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Fazer uma circulação da apresentação musical (instrumental e coro) inédito da cantora soprano Irma Ferreira intitulado Em canto de Orisà pelas cidades de Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo, com duas apresentações em cada cidade. A formação da banda que irá acompanhar a cantora será: um violonista, um violoncelista, três percussionistas, três vozes femininas no coro, uma voz soprano solista e uma bailarina. Cada show tem duração de 90 minutos. Serão 6 apresentações no total. Os arranjos, que têm assinatura de Sebastian Notini, Irma Ferreira e Fred Dantas, unidos aos efeitos de luz, figurino, cenário e a uma performance corporal que contempla e reforça a mística pretendida, certamente podem ajudar a quebrar barreiras ainda hoje impostas à cultura afro-religiosa e afro-diaspórica, assim, através do encantamento estético.
PRODUTO PRINCIPAL – Apresentação musical O projeto propõe a realização do show inédito Em canto de Orisà da cantora soprano soteropolitana Irma Ferreira, que tem como centro o repertório afro-religioso. Realizado em sua totalidade em línguas africanas como o Iorubá, o show levará ao público uma mostra do repertório do sagrado candomblé, tão presente na construção da identidade artística da cantora. Junto aos àduras (rezas), orikis (cantos), o show traz os Itans (contos) sobre 13 orixás cultuados no panteão Nagô Vodun, - Exu, Ogum, Omolu, Xangô, Iansã, Oxossi, Nanã, Iemanjá, Oxum, Oxumarê, Iroko, Ossanha e Oxalá, além de 7 números de dança tradicionais do culto religioso. Além da cantora solista, o show tem em sua formação 3 percussionistas, 1 violonista, 1 violoncelista, um coro com 3 vozes femininas e 1 bailarina. Dentro dessa configuração, Irma Ferreira propõe um intercâmbio artístico entre artistas de Salvador e do Rio de Janeiro, uma vez que o grupo conta com 7 artistas de Salvador e 3 do Rio de Janeiro. Como requisito para a escolha da equipe que fará parte da realização do projeto, além das capacidades técnicas e artísticas, foram escolhidos artistas que dialoguem com as religiões de matrizes africanas, de forma que possam agregar ao projeto sua própria identidade e ligação com o sagrado e a ancestralidade. Classificação Indicativa: Livre
Objetivo Geral: Ampliar e potencializar o alcance do trabalho da cantora solista soprana e dos artistas envolvidos, alcançando novos públicos em importantes capitais do Brasil. Assim, além da interação artista e público local, o projeto se justifica pela possibilidade de diálogo entre artistas que têm as religiões de matrizes africanas como um ponto de relevância na construção de sua identidade artística, social e racial. Objetivos específicos: - Realizar 6 apresentações de música com a soprano Irma Ferreira e convidados formado 4 percussionistas, 1 violonista, 1 violoncelista, um coro com 3 vozes e 1 bailarina com duração de 90 minutos. Serão 2 shows em cada uma das cidades de São Paulo, Salvador e Rio de Janeiro; - Valorizar as raízes afro-brasileira, resgatando as suas origens e promovendo a expansão de possibilidades sonoras, através da diversidade instrumental na execução das composições. - Revelar para diferentes regiões do Brasil e do mundo, uma nova imagem da cultura musical sincrética e plural de Salvador, da sua força e da sua criatividade. - Promover o reconhecimento das raízes africanas, como fundamental para a construção da identidade brasileira, em busca da equidade e da representatividade, acreditando que seja fundamental que o público veja a cultura afro-brasileira ocupando espaços que já lhe foram negados anteriormente. - Reafirmar as origens e ancestralidade brasileira, suas narrativas, símbolos e o pensamento decolonial, despertando a sensação de pertencimento e reconhecimento no público. - Fortalecer a arte no seu significado mais profundo: o de pluralizar e transformar por um viés que há muito, foi marginalizado, mas que agora está retomando seu espaço, sua história e sua identidade.
Trabalhar sobre a memória cultural e religiosa de origem africana no Brasil requer uma permanente atitude de cuidado, registro e renovação. Dada a importância na construção da identidade musical e cultural brasileira, o acervo de trabalhos artísticos com viés vocal e instrumental não tradicionais ao culto do candomblé ainda hoje é quantitativamente reduzido, principalmente quando essa instrumentação não descaracteriza o semblante original desse repertório. Nesse sentido, a realização do presente projeto se justifica pela importância da execução e difusão de um repertório que exalte o significado dessas tradições, reafirmando as relações da ancestralidade com os aspectos da psique humana, e, se justifica também, pela projeção dada a uma tradição de transmissão oral, frente a um cenário onde o fazer artístico e o consumo da arte nos meios de comunicação estão cada vez mais imediatistas. Frente a essa perspectiva, o show Em canto de Orisà busca dirimir preconceitos que a temática dos Oriṣàs enfrenta quando tratada de maneira puramente ritual, assim, através do encantamento estético, atingir um público ampliado, para além dos admiradores da cultura afro-religiosa, como podemos ver nos trabalhos anteriores idealizados e realizados pela cantora Irma Ferreira, como o EP Cantos e Rezas alcançou nos primeiros meses de seu lançamento cerca de 10 mil reproduções. Partindo desse princípio, esse projeto levará aos palcos de Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro, um trabalho já consolidado da artista em seu território de origem. A junção da mística do palco, da performance e da declamação de contos sobre cada orixá reverenciado, contribui para preservação da memória, desenvolvimento e continuidade dessas tradições. Obter a aprovação na Lei Rouanet, para que o projeto possa receber apoios financeiros de Instituições que patrocinam projetos culturais via Lei de Incentivo, é de grande importância principalmente para que trabalhos de artistas com alcances regionais possam acessar outros espaços, ampliando os horizontes profissionais do grupo e de seus integrantes, proporcionando uma real democratização e valorização da produção cultural brasileira. A proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. A proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais.
Este projeto está inscrito no Edital de Seleção CAIXA Cultural – Programação 2025, aguardando o resultado.
PRODUTO PRINCIPAL É um show de música com 10 artistas no palco. No show, as releituras dos Orikis e Aduras trazem uma intenção musical específica para cada música, buscando revelar características dos Orixás representados, numa junção cuidadosa entre o tratamento musical não convencional, vocalizes líricos e elementos tradicionais do culto afro-religioso. DESLOCAMENTOS Os beneficiários das passagens/hospedagens/diárias/viagens (nome e/ou função no projeto): Esses deslocamentos e diárias de hospedagem e alimentação serão necessários para a realização do projeto, uma vez que parte do grupo é sediado em Salvador e outra parte no Rio de Janeiro. A proposta prevê uma circulação do grupo em Salvador, São Paulo e Rio de Janeiro. Serão 7 artistas, 1 rodie e 1 técnico de som residentes em Salvador, 1 produtora executiva de São Paulo, 3 pessoas residentes no Rio de Janeiro, um rodie e um técnico de som. Relação das pessoas que precisarão de passagens/hospedagens/diárias: Salvador/Rio de Janeiro/Salvador – Irma Ferreirra, Nilton Cerqueira Belmonte, Everton Neves, Iuri Passos, Luan Badaró, Ruan de Souza e Angélica Ferreira São Paulo/Rio de Janeiro/São Paulo – Renata Campos São Paulo/Salvador/São Paulo – Renata Campos Salvador/São Paulo/Salvador - Irma Ferreirra, Nilton Cerqueira Belmonte, Everton Neves, Iuri Passos, Luan Badaró, Ruan de Souza e Angélica Ferreira Rio de Janeiro/São Paulo/Rio de Janeiro - Débora Campos, Priscila Pio e Érica de Paula Rio de Janeiro/Salvador/Rio de Janeiro - Débora Campos, Priscila Pio e Érica de Paula Deslocamentos para realização dos shows em Salvador: Trecho de ida : Rio de Janeiro/ Salvador = 3 Trecho de volta: Salvador / Rio de Janeiro = 3 Trecho ida: São Paulo/Salvador = 1 Trecho volta: Salvador/São Paulo = 1 Deslocamentos para realização dos shows em São Paulo: Trecho de ida : Rio de Janeiro/ São Paulo = 3 Trecho de volta: Salvador / Rio de Janeiro = 3 Trecho ida: Salvador / São Paulo = 7 Trecho volta: São Paulo / Salvador = 7 Deslocamentos para realização dos shows no Rio de Janeiro: Trecho de ida: São Paulo / Rio de Janeiro = 1 Trecho de volta: Rio de Janeiro / São Paulo = 1 Trecho ida: Salvador / Rio de Janeiro = 7 Trecho volta: Rio de Janeiro / Salvador = 7 Total de 44 trechos aéreos.
PRODUTO PRINCIPAL: APRESENTAÇÃO MUSICAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: os locais onde serão realizados os shows possuem acesso a deficientes físicos e/ou cadeirantes. Assentos para idosos. Os espaços já são adaptados para proporcionar a acessibilidade física para pessoas com necessidades especiais e pessoas com mobilidade reduzida. DEFICIENTES AUDITIVOS: como o show é instrumental, teremos a tradução em LIBRAS das partes faladas, momentos em que os instrumentistas conversam com o público, falando sobre curiosidades das músicas, do grupo e das composições que acontecem durante o show. DEFICIENTES VISUAIS: Contaremos também com equipamentos para possibilitar a audiodescrição durante o espetáculo. ACESSIBILIDADE ATITUDINAL: É comum autistas terem transtorno sensorial. O indivíduo pode ser muito sensível ou muito intolerante aos sons, iluminação e outros estímulos. Assim, iremos oferecer fones abafadores de ruídos para esse público. Muitos preferem já saber antes o que vão encontrar do lado de dentro do evento. Teremos uma pessoa na entrada da sala de espetáculo que irá explicar o que será apresentado. Acreditamos que com esses dois cuidados, as pessoas com autismo irão se sentir mais a vontade.
Atende ao Artigo 21 da IN no 02/2019 do Ministério da Cidadania, inciso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; O evento será gratuito. Faremos contato com instituições e organizações que organizam saídas culturais com grupos de pessoas com deficiência indicando que o projeto terá ações de acessibilidade.
Com Arte Produções Artísticas – proponente e produção geral A Com Arte Produções atua com diversos profissionais na produção de eventos culturais nos segmentos de música, dança, teatro e artes visuais. Além de possuir diversas ações que estabelecem uma estreita relação entre empresas, instituições e o público. Atuante também no planejamento estrutural de empreendimentos culturais, bem como a elaboração de projetos através de Leis de Incentivo Fiscal, agenciamento de artistas, coordenação de Festivais e produção de eventos culturais, corporativos e de formação de público. Investimos na pluralidade das manifestações artísticas, buscando a diversidade cultural, uma das principais características de nosso país, através de projetos que não são apenas bons em sua concepção artística, mas importantes para a sociedade e coerente com os recursos a eles destinados. Acreditamos na arte como um poderoso instrumento modificador, capaz de abrir novos horizontes e novas perspectivas de vida. Entre seus parceiros estão instiutições como: SESI, SESC, FDE, CIEE, IPAC/BA, CCPI/BA, Sorriso do Bem e E-Fórum Artes e Ideias, produzindo eventos que contam com a participação de nomes como: Guilherme Arantes, Luciana Mello, Tarcísio Filho, Rodrigo Lombardi, Gloria Menezes, Yara Jamra,Barbara Paz entre outros. Trabalha com vários grupos e profissionais renomados no meio artístico musical como: Gilberto Gil, Arnaldo Antunes, Cortejo Afro, Solista Qué Base, Núcleo de Ópera da Bahia, Aldo Brizzi, Aleh Ferreira, Toquinho, Maria Gadú, Paula Lima, Ellen Oléria, Daniela Mercury, Chico Cesar, Bem Gil, Mãeana, Carlos Rennó, Aloisio Menezes, Fabiana Cozza, Pedrinho Mendonça e Luizinho 7 Cordas. No segmento da dança, trabalha com grupos, como: SOLOS – coletivo de dança contemporânea, Paradoxo Cia de Dança Contemporânea, Monica Aduni, Verônica Santos, Miriam Dascal, Núcleo Pedro Costa e Núcleo Iêê. Nas artes plásticas trabalha com nomes como: Alberto Pitta, Lilian Morais, Roney George e Gustavo Moreno. No exterior, atuou como produtora associada à Interssuoni (Itália) na turnê europeia de Prelúdio em 2017, com Gilberto Gil, Núcleo de Ópera da Bahia, Cortejo Afro e Nova Ópera de Lisboa passando por 5 países: Inglaterra, Finlândia, Suiça, Portugal e Itália, com a Radio France, em dezembro de 2022, na estreia de Amor Azul uma ópera de Gilberto Gil e Aldo Brizzi com participação de Gilberto Gil, Bem Gil, cantores e percussionistas do Núcleo de Ópera da Bahia, Philharmonique de Radio France e Choeur de Radio France, em Paris e com a Lirica Tamagno (Itália) na Ópera Jelin de Aldo Brizzi no Circuito Lírico Piemontese. Produtora parceira em Amor Azul, ópera canção de Gilberto Gil e Aldo Brizzi na Sala São Paulo com o Coro e Orquestra Jovem do Estado de São Paulo, cantores e percussionistas do Núcleo de Ópera da Bahia, Gilberto Gil e Bem Gil, em agosto de 2024 e na Concha Acústica do Teatro Castro Alves em Salvador/BA com Coro e Orquestra do NEOJIBA (Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia), cantores e percussionistas do Núcleo de Ópera da Bahia, Gilberto Gil e Bem Gil, em novembro de 2024. Irma Ferreira – direção musical, idealizadora do projeto e cantora solista Soprano, natural de Salvador-Bahia, é graduada em Canto Lírico, Mestra em Performance musical pela Universidade Federal da Bahia e pós-graduanda em História e cultura Afro-brasileira, pelo Instituto Nacional de Ensino. Atua como corista e solista há 10 anos, em 2020 interpretou a personagem Dara na recente estreia nacional da "Ópera dos Terreiros" de Aldo Brizzi e Jorge Portugal, em Salvador, no mesmo ano viveu a personagem Annina da ópera La Traviata de Verdi, no Femusc, sob regncia do maestro André dos Santos. Em 2019, interpretou Lídia na ópera "Lídia de Oxum", de Lindembergue Cardoso com a Orquestra Sinfônica da Bahia, sob regência de Carlos Prazeres. Participou do Laboratório de Ópera da Escola de Música da UFBA, com direção de Flávia Albano, onde encenou, em 2019, o personagem Rosalind da opereta "Die Fledermaus", de Johann Strauss, em 2018, também junto ao Laboratório de ópera da UFBA, interpretou a Condessa da ópera Le nozze di Fígaro, de Morzart. Como solista já cantou com a Orquestra Sinfônica da Bahia, a Orquestra Sinfônica de Sergipe, a Orquestra Sinfônica da Ufba, a Orquestra Sinfônica do Gramado in Concert e a Orquestra de Ópera do Femusc. Nos últimos anos vem desenvolvendo uma série de recitais liricos, de voz e piano, intitulados Ópera na Bahia. Atuou junto ao Madrigal da Ufba e ao coro da Associação lírica da Bahia, já tendo participado de diversas montagens de óperas, como La Traviata de G. Verdi, Il Guarani de Carlos Gomes, Carmen de Bizet e Pagliacci de RuggeroLeoncavallo, com o grupo. É solista junto a Orquestra Fred Dantas e a Orquestra São Salvador e atualmente vem desenvolvendo uma série de trabalhos que mesclam o universo operístico e a cultura afrodescendente. Em seu novo projeto “Em Cantos de Orisà” faz um estudo e apresenta cantigas e histórias dos Orixás. Recentemente participou da gravação da trilha sonora do filme Obá – Alegria Preta de Marcelo Ricardo. Para além da performance, atua como professora de Canto e preparadora vocal do coral da Escola técnica de Joaquim, do Coral da Orquestra São Salvador epor anos desenvolveu um trabalho como professora de canto da Escola Técnica da Casa Pia e colégiodos Órfãos de São Joaquim. Realizou masterclasses com Sabino Martemucci, Richard Bauer, Marília Vargas, BélaMavrák, Carla Mafioletti, Carlos Rodriguez e Paulo Mandarino. Ruan de Souza – instrumentista: violão Ruan de Souza, doutorando em composição musical sob orientação do Prof. Dr. Alexandre Espinheira, mestre em educação musical, orientado pela Prof. Dr. Cristina Tourinho, e bacharel em violão, na classe do Prof. Dr. Mario Ulloa, na Universidade Federal da Bahia (UFBA). Cursou “Introdução à Teoria Pós-Tonal” com Prof. Dr. Natan Ourives (UEFS) e Prof. Me. Dennis Carvalho. Atua há mais de 15 anos como solista, compositor, músico acompanhador, arranjador, produtor musical e professor.. Foi premiado nos anos 2017 e 2020 na categoria Música Instrumental do Festival de música Educadora FM, este que é o maior festival de música da Bahia, com suas respectivas composições “Nibirú” e “Caçando na Mata”. Em 2017, foi finalista do 17º Prêmio Nabor Pires Camargo/SP com sua música “Caçando na Mata” e um arranjo próprio de “Na Pindaíba”, composta pelo homenageado do festival: Nabor Pires. Em 2021, foi premiado no 1º Festival Violão e Ponto/RS no Palco Aberto. No mesmo ano, realizou o encerramento do concerto do Mário Ulloa, como participação especial, no Festival Digital Internacional de Violão – Conquista/BA. Com sua atuação como concertista ao violão solo, Ruan de Souza tem apresentado “O Violão Percussivo” em teatros da cidade (Salvador-BA), como o Teatro Gamboa e Teatro Molière, dentre os anos de 2021 e 2023. Ainda em 2023, conquistou o terceiro lugar no Prêmio de Música Instrumental Tokio Marine Hall / SP. Angélica Ferreira - cantora coro Angélica Ferreira, egbomi de Ogun, é produtora cultural, corista e assistente social. A união dessas três capacidades fez com que gerenciasse com sucesso atividades artísticas envolvendo grande número de participantes, como no 2 de julho, carnaval e réveillon, ou projetos sociais envolvendo crianças e adolescentes. Além de atuar como corista nas gravações dos álbuns Cantos e Rezas e Em Cantos de Oriṣà e no show de mesmo nome da cantora Irma Ferreira. Angélica Ferreira realizou a pesquisa de pronúncias e significados dos cantos de candomblé selecionados para o EP Cantos e Rezas da cantora Irma Ferreira. Recentemente participou da gravação da trilha sonora do filme Obá – Alegria Preta de Marcelo Ricardo. Iuri Passos – instrumentista: percussão iuri Passos é Alagbê do Terreiro do Gantois, Músico, Ativista, Produtor Musical, Arranjador, Idealizador do Projeto Social Rum Alagbê doTerreiro do Gantois 2001, Autor de artigos e materiais didáticos nos livros - Nós Os Tincoãs , Afrobook - Ritmos Afros-Brasileiros. Professor de Percussão do Departamento de Música da UFBA. Mestre em Etnomusicologia pela UFBA. Trabalhar com Workshops de Percussão Afro-brasileira- França - Paris 2001, Lyon 2018, Alemanha - Belin 2001, Itália - Bologna 2016, Portugal - Lisboa 2015. Suíça - Genebra 2018. Além de trabalhar com diversos artistas da música brasileira- Mariene de Castro , Maria Bethânia, Carlinhos Brown, Rosa Marya Colyn , Martnália, Alaíde Costa , Margareth Menezes , Paula Lima , Ellén Oléria , Gilberto Gil, Gal Gosta, Marisa Monte Mateus Aleluia, Lazzo Matumbi entre outros. Luan Badaró – instrumentista: percussão Luan Badaró, Percussionista iniciado musicalmente como Alagbê do Terreiro Ilê asè Olo Omin, formado em técnico em instrumento musical pela Escola de Música e Tecnologias Pracatum Associação Pracatum Ação Social – APAS. Nascido em Salvador, deu inicio aos conhecimentos da cultura de matriz africana muito jovem, passados de forma matriarcal de sua avó para a sua mãe e de ambas para o mesmo. Em 2001 aprimora os aprendizados nos toques aos Orixás no projeto Rum Alagbê no Terreiro do Gantois onde atualmente é instrutor de percussão do projeto, formado pela Escola Olodum como aprendiz de Lideranças- Afrodescendentes e de aprendiz de Percussão Samba-Reeggae no ano de 2012 e 2013. Neste mesmo ano foi convidado pelo Maestro Fred Dantas para empregar seus conhecimentos na música popular, ao mesmo tempo em que teria noções de teoria e percussão orquestral. Sendo assim dando inicio a sua carreira profissional em Salvador realizando trabalhos com o Bloco Afro Olodum, Orquestra Fred Dantas, Orquestra Brasileira de São Salvador, participando da percussão de palco na Ópera Lídia de Oxum, gravação do CD “Obatalá uma homenagem a Mãe Carmen”, Participação No Festival da ONU no Qatar com a Banda Percussiva Pracatum, Participação na execução dos instrumentos para o Livro “Afro-Book”, Pracatum Tambô, África Beat, Banda Água Fresca, participou do Festival de Samba do Bloco Alerta Geral, atua como freelancer de shows e gravações e atualmente Professor de percussão no Espaço Cultural Pierre Verger. Érica de Paula – cantora coro Érica de Paula é diretora musical, regente, musicista, multi instrumentista, professora e pesquisadora. Desde 2006 trabalha junto à Palavra Cantada em SP, e em 2014 no Rio de Janeiro, iniciou o projeto Coral Palavra Cantada RJ, hoje Canta Piá, fazendo direção artística e musical, coordenação e regência, em parceria com o Centro da Música Carioca Artur da Távola. Atua na direção artística e musical dos espetáculos Clássicos do Cinema Infantil e Meu Caro Barão do grupo de música teatral Cine em Canto, fundado também em 2014 em parceria com Priscila Pio. Ainda no universo infanto-juvenil, atua na mesma função no curso de prática de montagem musical Clássicos do cinema infantil desde 2017, na direção musical e regência do Coloridos Coral criado em 2018, dentre outros. Fora do universo infanto-juvenil, atua como produtora, diretora musical e preparadora vocal em produções como espetáculo Mask, da cia Muanes de dançateatro, o show O que sobrou do céu de Quel & Théo Bial, o álbum Quem dirá de Quel, assim como seus clipes e como assistente de direção musical no Elis, a musical, 10 anos. Atua também da rede municipal de Educação do Rio de Janeiro, onde atualmente é diretora do Núcleo de Arte Leblon. É especialista em Regência Coral pela UFBA e em Ed. Musical pelo CBMRJ e mestranda em Música na UFBA. Como pesquisadora, busca a voz e corpo brasileiros pelo olhar decolonial. Priscila Pio – cantora coro Preparadora vocal, regente assistente, cantora, musicista e produtora. Atuante na área musical desde criança, tem dois álbuns lançados com o Quartin’, quarteto com quem canta desde 2012. Em 2014 fundou com Érica de Paula o grupo Cine em Canto, onde faz a produção e co-direção artística e musical dos espetáculos Clássicos do Cinema Infantil e Meu Caro Barão e da cia como um todo. Regente assistente e pianista no Coral Palavra Cantada RJ, hoje Canta Piá, desde 2016 e, neste mesmo ano, co-dirige também a primeira edição do curso de prática de montagem musical Clássicos do Cinema Infantil e as edições subsequentes. Em 2018, criou, junto a Érica de Paula, o Coloridos Coral, coro juvenil que recebe os adolescentes do coral Palavra Cantada e outros, onde atua como regente assistente, preparadora vocal e pianista. Durante a pandemia, em 2021, criou o projeto Matercanto, voltado para mulheres mães em busca de suas vozes, onde atua na direção musical e regência. Como produtora, fez os clipes do coral Palavra Cantada RJ e da cantora Quel, tanto do clipe quanto de seu álbum e atua junto a Débora Campos na oficina Ancestralidade em movimento - conexão mulher. Recentemente participou da gravação da trilha sonora do filme Obá – Alegria Preta de Marcelo Ricardo. Débora Campos - bailarina Artista, intérprete/pesquisadora, professora de dança, coreógrafa, preparadora corporal e diretora cênica. Doutora em Filosofia na UFRJ. É a idealizadora do espaço Afro Conexões, onde desenvolve atividades artísticas, de docência e pesquisa em cultura e arte afro-brasileira, africana e afro diaspórica, com turmas regulares de vivências corporais: Ancestralidade em Movimento. Ministrou a disciplina Corpo, dança e identidade negra no curso de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Relações Étnico-raciais, PPRER/CEFET. Foi docente da Universidade Estácio de Sá no Curso Politécnico de Dança de Salão, nas disciplinas: Expressão Corporal, Composição e Criação Coreográfica. Integrou o Mulheres em Cena 5a. Edição com a vivência Ancestralidade em Movimento: Conexão Mulher (2021). Ministrou a aula prático-teórica: Escuta Afro Brasileira na disciplina Mitos, Contos e Fábulas no curso de pós-graduação em Arteterapia e Processo de Criação promovido pela Solaris: Arte, educação e saúde (2021). Atua na preparação corporal, coreografia e balé do Coletivo Muanes Dança teatro em espetáculos como Mask e Katekô, na direção cênica e preparação corporal do grupo Cine em Canto e do Coral Palavra Cantada RJ, além de ser arte-educadora no Instituto Tear. Everton Neves – instrumentista: percussão Historiador e percussionista, o ogãn Everton Neves, fez parte da construção e execução dos projetos Cantos e Rezas e Em cantos de Orisá da cantora Irma Ferreira, gravando parte da percussão e do coro desses albuns, além de ser autor do poema Ofò, ultima faixa do album Em cantos de Orisá de Irma. Everton também vem tocando junto a cantora em seus ultimos shows. Nilton Cerqueira Belmonte – instrumentista: violoncelo Natural de Salvador, cidade baixa. Iniciou seus estudos no violoncelo aos 18 anos na igreja central de Paripe. Logo em seguido entrou para o Neojiba, no qual, participou de diversos festivais, aulas como renomados músicos e turnês internacionais com a orquestra jovem. Aos 19 anos ingressou na UFBA aprofundando seus estudos sob a tutela de Suzano Kato adquirindo então o bacharelado em violoncelo. Aprovado como bolsista integral em festivais internacionais eruditos como Campos do Jordão 46° edição, Pelotas V e VI edição; e o Femusc. Experiência como músico convidado na OSBA, OSUFBA e na OcSal (Orquestra de Câmara de Salvador) Orquestra Barroco da Bahia como músico de orquestra. Foi professor profissional de contrabaixo e violoncelo pelo Neojiba entre 2019 até 2023. Atualmente exerce a função como músico independente em orquestras e gravações. Renata Campos – produção executiva Articuladora, facilitadora e produtora cultural na área de produção de eventos culturais nos segmentos de música, dança, teatro e artes visuais. Sócia-diretora da Com Arte Produções onde atua como produtora e assessora de diversos projetos culturais. Entre seus parceiros estão instituições como: SESI, SESC, FDE, CIEE e E-Fórum Artes e Ideias. Produtora do Núcleo de Ópera da Bahia e da Secretaria Municipal de Cultural de Jundiaí (interior de São Paulo), responsável pela produção dos Corpos Artísticos ligados à Prefeitura da cidade de Jundiaí: Orquestra Municipal, Cia Jovem de Dança, Cia de Teatro e Coro Municipal. Trabalha com vários grupos e profissionais renomados no meio artístico musical como: Gilberto Gil, Arnaldo Antunes, Cortejo Afro, Solista Qué Base, Núcleo de Ópera da Bahia, Aldo Brizzi, Aleh Ferreira, Toquinho, Maria Gadú, Paula Lima, Ellen Oléria, Daniela Mercury, Chico Cesar, Bem Gil, Mãeana, Carlos Rennó, Aloisio Menezes, e Luizinho 7 Cordas. No segmento da dança, trabalha com grupos, como: SOLOS – coletivo de dança contemporânea, Paradoxo Cia de Dança Contemporânea, Monica Aduni, Verônica Santos, Miriam Dascal, Alex Soares, Marcelo Pessoa, Núcleo Pedro Costa e Núcleo Iêê. Nas artes plásticas trabalha com nomes como: Alberto Pitta, Lilian Morais, Roney George e Gustavo Moreno. Realizou trabalhos como produtora associada à Interssuoni (Itália) na turnê europeia de Prelúdio em 2017, com Gilberto Gil, Núcleo de Ópera da Bahia, Cortejo Afro e Nova Ópera de Lisboa passando por 5 países, com Radio France, em dezembro de2022, na estreia de Amor Azul uma ópera de Gilberto Gil e Aldo Brizzi com participação de Gilberto Gil, Bem Gil, cantores e percussionistas do Núcleo de Ópera da Bahia, Philharmonique de Radio France e Choeur de RadioFrance, em Paris e com a Lirica Tamagno (Itália) na produção da Ópera Jelin de Aldo Brizzi no Circuito LíricoPiemontese. Equipe de produção de Amor Azul, ópera canção de Gilberto Gil e Aldo Brizzi na Sala São Paulo com o Coro e Orquestra Jovem do Estado de São Paulo, cantores e percussionistas do Núcleo de Ópera da Bahia, Gilberto Gil e Bem Gil, em agosto de 2024 e na Concha Acústica do Teatro Castro Alves em Salvador/BA com Coro e Orquestra do NEOJIBA (Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia), cantores e percussionistas do Núcleo de Ópera da Bahia, Gilberto Gil e Bem Gil, em novembro de 2024.
PROJETO ARQUIVADO.