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O projeto tem o objetivo de realizar a 11a. Edição doFestival de Cenas Curtas de Uberlândia com 01 semana de atividades, entre elas as tradicionais apresentações e oficinas escolhidas por meio de inscrição em Edital aberto aos artistas cênicos de todo o Brasil e ampliar as atividades para a 11a edição incluindo apresentações de espetáculos e oficinas convidadas por meio de curadoria bem como promover Seminário para gestores de grupos e espaços artístico-culturais.
O Festival de Cenas Curtas realizado pela Escola Livre do Grupontapé é uma atividade tradicional na cidade que acontece desde 2001, em anos não seqüenciais. Conhecido especialmente no meio teatral, o projeto já foi apenas local, porém em duas de suas edições, quando realizou parceria com a Universidade Federal de Uberlândia, o Festival foi regional, estendido para as cidades nas quais a UFU mantém outros Campi. Até sua 7ª edição o Projeto foi competitivo, porém, repensando a prática da competição, o Grupo optou nas últimas edições por um evento não competitivo, fortalecendo a união da classe, vez que o próprio fato de participar de uma seleção por meio de um edital já traz uma certa competição entre os agentes culturais. Em virtude da pandemia a 9a edição ocorreu de forma virtual e na 10a Edição, viabilizada por meio da Lei Rouanet e do Programa Municipal de Incentivo à Cultura de Uberlândia, o evento teve formato híbrido. Ainda sob o aspecto da sua efetividade o Festival já mostrou que “mexe” com os artistas locais que aguardam pelo momento de compartilhar suas pesquisas, embriões de possíveis espetáculos, o que de fato ocorre.
OBJETIVO GERAL O principal objetivo deste projeto é realizar a 11ª Edição do Festival de Cenas Curtas de Uberlândia a fim de manter vivo um projeto fomento, estímulo à criação artística e difusão das artes cênicas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar 12 apresentações de cenas curtas, selecionadas via edital; - Realizar 2 oficinas de capacitação artística, selecionadas via edital; - Realizar 2 espetáculos ou cenas com grupos/artistas convidados por meio de curadoria; - Realizar 2 oficinas convidadas por meio de curadoria; - Realizar 1 atividade de intercâmbio com troca entre os grupos/artistas selecionados por meio de edital público; - Realizar 1 seminário voltado para gestores de grupos e espaços culturais, especialmente que grupos que possuam sede que contará com 3 palestras e 2 mesas redondas.
Com a realização deste Festival de teatro o Grupontapé pretende-se contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais e apoiar, valorizar e difundir o teatro localmente, por meio do fomento à produção cultural conforme estabelecido na Lei 8.313/91, art. 1º, incisos I a III e art. 3o., inciso II). Com quase 30 anos de trabalho artístico e atividade continuada, o Grupontapé acompanhou e ajudou o na revitalização do movimento teatral da cidade de Uberlândia-MG, onde se multiplicam grupos de teatro, dança e circo, cuja necessidade hoje é de espaço para suas práticas e intercâmbio para o seu aprimoramento e fomento à criação. Tal desejo de desenvolvimento é o que motiva este projeto, que visa dar continuidade a um projeto importante para a classe artística, especialmente teatral, com uma proposta desafiadora e resultados gratificantes, em busca de favorecer a ampliação de horizontes, seja pelo efeito da qualificação profissional ou em virtude da promoção e valorização dos artistas, especialmente os locais. Historicamente a Escola Livre iniciou suas atividades em 1998, quando ofereceu os primeiros cursos de teatro na garagem de sua primeira sede e posteriormente em 2001, com a conquista da sede própria do Grupo, a Escola passou a funcionar em um galpão no bairro Aparecida, preparado para abrigar a Escola e um teatro alternativo, onde passou a difundir ainda mais o teatro na cidade de Uberlândia. A Escola Livre do Grupontapé busca cumprir sua função cultural, possibilitando a circulação de bens culturais, a otimização do espaço e assim a melhor distribuição dos recursos, bem como oferecendo à comunidade do entorno, estudantes e artistas cênicos, e também ao público interessado da cidade e região, uma programação cultural rica, de qualidade e de fácil acesso. Por esse espaço já passaram e contribuíram para que se tornasse uma referência na região, artistas, professores, mestres e doutores, que ainda hoje possuem ligação afetiva e dialógica com espaço e, com isso ajudaram e ajudam a formar atores, diretores que por vezes continuam seus estudos em Universidades e/ou formaram Grupos teatrais atuantes na cidade. Muitos ex-alunos por vezes retornam ao "ninho" como professores ou com os seus espetáculos e projetos artísticos. Já aqueles que não seguiram na carreira, se tornaram público assíduo do teatro, não apenas nesse espaço, mas inserindo a arte como prioridade na vida. Assim, a continuidade das atividades oferecidas neste espaço é de suma importância, sendo o Festival de Cenas Curtas um verdadeiro marco que para muitos grupos e artistas tendo possibilitado a criação de espetáculos relevantes já montados na cidade. Além de ser um momento rico de troca entre artistas e grupos que podem acompanhar o que está sendo pensado, criado e produzido artisticamente na cidade. A relação entre cultura e desenvolvimento vem assumindo, crescente e aceleradamente, um lugar de destaque na agenda contemporânea. Está claro que, nessa perspectiva, falamos de cultura no seu conceito mais pleno. Todavia, dar conta dessa dimensão conceitual da cultura e das potencialidades de desenvolvimento social aí inscritas não é tarefa fácil, sendo de grande relevância um projeto que estimula o fazer artístico no interior do Estado. Uberlândia é um pólo de desenvolvimento situado em região extremamente importante na economia do país, acreditamos que projetos dessa natureza, além de favorecer a constituição de um mercado efetivo para artistas, técnicos e produtores, em âmbito regional, contribuem para a ampliação do acesso à fruição de bens e valores culturais, sem distinção de classe econômica, haja vista a gratuidade de grande parte dos eventos. A formação cultural de estudantes e da sociedade em geral, assim como as qualificações profissionais dos trabalhadores na cultura, também são contemplados no fundamento conceitual do Espaço e na estrutura de funcionalidade acima descrita. É importante lembrar que a aprovação deste projeto é de suma importância para a continuidade do trabalho que vem sendo desenvolvido, uma vez que pode-se dizer que, nos últimos anos, a Escola Livre fez uma significativa diferença em Uberlândia, pelo trabalho sério que vem desenvolvendo ao longo desses anos, com todas as dificuldades que existem de se manter um espaço em atividade, no qual, por enquanto, as despesas são maiores que as receitas.
O projeto trata de uma atividade tradicional realizada pela Escola Livre do Grupontapé desde 2001, em anos não seqüenciais. Conhecido especialmente no meio teatral, o projeto já foi apenas local, porém em duas de suas edições, quando realizou parceria com a Universidade Federal de Uberlândia, o Festival foi regional, estendido para as cidades nas quais a UFU mantém outros Campi. Até sua 7ª edição o Projeto foi competitivo, porém, repensando a prática da competição, o Grupo optou na última edição por um evento não competitivo, fortalecendo a união da classe, vez que o próprio fato de participar de uma seleção por meio de um edital já traz uma certa competição entre os agentes culturais. A 9a edição ocorreu de forma virtual com recursos advindos de outras fontes e por isso foi alterada a edição deste projeto para a 10a edição, uma vez que a proposta é a mesma, não alterando o escopo do projeto, apenas o número da edição. Ainda sob o aspecto da sua efetividade o Festival já mostrou que “mexe” com os artistas locais que aguardam pelo momento de compartilhar suas pesquisas, embriões de possíveis espetáculos, o que de fato ocorre.
GERAL O 11o. Festival de Cenas Curtas será lançado via edital e constará da seleção de 12 cenas curtas e 02 oficinas. O evento se realizará ao longo de 01 semana, na qual acontecerão as apresentações abertas a toda população, gratuitamente, e oficinas, igualmente gratuitas com inscrições via internet e nesta edição contará com a realização de um Seminário para discutir temáticas urgentes e necessárias relacionadas ao fazer cultural no âmbito das artes cênicas. PRODUTO: ARTES CÊNCIAS Os interessados em participar do Edital deverão inscrever as cenas por canal próprio e seguir os critérios estabelecidos no Edital; Haverá a seleção de 12 cenas curtas por uma Comissão de Seleção formada após a captação dos recursos; Haverá 2 espetáculos/cenas convidadas a serem definidas por meio de curadoria. PRODUTO: OFICINAS Os interessados em participar do Edital deverão inscrever as cenas por canal próprio e seguir os critérios estabelecidos no Edital; Haverá a seleção de 02 Oficinas selecionadas por uma Comissão de Seleção formada após a captação dos recursos; O proponente terá liberdade de propor qual a sua oficina, o formato (presencial ou online), público alvo e duração, que será analisada pela Comissão. Obs.: Os projetos pedagógicos das oficinas só serão divulgados após a seleção, uma vez que os artistas/grupos terão total liberdade para propor as oficinas, o que impede de incluir no projeto o planejamento pedagógico. Haverá 2 oficinas convidadas a serem definidas pela curadoria do evento. PRODUTO: SEMINÁRIO Esta edição contará com a realização de 1 Seminário para discutir temáticas urgentes e necessárias relacionadas ao fazer cultural no âmbito das artes cênicas, realizado em 2 dias - com 3 palestras e 2 mesas redondas conforme programação definida pela Curadoria do Seminário.
O espaço que receberá as atividades possui acessibilidade física e quanto à acessibilidade de conteúdo há previsão no projeto da contratação de um profissional tradutor de libras. PRODUTO: APRESENTAÇÕES DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e cadeira de rodas, etc. DEFICIENTES AUDITIVOS: legendagem e/ou intérprete de libras, conforme proposta das cenas. DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição PRODUTO: OFICINAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e cadeira de rodas, etc. DEFICIENTES AUDITIVOS: legendagem e/ou intérprete de libras, conforme proposta das oficinas. DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição PRODUTO: SEMINÁRIO ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e cadeira de rodas, etc. DEFICIENTES AUDITIVOS: legendagem e/ou intérprete de libras, conforme proposta das cenas. DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição Observação: Todas as atividades serão divulgadas como acessíveis, no entanto para as atividades formativas como haverá inscrição, no formulário será questionada a necessidade de medidas de acessibilidade. Não havendo nenhum inscrito com necessidade de medidas de acessibilidade, não haverá necessidade de contratação dos serviços de intérprete de libras e audiodescrição especificados na planilha orçamentária. Meio de comprovação: Formulários de inscrição.
I - Da Democratização de Acesso Todas as atividades do projeto serão gratuitas. As atividades formativas e espetáculos serão inteiramente gratuitos para todos os beneficiários, não gerando receita com a venda dos produtos culturais. II - Da Ampliação de Acesso Conforme descrito no Art. 30 da IN 11/2024 como medida de ampliação de acesso o projeto prevê: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
GRUPONTAPÉ DE TEATRO - Rubrica: Coordenação do Projeto e total reaponsável pela plena execução. Fundado em 1994, desde então em atividades contínuas, é referência do teatro profissional mineiro por gerar oportunidades para artistas da área ,e desbravar caminhos. Criou 22 espetáculos, vários cursos, encontros e festivais. Sua sede mantém uma escola livre onde ministra os cursos e uma sala de espetáculos com programação alternativa que recebe inúmeros grupos e artistas locais e de outras regiões. Trabalha com a linguagem do Teatro Aplicado que une as ferramentas do teatro com temas educacionais, para contribuir com os processos de autoconhecimento e de melhoria das competências e habilidades das pessoas. O grupo se destaca pela existência que inspira e por cada uma das atividades que desempenha pois estas impactam fortemente na vida do público além dos artistas e grupos e público das cenas local e mineira. KATIA LOURENÇO (KATIA LOU) - Coordenadora Artística/Curadora/Palestrante Atriz, professora, diretora, gestora e co-fundadora do Grupontapé. Licenciada em Teatro (UFU). Pós-Graduada em Psicologia Positiva e Coaching. Focalizadora em Danças Circulares. Guardiã de Círculos de Mulheres. Pesquisadora do Autoconhecimento; KÁTIA BIZINOTTO - Coordenação Geral/Curadora/Advogada Atriz, advogada, gestora e cofundadora do Grupontapé. Atuou em todas as produções do grupo. Foi Presidente da Associação de Teatro de Uberlândia por 10 anos. Fundadora da Comissão de Cultura da 13ª Subseção da OAB, da qual é atual presidente. RUBEM SILVEIRA DOS REIS - Diretor de Produção/Curador Palestrante Produtor e consultor cultural. Empreendedor por natureza em 2007 criou a Balaio do Cerrado Produtora que atende artistas e projetos. Foi Vice presidente do Conselho Estadual de Cultura Consec MG por 2 mandatos. Entre outras ações idealizou 5 edições do seminário de economia da cultura, 3 da jornada de gestão e produção, 2 do encontros de artes cênicas do cerrado e 12 da semana da cultura popular. Após aprovação e captação dos recursos para execução do Projeto será formada a equipe de produção e comunicação para a realização de do Festival.
PROJETO ARQUIVADO.