| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 00000000000191 | BANCO DO BRASIL SA | 1900-01-01 | R$ 561,2 mil |
O projeto prevê a circulação do espetáculo "Vienen Por Mí", texto inédito no Brasil, da dramaturga chilena Claudia Rodriguez com atuação de Fábia Mirassos e direção de Janaina Leite.
Produto: Espetáculo TeatralSinopse : Sobre o que temos que falar, nós, as travestis? é a pergunta central do espetáculo "Vienen por Mí" com concepção e interpretação de Fábia Mirassos e texto da chilena Claudia Rodriguez. Questionando preconceitos e estereótipos, ao mesmo tempo que enfrentando as contradições de ser um corpo travesti, "Vienen por Mí", surpreende por transitar com delicadeza em meio a um mundo barbaramente misógino. Acidez, humor e sensualidade são ingredientes de um prato que se come frio, como toda estratégica vingança. Mas "Vienen por Mí" surpreende também porque acrescenta a esse preparo, o amor. O amor travesti. E também o sonho, a criatividade, como nos contam os depoimentos de todas as travestis a quem Fábia convida para responder a pergunta norte do espetáculo. Renata Carvalho, Ave Terrena e Maria Léo Araruna. Vozes que se somam a esse coro travesti convidando à conversa, à partilha e a uma nova possibilidade de ver e contar a história travesti. Classificação Indicativa: 16 anos Produto: Contrapartida Social: O bate-papo/palestra tem como intuito colaborar para a desmistificação do esteriótipo da travesti caricata, violenta, agressiva, sexualizada que ainda permeia o imaginário cisgênero por meio dos mais variados assuntos, entre eles, vida, política,sociedade e também dividir curiosidades sobre o processo de criação, falar de carreira, de fofoca, trocar impessões sobre o que foi assistido e tudo que tiver vontade de falar. Classificação Indicativa: 16 anos
Objetivo Geral: O objetivo geral do projeto é viabilizar o acesso e a democratização da cultura contemplando diversos segmentos culturais e artísticos. O projeto busca ainda promover um intercâmbio cultural entre diferentes regiões do país por meio de atrações exclusivas, formando então novas plateias e incentivando artistas brasileiros. Dentro do Art. 2o Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturaisdestinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, daacessibilidadeartística e da diversidade; Objetivos Específicos: - Realizar 16 apresentações em Brasília/DF. - Realizar 16 apresentações em Belo Horizonte/MG. - Realizar 20 apresentações no Rio de Janeiro/RJ. - Realizar 1 palestra/bate papo formativo em Brasília/DF. - Realizar 1 palestra/bate papo formativo em Belo Horizonte/MG. - Realizar 1 palestra/bate papo formativo no Rio de Janeiro/RJ.
"Vienen Por Mí" fala sobre pessoas trans. É importante salientar que falar sobre pessoas trans ainda é, infelizmente, falar de violência. Seja esta de cunho físico, psicológico ou verbal. Segundo a ANTRA (associação nacional de travestis e transexuais), uma pessoa trans é morta a cada 48h no Brasil. Quando não são mortas, são suicidadas. A expectativa de uma pessoa trans no Brasil é de 17 a 35 anos. Isso significa que o Brasil é o país que mais mata pessoas trans no mundo ao mesmo tempo em que é o país que mais consome pornografia trans. É preciso humanizar essa situação para que essas pessoas deixem de morrer ou de serem fetichizadas. Só que a educação que foi alvo constante da patrulha moral no governo anterior ainda encontra-se fechada para este tipo de discussão. Nesse sentido, "Vienen Por Mí" visa fomentar, por meio da cultura, a conscientização de pessoas cisgêneras (visto que a transfobia é um problema cisgênero que atinge travestis por consequência) sobre a existência e humanização de corpos trans com o intuito de modificar as relações sociais existentes. Por meio de uma peça com duração de cinquenta minutos, o espetáculo promove a relação entre uma travesti com pessoas cisgêneras em que a poesia e a perfomance são utilizadas como ferramentas de ativismo (sem o caráter panfletário característicos das peças-manifestos) afim de calcar possíveis transformações sociais como a não objetificação de pessoas trans e sua fetichização como prerrogativa de humanização desses corpos tão maginalizados que, na maioria das vezes, nem chegam a serem considerados humanos pela maior parte das pessoas. Também é importante ressaltar da seriedade de uma narrativa travesti numa sociedade em que quase nada sobre travestis foi dito por elas. "Vienen Por Mí" é uma peça travesti escrita por uma travesti e atuada por outra travesti que possibilita uma biografia travesti diferente daquelas que aparecem nos obituários dos jornais. Porque se trata de uma travesti escrevendo sua história enquanto vive. E isso é tudo que importa. "Vienen Por Mí" foi escrito devido a necessidade da dramaturga de dizer coisas e não ter onde nem para quem dizer. Essa necessidade de ser ouvida fez com que a autora saísse apresentando a peça por bares onde ora era bem recebida e ora nem percebida. Este dado foi o disparador inicial que motivou a atriz Fábia Mirassos a querer montar "Vienen Por Mí" no Brasil, uma vez que a forma como as travestis são tratadas no Chile é a mesma forma em que elas são tratadas no Brasil e o que leva a acreditar que são tratadas assim em qualquer lugar do mundo. É utópico _ e ainda assim é possível _ utilizar o teatro como meio capaz de tornar possível ouvir e enxergar travestis, pessoas que _ na maioria das vezes _ só são vistas como alvos de violências e violações. Diante dessas considerações, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura,em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Não se aplica.
Palestra/Bate Papo Formativo: SOBRE O QUE TEMOS QUE FALAR, NÓS AS TRAVESTIS? O bate-papo tem como intuito colaborar para a desmistificação do esteriótipo da travesti caricata, violenta, agressiva, sexualizada que ainda permeia o imaginário cisgênero por meio dos mais variados assuntos, entre eles, vida, política,sociedade e também dividir curiosidades sobre o processo de criação, falar de carreira, de fofoca, trocar impessões sobre o que foi assistido e tudo que tiver vontade de falar. Colocar uma travesti à disposição do público para que o mesmo possa conhecer e criar identificação com um corpo ainda considerado por muitos como dissidente e que, por isso mesmo, muitas vezes ainda é marginalizado. E por meio de assuntos banais, o pública seja capaz de humanizá-la. Vienen por Mí possibilita essa troca dentro do próprio espetáculo ao se falar de receitas, dicas de beleza, compras de supermercado, piadas, bem estar, mal estar, ou seja, tudo que qualquer ser humano enfrenta no seu cotidiano, no lugar mais extraordinário que é viver. O bate-papo também tem como finalidade falar de uma classe para, então, por meio de mais variados assuntos, individualizar as travestis lembrando que somos únicas. Que cada uma tem sua própria história, percepções, opiniões e que não há certo e errado, que embora façam parte de um coletivo (porque assim foi posto pela sociedade) o simples fato de sermos seres humanos nos tornam iguais enquanto pessoas. Intenta-se com este bate-papo TRANSformar o imaginário e olhar do público presente para com os nossos corpos e possibilitar com isso a criação de uma aliança real baseada na empatia.
Produto:Espetáculo de Artes Cênicas: - Acessibilidade física:Todo o projeto será totalmente acessível,será possível o acesso por meio de rampas, corrimãos, avisos e sinalizações de identificação, de tal modo que o amplo acesso de gestantes,idosos, cadeirantes e de pessoas com dificuldades de locomoção e de seus respectivos acompanhantes,sendo que, todos estes, ainda terão banheiros adaptados e o atendimento especializado. - Acessibilidade para deficientes visuais : Haverá impressão de programa/material informativo impresso em braile, além de profissional capacitado para atender a esse público. - Acessibilidade para deficientes auditivos : As Apresentações contarão com intérprete em libras. - ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Caso alguém do público se apresente solicitando auxílio em razão de qualquer tipo de espectros ou doenças que gerem limitações para apreensão dos conteúdos oferecidos, o projeto disponibilizará 01 assistente de produção especialmente preparados para apoio para que também estes participantes possam acompanhar integralmente as atividades previstas pelo projeto. GARANTIMOS O ATENDIMENTO À PNE EM 100% DAS ATIVIDADES PLANEJADAS PARA O PROJETO. Produto:Contrapartida Social Acessibilidade física:Os locais escolhidos para realização das palestras formativas serão totalmente acessível,será possível o acesso por meio de rampas, corrimãos, avisos e sinalizações de identificação,de tal modo que o amplo acesso de gestantes, idosos, cadeirantes e de pessoas com dificuldades delocomoção e de seus respectivos acompanhantes, sendo que, todos estes, ainda terão banheirosadaptados e o atendimento especializado. - Acessibilidade para deficientes visuais: Haverá impressão de programa/material informativo impresso em braile, além de profissional capacitado para atender a esse público. - Acessibilidade para deficientes auditivos: as palestras contarão com tradução em libras. - ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Caso alguém do público se apresente solicitando auxílio em razão de qualquer tipo de espectros ou doenças que gerem limitações para apreensão dos conteúdos oferecidos, o projeto disponibilizará 01 assistente de produção especialmente preparados para apoio para que também estes participantes possam acompanhar integralmente as atividades previstas pelo projeto. GARANTIMOS O ATENDIMENTO À PNE EM 100% DAS ATIVIDADES PLANEJADAS PARA O PROJETO.
De acordo com o Art. 28 da IN nº 02/2024, iremos adotar as seguintes medidas de ampliação do acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades deensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios,cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
Ficha Técnica: Idealização e performance: Fábia Mirassos Texto: Claudia Rodriguez Tradução: Carol Vidotti e Malu Bazan Direção: Janaína Leite Assistente de direção: Emilene Gutierrez Colaboração Artística: Carol Vidotti Desenho de luz: Aline Santini Assistência, operação de luz e performance: Henrique Andrade Operação de som e performance: Ultra Martini Concepção e confecção de figurino: Fábia Mirassos e Salomé Abdala Direção de arte e design gráfico: Renan Marcondes Direção de produção: Carol Vidotti Produção Executiva: Gustavo Sanna CLAUDIA RODRIGUEZ (Dramaturgia) é dramaturga chilena nascida em Santiagodo Chile. Entre 1999 e 2005, desenvolveu um trabalho de orientação eaconselhamento para pessoas com HIV positivo por meio da CONASIDA e dosserviços de saúde do Chile. Participou da Oficina de escrita ministrada pelo poetaDiego Ramirez e da Oficina de Teatro para ativistas travestis, criando nesse espaçoa obra “Diálogos Entre Travestis” dirigida por Isabel Gonzales Pastran. Em 2018,estreou sua obra “Vienen Por Mí”, mistura de teatro, performance e poesia, dandovoz aos seus 20 anos de ativismo em lutas sociais e no mundo travesti. JANAÍNA LEITE (Direção) é atriz, diretora e dramaturgista. É uma das fundadorasdo premiado Grupo XIX de Teatro de São Paulo e doutoranda na Escola deComunicação e Artes da USP. Em 2008 deu início a sua pesquisa sobre odocumentário e o uso de material autobiográfico em cena, resultando em diversosespetáculos e no livro Autoescrituras performativas: do diário à cena publicadopela Editora Perspectiva. Em 2019, estreou o espetáculo Stabat Matercontemplado pelo Edital de Dramaturgia para Pequenos Formatos do CentroCultural São Paulo e ganhador do prêmio SHELL de melhor dramaturgia. Foi aindafinalista do prêmio APCA e eleito melhor espetáculo do ano pelos críticos do Jornaldo Estado e da Folha de São Paulo. Trabalha com orientação de cursos, palestras ecuradoria no Brasil e em países como França e Portugal. EMILENE GUTIERREZ (Diretora assistente) é atriz, performer e educadoranascida em Ribeirão Preto/SP e graduada em Artes Cênicas pela UniversidadeEstadual de Campinas – UNICAMP (2008) com Licenciatura pela FaculdadePaulista de Artes – FPA (2014). Integra o Coletivo Labirinto que atualmentedesenvolve projeto “Histórias de Nossa América” contemplado pela 35a. Edição doFomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo com a pesquisa sobre relaçõesentre sujeitos e panoramas sociais através de dramaturgias contemporâneaslatinoamericanas. Dentro do coletivo é atriz do espetáculo “Argumento ContraExistência de Vida Inteligente no Cone Sul” (2019, direção Marina Vieira – PrêmioCleyde Yáconis) de Santiago Sanguinetti e direção de Marina Vieira, “Sem Título”(2014, direção de Wallyson Mota) de Ariel Farace e do projeto “8 açõesdesorganizadoras da vida pública: o afeto como gesto político” (2017, ProAC ArtesIntegradas). Tem interesse na intersecção entre teatro, memória e estudos corporaiscom a criação do trabalho autoral solo SALIVAS estreado em 2021 (ProAC LABTeatro). Em 2008 e 2019 integra a plataforma KIM Teatro Danzante (Bolívia e Chile,respectivamente). É atriz criadora no espetáculo Feminino Abjeto (2017) sobdireção de Janaína Leite. Em 2015 e 2019, atuou no espetáculo “Bruto” (SESI) sobdireção de Luiz Fernando Marques e dramaturgia de Alexandre Dal Farra, e nomesmo ano, estreia o espetáculo “Teorema 21” (Grupo XIX de Teatro) com omesmo diretor e dramaturgo. CAROL VIDOTTI (Direção de produção) é atriz e produtora cultural. Bacharel em ArtesCênicas pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP. Assinou a direção de produçãopara o grupo Academia de Palhaços nas peças O Mistério Bufo, O Maravilhoso TeatroAmbulante da Academia de Palhaços, Academia de Palhaços se Apresenta e Adeus, PalhaçosMortos em projetos contemplados pelo Proac, Caixa Cultural, Viagem Teatral do Sesi além defestivais de teatro pelo Brasil, Turquia e Taiwan. Fez parte da equipe de produção da 1ª Mostra Internacional de Teatro –MITsp (2014), da equipe de logística da 2ª, 6ª e 7ª MostraInternacional de Teatro (2015, 2019 e 2020) e da equipe de produção na 8ª edição em 2022.Foi residente de produção do Site-specific Teatrosolo do diretor argentino Matías Umpierrez.Em 2013, fundou ao lado de Wallyson Mota e Abel Xavier, o Coletivo Labirinto. Nesse Coletivoé atriz-criadora e diretora de produção. Está no elenco das peças “SEM_TÍTULO”, dirigida porWallyson Mota, “Argumento Contra a Existência de Vida Inteligente no cone sul” direção deMarina Vieira, da peça online “Experimento SEM_TÍTULO”, dirigida por Wallyson Mota, “Mirar:quando os olhos se levantam, dirigida por Jé Oliveira e “Onde Vivem os Bárbaros, direção deWallyson Mota.Realizou, como atriz e produtora, o Projeto Histórias de Nossa América, aprovado pela 35ª Leide Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, no qual fez 9 leituras encenadas –online-de peças de autores latino-americanos dos países Brasil, Chile, Argentina, Venezuela, Peru,Uruguai, Colômbia, Equador e Cuba. Além desse Ciclo de Leituras, ministrou ao lado dosoutros integrantes do Coletivo, o Laboratório de pesquisa: Pílulas para Teatros Políticos.É atriz da peça “Foxfinder- A caça”, que estreou em 2022 com direção de Wallyson Mota.Assina a direção de produção da peça “Vienen por Mí”, idealizada pela atriz Fábia Mirassos ecom direção de Janaína Leite. ALINE SANTINI (Iluminadora) Graduada em Artes Visuais e Pós-Graduada emLighting Design na Faculdade Belas Artes em 2016. Estudou com o fotógrafo CarlosMoreira e foi assistente do iluminador Wagner Pinto e Gerald Thomas. Trabalhacom iluminação há 21 anos e realizou trabalhos com grandes diretores,companhias, artistas de teatro, dança, performance e artes visuais em São Paulo.Também executa projetos de iluminação para exposições. Atua como performer ecria instalações visuais e realiza direção cênica de espetáculos das artes do palco.Indicada quatro vezes ao prêmio Shell na categoria Iluminação e vencedora doprêmio Denilto Gomes no ano 2017 com o a luz do espetáculo de dança SHINE.Indicada duas vezes ao prêmio APCA de dança. Em 2019 foi uma das artistasselecionadas a representar o Brasil na Quadrienal de Praga. Ministra oficinas deiluminação cênica em Oficinas Culturais, Sesc e SP Escola de Teatro. Participou defestivais nacionais e internacionais de teatro e dança na Alemanha, Croácia,Argentina, Bolívia, Portugal e Irlanda. HENRIQUE ANDRADE (assistente e técnico de luz) é Iluminador Cênico eFotógrafo. Integrante do Centro Cultural Arenart desde 2007, onde participa da criação e operação de luz para os espetáculos da Cia. de Teatro Tal&Pá, dentre eles MotoRboy(2007), O Que Eu Vi, O Que Nós Veremos(2008), Arena Conta(2012), As Vozes de Joana(2013-2014), SEIS(2015) InSane(2015-2016), Clarão nasEstrelas(2017-2018) e Nos Telhados da Cidade(2019). Premiado no XXV FETESP(Festival Estudantil do Estado de São Paulo) como Melhor Iluminação pelo espetáculo “Arena Conta Danton” em 2012. Formado em Iluminação pela SP Escola de Teatro em 2016 e é Bacharel em Fotografia pelo Centro Universitário SENAC Santo Amaro(2021). Trabalhou como operador de luz em diversos espetáculos, entre eles destacam-se: Selvagens: Homem de Olhos Tristes(2014), DoAmor(2015), Os Arqueólogos(2016) de Vinicius Calderoni, Amadores(2016) e(2018) da Cia. Hiato, Insones(2018) de Victor Nóvoa, Casa Submersa(2019) daVelha Companhia, Rapte-me Agora!(2020), Para Duas(2020). Assina o desenho deluz dos espetáculos FISSURA(2019), A Noite dos Mortos Vivos(2019), No Mundo dos Sonhos(2021). Depois que você abrir os olhos(2021), entre outros. Tambémassina os desenhos de luz dos shows da cantora Rhaissa Bittar desde 2018.Realiza trabalhos como assistente de iluminação como no espetáculo Os TrêsMundos(2018) para a Iluminadora e Cenógrafa Marisa Bentivegna. ULTRA MARTINI (sonoplasta) é formado em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília.É ator, diretor, roteirista, humorista e compositor. Duas vezes ganhadordo prêmio de melhor atriz no festival FESTU (Festival de TeatroUniversitário do Rio de Janeiro), com os espetáculos “Stanisloves-me”(2016) – Criação Ultra Martini e Simone Reis – e “Ab-reação” (2017) –Criação e direção de Ultra Martini. Também com a peça “Stanisloves-me” ganhou o Prêmio Sesc de Melhor Sonoplastia (2018), Além de tersido indicado três vezes consecutivas ao prêmio Sesc de Melhor Atriz,com “Entre-quartos”(2016), “Copo de Leite” (2017) e “Stanisloves-me”(2018). Fez direção Musical do espetáculo “Decadenta” (2016) - Dirigidopor Felícia Johansson. Foi assistente de direção e trabalhou como atorno espetáculo “estrada sem mapa” (2019) de Silvero Pereira, realizadopelo Espaço Cultural Renato Russo, fez direção musical e foi atorperformer no espetáculo de Janaína Leite “ A história do Olho” (2021)com a estreia na MIT (Mostra Internacional de São Paulo). Trabalha como Sonoplasta no espetáculo VIENEN POR MI (2022) Dirigido por Janaina Leite.No audiovisual, Ultra está em formação pela AIC em DireçãoCinematográfica, formou como roteirista pela Roteiraria (2023), ao qualainda prossegue em grupos de estudos junto ao professor JoséCarvalho. Atuou na sala de roteiro durante o período de 4 meses juntoao Porta Dos Fundos (2017) AMANDA DE MOURA (figurinista) é formada em Têxtil e Moda pela USP.Desde 2021, trabalha com estilo e desenvolvimento de produtos de moda.Administra um brechó com acervo de peças vintages restauradas.E foi convidada a recriar o figurino do solo "Vienen por Mí" para sua nova temporada. DANIELA D`EON (assistente de produção) Atriz , produtora e Roteirista ;Em, Cavalo Bravo não se Amansa, um Sopro de Exu, direção Marcelo Soler, Que Meu CorpoNu teConta , direção Marcelo Varzea ( 2022), Anonimato com a Cia Mungunzá, direção RogerioTarifa (2022) , Os 13 Buracos, direção de Marcelo Soler, Tantos Cantos na Cidade com a CiaAs Graças(2021), IN – CONFESSÁVEIS, direção Marcelo Várzea ( 2021), Stories de CamilaRolemberg, direção LigiaPrestes ( 2020), “O fazedor de anjos” , direção de Nelson Baskerville (2019)Como roteirista; Em 2023, colaboradora no roteiro do espetáculo “Pelas Beiras”, 2021 e 2022roteirista de 03 cenas do espetáculo “ O Que Meu Corpo Nú Te conta”. Como Produtora Executiva; O Pai – de August Strindberg, direção Regina Galdino – 2022,TantasVozes • Projeto que mostra a trajetória dos 26ª da CIA AS GRAÇAS , nos quatro cantos dacidade deSão Paulo em seu Ônibus Teatro – 2021 e 2022, Casa de Bonecas parte 2 • De 16/08/2018 a28/04/2019 – Direção de Regina Galdino • Estreou no SESC Consolação, Os Que Vem delonge • De06/04 a 13/05/2018 – Direção Cristina Poli Quito • Espetáculo em Praças, O Rio• De 30/11/2017 a25/03/2018 – Direção Nelson Baskerville • Sesc Consolação HUGO FAZ (foto e vídeo) é ator, artista de performance, produtor e diretoraudiovisual e fotógrafo. É fundador do Estúdio NU - coletivo artístico, produtora,espaço cultural e galeria voltada às artes do corpo inseridas nas artes visuais.Desenvolve pesquisa na arte da performance no campo das relações entre corpohumano e corpo social e produziu performances artísticas e espetáculosperformativos para festivais e instituições.como o SESC (“Runway”, 2016 a 2018), o Festival Satyrianas (100 Nus Celebram Phedra eOuro De Tolo”, 2017), a Virada Cultural de São Paulo (Autossuficiência 2018), a Parada doOrgulho LGBTde São Paulo (“CENSURADXS”, 2017) e o Festival Mix Brasil da Diversidade(2019). É criador dos projetos visuais-performativos “100 NUDE Shoots(of Hugo)” e “366 NuDays”, além do curta-metragem Isolatta (2020) e das peças-metragens Isso Não É Uma Peça (2020) e “Porco-Espinho” (2021). Atualmentemembro do Teatro da Pombagira - coletivo de teatro performativo - por meio do qualproduziu e atuou nas peças “Demônios” (2018) e “Sombra” (2019). Também atuoucom Os Satyros desde 2013 em espetáculos da Cia. e no longa-metragem “AFilosofia na Alcova”. PROPONENTE: FABIA MIRASSOS (atriz e idealizadora) trabalhou com a Cia. Os Satyros como atriz/visagistaem diversos espetáculos como “A Vida na Praça Roosevelt” (2005), “AmorTempo” (2006),“CorpoEngrenagem” (2015), “Justine” (2016), “Pink Star” (2017). Atuou nos espetáculos “AsMoças” (2009) e “Roda Cor de Roda” (2011); “Por Trás das Lonas de Babilon” (2016) com ogrupo Os Babilônicos; “[A]Gente” (2018) com a Cia. do Terreno, “Luis Antônio – Gabriela”(2018) com a Cia. Mungunzá e “Por Que a Criança Cozinha na Polenta” (2018), onde assina ovisagismo; “Maquina Branca” (2019) de Ave Terrena Alves; “Interditos” (2019), de NelsonBaskerville, "Brian ou Brenda” (2019) de Franz Keppler com o qual recebeu o prêmio de melhoratriz coadjuvante do Observatório do Teatro, “Uma unidade Astronômica” de Daniela Funez(2022), anonimATO da Cia Mungunzá (2022).Em 2021 foi contemplada com o Edital Proac LGBT para realizar seu primeiro solo “ Vienen porMí’ de Claudia Rodriguez. Com esse trabalho já percorreu diversas unidades do Sesc,participou de festivais, dentre eles o Festival de Teatro de Curitiba e ganhou o prêmio demelhor atriz no Festival de Pindamonhangaba.Participou como atriz convidada do projeto “Histórias de Nossa América” (2020-2021) doColetivo Labirinto que visava fomentar a dramaturgia latino-americana por meio da leitura detextos de diversos dramaturgos como Claudia Rodriguez, Gabriel Calderon, Dione Carlos eMariano Tenconi Blanco e, além disso, contava com a direção de diversos diretores como EricaMontanheiro, Lavínia Pannunzio, Carlos Canhameiro e Malu Bazan. No audiovisual participou das séries “Nós” (Canal Brasil) e “Todx Nós” (HBO). Co-produziu e atuou no curta-metragem “Isolatta” (2020) contemplado pelo edital deemergência audiovisual “Arte Como Respiro” do Itaú Cultural. Também produziu e atuou, emparceria com o estúdio Nu, as peças “Isso Não É Uma Peça” (2020) com estreia na Satyrianase “Porco-Espinho” (2021) contemplado pelo edital cultural Qualicult da Qualicorp. AAtualmenteestá produzindo e atuando no curta-metragem “Cancelatta”, contemplado pela Lei deEmergência Cultural Aldir Blanc (2021). FUNÇÃO DA PROPONENTE NO PROJETO: A FABIA MIRANDA DOS PASSOS ATUACAO E VISAGISMO, empresa que representa a artista Fábia Mirassos será a responsável pela adminstração e gestão do projeto, acompanhando todas as etapas referentes ao projeto. Será responsável pela contratação da equipe envolvida para criação dos espetáculos e devidas prestações de serviço. A produtora também fará a produção do projeto, e receberá recursos das rubricas de produção e administração.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.