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PRONAC 2413997Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Na Solidão dos Campos de Algodão - Circulação

ALLUCCI & ASSOCIADOS COMUNICACOES LTDA
Solicitado
R$ 1,35 mi
Aprovado
R$ 1,35 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-11-30
Término
2026-07-31
Locais de realização (4)
Brasília Distrito FederalBelo Horizonte Minas GeraisRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Circulação da montagem do espetáculo "Na Solidão dos Campos de Algodão", de Bernard-Marie Koltès, com as atrizes Lucienne Guedes e Mawusi Tulani, nas cidades de Belo Horizonte, Brasília e Rio de Janeiro, totalizando 52 apresentações do espetáculo e 70 diárias de visitação aberta e gratuita do espaço cênico da peça, de autoria de Cildo Meireles. O projeto possui como contrapartidas oficina para atores e estudantes de artes cênicas, e oficinas para alunos de escolas do sistema público de ensino da cidade de São Paulo.

Sinopse

Produto: Espetáculo de artes cênicas Formato: Peça teatral Classificação etária indicativa: 14 anos. Sinopse curta: O texto de Bernard-Marie Koltès (1948-1989) traz a linguagem como protagonista. Na situação da peça, duas pessoas se encontram à noite num lugar indefinido, aparentemente para fazer negócios. Uma tem algo a ofertar para a outra, sem que tal mercadoria seja revelada. Nesse encontro, estabelecem um embate de ideias e pensamentos que as leva a entrar em contato com suas profundas condições humanas, com seus desejos e suas solidões. Sinopse detalhada sobre a montagem: Considerado um dos grandes nomes do teatro francês do século XX, o dramaturgo Bernard-Marie Koltès (1948-1989) escreveu, em 1985, a peça Na Solidão dos Campos de Algodão, que e, 2022 ganhou uma montagem inovadora e ousada dirigida por Eliana Monteiro. A peça tem como espaço cênico da obra “La Bruja”, do artista visual carioca Cildo Meireles. Esse espaço é todo composto por centenas de fios de algodão que invadem e se apropriam da sala de espetáculos, criando uma espécie de lugar-nenhum. A obra de Koltès adota como protagonista a própria linguagem. Na trama, duas pessoas se encontram à noite em um local indefinido - aparentemente com a intenção de fazer negócios. Uma delas pretende fornecer o que a outra quer comprar, mas nem o desejo, nem a mercadoria são revelados. E essa relação mostra-se, ao longo do tempo, como um combate, que evidencia a estrutura dopatriarcado, o racismo e a luta de classes, tendo a solidão como horizonte e a palavra como principal arma. Há aí uma espécie de comércio do desejo, em que a Dealer oferece à outra o que ela desejar, não sem violência, numa relação que vai se estabelecendo como contraditória e tensa. Essa ‘oferta’ força vendedora e compradora a entrar em contato com sua mais profunda condição humana, com aquilo que pode haver de mais escondido, e que é feito explícito na peça, pelo embate de pensamento das duas. A montagem também inova ao trazer, pela primeira vez, os dois protagonistas masculinos do texto original interpretados por mulheres, as atrizes Lucienne Guedes e Mawusi Tulani, com tradução primorosa de Silvia Fernandes. Aqui no Brasil, Na Solidão dos Campos de Algodão ganhou uma icônica montagem no porão do CCSP – Centro Cultural São Paulo em 1996, dirigida por Gilberto Gawronski e estrelada por ele e por Ricardo Blat. Na época, a encenação evocava a questão do HIV/AIDS e como a doença representava um fantasma bastante cruel que rondava os desejos e o imaginário da sexualidade tal como um castigo. Quase 30 anos depois da primeira montagem no Brasil, a AIDS, e mesmo a questão da homossexualidade ali depositada na tensão entre os dois homens da peça, muito embora de maneira não explícita, já não está tão presente nos medos do nosso imaginário. Agora, com duas atrizes em cena, a montagem desloca as questões presentes no texto para o plano do enfrentamento do patriarcado, esgarçando e desvendando a teia da estrutura racista e machista. Completam a ficha técnica a iluminadora Aline Santini, indicada ao Prêmio Shell pela peça, a figurinista Claudia Schapira, também indicada ao Prêmio Shell por seu trabalho na montagem, e a diretora musical Dani Nega, que levou para a peça uma camada sonora de encontro de ritmos afro-brasileiros.

Objetivos

OBJETIVO GERALRealização de circulação da montagem do espetáculo "Na Solidão dos Campos de Algodão", de Bernard-Marie Koltès, com atuação de Lucienne Guedes e Mawusi Tulani, encenação de Eliana Monteiro, em espaço cenográfico desenvolvido pelo artista multimídia Cildo Meireles. A montagem estreou em agosto de 2022 na Praça das Artes do Completo Theatro Municipal de São Paulo. Em 2025, a montagem circulará pelas cidades de Belo Horizonte, Brasília e Rio de Janeiro, totalizando 52 apresentações. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Produto: Espetáculo de Artes Cênicas- Produção e realização de 3 temporadas de apresentações da montagem de "Na Solidão dos Campos de Algodão" em equipamentos culturais das cidades de Belo Horizonte (16 apresentações), Brasília (16 apresentações) e Rio de Janeiro (20 apresentações);- Realização de 6 apresentações da temporada com interpretação simultânea em LIBRAS, favorecendo o acesso de pessoas com deficiência auditiva; - Público estimado por apresentação: Belo Horizonte: 80 espectadores; Brasília: 100 espectadores; Rio de Janeiro: 86 espectadores. - Público total estimado: 4600 espectadores. Aferição: borderô Produto: Contrapartida social- Exposição do espaço cênico desenvolvido por Cildo Meireles, com visitação pública gratuita, totalizando 70 diárias de visitação, com equipe educativa durante todo o período para realização de mediação junto ao público; - Desenvolmento de ações e materiais de acessibilidade estética para pessoas com deficiência; - Período de visitação: Belo Horizonte: 21 dias; Brasília: 21 dias; Rio de Janeiro: 28 dias. Aferição: registro de retirada de ingressos para visitação. Além da exposição em cada cidade será realizada 1 sessão de conversa/debate junto ao público, discutindo as questões temáticas presentes na peça e em seu processo criativo, totalizando 3 debates.

Justificativa

Solicita-se o uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para financiamento deste projeto, pois ele se enquadra no seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Com este projeto, serão atingidos os seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91 II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

Atendendo ao disposto no Anexo II da IN 11/2024, que determina os documentos obrigatórios, foi anexada no Salic o contrato de direitos autorais dos detentores dos direitos sobre a dramaturgia da peça.

Especificação técnica

Produto: Espetáculo de Artes Cênicas Duração: 90 minutos. Lotação da sala de espetáculos: entre 80 e 100 lugares. Quantidade de apresentações: 52. Produto: Contrapartidas sociais Formato: exposição de artes visuais Previsão de público: 100 visitantes por dia Total de diárias de visitação: 70 Público total estimado: 7000 pessoas Em todas as cidades, haverá equipe de 5 arte-educadores que farão a recepção e mediação da obra La Bruja, de Cildo Meireles, utilizada como espaço cênico para o espetáculo, para visitantes espontâneos, podendo receber também grupos agendados.

Acessibilidade

Produto: Espetáculo de Artes Cênicas Acessibilidade física: realização das apresentações do espetáculo em equipamento cultural com acessibilidade para PCD (banheiros adaptados, corrimões, rampas, assentos para obesos, espaços demarcados na plateia para cadeirantes, piso tátil e placas indicativas em Braille). Deficientes auditivos: interpretação simultânea em Libras em 2 apresentações em cada cidade. Deficientes visuais: programa e texto da peça impressos em Braille, maquete tátil do espaço cênico, além de visitação sensorial do espaço cênico. Produto: Contrapartida Social Acessibilidade física: realização das apresentações da exposição em equipamento cultural com acessibilidade para PCD (banheiros adaptados, corrimões, rampas, assentos para obesos, espaços demarcados na plateia para cadeirantes, piso tátil e placas indicativas em Braille). Deficientes auditivos: vídeo com libras e legendagem descritiva para mediação da obra. Deficientes visuais: visitação sensorial da exposição, privilegiando a experiência sinestésica dos visitantes com deficiência visual, além da linguagem oral utilizada na mediação.

Democratização do acesso

Produto: Espetáculo de Artes Cênicas O produto tem como medidas de ampliação do acesso, atendendo ao disposto no Art. 30 da IN 11/2024, as seguintes ações: IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. Através da realização de 1 ensaio aberto em cada cidade, divulgado estudantes de cursos superiores e técnicos de formação artística.

Ficha técnica

Proponente Allucci & Associados Comunicações / Dirigente: Renata Rendelucci Allucci Função: Coordenadora de produção - Trabalho remunerado Administração do projeto - Trabalho remunerado Lucienne Guedes: atuação e idealização Leonardo Birche: direção de produção e idealização Mawusi Tulani: atuação Eliana Monteiro: encenação Bernard-Marie Koltès: dramaturgia (direito negociados através da Verlag der Autoren e International Editors’ Co. Literary Agency) Silvia Fernandes: tradução Cildo Meireles: cenografia Aline Santini: iluminação Dani Nega: direção musical Claudia Schapira: figurino Herbert Allucci: design CURRÍCULOS Allucci & Associados - proponente Produtora que atua desde 1994, nas áreas de fomento, difusão e gestão cultural. Desenvolve trabalhos com diversas linguagens artísticas. “Babel”, direção de Renato Borghi, Oficina Cultural Oswald de Andrade, São Paulo/SP - 1994 “Senhora do Camarim”, direção de Renato Borghi, Teatro Sérgio Cardoso, São Paulo/SP - 1995 “Sociedade Brasileira de Ópera” com direção artística de Naum Alves de Souza - 1996 “Violeta Vita”, dirigido por Beth Lopes – Centro Cultural São Paulo, São Paulo/SP; Festival de Teatro de Curitiba, Curitiba/PR; Teatro Laura Alvim, Rio de Janeiro/RJ - 1996 “Nocaute”, dirigido por Beatriz Sayad, com as atrizes Lu Grimaldi e Claudia Schapira, Centro Cultural São Paulo, São Paulo/SP - 1997 “Sete Corações - Poesia Rasgada” - Grupo Ventoforte - Teatro Ventoforte São Paulo/SP, Festival Internacional de Londrina – FILO, Londrina/PR - 1997 “O Círculo de Giz Caucasiano” - Grupo Ventoforte - Teatro Ventoforte, São Paulo/SP; Teatro Cacilda Becker, Rio de Janeiro/RJ - 1997 “Irmãs do Tempo”, dirigido por Regina Mendes, com as atrizes Neca Zarvos e Raquel Ornellas; Teatro Brincante, São Paulo/SP; Festival Internacional de Londrina – FILO, Londrina/PR; Festival de Teatro de Curitiba, Curitiba/PR; Festival de Teatro de Jerusalém, Israel; Fringe Festival do Canadá – Toronto, Winnipeg e Sudbury; Fringe Festival de Edinburgh/ Escócia - 1996 a 2000 “Bartolomeu - Que Será que Nele Deu?” - dirigido por Georgette Fadel – SESC Belenzinho, São Paulo/SP - 1998 Turnê dos 35 anos do Balé da Cidade de São Paulo por diversas cidades brasileiras: Theatro Municipal do Rio de Janeiro/RJ; Theatro São Pedro - Porto Alegre/RS; Teatro Guaíra – Curitiba/PR; Theatro Municipal de São Paulo/SP e Palácio das Artes – Belo Horizonte/MG - 2003 “Bodas de Sangue” – Teatro Ventoforte - Wereld Musiek Theater Festival na Holanda, Bélgica e Itália - 2006 Criação e desenvolvimento do “Panorama Setorial da Cultura Brasileira”. Destinado à cadeia produtiva da cultura, com informações e material de referência para o planejamento de atividades. Livros e material disponibilizado no site www.panoramadacultura.com.br - 2011 até o presente Projeto editorial para o Instituto Ambar e para o CISV (Children´s International Summer Village), que resultou na edição do livro “Brincadeiras para Crianças de Todo o Mundo”, chancelado pela UNESCO como “projeto de cooperação internacional” - 2006 Renata Rendelucci Allucci - dirigente da proponente e coordenadora de produção Doutora em Urbanismo pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Mestra em História Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Especialista em Bens Culturais: cultura, economia e gestão pela Fundação Getúlio Vargas. Graduada em Desenho Industrial pela Universidade Mackenzie, Pós-graduada em Comunicação pela Escola Superior de Propaganda e Marketing - ESPM. Sócia da Allucci & Associados, atua desde 1994 na produção e gestão cultural, realizando trabalhos em áreas diversas como teatro, música, dança, entre outras expressões e manifestações artísticas e culturais. Sua pesquisa profissional e acadêmica inclui os temas imaginários urbanos, patrimônio cultural, memória e identidade, festas populares e cadeia produtiva da cultura. Lucienne Guedes - atuação e idealização Dramaturga, atriz, diretora, professora e pesquisadora. É graduada, mestre e doutora pela USP, atriz fundadora do Teatro da Vertigem, grupo com o qual realizou os espetáculos O Paraíso Perdido (1992), Apocalipse 1,11 (2000), A Última Palavra é a Penúltima 2.0 (2014), Enquanto Ela Dormia (2017), entre outras colaborações. Lucienne também trabalha como artista convidada em vários grupos na Cidade de São Paulo e outros Estados, como por exemplo o Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, o Teatro de Narradores, a Cia. Balagan, a Cia. Senhas (PR) e a Súbita Companhia (PR). Como diretora, recebeu indicação ao Prêmio Shell de Melhor Direção por Pequeno Sonho em Vermelho (2004, com dramaturgia de Fernando Bonassi) e por Cidade fim – cidade coro - cidade reverso, espetáculo que representou o Brasil na Feira de Frankfurt em 2013. É autora das peças As siamesas – talvez eu desmaie no front (2019), que estreou no Teatro de Contêiner, As mulheres perderam a guerra (2012), que ganhou o Prêmio ProAc de dramaturgia, A ponte (2016), escrita para o Projeto Conexões, entre outras. Teve três de seus textos teatrais traduzidos ao inglês e montados na Universidade de Indiana (EUA), pelo diretor Eric “C” Heaps. Foi professora e coordenadora da Escola Livre de Teatro de Santo André, professora de dramaturgia e atuação na SP Escola de Teatro, professora de intepretação da UFOP/MG e professora da UNICAMP. Desde 2022 é professora do Departamento de Artes Cênicas da Universidade de São Paulo. Mawusi Tulani - atuação Atriz formada pela Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo. Lecionou como Artista Docente da SP Escola de Teatro. Atuou no Coletivo Legítima Defesa. Atriz colaboradora do Teatro da Vertigem. Atuou como atriz no Grupo Os Crespos, com o qual realizou os trabalhos Ensaio Sobre Carolina- dir: José Fernando Peixoto, e o projeto de intervenções urbanas “A Construção da Imagem e a Imagem Construída”. Atuou em espetáculos como Antes do Café- direção de Celso Frateschi, e Macbeth – Como Nasce um Deserto, com direção de Ederson José. Atuou em Cartas de Despejo, com direção de Roberto Áudio e Bom Retiro – 958 Metros- direção de Antônio Araújo. Atuou no espetáculo híbrido 14 de Maio (cinema e teatro) dirigido por Sidney Santiago e texto de Allan da Rosa.Atuou também no curta “Darluz” e no média metragem “Piscina”, ambos de Leandro Goddinho, baseado em conto de Marcelino Freire, na série Axogum de Edu Kishimoto e Manuel Moruzzi e no longa metragem “Todos os Mortos” de Caetano Gotardo e Marco Dutra. Leonardo Birche - direção de produção e idealização Doutorando em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, mestre em Educação pela USCS (2020), graduado em Publicidade e Propaganda pela ESPM-SP (2011), com extensão universitária em História do Teatro na Université d’Avignon et des Pays de Vaucluse, na França (2010) e especialização em Direção Teatral pela Escola Superior de Artes Célia Helena (2013). É pesquisador e formador nas áreas de arte-educação, produção cultural e artes cênicas e atua na concepção e desenvolvimento de projetos que transitam nas artes e na educação.Dentre suas realizações recentes, destacam-se a idealização e direção de produção do espetáculo Na Solidão dos Campos de Algodão, na Praça das Artes do Theatro Municipal de São Paulo, a gestão de produção de Poperópera Transatlântica, do Grupo MEXA em parceria com a Casa do Povo, convidado para apresentações no Kunstenfestivaldesarts (Bélgica) e no HAU – Hebbel am Ufer Berlin (Alemanha), a produção da instalação Florestania, de Eliana Monteiro, na 15ª Quadrienal de Praga e no Mirada – Festival Ibero-americano de Artes Cênicas, a curadoria e produção da exposição DuoDrag, no Museu da Diversidade Sexual do Estado de São Paulo, a direção de produção de Autoexame de Corpo de Delito, a coordenação de produção em projetos culturais para a Associação de Amigos do Projeto Leonilson e supervisão de mediação da exposição Festas, Sambas e outros Carnavais, no Sesc Casa Verde.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.