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PRONAC 2413911Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Festival Afropira

ELAINE DOS SANTOS TEOTONIO FARIAS
Solicitado
R$ 1,09 mi
Aprovado
R$ 1,09 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
Piracicaba
Início
2025-04-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Piracicaba São Paulo

Resumo

O projeto tem por finalidade viabilizar o FESTIVAL AFROPIRA, que ocorre desde 2013, no mês de novembro, em Piracicaba/SP, no Engenho Central e outras localidades da cidade. O intuito do evento é reunir os fazedores de cultura negra da cidade e região para celebrar e refletir sobre o Mês da Consciência Negra. O Festival reúne cerca de 150 atrações, 900 artistas e afroempreendedores, atraindo um público de até 15 mil pessoas.

Sinopse

Classificação livre.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar evento com fazedores da cultura negra de Piracicaba e região em comemoração ao Mês da Consciência Negra. Objetivos Específicos Produto: Festa popular · Realizar a 11ª edição do Festival Afropira que ocorre durante 07 dias em locais distintos; Realizar: · 04 shows musicais com artistas renomados; · 02 Manifestações Tradicionais existentes no município: Samba de Lenço e Batuque de Umbigada; · 05 Grupos Tradicionais regionais (jongo, samba de roda, maracatu); · 05 shows musicais locais/regionais; · Shows de dança/performance; Produto: Oficinas · Grupos de Capoeira para o Espaço Capoeira; · Palestras com temáticas de economia criativa, empreendedorismo cultural e social, ESG e Cultura Tradicional para o Espaço Griô; · Oficineiros de dança (afro, hip-hop, Trump), DJ; · Intervenções de artes visuais urbanas (grafite, desfile de moda, exposição fotográfica); · Trancistas, Turbancistas, Barbeiros, Dreadmakers; · Manifestações Artísticas Literárias (Slams e Poesias)

Justificativa

O município de Piracicaba é uma das cidades mais importantes da região do Oeste paulista ou médio Tietê, principalmente nos períodos da produção da cana de açúcar e do café, em seus respectivos ciclos econômicos. A quantidade de escravizados na região é bastante intensa nos séculos XVIII e XIX, o que determina uma significativa contribuição para a cultura do interior paulista. O que pode ser estudado no conjunto das culturas afro-brasileiras, mas também como cultura afro-caipira. Segundo o Censo realizado pela Coletoria da Capitania de São Paulo em 1887, Piracicaba era a terceira cidade com o maior número de negros escravizados da Capitania com 5.339. As duas primeiras eram Campinas com 14mil e Bananal com 6.093. O município possui diversos pontos que contam a história da passagem do povo negro no período escravagistas como: - O Quilombo de Corumbataí (1750 a 1804), local em que foi construído uma praça com área de lazer para o bairro em que se encontra, e em 2009 recebeu o nome de Parque Histórico Quilombo Corumbataí; - A primeira ponte de concreto armado do Brasil, construída em 1875 pelos irmãos André e José Rebouças, engenheiros negros que atuaram também em São Paulo; - A terceira entidade negra mais antiga do país a Sociedade Beneficente 13 de Maio, fundada em 1901 com o nome de Sociedade Beneficente Antônio Bento e recebendo o atual nome em 1908, entre outros. A cidade obteve grupos coletivos culturais e ativistas afro-brasileiros onde destacamos o Grupo Cultural e Educacional Akanni (1999 _ 2006), que formou uma geração de artistas e ativistas atuantes até os dias de hoje, inclusive a proponente Elaine Teotonio. E possui diversos grupos, coletivos, artistas solos, instituições, associações, eventos e ações afros onde se destacam: 23 grupos de Capoeira; Casa de Batuqueiro que mantém o batuque de Umbigada, manifestação centenária na cidade; Grupo Samba de Lenço, tradição que resiste apenas em Piracicaba e Mauá. Todas estas manifestações são contempladas no Festival, e a história da cidade e da região é contada através do mesmo. O Festival Afropira iniciou em 2013 com o intuito de reunir os fazedores de Cultura Negra do município para celebração e reflexão ao Dia da Consciência Negra. Em seu primeiro ano contou com atividades em bairros e, no dia do grande Encontro, em 20 de novembro, reuniu cerca de 300 pessoas na realização e atraiu público de 4.000 pessoas, tornando-se um marco histórico para Cultura Negra Piracicabana. Ano a ano foi crescendo a programação e estrutura do evento, passando a aumentar datas do Festival, conquistando um novo formato na 10ª edição, que ampliou o acesso a este bem cultural, fortalecendo os fazedores de cultura negra locais e regionais, como também trazendo artistas conhecidos em âmbito nacional como Rael, Paula Lima e Encontro de Batuqueiro, contando com cerca de 1.100 pessoas envolvidas na produção (artistas, prestadores de serviço, expositores, culinaristas, modistas, palestrantes, entre outros) e atraindo um público de 19 mil pessoas, enriquecendo o evento e reforçando o mesmo como referência. Assim, o Festival que iniciou com o subtítulo "O Maior Encontro Afro de Piracicaba" ganhou o título de "Maior Encontro Afro do Interior Paulista". O Festival conta com o apoio do SESC Piracicaba, a Secretaria Municipal de Ação Cultural de Piracicaba, o Centro de Documentação Cultura e Política Negra e a Coordenadoria Setorial de Promoção da Igualdade Racial e Étnica (CPIR), Secretaria Municipal de Educação, Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e demais ações do Instituto para captação de recurso. A festa conta com diversas atrações e espaços de troca cultural e lazer, são eles: Espaço Oficina; Espaço Capoeira; Espaço Griô; Espaço da Fé; Espaço Hip Hop; Espaço Infantil; Espaço da Beleza; Área de Alimentação e Espaço Exposição. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. E tem por finalidade, dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Especificação técnica

Durante o Festival no espaço Griô ocorrem Palestras com 50 minutos de duração com os seguintes temas: Empregabilidade; Roda de Profissões; Patrimônio Cultural Municipal Batuque de Umbigada; Patrimônio Cultural Municipal Samba de Lenço; Finanças; ESG Olhar Sociocultural; Jornalismo por Olhares Negro; Apresentação dos Programas do Instituto Afropira e da Casa do Hip Hop. Durante o Festival no Espaço da Fé ocorre um debate inter-religioso com lideranças do candomblé, umbanda, pastoral afro da igreja católica, evangélica. O público investirá apenas para aquisição de produtos de expositores e culinaristas e terá o acesso a todos os shows e apresentações, vivenciar as manifestações culturais através das oficinas ofertadas, participar de palestras e debates, ser atendido no espaço da beleza por trancistas, turbancistas, dreadmaker e barbeiros. As crianças poderão participar de forma segura no espaço infantil tendo acesso a brinquedos, vivências e apresentações, uma vez que o espaço conta com pedagogos e monitores.

Acessibilidade

O Projeto traz o seguinte Plano de Acessibilidade para o produto principal e secundário: a) Arquitetônica: Os locais que recebem o projeto garantem a acessibilidade, buscando atender e disponibilizar: rotas acessíveis, espaço de manobra para cadeira de rodas, inclusive em palcos e camarins, rampas, corrimãos e guarda-corpos, banheiros adaptados, vagas de estacionamento, assentos para pessoas obesas, com mobilidade reduzida e idosas, iluminação adequada, e demais recursos que permitam o acesso. b) Comunicacional: Contratará Língua Brasileira de Sinais - Libras, contará autodescrição dos participantes, utilizará linguagem simples, textos adaptados para software de leitor de tela, e demais recursos que permitam uma comunicação acessível. c) Atitudinal: Contará com a capacitação de equipe, formação e sensibilização de agentes culturais e outras medidas que visem à eliminação de atitudes capacitistas, além de realizar as seguintes contratações: · De uma dançarina PCD que realiza atividades com o Instituto Afropira: para o momento de apresentações artísticas; · De idosos em culturas tradicionais contempladas no projeto como também para participarem do espaço Griô contando sobre sua trajetória; · De 01 Capoeirista que atua com aulas na APAE Piracicaba que atende crianças com Síndrome de Down e sempre participa do Festival com alguns alunos; · De 01 Capoeirista que atua com aulas na Assupira Associação de Surdos de Piracicaba e desde 2023 tem atuado em ações do Instituto Afropira; · Contratação de uma maquiadora PCD que já atua das atividades do Instituto Afropira para o Espaço da Beleza

Democratização do acesso

O projeto será amplamente divulgado e utilizará linguagem simples e mídias diversas (jornais, redes sociais) que garanta a democratização e o acesso ao bem cultural gerado. Todas as ações do projeto com apoio do edital serão 100% gratuitas a toda população. O projeto tem como foco atingir todas as etnias, gêneros e faixas etárias.

Ficha técnica

ELAINE Coordenação 20 anos de carreira iniciou seus estudos e apresentações como cantora no Grupo Cultural e Educacional Akanni, grupo que formou a maioria dos representantes do movimento negro de Piracicaba. Foi locutora da Rádio Difusora Am e Fm e já apresentou um Programa de TV local durante 02 anos. Formada em Produção Cultural e pós graduanda em ESG. Atua como produtora e pesquisadora da cultura afro, cantora, musicista, professora de música, praticante de capoeira, dança afro, integrante da Casa de batuqueiro que mantém o batuque de umbigada e do Grupo de Samba de Lenço. Desenvolve há 18 anos trabalhos com Bate Lata em escolas públicas e privadas, e em projetos sociais e conta com um Bloco Afro que divulga o baião, samba reggae, samba e principalmente o ijexá. Junto ao seu parceiro Mestre Marquinho Idealizou, Gesta e Produz Festival e Instituto Afropira e Criou também a ETC Produtora e a MVF Produtora. Juntos já produziram: Livro Jornadas com Amadou Hampate Ba; Dandara vai para Escola “Saberes afro-paulistas na educação” (ProAc 2022); 10º Festival Afropira (ProAc 2022); Livro Saberes no Pé do Tambu (ProAc 2021); 9º Festival Afropira A RETOMADA (Juntos Pela Cultura - 2022); A História da Capoeira de Piracicaba pelo olhar de Mestre Valter (LAB Piracicaba 2021) entre outros. MARCOS – Produção Geral Mestre de capoeira, produtor, músico, dançarino, integrante da Casa de batuqueiro que mantém o batuque de umbigada e do Grupo de Samba de Lenço. graduando em Educação Física, completa em dezembro/24, 37 anos de idade e 32 de capoeira, formado por seu pai Mestre Valter (Descendentes de Mestre Cosmo), fundou junto a sua família em 2002 o GRUPO GEACAP (Grupo Estilo Acrobático Capoeira de Piracicaba) que leciona a capoeira no Instituto Afropira e que através dos alunos está hoje em 08 espaços da cidade. Junto a sua parceira Elaine Teotonio Idealizou, Gesta e Produz Festival e Instituto Afropira e Criou também a ETC Produtora e a MVF Produtora. ERICA – Produção Administrativa Formada em Administração, desde de pequena demonstrou vocação ao artesanato, contando com diversos cursos de formação, se destacando hoje como referência em bonecas pretas, principalmente as abayomis, além de brinquedos e jogos infantis. Uma das Diretoras do Instituto Afropira estando a frente do programa Potência Afro, fortalecendo o Afroempreendedorismo. Erica é responsável pelos expositores que participam dos eventos do Afropira, e junto a diretoria atua na produção de todos os eventos, projetos e ações. Além disso compõe o Grupo Samba de Lenço e a Casa de Batuqueiro que mantém o Batuque de Umbigada. LOHANA – Produção Executiva Lohana é capoeirista, percussionista, dançarina, batuqueira do Samba de Lenço e do Batuque de Umbigada, junto ao Instituto Afropira desenvolve as bonecas abayomis, graduanda em psicopedagogia, gestora de marketing digital e produtora cultural, iniciou na cultura através da capoeira em 2020 no GEACAP (Grupo Estilo Acrobático de Capoeira) em 2021 passou a estudar dança afro e música, compondo o projeto Meu Brasil Brasileiro, no mesmo ano iniciou na produção cultural junto a ETC Produtora e Instituto Afropira. Como Produtora: atuou em projetos como: Dandara vai para Escola “Saberes afro-paulistas na educação” (ProAc 2022); 10º Festival Afropira (ProAc 2022); Saberes no Pé do Tambu (ProAc 2021); 9º Festival Afropira A RETOMADA (Juntos Pela Cultura - 2022); A História da Capoeira de Piracicaba pelo olhar de Mestre Valter (LAB Piracicaba 2021) e 8º Festival Afropira (ProAc Expresso LAB 2020); ISABEL – Produção Graduanda em Psicologia, cabeleireira, trancista, turbancista e capoeirista. Há 23 anos atua como trancista e há 16 anos atua como cabeleireira com foco no cabelo afro. Há 10 anos está à frente do Espaço da Beleza no Festival Afropira. Uma das Diretoras do Instituto Afropira. Uma das Diretoras do Instituto Afropira estando a frente do programa RAÍZES NAGÔ: Encontro de Trancistas e Turbancistas, junto a diretoria atua na produção de todos os eventos, projetos e ações. Além disso compõe o Grupo Samba de Lenço e a Casa de Batuqueiro que mantém o Batuque de Umbigada. JULIO – Produção Poeta, batuqueiro do Samba de Lenço, um dos Diretores do Instituto Afropira estando a frente do Espaço Griô, do Sarau Saravá e da oficina Escritas Pretas. Junto a diretoria atua na produção de todos os eventos do Instituto. JUNIOR – Mestre Batuque de Umbigada Mestre e Diretor de educação e cultura da Casa de Batuqueiro que pesquisa, ensina e coordena apresentações do Batuque de Umbigada de Piracicaba, Colaborador do Instituto Afropira como orientador de pesquisa e músico. Possui graduação em Filosofia e pós-graduação em Filosofia e Ensino de Filosofia pelo Centro Universitário Claretiano. É Mestre e Doutor em Educação pela Universidade Metodista de Piracicaba. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em História e Filosofia da Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: educação e oralidade africana e afro-brasileira, educação e cultura afro-brasileira, educação anti-racista, filosofia africana, afro-brasileira e latino-americana, educação descolonial e formação de professores. Foi membro do Conselho Deliberativo do Centro de Documentação, Cultura e Política Negra em Piracicaba-SP de 1999 até 2013. Neste centro atuou como pesquisador, professor, coordenador e programador cultural. Foi coordenador do Programa Difusão Cultural Afro-brasileira na Biblioteca Pública Municipal de Piracicaba de 2006 até 2016. Foi coordenador do Grupo Cultural e Educacional Akanni de 1999 até 2006. Membro da ABEÁfrica - Associação Brasileira de Estudos Africanos e membro da ABPN - Associação Brasileira de Pesquisadores Negros. EDIANA – Mestra Samba de Lenço Conhecida como Mestra Ediana e Edi Batuqueiroa, Piracicabana, nascida em 29 de dezembro de 1968. Arte educadora, coordenadora e Mestra do grupo de Samba de Lenço de Piracicaba "Mestre Antônio Carlos Ferraz", também integrante do grupo de Batuque de Umbigada, do projeto Casa de Batuqueiro, e Rainha do Grupo de Maracatu Baque Caipira, atriz amadora, ministra oficina como turbancista, e também fez parte como Conselheira, do Conselho Estadual de Promoção da Igualmente Racial (Conepir).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.