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O Projeto tem como enfoque a aprendizagem, o registro, o incentivo, a valorização e a difusão da produção instrumental trabalhada no RS, fomentando o desenvolvimento do segmento através de músicos instrumentistas de formação erudita e popular em um mesmo projeto. Visa à realização de oficinas de instrumento: saxofone/flauta, piano, contrabaixo, violino, viola, violoncelo, bateria/percussão (140 horas), aulas teóricas (36 horas), prática de conjunto (24 horas), ensaio do grupo com os oficinandos (12 horas) e a criação de acervo inédito de 10 arranjos de músicas de domínio público e autorais de compositores gaúchos. Prevê 3 shows gratuitos protagonizados pelo grupo e participantes (4 músicas)e 212 horas de formação. Trechos das atividades terão registros em vídeo e editados, e disponibilizado no site do projeto. O projeto gerará mais de 20 postos de trabalho na cadeia da cultura, além de criar 15 vagas de formação especializada na área musical e acervo disponibilizado gratuitamente.
ATIVIDADES: A Prática de Conjunto - aula de teoria A Prática de Conjunto Necessário trazer instrumento. Apresentação da proposta da atividade. Afinação dos instrumentos e ensaio das músicas Objetivo Geral: Proporcionar aos alunos a prática de Tocar em conjunto o material de cada encontro, uma preparação para as apresentações. Instrumentos: percussão/bateria, contrabaixo, piano/ teclado, saxofone tenor/ flauta, saxofone barítono, sax alto/clarinete, trompete e trombone Objetivos Específicos: Reforçar os parâmetros sonoros de afinação, prática de leitura, tocar em grupo, volume. Vivenciar e verificar as possibilidades de sonoras de dinâmica no instrumento. Repertório: Serão definidas as quatro músicas, que serão trabalhadas preparando o grupo para a apresentação que será realizada. Aula de teoria Aula de teoria: Elementos da linguagem musical (ritmo, harmonia, notação musical, análise musical) Material para cada aluno da oficina: partituras e revisão conceitos teóricos previamente selecionados, a partir da análise das fichas de inscrição individuais de cada participante. O critério de seleção se dará pela média de necessidades de todos os alunos inscritos. Duração: 2 horas cada encontro REGULAMENTO DAS OFICINAIS INSTRUMENTAIS 1) Serão oferecidas as seguintes modalidades de oficinas: Oficina de Saxofone e Flauta Transversal; Oficina de Violino, viola, oficina de violoncelo, oficina de contrabaixo, Oficina de Piano/teclado, Oficina de bateria/percussão, 2) O período total de oficinas será de 20 horas. Será emitido certificado de participação assinado pelos professores e coordenadores àqueles que completarem 80% de presença. 3) Cada modalidade oferecerá 10 vagas, disponíveis através de inscrição do candidato pelo blog do projeto, respeitando a data limite, devendo o candidato preencher todos os campos da ficha de inscrição. 4) As inscrições serão gratuitas, assim como os todas as oficinas e material didático (apostila). O aluno deve trazer caderno e caneta para suas anotações. As partituras serão disponibilizadas no blog antecipadamente para que os candidatos selecionados possam se preparar antecipadamente para as aulas de prática de conjunto. 5) A programação das oficinas e a programação geral serão publicadas no mesmo blog onde poderão ser feitas as inscrições. 6)Os professores e a comissão organizadora selecionarão os candidatos com base nas informações descritas nas fichas de inscrição e vídeo de cada canditado tocando. 7) A seleção dos alunos para participarem dos shows será feita através de audição com os professores na prática de conjunto. Para isto, as partes dos arranjos serão disponibilizadas via internet com antecedência para estudo antes da data de início das oficinas para os alunos inscritos. 8) A organização não fornecerá estante de partitura, devendo cada aluno trazer sua estante, se responsabilizando por ela, assim como por seu instrumento. 9) Todas os critérios não previstos neste regulamento serão avaliados e resolvidos direta e exclusivamente pela coordenação musical, juntamente com a comissão organizadora do evento. Comissão Organizadora FICHA DE INSCRIÇÃO PARA OFICINAS Nome completo: Data de Nascimento CPF: RG: Endereço completo Telefone: E-mail Celular IMPORTANTE: Somente faça inscrição para as oficinas que você realmente tem disponibilidade e interesse, pois as vagas são limitadas. Será necessário 80% de frequência nas atividades para receber certificado de participação. Então, antes de se inscrever, confira as datas e horários na programação. A sua participação está sujeita a avaliação. Envie o vídeo com vc tocando uma música brasileira de livre escolha para o email cafefonfon@gmail.com, com seu nome. Caso seja selecionado, você receberá um e-mail solicitando a confirmação na oficina dentro do prazo estipulado. A falta de confirmação automaticamente o excluirá da oficina, passando a vaga para o primeiro suplente. Assinale abaixo a(s) oficina(s) que deseja se inscrever Instrumento: ( )saxofone ( ) flauta ( ) violino ( ) viola ( ) violoncelo ( )piano/ teclado ( )contrabaixo ( )bateria/percussão ( ) Assinale abaixo, sobre a autorização de sua utilização de imagem, para o registro de video e fotografico a ser realizado sobre o projeto: ( )sim ( )não Observação; as aulas teóricas, prática de conjunto e ensaios para os shows são obrigatórios para os participantes. O público-alvo são músicos profissionais e estudantes de música, com idade a partir dos 16 anos, residentes no Estado. O projeto será realizado em oito meses.
Objetivos Os objetivos do projeto seguem as diretrizes do Art. 2º Na execução do PRONAC, incisos I , II, IV, VI , VIII: Dar sustentabilidade e possibilidade de gerar e disseminar produtos de educação para espaço cultural de resistência que existe há 12 anos; Oficinas de instrumento como forma de aperfeiçoamento e aprendizado de cada participante, qualificação profissional; Criar material teórico para aulas de música com elementos da música brasileira, como forma de aperfeiçoamento e aprendizado e de impulsionar a criação de material didático com elementos dos diversos gêneros da música brasileira, incentivando o desenvolvimento e ou aperfeiçoamento de trajetórias artísticas; Práticas de Conjunto, como estímulo ao trabalho colaborativo e formação musical teórica e prática; Palestra e orientação sobre gestão e empreendedorismo; Criação e disponibilização de 10 arranjos, criação de site para distribuição de material resultante do projeto (registros e materiais produzidos: aulas teóricas, arranjos, vídeos, fotografias) como medida de estímulo e incentivo à criação de bens culturais no Rio Grande do Sul, disponibilização do material gratuitamente; Realizar ensaios e shows com repertório de autores brasileiros e gaúchos, fomentando o processo criativo e valorizando autores gaúchos, democratizando ao acesso a produção da música instrumental feita em Porto Alegre; Objetivos específicos Criar e disseminar produção musical instrumental no RS de qualidade, com acervo de 10 arranjos e disponibilizar; Gerar uma nova fonte de trabalho em educação para os músicos no espaço cultural Café Fon Fon Realização de Oficinas de instrumento com vagas para saxofone (2), flauta (2), piano (1), contrabaixo (2), violino (2), viola(2), violoncelo(2), bateria/percussão(2)), 140 horas ao total, divididas pelos 7 instrumentos; Criação de material teórico; Realização de 18 Aulas Teóricas de duas horas; Realização de 12 Práticas de Conjunto de duas horas, como estímulo ao trabalho colaborativo; Criação de site e acervo inédito de 10 arranjos para músicas de domínio público de autores consagrados e autorais (artistas gaúchos), Realização de 6 ensaios de duas horas do grupo de professores com oficinandos; Realização dos três shows de música com grupo instrumental de professores e participantes das atividades de formação; Realizar 2 palestras: gestão de carreira e empreendedorismo em música.
O projeto Oficinas Instrumentais e Prática de Conjunto _ Acervo de Arranjos e Documentação começou a ser formatado após a realização de uma oficina da Associação Gaúcha de Bandas, ministrada pelo compositor e músico instrumentista Luizinho Santos, em 2003, quando este observou que todo o material didático instrumental utilizado era estrangeiro, não havendo quase nenhum material com elementos da cultura brasileira, o que distanciava o artista de sua cultura. Percebeu, ainda, a carência de jovens instrumentistas com relação à informação, tanto na área prática de instrumento, como na teoria da música em geral, agravando ainda mais o quadro neste segmento. A partir deste fato, iniciou extensa pesquisa por meio de contatos com músicos no RS, constatando a confirmação do problema: é escasso o material didático brasileiro para teoria e prática musical em oficinas instrumentais. Sua pesquisa bibliográfica reforçou esta afirmação, destacando um livro sobre a vida de Patápio Silva, onde está descrita a situação do material didático musical no Brasil, alertando que há bandas no País com mais de 100 anos, que sempre utilizaram repertório internacional, em função da carência de material nacional. A Funarte tem alcançado posição destacada no aperfeiçoamento prático e teórico de maestros e instrumentistas, nas cinco regiões geográficas do Brasil, desde 2004 e disponibilizou uma série bandas: Série Música Brasileira para Bandas, com dez músicas. Desde então, mais de vinte anos desta iniciativa, nada mais foi colocado a disposição no site, confirmando a constatação. A mesma problemática é compartilhada pela educadora, compositora e pianista Bethy Krieger, que na sua atividade acadêmica também constatou a dificuldade e carência de material didático com a utilização de elementos da música brasileira. Aqui surge o desafio para reverter-se este panorama. A eles se somam Rafael Costa (violoncelo), Marina Lopes (violino) e Rafael Figueredo (contrabaixo), Gabriel Moraes (percussão e bateria) todos músicos bem sucedidos, que tocam em orquestras, oriundos de projetos sociais, que também querem contribuir para a formação de profissionais da música e com a criação de arranjos e material didático com obras e elementos da música brasileira e que possa ser utilizado para formação, visto que a maioria dos materiais que se tem notícia até o momento são exclusivamente para iniciantes. Buscam ainda com o projeto quebrar a barreira existente entre a formação e prática da música erudita e popular, misturando e enriquecendo a experiencia através da utilização de instrumentos característicos das mesmas em uma possibilidade de aprimoramento técnico e prático. Cabe ressaltar que Rafael e Marina - empresa Nosso Evento, além de músicos, também são empresários, assim como Luizinho e Bethy - empresa Café Fon Fon, todos bem-sucedidos, o que os faz aptos para compartilhar suas experiências sobre gestão de carreira e empreendedorismo, que se fazem necessários para a vida de músico. Na perspectiva de modificar esta situação, este grupo de músicos populares e eruditos: Luizinho Santos, Bethy Krieger, (atualmente realizam oficinas de formação de platéia, com apoio do Programa Retomada Cultural da Funarte), Rafael Costa, Rafael Figueredo, Marina Lopes e Gabriel Moraes (professor atualmente de projeto social) propõem este projeto, inédito no Brasil, desenvolvendo, exclusivamente, um material teórico e repertório didático para ser desenvolvido em oficinas de instrumento, práticas de conjunto, palestras sobre gestão e empreendedorismo em música, com utilização de elementos da Música Popular Brasileira e formação técnica dos participantes com música erudita e popular em um mesmo material e disponibilizá-los de forma digital e para impressão, acessível, gratuitamente, na Internet. A proposta prevê, ainda, a realização de três apresentações musicais dos músicos e oficinandos, em local de grande afluência de público, privilegiando tanto o repertório instrumental de autores consagrados da música brasileira, quanto à criação de autores gaúchos, propiciando a difusão de música instrumental no Estado. À frente desta proposta, está o músico Luizinho Santos, com uma carreira que acumula 40 anos de experiência. Com seu grupo Octeto, conta com 20 anos de experiência na utilização de arranjos elaborados. Sempre trabalhou para que produtos culturais de qualidade fossem realizados e disponibilizados para uma parcela maior de nossa população, divulgando o gênero instrumental. O grupo em 2019 estava retomando seu trabalho, com novos arranjos e shows marcados e foi duramente impossibilitado pela pandemia, ainda neste ano de 2024, quando estava novamente recomeçando veio a enchente, atingindo e parando novamente a sua trajetória. Luizinho Santos, um dos mais talentosos e premiados instrumentistas de sopro de sua geração, com mais de 40 anos de carreira, é também empresário que junto com Bethy Krieger montou o Café Fon Fon, local de música de excelência, e também produtor musical. O RS já o reconhece como músico virtuoso (toca 06 instrumentos de sopros), arrojado, versátil e original, transita facilmente entre os diversos gêneros (música popular, regional, erudita, salsa e jazz), e apesar do ecletismo em todo espetáculo ou gravação expressa sempre sua musicalidade única. Este grupo instrumental teve origem por ocasião da gravação de "Encontro dos Ventos", primeiro CD de Luizinho Santos, entre 1998/1999. A partir de maio de 2003, após algumas experiências com diversas formações, entre elas, quarteto, sexteto e noneto, Luizinho encontrou seu ideal de sonoridade no octeto, gerando o grupo "Luizinho Santos Octeto". O Octeto conta com uma banda de base - teclado, baixo e bateria mais saxofone/flauta, e agora para este projeto propõe uma nova formação: adicionar um quarteto de cordas, e pode ser considerado como um Conjunto de Câmara Erudito e Popular. É composto pelos instrumentistas Luizinho Santos (Saxofones e Flauta transversal), Bethy Krieger (Piano), Rafael Figueredo (Baixo),Gabriel Moraes (Bateria), além de violino (Marina Lopes e Lucas Bernardo), viola (João Senna) e violoncelo (Rafael Costa). O Octeto conta com a participação de vários arranjadores no seu acervo, entre eles Cristóvão Bastos, Mozar Terra, Paulo Dorfman, Daniel Wolf, além do próprio Luizinho, proporcionando um panorama rico da música contemporânea instrumental e contribui para a universalização de elementos regionais da música brasileira com a inserção de várias linguagens no mesmo contexto musical: choro, samba, baião, por exemplo, apresentados com muita habilidade e liberdade, mantendo viva essas manifestações da música instrumental produzida no Brasil. Essa experiência de mais de 20 anos, dá base para a proposição. A formação da orquestra de música, erudita e popular interagindo e somando esforços, é que viabilizará a proposta de capacitação, abrangendo plenamente o exercício conjunto de instrumentos nas oficinas, palestras, práticas de conjunto, aulas teóricas, que culminará na apresentação de três shows abertos ao público, nos quais os participantes poderão apresentar o resultado de seu aporte teórico prático em quatro músicas, legitimando o efetivo processo interativo de aprendizagem. Desta forma, desenvolvem-se competências criativas e estimula-se o desenvolvimento e fortalecimento das cadeias produtivas da cultura. Cabe ressaltar a participação do premiado arranjador e compositor Michel Dorfman e da jovem Marina Lopes (um de seus arranjos já bateu a casa de 1.000.000 de visualizações) na elaboração dos arranjos contribuirá para a qualificação desta importante iniciativa cultural. A originalidade, a inovação e a criatividade das ações propostas, além da qualificação profissional e técnica dos participantes, junto ao legado dos arranjos na cultura musical brasileira que será gerado e compartilhado através do acervo e registros das atividades que serão divulgados qualificam este projeto a receber a aprovação para captação e realização.
Luiz Fernando Kruter Santos - LUIZINHO SANTOS – Diretor Musical | Músico | prática de conjunto Com mais de 40 anos de carreira, já se apresentou no Brasil e no exterior, especialmente na Europa, onde tocou de tudo: jazz, MPB e salsa, passando pelo erudito. O Saxofonista e flautista, iniciou seus estudos no Clube dos Flautistas e no curso de Bacharelado em flauta-UFRGS. Em 1981 no Rio, estuda saxofone-Paulo Moura e de Prática de Orquestra- Roberto Gnatalli. Estreou no show "Deu Prá Ti Anos 70" de Nei Lisboa, tendo atuado ao lado de: Gelson Oliveira, Totonho Villeroy, Geraldo Flach, Musical Saracura, Giba-Giba, Renato Borghetti, Loma, Flora Almeida e Lúcia Helena entre outros.Desenvolve intensa atuação na música instrumental, já participou da OPPA - Orquestra Popular de Porto Alegre, Majestic Jazz Band, Circuito Emocional, James Liberato e grupo Versão Brasileira. Atua como convidado pela OSPA, Produção Musical dos shows:Projeto 24 Horas de Cultura, com palcos descentralizados na cidade com diversas atrações musicais dentro da programação da Semana de Porto Alegre já tocou nos espetáculos "Bibi In Concert" com Bibi Ferreira, "Clássicos" com Guilherme Arantes, "Jazz Sinfônico" com a maestrina norte-americana Lissa Fleming May e em concertos de Gershwin. Foi indicado para o Prêmio Açorianos, na categoria Sopros nos anos de 1995, 1996, 1998 e 1999, tendo sido premiado em 1996 e 1999. Em 1998/99 teve seu projeto de gravação do primeiro CD selecionado pelo Fumproarte e em julho de 1999 lançou o CD "Encontro dos Ventos" no Theatro São Pedro. Conquistou o Prêmio Açorianos de 1999 de Melhor de CD Instrumental, do qual fez a direção e produção musical. Em 2006 montou o show mp3.sax, música para 3 saxofones, apresentado em maio e abertura do Festival de Inverno de Porto Alegre Renascença. Em 2006 apresentou com Nelson Coelho de Castro, Mônica Tomasi, Jussara Silveira e Cristóvão Bastos, o Baile de Carnaval, onde arranjou (tocou sax tenor, flauta e picollo) junto com Toneco da Costa e Cristóvão Bastos, comemorando 25 anos do UNIMUSICA -UFRGS . Desenvolveu um projeto com seu quarteto, sexteto e OCTETO: o JAZZCLUB em parceria com o StudioClio- Instituto de Artes e Humanidades, onde realizou em 2006/2007 mais de 30 apresentações temáticas de grandes nomes do jazz e da música brasileira, Espetáculos e gravações: Gravação e show de lançamento de: CD Voz e memória do morro -Moises Machado-;CDs Boa Maré, Ouro e Barro e“Cabeça, corpo, coração”- Raul Ellwanger- CD Ziriguindim - Zilah Machado-; DVD Armadilha -Zen Zé Caradípia, CD “Inverno” Toneco da costa, CD Lua Caiada- Nelson Coelho de Castro +Projeto 24 HORAS DE CULTURA da Secretaria Municipal da Cultura , SEMANA DE PORTO ALEGRE 2 shows: Marchinhas de carnaval e Pampa y piano +Participação como músico convidado da Banda Municipal do Espetáculo “As Cantoras da Banda” no Festival de Inverno de POA e no teatro Bourbon Country +Realização dos dois concertos de jazz no Instituto Goethe +Turnê “Armadilha Zen” pelo SESC com o compositor Zé Caradípia, São Leopoldo, Ijuí e Santa Rosa. +Show de lançamento do CD de Raul Ellwanger- “Cabeça, corpo, coração”Buenos Aires- 11 março, Porto Alegre (dias 9.10 e 11 de abril)de 2010. LUIZINHO SANTOS OCTETO:Parque da Redenção, no Projeto Música nas Praças e Parques, parceria de Luizinho Santos e Bethy Krieger com a SMAM (Secretaria Municipal do Meio Ambiente), 6 de junho e 19 de setembro. Também se apresentou na Livraria Cultura em setembro (dia 17) e novembro (dia 19). Em 1º outubro esteve no Projeto Blue Jazz (Theatro São Pedro), apresentações feitas no StudioClio e em bares e shows particulares. Show"Estrada Real", dia 22 /11/2005, no Teatro Bruno Kiefer.No projeto JazzClub desenvolvido por ele em parceria com o StudioClio, shows com repertório dos autores: Moacir Santos e Tom Jobim. Em 2008 abriu os 3 shows do pianista argentino Adrian Iaies, em uma turnê produzida por ele, realizada em Porto Alegre(dias 7 e 9 de novembro) e em Caxias do Sul (dia 8 de novembro).Selecionado no Edital 09/01 do Fumproarte para gravação do seu CD Almanaque Popular com o Luizinho Santos Octeto.Realização do show“Almanaque Popular” com Octeto auditório do ICBNA dias 20,21 e 22 de novembro 2009 e O Povo na Praça- SMAM, novembro de 2009. Realização do Show Almanaque Popular/ Luizinho Santos Octeto: Lançamento do CD:27 e 28 de abril de 2012 Instituto Goethe Porto Alegre,Domingo no Átrio /Santander Cultural -julho de 2012,Teatro de Câmara Tulio Piva/Festival de Inverno de Porto Alegre de 2013. Rafael Figueredo formado na Academia de Música da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo com a professora Ana Valéria Poles e na Escola de Música do Estado de São Paulo com o professor Sérgio de Oliveira. Atuou como Academista com a OSESP na temporada 2014/2015, como músico convidado da (Osusp), entre outras orquestras. Ao longo da sua carreira conquistou o 1º lugar na categoria Cordas do Prêmio Machado Meyer e o prêmio principal na Primeira Edição Solistas da Orquestra Sinfônica de Piracicaba. Ocupou o posto de primeiro contrabaixo na Orquestra Jovem do Estado e no Instituto Bacarrelli, onde participou de turnês internacionais para Holanda, Londres, EUA e Alemanha. Rafael atualmente é professor convidado do festival de música de Ponta Grossa e é músico contrabaixista da Ospa. Gabriel Moraes Percussionista e Timpanista Assistente da OSPA desde 2022. Seguidamente, em 2021, formou-se no Bacharelado em Música pela (UNESP), na classe de Percussão, com Carlos di Stasi e Eduardo Gianesella, integrando o renomado conjunto de música de vanguarda, Grupo PIAP.Foi membro da Orquestra Jovem do Estado de São Paulo, da Orquestra Experimental de Repertório. Lucas Bernardo Gonçalves iniciou seus estudos de violino em um projeto social. Em 2011 ingressou no Conservatório Municipal de sua cidade e foi músico da Orquestra Sinfônica de Poços de Caldas. Bacharel pela (UNESP), sob orientação do prof. Dr. Luiz Amato, em 2019. Foi concertino na Orquestra Acadêmica da UNESP e da Orquestra do Mozarteum Brasileiro. Atuou na Orquestra Jovem do Estado de SP, sendo Spalla Assistente em 2021. Desde 2022, é violinista na OSPA e e Orquestra do Theatro São Pedro. Em Novembro de 2022 ganhou o 1º lugar na Categoria A do 18º Concurso de Violino Paulo Bosísio e venceu o Prêmio Especial “Paulo Bosísio”, que lhe concedeu um violino construído no início do século XX pelo autor francês Grandini. Arranjador Michel Dorfman O pianista, arranjador e produtor musical é formado em Música, com habilitação em Composição, pela UFRGS. Atua como produtor, pianista e arranjador. Já colaborou com alguns dos principais nomes da música gaúcha, como Frank Solari, Hique Gomes, Gelson Oliveira, Renato Borghetti e Nelson Coelho de Castro. Foi premiado duas vezes como instrumentista pelo Açorianos de Música (1996 e 1999). Como arranjador, escreveu para a Ospa canções do folclore gaúcho, interpretadas pela família Fagundes no Natal Luz de Gramado (1996). Em 2000, escreveu a trilha do espetáculo de dança "Forróbotchê", posteriormente indicado ao Prêmio Açorianos de Dança (Melhor Trilha Sonora). Audio Descrição - A Mil Palavras é uma empresa brasileira dedicada ao desenvolvimento de recursos de acessibilidade para produções artísticas e culturais, conteúdos educacionais ou publicitários e eventos diversos. A empresa também oferece consultoria em acessibilidade, auxiliando produtores culturais, empresas e instituições na implementação de políticas e práticas que contemplem as pessoas com deficiência de forma plena e adequada. Links de atividades de educação já desenvolvidas no Café Fon Fon https://cafefonfon.blogspot.com/2024/08/blog-post.html Luizinho Santos Octeto https://cafefonfon.blogspot.com/2023/08/musicas-arranjadas-para-o-octeto.html https://cafefonfon.blogspot.com/2023/08/luizinho-santos-octeto.html https://cafefonfon.blogspot.com/2015/07/musica-nas-pracas-e-parques.html https://cafefonfon.blogspot.com/2012/07/o-cafe-fon-fon-abriu-suas-portas-em.html
Os Arranjos e material didático utilizados no projeto serão feitos a partir da seleção das músicas e da seleção dos alunos. Para a seleção das músicas o critério é a diversidade rítmica e também o domínio publico para sua utilização. Para utilização de autores do RS será utilizado o mesmo critério, e a partir daí que será elaborado o material didático. Os elementos da linguagem musical são:Som: Um dos elementos indispensáveis da linguagem musical Movimento: Um dos elementos indispensáveis da linguagem musical Timbre ou qualidade sonora: Um dos elementos indispensáveis da linguagem musical Ritmo: A organização do tempo na música, que determina o padrão de durações e acentuações das notas Melodia: A sequência de notas musicais que formam a linha principal de uma música Harmonia: Um dos elementos que formam o estilo da música Altura: A velocidade da onda sonora, que determina se o som é agudo ou grave Tempo ou Pulsação (Beat): O andamento (velocidade) em que os outros elementos são executados Ritmos brasileiros principais a serem utilizados no material didático- a partir de uma selação prévia dos compositores já pensados para o projeto:O samba, o frevo, o baião, o MPB, o forró, e o maracatu são alguns dos ritmos mais conhecidos da música brasileira.
Acessibilidade Comunicacional O projeto será desenvolvido com Comunicação simples, para que todos os canais de comunicação, redes sociais e materiais impressos, sejam acessíveis e cumpram as diretrizes de acessibilidade impressa e digital. Serão disponibilizados os arranjos no site criado para o projeto, voltado ao público musical em geral, com versão para impressão e digitalizadas. Se utilizará IA para descrição dos vídeos disponibilizados para divulgação e linguagem simples; Acessibilidade Arquitetônica: O espaço dos shows ao ar livre conta com o acesso necessário a toda população, O espaço das atividades de formação conta com rotas acessíveis, com espaço de manobra para cadeiras de rodas; piso tátil; rampas; banheiros femininos e masculinos adaptados para PCD’s; assentos para pessoas obesas e Iluminação adequada; Acessibilidade Econômica O Acesso Gratuito a todas as atividades, aos shows em local público, site com materiais didáticos e arranjos, além de registros do projeto que serão disponibilizados gratuitamente no canal do YouTube /redes sociais/ assegurando que qualquer pessoa, independentemente de sua situação econômica, terá acesso igualitário ao conteúdo.
Democratização de acesso - As 3 apresentações serão em espaço público, com livre acesso, todas as atividades de formação terão 15 vagas, que serão preenchidas com ficha de inscrição, preenchimento no formulário on line; Um projeto cultural não pode se esgotar em si mesmo. Deve representar um salto qualitativo na carreira daqueles que o geraram e dele participaram. Deve gerar externalidades que sirvam de estímulo ao desenvolvimento das cadeias produtivas da cultura. A realização do presente projeto no RS, promove o intercâmbio de informações, qualifica, divulga seus trabalhos e multiplicando suas possibilidades de contatos profissionais. A gratuidade dos shows, que serão protagonizados pelos participantes das oficinas (em uma experiência protagonista) e pelos músicos oficineiros, além de gerar uma salutar troca entre os envolvidos – possibilitará ao público a fruição de uma obra resultante de um trabalho coletivo, original e inédito. Serão realizados em frente ao Café Fon Fon – espaço multicultural localizado na Rua Vieira de Castro, no coração do bairro Bom Fim, a meia quadra do Brique da Redenção local de grande afluência de público. Estes encontros ampliarão o conhecimento da população em geral quanto à diversidade de gêneros da música popular brasileira, por meio de repertório de 5 músicas de autores consagrados de domínio público(Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth, Noel Rosa..), e cinco músicas autorais gaúchas, oferecendo uma gama variada de informações musicais e diferentes sonoridades presentes na música instrumental, erudita e popular, que, sem dúvida, irão despertar e estimular a reflexão do público presente quanto às suas preferências musicais. As oficinas de instrumentos propiciarão aos oficinandos prepará-los para o mercado de trabalho¸ aumentar seus conhecimentos e quiçá suas oportunidades. Das 15 vagas oferecidas, todas serão gratuitas e abertas a músicos que já toque o instrumento e busquem qualificação. Outro ponto a ressaltar é o estímulo ao desenvolvimento da cultura digital, na medida em que todas as ações, bens e serviço do projeto serão disponibilizados na Internet, por meio do Banco de Arranjos e da divulgação do registro das atividades resultantes do projeto na rede promovendo gêneros, estilos e compositores importantes da música brasileira. A formação e qualificação profissional com elementos da música brasileira, a livre fruição e o contato com uma produção musical pouco difundida nos meios de comunicação de massa, a documentação de acervo musical inédito e sua disponibilização, traduzem-se em importantes ações de capacitação profissional, formação de público e compartilhamento de bens culturais criativos e inovadores. Promove-se, desta forma, a democratização de acesso à cultura, disponibilizando, ao grande público, bens culturais elaborados, muitas vezes restritos a grupos privilegiados.
Ficha técnica Luizinho Santos - Com mais de 40 anos de carreira, já se apresentou no Brasil e no exterior, especialmente na Europa, onde tocou de tudo: jazz, MPB e salsa, passando pelo erudito. Estreou no show "Deu Prá Ti Anos 70" de Nei Lisboa, tendo atuado ao lado de: Gelson Oliveira, Totonho Villeroy, Geraldo Flach, Musical Saracura, Giba-Giba, Renato Borghetti, Loma, Flora Almeida e Lúcia Helena entre outros. Desenvolve intensa atuação na música instrumental, já participou da OPPA - Orquestra Popular de Porto Alegre, Majestic Jazz Band, Circuito Emocional, James Liberato e grupo Versão Brasileira. Atua como convidado pela OSPA, já tocou nos espetáculos "Bibi In Concert" com Bibi Ferreira, "Clássicos" com Guilherme Arantes, "Jazz Sinfônico" com a maestrina norte-americana Lissa Fleming May e em concertos de Gershwin. Foi indicado para o Prêmio Açorianos, na categoria Sopros nos anos de 1995, 1996, 1998 e 1999, tendo sido premiado em 1996 e 1999. Em 1998/99 teve seu projeto de gravação do primeiro CD selecionado pelo Fumproarte e em julho de 1999 lançou o CD "Encontro dos Ventos" no Theatro São Pedro. Conquistou o Prêmio Açorianos de 1999 de Melhor de CD Instrumental, do qual fez a direção e produção musical. Selecionado no Edital 09/01 do Fumproarte para gravação do seu CD Almanaque Popular com o Luizinho Santos Octeto, com o qual obteve 2 Prêmios Açorianos como Intérprete e solista, além de receber mais de 10 indicações, onde além de músico fez a produção e direção musical. Abriu em 2012, o Café Fon Fon, onde toca regularmente, faz curadoria e produz shows, além de participar como músico convidado de: orquestras como OSPA, Theatro São Pedro e big band Brothers e shows e gravações de artistas variados. Em 2013 apresentou o CD no Santander Cultural, festival de Inverno de POA, Semana da Música das Faculdades EST, Festival de Jazz de Canoas. Orquestra da PUC acompanhando Bibi Ferreira e João Bosco. Junto a Bethy Krieger abrem o espaço Café Fon Fon. Participa da reinauguração do Auditório Araujo Viana. Em 2014 fez shows com Pedro Mariano, Totonho Villeroy, ultimo show da turnê mundial da banda original de Elvis Presley, em 2015 com a Orquestra da Unissinos acompanhando Bibi Ferreira e Totonho Villeroy. A partir de 2015 tem se apresentado em diversos projetos e com Cristóvão Bastos, Luis Henrique New, Leandro Bertolo, Glau Barros, Raul Ellwanger, Orquestra de Choro de Porto Alegre. Em 2020 foi selecionado para participar, com o trabalho em Duo com Bethy Krieger: pelo Itaú Cultural no Edital Arte Como Respiro, Projeto Mistura Fina e LAB POA. Em junho de 2021, foi contemplado com o Prêmio Trajetórias Culturais Mestra Sirley Amaro por meio da Lei Aldir Blanc. https://cafefonfon.blogspot.com/2015/11/luizinho-santos-curriculo.html. https://cafefonfon.blogspot.com/2023/08/luizinho-santos-octeto.html Músicos Marina Lopes -Violinista, arranjadora e professora de teoria Natural de Piracicaba, iniciou seus estudos ainda criança na Escola de Piracicaba(EMPEM). Aos 14 anos ingressou o projeto da Orquestra Jovem de Paulínia e após formou-se bacharel em música pela Faculdade Cantareira, em São Paulo, na classe do professor Claudio Micheletti. Foi integrante, em São Paulo, da Orquestra Jovem Municipal de Guarulhos,Orquestra de Câmara da USP e da Orquestra Experimental de Repertório. Também atuou como musicista convidada na Orquestra Sinfônica de Piracicaba. Participou de grandes festivais de música do Brasil, onde teve aulas com Carmelo de los Santos, Véronique Mathieu, Antal Zalai, Elisa Fukuda, Igor Petrushevski, Yang Liu, entre outros.Reside em Porto Alegre desde 2017.Em 2018, recebeu o prêmio Menção Honrosa do 1º Concurso de Violino Casa da Música. Atualmente reside em Porto Alegre, onde atua como violinista da Orquestra Theatro São Pedro (produz arranjos para a Orquestra e para sua Empresa chamada Nosso Evento)e do grupo de música popular Camerata Café, onde também é arranjadora. É também professora do projeto da Orquestra Jovem do Theatro São PedroElisabeth Krieger -Bethy Krieger Produtora | Pianista arranjadora e educadora musical começou tocando teclado em 1987 no grupo de música instrumental chamado Esfinge, em Florianópolis. Participou, desde então, de várias formações de música instrumental. Seu primeiro Cd obteve 5 indicações para o prêmio Açorianos e ganhou o de Melhor Cd Instrumental. Em 2005 lançou o livro “Descobrindo a Musica: ideias para sala de aula” que foi indicado ao premio Açorianos de Literatura. È licenciada em Musica pela UFGRS. Elisabeth Krieger -Bethy Krieger Produtora | Pianista | coordenação projeto. Pianista, compositora e educadora musical.em 2005 lançou o livro “Descobrindo a Música: Idéias para a Sala de Aula” Seu 1º CD Pampa y piano foi Prêmio Açorianos de melhor CD Instrumental . Em 2012 cria com Luizinho Santos o Café Fon Fon. Arranjadores: Michel Dorfman. pianista, arranjador e produtor musical Michel Dorfman, rememora sua trajetória na música, como se deu seu primeiro contato e como foi nascer em um berço com uma herança musical tão forte. Michel é formado em Música, com habilitação em Composição, pela UFRGS. Atua como produtor, pianista e arranjador. Já colaborou com alguns dos principais nomes da música gaúcha, como Frank Solari, Hique Gomes, Gelson Oliveira, Renato Borghetti e Nelson Coelho de Castro. Foi premiado duas vezes como instrumentista pelo Açorianos de Música (1996 e 1999). Como arranjador, escreveu para a Ospa canções do folclore gaúcho, interpretadas pela família Fagundes no Natal Luz de Gramado (1996). Em 2000, escreveu a trilha do espetáculo de dança "Forróbotchê", posteriormente indicado ao Prêmio Açorianos de Dança (Melhor Trilha Sonora). No mesmo ano, produziu o CD da The Hard Working Band ("Todas as Salas Do Mundo"), no qual também fez os arranjos de base, de vozes, de sopros e de cordas, além de elaborar todas as orquestrações. Gravou com o compositor sul-matogrossense Paulo Gê, parceiro de Almir Sater, Paulo Simões, Geraldo Espíndola, Tetê Espíndola, e Geraldo Rocca. Rafael iniciou seus estudos no violoncelo no projeto de ensino musical coletivo da Escola Livre de Música “Fábio Marasca” em Rio Claro/SP. Formou-se em Violoncelo pela UNESP, paralelamente estudou no Instituto Baccarelli, onde foi aluno de Rodrigo Andrade e membro da Orquestra Sinfônica Heliópolis. Estudou na Academia de Música da OSESP, sob orientação de Wilson Sampaio e seguiu sua formação em Israel, onde recebeu o Artist Diploma da Buchmann-Mehta School of Music da Universidade de Tel Aviv, na classe de Hillel Zori, premiado com o Certificate of Honor of Outstanding Achievement e o 1º lugar na Competição de Música de Câmara e, na Academia de Música de Jerusalém, na classe de Zvi Pressler. Possui experiência no ensino musical, foi Coordenador Pedagógico de Violoncelos do Programa Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia e professor de violoncelo no projeto AACAMUS da Casa da Música de Porto Alegre. Atualmente é violoncelista da OSPA. Silvia Mara Abreu Assessoria de Imprensa graduada em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo pela Unisinos. Especialista em Produção e Gestão Cultural, atuando há 30 anos no mercado. Trabalha como assessora de imprensa, para grupos de teatro, música, dança, audiovisual, literatura, galerias de arte, instituições culturais e sociais. Com diversos prêmios em sua área de atuação, é idealizadora do projeto Cartografia dos Palcos – Mapeamento dos Equipamentos Culturais do RS, certificado do IBGE, em parceria com Michele Rolim. Sobre o local de realização das atividades Café Fon Fon considerado um local fecundo e importante para a música na cidade de Porto Alegre, no estado do RS e no Brasil, recebendo artistas importantes (no âmbito nacional e internacional) consagrados e abrindo espaço para a boa música do tempo presente, atividades educacionais e para o intercâmbio. https://cafefonfon.blogspot.com/2024/10/programacao-realizada-2012-2016.html
PROJETO ARQUIVADO.