| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 00000000000191 | BANCO DO BRASIL SA | 1900-01-01 | R$ 700,0 mil |
| 09023931000180 | Votorantim Corretora de Seguros S.A | 1900-01-01 | R$ 430,0 mil |
O projeto propõe a produção e realização de temporadas da peça "Confu(z)o", nova criação da Cia Dos à Deux de teatro gestual. Além do espetáculo serão realizados bate-papos pós-espetáculo e Workshops/Oficina.
ConfuZo(s) é um espetáculo de teatro visual que aprofunda a pesquisa da Cia. Dos à Deux sobre o corpo como campo político, poético e sensível, investigando o desequilíbrio não como exceção, mas como estado permanente da vida contemporânea. A obra parte da constatação de que já não habitamos territórios estáveis — sociais, afetivos, identitários ou simbólicos — e que o corpo é o primeiro lugar onde essa instabilidade se manifesta.Em cena, dois personagens-arquétipos não representam indivíduos psicológicos, mas funções existenciais. O Homem-Árvore carrega sobre a cabeça uma árvore em equilíbrio precário. A imagem desloca o sentido tradicional da raiz: aquilo que deveria estar enterrado, sustentando, passa a ser peso, ameaça de queda, risco constante. A árvore não protege — ela expõe. Cada deslocamento do corpo é um cálculo mínimo entre permanecer e desabar. A pesquisa corporal se concentra nesse estado de alerta contínuo, onde o gesto nunca se conclui plenamente e o equilíbrio é sempre provisório.Ao lado dele, o Homem-Luz pedala uma bicicleta que gera, ao vivo, a energia do espetáculo. A luz não é mais um dado técnico invisível, mas resultado direto do esforço físico, do ritmo da respiração, do cansaço acumulado. Se o corpo para, a cena escurece. Esse dispositivo radicaliza a pesquisa da companhia ao tornar visível a engrenagem que sustenta a imagem. O que antes pertencia ao campo do ilusionismo — é agora assumido como dramaturgia. A cena não esconde seu funcionamento: ela o expõe.A luz deixa de ser efeito e passa a ser gesto; deixa de ser controle e se torna vulnerabilidade. O espetáculo investiga o esforço, a exaustão como condição estrutural e a violência silenciosa de sistemas que exigem produção contínua para que algo — qualquer coisa — permaneça aceso.Pela primeira vez na trajetória da Cia. Dos à Deux, a palavra surge como eixo dramatúrgico declarado. Não se trata, porém, de uma adesão à literatura ou à narrativa explicativa. O texto nasce do corpo em estado de risco, emerge do fôlego curto, do desequilíbrio, da falha. As frases aparecem como confissões involuntárias, lapsos de lucidez, tentativas de defesa diante de um julgamento difuso. Palavra e gesto não se ilustram — se tensionam: a palavra fere o silêncio do corpo.ConfuZo(s) aprofunda também a pesquisa sobre o olhar do outro. O espaço cênico se transforma num território de observação, classificação e correção, onde o estranho precisa ser explicado, normalizado ou eliminado. O julgamento não é formal, mas permanente, incorporado ao cotidiano. Ainda assim, a obra busca frestas: pequenos pactos silenciosos, cumplicidades frágeis, instantes de suspensão onde a confusão deixa de ser erro e se torna resistência.A pesquisa não procura respostas, mas sustentar perguntas no corpo. O espetáculo se constrói no limite entre insistir e desistir, entre continuar e apagar. Ao revelar seus mecanismos, ao expor o esforço que mantém a cena viva, ConfuZo(s)afirma que a poesia não nasce do efeito perfeito, mas do risco compartilhado no presente.Entre a escuridão e a necessidade de seguir, o espetáculo pergunta: o que acontece quando parar não é uma opção — e continuar já não garante luz?Um delírio sóbrio sobre pertencimento, exaustão e a tentativa ética e poética de permanecer vivo em permanente desequilíbrio.Artur Luanda Ribeiro e Andre Curti
Objetivo geral · A Montagem e apresentação do espetáculo "Confu(z)o", nova criação da Cia Dos à Deux de teatro gestual. O projeto pretende ainda: V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; X - apoiar a inovação em atividades artísticas e culturais, inclusive em arte digital e em novas tecnologias; Objetivos específicos A presente proposta prevê a produção e ensaios na cidade do Rio de Janeiro Estreia e realização de temporada nos Centros Culturais do Banco do Brasil das cidades do Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, São Paulo e Salvador; A programação prevê 112 apresentações do espetáculo para as cinco praças, a saber: · Realizar uma temporada de 2 meses com 40 sessões no CCBB RJ;· Realizar uma temporada de 2 meses com 20 sessões no CCBB BH;· Realizar uma temporada de 1 mês com 16 sessões no CCBB DF;· Realizar uma temporada de 1 mês com 24 sessões no CCBB SP;· Realizar uma temporada de 1 mês com 12 sessões no CCBB SSA;· Realizar 4 bate-papos com o publico;· Realizar 4 Workshops;
Os artistas André Curti e Artur Luanda Ribeiro criaram a Cia Dos à Deux há pouco mais de 25 anos, na França, com uma linguagem única que une dança, teatro, circo, artes cênicas e mímica.O encontro aconteceu durante um festival em Paris e decidiram começar juntos uma pesquisa teatral e coreográfica, tendo como inspiração a obra "Esperando Godot", de Samuel Beckett. Em 1998, nascia o primeiro trabalho, "Dos à Deux", peça que originou e deu nome à companhia. Descobertos no Festival de Avignon com esse primeiro trabalho, os dois então jovens criadores tiveram um imediato reconhecimento pela crítica e pelos curadores, lhes impulsionando pelas estradas de todos os países da Europa, além da África, América do Sul, Coreia do Sul e na Índia.Em seguida num âmbito internacional, por sua exigência técnica, estética, mas sobretudo por seus temas universais e atemporais, atingindo um abrangente público de culturas diferentes, com seu potencial de um Teatro Popular. Usando o termo "Popular" com toda a grandeza que ele possa evocar.A premiada companhia de teatro visual arrebatou plateias em mais de 50 países, somando mais de 3 mil apresentações por toda a Europa, África Central, Ásia, Polinésia Francesa, Emirados Árabes e América do Sul. O repertório é formado por: "Dos à Deux" (1998), "Aux pieds de la lettre" (2002), "Saudade em terras d’água" (2005), "Fragmentos do desejo" (2009), "Ausência" (solo com Luís Melo, de 2012), "Dos à Deux - 2º ato" (2013) "Irmãos de sangue" (2013), "Gritos" (2016) e "Enquanto você voava, eu criava raízes" (2022). Em 2021, sete espetáculos da companhia foram exibidos na mostra online "Dos à Deux - A Singularidade de uma Trajetória".Depois de mais de duas décadas instalada na França, em 2015, os dois artistas resolvem retornar ao Brasil para criar um espaço cultural. A Cia mantêm hoje a sede do grupo no Rio de Janeiro, Artur e André reformaram um antigo cortiço construído em 1846, no bairro da Glória. Além de abrigar a companhia, o espaço vem se estabelecendo como um local para oficinas e residências artísticas para outros grupos. ConfuZo(s)Artur Luanda Ribeiro e André Curti desenvolvem suas obras a partir de um mesmo ponto de origem, onde dramaturgia, cenografia, iluminação e direção nascem de forma indissociável. Esses elementos não se organizam hierarquicamente nem são pensados de maneira sucessiva, mas se constroem simultaneamente, em um processo orgânico que se desdobra ao longo da criação". A pesquisa dramatúrgica A criação de ConfuZo(s) _ Está escurecendo dentro de mim, nasce de um longo processo de pesquisa física, sensorial e dramatúrgica, fiel à trajetória da Cia. Dos à Deux, mas também marcando um ponto de inflexão em sua linguagem. Como em todas as criações de teatro visual da companhia, o trabalho parte de uma palavra-chave, ou palavra-flecha — aquela que nos atinge, nos atravessa e se impõe como urgência. Desta vez, essa palavra foi "pertencimento", mas como um lugar onde pensamento, corpo, linguagem e pertencimento entram em colapso. Desde o início, a pesquisa se desenvolve na figura do ator-autor, reivindicando a liberdade radical de usar o corpo como verbo, pensamento e matéria dramatúrgica. O corpo não ilustra uma ideia: ele a produz. A dramaturgia nasce da ação, do esforço, do desequilíbrio e da resistência, num fluxo orgânico em que gesto, imagem, palavra e silêncio se contaminam mutuamente. A pesquisa se apoia na ideia de que o desequilíbrio é a condição contemporânea. Um corpo que sustenta uma árvore onde ela não pode ser plantada. Um outro corpo que precisa pedalar sem cessar para que a luz exista. Permanecer vivo, visível e aceso exige esforço contínuo. Se o corpo para, tudo escurece. Ao longo do processo, chegamos ao que chamamos de "espaços íntimos de tensão": estados físicos e emocionais onde o corpo já não representa, mas reage. Onde cansaço, medo, insistência, humor e fragilidade coexistem. A confusão deixa de ser um problema a ser resolvido e passa a ser assumida como linguagem. Não se trata de conduzir o espectador por uma narrativa fechada, mas de oferecer um campo sensorial aberto, onde cada um possa criar seus próprios vínculos, imagens e sentidos. O dispositivo cenográficoComo em todas as criações da companhia, a pesquisa parte de um dispositivo cenográfico ativo, concebido desde o primeiro dia como elemento estruturante da dramaturgia.Em ConfuZo(s), o espaço cênico é pensado como um território de risco e instabilidade. O chão, a árvore, a bicicleta e a luz não são cenários ilustrativos, mas dispositivos dramatúrgicos que impõem limites reais ao corpo. O espaço exige negociação constante: equilíbrio, esforço, adaptação.A árvore pousada horizontalmente sobre a cabeça do Homem-Árvore cria uma imagem de tensão permanente, um corpo que carrega aquilo que deveria estar enraizado. Já a bicicleta do Homem-Luz, responsável por gerar a energia do espetáculo, torna visível a lógica exaustiva de um sistema que só existe enquanto alguém produz.A cenografia, assim, não serve de suporte para a ação — ela produz ação. Cada elemento é um parceiro de cena que condiciona o gesto, o tempo e a presença. O espaço se transforma em escrita viva, onde o risco é real e o erro é parte constitutiva da cena. O universo da luzA luz em ConfuZo(s) é concebida como matéria dramatúrgica central. Não apenas ilumina, mas reage, falha, pulsa e pode desaparecer.Gerada ao vivo pelo esforço físico do Homem-Luz, a iluminação cria uma relação direta entre corpo e visibilidade. Pedalar é existir. Parar é escurecer. O desenho de luz explora contrastes intensos entre claro e escuro, revelando e ocultando corpos, modificando escalas, criando zonas de exposição e de apagamento.Essa instabilidade luminosa produz uma perturbação sensorial no olhar do espectador e reforça o estado de tensão permanente da cena: nada está garantido, tudo depende do corpo em ação. O universo sonoroO universo sonoro de ConfuZo(s) é pensado como extensão do corpo e do espaço. O som nasce do esforço, da respiração, do atrito dos objetos, do ritmo da pedalada, das palavras que emergem como pensamento interrompido.A música e o som não acompanham a dramaturgia — eles sustentam a cena, criando uma espacialização sensorial que envolve o público. O som constrói atmosferas instáveis, ora mecânicas, ora orgânicas, aproximando o espectador de um estado de escuta íntima, quase interna. O projeto atende aos dispostos no Art. 1° da Lei 8.313/91, a saber:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Atende ainda, ao disposto no artigo 3° da mesma Lei, a saber:IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos Por que a Lei Federal de Incentivo à Cultura?As Leis de Incentivo à Cultura são de extrema importância para a captação de recursos para realização de projetos. Ela permite o financiamento da criação e difusão de forma sólida, garantindo a manutenção de equipes artísticas e técnicas. Além disso, propicia a oportunidade de concorrência em editais de instituições que exigem o enquadramento prévio e/ou posterior em Lei Federal de Incentivo à Cultura. Ao patrocinar este projeto, esta Secretaria estará agregando valores de democratização e valorização das artes cênicas brasileiras, promoção e difusão do teatro, através de um espetáculo de qualidade técnica e artística, revelando uma postura compromissada para com a sociedade.
A divulgação do projeto ocorrerá majoritariamente de forma digital, diminuindo consideravelmente a utilização de papel. Os Artistas Artur Luanda Ribeiro e André Curti, são os sócios gerentes da empresa proponente e, além de serem os atores, assinam conjuntamente a dramaturgia, a cenografia, a iluminação e a direção de seus espetáculos. Essa criação integral faz com que todos os elementos cênicos surjam de um mesmo núcleo conceitual, definindo a singularidade e a coerência da pesquisa desenvolvida pela Cia. Dos à Deux.
Produto principal: Espetáculo teatral gestualDuração: 70 minutos.Local: 5 EstadosPrevisão de um total de 112 apresentações; Classificação etária: 14 anos
1 - PRODUTO PRINCIPAL – Espetáculo de Artes Cênicas*Acessibilidade física: O espetáculo foi aprovado no Edital de Patrocínios do Centro Cultural Banco do Brasil e será realizado nos teatros das unidades dos CCBBs nas cidades do Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Salvador e São Paulo. Os espaços oferecem instalações adequadas estruturalmente, para garantir o acesso a pessoas idosas e aos portadores de necessidades especiais (monitores, sinalização, rampas de acesso, elevadores, banheiros e espaço especial na plateia).Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica, não gera custos ao projeto. São ferramentas e recursos já disponíveis nos espaços de realização.*Acessibilidade para deficientes visuais: Haverá audiodescrição gravada disponível através de QRCode em todas as sessões do espetáculo. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Audiodescrição*Acessibilidade para deficientes auditivos: O espetáculo é gestual, a princípio não haverá texto, mas caso durante o processo de criação ocorrer a necessidade, disponibilizaremos Interprete de libras.Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Interprete de libras.*Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos: Produto naturalmente acessível para este público, por se tratar de um espetáculo com linguagem desenvolvida pensando em atender a todos os públicos. Haverá equipe treinada para recebê-los.Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica, por não existir custo extra para acessibilidade a esse público 2 - CONTRAPARTIDA SOCIALBate-papo pós espetáculo*Acessibilidade física: Os Bate papo pós-espetáculo serão realizadas nas dependências do Teatro. O espaço oferece instalações adequadas estruturalmente, para garantir o acesso a pessoas portadores de necessidades especiais (monitores, sinalização, rampas de acesso, elevadores, banheiros e espaço especial na plateia).Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica, não gera custos ao projeto. São ferramentas e recursos já disponíveis nos espaços de realização.*Acessibilidade para deficientes visuais: O conteúdo é 100% oral, permitindo completo acesso ao conteúdo por parte de deficientes visuais.Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica*Acessibilidade para deficientes auditivos: Haverá intérprete de Libras disponível. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de Libras*Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos: Durante a realização, os ministrantes estarão preparados para adaptar os conteúdos para facilitar a compreensão do conteúdo por todos os públicos. As aulas são interativas e permitem a identificação das necessidades locais e imediata adaptação para garantir a transmissão de conhecimento.Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica, por não existir custo extra para acessibilidade a esse público. Workshop*Acessibilidade física: será realizado em local a ser definido, provavelmente no palco do teatro ou sala do CCBB. O espaço deverá oferecer instalações adequadas estruturalmente, para garantir o acesso a pessoas portadores de necessidades especiais (sinalização, rampas de acesso, elevadores, banheiros).Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica, não gera custos ao projeto. São ferramentas e recursos já disponíveis nos espaços de realização.*Acessibilidade para deficientes visuais: não poderá ser destinado a deficientes visuais.Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica*Acessibilidade para deficientes auditivos: Haverá intérprete de Libras disponível. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de Libras*Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos: Durante a realização, os ministrantes estarão preparados para adaptar os conteúdos para facilitar a compreensão do conteúdo por todos os públicos. As aulas são interativas e permitem a identificação das necessidades locais e imediata adaptação para garantir a transmissão de conhecimento.Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica, por não existir custo extra para acessibilidade a esse público.
Em atenção ao artigo 46 da IN 23 de 05/2/2025: Produto Principal – Espetáculo Teatral III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino;;§ 2º A parametrização estabelecida no sistema observará o que segue:I - meia-entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o art. 1º, § 10 da Lei nº 12.933, de 26 de dezembro de 2013;II - meia-entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme o art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003; eIII - meia-entrada para acesso a eventos artístico-culturais a estudantes, jovens de baixa renda portadores da Identidade Jovem (ID Jovem) e pessoas com deficiência, em todos os ingressos comercializados, conforme o do Decreto nº 8.537, de 5 de outubro de 2015. Em atenção ao art. 47 da IN 23 de 05/2/2025: Produto Principal – Espetáculo Teatral IV - garantir a captação e veiculação
Proponente: CIA. DOS À DEUX A premiada companhia franco-brasileira de teatro gestual arrebatou platéias em mais de 50 países, somando mais de 2 mil apresentações por toda a Europa, África Central, Ásia, Polinésia Francesa, Emirados Árabes e América do Sul. O repertório é formado por 11 espetáculos: “Dos à Deux” (1998), “Je suis bien moi” (2000), “Fulyo” (2000), “Aux pieds de la lettre” (2002), “Saudade em terras d’água” (2005), “Fragmentos do desejo” (2009), “Ausência” (solo com Luís Melo, de 2012), “Dos à Deux - 2º ato” (2013), “Irmãos de sangue” (2013), “Gritos” (2016) e “Enquanto você voava, eu criava raízes” (2022). Em 2021, sete espetáculos da companhia foram exibidos na mostra online “Dos à Deux - A Singularidade de uma Trajetória”. Há sete anos a Cia. Dos à Deux passou a ter duas sedes: uma em Paris e outra no Rio de Janeiro. Para criar a sede carioca, Artur e André reformaram um antigo cortiço construído em 1846, no bairro da Glória. Além de abrigar a companhia, o espaço vem se estabelecendo como um local para oficinas e residências artísticas para outros grupos. Site: www.dosadeux.com Instagram: @ciedosadeux Facebook: dosadeuxNome: André CurtiFunção: diretor, cenógrafo, iluminador e intérprete Entre 1983 a 1990, se forma como ator e bailarino na Escola Jogo Estúdio e na Escola Vento Forte, em São Paulo. Atua em A Casa de Bernarda Alba, de Garcia Lorca, dirigido por Eugênia Teresa. Ensina o teatro na Escola Jogo estúdio para um público de amadores. No cinema, trabalha com Hilda Machado e Renato Tapajós. Desde 1990 na França, faz parceria com Olivier FornutJoel e Joel Daguerre. Atua na companhia Le G.R.A.L, dirigida por Odile Michel e Patrick Olivier. Atua na companhia de teatro de rua « Cirka teater » na Noruega, no espetáculo « Poste Restante » dirigido por Anne Marit. De 1992 a 1998, atua e dança na companhia de teatro e dança A Fleur de Peau, dirigida por Denise Namura e Michel Budghan. Em 1998 cria a companhia de teatro gestual « Dos a Deux » junto com Artur Ribeiro, tendo no repertório a criação de 10 espetáculos. Nome: Artur Luanda RibeiroFunção: diretor, cenógrafo, iluminador e intérpreteSeguiu uma formação em teatro pela UniRio, em dança pela Escola Angel Vianna, sapateado com Flavio Salles e formação em ator frente à câmera com Tizuka Yamasaki. Trabalha no Brasil com diretores como Márcio Vianna. Na França desde 1994, se forma na Escola de Mímica Corporal Dramática de Paris, dirigido por Stewen Watson e Corinne Soun e na Universidade Nouvelle Sourbonne-Paris III no curso Licenciatura em Estudos Teatrais. Paralelamente, se formou em outras técnicas como: clown e jogo de máscaras com Serge Poncelet e butô e contato improvisação com Catherine Dubois. Na França, trabalhou como ator e bailarino em diversas cias: Joseph Nadj, ThéâtreYunké, in Extremis, Annie Schindler e Catherine Dubois. Em 1998 cria a compainha de teatro gestual « Dos a Deux » junto com André Curti, tendo no reportorio a criaçao de 10 espetaculos. Nome: Frederico PuppiFunção: Trilha sonoraItaliano radicado no Brasil, começou a estudar violoncelo aos 4 anos, no Suzuki Center – Itália. Formado no Conservatório de Aosta em violoncelo erudito, estudou música moderna no Liceu de Barcelona. Em 2006 recebeu uma scholarship para o Berklee College of Music durante o Umbria Jazz Festival, sendo o único violoncelista italiano a receber esse prêmio.É coprodutor do último disco de Maria Gadú "Guelã" e fez parte da banda fixa da cantora por 4 anos, com turnês nacionais e internacionais. Em 2015 lançou seu primeiro disco autoral “O Canto da Madeira”, considerado o melhor disco instrumental do ano pela crítica especializada.Já tocou com Gilberto Gil, Ana Carolina, Péricles, Diogo Nogueira dentre outros. Gravou com Sérgio Mendes, Jorge Israel, Paula Toller, Roberta Sá, Jony Hooker e Caio Prado. Indicado ao Grammy Latino em 2015 por “Guelã” e em 2014 ao Grammy USA com o disco “Magic” de Sergio Mendes. Em 2018 lançou seu segundo álbum, “Marinheiro de terra firme”, com a participação de Milton Nascimento.Em 2017 cria o duo Yamí Music com o percussionista Marco Lobo. Nome: Silvio BatistelaFunção: Diretor de ProduçãoDurante seus 25 anos de carreira, criou inúmeras parcerias com artistas com os quais desenvolveu projetos de artes cênicas, entre eles Guilherme Leme Garcia, Vera Holtz, Denise Stoklos, Ângela Vieira, Luiz Melo, entre tantos outros; projetos que se apresentaram por todo o Brasil, através de patrocínios de empresas como a Oi, o Banco do Brasil, a Petrobrás, os Correios, etc. Dirigiu ainda a produção de algumas companhias cariocas, como Cia. Teatro Autônomo a Cia PeQuod, o Amok Teatro, a Cia Carroça de Mamulengos. É até hoje representante da Cia. franco-brasileira Dos à Deux. Além de produzir, idealizou três projetos de continuidade que vêm se desenvolvendo a cada ano de trabalho. São eles: Seleção Brasil em Cena – desde 2016 – 8 edições, Cena Brasil Internacional- desde 2012 – 7 edições e Mostra Internacional Cena Brasil – desde 2013 – 3 edições.
Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$1.130.000,00 em 23/04/2026.