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O projeto O LAGO DOS CISNES tem como meta viabilizar uma produção profissional inédita do clássico do balé de repertório O Lago dos Cisnes, incluindo a circulação do referido espetáculo, bem como atividades formativas.
O LAGO DOS CISNES é talvez a obra mais popular do mundo do repertório do balé clássico tradicional. A história da princesa encantada que bate asas ou a imagem dos quatro cisnes dançando de mãos dadas ao som das composições de Tchaikovsky estão presentes na sociedade ocidental como referencial do que é ser uma bailarina e, ainda, do sonho de boa parte das crianças e adolescentes que se iniciam no balé clássico. Trata-se de uma obra grandiosa e de alta complexidade técnica e artística. Por isso, em território nacional, é comum que sejam apresentados apenas trechos dela, em versões escolares - adaptadas para estudantes -, ou em produções internacionais a preços muitas vezes inacessíveis à maioria da população. O conceito primordial desta montagem de O LAGO DOS CISNES é o acesso. Por meio dela, será possível oferecer: 1) Contato público com uma produção cultural de qualidade com ingressos gratuitos ou a preços populares;2) Promoção da identidade artística nacional por meio da encenação de uma obra tradicional assinada por artistas brasileiros com priorização das estéticas locais em diálogo com a tradição europeia;3) Oportunidade de bailarinos profissionais brasileiros atuarem em uma produção clássica completa e original, sem a necessidade de buscarem mercados internacionais para essa experiência, contribuindo para a retenção de talentos;4) Possibilidade dos estudantes de dança brasileiros entrarem em contato com uma produção profissional, vislumbrando um sonho concretizável na carreira de dança. Este é um LAGO com águas nacionais e cisnes brasileiros. Um conto repleto de magia e encantamento dançado pelos corpos daqui, com composições de Tchaikovsky apresentadas em diferentes estéticas de movimento e absorvidas pelos olhares tão potentes de uma plateia múltipla. É a tradição em cena dançada em português do Brasil, ressaltando o nosso pertencimento e protagonismo no cenário mundial da dança.
OBJETIVO GERAL O projeto O LAGO DOS CISNES tem como objetivo produzir uma montagem inédita do balé O Lago dos Cisnes para promover, desenvolver e incentivar a formação e a difusão artística e cultural. Ao facilitar o acesso a este importante clássico de repertório de forma gratuita ou a preços populares, o projeto contribui para a democratização da dança. Além disso, ele também fomenta a cadeia produtiva em torno dessa linguagem artística ao possibilitar geração de renda e experiência profissional a bailarinos, atores, figurinistas, cenografistas, iluminadores e demais técnicos de palco. OBJETIVOS ESPECÍFICOS O projeto contempla as ações abaixo: a) Produto: 01 (uma) Remontagem coreográfica; b) Produto: 11 (onze) Apresentações de espetáculos de dança nos estados de São Paulo (capital e interior) e Paraná (interior); c) Democratização do acesso: 02 (duas) Apresentações diurnas gratuitas de espetáculos de dança no estado de São Paulo (capital); d) Contrapartida social: 02 (dois) Ensaios abertos no estado de São Paulo; e) Contrapartida social: 05 (cinco) Oficinas formativas no estado de São Paulo (capital e interior); f) Contrapartida social: 01 (um) Ateliê de acompanhamento de montagem coreográfica na cidade de São Paulo.
O incentivo através da Lei Federal de Incentivo à Cultura é essencial para a realização do projeto O LAGO DOS CISNES. Esse suporte possibilitará buscar recursos junto à iniciativa privada para que se possa investir na qualificação técnica e artística da produção a ser encenada. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: Inciso I: Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.Inciso VIII: Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Além disso, o projeto está alinhado com os termos presentes no Artigo 3º da Lei 8313/91: Inciso II - Fomento à produção cultural e artística, mediante:e) Realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. A captação de recursos pela Lei Federal para a realização de eventos gratuitos ou a preços populares é crucial para a inclusão de pessoas que formam plateia para a dança. Alguns benefícios destacados que a Lei proporciona incluem: · Ampliação do acesso da população brasileira aos espetáculos de dança por meio da oferta de ingressos gratuitos ou com preços populares;· Possibilidade de contato de diferentes públicos com uma obra de grande relevância histórico-cultural;· Realização de espetáculos com acessibilidade comunicacional (Libras, legendagem e audiodescrição);· Aumento da visibilidade para a importância da dança na formação cultural do público em geral. Ao permitir a realização e a expansão de projetos culturais de grande relevância, a Lei Federal de Incentivo à Cultura desempenha um papel indispensável na propulsão da oferta de tais benefícios à população.
DETALHAMENTO DAS AÇÕES PREVISTAS: São Paulo (SP) - CapitalQuando: Segundo semestre de 2025 Onde: Teatro Sérgio Cardoso ou Teatro Bradesco (espaços sugeridos)06 apresentações noturnas em dois finais de semanas;02 apresentações diurnas gratuitas – Democratização de acesso02 Oficinas formativas de dança – Contrapartida Social01 Ateliê de acompanhamento de montagem coreográfica – Contrapartida Social Região metropolitana de Campinas (SP) - InteriorQuando: Segundo semestre de 2025 Onde: Espaço a definir01 apresentação noturna em um final de semana;01 ensaio aberto gratuito – Contrapartida Social e Democratização de acesso; 01 oficina formativa de dança – Contrapartida Social Barueri (SP) – Grande São PauloQuando: Segundo semestre de 2025 Onde: Teatro Municipal (espaço sugerido)01 apresentação noturna em um final de semana;01 ensaio aberto gratuito – Contrapartida Social e Democratização de acesso; 01 oficina formativa de dança – Contrapartida Social Londrina (PR) – Região SulQuando: Segundo semestre de 2025 Onde: Espaço a definir01 apresentação noturna em um final de semana;01 oficina formativa de dança – Contrapartida Social.
APRESENTAÇÕES DE DANÇA: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os espetáculos seguirão o art. 23 da Lei 10.741, de 1º de outubro de 2003 (Estatuto do Idoso), garantindo a meia-entrada para idosos. O projeto será realizado em espaços teatrais que garantam o livre acesso de pessoas com deficiência, com instalações como rampas, banheiros adaptados, lugares reservados, entre outras condições de acessibilidade previstas pelas determinações dos Art. 46 e 47 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: De acordo com a Instrução Normativa MINC nº 11 de 30 de janeiro de 2024, Artigo 27, Inciso 2, serão providenciados recursos de acessibilidade para que pessoas com deficiências possam desfrutar do espetáculo. Medidas para desabilidades visuais e cognitivas: Um mínimo de 20% das apresentações contará com acessibilidade comunicacional por meio de transmissão simultânea de audiodescrição, recurso por meio do qual são detalhados cenário, figurino, iluminação e movimentação dos bailarinos, proporcionando uma experiência inclusiva para pessoas com deficiências visuais. Medidas para desabilidades auditivas: Todas as sessões na capital São Paulo também contarão com a presença de 1 (um) intérprete de Libras para atendimento do público.
APRESENTAÇÕES DE DANÇA: Em atendimento à Instrução Normativa MINC nº 11 de 30 de janeiro de 2024, artigo 29, inciso II,o mínimo de 10% do total de ingressos das sessões pagas será destinado para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou de formação artística para camadas menos assistidas da população. Em atendimento à Instrução Normativa MINC nº 11 de 30 de janeiro de 2024, artigo 29, inciso IV, no mínimo de 20% dos ingressos serão comercializados com valores de até 3% do salário mínimo vigente – R$ 1.412,00 a partir de 01/02/2024 – valor do ingresso R$ 42,36. Em atendimento à Instrução Normativa MINC nº 11 de 30 de janeiro de 2024, artigo 29, inciso IV, parágrafo 4º, o valor limite do ingresso não ultrapassará R$ 250,00. Além disso, serão realizados 2 espetáculos GRATUITOS, no período diurno, e 2 ensaios abertos destinados a estudantes, professores, idosos e inscritos no ID JOVEM. O espetáculo também será gravado e editado e o produto derivado desse processo será disponibilizado de forma 100% gratuita para visualização em plataformas digitais. Em atendimento à Instrução Normativa MINC nº 11 de 30 de janeiro de 2024, artigo 30, inciso 2, será oferecido transporte gratuito a uma parcela do público prioritário dos espetáculos gratuitos, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes.
COORDENAÇÃO DO PROJETO Coordenação Artística: Andrea ThomiokaCoordenação Executiva: Bárbara MoralCoordenação de Articulação: Amanda QueirósCoordenação de Comunicação: Ana Yazlle EIXO ARTÍSTICO Coreografia Clássica: Andrea ThomiokaCoreografia Contemporânea: Alex SoaresConcepção de Figurino: João AlbertiniConcepção de Dramaturgia de Luz: Marcel Rodrigues CURRÍCULO RESUMIDO DOS PARTICIPANTES: ANDREA THOMIOKA - É coreógrafa, professora e diretora de dança. Primeira brasileira a conquistar, em 1996, a medalha de ouro no 17th International Ballet Competition of Varna (Bulgária). Também condecorada com a Medalha de Super Bronze no 7th Masako Ohya World Ballet Competition in Osaka (1995) e convidada para galas de dança em Paris, Tóquio, Argentina e Paraguai, interpretando papéis principais do repertório tradicional do Ballet Clássico. Graduada pela Royal Academy of Dancing de Londres até o grau Advanced e laureada com o Prêmio Mambembe de Bailarina Revelação concedido pela FUNARTE. Integrou o elenco da Cia Portuguesa de Bailado Contemporâneo (Lisboa) e o Balé da Cidade de São Paulo. Participou como intérprete do musical “Baile Estelar”, de José Possi Neto e Guga Stroetter, e foi assistente de coreografia do musical “New York New York”, de José Possi Neto e Maestro Brasil. Foi técnica artístico-pedagógica de dança do Programa de Qualificação em Artes e parecerista da Comissão de Análise de Projetos (CAP) do PROAC ICMS, ambos programas da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo. Foi curadora de dança do Centro de Danças Umberto Silva – Galeria Olido e do Centro Cultural São Paulo, ambos equipamentos da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, onde idealizou e efetivou vários projetos, incluindo o CCSP Semanas de Dança que, pela edição de 2016, recebeu o Prêmio APCA de Dança na categoria de Melhor Projeto. Idealizadora, diretora e coordenadora geral do “upgrade.BR” – método brasileiro de formação em dança, além de idealizadora e coordenadora do Dança em Arena. Desde 2023 é assistente de direção da Cia Jovem de Dança de Jundiaí e atua profissionalmente no mercado de dança desenvolvendo funções como: intérprete, coreógrafa, consultora, técnica artístico-pedagógica, professora, diretora, membro de comissão de análises, jurada, produtora executiva e curadora. BARBARA MORAL - Tem MBA no INSEAD, pós-graduação em Gestão Cultural: Cultura, Desenvolvimento e Mercado pelo SENAC e graduação em Engenharia de Produção pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Há mais de 10 anos atua em consultoria estratégica na empresa Bain & Company, atualmente no cargo de Sócia Associada. É membra do Conselho Consultivo e do Comitê de Captação da Fundação OSESP. É bailarina profissional desde 2018, com formação em Ballet Clássico pela Royal Academy of Dance e pelo Ballet Adriana Assaf, além de ter cursado Dança Clássica na Escola Municipal de Bailados da São Paulo. AMANDA QUEIRÓS - É jornalista, crítica de dança e profissional de comunicação especializada na cobertura da cena cultural brasileira, com mestrado em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, graduação em Comunicação Social pela UFC, pós-graduação em Inovação, Design e Estratégia pela ESPM e especialização em Gestão Cultural pelo CPF-Sesc. Foi coordenadora de Comunicação e Educativo da São Paulo Companhia de Dança, além de editora de cultura do Metro Jornal e repórter dos jornais O Povo e Folha de S.Paulo. Atuou como pesquisadora das enciclopédias Itaú Rumos Dança e Dança em Rede e, entre 2016 e 2019, integrou a Comissão de Dança da Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA). É bailarina profissional desde 2018. ANA YAZLLE - É profissional de comunicação e marketing formada pela Unesp, com pós-graduação em Marketing Digital pela Green Miami e vivência nas maiores agências de comunicação globais, como Young & Rubicam, Africa, W-McCann, atuando em setores diversos na gestão de marcas, desenvolvimento de produtos, comunicação e eventos para o mercado brasileiro e exterior. Tem sólida experiência com times globais de marketing, agências de propaganda, PR e digital, lançamento de produtos, análise de tendências, inovação, produção de conteúdo, branding, storytelling, copywriting, pesquisa de concorrência, planejamento de campanhas, monitoramento de canais digitais e conhecimento em idiomas, artes e cultura. Essa bagagem a possibilita desenvolver equipes de criação, redes sociais, mídia e eventos. Liderou os times de comunicação e eventos da Inoar e atualmente está à frente do marketing da Timbro, sendo responsável por feiras de grande porte no exterior, treinamentos e o desdobramento da marca nos países nos quais está presente. É bailarina profissional desde 1995. ALEX SOARES - É coreógrafo, videomaker e diretor de dança. Como bailarino integrou o Balé do Teatro Guaíra e o Balé da Cidade de São Paulo. Seus trabalhos transitam entre a dança, o cinema e videodança. Em 2012 foi um 16 finalistas do 26th International Choreography Competition, evento que anualmente reúne promissores coreógrafos da dança mundial em Hannover, Alemanha. No mesmo ano, ganhou o 4th Pretty Creatives International Choreography Competition. Como coreógrafo, já assinou trabalhos para o Balé Teatro Guaíra, Balé da Cidade de Niterói, Balé Teatro Castro Alves, Cia Sesc de Dança, Ribeirão Preto Cia. de Dança, Corpo de Baile do Amazonas e Balé da Cidade de São Paulo. No exterior, trabalhou para a Noord Nederlandse Dans (Holanda), Northwest Dance Project (EUA), Hubbard Street Dance Chicago (EUA) e Balé Nacional Chileno (BANCH). Desde 2010, dirige o seu próprio núcleo artístico, o Projeto Mov_oLA, em São Paulo, e, desde 2018, está à frente da direção artística da Cia. Jovem de Dança de Jundiaí desde 2018. Além disso, desde 2020 atua também como curador de dança do Programa Qualificação em Artes do Estado de São Paulo. MARCEL RODRIGUES - É diretor técnico e iluminador com formação pela SP Escola de Teatro e graduação em Comunicação Social pela Anhembi Morumbi. Atua desde 2015 na coordenação de projetos, espetáculos e turnês da Raça Companhia de Dança. À frente do Coletivo Proscênio, faz a gestão técnica e criativa de projetos nas áreas de iluminação e audiovisual em diferentes produções, como espetáculos de dança, teatro, shows, exposições e instalações artísticas em geral. Como designer de luz, assinou espetáculos como o musical “O Guarda-Costas”, "O Rei do Show" e “Chico, Eu e Buarque”. Também participou como iluminador assistente de espetáculos do Balé da Cidade de São Paulo, como “Muyrakitã" (Andre Boll) e peças teatrais da cena paulistana, ao lado de nomes como André Boll, Wagner Freire, Aline Santini e Caetano Vilela.
Periodo para captação de recursos encerrado.