| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 60730348000166 | COMPANHIA MELHORAMENTOS DE SAO PAULO | 1900-01-01 | R$ 66,6 mil |
| ***894617** | ROSIMERE DA LUZ REIS | 1900-01-01 | R$ 300,00 |
O projeto teatral "O Menino Maluquinho", produzido pela Cia. Cênica Nau de Ícaros, celebra o legado de Ziraldo com um espetáculo inédito que traz à cena a irreverência e a poesia de sua obra clássica. Com uma linguagem cênica única e inovadora, a companhia realizara uma temporada de 30 apresentações em São Paulo e 4 em Brasília, garantindo inclusão por meio de metade das sessões acessíveis em Libras e Audiodescrição. Além disso, o projeto promove Ensaios Abertos como contrapartida, destinado a 250 estudantes de escolas públicas (cada sessão), oferecendo transporte e lanche gratuito, além de um bate-papo educativo sobre a obra e o autor após as sessões — 2 ensaios em São Paulo e 1 em Brasília. Essa iniciativa proporciona uma experiência imersiva e reafirma o compromisso do projeto com a democratização da arte, a formação de novos públicos e a valorização de Ziraldo, um dos maiores nomes da literatura infantil brasileira.
Sinopse do Espetáculo Teatral"Era uma vez um menino maluquinho... Um garoto que, há 40 anos, tem encantado e inspirado gerações, marcando o imaginário de um país inteiro. Quem nunca foi, por pelo menos alguns minutos, um/a maluquinho/a? E se não foi, quem não conhece um, sentado ali bem perto, na sua rua, na sua classe Ziraldo, com sua maestria, traçar o perfil de um menino de idade indefinida, "o menorzinho" da turma, que encara com curiosidade e energia tudo aquilo que a maioria das crianças e pré-adolescentes enfrentam ao longo do seu desenvolvimento: escola, problemas com notas, a separação dos pais, as brincadeiras de pipa e futebol, e, claro, as primeiras namoradas Mas além das aventuras e. travessuras, o menino também vive seus momentos de solidão e introspecção. Quando está sozinho, ele projeta, imagina foguetes e mapas de terras perdidas, e é nesses instantes que ele nos mostra sua capacidade de sonhar e criar mundos mágicos, onde pode voar livremente e Explorar o desconhecido. a felicidade de ser criança, lembrando a todos da magia e pureza que só a infância pode oferecer. Para sempre." Classificação Indicativa : Livre para todos os públicos.
Objetivo Geral Criar e produzir o espetáculo teatral inédito "O Menino Maluquinho", baseado na obra clássica de Ziraldo, com o objetivo de celebrar e perpetuar seu legado, apresentando uma linguagem artística única que integra teatro, circo e dança, característica da Cia. Cênica Nau de Ícaros. O projeto visa proporcionar uma experiência cultural rica e inclusiva tanto para o público infantil quanto adulto, por meio de uma temporada de apresentações em São Paulo e circulação em Brasília. Além disso, busca promover a inclusão social e cultural através de ensaios abertos e da implementação de recursos de acessibilidade, e homenagear Ziraldo com a estreia da peça exatamente um ano após seu falecimento. Objetivo específico 1. Adaptar e encenar a obra "O Menino Maluquinho" Traduzir a narrativa do livro para o formato teatral, mantendo sua essência e explorando uma linguagem cênica que integra teatro, circo e dança, características marcantes da Cia. Cênica Nau de Ícaros. 2. Realizar uma temporada de apresentações em São Paulo Realizar temporada de 30 apresentações, com sessões de quinta a domingo, para alcançar um público amplo. 3. Expandir o alcance com apresentações em Brasília Realizar 4 apresentações na capital federal, garantindo a transmissão do espetáculo e o acesso de novos públicos à obra. 4. Promover a acessibilidade cultural Garantir que 17 apresentações (15 em São Paulo e 2 em Brasília) sejam acessíveis em Libras e Audiodescrição, garantindo a inclusão de pessoas com deficiência. 5. Contrapartida Social - Promover Ensaios Abertos para estudantes de escolas públicas Realizar 3 Ensaios Abertos (2 em São Paulo e 1 em Brasília) para 250 estudantes de escolas públicas por sessão, proporcionando transporte e lanche gratuito e uma experiência educativa com bate-papo sobre a obra e o autor após as sessões. 6. Democratizar o acesso ao espetáculo Plano de democratização de acesso, respeitando o artigo 27 da I.N. nº 01/2023 do Ministério da Cultura, com porcentagem de ingressos acessíveis, populares e gratuitos em todas as sessões. 7. Homenagear o legado de Ziraldo Celebrar a vida e obra de Ziraldo ao estrelar o espetáculo exatamente um ano após seu falecimento, perpetuando sua contribuição para a literatura e cultura infantil.
A Cia. Cênica Nau de Ícaros iniciou seus trabalhos em 1992, aliando o conhecimento e a prática nas técnicas circenses à linguagem do teatro e da dança. Ao longo desse período de intensa pesquisa continuada, a Nau de Ícaros foi responsável pela criação e produção de inúmeros espetáculos, muitos deles premiados, e pela gestão de um espaço de investigação e pesquisa que promoveu um intercâmbio de linguagem enriquecedor com diversos artistas, grupos, diretores e o público em geral, por muitos anos. Como resultado desse intercâmbio e do trabalho contínuo de pesquisa e criação, a Nau de Ícaros tornou-se uma referência importante no segmento artístico, tanto no Brasil quanto em países como França, Itália, Suíça, Bélgica, Espanha, Colômbia, Argentina e Cuba. Fruto dessas investigações, a cia desenvolve um olhar inovador sobre as práticas dramatúrgicas, sempre inspiradas no universo cultural popular e tradicional brasileiro, buscando uma estética singular e contemporânea. O grupo soma mais de 32 espetáculos, apresentados em diversos espaços como ruas, teatros, fachadas, praças, entre outros, acumulando mais de 10.000 apresentações. A companhia recebeu diversas indicações a prêmios e foi agraciada com 5 Prêmios Mambembe (nas categorias de ator coadjuvante, direção, texto, melhor espetáculo e técnicas circenses para o teatro), 2 Prêmios Coca-Cola (figurino e iluminação) e 2 Prêmios APCA (nas categorias de ator e cenário). O grupo já se apresentou em mais de 50 cidades e 7 países, participando de inúmeros festivais nacionais, como Porto Alegre em Cena, Inverno Cultural de São João del Rey, Festival SESC de Novo Circo, Anjos do Picadeiro, Bienal SESC de Dança, Mostra SESI de Teatro Infantil, Caxias em Cena, Virada Cultural de São Paulo, Tiradentes em Cena, CIRCOS - Festival Internacional SESC de Circo, FarOFFa - São Paulo e o Festival Recife do Teatro Nacional. Em nível internacional, participou de festivais como Artisti in Piazza, na Itália; Fête de la Musique, na Suíça; Paléo Festival, na Suíça; Sfinks Festival, na Bélgica; Europalia, na Bélgica; e o Festival Iberoamericano de Teatro de Cádiz, na Espanha, entre outros. Ao longo de sua trajetória, o grupo executou diversos projetos contemplados por leis de incentivo, editais e programas do Estado e da Prefeitura de São Paulo. Ancorados nessa trajetória, nasce a iniciativa de adaptar para os palcos a icônica obra "O Menino Maluquinho", de Ziraldo, cuja estreia está prevista para ocorrer exatamente um ano após o falecimento do autor (2024), em Abril de 2025. Ziraldo faleceu serenamente enquanto dormia, em sua residência no Rio de Janeiro, conforme informado por sua família. Nascido em Caratinga, Minas Gerais, em 24 de outubro de 1932, Ziraldo Alves Pinto ingressou no mundo das artes desde muito jovem, publicando seu primeiro desenho aos seis anos de idade na Folha de Minas. Ao longo de sua vida, enfrentou censuras e desafios, especialmente durante o regime militar, mas nunca deixou de criar e inspirar. A década de 1970 marcou sua entrada triunfal na literatura infantil com obras como "Flicts" e, posteriormente, com o grande sucesso de "O Menino Maluquinho". As contribuições de Ziraldo para a cultura brasileira serão eternamente lembradas e celebradas, seja por suas incisivas críticas sociais ou por suas adoráveis histórias infantis. Seu trabalho continua a encantar, educar e influenciar não apenas as gerações que cresceram com suas criações, mas também aqueles que ainda descobrirão seu imenso talento. Em 2025, ao completar 33 anos de produção teatral, a Cia. Cêninca Nau de Ícaros assume a aventura de adaptar "O Menino Maluquinho" para os palcos. Ao longo desses anos, a companhia desenvolveu inúmeros espetáculos que têm no cerne de sua linguagem dois eixos principais: o diálogo entre teatro, circo e dança, e as brasilidades, que englobam a literatura, os autores e as manifestações populares. O mergulho no teatro infantil e infantojuvenil foi o início da trajetória da companhia, que estreou em 1992 no Circo Escola Picadeiro com a peça "Nau de Ícaros". Desde então, foram 15 espetáculos encenados para esse público, que continua sendo uma das principais áreas de interesse e pesquisa da Nau de Ícaros. Este projeto, conta com a colaboração do renomado diretor e dramaturgo Marcelo Romagnoli, fundador da Banda Mirim, que já esteve com a companhia na encenação de "A Verdadeira História do Barão" em parceria com o Sesi. Além disso, o projeto conta com a fundamental parceria do Instituto Ziraldo e da própria família Alves Pinto, que se integra à equipe criativa por meio de dois filhos do autor: Antonio Pinto, que inspirou "O Menino Maluquinho" na infância, e Daniela Thomas. Esse projeto é, sem dúvida, uma homenagem ao escritor e sua importância na literatura infantil e infantojuvenil brasileira. No entanto, a relevância desta proposta vai além de uma simples homenagem. Ela busca também iluminar temas urgentes vividos por nossa sociedade atual, que podem ser ainda mais ressaltados a partir da história original, atualizando seu contexto. Entre esses temas estão a relação entre adultos e crianças, o papel do afeto familiar na formação da personalidade, a importância do ato de brincar no desenvolvimento cognitivo do ser humano, e os diagnósticos equivocados de ansiedade, hiperatividade e TDAH, que podem gerar embotamentos principalmente no ambiente escolar. A peça "O Menino Maluquinho" tem o potencial de atingir todas as faixas etárias, trazendo à tona, para os espectadores adultos, fragmentos de uma felicidade esquecida, que atuam como um potente remédio para os males do espírito, e incentivando as crianças a assumirem seu verdadeiro papel no mundo: simplesmente serem crianças. Além disso, a peça nos lembra de que o mais importante na vida é o amor, não para depois, mas para o aqui e agora. A trajetória da Nau de Ícaros até aqui, assim como o projeto de "O Menino Maluquinho", demonstra sua importante contribuição para a cultura nacional e seu alinhamento com os objetivos e finalidades da Lei 8.313/91, que visa facilitar o acesso às fontes da cultura, promover a regionalização da produção cultural e artística brasileira, valorizar os recursos humanos e conteúdos locais, apoiar e difundir as manifestações culturais, e estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal. Este projeto, portanto, não só celebra a vida e obra de Ziraldo, mas também reafirma o compromisso da Nau de Ícaros com a promoção da cultura e da arte no Brasil.
ZIRALDO Ziraldo Alves Pinto morreu serenamente enquanto dormia, em sua residência no Rio de Janeiro, em 6 de abril de 2024. Foi cartunista, chargista, pintor, escritor, dramaturgo, cartazista, caricaturista, poeta, cronista, desenhista, apresentador, humorista e jornalista brasileiro. Um dos mais aclamados escritores infantis de seu tempo, deixou um legado imortalizado na memória coletiva do país, marcando a infância de diversas gerações. Mais do que um artista, foi educador, defensor da liberdade e, acima de tudo, um contador de histórias inesquecível. Nascido em Caratinga, Minas Gerais, em 24 de outubro de 1932, ingressou no mundo das artes muito jovem, publicando seu primeiro desenho aos seis anos de idade na Folha de Minas. Embora tenha enfrentado censuras e desafios durante o regime militar, Ziraldo nunca deixou de criar e inspirar. A década de 70 marcou sua entrada no universo da literatura infantil com “Flicts” e, posteriormente, com o sucesso de “O Menino Maluquinho”. Suas contribuições para a cultura brasileira serão eternamente lembradas e celebradas. Seja através de suas críticas sociais incisivas ou de suas adoráveis histórias infantis, Ziraldo permanecerá como uma fonte de inspiração. Seu trabalho continua a encantar, educar e influenciar não apenas as gerações que tiveram o privilégio de crescer com suas criações, mas também aqueles que ainda descobrirão seu imenso talento pela primeira vez. O LIVRO “O Menino Maluquinho” foi publicado em 1980 e rapidamente transcendeu o tempo, tornando-se um símbolo da infância nacional. Aclamado literariamente, o livro é presença constante nas escolas brasileiras através do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) e foi adaptado para a televisão e o cinema, criando uma conexão ainda mais profunda com o público. Com a sua clássica panela na cabeça, O Menino Maluquinho personifica uma infância feliz e despreocupada. O protagonista, um garoto de 10 anos, vê o mundo através da lente da fantasia, vivendo intensamente cada experiência. Enquanto ele nos é apresentado em todo seu esplendor – relacionando-se com os colegas da escola, escrevendo poemas e descobrindo a vida – seu entorno familiar é descrito com sutileza, revelando aspectos delicados da convivência entre seus pais, que atingem em cheio os leitores adultos. A obra emociona pela profunda simplicidade lírica, atingindo o coração de quem já foi criança e provocando uma enorme identificação em quem ainda é. “O Menino Maluquinho” não é apenas um livro; é uma experiência emocional que conecta gerações através da universalidade da infância. NAU DE ÍCAROS A Nau de Ícaros é uma companhia de teatro que, em 2025, completará 33 anos de produção teatral no panorama cultural de São Paulo. Com mais de 30 projetos e espetáculos em seu portfólio, a companhia é conhecida por sua linguagem que mistura teatro, circo e dança, sempre com um foco nas brasilidades – seja através da literatura, dos autores ou das manifestações populares. Desde sua primeira peça em 1992, no Circo Escola Picadeiro, a Nau de Ícaros tem mergulhado no teatro infantil e infantojuvenil, área à qual dedica boa parte de sua pesquisa e produção. Essa trajetória não só reforça a credibilidade da companhia, mas também destaca sua missão de criar espetáculos que dialogam profundamente com o público jovem e familiar. Agora, a Nau de Ícaros assume a aventura de adaptar o icônico "O Menino Maluquinho" para os palcos. Conscientes da responsabilidade que esse desafio implica, buscamos a parceria da família de Ziraldo e do Instituto Ziraldo, que detém os direitos da obra, além de convidar uma poderosa equipe criativa para garantir a integridade e o sucesso da adaptação. Criando espetáculos que transcendem o entretenimento, oferecendo ao público experiências que unem arte, cultura e educação. Acreditamos no poder transformador do teatro e em sua capacidade de refletir e moldar a sociedade, sempre valorizando as raízes culturais brasileiras. CONVIDADOS Além de deixar uma obra rica e diversificada, Ziraldo também deixa uma família que seguiu seus passos criativos. Dois de seus filhos estão na ficha técnica deste projeto: Antonio Alves Pinto, compositor (e inspiração para o personagem Menino Maluquinho), e Daniela Thomas, cenógrafa e orientadora visual. A presença deles no projeto não só honra o legado de Ziraldo, mas também assegura que a essência da obra original seja preservada e revitalizada para uma nova geração de espectadores. A direção e dramaturgia estão a cargo de Marcelo Romagnoli, fundador da Banda Mirim e um nome reconhecido na criação teatral para a infância. Com sete livros publicados e mais de 30 textos encenados nos últimos 20 anos, Romagnoli foi diversas vezes premiado pela Associação Paulista dos Críticos de Arte. Ele já colaborou com a Nau de Ícaros na encenação de "As Aventuras do Barão de Munchhausen", e traz para este projeto sua habilidade única de conjugar simplicidade e beleza no fazer teatral. A parceria com o Instituto Ziraldo é fundamental, pois a instituição não só guarda os direitos da obra do autor, mas também orienta a pesquisa e disponibiliza material de consulta que enriquecerá a criação da peça. ALÉM DO LIVRO Esse projeto é, sim, uma homenagem ao escritor Ziraldo e sua importância dentro da literatura infantil e infantojuvenil brasileira. Contudo, a relevância desta proposta vai além da simples celebração. Ela aborda temas urgentes e contemporâneos, que são ainda mais pertinentes no contexto atual, como a relação entre adultos e crianças, o papel do afeto familiar na formação da personalidade, e a importância do brincar no desenvolvimento cognitivo. A peça "O Menino Maluquinho" também toca em questões como os diagnósticos equivocados de ansiedade, hiperatividade e TDAH, que podem levar ao embotamento, especialmente no ambiente escolar. Ao trazer esses temas à tona, o espetáculo oferece uma reflexão profunda e necessária sobre a infância e seu impacto na vida adulta. Além de atingir todas as faixas etárias, a peça busca, dentro do espectador adulto, despertar um pedaço de uma felicidade esquecida, que atua como um potente remédio para os males do espírito. Para as crianças, incentiva a assunção de seu verdadeiro papel no mundo: simplesmente ser criança. E como o tempo nunca espera, a peça nos lembra que o mais importante na vida é, de fato, o amor. Não para depois, mas o amor aqui e agora. PROPOSTA DE ENCENAÇÃO Com a dramaturgia operando as aventuras e o enredo do livro, a encenação pretende entrelaçar realidade e subjetividade poética. A narrativa acompanha o menino protagonista que atravessa, em sua jornada pela infância, o mundo real e o do sonho. A Nau de Ícaros, com sua rica experiência e visão artística, está preparada para transformar esta ideia em uma imagem potente, capaz de atingir o coração de crianças e adultos. As habilidades do grupo incluem, além da força e presença do teatro, uma variedade de aparelhos circenses, cordas de alpinismo, números aéreos, voos cênicos, projeções, música e trilha ao vivo, dança e manipulação de objetos. Esses elementos técnicos e artísticos serão integrados de forma a complementar e ampliar a narrativa emocional e temática da peça, criando uma experiência imersiva e cativante. Marcelo Romagnoli, que irá encabeçar esse projeto, é reconhecido por sua habilidade em conjugar simplicidade e grandiosidade, extraindo a beleza singela do teatro e potencializando-a em uma experiência completa. Daniela Thomas, responsável pela visualidade da encenação, é sinônimo de qualidade e referência em cenografia. As músicas, compostas por Antonio Pinto, prometem adicionar uma camada emocional intensa à peça, enquanto o design de luz de Wagner Freire, parceiro antigo da Nau, criará climas, efeitos e ambientes que elevam a narrativa a novos patamares. Os figurinos, elaborados por Chris Aizner, serão desenvolvidos a partir dos ensaios, garantindo que se ajustem perfeitamente ao movimento e à narrativa da peça.
não há
Este plano visa assegurar que as atividades e apresentações do espetáculo "O Menino Maluquinho" sejam inclusivas e acessíveis, garantindo a participação plena de pessoas com deficiência física, sensorial, intelectual, autismo, TDAH e outras condições, em conformidade com os princípios de acessibilidade arquitetônica, atitudinal, comunicacional e de conteúdo. 1. Acessibilidade Arquitetônica: Todas as atividades e apresentações deste projeto serão realizadas em espaços que atendem às normas de acessibilidade arquitetônica, incluindo: · Rampas de Acesso: Garantia de rampas ou elevadores acessíveis para pessoas com mobilidade reduzida. · Banheiros Acessíveis: Disponibilidade de banheiros adaptados para pessoas com deficiência. · Assentos Prioritários: Reservas de assentos prioritários em locais estratégicos, garantindo uma visão clara do palco para pessoas com deficiência. · Sinalização Adequada: Uso de sinalização tátil e visual, incluindo piso tátil e placas em braile, para orientar pessoas com deficiência visual. 2. Acessibilidade Atitudinal · Capacitação da Equipe: Todos os profissionais envolvidos no projeto, incluindo produtores, equipe técnica, e atendentes, passarão por treinamento de sensibilização e capacitação em acessibilidade e inclusão, garantindo uma postura acolhedora e respeitosa em relação às pessoas com deficiência. · Contratação de pessoas: 10% da equipe total do projeto, será composta por pessoas com deficiência, afim de fazer a inclusão dessa comunidade no mercado de trabalho. 3. Acessibilidade Comunicacional · Atendimento Acessível: Garantia de que todos os canais de comunicação do projeto (telefone, e-mail, redes sociais) sejam acessíveis, com suporte em Libras e comunicação por texto. · Sinalização de Orientação: Uso de sinalização visual clara e braile para orientação dentro dos espaços, além de comunicação em Libras em todos os vídeos e mensagens audiovisuais. · Materiais de Divulgação Acessíveis: Todos os materiais de divulgação, como cartazes, folders, e publicações em redes sociais, incluirão descrições em texto alternativo, legendas descritivas e tags como #paratodosverem e #paracegover. 4. Acessibilidade de Conteúdo · Sessões com Libras: 15 sessões do espetáculo "O Menino Maluquinho" em São Paulo em 02 sessões em Brasília contarão com interpretação simultânea em Libras, permitindo a participação plena de pessoas surdas ou com deficiência auditiva. · Sessões com Audiodescrição: 15 sessões do espetáculo em São Paulo e 02 sessões em Brasília serão acompanhadas de audiodescrição, garantindo acessibilidade para pessoas cegas, com baixa visão, autismo e/ou TDAH. · Vídeos com Legendas: Todos os vídeos relacionados ao projeto, incluindo teasers, entrevistas e materiais promocionais, contarão com legendas descritivas, garantindo a acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva. · Conteúdo Descritivo: Todas as publicações em redes sociais e materiais de comunicação conterão descrições detalhadas das imagens, utilizando hashtags de acessibilidade como #paratodosverem e #paracegover, para garantir que as informações sejam acessíveis a todos.
Este plano de democratização visa assegurar que o espetáculo "O Menino Maluquinho" seja acessível a todos os públicos, respeitando a diversidade social e econômica da população, e cumprindo com as diretrizes estabelecidas pelo Ministério da Cultura, garantindo a inclusão de pessoas em situação de vulnerabilidade social, grupos minoritários, e comunidades tradicionais, oferecendo uma ampla gama de oportunidades de participação e acesso ao espetáculo e suas atividades complementares. Respeitando o artigo 27 da I.N. nº 01/2023 do Ministério da Cultura, realizaremos as seguintes ações de democratização de acesso: · 50% dos ingressos a preços acessíveis (no máximo R$ 60); · 20% dos ingressos a preços populares (no máximo R$ 20); · 10% dos ingressos oferecidos gratuitamente a ONGs, escolas públicas e ou outras iniciativas sociais e educacionais; · 10% dos ingressos oferecidos gratuitamente para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como pessoas negras, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e inscritos no CadÚnico; · 10% para distribuição gratuita pelo patrocinador; · Garantia da meia entrada para idosos, professores e alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior, jovens de baixa renda com ID JOVEM, pessoas com deficiência e artistas; · 100% das vagas nas sessões de Ensaio Aberto (Contrapartida) serão gratuitas e para escolas públicas. Em complemento e em respeito ao artigo 28 da mesma I.N. nº 02/2019, iremos oferecer: · II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27 - Não haverá limite na oferta de meia entrada; · V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos - Nossa assessoria de imprensa entrará em contato com órgãos de comunicação locais para negociar a cobertura das ações em cada cidade; · VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas – 3 ensaios abertos gratuitos, com transporte, para 500 estudantes da rede pública em cada sessão, sendo 2 em São Paulo e 1 em Brasília.
Idealização: Nau de Ícaros Texto e Direção: Marcelo Romagnoli Música Original (Trilha Sonora): Antonio Pinto Cenário e Orientação Visual: Daniela Thomas Figurino: Chris Aizner Luz: Wagner Freire Produção: Clissia Morais Assistente de Produção: Gabriela Morato Elenco: Ziraldo: Leopoldo Pacheco Menino Maluquinho: Ator convidado Elenco : Alvaro Barcellos, Celso Reeks, Erica Rodrigues, Leticia Doretto, Marco Vettore e 1 intérprete convidado/a Preparação em danças: Erica Rodrigues e Letícia Doretto Preparação em Circo: Nau de Ícaros Projeto Gráfico: Carlos Lopes Nunes e Alexandre Catan Fotos: Alexandre Catan Comunicação: Paula Grinover / Creator Economy House Direção Técnica: Celso Reeks Administração: Álvaro Barcellos Coordenação Geral: Marco Vettore
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.