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O projeto contempla a adequação física do Edifício Acaiaca (bem cultural imóvel), tombado na esfera municipal em Belo Horizonte, para funcionamento como espaço cultural, com a promoção de visitação pública e atividades culturais. Serão realizadas obras de adaptação das escadas, elevadores e andares superiores, observando as características originais, além da montagem de uma exposição e ações de educação patrimonial.
não se aplica.
Objetivo Geral Garantir a adequação do Edifício Acaiaca (bem cultural imóvel) para visitação pública com finalidade cultural de seus espaços comuns. Objetivos específicos PRODUTO - Modernização e Aparelhagem de Espaços Culturais e Equipagem para Manutenção de Acervos Culturais - Adaptação da escada interna do edifício para atender às normas de segurança (enclausuramento com paredes e portas corta-fogo de vidro) - Instalação de elevador panorâmico para acesso do 25º até o 30º andar - Adequação para funcionamento de espaço cultural no subsolo (Centro de memória), 26º, 29o e 30º andar (Mirante 360o e áreas técnicas/administrativas); Resultados esperados: implementação do espaço cultural do Edifício Acaiaca, patrimônio tombado de Belo Horizonte. Comprovação: relatório técnico fotográfico e clipping. Obs: Como o público só terá acesso aos benefícios do produto principal após a finalização do projeto, não estamos considerando aqui contagem de público para visitação diária ao edifício, somente à exposição. Assim, este produto não foi detalhado no plano de distribuição. PRODUTO - Exposição Cultural - Adaptação do antigo abrigo antiaéreo no subsolo, com implantação de exposição informativa e criativa ressaltando a memória do espaço. - Visitação do público geral à exposição por 6 meses - Visitas monitoradas para grupos e alunos de escolas particulares por 6 meses Comprovação: clipping e borderô de público Produto - Contrapartidas sociais - Visitas monitoradas para alunos de escolas públicas e instituições sociais com realização de ações de educação para o patrimônio cultural por 6 meses GRATUITO Resultados esperados: 10.000 visitantes Comprovação: borderô de público
O edifício Acaiaca é atualmente uma referência em Belo Horizonte pelo trabalho de restauração e modernização de seus espaços, unindo sua relevância como Patrimônio Cultural a necessidades e oportunidades de exploração de seus espaços comerciais e de circulação pública. O Instituto Prisma, entidade privada sem fins lucrativos, de caráter cultural, é atualmente responsável pela gestão de projetos, mobilização de recursos e ampliação do impacto social no Edifício Acaiaca com a promoção do Patrimônio Cultural. Este projeto é parte de uma série de iniciativas que visam ampliar o acesso das áreas comuns ao público da cidade em sua diversidade, de forma democrática - motivo pelo qual pleiteamos recursos via Lei Rouanet. O presente projeto busca viabilizar adequações na infraestrutura do edifício tombado, para seu uso cultural público, preservando suas características originais e seguindo as normas de segurança e acessibilidade vigentes. Além da adequação da escada interna às normas de incêndio, conforme solicitação do Ministério Público de Minas Gerais, está prevista a instalação de um Mirante com elevador panorâmico e piso de vidro na cúpula do 30o andar do edifício, complementar à área já existente do Mirante no 26o andar (atualmente o espaço mais alto do edifício aberta a circulação). Também serão adequadas, seguindo projeto arquitetônico aprovado pelo Conselho de Patrimônio do Município, as áreas de apoio ao público, como espaços para café e livraria, assim como as áreas técnicas-administrativas, que possibilitarão manter a visitação e gestão do espaço, ampliando a circulação de pessoas. Como atividades complementares, serão realizadas ações educativas-culturais de visitação, com foco no Patrimônio Cultural, e uma exposição informativa e criativa ressaltando a memória do abrigo antibombas e a ideia de "fim do mundo" - uma forma de contar a história desse prédios emblemático que, construído durante a Segunda Guerra Mundial, reflete a preocupação com a arquitetura pensada para proteção em um período de grande transformação global. Assim, a exposição não só preservará a história local, mas também explora o caráter universal da fantasia de abrigos que protegem da extinção para um recomeço que está presente em diversas culturas e épocas. Será um espaço de memória e reflexão sobre essa ideia de renovação, onde o abrigo representa não só a proteção física, mas também o desejo de renascimento da humanidade e do mundo após momentos de crise, conectando histórias passadas e futuras gerações. Pretende-se, com o projeto, resgatar a importância histórica e imponência do edifício, proporcionando uma experiência completamente nova de promoção e fruição do patrimônio da cidade, atraindo públicos de visitantes locais e turistas. Histórico O Edifício Acaiaca, localizado na Av. Afonso Pena, no 867, é uma parte fundamental da história de Belo Horizonte. Foi projetado em estilo Art Déco, pelo renomado arquiteto Luiz Pinto Coelho, e sua construção foi concluída em 1947. Sua fachada tombada em nível municipal em 1994, como parte do Conjunto Urbano da Avenida Afonso Pena e Adjacências. Além de suas notáveis características arquitetônicas, como as efígies indígenas na fachada, cúpulas de vidro e hall de elevadores, o Acaiaca foi marcado por iniciativas relacionadas à cultura e ao entretenimento na cidade. Abrigou a TV Itacolomi, a Fundação Logosófica, a biblioteca do Instituto Cultural Amilcar Martins, entre outros. Todas essas histórias fascinantes podem ser verificadas e estão meticulosamente registradas no livro "Edifício Acaiaca - O Colosso Humano e de Concreto". Nos últimos anos, por meio da iniciativa do atual Síndico, também Presidente do Instituto Prisma e pesquisador da história do edifício, Sr. Antônio Rocha Miranda, foi realizado o Plano Diretor do Edifício Acaiaca e seguiram-se diversas ações de elaboração de projetos e intervenções arquitetônicas - todas aprovadas pelo Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural do Município de Belo Horizonte _ CDPCM/BH (Deliberação no 050/2016; Deliberação no 093/2019, Ofício DPCA/EXTER no 0508/2020). As intervenções já realizadas no edifício, com recursos próprios, por iniciativa da gestão do Condomínio em parceria com o Instituto Prisma, dão uma ideia da ambição da iniciativa em curso. Houve o restauro das efígies indígenas, pintura da fachada e regularização dos engenhos publicitários. O telhado do 26° andar foi removido, liberando uma área para lazer e cultura, com vista privilegiada do centro da cidade. Foram aproveitadas as madeiras originais do telhado para a estrutura de dois espaços cobertos, destinados à fruição do espaço, com vista da cidade e da Serra do Curral. Foram revitalizadas as duas cúpulas de vidro, que podem abrigar espaços para empreendimentos de produtos criativos e gastronomia. Em 2020, por meio do apoio do Condomínio do Edifício Acaiaca e do Instituto Prisma, empreendimentos parceiros começaram as experimentações com ações artísticas no 25o andar. Com o Terraço Acaiaca, o espaço começou a ser utilizado para eventos particulares e corporativos, com aberturas periódicas para experiências com gastronomia, música e lazer, como o "Fim de Tarde no Edifício Acaiaca". A partir de 2023 os eventos com cobrança de ingresso se intensificaram e em 2024 foi inaugurado o Mirante Acaiaca no 26o sexto andar, ainda com funcionamento provisório, pois o elevador e as estruturas de apoio ao visitante não foram finalizadas. Seguindo esta linha de valorização do Patrimônio Cultural, este projeto intenciona consolidar a vocação cultural do Acaiaca, democratizar o acesso às ações no local, e reconectar o edifício com o circuito turístico e criativo de Belo Horizonte, em diálogo com a Zona Cultural da Praça da Estação. São diretrizes do Edifício Acaiaca, assim como deste projeto: Valorização do edifício como espaço cultural, histórico e de fruição;Valorização do Hipercentro de Belo Horizonte e integração com outras referências culturais da cidade;Promoção da história do Edifício Acaiaca e da memória dos belorizontinos;Desenvolvimento do Turismo Cultural e de Paisagem.Assim, o projeto proposto pelo Instituto Prisma representa não apenas a continuidade das ações de preservação e promoção deste patrimônio cultural material de Belo Horizonte, mas também a ampliação do acesso às áreas comuns do edifício, democratizando o uso deste marco histórico e fomentando a cultura local. Com um sólido histórico de intervenções bem-sucedidas do proponente, este projeto visa transformar o Acaiaca em um espaço cultural vibrante, fortalecendo as conexões entre o centro e as periferias da cidade. Para tanto, o patrocínio da iniciativa privada, via Lei Rouanet, é essencial para que se atinjam os objetivos do projeto. De acordo com a Lei 8313/91, Art. 1, o projeto utilizará recursos do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Para cumprimento das finalidades expressas, o projeto cultural atenderá aos seguintes objetivos, expressos no Art. 3° da mesma Lei: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; c) restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Compreende-se que este projeto enquadra-se no Art. 18º da Lei 8.313, visto que seus objetivos contemplam o segmento cultural do Patrimônio Cultural.
HISTÓRICO E DOCUMENTAÇÃO Atos de tombamento:1994. Tombamento Conjunto Urbano Avenida Afonso Pena e Adjacências - DELIBERAÇÃO nº 03/94, de 10 de novembro de 1994, publicado no Diário Oficial Minas Gerais de 18 de novembro de 1994. 2000. Aprovação do novo perímetro de tombamento e as novas diretrizes gerais de proteção, conforme mapeamento cultural 1 e 2. - DELIBERAÇÃO Nº 33/00 do Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural do Município de Belo Horizonte/CDPCM-BH - 28 de novembro de 2000. Publicado no DOM Diário Oficial do Município em 14 de dezembro de 2000. (Consta dos anexos ao projeto). 2017. Plano diretor elaborado pelos arquitetos Branca Perocco, Carlos Alberto Maciel e Gabriel Aun. Apontava várias ações para a revitalização do edifício histórico e previa o acesso turístico ao 30º andar por meio de um elevador que partia do 25º andar. Estas ações complementares à revitalização do edifício visavam auxiliar na retomada econômica do edifício, por meio de seu interesse turístico, contribuindo desta maneira para a captação de recursos para efetivação de todas as ações de restauração e de segurança. 2020. Projeto de REFORMA E REVITALIZAÇÃO do CONDOMÍNIO EDIFÍCIO ACAIACA realizado pela PARAGRAM. Contemplava todas as intervenções no edifício (escada metálica externa, elevador panorâmico, espaço de convivência e visitação no 26o andar, áreas administrativas no 29o andar, espaço de visitação no 30o andar). 2020. Aprovação do projeto pelo CDPCM-BH. 2021-23 A reforma no 26o andar foi concluída com recursos próprios do Condomínio. Foram também executadas a restauração da fachada e das efígies indígenas. 2024. Projeto de REFORMA E REVITALIZAÇÃO do CONDOMÍNIO EDIFÍCIO ACAIACA realizado pela PARAGRAM. Revisão do projeto de 2020. A implantação da escada externa foi descartada devido à inviabilidade técnica e financeira, e substituída por uma proposta de enclausuramento da escada interna. 2024. Aprovação do projeto pelo CDPCM-BH. ENCLAUSURAMENTO DA ESCADA INTERNA Para substituir a escada externa do projeto de 2020 e aumentar a segurança em caso de incêndio, optamos pelo enclausuramento da escada interna, que além de menos custoso, prevê a preservação das características que justificaram a classificação do edifício como patrimônio histórico, mantendo a aparência e a iluminação do hall dos pavimentos com paredes e portas corta-fogo de vidro. Essas paredes possuem vidros certificados que atendem às normas do Corpo de Bombeiros e oferecem a vantagem de manter toda a iluminação do hall, além de poderem ser fixadas sem que seja necessário alterar a aparência atual. Elas também podem ser removidas no futuro caso encontremos uma solução alternativa. Outro objetivo do projeto atual é manter todas as intervenções previamente aprovadas, que buscam transformar o Edifício Acaiaca em um ponto turístico destacado, oferecendo uma vista panorâmica de 360° do centro de Belo Horizonte. Estão sendo mantidos o elevador panorâmico, o fechamento da laje do 30° andar com guarda-corpo de vidro, a remoção do telhado do 26° andar e a construção de um café e uma loja. A primeira parte do projeto, referente ao 26° andar, já foram parcialmente concluídas, uma vez que não sofreram alterações em relação ao projeto apresentado. A segunda parte, que envolve a instalação do elevador panorâmico e a construção do mirante no 30° andar, está contemplada na planilha orçamentária. REVITALIZAÇÃO E CONSTRUÇÃO DE ESPAÇO PARA VISITAÇÃO NO 30º ANDAR Dentre todos os espaços destinados à visitação o que deve atrair maior interesse e destaque será a laje do pavimento 30º (Mirante 360 graus), que terá a cúpula de vidro deste terraço mantida e restaurada. Esta laje descortina toda a vista de área de Belo Horizonte, com destaque para a Serra do Curral. Para complementar esta sensação de liberdade e aventura, foi pensado a instalação de piso de vidro em um trecho da laje atual, com a segurança e a acessibilidade em todos os seus aspectos. Toda a laje será fechada com um guarda corpo de vidro com altura de 2,65 metros e resistência calculada. Os pisos de vidro, posicionados ao lado do elevador panorâmico e na porção frontal da laje, terão calculadas sua resistência mecânica e a porosidade de sua superfície para evitar acidentes. O acesso aos visitantes será controlado e acompanhado por seguranças do edifício. Espera-se com este projeto inovador, realmente atrair o interesse dos visitantes para devolver a importância deste edifício para o contexto turístico da cidade. Estudada para impactar o mínimo possível na configuração atual desta laje, foi mantida a sua extensão para conexão com a escada, o elevador e a frontal, no mesmo material atual - o concreto. Mantém-se a forma retangular com a adição de poucos metros na parte frontal e o alinhamento à caixa do elevador ao fundo. Nesta extensão são instalados os vidros nos pisos. Para manter a mesma aparência, as vigas serão embutidas no concreto. COMUNICAÇÃO Para alcançar o público-alvo proposto e garantir a visibilidade e participação nas atividades do projeto, serão implementadas diversas ações de divulgação e comunicação que visam atrair tanto a comunidade local (com especial atenção à democratização do acesso) quanto turistas, promovendo o Edifício Acaiaca como um ponto de referência cultural em Belo Horizonte promovendo a valorização do patrimônio cultural. 1. Assessoria de Imprensa local, com elaboração de releases sobre o lançamento do projeto, eventos, oficinas e visitas. Distribuição para jornais, revistas, sites e perfis especializados em cultura e turismo. Organização de entrevistas. 2. Mídias Sociais. Divulgação em página no Instagram, com identidade visual alinhada. Postagens regulares com fotos, textos e vídeos sobre as atividades, curiosidades históricas sobre o Edifício Acaiaca e depoimentos de participantes. Utilização de hashtags relevantes para ampliar o alcance. 3. Parcerias com Influenciadores Digitais. Colaboração com influenciadores locais e nacionais que tenham afinidade com temas de cultura, turismo e patrimônio histórico para divulgação do projeto em seus canais. 4. Mobilização social. Contratação de agentes culturais com permeabilidade nos territórios da cidade, para convite para públicos específicos (periferias, instituições de ensino e longa permanência para idosos, público de centros culturais e centros de convivência, etc.) 5. Parcerias Estratégicas com escolas, universidades e instituições culturais e sociais para promover o projeto e organizar visitas e atividades conjuntas. 6. Colaboração com agências de turismo para incluir o Edifício Acaiaca nos roteiros turísticos da cidade.
não se aplica.
PRODUTO - Modernização e Aparelhagem de Espaços Culturais e Equipagem para Manutenção de Acervos Culturais ACESSIBILIDADE FÍSICA: No aspecto arquitetônico, o Edifício Acaiaca possui recursos de acessibilidade física do Térreo ao 25o andar, que conta com banheiros PCD e áreas de circulação adequadas à legislação. O projeto contempla a instalação de elevador panorâmico até o 30o andar, ampliando a acessibilidade a PCDs e pessoas com mobilidade reduzida. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: Produção de uma maquete tátil do Edifício Acaiaca para decificientes visuais. Disponibilização de legendas closed caption (português) para os registros audiovisuais gerados pelo projeto. PRODUTO - Exposição Cultural e Contrapartida social ACESSIBILIDADE FÍSICA: No aspecto arquitetônico, o edifício possui acesso para cadeirantes até o térreo, e escada para o subsolo, não sendo possível implementar outra solução sem descaracterizar o patrimônio tombado. Como alternativa, o espaço recebeu mapeamento e reconstrução em 3D, que será disponibilizada como recurso multimídia para o visitante com mobilidade reduzida. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: No aspecto comunicacional, o conteúdo textual da exposição terá linguagem simples, e o conteúdo audiovisual terá legenda. Será disponibilizado audioguia com a audiodescrição da exposição. O projeto prevê ainda a oferta de recursos de acessibilidade adequados às necessidades do público agendado. Haverá perguntas sobre deficiência intelectual, auditiva ou visual no questionário para agendamento de visitas mediadas e os profissionais de libras, audiodescrição ou linguagem simples serão contratados para tradução ou assistência. No aspecto atitudinal, haverá contratação de consultoria em acessibilidade, capacitando as equipes para o acolhimento de às pessoas com deficiência, neurodivergentes, idosos, crianças, pessoas com pouca alfabetização, etc. OBS: O material de divulgação conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas. Itens da planilha orçamentária: óculos de realidade virtual legendagem audiodescrição intérprete de libras consultor em acessibilidades
O plano de distribuição da proposta prevê medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, observados os limites do Art. 29 da IN 11/2024. AMPLIAÇÃO DO ACESSO Em complemento, este projeto prevê a adoção de medidas de ampliação do acesso, de acordo com o Art. 30 da IN 11/2024, a saber: IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;
PROPONENTE Instituto Prisma Função no projeto: Coordenação geral e administrativo-financeira Currículo resumido O Instituto Prisma foi fundado em 2012 como associação sem fins lucrativos e em 2024 altera seu estatuto para contemplar finalidades culturais, assumindo as ações de proteção e divulgação do Patrimônio Cultural do Edifício Acaiaca, anteriormente exercidas pelo Condomínio do Edifício Acaiaca. Seus integrantes atuaram nas seguintes ações: 2017 - Aprovação com louvor do plano diretor do Edifício Acaiaca no Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural de Belo Horizonte 2020 - Aprovação do projeto arquitetônico, seguindo e ampliando as diretrizes do plano diretor 2020 - Pintura da Fachada e restauração dos índios; Projeto de iluminação da Fachada 2021 - Remoção do telhado de madeira de lei e impermeabilização da laje do 26° andar 2022 - Construção de 2 pergolados para fotovoltaica com a madeira de lei; Instalação de guarda-corpos em todas as varandas (SPCI); Troca de vidros da cúpula 2023 - Construção de espaço para visitação no 26° andar com hall histórico; Restauração do mármore das fachadas e regularização dos engenhos publicitários 2024 - Apoio às ações culturais do Terraço Acaiaca (25o andar) e inauguração do espaço Mirante (26o andar) EQUIPE PRINCIPAL Antonio Rocha Miranda (Presidente do Instituto Prisma)Função no projeto: Coordenação geral Currículo resumidoAntonio Rocha Miranda é economista e empreendedor com forte envolvimento na revitalização e gestão do histórico Edifício Acaiaca, em Belo Horizonte. Além de atuar como síndico, ele é sócio-fundador da Rocha Miranda & Cia. Auditores Independentes e presidente da Brasemp Empreendimentos Imobiliários S/A. Sua formação inclui bacharelado em Ciências Econômicas pela PUC Minas e em Ciências Contábeis pela Faculdade Municipal de Ciências Contábeis, além de especialização em Auditoria Externa pelo IBMEC. Com uma trajetória pessoal e profissional intimamente ligada ao Acaiaca, Antonio lançou o livro *Edifício Acaiaca: O Colosso Humano e Concreto*, onde resgata a história e a importância cultural do edifício, idealizado na década de 1940. Ele lidera iniciativas para transformar o prédio em um centro cultural e turístico, resgatando o brilho que marcou o local nas décadas de 1950 e 1960. Seu trabalho destaca a importância da memória urbana e do patrimônio arquitetônico, e reflete sua paixão por iniciativas de revalorização dos centros históricos. Alexandre Eduardo Fraga Coelho (Vice-Presidente do Instituto Prisma)Função no projeto: Coordenação técnica Currículo resumido Arquiteto formado pelo Instituto Metodista Izabela Hendrix, com vasta experiência em implementação e coordenação de projetos BIM (Building Information Modeling). Sócio-fundador da Paragram Soluções Paramétricas, lidera iniciativas de consultoria e implantação BIM para grandes empresas, como MRV Engenharia e Engeserj. Possui expertise em integração de sistemas BIM com ERP, desenvolvimento de modelos 5D para gestão de orçamentos e planejamento, e treinamento de equipes. Atuou como coordenador BIM na Engmex, liderando processos de implementação e desenvolvendo soluções personalizadas para otimização de projetos arquitetônicos e industriais. Além da prática profissional, tem experiência em docência, ministrando cursos e treinamentos em softwares como Autodesk Revit para empresas e instituições renomadas, como MRV Engenharia e Metrô Rio. Cursos de aperfeiçoamento incluem disciplinas isoladas na UFMG e especializações em ferramentas de programação e modelagem 3D. Sua trajetória é marcada pela aplicação de metodologias inovadoras e soluções paramétricas, contribuindo para a eficiência e qualidade na construção civil. Sara Moreno RochaFunção no projeto: Coordenação de projeto/produção Currículo resumido Sara Moreno é Gestora Cultural com atuação na área de Artes Visuais, Arte Contemporânea e Políticas Culturais. Tem experiência na gestão de espaços e projetos de Arte, tanto em grandes instituições públicas e privadas quanto em organizações independentes. É fundadora da Inventário Produções Artísticas e Culturais, que desde 2016 atua na concepção, gestão e produção de projetos culturais nas áreas de Artes Visuais, Museus, Educação, Patrimônio e Memória, prestando consultorias para organizações sociais e serviços para projetos Leis de Incentivo à Cultura. Foi Gestora do Museu de Arte da Pampulha e Diretora de Museus na Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte (2018-2021); Gerente de Promoção do Palácio da Liberdade (2018); Gerente de Artes Visuais na Fundação Clóvis Salgado (2014) e Analista de Cultura do Sesc MG (2012-2014). Perla Passos RosaFunção no projeto: Gestão administrativa Currículo resumido Gestora Administrativa e Técnica em Segurança do Trabalho Atua na administração do Condomínio do Edifício Acaiaca e no Instituto Prisma, com experiência em gestão financeira, logística e atendimento a fornecedores e condôminos. Realiza planejamento de ordens de serviço, gerenciamento de documentos e recursos humanos, além de suporte ao síndico e conselho consultivo. Especialista em inspeção de segurança, análise de riscos, treinamentos, controle de EPI’s e gestão de PGR e PCMSO. Atua com sistemas de gestão da qualidade, incluindo NBR ISO 9001 e SiAC, dentro do Programa Mineiro da Qualidade e Produtividade no Habitat (PMQP-H). Experiência consolidada na compra de materiais e no gerenciamento da conformidade e eficiência operacional. Paulo Waisberg e Clarissa Neves (WN Arquitetura)Função no projeto: Curadoria e projeto expográfico Currículo resumido O WN - Escritório de Arquitetura, sediado em Belo Horizonte desde sua fundação em 2006, é composto pelos arquitetos Clarissa de Oliveira Neves e Paulo Waisberg. Ambos, além de sua sólida formação acadêmica, destacam-se como professores nos cursos de Arquitetura e Urbanismo em instituições renomadas e pela expertise em arquitetura efêmera. Clarissa, com mestrado em Ambiente Construído e Patrimônio Sustentável, e Paulo com mestrado em Processos Criativos, compõem uma equipe reconhecida pela originalidade em projetos arquitetônicos, cenografia e edificações. Ao longo dos anos, o escritório tem se destacado na área de cenografia e expografia, participando de vários projetos no âmbito nacional. Com um portfólio diversificado, destacam-se trabalhos de grande visibilidade, como o projeto de cenografia para “Festivais de Cinema de Tiradentes, Ouro Preto, FAN, Tudo é Jazz, Virada Cultural” entre outros festivais. Além disso, a equipe da WN Arquitetura deixou sua marca em várias exposições temáticas, como as realizadas na Casa Fiat de Cultura ou as exposições e passarelas para o estilista Ronaldo Fraga ou para o Minas Trend evidenciando a capacidade de oferecer soluções inovadoras e diversificadas. Seja em festivais de cinema, eventos culturais, estandes ou no design cenários e passarelas, a WN Arquitetura destaca-se por proporcionar experiências arquitetônicas únicas e impactantes.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.