo artistas genuinamente periféricos que têm na sua bagagem a dança afro e conhecimento das religiões de matrizes africanas para poder fortalecer e fazer que o espetáculo aconteça de um modo prazeroso. Estabelecendo a comunicação, sendo ela a arte, religião, reconhecimento e a periferia ativamente artística.
CURRÍCULO RESUMIDO Dançarino, coreógrafo, produtor cultural, coordenador do Núcleo de Apoio ao Artista Periférico (NAAP), gestor de recursos humanos (não atuante). Com atuação na área artística (especificamente a dança) desde o ano de 1996, na periferia soteropolitana, conhecida como maior conjunto habitacional da América Latina - a grandiosa Cajazeiras. Ex-aluno do curso técnico em dança da Escola de Dança da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), além de participar durante quatro anos (1999 a 2002) da oficina de dança afro do projeto Viver com Arte da Fundação Cultural do Estado da Bahia. Produtor idealizador e integrante das equipes de produção de eventos culturais, cujo objetivo foi evidenciar os artistas e grupos independentes. Uns dos eventos mais expressivos os quais participei foram o Palco Periférico (2012) idealizado por mim e Rose Mangabeira (in memoriam) e o Cajazeiras Arte e Movimento (2018), ambos apresentaram cidadãos das artes da periferia. Descrição mais técnicaRealização de três manifestações religiosas, no decorrer do ano de 2025, com temas de alta importância dentro do universo religioso africano, abertas ao público em geral, com o propósito de difusão, fortalecimento e manutenção da cultura afro-brasileira. É uma homenagem, é um espetáculo, é um trabalho social, é uma responsabilidade racial e social para com a nossa formação. é uma iniciativa cultural de grande importância, pois busca fortalecer muito mais, defender artisticamente, documentar e homenagear a cultura do candomblé na região periférica de Salvador. Público-alvo. Numa descrição de modo genérico: moradores do bairro de Cajazeiras e adjacências e outros demais bairros soteropolitanos. Vale ressaltar que de um modo geral, o nosso principal público é o povo de santo, ou seja, fazer jus a proposta do espetáculo e oficinas: exaltar a comunidade do axé, candomblecistas e simpatizantes e homenagear os lideres religiosos de matrizes africanas.Descrição do público-alvo Adolescentes, jovens e adultos, ambos os sexos (masculino e feminino), sem distinção de gênero, sem distinção de grau de escolaridade, com a faixa etária de 10 a 90 anos, moradores do bairro de Cajazeiras e adjacências. LINKS *Redes Sociais:https://www.youtube.com/watch?v=Ne3d8_HZpn8&t=9s https://www.facebook.com/media/set/?set=a.925931777776822&type=3 https://www.instagram.com/thunderwolly/ https://www.instagram.com/oficinadanca21/ (Idealizador, diretor e coordenador da oficina de dança). https://www.instagram.com/diasporasoteronegrapolitana/ (Coreógrafo e diretor) https://www.facebook.com/wellington.trindade.92 *Vídeos: https://www.youtube.com/watch?v=cazwKxEnL4Q https://www.youtube.com/@oficinadanca2199 https://www.youtube.com/watch?v=slrnoOTqr8E https://www.youtube.com/watch?v=n9tx08QSdZU https://www.youtube.com/@fogoexpresso25/videos Erro! A referência de hiperlink não é válida. https://www.youtube.com/watch?v=8TUAZyYxW5E “Toda manifestação artística é uma manifestação social.” Uma Penca - @crieumapenca “A arte é por onde a gente grita os silêncios.” George Melo - @ilustrameloletras Em consonância com o artigo 215 da Constituição Brasileira (pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional), faz-se necessário então a realização desse espetáculo, para que seja considerada como um marco da nova retomada artística em Cajazeiras (maior conjunto habitacional da América Latina - a periferia), carente de eventos culturais contínuos, somando com o valor sentimental de incentivos para todos vivenciarem a arte.
*ESPETÁCULO- Tempo médio padrão com durção de 40 (quarenta) minutos a 1h (uma hora).- Será utilizado um mini-vídeo com a duração de alguns minutos para introdução do espetáculo. * DIVULGAÇÃO- Comunicação realizada com a postagem e cartazes nas escolas públicas, pois, incluir jovens estudantes é uma missão de responsabilidade social da proposta/espetáculo/oficinas. *OFICINAS- As oficinas terão duração de 3 (três) dias com duração de 4 (quatro) horas.As metodologias pedagógicas das oficinas serão constítuidas por apresentação teórica e a realização prática.
1.Acessibilidade comunicacional: * intérpretes de libras, pois, algumas partes do espetáculo ocorrerão *Legendas nos vídeos do espetáculo que serão exibidos nos meios digitais (YouTube e Instagram). *DançarinoS intérpretes de libras vão executar coreografias utilizando libras. Obs.: * Definição do horário é estratégia de acessibilidade: início às 19h (espetáculo). 2.Acessibilidade arquitetônica *O Espaço Boca de Brasa Cajazeiras já disponibiliza rampas de acesso para facilidade da presença de pessoas cadeirantes e com deficiência. *Corrimãos instalados. *Banheiro para pessoas com deficiência. *Estacionamento externo que possibilita o acesso ao teatro, pois, existem mini rampas *Dentro do teatro há rampas tanto para entrada principal e entrada lateral. *O teatro é bem localizado e de fácil acesso por meio do transporte coletivo.
Produção até 1 mês 01/11 – Oficina/workshop de dança dos Reis e Rainhas dos blocos afros: Gisele SoaresProdução até 1 mês 08/11 – Oficina/worshop de dança dos Orixás – Luís Deveza – às 10h da manhã.Produção até 1 mês 14 ou 15/11 – Oficina/workshop de danças urbanas – Denilson Restelli – às 10h da manhã.Produção até 1 mês 22/11 – Oficina/workshop de samba reggae – Sandrine Pena – às 10h da manhã. Escola Estadual Ana Bernardes Produção até 1 mês 29/11 - Apresentação do espetáculo TERRAXIRÊ (elenco) - às 19hProdução até 1 mês 30/11 - Mostra dos artistas convidados para o festival TERRRAXIRÊ - às 9h *ENSAIOS ABERTOS; * UMA DAS OFICINAS SERÁ REALIZADA EM ESCOLA PÚBLICA * INGRESSOS 100% GRATUITOS, PARA QUE HAJA ALACMAIOR ALCANCE EXPRESSIVO E SIGNIFICATIVO REFERENTE AOS HOMENAGEADOS E OS CONSUMIDORES DE ARTE, MORADORES A PERIFERIA *3 ENSAIOS ABERTOS NO TEATRO ONDE SERÁ REALIZADO O ESPETÁCULO.
1 Judson Bispo Gomes Júnior - Assistente de coreografia / dançarino. Responsáel ▪︎ Formado no curso de nível médio técnico em dança da Funceb - 2024. ▪︎ Bailarino Grupo estrelas da valsa (2012 – 2015) ▪︎ Bailarino do corpo de baile Valse (2016-2017) ▪︎ Dançarino, coreógrafo e multiplicador no Grupo Style of Dance (2016- 2018) ▪︎ Multiplicador em dança para crianças no Movimento Cultural de Águas Claras (2017 – 2019) ▪︎ Professor de dança do projeto Mais Educação, Escola Municipal Maria Dolores (2019) ▪︎ Bailarino, Espetáculo Aramimo, Coreógrafo Matheus Ambrozi (2020) ▪︎ Bailarino intérprete, Espetáculo Diáspora Soteronegrapolitana, Coreógrafo Wellington Trindade, por meio da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc (2020) ▪︎ Bailarino intérprete, 8° edição do Calendário das artes 2020. Proposta: Pandançamia – A disseminação da dança, coreografado por Wellington Trindade ▪︎ Bailarino intérprete da Márcio Fidelis Cia de dança, espetáculo Padê, 1° lugar no Ballace com Maracatu Misterioso (2021-2023) 2 Allan Santos de Santana - Coordenador artístico / Dançarino (Coordenar a gestão dos artistas envolvidos na produção do espetáculo e das oficinas)CONXICurso de nível médio técnico em dança da Funceb (trancado). - Dançarino de dança afro, dança contemporânea, jazz dance e danças urbanas. ▪︎ Diretor, coreógrafo e multiplicador do Grupo Style of Dance (2016- 2018) ▪︎ Bailarino intérprete, Espetáculo Diáspora Soteronegrapolitana, Coreógrafo Wellington Trindade, por meio da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc (2020) ▪︎ Bailarino intérprete, 8° edição do Calendário das artes 2020. Proposta: Pandançamia – A disseminação da dança, coreografado por Wellington Trindade. -Professor e assistente de coreografia do Balé da Comunidade de Cajazeiras (2023). 3 Aldbarã Lima Silva - Assitente de direção (Coordenação e gestão como produtor e parte da direção).*Intérprete de libras e dançarino• Pós-Graduado em Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, pela Faculdade Dom Alberto, (2021). Ex-estudante formado no curso técnico de dançarino e coreógrafo, curso ministrado pela Escola de Dança da Fundação Cultural do Estado da Bahia. Vasto conhecimento nas áreas das Artes e da Educação e fazendo uso da mesma para o desenvolvimento, autonomia e aprendizado, trago um conhecimento amplo da importância do trabalho junto a inclusão de pessoas com deficiência ou necessidade especial. Trabalho com a Arte Educação, a unindo com a terapia e a autoestima e incluindo a participação da inclusão e a preparação da resistência corporal, fazendo uso das Artes em especifico a Dança em diversas vertentes inter e multidisciplinar. 4 Jussara Bacela (Dançarina e atriz) Coordenadora de dramaturgia (construção da parte teatral do espetáculo)- LICENCIATURA EM TEATRO PELA UNIVERSIDADE FEDERL DA BAHIA (UFBA). - TRABALHOU COMO PROFESSORA DE DANÇA NA EMPRESA ESCOLA GERSINO COELHO. - TRABALHOU COMO ARTE EDUCADORA. - PÓS-GRADUANDA NA ESCOLA DE BELAS ARTES – UFBA. - TRABALHOU COMO ESTUDANTE NA EMPRESA INSTITUTO CULTURAL STEVE BIKO. - ESTUDOU PÓS-GRADUAÇÃO NA INSTITUIÇÃO DE ENSINO UFBA - UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA. -ESTUDOU COREOGRAFIA NA INSTITUIÇÃO DE ENSINO ESCOLA DE DANÇA DA FUNCEB. - OFICINA DE DANÇA AFRO DO PROJETO VIVER COM ARTE DA FUNDAÇÃO CULTURAL DO ESTADO DA BAHIA (FUNCEB) – 1998 A 2002. 5. Daniel Santos Matos. Coordenador das oficinas de dança e dançarino *Formação● Pavilhão D - Ballet Clássico, Repertório e Contemporâneo - Desde janeiro de 2015 a dezembro de 2015 ● Balé da Comunidade Cajazeiras- Afro, Jazz e Ballet - de 2008 a 2013 ● Atelie da Dança- Ballet, Jazz- de 2013 a 2014 ● Escola de Dança da FUNCEB – Curso de Educação Profissional Técnica de Nível Médio em Dança – 4° Semestre (trancado)*Espetáculo ● Bahia de Todas as danças, Balé Da Comunidade2008 – Cajazeiras ● Sua Mãe é Show, Ateliê Da Dança 2014 ● Sua Mãe é Show, Ateliê Da Dança 2015 ● Intimo, Pavilhão D 2015 ● Eliane Brasil, 2016, 2017 6. Alef Gomes - Dançarino - Execução das coreografias Cursos 1. Encontro Baiano de Jazz Dancce 2019 2. Workshop de Composição de Duo com Anderson Couto 2019 3. Encontro Baiano de Jazz Dance 2019.2 4. Workshop de Dança Contemporânea com João Pirahy 2019 5. Workshop de Dança Contemporânea com Marcelo Pereira 2019 6. Residanse – Residência artística de jazz com Caio Nunes 2019 7. Intensivo Eliane Fetzer 2020• Bailarino Espetáculos: 1. Dancidade – Valsa (Grupos de Valsa de Salvador), 2016. 2. Castelo dos Sonhos (Studio Ballet Cajazeiras), 2016. 3. A Noviça Rebelde (Studio de Dança Eliane Brasil), 2017. 4. Zodíaco (Companhia de Dança Eliane Brasil), 2017. 5. Embarque na Terra do Nunca (Studio de Dança Eliane Brasil), 2018. 6. Feel the Magic (Studio A), 2018. 7. Mostra Coreográfica do Encontro Baiano de Jazz 2019. 8. ETHOS (Fabiana Lima), 2019. 9. Lago dos Cisnes (Ballet Itana Leão), 2019. 10. Aladdin e o Contador de Historias (Studio de Dança Eliane Brasil), 2019. 11. Mostra Coreográfica do Encontro Baiano de Jazz 2020 7 Bruno Santos Sousa - Dançarino (execução das coreografias do espetáculo)- Ópera Lídia de Oxum Castro Alves • Bailarino, dança afro - Fundação Cidade mãe • 1 ano e 3 meses trabalhando como jovem aprendiz em dança. - Cia Tradições • 1 ano de trabalho na Cia • Atuação como dançarino em Dança afro, jazz e balé clássico - Tabuleiro da dança • 2 anos • Balé clássico, dança afro e dança moderna. - Arte Circense – Bloco Ilê Ayê • Ano de 2018 até o momento • Aprendizado e experiência com manuseio de perna de pau durante as apresentações do Bloco Ilê Ayê. 8 Vania de Assis Santos - Dançarina (execução das coreografias do espetáculo)Participação nos principais grupos de valsa de Cajazeiras desde o ano de 2016. Ex-dançarina do Grupo de Valsa Amor Eterno. Ex-dançarina do Grupo de Valsa Império da Valsa. Ex-dançarina do Grupo de Valsa Por Amor. Ex-aluna do projeto cultural Balé da Comunidade, onde obtive conhecimento de dança moderna, afro, jazz, dança contemporânea e dança popular regional. Atualmente produtora e coreógrafa e diretora do Grupo de Valsa Sublime. 9.Kuma França Lima - Ator (Participação na execução da dramaturgia do espetáculo)Poeta, negro, periférico. Integrante da Juventude Ativista de Cajazeira (JACA).Cantor independente e compositor. Escritor. Ator Músico parceiro da Escola Estadual Ana Bernardes - atuante nos eventos culturais realizados pela escola. 10.Alex Luiz do Nascimento Souza. Atesão e artista plático (Participação dançando econstrução do cenário).*Professor de capoeira.Dançarino de companhias folclóricas.Indtrutor de atividades físicas para melhor idade.
PROJETO ARQUIVADO.