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PRONAC 2413939Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Arte Território Amazônia

ASSOCIACAO CULTURAL CASA VIVA AMAZONIA
Solicitado
R$ 130,8 mil
Aprovado
R$ 130,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Event Literá/Ações Edu-Cult Incen Leitu/SlamSarau
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
PA
Município
Parauapebas
Início
2025-03-03
Término
2025-07-31
Locais de realização (4)
Canaã dos Carajás ParáCurionópolis ParáOurilândia do Norte ParáÁgua Azul do Norte Pará

Resumo

Arte Território Amazônia é um projeto de oficinas culturais (oficina/workshop/seminário) e palestras de educação patrimonial (seminário/simpósio/encontro/congresso/palestra) que acontecerão no interiro do estado do Pará, promovendo e levando cultura de forma gratuita para a população local através de integração de políticas culturais em nível federal e municipal, sendo um passo significativo em direção a uma sociedade mais inclusiva e culturalmente rica, promovendo não apenas a arte e a educação, mas também a dignidade, a cidadania e o entendimento entre as diferentes comunidades do Brasil.

Sinopse

Os conteúdos programáticos de oficinas e palestras seguem, em anexo.

Objetivos

OBJETO Produção e execução de oficinas culturais. OBJETIVO GERAL Produzir oficinas culturais em quatro cidades do estado do Pará*, com realizações artísticas nas áreas das artes visuais, cultura alimentar, arqueologia e literatura, além de palestras e outras ações socioculturais, incentivando a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais através de programações inteiramente gratuitas. * Caso haja necessidade de readequação para atendimento a expectativas de patrocinadores e orçamento, as cidades podem ser alteradas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS a) Produto OFICINA/WORKSHOP/SEMINÁRIO (principal): realizar 4 oficinas culturais (1 em Água Azul do Norte-PA, 1 em Canãa dos Carajás-PA, 1 em Curionópolis-PA e 1 em Ourilândia-PA), sendo: Oficina de Fotografia, Oficina de Leitura, escrita criativa e fabricação de livros, Oficina de Cultura Alimentar e Oficina de Arqueologia, ofertados de maneira gratuita para 80 crianças (20 por cidade), do 5° ao 9° ano da rede pública de ensino, oriundos de vilas e zona rural dos municípios de Água Azul do Norte-PA, Canãa dos Carajás-PA, Curionópolis-PA e Ourilândia-PA, com duração total de 5h/cidade*; b) Produto SEMINÁRIO/SIMPÓSIO/ENCONTRO/CONGRESSO/PALESTRA (secundário): realizar 4 palestras sobre educação patrimonial (Água Azul do Norte-PA, Canãa dos Carajás-PA, Curionópolis-PA e Ourilândia-PA), ofertadas de maneira gratuita para 84 alunos e professores do 5° ao 9° ano da rede pública de ensino, oriundos de vilas e zona rural dos municípios de Água Azul do Norte-PA, Canãa dos Carajás-PA, Curionópolis-PA e Ourilândia-PA, e com duração de 1h30/palestra; c) Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES (secundário): realizar 1 (uma) exposição de fotografia oriunda da oficina de fotografia, com 20 obras expostas; d) Produto FEIRA DE LIVROS (secundário): realizar 1 (uma) feira literária para exposição dos livros produzidos na Oficina de Leitura, escrita criativa e fabricação de livros, com duração de 2h. Serão duzentos livros, criados a partir das oficinas de "Leitura, escrita criativa e fabricação de livros", que serão expostos em feira literária**. * Detalhes técnicos seguem, em anexo. ** dada a natureza do produto, não é possível quantificar quantas páginas terão cada livro, que totalizarão 90 obras independentes, mas para efeito de orçamento, calculamos um total de 12 páginas/autor.

Justificativa

A região norte do país é historicamente a que menos recebe inventimentos culturais, principalmente via lei de incentivo. No interior desses estados, maior ainda é a discrepância. Quando fazemos o recorte para áreas de vilas e zonas rurais, não temos mais carência, mas ausência de políticas públicas culturais, em especial para público infantil. Por isso, propomos um projeto para a realização de oficinas culturais para crianças no interior do estado do Pará como uma ação fundamental para o desenvolvimento cultural e pertencimento cidadão das comunidades locais. Através de atividades formativas e criativas, essas oficinas possibilitam o acesso à cultura, educação e cidadania, promovendo, além da valorização das manifestações culturais regionais, a inclusão social e o fortalecimento da identidade local. O estado do Pará, com sua vasta extensão territorial e diversidade étnica, apresenta desafios significativos em termos de acesso à educação, cultura e lazer para crianças, especialmente nas áreas mais afastadas dos grandes centros urbanos. Diante disso, a realização de oficinas culturais é uma estratégia eficiente para romper barreiras geográficas e sociais, proporcionando uma vivência cultural significativa, que contribui para a formação integral das crianças e o desenvolvimento sustentável dessas regiões. A Lei nº 8.313/91, conhecida como Lei Rouanet, estabelece diretrizes para o fomento e a promoção da cultura no Brasil, com o objetivo de incentivar a produção e a disseminação cultural em diversas áreas, incluindo as artes, a música, o teatro, a dança e as expressões populares. O Art. 1º dessa norma, em seus incisos, define como objetivos principais da política cultural do Brasil a promoção do acesso universal e a democratização da cultura, a formação de público e o incentivo à produção cultural. O inc. I do Art. 1º da Lei Rouanet prevê como um dos objetivos "a promoção da produção e difusão cultural no País, especialmente por meio do apoio a atividades culturais que se realizem fora dos grandes centros urbanos". Este inciso é de extrema relevância para a proposta de realização de oficinas culturais no interior do Pará, pois reforça a necessidade de levar ações culturais e formativas para regiões fora dos grandes centros urbanos, favorecendo o acesso à cultura em locais onde as oportunidades são mais escassas. Já o inc. II do Art. 1º estabelece que a política cultural visa "favorecer o acesso às manifestações culturais da população brasileira, especialmente em sua diversidade". Este inciso reflete a importância de se promover a diversidade cultural nas mais variadas formas, considerando as especificidades regionais, como as tradições indígenas, afro-brasileiras, ribeirinhas, e as influências do movimento social e cultural do Pará. As oficinas culturais no interior do estado são uma oportunidade única para que as crianças tenham contato com essas expressões culturais, ao mesmo tempo em que fomentam a formação de uma identidade cultural robusta e diversa. Além disso, o Art. 1º da Lei Rouanet, em seu inciso IV, destaca a "promoção de políticas públicas de incentivo ao desenvolvimento da arte e da cultura, voltadas para as necessidades e características de cada região do País". Nesse contexto, as oficinas culturais são uma resposta direta a essa diretriz, uma vez que permitem uma atuação direcionada às necessidades e especificidades de cada município do interior do estado, respeitando as diversidades culturais e proporcionando um ambiente propício para o desenvolvimento artístico e cultural local. O Art. 3º da Lei nº 8.313/91 descreve os objetivos da política cultural nacional, que incluem o incentivo à produção cultural, a formação de público e a promoção da educação cultural. Nesse sentido, a realização das oficinas se alinha diretamente a esses objetivos, uma vez que visa não apenas a formação artística, mas também a criação de um público consumidor e apreciador de cultura. O inciso I do Art. 3º estabelece como objetivo "fomentar a produção, a difusão e a circulação de bens culturais, com ênfase nas produções que valorizem as identidades regionais e a diversidade cultural brasileira". Ao promover oficinas culturais voltadas para as crianças, a ação favorece a criação de uma produção cultural genuína, que valoriza as identidades locais, seja por meio das artes visuais, cultura alimentar, educação patrimonial. As crianças envolvidas têm a oportunidade de conhecer, preservar e criar a partir das tradições de suas comunidades, o que contribui para o fortalecimento da cultura local. O inciso II do Art. 3º destaca o "incentivo à formação de públicos, por meio de ações educativas, informativas e de difusão cultural". Tanto as oficinas, como as plaestras culturais contribuem diretamente para a formação de públicos futuros para as artes e manifestações culturais. Ao ensinar as crianças a criar e interpretar, essas atividades formam uma nova geração que será tanto consumidora quanto produtora de cultura, ampliando o alcance das artes e promovendo uma compreensão mais profunda e inclusiva da diversidade cultural brasileira. Por fim, o inciso III do Art. 3º menciona o "incentivo ao desenvolvimento de ações culturais voltadas para a educação e a cidadania". As oficinas e palestras culturais, ao envolverem as crianças em atividades de expressão artística e cultural, promovem o desenvolvimento de habilidades cognitivas, emocionais e sociais, além de contribuírem para a formação de cidadãos mais críticos, criativos e conscientes de seu papel na sociedade. A vivência cultural, nesse contexto, não apenas aprimora as competências técnicas dos participantes, mas também fortalece sua autoestima e identidade. Assim sendo, a realização de oficinas culturais é uma iniciativa estratégica para a democratização do acesso à cultura e para a valorização das identidades culturais regionais. Alinhada aos princípios da Lei Rouanet, essa ação visa fomentar a produção cultural local, promover a formação de novos públicos e contribuir para a construção de uma sociedade mais inclusiva e cidadã. Ao possibilitar que as crianças tenham acesso a experiências culturais enriquecedoras, as oficinas se configuram como um meio eficaz de promover a educação cultural e o fortalecimento da diversidade cultural brasileira. O Arte Território Amazônia faz parte de uma carta de projetos da Casa Viva Amazônia, ponto de cultura localizado em Parauapebas-PA, no coração do Parque Nacional de Carajás, que traz a proposta de estabelecer uma rede de espaços e equipamentos integrados de cultura em territórios periféricos dedicada à arte, educação, expressão corporal, educação cidadã, trabalho e renda.

Estratégia de execução

1) Informações relacionadas às propostas que contemplem oficinas e workshops: a) beneficiários do produto da proposta e forma de seleção: –? Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES (secundário) Público-alvo: crianças, jovens, adultos de todos os sexos e idades. Forma de repasse: seleção de artistas feita através de indicação por escola parceira/ produto final distribuído gratuitamente à população. –? Produto SEMINÁRIO/SIMPÓSIO/ENCONTRO/CONGRESSO/PALESTRA (secundário) Público-alvo: crianças e adultos de todos os sexos, dos 07 aos 55 anos. Forma de repasse: parceria com Secretarias de Educação Municipais para indicação de alunos e professores beneficiados, respeitados os limites de vagas disponibilizadas. –? Produto OFICINA/WORKSHOP/SEMINÁRIO (secundário) Público-alvo: crianças de todos os sexos, dos 07 aos 12 anos. Forma de repasse: seleção de alunos feita através de inscrição, respeitados os limites de vagas disponibilizadas. b) plano de execução contendo carga horária e conteúdo programático no caso de oficinas, de workshops e de outras atividades de curta duração: Verificar anexos. 3) Responsabilidade socioambiental e redução de impactos ambientais: Trabalharemos com o intuito de gerar a menor quantidade possível de resíduos.

Especificação técnica

As especificações técnicas de oficinas e palestras seguem, em anexo.

Acessibilidade

O projeto Arte Território Amazônia está inteiramente comprometido com a inclusão e acessibilidade para todos os seus produtos, e nossa equipe acredita que este é um dos melhores caminhos para o exercício de práticas verdadeiramente democráticas e universais de acesso e fruição de cultura. Mais que uma imposição legal, o atendimento às necessidades de pessoas com deficiências e seus familiares/acompanhantes trata do respeito à promoção de bem-estar e de justiça social. Por isso, todas as oficinas ocorrerão em locais que dispõem de acessibilidade física. Também estão previstos serviço de tradução em libras. Haverá monitoria especializada para acompanhar crianças PCD`s. Os palestrantes e oficineiros serão orientados a fazer audiodescrição de si e do ambiente. As opostilas também serão disponibilizadas em pdf, para facilitar a leitura através de aplicativos para deficintes visuais.

Democratização do acesso

Toda a programação e atividades que envolvem as oficinas do projeto Arte Território Amazônia serão ofertadas de forma gratuita à população, bem como os materiais e kits pedagógicos.

Ficha técnica

CASA VIVA AMAZÔNIA - PROPONENTE A Casa Viva Amazônia é uma entidade sem fins econômicos, localizada em Parauapebas, Pará, Amazônia, Brasil, que desenvolve atividades culturais, sociais e esportivas na Região de Carajás. Nascemos como um coletivo de amigos que, durante a pandemia por COVID-19, em 2020, precisava produzir, consumir e acessar arte e cultura de alguma forma e, através de reuniões online e físicas (com EPI`s e já vacinados, heim, galera?), começamos a pensar e construir estratégias coletivas para tornar isso possível. A partir dali, nosso grupo começou a prestar assessoria pro bono para diversas pessoas, físicas e jurídicas, grupos e coletivos culturais, sobre acesso a editais culturais municipais e estaduais, como Aldir Blanc e Prêmio Preamar de Cultura e Arte, programa estadual de incentivo fiscal, Lei Semear, e consultoria em projetos culturais e esportivos locais. Através de nosso corpo societário, participamos ativamente de diversos projetos, atividades e ações socioculturais em Parauapebas-PA, bem como das discussões e construções de políticas públicas culturais no município. Temos uma rede de parceiros, com os quais realizamos trocas importantes de apoio mútuo em eventos e ações socioculturais, fazendo com que a economia criativa circule na região. Em 2024, viramos oficialmente uma associação formalizada, com uma sede que abriga uma galeria céu aberto de arte urbana e onde acontecem diversas atividades socioculturais gratuitas, como exibição de filmes, palestras e cursos voltados para o mercado cultural da cidade. MARIANA DE NONNO FARNESI - PRODUTORA EXECUTIVA Tem formação em Relações Internacionais pela Universidade Católica de Minas Gerais, e foi na área de produção e gestão cultural que desenvolveu seus talentos e expertise. Trabalhou durante 4 anos como funcionária pública, acompanhando emendas parlamentares e prestando assessoria de imprensa. Em 2015, iniciou oficialmente a produção do Bloco Carnavalesco Filhos de Glande, em Belém. Trabalha com produção executiva de shows, exposições, festivais diversos, entre outros. Também é produtora e assessora administrativa do Circuito Mangueirosa de Carnaval desde sua fundação, em 2019. Tem os seguintes cursos na área de gestão: Planejamento Pessoal e Financeiro (Personal & Financial Planning), pela University of Florida, Gerenciamento de Projetos, pela Fundação Getúlio Vargas, Análise de Custos e Formação de Preços pela FIPECAFI – Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras. É Diretora Executiva da Sapo de Vidro Produções. JEAN LOUIS MARQUES FRANCO - COORDENADOR DE PRODUÇÃO Estudou Artes Plásticas na Universidade Católica de Salvador, e tem formação em Design, pela Universidade da Amazônia e Pós-graduação em Design, pela Universidade Estadual do Pará. Trabalhou como Diretor de Arte por mais de 20 anos em agências renomadas de Belém e Salvador. Criou o Paradise Suco Artesanal, que recriava sabores regionais através de blends e participou da criação da primeira FoodBike de Belém, a Artesanal Bike Burger. É um dos fundadores do Bloco Filhos de Glande e um dos idealizadores do Circuito Mangueirosa. Está à frente da administração e desenvolvimento da Manga Rosa Comidas Criativas. Junto com o irmão Christian Franco e o sobrinho Yan Franco, integra a banda MELHOR TODOS JUNTOS. É Diretor Artístico da Sapo de Vidro Produções. MARINA SILVA - COODENADORA PEDAGÓGICA Marina da Silva Oliveira tem formação e licenciatura em Pedagogia pela Universidade da Amazônia e é estudiosa de educação e relações raciais. Com 20 anos de experiência na educação básica, possui uma ampla trajetória que abrange coordenação pedagógica de vários segmentos educacionais e culturais. Atuou como conselheira de educação no município de Juruti/PA e há mais de 13 anos se dedica ao ensino e gestão em escolas de contrato. Atualmente, é coordenadora de Ensino Médio na rede privada de educação em Parauapebas/PA. É coordenadora pedagógica dos projetos da Casa Viva Amazônia. Nosso trabalho e atuações estão disponíveis em: https://www.casavivaamazonia.org.br/

Providência

PROJETO ARQUIVADO.