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PRONAC 2413904Projeto em execução - Encerrado prazo de captaçãoMecenato

Coral Saúde Criança Ilha de Crianças e Jovens com Fissura Labiopalatina

SAUDE CRIANCA REPENSAR
Solicitado
R$ 209,9 mil
Aprovado
R$ 209,9 mil
Captado
R$ 209,9 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Canto Coral
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-12-15
Término

Resumo

O projeto visa a participação, de forma gratuita, de crianças e jovens com fissura labiopalatina e suas mães em aulas de canto no Coral Saúde Criança Ilha, vinculado a ONG Saúde Criança Repensar, cujo o principal objetivo é promover, de forma lúdica, a melhoria da fala e da autoestima de crianças e jovens com fissura labiopalatina por meio do canto. O coral realizará também apresentações, como forma de difundir o importante papel da música como instrumento de inclusão social.

Sinopse

As aulas de canto, são importantes para que o aluno consiga identificar o seu timbre e saber exatamente qual o seu tom confortável para o canto. A partir disso fica mais fácil descobrir quais são as técnicas que devem ser aplicadas em cada caso para melhorar afinação, entonação e até mesmo alcance dos agudos. Principalmente para as crianças e jovens com fissura palatina que naturalmente, apresentam alguma dificuldade na fala e na comunicação. Durante as aulas, estruturadas e acompanhadas pela fonoaudióloga e regente, serão ensinadas história da música, linguagem musical, técnica vocal, harmonia e arranjo musical, prática artística, metodologia do canto, onde aprenderão a prática ordenada e progressiva do canto como um instrumento musical. Evidentemente, as aulas de canto vão muito além de apenas aprender a cantar de forma mais afinada. Os alunos estão se beneficiando de vários fatores nas aulas de canto coral, como: melhorias na respiração, resolução de problemas posturais, alivio do estresse, iniciação no universo artístico, contato com diversos gêneros musicais; evolução na pronúncia, dicção e literatura; aprendizagem de línguas estrangeiras; auxilia na prevenção e tratamento da depressão; superação da timidez; e fomenta a interação social; Está inserida nas atividades do Coral, uma apresentação de final de ano, que tanto serve de estímulo para os participantes, como fonte de inspiração para os expectadores da apresenação. É o ápice do trabalho que após 11 meses de aulas, tem como resultado, belas canções entoadas e afinadas, levando a música e suas mensagens a sociedade fluminense.

Objetivos

Objetivo Geral: O objetivo geral desse projeto é fornecer gratuitamente aulas de canto para os participantes do Coral Saúde Criança Ilha, na sede da ONG localizada na Ilha do Governador no Rio de Janeiro, por um período de 11 meses, além de com apresentações gratuitas abertas ao publico em geral. Objetivos específicos PRODUTO PRINCIPAL: 1) Produto AULAS DE CANTO / CORAL: realizar durante 11 meses no ano aulas de canto 2 vezes por mês para 20 participantes do Coral, a serem escolhidos entre crianças e jovens com fissura labiopalatina atendidos no Hospital Municipal Nossa Senhora do Loreto, no Rio de Janeiro, e seus responsáveis. 2) Promover, de forma lúdica, a melhoria da fala e da autoestima de crianças e jovens com fissura labiopalatina por meio do canto. 3) Fomentar as artes, a música e o canto, e seus profissionais culturais no Brasil. 4) Estimular a participação da iniciativa privada ao apoiar projetos sócioculturais por meio de incentivo fiscal. Objetivos específicos PRODUTO APRESENTAÇÕES MUSICAIS: 1) Produto APRESENTAÇÕES MUSICAIS: realizar no mínimo 5 apresentações do Coral Saúde Criança Ilha ao longo do ano no Rio de Janeiro.

Justificativa

Este projeto visa utilizar a música e o canto como instrumento de desenvolvimento de crianças de jovens com fissura labiopalatina e que vivem em situação de pobreza. A música, o canto e o Coral se apresentam como importantes instumentos de interação e inclusão social para esses jovens tão sofridos desde seu nascimento. A fissura labiopalatina é uma condição congênita em que há comprometimento da fusão dos processos faciais durante a gestação. Trata-se de uma abertura no lábio ou no palato (céu da boca), nariz, musculatura, mucosa e muitas vezes, no osso. Essas aberturas resultam do desenvolvimento incompleto do lábio e/ou do palato, enquanto o bebê está se formando. O lábio e o céu da boca desenvolvem-se separadamente durante os três primeiros meses de gestação. Nas fissuras mais comuns o lado esquerdo e o direito do lábio não se juntam, ficando uma linha vertical aberta. A mesma situação pode acontecer com o céu da boca. A condição está relacionada a fatores genéticos e ambientais e afeta aproximadamente uma criança a cada 650 nascimentos, sendo a deformidade congênita facial mais comum que acomete o ser humano no mundo. Somente no Brasil, em torno de cinco mil crianças nascem com ela, por ano. As principais complicações são dificuldade na alimentação e na respiração, alterações na arcada dentária, comprometimento do crescimento facial e prejuízo no desenvolvimento da fala e da audição. E infelizmente, todas as questões psicológicas decorrentes de preconceito e bullying social. A fissura pode prejudicar a capacidade de comunicação do fissurado, sendo confundida erroneamente com algum tipo de dificuldade mental, o que não é verdade. O tratamento da fissura deve começar o quanto antes. A partir do 1º mês de vida já tem início o processo de avaliação e preparação do recém-nascido para a cirurgia que, geralmente, ocorre aos 6 meses de vida. Os pacientes adultos também passam pelo mesmo processo clínico, porém, há uma preocupação maior com a readaptação do indivíduo à sociedade. O tratamento é um processo longo que envolve a atuação de equipe interdisciplinar. Inicia-se desde o nascimento, seguindo durante o período de desenvolvimento e, dependendo do acometimento, até a fase adulta. As áreas de cirurgia plástica, odontologia e fonoaudiologia são consideradas o tripé do tratamento da fissura. No entanto, atividades de apoio de outras áreas como pediatria, otorrinolaringologia, psicologia, fisioterapia, nutrição e serviço social são também indispensáveis para a reabilitação. A fissura acarreta grandes problemas funcionais, e dentre as funções de fala, respiração, deglutição, audição. A fala é o grande estigma desses pacientes. Dessa forma, o Coral passa a ter um uma importante função no desenvolvimento dessas crianças, pois irá trabalhar a fala, a voz, a linguagem corporal, a comunicação e a expressão. Além de contribuir diretamente para a autoestima, confiança e socialização. Desta forma, o canto em coral pode trazer vários benefícios para o desenvolvimento das crianças e jovens, tanto pessoal como social, como a coordenação motora, o raciocínio lógico, a percepção musical, a redução de ansiedade e estresse, a melhora da respiração, a socialização e a inclusão social. O coral tem como objetivo executar as vozes em harmonia, trazendo uma experiência deliciosa ao ouvir a combinação dos diferentes tons, experimentando ao mesmo tempo os efeitos sonoros que proporcionam. As aulas de canto também ajudam no desenvolvimento das técnicas de coordenação e trabalha a parte mental trazendo mais equilíbrio e raciocínio lógico. Os sons e ritmos musicais fazem com que os alunos estudem de forma bem divertida a verbalização. O canto permite que todos conheçam novas palavras, ampliando o vocabulário e aperfeiçoando o método de diálogo. O estímulo da criatividade também é ativado com o hábito de ouvir músicas e fazer canções. Além disso, se os tímidos possuem vergonha de expor individualmente sua voz, no canto coral eles contam com a companhia e o apoio de outras pessoas - o que ajuda e muito a socializar e a criar laços de amizade, consideração e respeito entre o grupo. O Coral Saúde Criança Ilha, é a atividade cultural da ONG Saúde Criança Repensar, cuja missão é promover a assistência socioeconômica de famílias com filhos portadores dessa condição e que estejam em vulnerabilidade social. Os ensaios semanais ocorrerão na sede da ONG, dentro da unidade hospitalar Hospital Municipal Nossa Senhora do Loreto (HMNSL), no Rio do Janeiro, centro de referência no tratamento de fissura labiopalatinas. Vemos a Lei de Incentivo a Cultura como um instumento fundamental para esse projetos, pois necessitamos de recursos públicos para viabilizar o acesso dessas famílias de baixa renda às aulas de canto, pois elas não conseguem pagar nem mesmo pelo próprio transporte. As aulas acontecerão dentro do espaço da Associação Saúde Criança Repensar na Ilha do Governador, mas a instituição não tem recursos financeiros para remunerar as profissionais envolvidas e todos os cutos envolvidos. Logo, esse projeto se enquanda nos sequintes incisos, do Art. 1°:I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismoda cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores deconhecimento, cultura e memória; Assim como os incisos e alínea do artigo Art. 3°: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem ài nclusão social de crianças e adolescentes; II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;

Especificação técnica

Serão ministradas 2 aulas de 90 minutos de duração por mês durante 11 meses, onde serão ensinadas e ensaiadas cerca de 5 a 10 músicas de diferentes ritmos e niveis de dificuldade, que serão cantadas na apresentação de final de ano.

Acessibilidade

Nosso projeto será abrigado na sede da ONG Saúde Criança Repensar, localizada dentro da unidade hospitalar Hospital Municipal Nossa Senhora do Loreto (HMNSL), no Rio do Janeiro, centro de referência no tratamento de fissura labiopalatinas, que por ser um hospital público, já conta com uma arquitetura adequada, além de equipamentos e profissionais preparados para lidar com as crianças, jovens e suas familías. Sendo assim, serão adotadas as seguintes medidas de acessibilidade no projeto em relação aos deficientes físicos ou com dificuldade de locomoção; aos deficientes visuais; deficientes auditivos e deficientes intelectuais.oferecemos: a) Ações de acessibilidade arquitetônica: A sala onde ocorrerão as aulas de canto e seus acessos tem acesso totalmente adaptado com portas duplas e largas, permitindo a entrada e manobra de cadeirantes com facilidade, rampas de acesso, corrimão de auxílio, banheiro adaptadp, a sala se localizad no térreo e em área plana facilitando os deslocamentos (não há necessidades de elevadores e nem mesmo de subir degraus). Também possui vagas de estacionamento dedicadas e demarcadas para PcD e iluminação adequada em todo o espaço.Não foram considerados custos nas linhas do orçamento, devido a sala de ensaio do projeto ser localizado dentro do Hospital Nossa Senhora do Loreto no Galeão, que já possui todas essas medidas instaladas e perfeito funcionamento.b) Ações de acessibilidade comunicacional: Linguagem simples, textos adaptados e demais recursos que permitam uma comunicação acessível para pessoas com fissura labiopalatinas e suas familias. A equipe do projeto já realizou treinamentos para essas ações, realizado pelo própria ONG através de outro projeto e por isso, não tem nenhum linha de despesa orçamentária prevista para este fim. Caso, tenhamos pessoas novas que entrem no projeto e ainda não estejam treinadas, a proponente Criança Saude Ilha Repensar, está estruturada para oferecer gratuitamente treinamentos para os novos profissionais. Todos os recuros serão oferecidos em 100% das aulas e eventos.

Democratização do acesso

Em concordância com o Art. 47 da IN MinC nº 23/2025, em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente oferecerá a adoção das seguintes medidas de ampliação do acesso:II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes;VI - realizar ação cultural voltada para crianças, adolescentes, jovens e seus educadores;As aulas de canto serão oferecidas de forma gratuita a todas as crianças, jovens e suas famílias que participarem do Coral.Serão beneficiados com o nosso projeto, diversos grupos vulnerabilizados socialmente, nae faixa de pobreza, e com patologias de fissuralabiopalatina discriminadas pela sociedade e muitas vezes na própria família.Acreditamos que nosso projeto já é uma ação afirmativa por si só, por trazer empoderamento, qualidade de vida, segurança e inclusão socialem sua essência.

Ficha técnica

A ONG Saúde Criança Repensar é uma organização sem fins lucrativos, fundada em 2007, com a missão de promover a reestruturação social, o desenvolvimento humano e a saúde das famílias de crianças e jovens com fissura labiopalatina, que se encontram abaixo da linha da miséria, que atualmente sobrevive graças a doações e colaboração de voluntários. Contudo, o trabalho da instituição foi iniciado em 1998, por meio do projeto Súditos do Leite, que promoveu a arrecadação de leite em pó integral e especial para crianças com fissura labiopalatina. Na época, a então presidente da ONG, a Dra. Fatima Brandão, dentista e mãe de uma criança com fissura, junto com outros profissionais do CEFIL (Centro de Tratamento de Fissura Labiopalatinas) do Hospital Municipal Nossa Senhora do Loreto (HMNSL), constataram que apesar do esforço da área da saúde pública, a desnutrição impedia que as cirurgias de correção do lábio fossem realizadas no tempo ideal para a reabilitação do paciente. Dessa forma, por meio do apoio de colaboradores e parceiros, a Saúde Criança Repensar Ilha, começou a promover a assistência socioeconômica de famílias de crianças e jovens com fissura labiopalatina em vulnerabilidade social. Mais tarde, além de apoio na Nutrição dessas crianças e jovens, se começou a agregar as atividades culturais como as aulas de canto e o Coral, no auxilio de seus desenvolvimentos e inclusão social. O Coral foi fundado em 2012 e se manteve até 2023, graças ao auxilio financeiro de uma instituição internacional. Porém com a paralisação desse aporte, o projeto teve que interromper suas atividades. A intenção é que via a Lei de incentivo e os pontenciais patrocinadores através dela, consigamos reativar as aulas com os mesmos profissionais experientes e já capacitados para o projeto que já faziam parte anteriormente do Coral. Sendo assim, a ONG possui muita experiência e conhecimento em gerenciar atividades culturais com as crianças e familias atendidas e também com a comunidade e público envolvido como poderá ser comprovado no portfólio em anexo. Contaremos neste projeto com profissionais experientes como: 1) Márcia Mandarino Guapyassú da Silva (Regente): Márcia Mandarino Guapyassú da Silva formou-se em Licenciatura em Educação Artística – Música na Universidade Federal do Rio de Janeiro e fez uma Especialização em Regência Coral no Conservatório Brasileiro de Música. Márcia já teve um livro editado em 1985 no Rio de Janeiro, cujo título é: Músicas Fáceis para Dias Especiais. Ela deu aulas de música na Escola Jockey Club no Leblon – RJ e também na Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. Foi regente dos seguintes corais: Projeto Orquestra de Vozes Meninos do Rio, Coral de Pais e Amigos da Escola Modelar Cambaúba, Coral de Alunos da Escola Modelar Cambaúba e vários corais de alunos em escolas da Prefeitura do RJ. Atualmente é regente do Coral de Alunos da Escola Jockey Club Brasileiro. Além disso, desde 2012 é também regente do Coral Saúde Criança Ilha, de pacientes fissurados e seus responsáveis, no Hospital Municipal Nossa Senhora do Loreto. 2) Maria Célia Rendeiro (Diretora Geral): Maria Célia Rendeiro formou-se em fonoaudiologia pela Universidade Estácio de Sá em 1978 e em seguida dedicou-se a sua pós graduação em fonoaudiologia hospitalar na mesma universidade. Entre 1978 e 2006 trabalhou no Centro de Terapia da Palavra no Instituto Helena Antipoff. Atua como fonoaudióloga no Hospital Municipal Nossa Senhora do Loreto há 27 anos. Atualmente é a vice-presidente da Saúde Criança Ilha e também a coordenadora do Coral Saúde Criança Ilha, de pacientes fissurados e seus responsáveis. Ela coordena o coral desde 2012. 3) Letícia Cardoso Grigório Pereira (Assistente Social): Letícia formou-se em Serviço Social pela Universidade Federal Fluminense em 2022 e se dedica a promover melhorias na qualidade de vida de famílias em situação de vulnerabilidade social. Em 2024, iniciou uma Pós-Graduação em Gestão de Serviços Sociais e Projetos Sociais pela UNIASSELVI, ampliando ainda mais sua capacitação na área. Atualmente, atua como Assistente Social na ONG Saúde Criança Ilha, cargo que ocupa desde maio de 2023. Nesse papel, Letícia tem se empenhado em desenvolver projetos e ações voltados para o desenvolvimento integral de crianças e suas famílias, contribuindo para a construção de um ambiente mais cultural e saudável. 4) Monique Moura de Oliveira (Assistente Administrativa) Monique formou-se em Contabilidade pela Unissuam em 2021. Em 2023, completou também a graduação em Gestão de Recursos Humanos, além de uma Pós-Graduação em Gestão Financeira, ambas pela mesma instituição. Sua trajetória acadêmica reflete um sólido conhecimento nas áreas financeira e administrativa. Desde março de 2022, Monique trabalha como Assistente Administrativa na ONG Saúde Criança Ilha. Ela promove a otimização de processos administrativos, financeiros e contábeis, contribuindo para a eficácia das operações da ONG. Monique se dedica a apoiar iniciativas que promovem a cultura, a saúde e o bem-estar de crianças e suas famílias, alinhando suas competências técnicas a um forte compromisso social. Contemplamos no nosso portifólio anexo a proposta, um breve resumo do curriculo das profissionais como comprovação das atividades realizadas por elas e da capacidade técnica delas em ministrarem as aulas e prestarem toda a assitência aos participantes do Coral e suas familias.

Providência

PERÍODO DE EXECUÇÃO DO PROJETO ATUALIZADO.

2027-02-28
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro