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PRONAC 2414046Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

NOSSO LUGAR

PALAVRA Z PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 1,89 mi
Aprovado
R$ 1,89 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Inclusão da pessoa com deficiência, participação ativa e acessibilidade plena
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-01-01
Término
2025-08-31
Locais de realização (6)
Brasília Distrito FederalSão Luís MaranhãoBelo Horizonte Minas GeraisBelém ParáRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

A peça escrita e interpretada pela atriz Sara Bentes (pessoa com deficiência visual) e o ator Kiko do Valle, é uma montagem inédita musical intitulada NOSSO LUGAR com produção musical de Luan Richard (pessoa com deficência visual), com direção de Luiza Loroza.

Sinopse

Lorena encontrou Miguel em um sonho, e desde então se encontram todas as noites em sonhos, o único ambiente em que ela se sente livre e onde tudo é possível, inclusive enxergar. Lorena é cega, e vive uma vida sufocante que os outros planejaram para garantir sua proteção. Mas agora, com a presença luminosa de Miguel em suas noites, ela enxerga a necessidade de escrever sua própria história. Mas como ela vai se libertar da prisão que ajudou a construir em torno de si, ela ainda não sabe. E se Miguel é real ou apenas uma projeção de seu inconsciente, ela também não sabe. Tudo o que sabe é que sente um amor real e crescente, que a fortalece e encoraja a abrir a porta para a vida e encontrar seu lugar no mundo. Música, dança e circo conduzem essa história surpreendente de amor e de tantas nuances que colorem a complexa teia de emoções, conscientes e inconscientes, de qualquer ser humano.

Objetivos

OBJETIVO GERAL- Realizar a circulação do espetáculo NOSSO LUGAR, nas praças de Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Brasília, Maranhão e Belém;- Realizar a montagem inédita seguida de circulação do espetáculo com autora da atriz deficiente visual, Sara Bentes, - Promover a inclusão de pessoas com deficiência, seja como artistas no elenco, seja na equipe artística como a direção musical do espetáculo, seja na plateia por meio dos recursos de acessibilidade audiodescrição e interpretação em libras; - Promover um processo inovador através de um recurso de audiodescrição que participe do processo de montagem do espetáculo, fazendo com que o trabalho tenha um olhar diferenciado para a inserção da descrição da cena para o público deficiente visual. - Trazer à tona discussões importantes a partir da temática da opressão, do preconceito, do empoderamento e do amor; - Desmitificar estigmas que ainda limitam a vida das pessoas com deficiência, mostrando que, antes de qualquer característica física ou sensorial, existe um ser humano com todo um complexo de pensamentos, sentimentos e necessidades, como qualquer outra pessoa; - Levantar debates e novos conceitos sobre cegueira e deficiência em geral; - Promover trabalho e renda a artistas com deficiência visual, que encontram em geral raras oportunidades no teatro, especialmente no teatro musical; - Apresentar ao público e ao mercado artistas cegos altamente capacitados e polivalentes assumindo o protagonismo de um espetáculo de alta qualidade técnica, estética e artística; - Promover a arte criada e protagonizada por Sara Bentes, que, além de assinar o texto e as músicas, atua, canta, dança e performa na lira durante o espetáculo; - Mostrar a integração de artistas com e sem deficiência, como uma referência para o mercado cultural, que carece de iniciativas do tipo; Objetivo específico- Realizar estreia em seguida temporada do espetáculo nas cidades: do Rio de Janeiro (16 apresentações), cidade de São Paulo (16 apresentações), cidade de Belo Horizonte (16 apresentações) e cidade de Brasília (16 apresentações), São Luis ( 2apresentações) e Belém (2 apresentações) totalizando 68 apresentações nas 6 cidades/estados; - Gerar a contratação direta e indireta de mais de 50 profissionais, envolvidos na préprodução, produção e pósprodução doespetáculo; - Destinar 20% do total de ingressos para distribuição gratuita à população (para alunos da rede pública de ensino, ONGs,associações de idosos e de portadores de necessidades especiais); - Realizar, em cada praça, uma apresentação com tradução simultânea em LIBRAS e audiodescrição, afim de contemplar opúblico deficiente visual e auditivo; - Realizar, em cada praça, uma oficina gratuita com a atriz e cantora Sara Bentes de Acessibidalide Cultural.

Justificativa

O projeto cultural se enquadra nos princípios da Lei de Incentivo à Cultura, Lei 8.313, de 23 de dezembro de 1991, Art. 18°,parágrafo 3°, inciso I, item (e), na categoria de espetáculo de artes cênicas. O musical "Nosso lugar" traz canções do gênero pop/rock, às vezes com toques clássicos, especialmente no canto. A trama acontece em 2 cenários que compartilham o espaço cênico. O primeiro é um bosque, onde se destaca uma lira representando a lua. O segundo cenário é um quarto, onde há uma cama e um móvel, que sustenta, dentre outros objetos, uma bengala e um dispositivo sonoro com uma inteligência artificial chamada Letícia. As cenas no quarto sempre são vistas através de um véu. O projeto, de alta qualidade técnica, estética e artística, traz na autoria, no elenco o protagonismo de artista cega altamente capacitada e polivalente. Na história, a opressão, o preconceito e o protagonismo são temas que vêm levantar debates, trazer novos conceitos e desmitificar estigmas que ainda limitam a vida das pessoas com deficiência. O elenco são 2 atores. Os atores cantam, dançam e performam numa lira, controlada por motor e que não precisa subir mais de 3 metros. Além dos 2 protagonistas, existem 2 personagens sonoros, representados por uma inteligência artificial, por voz sintetizada pré-gravada. O cenário se divide entre um bosque e um quarto. O espetáculo terá em todas as sessões os recursos de libras e audiodescrição, incluindo assim o público surdo e com deficiência visual. Para o segundo grupo, será oferecida também uma visita guiada pelo cenário antes do início da sessão. Uma pluralidade artística é clara no espetáculo, que integra teatro, música, dança e circo. Além disso, a trilha musical é construída sobre diversos subgêneros da música popular, como balada, reggae, pop/rock e rock latino. O espetáculo apresenta o universo da pessoa cega, seja por meio da narrativa ou da atuação do elenco, no sentido de mostrar as possibilidades e capacidades deste segmento. O roteiro é cuidadosamente escrito pela atriz Sara Bentes para instigar, fazer pensar e repensar conceitos para acompanhar a narrativa, com uma estética visual, sonora e musical pensada para envolver o público e conduzir sua fruição por uma história rica em símbolos, metáforas e ações poeticamente representadas. Em cena e na plateia, o projeto respeita as especificidades de cada pessoa promovendo integração e autonomia por meio de atitudes e recursos de acessibilidade. Gerando trabalho a artistas com deficiência, que encontram raras oportunidades no teatro, e mostrando a integração de artistas com e sem deficiência, o projeto pretende ser uma referência ao mercado cultural e à sociedade, que perdem tanto sem conhecerem e incluirem os talentos e potenciais de profissionais com deficiência. Dentre outros pontos inovadores, o espetáculo traz elenco e a autora formado por uma atriz e bailarina cega, traz uma narrativa que derruba estigmas, revelando da protagonista toda a complexidade de sentimentos, pensamentos e memórias, com dramas que vão muito além da cegueira, dentro de um fazer artístico que respeita as especificidades das pessoas com deficiência e não tenta moldá-las dentro de uma estética padrão, valorizando a identidade corporal desses artistas, construída a partir de suas vivências. O espetáculo aborda discussões essenciais à sociedade brasileira como a relevância da educação e o papel da família na formação da identidade do indivíduo principalmente no protagonismo do deficiente, enquadrando-se nos princípios da Lei de Incentivo à Cultura, Art. 1°, inciso VIII, ao estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto se enquadra ainda nos princípios da lei supra citada ao gerar empregos em diversas categorias profissionais a partir da contratação de serviços para a sua elaboração (Art. 3°, inciso V, item b), apoiando, valorizando e difundindo o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores (Art. 1°, inciso III).Por serem as equipes técnica e criativa dos espetáculos compostas apenas por profissionais brasileiros e com experiência comprovada no mercado teatral nacional, o projeto garante que será salvaguardado o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, conforme previsto no Art. 1°, inciso V. Por fim, o projeto pretende contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais _ conforme descrito no Art. 1°, inciso I _, contribuindo para a democratização do acesso à cultura e para a formação de plateia. Tais objetivos serão atingidos através: a) do oferecimento de 20% dos ingressos a preços populares; b) da distribuição gratuita de 20% dos ingressos; c) da realização de um espetáculo de qualidade que contemple espectadores de idades, gêneros e renda diferentes; d) da realização do espetáculo em locais onde a acessibilidade a portadores de necessidades especiais é garantida; e) da realização das sessões, em cada praça, com tradução em LIBRAS e audiodescrição, a fim de atender às necessidades do público deficiente visual e auditivo. Como uma produtora independente, só é viável a realização deste projeto, que envolverá inúmeros artistas e técnicos e atingirá um público estimado de 100 pessoas direta e indiretamente, através do mecanismo de incentivo fiscal pela Lei de Incentivo à Cultura.

Estratégia de execução

Oficinas: 1 gratuita em cada uma da cidade o inciso do §2º do artigo 30 da IN 01/2023 referente à ação formativa cultural oferecida como CONTRAPARTIDA SOCIAL: II - oferecer uma palestra/oficina em cada uma das praças de apresentação, como ação formativa cultural; Local: Auditório/teatro onde a temporada que o espetáculo estiver acontecendo.Capacidade: 100 pessoasClassificação indicativa: 18 anosAcesso: entrada franca, mediante inscrição prévia e seleção pelo email contato@palavraz.com.br, se houver disponibilidade de vagas.Público-alvo: estudantes e professores de instituições públicas de ensino. 1 (um) bate-papo com elenco do espetáculo após apresentação em cada uma das praças

Especificação técnica

Espetáculo NOSSO LUGAR Classificação: 12 anos Duração: 50 minutos Oficinacontrapartida: Acessibilidade Cultural Acessibilizar a arte para um público diverso é tão necessário quanto acessibilizar a cena para artistas diversos. Incluir artistas com deficiência, Especialmente no Protagonismo, ainda parece um tabu para Muitos produtores, diretores e fazedores de cultura em geral. Sara Bentes, Artista e pessoa com deficiência Visual, e Bruno Mariozz, Produtor cultural, Compartilham sua experiência Trabalhando juntos em projetos que possibilitam uma arte inclusiva para dentro e para fora, na cena e na plateia, atualizando conceitos e Apresentando ferramentas e soluções artísticas para uma cena muito mais representativa e diversa.

Acessibilidade

Este espetáculo é protagonizado por uma atriz, cantora e autora do espetáculo Deficiente Visual. PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: o proponente secompromete a realizar o espetáculo em teatros devidamenteequipados com rampas de acesso e instalações sanitárias adequadas para atender às necessidades de idosos, portadores dedeficiência física e usuários de cadeiras de rodas, assim como local apropriado para a sua acomodação na plateia. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS e ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: será realizada por praça (Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Brasília) uma apresentação exclusiva e gratuita com tradução simultânea em LIBRAS e audiodescrição, a fim de atender às necessidades do público deficiente visual e auditivo. Nessas apresentações, o proponente se compromete acontratar profissionais com experiência comprovada na prestação destes dois serviços, a fim de proporcionar o melhoraproveitamento do possível do espetáculo por parte deste público. PRODUTO: OFICINASACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: o proponente secompromete a realizar o espetáculo em teatros devidamente equipados com rampas de acesso e instalações sanitárias adequadas para atender às necessidades de idosos, portadores dedeficiência física e usuários de cadeiras de rodas, assim como local apropriado para a sua acomodação na plateia.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público, quando fornecessário.

Democratização do acesso

Visando assegurar a ampliação do acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos, conforme prevê do art. 28 da IN nº 01/2023, o proponente se compromete a: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social,além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27;

Ficha técnica

Texto e músicas: Sara Bentes Atuação: Sara Bentes e Kiko do Valle Coordenação do projeto: Bruno Mariozz (Palavra z produções culturais - proponente) Direção: Luiza Loroza Figurino: Laís Antunes Cenário: Anderson Dias Produção Musical: Luan Richard Iluminação: Ricardo Rocha Preparação corporal: Bárbara Abi-Rihan Preparação vocal e assistência de direção: Carol Futuro Direção de Produção: Bruno Mariozz (Palavra z produções culturais - proponente) Sara Bentes (autora e atriz) é cantora, compositora, escritora e atriz; premiada internacionalmente na música, coleciona shows nos Estados Unidos, Inglaterra, Itália, Suécia, Turquia, Tailândia e Argentina. Em 2015, lançou seu primeiro álbum solo, o “Invisível”, com trabalho autoral, parcerias e uma releitura de uma música do compositor Marcelo Camelo; em 2018 lançou seu segundo álbum solo: “Tudo o que me faz vibrar”, com músicas autorais e parcerias, e o EP em inglês “Live what I live”, além de alguns singles, incluindo uma releitura da música “Toda Espera”, de Jorge Vercillo. Ela atua ainda como cantora-dubladora, arranjadora e produtora musical. Sara, dramaturga e atriz, protagonizou filmes publicitários de marcas como Amazon e Mitsubishi e integrou diversas companhias teatrais e elencos de peças e musicais no Rio de Janeiro e em São Paulo. Sara tem 6 livros publicados – um de crônicas, 4 romances: o premiado “E não se esqueçam de regar os girassóis”, lançado em 2017, “Lauren” - 2019 e acompanhado pelo single. Luiza Loroza (diretora) diretora. Formada pela Escola de Atores Wolf Maya e Artes Cênicas (UNIRIO). Dirigiu “Erê” (onde também assina a adaptação de dramaturgia), “O Pequeno Herói Preto” e “Yabá - Mulheres negras”. Assina a direção de movimento e adaptação de dramaturgia do espetáculo “Leci Brandão - Na palma da mão”. Destaque para os trabalhos como atriz com o espetáculo “Jacksons do Pandeiro - O musical”, com a direção de Duda Maia “Museu Nacional”, com direção de Vinicius Calderoni - onde Luiza além de atuar escreveu uma das cenas da peça, a cena “museu do futuro”; “Tempestade”, com direção de Aluísio Abranches, e como Cristal, na novela “Vai na fé”, da Rede Globo. Foi diretora assistente de Duda Maia em “Zaquim”, “Manoel” e na remontagem de “Auê”. E assistente de direção de Isaac Bernat em “O Encontro - Martim Luther King e Malcolm X”. Foi indicada para o Prêmio APTR na categoria Jovens Talentos. Em 2022 foi indicada pela direção de “O pequeno herói preto” ao prêmio CBTIJ. Kiko do Valle (ator) Ator e cantor, Kiko do Valle foi um dos vencedores do Prêmio APTR 2024 de Melhor elenco e equipe criativa com Se essa Lua fosse minha, de Vitor Rocha. Em 2024, atuou no musical O Jovem Frankenstein de Moeller & Botelho como Félix. Nos últimos anos, trabalhou com a Cia do Latão, dirigida por Sergio de Carvalho, nas peças Os que ficam e Experimento H. Foi um dos protagonistas de Ayrton Senna – O Musical no papel de Engenheiro do Senna. Protagonizou a opereta O Elixir do Amor, de Daniel Herz. Entre seus principais trabalhos, o musical Mulheres à Beira de um ataque de nervos, de Miguel Falabella, e O Bem Sertanejo, de Gustavo Gasparani. Trabalhou também com Duda Maia (Guerra dentro da gente), Karen Acioly (Fedegunda, Cabelos Arrepiados), Fabianna Melo e Sousa (A Borralheira, uma opereta brasileira), Daniel Herz (Iolanta, a princesa brasileira), Delson Antunes (Homens da obra de Caio Fernando Abreu e Se eu fosse eu), e outros grandes diretores. Bruno Mariozz - Palavra z produções culturais (coordenador do projeto e diretor de produção) ormado em Produção e Política cultural pela Universidade Cândido Mendes (2014), e pós graduado no MBA da FGV- Fundação Getúlio Vargas (2019), é diretor da empresa Palavra Z Produções Culturais, fundada em 2011, e atua principalmente nas artes cênicas, tendo projetos também na música e no dança no Rio de Janeiro, com mais de 40 espetáculos no currículo desde 2014. Iniciou sua carreira de produção teatral como de montagem de espetáculos de 2007 a 2009, e logo em seguida, foi realizar a coordenação de festivais internacionais como FESTLIP - Festival Internacional de Teatro da Língua Portuguesa (nos anos 2010, 2011, 2012 e 2014), TEMPO FESTIVAL (2013) e FIL - Festival Intercambio de Linguagens Digital (2021). Seus últimos projetos tiveram como principais patrocinadores e parceiros CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), Oi Futuro, Eletrobrás, Instituto VALE Cultural, Porto Seguro, SESC Nacional e Rio de Janeiro e SESI Rio de Janeiro.Os trabalhos mais premiados foram:- Musical infantil A Gaiola (2016), direção Duda Maia - melhor espetáculo, nos prêmios de teatro para infância Zilka Salaberry e CBTIJ (Centro Brasileiro de Teatro para Infância);- Tudo o que há Flora (2016-19), vencedor dos prêmios Cenym 2016 (Melhor Cia de Teatro);- Musical Infantil Vamos Comprar Um Poeta (2019), direção Duda Maia - vencedor Melhor Espetáculo nos prêmios APCA de Teatro São Paulo e CBTIJ (Centro Brasileiro de Teatro para Infância);- Musical LECI BRANDÃO - NA PALMA DA MÃO (2024), direção Luiz Antônio Pular - vencedor na categoria Melhor Direção, do prêmio Shell;Suas últimas montagens foram:- Trilogia infantojuvenil Três Histórias De Amor Para Crianças, composta pelos musicais Vamos Comprar um Poeta (2019), Contos Partidos de Amor (2018-19) e A Gaiola (2016-19), todos dirigidos por Duda Maia e vencedores de mais de 20 prêmios. - Maratona de Nova York" (2019), com Ricardo Martins e Roger Gobeth e direção de Walter Lima Jr.- Musical Quando A Gente Ama (2019), musical com sambas de Arlindo Cruz; - Gabriel só quer ser ele mesmo (2020), musical infantojuvenil escrito por Renata Mizrahi. - O Pescador e a Estrela (2021), direção Karen Acioly;- Trilogia Matriarcas - da Obra de Helena Theodoro com os espetáculos: Mãe de Santo e Mãe baiana (2021/2024), direção de Luiz Antônio Pilar; - Órfãos, direção Fernando Philbert (2022);- Musical Leci Brandão - Na Palma da Mão, direção Luiz Antônio Pilar (2023);- Infantil Manoel, direção Duda Maia (2023);- Infantil Melhor Faz Tranças do Mundo, direção Luan Vieira (2023);- Os Bruzundangas, direção Renato Carrera (2024); - Musical infantil MAKEDA - A RAINHA DA ARÁBIA FELIZ (2024);

Providência

PROJETO ARQUIVADO.