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MONTAR o espetáculo teatral ELEGBÁRA BEAT - UM COMENTÁRIO ÉPICO SOBRE O PODER, de rodrigo de odé, inspirado no mito nagô sobre o nascimento do orixá Exu Elegbára e no estilo musical do afrobeat, criado pelos músicos e ativistas nigerianos, Tony Allen e Fela Kuti, nos anos 1970, realizando 20 apresentações gratuitas em teatro da rede pública, sediado na Cidade de São Paulo, Todas as apresentações terão LIBRAS.
A dramaturgia de ELEGBÁRA BEAT foi criada na pandemia de covid-19, com recursos da 1ª Edição do Prêmio Aldir Blanc de Apoio à Cultura da Cidade de São Paulo e foi contemplada em 1o lugar no Edital Proac 22/2023 para Realização e Publicação de Obras Teatrais Inéditas. É um texto que propõe uma discussão sobre racismo e poder, baseado em referências compiladas ao longo de mais de vinte anos de pesquisa sobre teatro negro, capoeira angola, candomblé e filosofia africana. O autor constrói essa proposta sobre o eixo da ancestralidade e da resistência ao racismo, definindo como traço principal dos heróis e das heroínas do texto a noção de “sabedoria muscular”, um conceito elaborado em sua tese de doutorado. A sabedoria muscular é uma forma de condicionamento da subjetividade negra, que associa a sabedoria da mitologia dos orixás com a ideia de marcialidade africana na capoeira angola, com o propósito de desencadear na comunidade negra um processo pedagógico de autoconhecimento e preservação da saúde mental, a partir da desconstrução de preconceitos e estereótipos tóxicos. No texto de ELEGBÁRA BEAT, por exemplo, essa sabedoria muscular se reflete na composição gestual e discursiva das personagens. Como, por exemplo, na "serenidade esfíngica e monumental" com que a personagem da mãe reage ao impacto terrível da morte brutal de seu único filho. Ou, ainda, na altivez com que o personagem do prisioneiro, diante do torturador, afirma que "todo revolucionário brota, como um canto de guerra, das vísceras de um colonizado". Ora, a serenidade é uma das características de Oxalá, orixá da criação; e a altivez, uma característica de Exu, orixá da linguagem e da comunicação. “Elegbára” é um dos nomes de Exu, um dos mais importantes orixás do panteão africano nagô, e significa “senhor do poder”. A peça explora conexões entre o mito do nascimento de Exu Elegbára e diversos acontecimentos da história recente, relevantes para a difusão do debate sobre racismo no mundo contemporâneo. Por exemplo, o assassinato do mestre de capoeira angola, Moa de Katendê, cometido por outro homem negro, em meio às eleições presidenciais de 2018, o assassinato de George Floyd, cometido por um policial branco, nos Estados Unidos, em 25 de maio de 2020, e a morte do menino Miguel Otávio, que caiu do alto de um prédio de luxo, no Recife, em 2 de junho de 2020. Um dos aspectos mais interessantes da proposta do autor é a composição da dialética entre a resistência contemporânea ao racismo e o poder ancestral de Exu Elegbára, que, para nós, se mantém como o poder de transformação e de expansão de todo o universo; presente em todas as coisas e todos os lugares; e sem o qual não existiria nada, nem gente, nem orixás, essas forças cosmológicas da tradição de pensamento nagô.
Realizar um projeto de fruição, formação e reflexão, com duração de 6 meses, para difundir o debate sobre a diversidade racial na sociedade brasileira, democratizar o acesso ao teatro e ao conhecimento e fortalecer a relação entre arte e educação. PROMOVER a atividade de fomento ao debate e à reflexão BOCA COLETIVA - DEBATES CRIATIVOS SOBRE ARTE, RAÇA E CULTURA. Esta atividade consiste na realização de 2 debates ao longo da temporada do espetáculo. Em cada debate, contaremos com a presença de 2 personalidades do cenário artístico da Cidade de São Paulo, com experiência nas áreas da performance e das artes negras. Considerando o teatro, o cinema, as artes plásticas, a performance, a literatura, a capoeira e a música, convidaremos 4 personalidades ao todo, para uma troca de experiências criativa e pedagógica. Além da exposição propriamente teórica sobre o trabalho e as vivências de cada convidado, vamos estimular também o improviso, a criatividade e uma comunicação poética. Seja uma canção, uma música, um texto, um poema, uma imagem, uma coreografia, um vídeo, uma fotografia, um jogo de capoeira, qualquer forma de expressão escolhida pelo convidado, que possa concretizar suas concepções sobre arte, vida, trabalho e sociedade, de uma forma estritamente artística. A ideia é oferecer ao público uma experiência de reflexão e debate sobre arte, raça e cultura que contemple tanto a teoria como a prática. Nessa etapa, serão realizadas 2 atividades de fomento ao debate e à reflexão, ao longo da temporada, abertas ao público e gratuitas. Com esta atividade, pretendemos atingir um público de 100 pessoas. a) MONTAR o espetáculo teatral ELEGBÁRA BEAT - UM COMENTÁRIO ÉPICO SOBRE O PODER, de rodrigo de odé, inspirado no mito nagô sobre o nascimento do orixá Exu Elegbára e no estilo musical do afrobeat, criado pelos músicos e ativistas nigerianos, Tony Allen e Fela Kuti, nos anos 1970, realizando 20 apresentações gratuitas em teatro da rede pública, sediado na Cidade de São Paulo, Todas as apresentações terão LIBRAS. ELEGBÁRA BEAT - UM COMENTÁRIO ÉPICO SOBRE O PODER foi escrita pelo artista e pesquisador doutor em filosofia, rodrigo de odé, idealizador do núcleo de pesquisa e criação Malta Teatro de Nação, em atividade desde abril de 2022 na Cidade de São Paulo. Pautada em mais de 20 anos de pesquisa sobre as interfaces entre capoeira angola, teatro negro, cinema, candomblé e filosofia africana, a peça resulta de um projeto contemplado na 1ª Edição do Prêmio Aldir Blanc de Apoio à Cultura da Cidade de São Paulo, em 2020. A dramaturgia explora a relevância dos valores culturais negro-africanos, e afrobrasileiros, para a compreensão das relações de poder no mundo contemporâneo, estabelecendo conexões entre o mito sobre o nascimento de Exu Elegbára, o senhor do poder e da comunicação, e alguns crimes marcados pelo racismo, cometidos recentemente na história do mundo. O texto menciona o assassinato do mestre de capoeira angola Moa de Katendê, o assassinato do segurança George Floyd, nos Estados Unidos, a morte do menino Miguel Otávio, em Recife e a pandemia de covid-19. O estilo de composição da dramaturgia procura refletir o estilo da escrita e das performances musicais de Fela Kuti, sublinhando seu teor altamente politizado, sem deixar de lado o compromisso estético com ênfase na poesia. O projeto de publicação de ELEGBÁRA BEAT foi contemplado em 1o lugar no Edital Proac no 22/2023 para Publicação de Obras Teatrais Inéditas. O evento de lançamento do livro contará com um ciclo de oficinas de capoeira angola, afrobeat e teatro negro, leitura dramatizada e debate, realizado no Centro de Cultura e Arte Batakerê, na Zona Leste de São Paulo, do dia 14 ao dia 17 de agosto de 2024.
COMPARTILHAR hipóteses, metodologias de pesquisa, procedimentos criativos e referências através do minicurso online SENTIDOS DA PERFORMANCE NEGRA: TEATRO, EDUCAÇÃO E CULTURA. Faremos um mapeamento de escolas, centros culturais e demais instituições junto à Secretaria Municipal de Educação, à Secretaria Municipal de Cultura, à Secretaria da Cultura e Economia Criativa e à Secretaria de Educação do Estado de São Paulo; e outro mapeamento contemplando coletivos de artes negras, escolas de teatro em geral, associações de moradores comunitárias, projetos sociais atendendo jovens em situação de vulnerabilidade social, escolas de capoeira e cooperativas de trabalhadores, além de divulgar em nossas redes e mídias digitais em geral, para OFERECER o minicurso online gratuito SENTIDOS DA PERFORMANCE NEGRA: TEATRO, EDUCAÇÃO E CULTURA, visando alcançar diretores, gestores, profissionais da cultura e da educação em geral, estudantes, artistas, capoeiristas e lideranças comunitárias, além do público que nos acompanha pelas redes. O curso será ministrado pelo artista e pesquisador doutor em filosofia, rodrigo de odé, e terá como referência os resultados de sua experiência no teatro, na capoeira angola e no candomblé, conjugados aos resultados de sua pesquisa de doutorado em estética e filosofia africana. Através de um estudo sobre o sentido da performance negra na cultura brasileira, faremos uma abordagem da relevância dos valores culturais negro-africanos e afrobrasileiros na aplicação da Lei 10.639/2003, que prescreve a obrigatoriedade do ensino de história e cultura afro-brasileira. Considerando os 21 anos de existência da Lei, propomos uma reflexão sobre seu impacto nas instituições de ensino, em projetos sociais, no teatro negro contemporâneo e na sociedade como um todo. Esta atividade será realizada através de 4 reuniões online, com duração de 3 horas cada, totalizando 12 horas de atividades, destinada a 30 participantes, mediante seleção prévia efetuada por carta de interesse. Esta atividade será gravada e poderá ficar disponível nas plataformas digitais da Correia Cultural.
Não se aplica
Os teatros que serão escolhidos para a apresentação do espetáculo, deverão atender toda a norma de acessibilidade e as exigências da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto no 6.949, de 25 de agosto de 2009 de forma a garantir, priorizar e facilitar o livre acesso de idosos e portadores de necessidades especiais e mobilidade reduzida, garantindo o pleno exercício de seus direitos culturais. O Teatro também terá que atender ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5.761/06, que diz “proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas”, nos termos do art. 23, da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999”. A acessibilidade faz hoje parte das condições essenciais para o desenvolvimento e inclusão social. Todas as sessões contarão com intérprete em libras durante a temporada toda a circulação. Conforme a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018, prevemos para todo o público as seguintes medidas: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade física: A garantia de que todo e qualquer espaço por onde o espetáculo passar, terá que obrigatoriamente estar equipado com rampas de acesso, lugares para cadeirantes, e outras medidas obrigatórias que permitam o acesso de pessoas com mobilidade reduzida. Acessibilidade para deficientes auditivo: Todas as sessões terá intérprete de libras.
Os ingressos serão distribuídos da seguinte forma: 20% dos ingressos serão DOADOS exclusivamente para instituições de caráter social e educativo. 10% dos ingressos serão distribuídos GRATUITAMENTE aos patrocinadores 10% dos ingressos serão distribuídos GRATUITAMENTE para a divulgação; 20% dos ingressos serão VENDIDOS A PREÇOS POPULARES 40% dos ingressos serão comercializados livremente pelo proponente ***CONFORME ESPECIFICADO NO PLANO DE DISTRIBUIÇÃO. - Outras medidas de distribuição de acesso: V - realizar gratuitamente Minicurso online SENTIDOS DA PERFORMANCE NEGRA para 30 pessoas.
Texto e direção: Rodrigo de Odé Produção: Dani Correia Direção musical: Dani Nega Iluminação: Almir Rosa Vídeos: Isabel Praxedes Figurinista: Alexandre dos Anjos Elenco: Maré Oliveira Anderson Sales AllanAmaria Loiá Fernandes Jhonnã Bao Jhonas Araújo Abraão Kimberley Samira Carvalho Currículos: 1) rodrigo de odé – Concepção, texto, preparação corporal e direção. Malta teatro de Nação Artista do teatro e do audiovisual, atuando em dezenas de peças, séries, filmes e novelas, capoeirista, ogan e pesquisador, rodrigo de odé desenvolve uma pesquisa de linguagem sobre teatro negro e história da filosofia africana. Foi iniciado na capoeira angola em 1999; e, no candomblé, em 2006. Começou no teatro em 1985. Produziu e atuou em espetáculos, seminários, oficinas teatrais e projetos político-pedagógicos, ao longo de nove anos, junto à companhia carioca de teatro negro Cia dos Comuns, fundada em julho de 2001. É autor de artigos acadêmicos, peças teatrais e do ensaio filosófico “Baraperspectivismo: o trágico, relações raciais e o simbolismo de Exu”, publicado em 2020 pela editora Ape’ku. Em 2015, concebeu e realizou a “Oficina de performance e artes negras” no Sesc Copacabana, Rio de Janeiro. Em 2017, ministrou a disciplina “A ideia de uma filosofia negro-africana” no curso de graduação em filosofia da UFRJ. Em 2018, foi o preparador do elenco da série para a Sesc TV “Revolta dos malês”, de Jefferson Dê e Belisário Franca. Entre março e maio de 2021, ministrou pela internet a disciplina “Criação em performance e artes negras” no curso de extensão de pós-graduação lato senso em artes cênicas “Corpo e palavra nas artes da cena e da imagem”, realizado pela PUC/RJ. Em abril de 2021, defendeu sua tese de doutorado em filosofia, na UFRJ, intitulada “Baraperspectivismo e teatro de nação: uma poética da revolta”. É o idealizador da Malta do Teatro de Nação, um projeto de pesquisa político-pedagógico, em atividade na Cidade de São Paulo desde abril de 2022, que estabelece a importância da capoeira angola para a produção de uma poética para o teatro negro, com ênfase nos conceitos de ancestralidade, educação e resistência cultural. 2) Maré Oliveira – Elenco/Malta Teatro de Nação Maré Oliveira é artista do corpo, com ênfase em artes circenses. Pesquisa a linguagem do circo há aproximadamente 6 anos, e propõe em seus trabalhos artísticos promover intersecções entre as artes do circo e as culturas afrobrasileiras. Tem formação em Comunicação Social e, atualmente, é graduande de Licenciatura em Arte-Teatro no Instituto de Artes da Unesp. Também desenvolve trabalhos na área de arte-educação, tendo trabalhado por dois anos no Circo Escola do Grajaú, entre 2017 e 2019. Presente na cena de circo contemporâneo, Maré participou de festivais, convenções e encontros de circo, com destaque para Festival Internacional de Circo de São Paulo (FIC), nos anos de 2019 e 2020; Circa Festivália (2020); Convenção Brasileira de Circo e Malabarismo (2018 e 2020); Encontro Internacional de Menines do Circo (2019); II Encuentro Latinoamericano de Circo LGBTIA+(2020); Festival Online de Circo de São Paulo (2021), entre outros. 3) Anderson Sales de Freitas – Elenco/Malta Teatro de Nação Ator, Percussionista e Arte Educador. Em 2020, concluiu o curso de Formação de Atores da Escola Livre de Teatro de Santo André. Atuando em 2013 na peça “Nosferatu” com o grupo Poeme-Se; 2017 - no espetáculo “MatoCheio” com a Carcaça de Poéticas Negras; 2018 - no espetáculo “Sonhos em Travessia”, com a Via Coletiva de Teatro; 2019 no espetáculo “O Crime da Cabra” de Renata Pallottini com a Cia do Sal. 2021 – Ator e Percussionista na peça infantil “Histórias Pretas” de Zanza Capellari. Como percussionista; 2014 - ritmista na escola de samba VaiVai e na empresa de eventos BrazilianShow; 2016 e 2017 percussionista com o TeatroSilva; 2019 Ritmista no bloco Afro Afirmativo Ilu Inã e no espetáculo infantojuvenil “Quando eu Morrer vou Contar Tudo a Deus” de Maria Shu com o Coletivo O Bonde. Como Educador; 2017 - professor de percussão e capoeira na Oficina Cultural Maestro Juan Serrano; 2018 e 2021 – no Curso de Iniciação Teatral com o TeatroSilva. 4) AllanAmaria – Elenco/Malta Teatro de Nação Allana Maria Andrade Teixeira (AllanAmaria), 26. Atuante, concluiu a oficina de teatro Os Satyros em 2017, entrando para o Núcleo Experimental do Satyros em Cartaz com “Helenas”. Em 2019 ingressou na UFPB cursando Teatro – Licenciatura. Em contemplação pelo edital Projeto Paradiso do Instituto Criar e SpCine “Curta em Casa” concluiu um curta-metragem “Carta aos Nossos” em 2020. Já em 2022 ingressou na Escola de Artes Dramáticas ECA- USP. 5) Loiá Fernandes – Elenco convidado. Percussionista há 16 anos, formada em Produção Audiovisual pela UNIJORGE, Especialista em Arte Educação pela Escola de Belas Artes da UFBA e formada em Teatro pela Escola Livre e Companhia Teatro dos Novos do Teatro Vila Velha. Atuou enquanto percussionista em bandas, grupos percussivos tendo experiência com carnaval de rua, viagens estaduais e internacionais, experiência com a banda Didá, A Mulherada, artistas como Marcia Short, Carlinhos Brown e Leitieres Leite, é CEO e Funder da Tamboreira Percussiva, tendo experiência como compositora de trilha para filmes e espetáculos; na Produção Audiovisual tem experiência enquanto Videomaker, editora e operadora de áudio, Coordenação de Produção em Festival de Cinema como a Mostra Itinerante de Cinemas Negros Mahomed Bamba; na Arte Educação tem experiências em instituições como O CRAS -Centro de Referência e Assistência Social e o IEDS Instituto Ensinar de Desenvolvimento Social, trabalhando com a juventude em situação de vulnerabilidade social através da arte e da cultura; no teatro tem experiência de 3 anos, com participações em espetáculos produzidos pelo Teatro dos Novos como, Por que Hécuba e Espelho para Cegos de Matei Visniec e A Tempestade de Shakespeare , com direção do Marcio Meirelles, e experiência no cinema enquanto atriz no filme "A Matriarca" de Lula Oliveira. 6) Jhonnã Bao – Elenco convidado. Jhonnã Bao é atriz, escritora, e artista realizadora da periferia de São Paulo. É formada em Múltiplas Linguagens Teatrais pelo NAC SESI - SP, e atuação para Cinema & TV pela Academia Internacional de Cinema (AIC). Atualmente estuda Direção Cinematográfica também na AIC. Faz parte do coletivo audiovisual CONTRAPLANO, com quem co-desenvolveu os curtas Psicossomático (contemplado pelo prêmio do Instituto Criar em parceria com o SPCine e Instituto Paradiso) e Nos Olhos das Meninas. E em 2021 estreou o seu primeiro filme autoral chamado “Tenebrosas?”, um documentário que reflete a reinvenção de imaginários sociais sobre corpos trans e travestis no cotidiano. O filme ganhou cinco prêmios, duas menções honrosas (em Atlanta Black Pride - USA, e no Festival Al Borde - Colômbia) e foi selecionado para mais de 15 festivais (nacionais e internacionais). Também é co-fundadora do Coletivo Cabaças Filme, espaço onde pesquisa e experimenta o Cinema de Horror com abordagens relacionadas à mulheridade. E em 2022 estreou como diretora teatral com o espetáculo infantil "As Histórias de Benê" à convite da Trupe Arlequinos & Colombinas. E atualmente é atriz integrante do espetáculo Uma Leitura dos Búzios, com direção de Márcio Meireles e realização do Sesc Vila Mariana. 7) Jhonas Araújo – Elenco convidado. Ator, jornalista, historiador e design gráfico, Jhonas Araújo é formado pelo Sitorne Estúdio de Artes Cênicas, em Salvador. No ano de 2010, concluiu o Curso Livre de Teatro da UFBa, tendo com espetáculo de formatura "Vestido de Noiva", de Nelson Rodrigues, com direção de Paulo Cunha. Já residente na cidade de São Paulo, aprofundou seus estudos no Centro de Pesquisa Teatral (CPTzinho), sob coordenação de Antunes Filho (2015), e participou projeto FÓRUM SHAKESPEARE, atuando na montagem do clássico "Macbeth", dirigido por Greg Hick, ator e diretor inglês e um dos principais nomes da The Royal Shakespeare Company (2016). Atualmente, compõe o elenco do Coletivo Legítima Defesa. 8) Abraão Kimberley – Elenco convidado Músico, ator, baseado em São Paulo. Graduando em Bacharelado em Regência Plena pelo Instituto de Artes da Unesp, estudante de Canto Lírico pela Escola Municipal de Música de São Paulo e estudante de atuação da Escola de Arte Dramática da USP. Compõe a coletivA ocupação desde 2017, como trompetista, ator e preparador vocal. Atualmente também atua como ator e músico na Trupe Lona Preta, é diretor musical, diretor de som e ator na produtora Audiovisual Madrugada Filmes no qual fez parte do elenco principal da Minissérie Atroz, do curta A procura que Vai chegar e da cena Esgoto, cena que lhe rendeu seu primeiro prêmio de Melhor Ator - Festival de Cenas Curtas da Escola Livre de Teatro de Campinas 2021. Como Performer Já passou por grandes palcos como Escolas Municipais, Estaduais e centros quilombolas e Indígenas de São Paulo, Sescs - Paulista, Pinheiros, Santana, Bom Retiro, 24 de maio, Belém, Bertioga, Santos entre outros. Também passou por festivais como IC Encontro De Artes - SSA, MITsp, Fit Rio preto, Fit BH, Festival de Artes Latino Americanas - Brasil e Bolívia, Mexe - Portugal, Contact Theater - Manchester UK, Battersea Arts Center - London UK , Centre National De la Danse - Paris, França. 9) Samira Carvalho – Elenco convidado Samira Carvalho é modelo e atriz formada no curso técnico de teatro da SP Escola de Teatro. Estreou no cinema como protagonista do filme 'Tungstênio', de Heitor Dhalia, em 2018. Na adaptação da obra de Marcello Quintanilha, Samira interpretou Keira, uma jovem soteropolitana que vive em um relacionamento abusivo. Em 2019 interpretou Claudina Gama, esposa do abolicionista Luís Gama, no longa 'O prisioneiro da Liberdade', de Jefferson De. Desde então, tem trabalhado em diversos curtas, longas, séries e videoclipes. Em 2020 fez uma participação na novela 'Amor de mãe' de José Luis Villamarim, onde interpretou uma mestre de cerimônia ao lado de Murilo Benício. Na Globo, participou de três importantes oficinas: a concebida por Francisco Accioly, preparador e diretor geral de elenco da emissora (2016); "Quando acende a câmera", do diretor Eduardo Milewicz (2018); e 'Afrobrasilidade', série de oficinas para atores e atrizes negras idealizada por Lázaro Ramos e conduzida por Lázaro e Kiko Mascarenhas (2017). 10) Dani Nega – Direção musical. Dani Nega é atriz, MC, compositora e ativista do movimento negro e LGBTQIA+. Mestra de cerimônia com voz suave, precisa e irônica. Uma metralhadora poética que honra a sigla R.A.P. em suas duas versões: 'rhythm and poetry' no inglês ou 'revolução através da palavra' em sua apropriação brasileira. Atua como parceira junto a importantes grupos de teatro como “Os Crespos”, “Coletivo Negro” e “Núcleo Bartolomeu de Depoimentos”. Com esse último, ganhou o Prêmio Shell de melhor trilha sonora com o espetáculo “Terror e Miséria no Terceiro Milênio” onde assina direção musical. Dani Nega tem um trabalho musical em parceria com o produtor/músico/performer Felipe Julian (Craca). A dupla foi premiada no 28˚ Prêmio da Música Brasileira como melhor Álbum Eletrônico e atualmente se apresenta em vários pontos culturais pelo Estado de SP e festivais fora de SP. Depois de longa e frutífera parceria com o DJ Craca, lança seu primeiro álbum solo autoral. Dani vem abordando em suas letras temas como racismo, violência urbana, e apropriação cultural, do seu ponto de vista singular. O novo trabalho traz ainda elementos autobiográficos e um retrato de seu dia a dia na cidade, trabalhando, criando e vivendo afetos como mulher negra, artista e lésbica. 11) Almir Rosa – Iluminação. Ator, dramaturgo, performer e iluminador, atuando profissionalmente desde 1999. Há três anos integra a equipe técnica da produtora paulistana Sá Menina, além de transitar por outras companhias de teatro e dança na cidade de São Paulo. Como ator, esteve nos espetáculos: A Guerra Santa, Beatriz Cence, ArtaudCaligari, Pretexto, Kavernistas do Terceiro Milênio, Aventuras do Boi Beleza e outros. Em 1999 fez seu primeiro trabalho profissional na iluminação e de lá pra cá sempre criou e operou luzes para teatro, dança, shows e performance, como os shows de Pastoras do Rosário, Renato Gama, Kiko Dinucci, Douglas Germano, Grupo Rumo, Patife Band, Fernando Pellon, Língua de Trapo, Bernardo Belegrini, dentre outros; e as peças Caça aos Ratos, Divas no Divã, O Coronel dos Coronéis, A Rainha Procura, Passageiros e Jogando no Quintal. Ao longo de uma década trabalhou como arte educador e educador social em ONG’s, Institutos e também junto a prefeitura de Embu das Artes. Junto com Luzia Rosa dividem a gestão do projeto Casa Preta, espaço de artes integradas com intenso trabalho na zona leste paulistana. 12) Isabel Praxedes – Videomaker. Isabel Praxedes é fotógrafa, videomaker e estudante de Audiovisual na Universidade de São Paulo. Tem diversos trabalhos que envolvem o teatro, a dança e o Audiovisual. Atualmente, trabalha como videomaker no processo De Mãos Dadas: Afetos Políticos Contornos Poéticos, da Cia Os Crespos, aprovado pelo Programa de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo. O trabalho consiste na realização de um documentário da companhia sobre a pesquisa e realização do espetáculo De Mãos Dadas com Minha Irmã e a realização do Filme Dois Garotos que Se Afastaram Demais do Sol. Foi videomaker também do projeto "MERGULHO - criação em dança contemporânea", do Núcleo Menos 1 Invisível, contemplado na 28a. Edição do Programa Municipal de Fomento à Dança. Participou de todo o processo de criação coletiva do espetáculo Navalha na Carne Negra, com direção de José Fernando Peixoto de Azevedo, exercendo a função de Direção de Operação de Câmera no vídeo em cena. O espetáculo teve apresentações em diferentes festivais de vários estados do Brasil. No cinema, foi diretora da videodança “Pele Negra, Máscaras Brancas”, em processo de finalização, com a participação da dançarina Cleia Plácido. Atualmente, possui um trabalho de Audiovisual e Comunicação no Teatro da USP em que realiza postagens em redes sociais e documenta e edita o material um vídeo das ações e eventos. 13) Alexandre dos Anjos – Figurinista. Alexandre dos Anjos (Direção de arte e figurinos) – Estilista e Figurinista, graduado em desenho de moda pela Faculdade Santa Marcelina, atuante nas áreas de criação e artes visuais como ilustrador, direção criativa e execução de roupas, acessórios e adereços. Conhecimento em criação e execução de figurinos para carnaval, desde o desenho até a execução das peças. Já trabalhou em marcas nacionais, teatro, cinema, publicidade escolas de samba e em ONGs. Atualmente desenvolve seu trabalho autoral onde discute moda, arte e resistência, através de figurinos, sendo a roupa como uma tela a ser trabalhada e o corpo como suporte para a arte.
PROJETO ARQUIVADO.