| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 28127603000178 | Banestes S.A - Banco do Estado do Espirito Santo | 1900-01-01 | R$ 189,1 mil |
| 28152650000171 | EDP ESPIRITO SANTO DISTRIBUICAO DE ENERGIA S.A. | 1900-01-01 | R$ 150,0 mil |
| 28129260000180 | Drift Comércio de Alimentos S/A | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
O projeto tem como objeto a ampliação e manutenção do projeto em formação em dança denominado "travessia." A proposta prevê o atendimento a 60 alunos de 7 a 13 anos, moradores da Grande Gurigica (área de vulnerabilidade social do município de Vitória/ES). Os 60 alunos serão divididos em 4 turmas com até 15 alunos cada (2 no turno da manhã e 2 no turno da tarde) e terão três aulas de duas horas cada por semana. Além disso, serão feitas 3 apresentações em teatros durante o projeto e, como contrapartida social, um ensaio/aula aberto para escolas públicas por mês (durante 8 meses).
Visão Geral do Projeto O projeto Travessia visa promover o ensino de dança para 60 alunos da Grande Gurigica, uma das regiões mais vulneráveis de Vitória. Utilizando a dança como ferramenta de transformação social, o projeto busca democratizar o acesso à arte e promover inclusão cultural. Com apresentações gratuitas, Travessia compartilhará com a comunidade os resultados alcançados graças ao apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Objetivos Pedagógicos, Artísticos e Sociais Acessibilidade:As apresentações e aulas abertas do projeto Travessia serão acessíveis a todos, incluindo pessoas com deficiência, idosos e outras populações vulneráveis. Serão implementadas rampas, banheiros adaptados e materiais em Braille, além de audiodescrição e tradutores de Libras. Diversidade e Representatividade:O projeto reflete a diversidade cultural da região com uma programação de diferentes estilos de dança, abordando temas como identidade e pertencimento, valorizando as histórias locais e o empoderamento dos participantes. Interação com a Comunidade:O projeto manterá contante aproximação das famílias envolvidas e suas comunidades, através de um trabalho atento, buscando sempre acompanhar o desenvolvimento e o impacto gerado na comunidade e na dinâmica familiar. Educação, Formação e Contrapartidas Sociais:O projeto oferecerá ensaios e aulas abertos durante os oito meses de execução, atendendo até 100 alunos de escolas públicas mensalmente, incentivando o interesse pela dança e pela expressão artística. Desenvolvimento Artístico:Travessia incentiva a criação coreográfica colaborativa, com coreógrafos locais e emergentes explorando novas linguagens de dança que dialoguem com a comunidade e sua realidade. Programação (Espetáculos Públicos):O projeto prevê duas apresentações principais em espaços culturais, acessíveis ao público e com capacidade para atender até 1.400 pessoas, oferecendo recursos de acessibilidade para garantir ampla participação.
Objetivo Geral:Ampliar e manter o projeto "Travessia" de formação em dança, oferecendo atividades artísticas e educacionais para crianças e adolescentes de 7 a 13 anos da região da Grande Gurigica, em Vitória/ES, com foco na inclusão social e no desenvolvimento pessoal e cultural desses jovens em situação de vulnerabilidade.Objetivos Específicos: a) Proporcionar acesso gratuito a aulas de dança a 60 crianças e adolescentes, incentivando a participação cultural e artística de jovens em áreas de risco social. b) Promover o desenvolvimento físico, motor e cognitivo dos alunos por meio de aulas regulares de dança, com três encontros semanais de duas horas cada.c) Estimular a autoestima, a disciplina e a expressão pessoal das crianças e adolescentes, contribuindo para seu desenvolvimento emocional e social.d) Dividir as turmas de forma equilibrada entre turnos matutino e vespertino, organizando-as em quatro grupos de até 15 alunos, para facilitar o acompanhamento individualizado. e) Implementar práticas educativas que integrem elementos de cidadania, convivência e respeito mútuo, fortalecendo o sentido de comunidade e pertencimento entre os participantes. f) Capacitar instrutores para atuarem de maneira sensível e adaptada às necessidades sociais dos alunos, garantindo um ambiente inclusivo e acolhedor. g) Realizar apresentações e eventos periódicos para estimular a valorização do trabalho dos alunos, promovendo a integração com a comunidade e ampliando o alcance do projeto. h) Monitorar e avaliar continuamente o progresso dos alunos e o impacto do projeto na comunidade, a fim de ajustar as atividades e melhorar os resultados educacionais e sociais. i) Realizar três apresentações gratuitas em teatros por ano, beneficiando até 2.100 pessoas.j) Realizar um ensaio/aula aberto para escolas públicas, durante os oito meses de execução do projeto.
Nos dias atuais, é cada vez mais relevante fortalecer iniciativas que ofereçam a crianças e jovens formações complementares que permitam o contato com novas possibilidades, especialmente aquelas ligadas às artes. A arte desempenha um papel inegável na transformação social e no fortalecimento da consciência cidadã, especialmente para crianças e jovens em contextos sociais vulneráveis. Entre as diversas formas de superar essas barreiras e ampliar horizontes, o ensino sistemático e de qualidade em dança se apresenta como uma iniciativa valiosa na cidade de Vitória, com potencial para se tornar uma ferramenta de transformação social e cultural. Esse impacto não se limita ao aluno, mas também alcança seu círculo familiar e o ambiente social das comunidades onde ele vive. A região da Grande Gurigica, que compreende bairros de Vitória, enfrenta uma realidade de grande vulnerabilidade social, especialmente entre crianças e jovens. A população local convive com desafios como violência, baixa escolaridade, falta de saneamento básico e poucas iniciativas sociais. Contudo, algumas instituições sociais já atuam nesses bairros, oferecendo excelentes serviços nas áreas de saúde, social e projetos artístico-culturais. Incentivar a expansão dessas iniciativas, através de políticas públicas de incentivo, significa abrir novas janelas de oportunidades para um número crescente de crianças e jovens, seja na forma de profissionalização ou na ampliação de perspectivas sobre o mundo e sobre si mesmos. Estudos sobre projetos similares ao MOVER-SE demonstram que os impactos são visíveis e positivos, tanto no desempenho escolar quanto no fortalecimento dos laços familiares. Sendo assim, trata-se de um projeto que oferece bolsas de estudo em dança, dialogando continuamente com as famílias e escolas dos participantes, além de investir na formação de novos artistas da dança entre jovens de classes sociais que dificilmente teriam acesso a cursos pagos. A expectativa de resultados a médio prazo reforça a justificativa para o investimento público e privado. Mais do que um projeto de formação de qualidade, é uma iniciativa de desenvolvimento social e humano, com reflexos significativos na vida dos participantes e suas famílias. Atendimento às Diretrizes da Lei Rouanet (Lei 8.313/1991)O projeto MOVER-SE atende às diretrizes da Lei Rouanet de maneira ampla, enquadrando-se nos princípios do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) e contribuindo diretamente para o desenvolvimento cultural e social. Abaixo estão os artigos específicos da Lei 8.313/1991 que o projeto contempla: Artigo 1º: Estabelece o Pronac, que visa democratizar o acesso à cultura. O MOVER-SE proporciona acesso gratuito à formação artística em dança para jovens de comunidades vulneráveis, ampliando seu contato com a cultura.Artigo 3º, Inciso II: Promove o desenvolvimento de uma consciência crítica e o acesso à cultura. O projeto incentiva a reflexão e a consciência social através do ensino da dança e do diálogo com famílias e escolas.Artigo 18: Define o incentivo fiscal para projetos culturais de relevante interesse público. O MOVER-SE atende a essa diretriz, beneficiando diretamente uma população em situação de vulnerabilidade e promovendo a inclusão social através da arte.Esses aspectos reforçam o alinhamento do projeto com a Lei Rouanet, justificando o uso do incentivo fiscal como mecanismo de apoio à cultura e ao desenvolvimento social.
A Planilha de retenções de impostos não foi preenchida, pois o projeto só trabalhará com prestadores de serviços e fornecedores aptos a apresentarem nota fiscal válida.
O PAPEL DA DANÇA NO DESENVOLVIMENTO SOCIOCULTURAL DE CRIANÇAS E JOVES EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIALA dança tem um papel crucial no desenvolvimento social e cultural de crianças e jovens, especialmente em comunidades de alta vulnerabilidade social. Além de promover habilidades motoras e expressivas, a dança é uma ferramenta poderosa de inclusão social, criação de identidade e fortalecimento comunitário. Em contextos de vulnerabilidade, ela oferece um espaço seguro para o desenvolvimento pessoal e emocional, o que pode ter um impacto transformador na vida dos jovens envolvidos. Primeiramente, a dança trabalha o desenvolvimento motor e a consciência corporal, habilidades fundamentais para a saúde física e mental dos jovens. A prática regular de atividades de movimento promove coordenação, disciplina e concentração. Esses benefícios físicos são acompanhados por melhorias na autoestima e na autopercepção, pois o ato de dançar permite que os participantes experimentem formas novas e criativas de se expressar. Para crianças e jovens que, muitas vezes, vivem em ambientes limitados, a dança oferece uma oportunidade para explorar e valorizar suas próprias capacidades e sentir orgulho de suas conquistas. A dança também desempenha um papel importante na construção de um senso de comunidade e pertencimento. Em projetos coletivos, onde ensaios e apresentações são feitos em grupo, as crianças aprendem a importância do trabalho em equipe e a valorizar a diversidade. Esse ambiente colaborativo estimula o respeito mútuo e a empatia, fundamentais para fortalecer laços comunitários e a coesão social. Através da dança, crianças e jovens de diferentes origens e trajetórias se encontram em um espaço comum de expressão, o que ajuda a reduzir barreiras sociais e culturais. Esse senso de pertencimento é especialmente importante em comunidades vulneráveis, onde o sentimento de exclusão social pode ser um desafio recorrente. Além disso, a prática da dança ajuda os jovens a se sentirem parte de algo maior, incentivando uma perspectiva de futuro mais ampla. Muitos projetos de dança voltados para populações em vulnerabilidade oferecem não apenas aulas, mas também oportunidades de se apresentar para a comunidade. Essas apresentações públicas demonstram os resultados alcançados e reforçam o apoio da comunidade, criando um ciclo positivo de reconhecimento e incentivo. As performances gratuitas para a comunidade permitem que familiares e amigos testemunhem os progressos e talentos dos jovens, incentivando-os a manterem-se dedicados e a valorizarem a própria trajetória de aprendizado e superação. Como ferramenta de desenvolvimento cultural, a dança permite que os jovens explorem temas que refletem suas próprias experiências e identidades. Ao incorporar estilos de dança e temas que dialogam com a realidade da comunidade, o projeto também valoriza e enriquece a cultura local, proporcionando aos jovens uma visão positiva de suas próprias origens e histórias. Para muitos deles, a dança se torna um espaço onde podem reinterpretar suas vivências e encontrar novas formas de expressão e pertencimento cultural, ajudando a consolidar uma identidade cultural mais forte e orgulhosa. Por fim, o impacto psicológico da dança não deve ser subestimado. Estudos demonstram que a dança contribui para a redução do estresse e o aumento do bem-estar emocional, estimulando a liberação de endorfinas e promovendo um estado emocional mais equilibrado. Crianças e jovens expostos a ambientes adversos, onde fatores como violência e insegurança estão presentes, encontram na dança uma forma de liberar emoções e transformar experiências negativas em algo positivo. A expressão corporal permite que canalizem sentimentos difíceis de serem expressos verbalmente, promovendo um ambiente terapêutico e de autocuidado essencial para o desenvolvimento saudável.
Todos os espaços sugeridos para o projeto Travessia, bem como suas atividades extras ou complementares, deverão atender às normas oficiais de acessibilidade, contando com rampas, banheiros adaptados, entre outros recursos necessários. Do ponto de vista da acessibilidade de conteúdo, a produção buscará todos os recursos necessários para que o projeto se torne de fato acessível, investindo em materiais em Braille, e tradutores de Libras para as atividades didáticas. Além disso, a equipe manterá um consultor de acessibilidade durante as fases de pré-produção e execução do projeto, orientando e dando suporte presencial em cada uma das atividades. O produto principal será oferecido na forma de aulas de dança e três apresentações públicas gratuitas, atendendo até 2.160 pessoas. Os espaços escolhidos deverão conter rampas de acesso ou elevadores, banheiros acessíveis e espaço para cadeiras de rodas, além de espaços ou cadeiras exclusivas para pessoas obesas, garantindo acesso a todo o público com deficiência e/ou mobilidade reduzida. Essas ações estarão a cargo do assistente de acessibilidade, o qual consta da planilha deste produto em suas fases de pré-produção e produção como Assessor de Acessibilidade ou Assessor. Para pessoas com deficiência visual, haverá a disponibilização de material impresso em Braille, além de atendimento especializado feito pelo assessor de acessibilidade. O material impresso em Braille será lançado juntamente com as demais peças de divulgação, dentro das despesas da rubrica específica para este fim. O assessor de acessibilidade estará presente nas fases de pré-produção e produção deste produto como "Assessor." Para pessoas com deficiência auditiva, além de um atendimento especial realizado pelo assistente de acessibilidade, as apresentações serão acompanhadas por um tradutor de Libras, que fará a tradução para a Língua Brasileira de Sinais. Para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos, o projeto manterá um assistente especializado em acessibilidade durante as fases de pré-produção e produção. Caberá a ele a elaboração do plano de acessibilidade do projeto, bem como a elaboração de propostas específicas para receber esse público. Analisaremos a lista de inscrição do público, com autodeclarações de deficiência e/ou mobilidade reduzida e as necessidades de cada grupo. Esse trabalho será realizado pelo profissional indicado, e havendo despesas extras além das já registradas, a produção se encarregará delas. O assistente de acessibilidade estará presente nas fases de pré-produção e produção deste produto como "Assessor." As Atividades de Contrapartida Social seguirão os mesmos moldes do produto principal. Obs: Além dessas meditas, a equipe se compromete a contratar entre os profissionais locais, sempre que possível, uma pessoa com deficiência, contribuindo, assim, com as medidas de oferta de trabalho e renda para as Pessoas com Deficiência.
O projeto se baseia na democratização da cultura e a promoção da fruição cultural, realizando um trabalho exemplar por meio de ações de seu produto principal e de contrapartida social. Essas iniciativas incluem apresentações públicas, aulas para crianças em situação de vulnerabilidade social e ensaios/aulas abertos para estudantes de escolas públicas. Essa abordagem não apenas amplia o acesso à arte, mas também reforça o papel transformador da cultura na sociedade. Levar o balé e estudantes de escolas públicas é uma maneira eficaz de introduzir a arte no ambiente educativo, despertando o interesse dos jovens pela dança e pela cultura em geral. As apresentações nas escolas públicas não apenas educam, mas também inspiram os estudantes a explorar seu potencial criativo e artístico. Isso é especialmente relevante em áreas onde o acesso à cultura é limitado, ajudando a formar uma geração mais sensível e apreciadora das artes. O produto principal do projeto se desenvolverá de forma importante, formando a cada ano 60 alunos oriundos de uma das regiões de maior vulnerabilidade social da cidade de Vitória. Além disso, o projeto mantém uma constante aproximação com a comunidade e os pais dos alunos, através de reuniões, acompanhamento e doação de cestas básicas. O projeto iniciou-se no ano de 2024 e a presente proposta busca a sua continuidade. Essas medidas visam garantir amplo acesso ao produto cultural, atender às exigências da IN 23/2025 e reafirmar o compromisso do projeto com a democratização da cultura.Ainda, em complemento à medidas de democratização de acesso alencadas acima, o projeto adotará outras, em consonância ao artigo 47º da IN 23/2025, quais sejam:III - disponibilizar, na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas;VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;(...)X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura.
Karla Ferreira Pinto – (Diretora Geral e Representante da Instituição Proponente) – Iniciou seus estudos da dança em 1969, no Studio Lenira Borges, permanecendo por um período de doze anos. Na própria escola fez outros cursos: Helena Lobato (Dança Clássica); Renato Magalhães (Dança Clássica); Maria Luiza Noronha (Dança Clássica); Consuelo Rios (Dança Clássica); Mírian Guimarães (DançaClássica); Lurdes Bastos (Dança Moderna); Angel Viana (Expressão Clássica). Em 1973,tornou-se integrante de um Grupo Experimental de Dança do Espírito Santo, como solista, onde ficou por oito anos, dançando em Vitória e pelo interior, como: Barra de São Francisco, Colatina, Linhares, São Mateus e, também, Brasília e Ouro Preto. Link parao currículo completo: https://mapa.cultura.es.gov.br/agente/4794/ Marcelo Lages – (Diretor Artístico) Diretor, coreógrafo, Bailarino e gestor cultural Marcelo Lages nasceu no Brasil, na cidade de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. A vontade de ser bailarino começou quando ainda era militar oficial do Exército brasileiro, onde atuou por quase 10 anos como oficial, ocupando os cargos de comandante de pelotão, comandante de companhia e oficial de treinamento físico. Link para o currículo completo: https://mapa.cultura.es.gov.br/agente/4545/ Priscila Albers Lages – (Ensaiadora) - Graduada em Bacharelado em Educação Física pela Universidade Federal de Pelotas e Estácio de Sá, iniciou seus estudos em ballet clássico em Pelotas/RS, na Escola de Ballet Dicléa Ferreira de Souza no ano de 1996. No ano de 1998 ingressou no Grupo Ballet de Pelotas. Em 2001 recebeu seu diploma de conclusão do Curso de Ballet Clássico.De 1999 a 2001 integrou o staff do Centro Coreográfico Teatro Sete de Abril. Link para o currículo completo:https://mapa.cultura.es.gov.br/agente/300/ Vinicius de Paula Cavalcante – (Designer) - Artista, bailarino, filmmaker e designer, formado pela UFES. Sua carreira no teatro musical e ballet se iniciou aos 12 anos, chegando a competir no maior festival de dança do mundo, o Festival de Joinville. Com sua formação em canto erudito, dirigiu seu primeiro musical aos 21 anos, eternizando Os Saltimbancos nos palcos da Grande Vitória. Link para o currículo completo:https://mapa.cultura.es.gov.br/agente/4533/ Rogério dos Santos Marreira – (Produtor) - Produtor, iluminador, coordenador técnico durante muitos anos em varias empresas no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio de Janeiro. Link para o currículo completo:http://mapas.cultura.gov.br/agente/208500/
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.