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"Cenas da Desordem Conjugal!" é um projeto de montagem e apresentações de um espetáculo inédito composto de duas peças curtas inéditas no Brasil de Georges Feydeau, "Purgante, Bebê!" e "Léonie está adiantada!", compreendendo 30 apresentações em teatro na cidade de São Paulo/ SP.
Em "Purgante, Bebê!", um fabricante de penicos sonha em fechar o negócio do século: ser o principal fornecedor e abastecer o exército com seu produto de primeira linha! Os estratagemas para fechar o negócio, porém, reservam muitas surpresas para ele. “Purgante, Bebê!” (1910) é uma peça característica do último estilo de Georges Feydeau, dessas peças de um ato onde a comédia não se baseia apenas nas receitas clássicas do vaudeville, mas também no retrato ácido de suas personagens: mediocridade, mesquinhez e hipocrisia pequeno-burguesa são impiedosamente reprimidas. Esta peça é uma das mais loucas e brilhantes das "farsas conjugais" de Feydeau. Em "Léonie está avançada!" a personagem título da peça está prestes a dar à luz, um mês antes do previsto. Seu marido, Toudoux, sofre uma enxurrada de censuras, caprichos e pedidos e alfinetadas de sua jovem esposa, seus sogros (que desaprovaram o casamento) e da formidável e folgada parteira, Madame Virtual. Depois de muitos desentendimentos, pânico e humilhações, ficamos sabendo que se tratava apenas de uma gravidez nervosa. Criada em 1911, essa peça cômica em um ato é uma sátira da situação de subjugamento feminino onde Feydeau inverte a situação e coloca o marido em posição de inferioridade em relação a sua esposa.
Objetivo Geral "Cenas da Desordem Conjugal!" é um projeto de montagem e apresentações do espetáculo inédito composto de duas peças curtas inéditas no Brasil de Georges Feydeau, "Purgante, Bebê!" e "Léonie está adiantada!" Objetivo Específico "Cenas da Desordem Conjugal!" é um espetáculo inédito composto de duas peças curtas inéditas no Brasil de Georges Feydeau, "Purgante, Bebê!" e "Léonie está adiantada!", com direção de Clara Carvalho. A equipe criativa conta com Chris Aizner na criação do cenário, Marichilene Artisevskis nos figurinos, no desenho de luz de Aline Santini com 30 apresentações em Teatro de 300 lugares na cidade de São Paulo/ SP. Estimamos acolher 9000 pessoas nos espetáculos. Nosso público-alvo são adultos de todas as classes sociais. Atendendo ao artigo 32 da IN 11/2024, como contrapartida social prevemos 2 ensaios abertos para alunos e professores da rede pública de ensino.
Procuramos trazer para a cena brasileira textos de um dos autores mais populares da França, porém nossa encenação visa ser um espelho para rirmos do status quo do nosso próprio país. Adaptando a ação para lares de classe média no período da ditadura (anos sessenta), a encenação se aproximará da nossa realidade. Acreditamos também na importância da democratização do teatro e no seu poder universal, principalmente num projeto de comédia. Por este motivo dez porcento dos ingressos serão distribuídos gratuitamente para alunos de escolas públicas. CENAS DA DESORDEM CONJUGAL, reúne duas peças curtas "Purgante, Bebê!" e "Léonie está adiantada!" de Georges Feydeau, genial autor francês do início do século XX. Nessas últimas "farsas conjugais" de seu repertório, o autor francês revela a sociedade através da vida privada, expondo o sistema com o seu humor ácido para em seguida transgredi-lo. Um teatro onde as situações - quiproquós, mal-entendidos, encontros imprevistos, objetos hostis, espaços ameaçadores - são regrados de maneira matemática, provocando uma cascada de repercussões onde o pior, muitas vezes, pode acontecer. Vemos situações próximas a um pesadelo, onde somente a gargalhada pode nos livrar do sufoco provocado pela peça. Feydeau tem a genialidade de rir do trágico da vida e de imaginar escorregadas imprevistas que criam uma poesia surrealista nos seus vaudevilles endiabrados. Jogo de palavras, criaturas estressadas, acessórios "possuídos": a magia, o sonho, frequentam este universo aparentemente burguês e hipócrita. Em "Purgante, Bebê!" e "Léonie está adiantada!" vemos um paralelo desconcertante com o Brasil atual, onde confunde-se o privado com o coletivo, trazendo para a esfera pública questões de ordem doméstica. Em uma tentativa de retorno a um passado conservador, com discursos homofóbicos, racistas, discursos que tentam argumentar e defender a volta de uma ditadura apoiados no suposto "liberalismo" comportamental de certos integrantes da sociedade atual. Onde vemos parte da sociedade exaltar uma família conservadora, mas que apoia por outro lado atos incivilizados e agressivos, tentando esconder seus desejos mais íntimos e com isso os revelando de uma maneira ainda mais feroz. Como em uma peça de Feydeau, experenciamos uma sociedade brasileira atual com uma lógica do avesso própria ao teatro do autor francês. Optamos por escolher estas duas peças de Feydeau exatamente por espelhar o que estamos atravessando, porém pela via do humor e com a genialidade deste autor que entra no modelo dominante para transgredi-lo, ridicularizando-o, abordando-o indiretamente. Seria o caso de "Purgante, Bebê!", por exemplo, onde um fabricante de penicos para o Exército tem que controlar a sua mulher que aparece de uma maneira despudorada em cena e essa por sua vez só se preocupa com a constipação de seu filho. De uma maneira imagética, cômica e "doméstica", vemos a figura do Exército e da família ser associada a penicos, constipações, corpos despudorados e desejos reprimidos. Não existe Deus (es), amor (es), paixão (ões) nas farsas de Feydeau. Apenas uma inelutável e trágica fatalidade que atinge os casais com os problemas do cotidiano. Presos na camisa de força social assim como eles estão presos em seus próprios corpos, sufocados pelos espartilhos ou colarinhos duros, prisioneiros dos personagens que devem representar e se representar, isolados em uma solidão patética, podendo existir somente em uma exageração fictícia de suas pequenas vidas insípidas, se interessando histericamente somente pelos seus próprios problemas. A encenação prevê um espetáculo composto por duas peças com um cenário transformável às vistas do espectador entre o final de uma peça e o início de uma outra. A interpretação dos atores será um dos pilares da encenação, tanto por estes interpretarem dois papéis no mesmo espetáculo, um em cada peça representada, como pelos constantes desafios de expressão corporal, vocal e pelo humor transgressor de Georges Feydeau. Os atores se apoiarão na ferocidade, no excesso, nos corpos cerceados dos personagens, para mostrar esse moralismo social colocado em valor absoluto, para mostrar o avesso do cenário, da aparência. Mas, o que acontece quando essa repressão explode, quando o íntimo liberado toma a dianteira sobre o socialmente correto, quando a loucura aparece perturbando os comportamentos? Comédia, tragédia, vaudeville, farsa?
Oficina de dramaturgia CoordenadoraCarolina Gonzalez Sinopse A oficina versará sobre questões básicas de dramaturgia permitindo a seus participantes conhecer as técnicas e a carpintaria dramatúrgica de uma maneira prática, através de exercícios abordáveis e lúdicos. Os participantes podem ter ou não experiência em dramaturgia ou qualquer outro tipo de escrita. O foco desta oficina será a performatividade e o dispositivo cênico na escrita teatral contemporânea. Introdução No primeiro e segundo encontro, comentários e técnicas de escrita tendo Os participantes serão convidados a praticarem a escrita através de exercícios dramatúrgicos. Objetivos Conduzir diretamente o aluno, antes de abordar a teoria, no caminho da escrita dramatúrgica, não importando se o aluno tenha ou não exepriência em dramaturgia. Oficina de dramaturgia CoordenadoraCarolina Gonzalez SinopseA oficina versará sobre questões básicas de dramaturgia permitindo a seus participantes conhecer as técnicas e a carpintaria dramatúrgica de uma maneira prática, através de exercícios abordáveis e lúdicos. Os participantes podem ter ou não experiência em dramaturgia ou qualquer outro tipo de escrita. O foco desta oficina será a performatividade e o dispositivo cênico na escrita teatral contemporânea.IntroduçãoNo primeiro e segundo encontro, comentários e técnicas de escrita tendo Os participantes serão convidados a praticarem a escrita através de exercícios dramatúrgicos.ObjetivosConduzir diretamente o aluno, antes de abordar a teoria, no caminho da escrita dramatúrgica, não importando se o aluno tenha ou não exepriência em dramaturgia. Compreender e descobrir a dimensão e os gestos específicos da escrita dramática contemporânea de uma maneira abrangente, não se bloqueando face às regras pré-estabelecidas.Praticar e escrever algumas peças curtas tendo como orientação alguns exercícios pré-estabelecidos, permitindo desta maneira aos alunos desenvolverem seu próprio estilo. JustificativaO conhecimento da carpintaria e das regras dramatúrgicas é essencial tanto ao autor e ao futuro autor de teatro, mas igualmente ao diretor e ao ator. Primeiramente, é imprescindível que autores e futuros autores conheçam as ferramentas de sua arte para realizarem plenamente seus trabalhos assim que seus estilos pessoais. É importante também o conhecimento de outros estilos, de outros autores. Durante a oficina, será sugerida a leitura de certos textos fora do horário das aulas.Para o diretor de teatro o conhecimento das regras de dramaturgia é essencial pois a direção é antes de tudo a sua interpretação de um texto de teatro. A originalidade e a qualidade de uma direção são extremamente associadas a visão que o diretor consegue ter da mesma. Sem conhecer os meandros e as subtilidades da dramaturgia, um diretor não poderá nunca exercer bem a sua profissão.Para o ator e o futuro ator, o conhecimento da dramaturgia permite entender melhor o que o seu personagem representa para a peça na sua totalidade e na sua particularidade.Podemos ainda mencionar que esta oficina pode ser útil para interessados em geral pois a escrita é um ótimo exercício de autoconhecimento.Cronograma e relação de exercícios propostosCarga horária2 encontros de 3 horas de duração - total: 6 horas. A oficina é dividida em 3 tempos: o tempo da escrita - depois da sugestão de um exercício; tempo da leitura dos escritos - reservada a apenas alguns alunos devido ao tempo restrito da aula; seguida de comentários - sem julgamentos, mas comentários colaborativos de todo o grupo com observações dramatúrgicas da coordenadora. Exercícios propostos: - Autorretrato. Como forma de iniciar a oficina e como forma de apresentação dos participantes, todos serão convidados a produzir um autorretrato escrito. Em um gesto rápido de escrita, em apenas 15 minutos, e sem tempo de refletir inspirados em experimentos surrealistas, os participantes se livram, se "desenham" em forma escrita. Após terem escrito, todos são convidados a fazer a leitura do seu autorretrato. Este exercício sempre funciona criando uma interação entre os participantes e os desinibindo. O resultado deste exercício continuará a ser desenvolvido em encontro posterior no exercício intitulado Relato de vida que abordará a questão de dispositivo cênico.- Confissão de uma máscara: a partir de um retrato pintado ou fotográfico, figurativo ou não figurativo, distribuído aos participantes, esses são convidados a dar corpo à palavra testamentária da "máscara". Em duas ou três páginas, eles traçarão a vida desse personagem ou o que ele gostaria de se lembrar, enquanto fala aos vivos, sobre sua própria vida. Cada texto deve começar com: "Eu me chamo tal (dar um nome ao personagem) e estou morto". O resultado deste exercício continuará a ser desenvolvido em encontro posterior no exercício intitulado Relato de vida que abordará a questão de dispositivo cênico. - Dispositivo teatral/ Performatividade : Escrever para o teatro hoje em dia é mais do que nunca imaginar uma disposição inédita do espaço e do tempo. As famosas regras de unidade serviram durante bastante tempo e permitiu aos autores escreverem seguindo regras bem determinadas. Mas, se tornou obsoleta nos dias de hoje. A questão se coloca em termos quase brechtianos: "Como mostrar no teatro o mundo no qual vivemos?"
Espetáculo teatral no aspecto arquitetônico, local de realização do espetáculo conta com rampas de acesso, banheiro PNE, salas de aula com portas em medidas compatíveis e locais internos apropriados para cadeirantes e acomodação para pessoas com mobilidade reduzida. No aspecto comunicacional, DEFICIENTES AUDITIVOS: 3 sessões com intérprete de libras. Além disso, em todas as apresentações, será disponibilizado, por meio de um QR Code, um vídeo do espetáculo em Libras (formato digital). Disponibilidade de aparelhos pela produção. itens planilha orçamentária: 25 DEFICIENTES VISUAIS: 3 sessões de audiodescrição. A peça também conta com programas em Braille em todas as apresentações. itens planilha orçamentária: 10 e 23 DEFICIENTES INTELECTUAIS: Mediador capacitado para atender pessoas com deficiência e audiodescrição. item planilha orçamentária: assistente de produção, item 8. Contrapartida social no aspecto arquitetônico, local de realização do espetáculo conta com rampas de acesso, banheiro PNE, salas de aula com portas em medidas compatíveis e locais internos apropriados para cadeirantes e acomodação para pessoas com mobilidade reduzida. No aspecto comunicacional, DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras em todos os ensaios abertos. item planilha orçamentária: 46 DEFICIENTES VISUAIS: A peça conta com programas em Braille. item planilha orçamentária: 23 DEFICIENTES INTELECTUAIS: Mediador capacitado para atender pessoas com deficiência. itens planilha orçamentária: assistente de produção, item 8.
Como Democratização de Acesso, o plano de distribuição da proposta atende ao inciso do Art. 29 da IN 11 /2024. Em atendimento ao Artigo 30 da INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 11, DE 2024, como medidas de ampliação de acesso: - Oficina de dramaturgia. Detalhes sobre a atividade em "Detalhes Técnicos", "Especificações técnicas do produto".
CURRÍCULO DA PROPONENTE (Carolina Gonzalez - Sangiorgi e Gonzalez Produções ltda) atividade no projeto: coordenadora de produção e atriz. Currículo Empresa Sangiorgi e Gonzalez Produções Ltda – ME A Sangiorgi e Gonzalez Produções é uma empresa especializada em eventos de artes cênicas com sede na cidade de São Paulo. A empresa atua também na área da literatura, já tendo produzido edição de livro, organização de palestras e cursos. Fundada em 2013, a Sangiorgi e Gonzalez Produções Ltda produziu: · Sangue, direção e texto de Kiko Marques. Com: Leopoldo Pacheco, Marat Descartes, Rogério Brito e Carolina Gonzalez. CCBB SP/ RJ/ BH e DF. Agosto de 2024 à abril 2025. • Cais Oeste, de Bernard-Marie Koltès, direção de Cyril Desclés. Com: Sandra Corvelloni, Marcelo Lazzaratto, Giovani Tozi, entre outros. 2019. Idealização e Produção. • A Verdade, de Florian Zeller, direção Marcus Alvisi. Com: Diogo Vilela, Paulo Trajano, Claudia Ventura. 2019/2020. Pré-produção. • O Pai, de Florian Zeller, direção Léo Stefanini. Com: Fúlvio Stefanini, Lara Córdula, entre outros. 2016/2017. Teatro do Masp, Teatro Frei caneca e Teatro Renaissance (2018). Em parceria com Morente Forte Produções e Cora Produções. Peça produzida através da Lei Rouanet. • Entradas Clownescas de Tristan Remy – Editora SESC – 2016. Produção da edição do livro e Oficinas teóricas no CPF Sesc SP, Tendal da Lapa e Sesc Campo Limpo. (2017-218). • Evento "Percurso Koltès" no Sesc de Santos em março e abril de 2016, com o diretor francês Cyril Desclés e Grupo Teatro da Vertigem; • Bola de Ouro de Jean-Pierre Sarrazac, direção Marco Antonio Braz, estreia em 14 de novembro de 2013 no SESC Santo Amaro e em 23 de janeiro de 2014 no Teatro Faap em São Paulo. Com: Celso Frateschi, Walter Breda, Marlene Fortuna e Luiz Serra no elenco. Peça produzida através do Programa de Incentivo à Cultura PROAC – Governo do Estado de São Paulo. Proponente: Carolina Gonzalez Carolina Gonzalez conta com mais de trinta anos de experiência como atriz e professora de teatro profissional, atividade desenvolvida tanto no Brasil como na França. Mestre em Teatro com especialidade em dramaturgia pela Universidade Sorbonne em Paris (diploma reconhecido pela USP), sob orientação de Jean-Pierre Sarrazac. Integrou o núcleo de Pesquisa e dramaturgia do CPT de Antunes Filho entre os anos de 2010 e 2012. Como atriz, Carolina Gonzalez trabalhou com artistas importantes como Antunes Filho, José Celso Martinez Corrêa, Fauzi Arap, Renato Borghi, Cibele Forjaz entre outros. Atuou na França em espetáculos dos diretores Claire Le Michel, Berangère Jannelle e Jean-Paul Zennacker. Suas últimas atuações foram em O Pai e A Verdade de Florian Zeller, Cais Oeste de Bernard-Marie Koltès e Sangue de Kiko Marques. Diretora: Clara Carvalho É atriz e diretora de teatro. Por suas atuações, Clara foi indicada e recebeu vários prêmio, entre eles: 4 vezes ao Prêmio Shell (por "Ivanov"; "Frankensteins", "Órfãos de Jânio" e “Ou Você Poderia me Beijar”, em 2014), tendo vencido uma vez o Shell com "Órfãos de Jânio", em 2002. Ganhou também o Prêmio Qualidade Brasil de Melhor Atriz em 2002 ("Major Bárbara"), o Prêmio APCA de 2003 ("Frankensteins"), e o Prêmio Mambembe em 1998 ("Ivanov"). Em 2011 foi indicada ao Prêmio APCA de Melhor Atriz por sua atuação em "Espectros". Em 2012, recebeu indicação ao Prêmio Quem de melhor atriz por seu trabalho em "Isso é o que Ela Pensa", de Alan Ayckbourn; em 2013 foi indicada para o Prêmio Aplauso Brasil e ao Prêmio da APTR, no Rio de Janeiro, por sua atuação em “Anti- Nelson Rodrigues, de Nelson Rodrigues. Em 2018 foi indicada ao Prêmio APCA e ganhou o Prêmio Aplauso Brasil por “A Profissão da Sra. Warren. Clara dirigiu os espetáculos: Escola de Mulheres, de Molière (2022, Teatro Aliança Francesa); Ricardo III ou Cenas da Vida de Meierhold, de Matei Visniec (2019, CCSP), ator Rogério Brito indicado ao prêmio Shell de melhor ator; Condomínio Visniec (2019, SESC Ipiranga), indicado ao prêmio APCA de melhor direção; indicado ao Prêmio Aplauso Brasil de melhor direção, melhor espetáculo e melhor elenco e melhor produção independente; A Reação, de Lucy Prebble (2015, teatro Vivo); A Máquina Tchekhov, de Matéi Viscniec, em parceria com Denise Weinberg, em 2015 (indicada ao Prêmio APCA 2015 de melhor Direção e Melhor Espetáculo e Prêmio Aplauso Brasil 2015 de Melhor Espetáculo e Melhor Elenco); Órfãos, de Dennis Kelly, em 2011 (montagem vencedora do Festival de Teatro da Cultura Inglesa de São Paulo) e Valsa Nº 6, de Nelson Rodrigues, em 2009. Cenógrafo: CHRIS AIZNER Atuando no Cenário Lírico e Teatral da cidade de São Paulo como Cenógrafo e Figurinista, realizou trabalhos ao lado de Diretores como Jô Soares, Antonio Araújo, Daniel Filho, Cacá Carvalho, Antunes Filho, Leonardo Moreira, José Possi Neto, Kiko Marques, Antonio Nóbrega, Cassio Scapin, Maria Thaís, Newton Moreno, Odilon Wagner, Alonso Barros, Roberto Lage, entre outros. Contemplado pela Crítica a Indicações e Premiações de Cenografia e Figurino, dentre eles os Prêmios APCA, SHELL E FEMSA, BIBI FERREIRA tem em sua carreira artística mais de uma centena de Espetáculos em Linguagem Teatral, Musical e Ópera, assinando Cenários e Figurinos. Os mais recentes trabalhos : Sínthia e Cais ou da Indiferença das Embarcações – Direção Kiko Marques; Wiosna – Direção Leonardo Moreira para o Teatrstudio, em Varsóvia/Polônia; Histeria, Tróilo e Créssida, e A Noite de 16 de Janeiro– Direção de Jô Soares. Em 2018 assina os figurinos para Odisseia com Cia Hiato e estreia em Atenas. Na volta aos teatros pós pandemia, assinou a cenografia de Sueño de Newton Moreno, Cock e Anjo de Pedra de Nelson Baskerville.
PROJETO ARQUIVADO.