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O projeto se destina a realizar temporada do espetáculo CORRENTEZA, espetáculo híbrido de dança vertical que estreou em maio de 2024 e cumpriu temporadas no CEU Vila Alpina e no Sesc Pompeia. Serão realizadas 10 apresentações na cidade de São Paulo, em prédio de grande visibilidade, preferencialmente na avenida Paulista. Todas as apresentações serão gratuitas, com entrada livre, isto é, sem a necessidade de retirada de ingressos.
Correnteza é um fluxo que corre forte e contínuo. Nos rios, veios, mares. Na seiva das plantas. Nas ruas e avenidas da metrópole. No nosso sangue, enquanto estivermos vivos. Nada para. O tempo nunca para de correr. O fluxo nunca para. Estabelecendo uma narrativa visual sobre essa síntese entre os fluxos da natureza, da vida humana e da metrópole, o projeto CORRENTEZA utiliza a verticalidade para converter concreto em corrente líquida e artistas aéreos em seres que não param. Com isso, levanta-se a reflexão: quais fluxos nos levam sem que nem percebamos?
O projeto se destina a realizar temporada do espetáculo CORRENTEZA, espetáculo híbrido de dança vertical que estreou em maio de 2024 e cumpriu temporadas no CEU Vila Alpina e no Sesc Pompeia. Serão realizadas 10 apresentações na cidade de São Paulo, em prédio de grande visibilidade, preferencialmente na avenida Paulista. A performance vertical é uma linguagem que une a rítmica da dança, seus movimentos coreografados, e a técnica do rapel: utilizando equipamentos de segurança e descensão, como harness, cordas especiais, mosquetões e descensor. As coreografias são executadas fora do palco e do plano horizontal. Normalmente realizadas em paredes, fachadas de prédio, parede indoor ou até em estrutura montada que simule parede ou paisagens naturais. CORRENTEZA é um espetáculo inovador não apenas pela técnica de dança utilizada, mas também por ser um trabalho pioneiro no diálogo da linguagem vertical com a projeção mapeada. Os corpos dos artistas interagem com a arquitetura do espaço urbano, já que o espetáculo acontece em um prédio, com uma proposta de movimentação inusitada criada em conjunto com o diretor e co-criador do projeto Kiko Rieser e as coreógrafas Lauanda Varone e Paula Spinelli, e com a intervenção do videomapping criado por André Grynwask, artista referência na área, e projetado sobre toda a fachada do prédio. Sinopse Correnteza é um fluxo que corre forte e contínuo. Nos rios, veios, mares. Na seiva das plantas. Nas ruas e avenidas da metrópole. No nosso sangue, enquanto estivermos vivos. Nada para. O tempo nunca para de correr. O fluxo nunca para. Estabelecendo uma narrativa visual sobre essa síntese entre os fluxos da natureza, da vida humana e da metrópole, o projeto CORRENTEZA utiliza a verticalidade para converter concreto em corrente líquida e artistas aéreos em seres que não param. Com isso, levanta-se a reflexão: quais fluxos nos levam sem que nem percebamos? Registro do espetáculo: https://www.youtube.com/watch?v=cv1x3wuS45Y Fotos: https://drive.google.com/drive/folders/14LoXMoiQT_CtlfZ1ZS-aOUYxS8B1qhDi?usp=drive_link
No fim do século passado, Nova York ficou conhecida como a cidade que nunca dorme. Hoje, esse apelido poderia se aplicar a qualquer metrópole do mundo. A cidade nunca para. Quem mora em São Paulo se depara diuturnamente com a inflexibilidade de prazos, congestionamentos, ansiedade e voracidade. É comum para habitantes metropolitanos o desejo de reconexão com a natureza como contraponto ao caos urbano, mas mesmo a natureza tem seus fluxos também contínuos, como a seiva das plantas e, principalmente, os rios, veios, mares. A água nunca para de correr. Nosso sangue também, enquanto estivermos vivos. Somos 70% água e esse é nosso rio. Nada para. O tempo nunca para de correr. O fluxo nunca para. Correnteza é um fluxo de água que corre forte e contínuo. Como as vias da metrópole paulistana, suas ruas e avenidas largas. Como nossas veias. Vale frisar que São Paulo possui mais de 600 cursos d’água até pouco tempo completamente desconhecidos, como afirma o geógrafo e ativista Luiz de Campos que, em parceria com o arquiteto e também ativista José Bueno, criou o movimento Rios & Ruas. Esses fluxos de água encontraram espaço e, mesmo soterrados pelo asfalto, nunca pararam de correr. Estabelecendo uma narrativa visual sobre essa síntese entre os fluxos da natureza, da vida humana e da metrópole, o projeto CORRENTEZA transforma prédio em rio, veia, avenida e, por que não, também prédio. O espetáculo usa a verticalidade do edifício para converter concreto em corrente líquida e artistas aéreos em seres que não param. Com isso, levanta-se a reflexão: quais fluxos nos levam sem que nem percebamos? Essa proposição só é possível unindo várias linguagens. CORRENTEZA é um projeto híbrido, confluindo as linguagens da dança vertical _ que por si só já é uma sobreposição da dança com a técnica do rapel _ com o videomapping, a arquitetura urbana, a dramaturgia e a poesia. As coreografias são executadas fora do palco e do plano horizontal. A técnica vertical permite deslocar o palco do artista e, consequentemente, o ângulo do espectador, gerando estranhamento e fascínio: corpos flutuantes descendo ininterruptamente um prédio que já é em si um símbolo icônico da metrópole. Todas as apresentações serão gratuitas, com entrada livre, isto é, sem a necessidade de retirada de ingressos. E para que isso seja possível, faz-se fundamental a Lei Rouanet. O projeto se enquadra nos incisos I, II, III, V, VI, VIII e IX do Art. 1º da Lei 8313/91 e alcança o objetivo II-e do Art. 3º da referida Lei.
Não se aplica.
Não se aplica.
Nosso espetáculo já é plenamente acessível a deficientes auditivos, pois todo o texto do espetáculo é projeto por escrito. Não há falas, apenas música instrumental. Haverá libreto em braile disponível em todas as sessões para deficientes visuais. Quanto à acessibilidade física, todos os locais das apresentações serão plenamente adaptados a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.
Todas as apresentações serão gratuitas, com entrada livre. Em atendimento ao Artigo 30 da Instrução normativa nº 11/2024, como medida de ampliação de acesso, realizaremos uma oficina de dança vertical gratuita voltada para pessoas interessadas em experimentar a linguagem, com ou sem conhecimento prévio. A oficina terá duração de três horas, abordará elentos de segurança básica da dança vertical e incluirá uma descida monitorada por artistas habilitados. A divulgação acontecerá de forma ampla e a seleção dos participantes será feita por meio de carta de interesse.
Concepção e direção: Kiko RieserCoreografia: Lauanda Varone e Paula SpinelliArtistas verticais: Gabriela Bagno, Julia Foti, Lauanda Varone, Paola Higa, Paula Spinelli e Rodolfo Ruscheinsky Direção de imagem e videomapping: André Grynwask e Pri Argoud (Um Cafofo)Figurino: Cássio BrasilIluminação: Rodrigo PalmieriMúsica original: Mau MachadoVisagismo: Eliseu Cabral Engenheiro de segurança: Robson MarcolinoRigger (técnico de segurança): Sergio BocaRigger assistente: Anderson Cipeli Assessoria de imprensa: Flávia Fusco ComunicaçãoDesign gráfico: Letícia Andrade (Nós Comunicações)Fotos: Priscila PradeRegistro em vídeo: Giuliano Saad e Jairo Mattos Direção de produção: Lauanda Varone e Kiko RieserAssistência de produção: Carolina ParraAssistência técnica: Nayara RochaIdealização e projeto: Kiko Rieser e Lauanda Varone A empresa proponente responde pelas rubricas: Direção artística e Direção de produção
PROJETO ARQUIVADO.